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Geração Y dá mais importância à conexão com internet do que a serviços básicos

Integrantes da chamada Geração Y, com idade entre 15 e 35 anos, preferem ficar sem encanamento, aquecimento e ar condicionado, transporte pessoal e TV a cabo do que sem conexão com internet e eletricidade para carregamento dos dispositivos conectados. É o que indica o relatório da pesquisa “Sua rede: agora atendendo à Geração Y”, realizada pela CommScope, multinacional do setor de telecomunicações presente em 130 países, que emprega aproximadamente 25 mil pessoas, em parceria com a Censuswide.

O estudo foi administrado em quatro grandes áreas metropolitanas – São Francisco, São Paulo, Londres e Hong Kong – verificando a opinião de integrantes da Geração Y e da Baby Boomers (idade entre 51 e 70 anos), com o objetivo de identificar características do comportamento das pessoas em relação à conectividade. Apesar de a preferência por tecnologia estar no topo das preocupações de ambas as gerações, no caso da Geração Y, serviços básicos não aparecem entre as três principais. Ao serem questionados sobre o que não poderiam ficar sem, os mais jovens elegem eletricidade, internet e Wifi, respectivamente. Na hierarquia de necessidades dos Baby Boomers, o encanamento é o terceiro colocado.

O relatório final evidenciou que em vez de tratar a internet como uma “ferramenta”, “base de conhecimento” ou “um meio para determinado fim” — visões mais provavelmente feitas pela Geração X ou Baby Boomers — a Geração Y vê a internet como uma parte indistinguível da sua identidade individual e do tecido social de suas vidas. Muito parecida com o ar ou a água, ela se tornou essencial para quem eles são, principalmente para aqueles com até 20 anos.

Composta por aproximadamente 2,5 bilhões de pessoas – 86% delas em mercados emergentes como Brasil, China e Índia –, estima-se que a Geração Y compreenderá 75% da força de trabalho mundial, com mais de US$ 8 trilhões em renda disponível em 2025. Uma geração muito mais exigente em termos de qualidade e rapidez de conexão do que suas antecessoras, que impõe diversos desafios aos setores de telecomunicação e TI.

“São pessoas que veem a conectividade como uma commodity. Centralizadas na qualidade do serviço em detrimento da fidelidade à marca ou da relação empresa/cliente, elas podem migrar para qualquer provedor que lhes ofereça a combinação mais forte de serviços, flexibilidade, velocidade e confiabilidade. Isso poderia resultar em uma diminuição da lealdade do comprador, tornando mais difícil para os provedores de desempenho ineficiente se manterem competitivos, acarretando em mais fusões e incentivando uma maior cooperação e parcerias”, avalia Sylvio Peres, vice-presidente de vendas para Caribe e América Latina da CommScope.

O estabelecimento desta geração como principal usuário das redes, aliada a evoluções tecnológicas como a internet das coisas, que permitirá a conexão de todo tipo de dispositivo por meio da internet, vai exigir o aumento de tamanho e eficiência tanto da estrutura física das redes quanto da qualidade e confiabilidade de conexão.

“A rede cabeada no Brasil, assim como na América Latina de uma maneira geral, cobre cerca de 20% do território. As características geográficas, muito variadas de região para região, dificultam a chegada a locais mais distantes, como as zonas rurais. Para que a expansão seja economicamente viável para operadoras de telefonia e provedores de internet, talvez a melhor solução seja a implantação de células pequenas e antenas que transmitam o sinal sem fio, garantindo baixa latência e alta velocidade de conexão. O principal objetivo da CommScope ao desenvolver esta pesquisa é tentar auxiliar estes atores a ajustarem seus serviços para atender esta demanda, a criarem uma estrutura de rede à prova de expansões futuras”, afirma Peres.

Uma segunda etapa da pesquisa foi realizada nas regiões metropolitanas de Bogotá e da Cidade do México. Dados preliminares sugerem que, em comparação com as duas cidades da América Latina, a Geração Y paulista se mostra mais apegada aos smartphones: 78% das pessoas que participaram da pesquisa em São Paulo afirmaram que não podem passar um dia sequer longe dos dispositivos, contra 69% na Cidade do México e 68% na capital boliviana. O número supera também a média das outras três regiões pesquisadas.

