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SAP Brasil e Intel apresentam módulo CoWorking One para automação de escritórios

Em parceria com Intel, a SAP Brasil apresentou uma solução inovadora para automação de escritórios em consonância com as recomendações necessárias para o enfrentamento da Covid-19. Batizado de CoWorking One, os módulos foram desenvolvidos pelas empresas ManyMinds, Skill e Ativy, sendo esta última a vencedora do hackathon promovido pela divisão SAP Business One em parceria com a empresa de coworking Eureka e apoio da Intel. Foram duas semanas com a participação de 11 parceiros SAP Business One para resolver uma demanda diretamente relacionada à crise do novo coronavírus.

A solução foi desenvolvida em SAP Cloud Platform e integra tecnologias inteligentes, como IoT, Machine Learning, chatbot, Blockchain, sensores de presença e câmeras inteligentes para garantir que os espaços sejam ocupados com segurança – o CoWorking One é capaz de monitorar a temperatura dos usuários e o cumprimento do distanciamento social; se estão todos de máscara; e mostrar pontos de concentração de calor.

Para isso, a Intel, através dos parceiros Alice Wonders e Pluginbot, participaram do projeto levando uma série de  ferramentas que permitem desde o agendamento de reserva – seja em coworkings ou em escritórios de empresas – até a liberação de acesso mediante mediação de temperatura, controle de impressoras comunitárias e de máquinas de café sem necessidade de contato manual, apenas ativando comandos na tela do computador ou do celular, já que a ferramenta também está disponível no formato mobile. O módulo funciona integrado aos ERPs SAP Business One HANA Cloud ou SAP S/4HANA Cloud.

A Diretora Geral da Intel Brasil, Gisselle Ruiz Lanza, conta que a parceria da Intel com a SAP Brasil visa oferecer soluções mais direcionadas e completas, utilizando da expertise de cada uma das empresas para sanar as necessidades dos parceiros. “A Intel e a SAP procuram constantemente gerar valor para a área de negócio dos clientes SAP. A SAP como líder de soluções para negócios e a INTEL com o conhecimento de IOT e inovação em Tecnologia se completam na oferta de soluções inovadoras e disponibilizam para os parceiros SAP ferramentas para que eles possam criar soluções completas e disruptivas em conjunto com os clientes.”

“O hackathon com parceiros e a participação de um cliente comprometido com o resultado da iniciativa trouxe muita troca de conhecimento sob um novo olhar para trazer maior segurança, gestão de crise e inovação para os ambientes corporativos, em especial os que são compartilhados. Contamos com o nosso ecossistema de parceiros para desenvolver uma solução integrada para coworking e que trará muito mais segurança e capacidade de gestão de ambientes. Muitas empresas estão diante do desafio de retomar gradualmente suas atividades nos escritórios e contar com uma solução como o módulo CoWorking One trazendo maior tranquilidade para esse retorno, tanto para as áreas de facilities e de patrimônio como para os colaboradores, explica Daniel Cabrera, diretor da divisão de Business One na SAP Brasil.

A Eureka, empresa que oferece espaços compartilhados ou projetados sob medidas para empresas no Brasil e no exterior, é a primeira usuária da solução para gestão de seus espaços de coworking, valorizando a segurança física e mental de seu público e em consonância com as novas regras sanitárias nos espaços corporativos. Além dos espaços de coworking, a empresa faz a gestão de escritórios corporativos para dezenas de companhias. Para assegurar a conformidade de seus espaços, a empresa criou o selo Safe Place to Work. O sistema permite reserva de espaço e acesso sem necessidade de contato manual com as instalações de uso comum; gestão da ocupação máxima dos espaços; recusa automática da entrada/check-in nas instalações em caso de ocupação máxima e/ou quando for excedido o limite contratual.

“O desafio Intelligent Coworking foi fundamental para a Eureka. Trabalhamos em conjunto com grandes desenvolvedores que souberam traduzir, em software,  as necessidades que temos nesta nova realidade. Junto com a SAP conseguiremos atingir e ajudar um número grande de co-workings e empresas, pra guia-los nesta retomada. Sem falar sobre a Safe Place to Work, que pretende ser uma referência em boas práticas nesta vertical”, explica Daniel Moral, fundador da Eureka Coworkings.

O CoWorking One já está integrado ao portfólio da SAP e disponível para contratação como módulo adicional dos sistemas de gestão SAP Business One e SAP S/4HANA, ambos na opção cloud by SAP. Cada empresa poderá definir as regras de acesso de acordo com suas políticas internas.  

Alberto Oppenheimer, Vice-Presidente da área Customer Advisory Office para SAP América Latina, explica que o desenvolvimento em duas semanas de uma solução completa para atender uma necessidade específica demonstra o potencial da SAP Cloud Platform para agregar inovação e customizar as soluções da SAP para demandas específicas do negócio. “Além de atender uma demanda do mercado de “Coworking” com agilidade, conseguimos envolver nosso ecossistema de parceiros, que agora poderá oferecer a solução para a nossa base de clientes de SAP Business One e SAP S/4 HANA no Brasil e em outros países”, completa.

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Dell Technologies e Intel anunciam 2ª edição do estudo sobre maturidade de TI

A Dell Technologies e a Intel anunciam os resultados da segunda edição do estudo IT² – Benchmark da Maturidade da Infraestrutura de TI no Brasil, encomendado para a IDC Brasil, empresa líder no país em inteligência de mercado e consultoria nas áreas de tecnologia da informação e telecomunicações. O levantamento anual tem como objetivo identificar como a infraestrutura de TI das empresas brasileiras está preparada para suportar a transformação digital dos negócios. A pesquisa deste ano identificou que, em uma escala de 0 a 100, as companhias instaladas no país atingiram uma nota média de 46,4 pontos, contra 43,7 na edição anterior. O que demonstra um avanço das companhias em relação ao tema de Transformação da TI nos últimos 12 meses, mas que ainda há um longo caminho a percorrer para que os ambientes tecnológicos acompanhem o ritmo acelerado de digitalização das corporações.

A segunda edição do estudo conduzido pela IDC Brasil entrevistou 250 profissionais responsáveis pela decisão de compra da infraestrutura de TI de empresas privadas, com mais de 250 funcionários. A análise, realizada no quarto trimestre de 2018, avaliou três grandes indicadores essenciais para a maturidade dos ambientes tecnológicos para suportar a transformação digital dos negócios: Processos Internos e Cultura, Automação de Processos e Modernização da Infraestrutura.

