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Cidades pernambucanas arrecadam 200% a mais de IPTU com uso de drones

Diante do atual cenário nas prefeituras com o acúmulo de funções e a dificuldade em acompanhar de perto os projetos junto à sociedade, principalmente a arrecadação coerente proporcional ao tamanho do terreno (IPTU) e os vencimentos das parcelas, e alguns órgãos já resolveram delegar a função para outras empresas. Logo, para resolver esse entrave, a Crescite, uma das maiores empresas especializadas em recadastramento de imóveis e arrecadação do Brasil, surge para ajudar a prefeitura e a população. Com uso de drones, a Crescite faz a medição correta dos terrenos e ainda esclarece a população sobre o porque existe o IPTU e para onde vai o valor arrecadado.

Os colaboradores da Crescite vão até os terrenos, casas, e pontos comerciais, orientam os seus proprietários sobre a importância de pagar em dia o tributo e esclarecem que o destino desse recolhimento vai para a melhoria de todos. Cada prefeitura prioriza em que vai aplicar o valor arrecadado com o IPTU. Os valores podem ir para obras de infraestrutura, gerando emprego local, a saneamento, saúde e educação.

As prefeituras já sentiram no volume arrecadado que vale a pena terceirizar essa cobrança do IPTU para os agentes da Crescite, pois além de instruir os cidadãos também é feito todo o recadastramento dos terrenos da cidade em questão. Foi o que aconteceu em Pernambuco. Além da utilização de análise de dados, colaboradores e medição de terreno, a empresa incluiu drones para monitorar a região e fazer o mapeamento correto. As imagens são tratadas por softwares de última geração que permite a medição exata.

Empresas como a Crescite auxiliam as prefeituras na arrecadação e esclarecimento a população quanto ao tributo. “ Nós desmistificamos a ideia de que pagar imposto é ruim. A população só acha isso ruim quando não entende para onde vai os benefícios desse dinheiro despendido. E o valor volta para a sociedade em forma de educação, saúde e qualidade de vida”, esclarece o Diretor da Crescite, Paulo Resende.

Isso foi perceptível no município de Paulista que arrecadou 165% a mais do que ano passado de IPTU, seguido por Itamaracá (82%) e Jabotão dos Guararapes ( 64%).

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A Crescite não acredita em soluções complexas e caras para os municípios, porque classifica-se fora da realidade. Neste momento a empresa atua em locais que têm mais de 100 milhões de ‘estoque de débitos’. Só são remunerados em razão do que é produzido financeiramente e na atualização dos cadastros municipais. Desta maneira a Crescite é investidor e, ao mesmo tempo, os agregadores de tecnologia para os municípios. A proposta da empresa não exige investimentos do município e é remunerada com a medição dos resultados financeiros.

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17 milhões de consumidores devem ir às compras de última hora neste Natal, estima SPC Brasil

O jeitinho brasileiro de deixar tudo para a última hora deve prevalecer mais uma vez neste Natal. Se depender do consumidor, os corredores das lojas e dos shoppings vão ficar lotados nesse fim de ano. Um estudo realizado pelo SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) e pelo portal de educação financeira Meu Bolso Feliz em todas as capitais brasileiras estima que 17 milhões de consumidores vão deixar para comprar os presentes faltando uma semana para o Natal − no ano passado, este número era de 16,5 milhões de pessoas.

A pesquisa também mostra que apenas 5% dos entrevistados disseram que vão deixar de comprar o presente para aproveitar as liquidações de início de ano. Este percentual sobe para 13%, quando analisados apenas os consumidores com mais de 50 anos e cai para 0% entre os entrevistados de 25 e 34 anos.

Perfil do gasto

Neste ano, o gasto médio do presente de Natal aumentou de R$ 86,59 em 2013 para R$ 122,40 em 2014. Por outro lado, o número médio de presentes comprados deve permanecer estável: 4,3 presentes por consumidor. De acordo com o estudo, a pessoa mais presenteada neste Natal deve ser a mãe, com 56% das intenções, seguida pelos filhos, com 53% das intenções, e pelo cônjuge, com 52%. As roupas (77%), os calçados (50%) e os perfumes (45%) devem ser os presentes mais comprados e também os mais desejados pelo consumidor. Veja as listas completas aqui.

Comprar de última hora é um mau negócio

Na avaliação da economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, deixar as compras natalinas para a última hora não é uma boa opção para quem pretende gastar menos. “Se o consumidor deixa para comprar em cima da hora, acaba não tendo tempo para pesquisar preços e, consequentemente, desembolsa mais. Sem mencionar o risco dele não encontrar o produto desejado e ter que optar por um bem mais caro, comprometendo o orçamento”, explica Kawauti.

Os especialistas do SPC Brasil alertam para o que consumidor, movido pelo estresse e pela empolgação, não acabe fazendo compras sem necessidade. “Na pressa por garantir todos os itens da lista e para não deixar ninguém sem presente, o consumidor acaba dando menos importâncias aos detalhes e cede às compras impulsivas. Sem falar no estresse ocasionado pelas longas filas nos caixas e pela dificuldade para encontrar vaga nos estacionamentos”, adverte. O ideal, segundo a economista, é fazer uma lista de todos os presenteados e levar o dinheiro contado que se quer gastar. Dessa forma, não há perigo de exceder o valor previsto.

IPTU, IPVA e material escolar

A economista lembra que após os gastos com as festas de fim de ano, os consumidores são obrigados a arcar com o pagamento de compromissos sazonais de alguns tributos como IPVA, IPTU, seguro do carro e material escolar, o que juntos pressionam o orçamento doméstico.

“Uma dívida feita sem planejamento pode comprometer o orçamento de muitos meses. O efeito imediato das compras impulsivas e não planejadas realizadas no período natalino é a inadimplência, pois somente depois que as contas de início de ano chegarem é que o consumidor vai se dar conta de que o salário não será suficiente para cobrir a soma de todas as parcelas dos presentes comprados”, alerta a especialista.

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