Alguns indicadores da pesquisa

– Três a cada quatro pessoas da Geração Y (74%) concordaram que não poderiam sobreviver um dia inteiro sem o seu smartphone, em comparação com apenas metade (51%) da geração Baby Boomers.

– Quase 3 em cada 4 pessoas da Geração Y (73%) concordam que preferem desistir da TV a cabo ou via satélite do que de seu smartphone, em comparação com apenas 2 entre 5 pessoas (42%) da geração Baby Boomers.

– Metade da Geração Y (50%) concorda que eles devem ter o último modelo de smartphone, comparado com pouco mais de um quarto (27%) da geração Baby Boomers.

– Dois terços (67%) da Geração Y concordaram ou concordaram totalmente que a mídia social é a sua principal forma de comunicação social, em comparação com apenas um terço (35%) da geração Baby Boomers.

O relatório completo da pesquisa está disponível em pt.commscope.com/millennials.

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Millennials: o que traz satisfação para os empregados que fazem parte da geração mais jovem do mercado?

Desde o início do Século XX se fala sobre a importância que a felicidade dos trabalhadores tem nos resultados de uma empresa. No entanto, o que acontece em uma empresa na qual tanto os chefes quanto os funcionários tem menos de 35 anos?

Olhar apenas para os clientes não é uma boa estratégia para uma empresa: de certo modo, seu público alvo também são os funcionários, cuja satisfação contribui – e muito – com os resultados da companhia. Todavia, as condições de trabalho que as novas gerações – como os Millennials (também conhecidos como a Geração Y), que inclui os nascidos entre 1980 e 2000 – esperam, são diferentes das do passado. As empresas que sabem disso, se preocupam especialmente em manter “apaixonados” seus Millennials, para conseguir um melhor clima no local de trabalho, uma maior retenção de talentos e, finalmente, um melhor rendimento da companhia em geral.

A Nuvem Shop, – uma startup que oferece serviços para que empreendedores possam criar suas próprias lojas online – trabalha com um modelo muito atrativo para seus funcionários jovens, que acaba refletindo nas palavras dos próprios empregados ao responder uma enquete proposta pela empresa.
Os Millennials dão valor ao uso dos recursos tecnológicos somados à experiência do colaborativo. É o caso de Arnon, 25, que assinala que “o processo de seleção foi completo, mas foi todo através do Skype, exceto a última entrevista, que foi pessoalmente. Foi uma experiência única, muito organizada e objetiva”.
“Prezo por ser escutado, assim como a possibilidade de trabalhar de forma remota”, disse Pedro, 31.

Rotinas

Pelas respostas recebidas nesta enquete, um ambiente rígido e rotineiro pode espantá-los. Luna, 29, afirma: “A experiência na Nuvem Shop se caracteriza pela flexibilidade, o companheirismo e a forte apreciação dos valores e da cultura, que caminham lado a lado. As relações são mais horizontais, os desafios são grandes e a rotina praticamente não existe”.

Por sua vez, Luane, 27 tem foco na liberdade de mudar um pouco as regras fixas: “Aprecio o ambiente mais favorável à criatividade, à imaginação e ao rendimento, sem muita burocracia”.
Como característica desta geração, é marcante o fato de querer trabalhar com o que lhes apaixona e deixar sua identidade, sentir que sua colaboração é importante.

“A principal vantagem de trabalhar em uma startup é a possibilidade de fazer a diferença, propor ideias e desenvolvê-las. Isso é extremamente gratificante a nível profissional e pessoal”, disse Danniela, 31.

A motivação e a inspiração

Para os Milennials, esses dois pontos devem estar sempre presentes em sua vida e, além disso, o fato de serem “obrigados” à fazer algo não os agrada. “O trabalho em equipe, a atmosfera de “vamos juntos conquistar o mundo”, a liberdade de pensamento e expressão e a possibilidade de participar de diferentes projetos, de aprender sobre os novos aspectos do negócio e como nosso trabalho se reflete em todo ecossistema é incrível.”, afirma Itallo, 24.