O estudo aponta que, a exemplo do ano anterior, a Automação de Processos foi o tema com os resultados mais baixos (média de 35,7 pontos) entre os indicadores. Em seguida aparece a Modernização da Infraestrutura (com 46,3 pontos) e os Processos Internos e Cultura (com 57,2 pontos).

Fonte: IT² – Benchmark da Maturidade da Infraestrutura de TI no Brasil da IDC, patrocinado por Dell Technologies e Intel (março de 2019)

“Uma das questões que chama a atenção no estudo deste ano é que as empresas brasileiras apresentaram uma melhora importante na questão da Modernização da Infraestrutura, com crescimento de mais de quatro pontos: saltando de uma média de 42, em 2018, para 46,3 neste ano. Porém, a nota geral, mesmo nesse quesito, continua a ser baixa, pois não atinge nem a média, que seria de 50 pontos”, pontua João Bortone, diretor-geral de Vendas de Soluções para Data Center da Dell Technologies no Brasil. “Os números confirmam que começa a existir uma mudança de comportamento, com uma tendência de aumento na modernização proativa da infraestrutura de TI, no entanto cerca de 40% das empresas ainda seguem com um modelo reativo, no qual só realizam investimentos na atualização ao término de garantia ou contrato, em vez de priorizarem a otimização de workloads. Um cenário que pode gerar gargalos para o negócio, na medida em que os ambientes tecnológicos não estejam preparados para suportar o ritmo de digitalização das empresas”, acrescenta.

Modernização da Infraestrutura: hiperconvergência está no radar de 31% dos gestores de TI

O estudo demonstra que, enquanto as organizações exigem respostas cada vez mais ágeis e flexíveis da TI, muitas empresas têm priorizado tecnologias modernas que atendam a esses requisitos. Como reflexo, 16,8% dos líderes consultados afirmam já utilizar soluções hiperconvergentes, consideradas essenciais para garantir mais agilidade no atendimento a novas demandas na camada de infraestrutura, e outros 14,8% planejam implementar nos próximos 12 a 24 meses.

Por outro lado, 30,8% afirmam que não pretendem adotar esse tipo de solução e 21,6% admitem desconhecer o termo hiperconvergência.

COMO SUA EMPRESA AVALIA SOLUÇÕES HIPERCONVERGENTES?

Fonte: IT² – Benchmark da Maturidade da Infraestrutura de TI no Brasil da IDC, patrocinado por Dell Technologies e Intel (março de 2019)

A boa notícia, por outro lado, é que o levantamento deste ano revela que 67% das companhias planejam aumentar os orçamentos dedicados à segurança da informação em 2019, mantendo assim esse tema como a principal prioridade da área de TI, citada por 31% dos entrevistados.

O estudo mostra também que a maior parte das empresas (45%) tem priorizado investimentos em virtualização como parte do caminho para modernização da infraestrutura de TI. Além disso, o levantamento mostra uma desconfiança dos gestores de TI em relação à migração para cloud pública, com só 6% das empresas (contra 7% em 2018) pretendendo ter 100% das cargas de trabalho nesses ambientes em 24 meses. Enquanto cresce (saltou de 38% para 40%) o número de companhias que pretendem não ter qualquer workload em nuvem pública nos próximos dois anos.

“O estudo traz um indicador excelente de quanto o mercado brasileiro está motivado a investir em inovação e em recursos que promovam a transformação digital, enquanto aumentam a segurança de suas infraestruturas e dados”, afirma André Ribeiro, diretor de Novos Negócios da Intel Brasil. “Isso faz total sentido dentro da nossa estratégia de ampliar os limites da tecnologia para fazer com que o sonhado futuro não só aconteça, como traga as experiências mais incríveis para os consumidores e clientes.”

Automação de Processos ainda é baixa e pode prejudicar a jornada para a transformação digital

Mesmo com um ligeiro avanço em relação ao estudo de 2018, saltando de 33,7 para 35,9 pontos neste ano, a Automação de Processos se mantém como o item pior avaliado entre os requisitos para que as organizações brasileiras tenham infraestrutura de TI preparada para a transformação digital. Poucas empresas disseram apresentar os recursos necessários para tarifar as áreas pelo uso efetivo da tecnologia.

Apesar de 22,4% das companhias citarem que a área de TI já cobra das áreas usuárias pelo efetivo uso dos recursos de tecnologia, só 6,8% afirmam ter menus de autoatendimento completos para que as diversas áreas da empresa provisionem recursos tecnológicos de acordo com a necessidade delas.

O estudo aponta que a virtualização tem sido o principal ponto avaliado pelos gestores da infraestrutura de TI para automatizar a gestão dos ambientes e ter mais flexibilidade para atender novas demandas. Os servidores seguem como os recursos mais virtualizados pelas empresas, com 73,6% dos entrevistados indicando que apresentam de 51% a 100% do processamento em máquinas virtuais.

QUAL O PERCENTUAL DE VIRTUALIZAÇÃO DA INFRAESTRUTURA?

Fonte: IT² – Benchmark da Maturidade da Infraestrutura de TI no Brasil da IDC, patrocinado por Dell Technologies e Intel (março de 2019)

Ainda de acordo com o levantamento, 39% das empresas já adotam multicloud, mas 26,8% trabalham em ambientes isolados, sem ferramentas de orquestração, integração e governança – o que não permite colher todos os benefícios da nuvem híbrida.

Processos Internos e Cultura: uma em cada três empresas enxerga TI como diferencial competitivo

O terceiro pilar analisado pelo estudo da IDC, a questão de Processos Internos e Cultura, foi o item com maior pontuação, 57,2 (contra 55,2 em 2018), na análise da maturidade da infraestrutura de TI das empresas para suportar a digitalização dos negócios. Os dados mostram no entanto, que apenas um em cada três executivos consultados considera que a área de Tecnologia da Informação representa um diferencial competitivo na visão das áreas de negócios. O que deve-se, principalmente, a uma dificuldade do time TI em comprovar o valor para as organizações.

Um dos sinais de que essa realidade começa aos poucos a mudar está no fato de que, quando questionados sobre os critérios para decisão de escolha de soluções tecnológicas, o preço das soluções aparece tecnicamente empatado com a análise de ROI (retorno sobre investimento) e atualização tecnológica.

“Após dois anos de dificuldade econômica, com investimentos restritos, é natural que os orçamentos de TI estejam limitados e precisem ser otimizados, o que justifica o fato de o preço da solução ser um fator fundamental para viabilizar os projetos. No entanto, sem clareza do ROI e do TCO (custo total de propriedade), a possibilidade de otimização do orçamento tende a ficar restrita”, afirma Pietro Delai, gerente de Pesquisa e Consultoria da IDC Brasil. “Novas tecnologias, por exemplo, tendem a ser mais estáveis, performáticas e energeticamente eficientes, possibilitando ganhos futuros com otimização de budget. Sem olhar para esse TCO, o gestor continuará a ter dificuldades para garantir uma sobra de dinheiro para investir em inovação”, complementa.

Vale destacar que, a exemplo do ano anterior, mais de 50% dos dos orçamentos de TI das organizações está dedicado a manter o legado (em 62,4% das empresas consultadas), enquanto outros 42,02% são dedicados à inovação.

Ferramenta para análise online

As empresas interessadas em avaliar o grau de maturidade da infraestrutura de TI, podem cadastrar-se gratuitamente na ferramenta IT² – Benchmark da Maturidade da Infraestrutura de TI no Brasil (http://IT2-2019.idclatinsurvey.com), desenvolvida pela IDC e patrocinado pela Dell Technologies e IntelTrata-se de uma análise online, por meio da qual as empresas brasileiras podem avaliar o grau de maturidade da sua infraestrutura de TI para suportar a transformação digital e comparar os resultados com outras organizações instaladas no país.

Sobre a Dell Technologies

Dell Technologies é uma família única de empresas que oferece a infraestrutura essencial para que as organizações construam seu futuro digital, transformem a TI e protejam seu ativo mais importante: a informação. A empresa atende clientes de todos os tamanhos em 180 países, incluindo 99% das empresas da Fortune 500 e clientes individuais, oferecendo o portfólio mais abrangente e inovador do setor, que vai da borda ao núcleo, passando pela nuvem.

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Vitacon, IBM e Intel lançam projeto de smart home e prédio totalmente conectado em São Paulo

Imagine-se vivendo em um edifício que consiga entender a rotina dos seus moradores e fornecer serviços que se adequem às especificidades de cada um. Desde automação de ambientes e eletrodomésticos inteligentes até como você se relaciona com o ambiente onde vive. Este é objetivo da parceria entre Vitacon, IBM e Intel ao lançarem o projeto SOUL (Smart Options for Urban Life). A primeira etapa do projeto contará com um apartamento (laboratório) conectado destinado a startups e parceiros que queiram testar e aplicar inovações para smart home com base no conceito de Internet das Coisas.

Concebido também em parceria com a Associação Brasileira de Internet das Coisas (ABINC), o studio de 26 m², localizado na Rua Gomes de Carvalho, em São Paulo, terá a API aberta (Interface de Programação de Aplicação, em português) o que permitirá testes e instalação de sensores que meçam consumo de energia, água, gás, movimento, proximidade, temperatura, luminosidade e umidade; sistemas de notificação sem fio via Bluetooth e WiFi; dispositivos para interligar a rede central do prédio à de cada morador; câmeras de vigilância inteligentes, entre outros.

O objetivo será testar a aplicação da tecnologia no dia a dia de pessoas convivendo em um ambiente real e sentindo o profundo impacto de se ter tudo conectado e integrado, desde a chegada ao edifício até a entrada no apartamento, e a circulação entre quarto, sala, banheiro e cozinha.

Na segunda fase do projeto, as tecnologias mais maduras e integradas poderão ser aplicadas no edifício VN Bela Cintra no bairro dos Jardins, próximo à Av. Paulista. O empreendimento deve ser concluído em 2018.

“Unimos grandes corporações na geração de negócios e valor agregado. Vamos reinventar a experiência de morar através da tecnologia” explica Alexandre Lafer Frankel, CEO da Vitacon. “Nós entendemos que o mercado imobiliário deve criar experiências, promover o empreendedorismo e criar cidades mais inteligentes. Estamos criando um futuro em que os prédios receberão atualizações e aplicativos exatamente como um smartphone.”

Como parte dessa parceria, a IBM disponibilizará o Watson, sua plataforma de inteligência artificial para negócios, com soluções de Watson IoT (Internet of Things), assim como alguns projetos em colaboração com sua área de pesquisa, IBM Research.

“Inteligência artificial já é uma realidade no Brasil. IBM Watson está ajudando empresas e profissionais de diversos segmentos e está sendo usado por startups que desenvolvem novos produtos no mercado brasileiro”, comenta Carlos Tunes, Executivo de Watson IoT da IBM América Latina. “As soluções cognitivas de Watson IoT permitem às instituições terem sua capacidade cognitiva potencializada, explorando o mundo físico e conectando-o a sistemas inteligentes. “SMART LIVING” é a tradução dessa experiência do mundo conectado no nosso cotidiano, nas nossas residências, no nosso ambiente de trabalho”, conclui Tunes.

A Intel colocará à disposição da Vitacon soluções de IoT com arquitetura Intel para casas inteligentes por meio de uma série de diapositivos e software de parceiros e desenvolvedores, incluindo soluções para identificação, segurança e autenticação; sensoriamento e controle por voz, gestos ou automáticos; e monitoramento e controle de recursos públicos (água, gás, energia, esgotos etc.), tanto para os apartamentos quanto para o edifício.

Já Mauricio Ruiz, diretor-geral da Intel Brasil, finaliza avaliando que as “cidades inteligentes começam a partir de empreendimentos conectados, com estrutura para serviços digitais que facilitam a vida e melhoram a experiências das pessoas. As soluções de Internet das Coisas estão por trás de toda essa transformação. A parceria com a Vitacon reforça a preocupação da Intel com o desenvolvimento do ecossistema de tecnologia local para startups”.

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Telit fecha parceria com Wind River para acelerar a adoção de IoT em indústrias

A Telit, líder global em Internet das Coisas (IoT), anuncia sua colaboração com a Wind River, uma companhia da Intel, para promover a aceleração da Indústria Internet das Coisas (IIoT). A partir dessa união de forças, as duas empresas visam reduzir as complexidades da gestão de dispositivos IoT, auxiliando empresas a notarem de forma rápida e segura os benefícios da solução completa para o segmento industrial.