Além desses pontos, o fato de sempre aprenderem coisas novas também é um fator principal para a motivação dos Milennials. “Nunca estamos fazendo as mesmas coisas, nunca nos estagnamos na zona de conforto: as mudanças são muitas e rápidas, o que requer de nós uma vontade e um esforço maior, o que é muito estimulante.”, conclui Arnon, 25.

E ainda que os Millennials lutem contra a rotina, a estabilidade lhes parece fazer falta. Esse é o pensamento de Bruno, 35, que afirma: “As frequentes mudanças relacionadas às startups – as vezes de objetivo ou de foco – pode fazer-nos sentir certa instabilidade ou falta de organização, e em certas ocasiões há projetos que não se concretizam por falta de investimento de tempo”.
“Nestes esquemas flexíveis, às vezes nos damos conta que estamos fazendo mais do que achávamos que íamos fazer, cansando e sentindo que nem sempre somos reconhecidos, mas quando o momento de crise passa, enxergamos o quanto vale a pena o esforço.”, conclui Renata, 33.
Até os fundadores da Nuvem Shop pertencem à Geração Y, e formam uma equipe onde todos, e cada um, se sentem totalmente responsáveis pelos resultados.

Um caso como este serve para que cada companhia analise as condições de trabalho de seus empregados, observe se correspondem às necessidades e desejos das novas gerações que estão se inserindo no mercado de trabalho, e tome decisões para mudar em todos os aspectos onde possam existir oportunidades de melhora em suas empresas, tornando-as ainda melhores para seus colaboradores e seus clientes.

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Quase 63% dos paulistanos entre 18 e 35 anos buscam vagas de emprego por aplicativo; 40% ainda optam por procurar na rua

A população das grandes cidades, principalmente a mais jovem, está conectada 24 horas, realizando diversas atividades pelo celular. Segundo pesquisa da plataforma Emprego Ligado, 62,5% dos paulistanos entre 18 e 35 anos afirmam preferir sites ou aplicativos na hora de buscar emprego, enquanto 37,5, quase 40%, ainda optam por procurar na rua, indo diretamente na empresa. O levantamento online feito nas últimas duas semanas foi realizado com 700 pessoas cadastradas na plataforma.

A pesquisa mostra também que 96% dos respondentes têm Whatsapp instalado no celular, seguido pelo Youtube (88%), Facebook (85,3%), Email (83%) e Google Maps (79,7%). E o mais usado é o Whatsapp (91,1%), na frente de Facebook (63,7%), Email (46,3%) e Youtube (26%).

Segundo o levantamento, 50,8% dos respondentes ficam sabendo sobre novos aplicativos, procurando na PlayStore; enquanto 38% são informados no Facebook. E dos pesquisados, 58,4% procuram informações sobre o uso e a funcionalidade do app instalado diretamente na PlayStore; já 27,3% buscam no Google.

Para determinar a qualidade e confiabilidade do aplicativo, os participantes da pesquisa checam comentários e notas na PlayStore (44,8%), contam com indicação do amigo (11,7%) ou acessam o Google para saber das informações (18,4%). Para 50,2% das pessoas, o app só seria compartilhado se fosse útil, sendo o Whatsapp o meio mais usado no compartilhamento do aplicativo (53,1%).

A pesquisa aponta ainda que a promessa não cumprida é a principal causa de desinstalação de um aplicativo (52,9%). A Emprego Ligado também perguntou sobre em qual propaganda eles confiam mais confiam, sendo que 29,1% responderam confiar mais em propaganda veiculada em jornais e revistas, seguindo de comercial de TV (28,3%) e em sites (20,1%).

“Esse público representa 85% da força de trabalho brasileira e o uso de tecnologia traz maior produtividade e economia para eles e para as empresas, agilizando a contratação e diminuindo o turnover. Hoje, 2/3 da base cadastral da Emprego Ligado já usa o nosso aplicativo disponível na PlayStore para buscar vagas”, explicou Jacob Rosenbloom, CEO da Emprego Ligado. Os participantes da pesquisa fazem parte das classes C, D e E.