A Wind River está utilizando a plataforma de tecnologia IoT da Telit para suas soluções de gestão. A versão mais recente do Wind River Helix Device Cloud facilita a obtenção por empresas de dados on-premise ou na nuvem, fornecendo análises aprimoradas do sistema, além do gerenciamento remoto de dispositivos. Ao possibilitar aos usuários agregar e performar atividades computacionais, o Device Cloud apoia o uso de informações de inteligência de negócios para proteger investimentos, utilizar a infraestrutura, melhorar processos e gerar novos fluxos de receita.

Por mais de 30 anos, o software Wind River tem ajudado Por mais de 30 anos, o software Wind River tem garantido potência aos considerados mais seguros dispositivos do mundo. O portfólio abrangente da solução em nuvem da empresa continua a evoluir, capacitando uma grande variedade de casos de uso de IoT em segmentos de mercado de infraestrutura críticos, como aeroespacial, defesa, industrial, médica, redes e transporte.

A Telit se concentra no desenvolvimento das melhores soluções IoT e no estabelecimento de parcerias com instituições inovadoras nos mais diversos segmentos. Nos últimos 15 anos, ela criou uma plataforma IoT abrangente que atende às necessidades de OEMs, empresas e prestadores de serviços em todo o mundo. A plataforma deviceWISE oferece um conjunto incomparável de gerenciamento de conectividade, gerenciamento de dispositivos, gerenciamento de dados, nuvem, aplicações e conectores prontos para uso que reduzem o risco e o tempo de mercado para conectar “coisas a aplicativos”, coletando , gerenciando e analisando dados críticos do dispositivo.

“Telit e Wind River vêem uma oportunidade de milhões de conexões na plataforma para os próximos anos e, através desta colaboração, a Wind River conseguirá oferecer uma plataforma pré-construída para o desenvolvimento e implantação de soluções IoT de dispositivos para nuvem que permitam aos clientes transformar digitalmente seus negócios”, diz Yosi Fait, CEO interino da Telit.

“A colaboração entre as empresas vai acelerar a entrega de soluções IIoT para o mercado global, testemunho do verdadeiro valor do ecossistema”, afirma Keith Shea, Gerente Geral da Helix IoT Solutions da Wind River. “Juntos, nós estamos atentos sobre as necessidades de indústria mais observadas em nossos clientes, que conhecem as soluções IoT como necessárias para aumentar a competitividade de seus produtos e serviços”.

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Intel participa do Futurecom 2017 com soluções para toda a cadeia de inovação

A Intel está presente na edição 2017 do Futurecom, maior evento de Tecnologia de Informação e Comunicação (TIC) da América Latina, para participar das discussões sobre tendências e evoluções em 5G, IoT, Telecomunicações, virtualização, cloud, redes, entre outros temas. Uma das principais fornecedoras de soluções tecnológicas ponta-a-ponta do mundo, a Intel está empenhada em promover a Transformação Digital em seus clientes e parceiros e ajudá-los a se preparar para as novas ondas de inovação dos próximos anos.

A companhia está com suas soluções presentes nos estandes dos parceiros Ericsson, VMWare, Huawei, Nokia e Ciena. Além disso, montou um laboratório para demonstrar como a Internet das Coisas vai viabilizar a construção das redes do futuro, por meio de demos de parceiros da Intel como Konker, Advantech, Sierra Wireless e Fibo. No Lounge Intel, os visitantes do evento contam com uma área de descanso e de apoio para conversas mais informais, e ainda podem aproveitar para reabastecer a bateria de seus gadgets e computadores.

FUTURECOM 2017
Local: Transamerica Expo Center – Av. Dr. Mário Vilas Boas Rodrigues, 387 / Santo Amaro – São Paulo – SP
Data: 2 a 5 de Outubro de 2017
Visite o Lounge da Intel
Onde: Hall C, Estande C39

Visite o Laboratório de IoT da Intel
Onde: Hall E, Estande E66

A Intel no Futurecom:

Painel sobre “Eficiência e agilidade na transformação de redes”
Jayro Navarro Junior, diretor de Desenvolvimento de Tecnologia, se juntará a outros líderes da indústria para discutir a disponibilização dos recursos mais avançados de computação em soluções que viabilizam modelos de operação mais ágeis e eficientes.
Quando: 3 de Outubro de 2017, 10:10 a.m. – 10:40 a.m.
Onde: Auditório Argentina

Painel sobre “Uso e Administração Eficiente do Espectro: Um novo paradigma”
Vince Curella, Gerente Técnico de Vendas no Grupo de Vendas da Indústria da Intel, abordará o uso compartilhado de espectro LSA (Licensed Spectrum Access) e alternativas para LTE e 5G.
Quando: 3 de Outubro de 2017, 11:10 a.m. – 12:40 a.m.
Onde: Auditório México

Painel sobre “A Liderança dentro das Organizações na Transformação Digital”
Joe Callandra, Diretor de Comunicações para Serviços da Indústria da Intel, vai discutir com outros especialistas sobre a Postura empreendedora, cultura empresarial e a inovação em um ambiente de competição.
Quando: 4 de Outubro de 2017, 14:30 p.m. – 15:50 p.m.
Onde: Auditório México

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Da computação de alto desempenho à Inteligência Artificial

Vivemos em um mundo no qual a inteligência artificial (AI pela sigla em inglês) já faz parte do nosso dia a dia. Esta é uma imensa mudança ocorrida nos últimos anos. Enquanto crescíamos, costumávamos pensar em muitas das capacidades que possuímos atualmente como material de ficção científica. Hoje, muitas dessas mesmas coisas já são realidade ou estão a menos de uma década de distância.

Quando utilizamos assistentes digitais e mecanismos de navegação, normalmente não percebemos que estamos usando uma inteligência artificial. Podemos nos concentrar em viver nossas vidas, enquanto a inteligência artificial age ao fundo, dando às máquinas a capacidade de sentir, raciocinar, agir e adaptar-se com base nas experiências.

Enquanto as atuais soluções AI estão tornando nossas vidas melhores de diversas maneiras, elas não são o destino final, elas fazem parte de uma jornada contínua. Já existe um imenso potencial para a computação de alto desempenho acelerar a aprendizagem de máquinas e torna-la prática para qualquer empresa ou projeto de negócio, embarcando análises avançadas a fim de criar um mundo mais inteligente para todos nós.

Uma das principais peças da tecnologia que está por trás de muitos dos atuais serviços de inteligência é o reconhecimento de fala com processamento de linguagem natural embarcado. O reconhecimento de fala percorreu um longo caminho desde quando dividia a palavra em seus fonemas até permitir, hoje, que uma poderosa workstation “aprenda” um vocabulário de centenas de palavras da noite para o dia. Hoje, quando falamos para os nossos assistentes digitais, a nossa expectativa é que eles nos entendam sem termos que limitar o nosso vocabulário ou termos que usar o mesmo sotaque usado na criação do modelo de reconhecimento de fala.

Ao mesmo tempo em que isso é um ótimo avanço, também apresenta um desafio: a necessidade de construir modelos sofisticados para reconhecer o que dizemos aumentou consideravelmente. Felizmente, e graças à Lei de Moore, que ajuda a compactar o ciclo de inovação com uma série de soluções criadas especificamente para conduzir a inovação no segmento, agora possuímos capacidade computacional para lidar com as intensas demandas da inteligência artificial. Com o aprendizado de máquina por meio da computação de alto desempenho, estamos pavimentando o caminho para interagir com nossos agentes digitais da mesma maneira que falamos com nossos colegas.

Para construir um modelo de fala, são necessários milhares de horas de gravações. Há experimentos que demonstram que em um sistema que usa menos de 100 horas de dados de fala, seu treinamento levará cerca de meio dia em um computador de última geração. Nesse ritmo, podemos dizer que um modelo mais elaborado que formula repostas consistentes levaria semanas para ser desenvolvido. Imagine esperar semanas para ver se você foi bem-sucedido no seu treinamento e então começar novamente com dados adicionais.

Se o cálculo por trás de qualquer uma das técnicas de inteligência artificial puder ser dividida em pedaços que possam ser processados simultaneamente, temos uma maneira para acelerar as coisas. E isso acontece ao usar múltiplas redes de computadores para resolver um único problema, que por definição é como funciona a computação de alto desempenho.

Na Intel, a visão é levar a escalabilidade e os benefícios aprendidos pela indústria por meio da computação de alto desempenho (HPC na sigla em inglês) tradicional – de workstations a supercomputadores – para qualquer aplicativo de inteligência artificial. E atualmente, muitas organizações estão tentando embarcar nessa. Algumas empresas são abertas quanto a usar supercomputação para que lhes forneçam uma vantagem competitiva.

Por exemplo, organizações como PayPal, Baidu e o Serviço Postal dos Estados Unidos (USPS) já estão usando HPC para processar dados e aplicativos que exigem processamento intenso e formam a espinha dorsal de seus negócios. Mais especificamente:

• O PayPal usa o processamento HPC em suas transações de pagamentos online para identificar padrões de fraude e prever a fraude em tempo real. Isso estimula táticas de ação e prevenção em tempo real.

• O Baidu está usando a aprendizagem de máquina, em conjunto com a HPC, em um esforço para aumentar a precisão do reconhecimento de fala em ambientes barulhentos.

• E a USPS está usando um supercomputador para realizar análises avançadas para classificação e encaminhamento em mais de 15.000 agências de correio e unidades de entrega. O objetivo é reduzir erros e fornecer otimização dinâmica do encaminhamento que tenha um impacto muito real no serviço.

Diante de tantos exemplos de aplicações, é possível dizer que a AI tem um potencial ilimitado, sobretudo, quando for possível aplicar análises avançadas para empoderar máquinas com inteligência parecida com a humana. Dessa maneira, poderemos ter um efeito real e útil para a pessoas.

Fonte: Intel

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Intel investe US$ 100 milhões em empresas comandadas por mulheres em todo o mundo

Nesta semana a Intel anunciou um compromisso de investir US$ 100 milhões em empresas com mulheres no comando em todo o mundo, ao longo dos próximos três anos. A Intel fez este anúncio no palco do Global Citizen Festival 2017 em Hamburgo, na Alemanha, ao lado de IBM* e Pfizer*, que assumiram compromissos similares. A Intel acredita que esta iniciativa pode ajudar a fomentar o empoderamento econômico dentro de grupos minoritários.

“Diversidade e inclusão são fundamentais para a nossa cultura que está em constante evolução na Intel”, disse Barbara Whye, chefe do departamento de diversidade e inclusão e vice-presidente de recursos humanos da Intel. “Elas aceleram a nossa habilidade para inovar e impulsionar os negócios constantemente. A diversidade de fornecedores agrega um tremendo valor a nossa vantagem competitiva ao mesmo tempo em que estimula o crescimento em um mercado global”.

Este anúncio contribui para o compromisso assumido em 2015 pela Intel de ampliar os investimentos com fornecedores diversos para US$ 1 bilhão por ano até 2020. A Intel sabe que donos diversificados contratam e gastam em comunidades diversificadas. A Intel está integrando a diversidade de fornecedores por todos os seus processos de aquisição para que empresas de mulheres tenham melhores oportunidades para competir por negócios.

A Intel também está patrocinando empreendedores diversificados de todo o mundo para participação em programas educacionais especiais com foco em ajudar empresas diversificadas. Atualmente 18 países estão incluídos no programa de fornecedores diversificados da Intel.

Diversidade e inclusão são fundamentais para a evolução da Intel e são forças motrizes para sua relevância e crescimento contínuos. Em janeiro de 2015, a Intel estabeleceu um ousado objetivo de alcançar a representação total de mulheres e minorias sub-representadas em nossa fora de trabalho dos EUA até 2020. A empresa comprometeu US$ 300 milhões para apoiar este objetivo e outro ainda maior de melhorar a diversidade e a inclusão em toda a indústria de tecnologia.

Ao longo dos últimos dois anos e meio a Intel investiu internamente em programas de contratação, retenção e gestão, e externamente em programas educacionais, parcerias universitárias, empreendedores diversos e iniciativas antiassédio online e gastos com fornecedores diversos.

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Intel colabora com universidades no desenvolvimento de três centros de machine learning no Brasil

A Intel trabalha em parceria com universidades e empresas para desenvolver três centros de excelência em Aprendizagem de Máquinas no Brasil. Serão dois centros em São Paulo juntamente com a Unesp (Universidade Estadual Paulista) e a Universidade Presbiteriana Mackenzie, além de um no Rio de Janeiro com a empresa AI2Biz. Os projetos têm o objetivo de colaborar com a indústria e comunidade científica na solução de problemas complexos através do uso de Inteligência Artificial.