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Os 10 motivos que levam os jovens a optar por trabalhar numa startup

Geralmente a vida em uma startup está associada a certos conceitos tais como: “horários flexíveis”, “uma mesa de ping-pong” ou “um escritório mais despojado“, aspectos que não refletem ou representam o que realmente ocorre em tais empresas, na realidade, nem se aproximam do espírito que se respira quando se inicia um empreendimento deste estilo.

Como não existe uma definição única de startup, pode-se considerá-la como uma companhia com um alto potencial de crescimento a um ritmo muito acelerado e que, além disso, sustenta uma missão ambiciosa tentando resolver algum tipo de problema ou necessidade de uma grande quantidade de pessoas ou organizações.

Companhias como Nuvem shop, Cinemad ou Brownie do Luiz se aplicam a esta definição. Cada uma delas tem uma missão ambiciosa junto com objetivos agressivos, ano após ano, e para alcança-los, requerem um dinamismo especial de trabalho. Por outro lado, há exemplos de empresas que já transcorreram esta definição de startup e que hoje são grandes companhias como é o caso do Mercado Livre, Google, Facebook, entre outras empresas.

O fenômeno das companhias modernas traz consigo uma quebra de paradigma ligada a diversos aspectos tradicionais do ambiente de trabalho. Por exemplo, em que o Google contribuiu neste sentido? São mundialmente conhecidas as mudanças inovadoras que foram geradas em seuambiente de trabalho: horários flexíveis, ambientes que estimulam a imaginação, refeitórios livres, escritórios dinâmicos e muito mais. Representam, além disso, um modelo de negócio de êxito e lideram no quesito inovação.

Então, qual é a motivação para ingressar em uma startup? Por quê os jovens se atraem pelo desafio de fazer parte delas?

Para esta pergunta, há resposta. Segundo, Randstad Award, os jovens se preocupam mais em ter um bom treinamento, com o conteúdo do trabalho que realizam, e com a oportunidade de crescimento profissional. Portanto, todas as organizações que busquem ser uma marca forte voltada para esta geração deverão trabalhar desta maneira para chamar sua atenção e atraí-los.

Os motivos pelos quais um jovem decide integrar uma startup poderiam ser resumidos em 10 itens:

1. Adeus à rotina: ingressar no mundo startup envolve mudar de atividades ao longo do dia, ser parte de trocas constantes na organização das equipes de trabalho, ter que provar, errar e melhorar constantemente, tendo a sensação de que a casa está fora de ordem ou feita caos. Uma startup necessita de agilidade para tomar novos rumos constantemente; caso contrário, morre na praia.

2. Crescimento profissional: em uma startup não é possível falar em um limite em relação ao plano de carreira, evolução e desafio pessoal. O aprendizado é contínuo, se baseia no ato de fazer, e a realidade com constantes mudanças faz com que os desafios se renovem a cada passo. Definitivamente, não há limites para o crescimento, tudo depende das próprias ações, resultados e expectativas.

3. Horários fixos? Em uma startup desaparece a noção de “cumprir” um horário. Os prazos de trabalho, por exemplo, têm uma ordem, mas estão ligados à atitude e as capacidades. Dentro de uma startup todos fazem sua parte; cada dia conta e pode fazer a diferença entre o êxito e o fracasso.

4. O dinheiro não é tudo: obviamente a aspiração por um salário competitivo existe mas fica em segundo plano no rol das prioridades dentro de uma startup.

5. Perks (benefícios): A dinâmica de trabalho permite oferecer certas vantagens muito valorizadas neste meio, como horários flexíveis, a possibilidade de trabalhar em “home office” ou um escritório com um ambiente mais despojado. As corporações, por sua vez, oferecem outro tipo de benefícios.

6. Gerar um impacto real: uma startup nasce com a ideia de sanar um problema ou necessidade que muitas pessoas ou organizações têm. Esta acaba por ser a missão da companhia.

7. Nome próprio: ao fazer parte de uma equipe pequena, de menos de 100 pessoas, o que cada um faz ou deixa de fazer pode realmente fazer a diferença. Portanto, todos têm nome e sobrenome e um certo protagonismo a desenvolver.