A Intel também oferece, por meio desta iniciativa, workshops, ministrados pelas universidades, a toda comunidade científica e de desenvolvedores de software com a finalidade de ressaltar todo o potencial da inteligência artificial no aprendizado de máquinas. Os centros também vão colaborar com clientes da Intel em realizações de provas de conceito, projetos piloto e soluções para diferentes verticais da indústria. Atualmente, há projetos em andamento na área financeira e no setor de petróleo e gás.

“A aplicação de inteligência artificial nos negócios tem um enorme potencial no Brasil. Com esses projetos, estamos acelerando o poder e a velocidade de análise de dados por meio de uma contínua evolução da computação de alta performance, big data e inteligência artificial. A aprendizagem de máquinas cria um mundo mais inteligente e conectado para todos nós”, avalia Mauricio Ruiz, diretor geral da Intel Brasil.

A Intel fornecerá aos projetos de machine learning ferramentas completas para trazer performance às aplicações de Big Data, como Intel Python Distribution, Intel Math Kernel Library e Intel Data Analytics Acceleration Library, que são fundamentais para extrair todo paralelismo dos processadores Xeon e Xeon Phi. Os Centros terão contato com engenheiros de software da Intel de diversos países e contarão com suporte técnico personalizado.

Os centros de machine learning fazem parte de uma iniciativa global da companhia, chamada Intel AI Academy, que visa prover capacitação em Inteligência Artificial para estudantes de Cursos de Computação (Ciência, Engenharia e correlatos) e desenvolvimento de aplicações de inteligência artificial. As tecnologias de Big Data que fazem uso de algoritmos de Inteligência artificial geralmente demandam grande poder computacional e máquinas de alto desempenho. Os centros de excelência também contarão com ferramentas como o Intel Deep Learning SDK, que facilita o processo de desenvolvimento de aplicações, aumentam a produtividade e aceleram o time-to-market em aplicações de redes neurais profundas (ou Deep Learning).

“As maiores empresas de software do mundo estão desenvolvendo ferramentas de inteligência artificial e disponibilizando essa tecnologia para toda a comunidade. A proposta da Intel de otimizar essas ferramentas para sua arquitetura e estabelecer parcerias com universidades para a validação e difusão desse conhecimento é estratégica para sua liderança no desenvolvimento e produção de processadores”, explica o Prof. Dr. Leandro de Castro, Coordenador do Laboratório de Computação Natural e Aprendizagem de Máquina (LCoN) da Universidade Mackenzie.

“Esta iniciativa conjunta da Intel e AI2Biz Lab (www.ai2bizlab.com.br) disponibilizará recursos técnicos orientados a projetos de Inteligência Artificial, cada vez mais exigidos nos ambientes corporativos, além de criar vínculos com os meios acadêmicos de pesquisa. Nossa missão é tornar as tecnologias de IA não só acessíveis, como aplicáveis aos objetivos de negócios nas mais variadas industrias, observando suas peculiaridades, e promovendo de forma customizada melhorias na eficiência operacional dos clientes, e ganhos reais pelo uso otimizado de recursos.”, reitera Francisco Dutra, CEO da AI2Biz Lab.

“Além de problemas de ciência básica deveremos atacar algumas áreas com forte impacto socioeconômico, como diagnósticos através da análise de imagens médicas e melhoria dos agronegócios com imagens de satélites” disse Sérgio Novaes, diretor científico do Núcleo de Computação Científica (NCC) da Unesp.

Referência à arquitetura da Intel em Inteligência Artificial.
https://software.intel.com/pt-br/ai

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Estudantes brasileiros são premiados novamente na Intel ISEF

Os estudantes que representaram o Brasil na Intel ISEF (International Science and Engineering Fair), que acaba de ser realizada em Los Angeles (EUA), conquistaram cinco prêmios e três menções honrosas. Um dos destaques ganhou o segundo lugar na categoria Biomedical Engineering.

Os jovens cientistas fizeram parte da delegação brasileira composta por 33 estudantes, sendo que 14 deles foram selecionados na 15ª Feira Brasileira de Ciências e Engenharia (FEBRACE), que é realizada anualmente pela Escola Politécnica da USP, em São Paulo (SP), 15 na MOSTRATEC, de Novo Hamburgo (RS), e quatro na Escola Americana de Campinas, de Campinas (SP). No total, foram apresentados 21 projetos na feira.

Os estudantes premiados são dos estados do Rio Grande do Norte, Santa Catarina, São Paulo, Mato Grosso do Sul e Rio Grande do Sul. Eles foram incentivados a desenvolver projetos inovadores que melhorem a qualidade de vida, sendo julgados por sua capacidade criativa e pensamento científico, rigor, competência e clareza mostrada nos projetos.

O Brasil, com cinco prêmios e três menções honrosas, foi o país mais premiado da América Latina e a 9ª delegação mais premiada do mundo, ficando atrás dos EUA, Índia, Alemanha, Rússia, Vietnã, Canadá, Itália e China.

A ISEF é realizada desde 1950 e já revelou milhares de talentos em ciências e engenharia. Desde 1997, a feira conta com o patrocínio da Intel e traz o nome de Intel ISEF – Intel International Science and Engineering Fair. A feira faz parte de um programa da Society for Science & the Public e da Intel Foundation (http://www.societyforscience.org/). Neste ano, foi em Los Angeles, no Estado da Califórnia, de 15 a 19 de maio, e reuniu 1.800 estudantes de 78 países.

Para recebê-los, a organização da feira contou com uma estrutura que envolveu voluntários, intérpretes e avaliadores para julgar os melhores projetos. Fizeram parte do seleto corpo de avaliadores vários cientistas de renome internacional, todos com titulação de Ph.D.s ou equivalente, ganhadores de prêmios relevantes, inclusive do Prêmio Nobel.

Trata-se de uma competição baseada na qualidade de projetos e pesquisas desenvolvidos por estudantes de todo o mundo que ainda não chegaram ao ensino superior e que competem por mais de quatro milhões de dólares em prêmios. O principal objetivo é apresentar as inovações de jovens criativos do mundo todo, além de gerar a oportunidade para que jovens talentos sejam reconhecidos internacionalmente.

INTEL ISEF SPECIAL AWARDS CEREMONY (18/05/2016)

Qatar Foundation, Research & Development – prêmio de 1.000 dólares.

De Campinas, SP
Escola Americana de Campinas
Matheus Bevilacqua

Projeto: Environmental engineering removal of heavy metal ions from industrial wastewater using algalpolysaccharide alginate
(Credenciado pela Escola Americana de Campinas)

U.S. Agency for International Development – USAID Global Development Innovation prêmio de 3.000 dólares.

De Baraúna, RN
Escola Estadual João de Abreu
Marcelo Abraão de Melo Ramalho
Beatriz da Costa Dantas

Projeto: Madeco Sabugosa: madeira ecológica, proveniente da reutilização do sabugo e da palha do milho
(Credenciados pela FEBRACE)

MENÇÕES HONROSAS

Association for the Advancement of Artificial Intelligence – Menção Honrosa

De Aquidauana, MS
IFMS – Campus Aquidauana
Luiz Fernando da Silva Borges

Projeto: Interface cérebro-computador de loop fechado hospedada em sistema de computação distribuída para comunicação com pessoas inicialmente classificadas em estado vegetativo ou coma.
(Credenciado pela FEBRACE)

American Meteorological Society – Menção Honrosa

De Camboriú, SC
IFC – Campus Camboriú
Daniel Caldas de Oliveira
Beatriz Faga

Projeto: Avaliação da qualidade do ar da cidade de Camboriú quanto à concentração de material particulado inalável (Credenciados pela MOSTRATEC)
American Physiological Association – Menção Honrosa

De São Paulo, SP
Colégio Giordano Bruno
Maria Gabriela de Carvalho Leal
Júlia Assunção Rolim
Isabela Lopes Dombrady

Projeto: A autoimagem do atleta com deficiência a partir do esporte: uma ressignificação
(Credenciadas pela MOSTRATEC)

INTEL ISEF GRAND AWARDS CERIMONY (19/05/2017)

2° lugar em Biomedical Engineering – prêmio de 1.500 dólares

De Aquidauana, MS
IFMS – Campus Aquidauana
Luiz Fernando da Silva Borges

Projeto: Interface cérebro-computador de loop fechado hospedada em sistema de computação distribuída para comunicação com pessoas inicialmente classificadas em estado vegetativo ou coma.
(Credenciado pela FEBRACE)

4° lugar em Plant Sciences – prêmio de 500 dólares

De Maquiné, RS
IFRS – Campus Osório
Maria Eduarda Santos de Almeida

Projeto: BioPatriam: Preservação da biodiversidade através de planta nativa brasileira
(Credenciada pela MOSTRATEC)

4° lugar em Environmental Engineering – prêmio de 500 dólares

De Osório, RS
IFRS – Campus Osório
Juliana Davoglio Estradioto

Projeto: Transformação dos resíduos agroindustriais do maracujá em filmes plásticos biodegradáveis
(Credenciada pela FEBRACE)

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Liga IoT: Conheça as 5 startups escolhidas pela Liga Ventures

Com parceria da Tivit e Intel, startups selecionadas trarão soluções de negócio para a indústria e a automação de casas e edifícios

A Liga Ventures – aceleradora especializada em gerar negócios entre startups e grandes empresas – apresenta as 5 escolhidas que participarão do primeiro ciclo de aceleração da Liga IoT, focado em soluções para Internet das Coisas.

Com o objetivo de gerar novas oportunidades de negócios entre os participantes, a Liga IoT proporcionará também um amplo networking com potenciais parceiros e investidores, além de testar novos modelos de mercado.?

O programa recebeu cerca de 200 empresas inscritas, que passaram por três etapas de seleção: triagem, entrevista e apresentação de negócios para uma plateia repleta de profissionais conceituados. As startups trouxeram propostas de diversos temas de interesse, como soluções para aumentar a produtividade nas indústrias, automação residencial, rastreamento, segurança, identificação de pessoas e ativos, entre outros.

De acordo com Rogério Tamassia – diretor da Liga Ventures – um dos grandes objetivos do Liga IoT é ajudar a criar um ecossistema que foque em compreender e antecipar a revolução que a Internet das Coisas está trazendo para diversos setores. “As grandes empresas já descobriram que é possível usufruir da agilidade e dinamismo das startups para dar uso prático a todas essas novas tecnologias e modelos de negócio que estão surgindo. Isso deixa de ser power-point sobre tendências e passa a ser inovação real e concreta”, afirma.
Para Norberto Tomasini, Diretor de Digital & Business Solutions Sales da TIVIT, participar de parcerias como a Liga IoT é importante e faz parte do movimento de incentivo ao digital. Segundo o diretor, “ao nos aproximarmos de startups, temos a oportunidade de trocar cultura e aprendizado com essas empresas, e com isso fomentar a inovação e novas soluções para nossos clientes”, comenta.

Programa de aceleração

As startups escolhidas serão aceleradas durante quatro meses e terão mentorias com executivos do setor e com a rede dada Liga Ventures, além de terem a oportunidade de gerar novos negócios com as empresas parceiras e acesso a investidores. Nenhuma contrapartida em participação societária ou propriedade intelectual é exigida das startups aceleradas.

Conheça as startups que farão parte da Liga IoT:

Audio Alerta: Solução de audio analytics aplicada a segurança pública e privada, que utiliza sensores de áudio e inteligência artificial para monitorar ambientes e detectar eventos como tiros, batidas, explosões e quedas.
Site: www.audioalerta.com.br

DEV Tecnologia: A DEV desenvolve soluções especializadas em Internet das Coisas sob demanda para grandes empresas e produtos próprios, como o conjunto de soluções DEV Beacon, DEV SmartTag e DEV SmartScanner, aplicado para monitoramento e localização de pessoas e ativos em ambientes indoor.

Site: www.devtecnologia.com.br

LoopKey: Sistema de controle de acessos para espaços inteligentes.

Site: www.loopkey.com.br

Nexxto: Através de solução IoT composta de sensores que se comunicam diretamente com a nuvem, a NEXXTO oferece redução de perdas, melhoras no controle, na eficiência operacional, na qualidade dos produtos e na visibilidade da operação para o varejo.
Site: www.nexxto.com

Ubivis: A Ubivis oferece um sistema end-to-end, não intrusivo, que utiliza Internet das Coisas para aumentar a produtividade da manufatura e moderniza o processo fabril.

Site: www.ubivis.io

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Como a Internet das Coisas está revolucionando o consumo – Por Fábio Iunis de Paula

Já há alguns anos se fala sobre o poder transformador da Internet das Coisas (IoT na sigla em inglês) na sociedade. A ideia é simples – adicionar inteligência e sensores a objetos do dia-a-dia para que eles possam se comunicar entre si e também com os seres humanos, trazendo enormes avanços potenciais para a nossa vida e para diversas áreas da economia como a manufatura, saúde, varejo, cidades inteligentes entre outras. O que até pouco tempo atrás era considerado apenas ficção científica, hoje, é um mercado que cresce de forma exponencial. A consultoria IDC estima que em 2020 serão 50 bilhões de dispositivos conectados em todo o mundo, o que irá movimentar cerca de US$ 1,7 trilhão.