8. Empreender dentro de uma startup: muitos dos que se juntam a uma startup o fazem porque querem empreender algum dia ou inclusive já fizeram. A realidade é que se juntar a uma startup já é empreender. Todas as companhias têm recursos limitados para executar e alcançar seus objetivos, mas em uma startup tal limitação é particularmente mais notória e por isso deve-se pensar em ideias bem inovadoras e diferentes

9. União em equipes: em uma startup se respira um ar de compromisso e entusiasmo. Por se tratar de equipes menores, a união e a coesão se dão naturalmente. Se trabalha em um ambiente de superação continua que envolve uma entrega de 110%. E, através desta dinâmica, todos ensinam a todos.

10. Formar uma cultura: a cultura de trabalho é formada em equipe de maneira horizontal. Não resulta de uma estrutura vertical, onde as ações e costumes da equipe vêm especialmente dos integrantes de hierarquias superiores e dão um rumo ao estilo de trabalho e aos valores da empresa.

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O jovem internauta brasileiro possui perfil em 7 redes sociais

Apresentado no youPIX SP Festival 2014 nesta quinta-feira, estudo do CONECTA, comunidade online de pesquisa (www.conectaibrasil.com.br), mostra que o jovem internauta brasileiro possui, em média, perfil em 7 redes sociais. As mais populares são: Facebook (96% possuem perfil), YouTube (79%), Skype ( 69%), Google+ (67%) e Twitter (64%).

Navegar nessas redes é um hábito de 90% dos internautas de todo o país com idade entre 15 e 32 anos. Outras atividades comuns na web são buscar informações (86%), acompanhar notícias (74%), assistir a vídeos (71%), ouvir musica (64%) e trocar e-mails. “Engana-se quem já decreta a morte dos e-mails, já que esses jovens ainda recebem em média 2,8 emails diariamente”, avalia Laure Castelnau, diretora executiva do CONECTA.

Boa parte do acesso às redes ocorre em dispositivos móveis. O aplicativo do Facebook está presente em 88% dos celulares dos jovens, seguido dos aplicativos de email (84%), YouTube (81%) e WhatsApp (79%). Em tablets, o Facebook está instalado em 61%, os e-mails em 57% e o YouTube em 59%.

Em alguns casos, o uso desses aplicativos já se tornou um vício: 89% dos internautas estão continuamente conectados ao Facebook, 87% ao WhatsApp, 80% aos emails e 63% ao Instagram.

No caso dos aplicativos de entretenimento, serviços e informação, os mais usados são jogos (66% em celulares e 54% em tablets), previsão do tempo/clima (54%/29%), internet banking (39%/29%) e notícias (34%/28%).

Empresas e internautas – De acordo com o estudo do CONECTA, 47% dos internautas gostam de dar feedback às marcas e 40% querem interagir com suas marcas favoritas dando seus feedbacks.

Um terço dos jovens internautas brasileiros (34%) acreditam que as informações mais confiáveis sobre as empresa são as divulgadas em seus websites, porém 41% declaram que para encontrar informações confiáveis sobre marcas, produtos e serviços buscam outras fontes de informação.

Publicidade online – Banners irritam 43% dos internautas, mas, ao mesmo tempo, 49% prestam atenção e 44% concordam que essas peças contêm informações interessantes sobre promoções.

A pesquisa aponta também que 41%, na maioria das vezes, se cadastram impulsivamente para receber emails com novidades e depois acabam nem prestando atenção nessa comunicação. Os cadastros mais frequentes para receber newsletter ocorrem nos sites de e-commerce onde costumam realizar compras (47%), em sites de emprego (39%) e das marcas favoritas (36%). “É preciso estar atento à frequência de envios, já que para metade dos entrevistados, uma newsletter por semana é suficiente”, afirma a executiva.
A pesquisa foi realizada entre os dias 2 e 9 de julho de 2014, com 1.513 internautas de todos os estados do país, sendo 1030 participantes do painel CONECTAí e 483 internautas da base do youPIX.

Sobre o CONECTA

CONECTA é a plataforma web do IBOPE Inteligência, organização do Grupo IBOPE. Seu foco está na fusão do melhor da pesquisa online tradicional, tecnologia para gestão de painéis online – CONECTAí – e soluções interativas e inovadoras de marketing digital.

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