Todo esse potencial de mercado impactará na forma de comprar e consumir as coisas. Por exemplo, quando você faz compras online, provavelmente, não leva em consideração a quantidade de dados que gera. Atualmente, os dados podem ser considerados o centro do relacionamento entre você e as lojas: são ativos valiosíssimos que podem transformar e otimizar a experiência de compra. A partir disso, o varejista terá condições de oferecer produtos e serviços mais assertivos aos diferentes perfis de clientes. Na outra ponta, você, como consumidor, só tem a ganhar com a disseminação da internet das coisas, recebendo ofertas mais alinhadas aos seus anseios.

De modo geral, as tecnologias de IoT e de nuvem impactam a todos. Os sensores IoT coletam dados que podem ser analisados. As ferramentas centradas em dados são apenas o começo de onde a tecnologia levará a um outro patamar a experiência de consumir. Hoje, comércios inovadores estão incentivando os clientes a usarem a realidade virtual para comprar em qualquer lugar do mundo sem sair de casa. O que gera engajamento em experiências de compras personalizadas em realidade virtual, enquanto a tecnologia imersiva está abrindo portas para que os varejistas alcancem novos mercados de forma criativa.

A expectativa é que os sistemas de rede evoluam mais rapidamente nos próximos anos, assim como novas tecnologias de transmissão de dados sejam aperfeiçoadas. Não estamos falando apenas de notebooks, smartphones ou tablets. Mas também de dispositivos vestíveis, automóveis autônomos, equipamentos agrícolas, soluções voltadas para saúde e muito mais. A forma como nos relacionamos com a tecnologia se modificará completamente. Avanços como a interação da inteligência artificial e a integração da realidade virtual com a realidade aumentada, permitirão uma variedade inimaginável de facilidades e serviços, que estarão à disposição de forma rápida e simplificada visando melhorar de forma contínua a vida das pessoas.

Mas antes que você possa experimentar esse novo conceito, existem alguns pontos de atenção que a indústria está aperfeiçoando: a segurança, para que os sistema estejam devidamente blindados contra ataques e as informações estejam sempre protegidas; a interoperabilidade, pois sem ela a promessa da IoT, que é justamente de fazer com que diferentes dispositivos e sistemas conversem entre si, simplesmente não vai se materializar; a escalabilidade, para que o projeto possa crescer junto com os negócios e as suas necessidades como cliente; e a capacidade de gerenciamento, para que os dados gerados pelos dispositivos e sensores ligados em rede possam se transformar em informações relevantes para você, com o uso de big data e analytics.

Como se trata de um mercado novo e de alto potencial, há um enorme espaço para a inovação. Quando a IoT estiver devidamente incorporada nos mais diversos segmentos do mercado, mais rica e satisfatória será a experiência de compra, sem contar, é claro, no aumento da comodidade. A demanda continuará a crescer ao longo dos próximos anos, e em pouco tempo, a IoT estará totalmente integrado no seu dia-a-dia.

Fábio Iunis de Paula, Diretor da Intel Brasil para o mercado corporativo

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Liga Ventures e Intel anunciam programa para startups ligadas a Internet das Coisas

A Liga Ventures, aceleradora de startups especializada em gerar negócios entre startups e grandes corporações, oficializou, nesta quinta-feira (23), a criação da Liga IoT, uma plataforma de inovação aberta que vai prospectar, selecionar e acelerar startups ligadas à Internet das Coisas. As inscrições para o primeiro ciclo de aceleração já estão abertas. A vertical temática contará com grandes parceiros corporativos e o primeiro a aderir ao programa é a Intel.

O principal objetivo da plataforma é conectar grandes empresas a startups do setor para que explorem oportunidades de negócio ou testem novas tecnologias em conjunto. A Liga IoT cria um ecossistema que foca em compreender e antecipar a revolução que a Internet das Coisas está trazendo para diversos setores como agricultura, varejo, indústria, automação de casas e edifícios e cidades inteligentes.

A Intel está engajada na iniciativa que irá abrir portas para que startups possam testar novas soluções e explorar oportunidades de negócios com seus clientes e parceiros. “Acreditamos no trabalho de startups como uma maneira de acelerar a chegada da Internet das Coisas no Brasil. Como se trata de um mercado novo e de alto potencial, há um enorme espaço para tomar à frente da inovação e gerar produtos e serviços de alto valor agregado”, comenta Maurício Ruiz, diretor geral da Intel Brasil. “A Intel desenvolve soluções de hardware e software para Internet das Coisas que são referência mundial. Através da Liga IoT, podemos utilizar esses recursos para apoiar os empreendedores que irão fazer a diferença no futuro.”

A iniciativa se soma a outros programas que a Liga Ventures possui com empresas como Porto Seguro, AES Brasil, EMBRAER e Mercedes-Benz. “Para nós, é muito importante ter a Intel como grande parceira na Liga IoT. Estamos seguros de que juntos ofereceremos muitas oportunidades para os empreendedores que participarem do programa” é o que diz Rogério Tamassia, Sócio-diretor da Liga Ventures.

A plataforma Liga IoT

Serão selecionadas 5 startups de hardware ou software com soluções em Internet das Coisas em temas como agricultura, varejo, indústria, veículos conectados, automação de casas e edifícios, cidades inteligentes e outros.

As startups passarão por um programa de aceleração de quatro meses em São Paulo. Durante esse período, vão ter acesso a tecnologias e executivos da Intel, com quem podem explorar sinergias e oportunidades de negócio, além da rede de mentores da Liga Ventures e a amplo networking com potenciais parceiros e investidores.

Os principais objetivos são desenvolver o ecossistema de IoT no Brasil e explorar novas oportunidades de negócio. Nenhuma contrapartida em participação societária ou propriedade intelectual é exigida das startups.

As inscrições para o 1° ciclo de aceleração da Liga IoT já estão abertas e vão até o dia 03 de abril. Startups e grandes empresas que queiram saber as novidades dessa iniciativa podem acessar o site http://liga.ventures/iot.

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A tecnologia como agente transformador da experiência de compra – Por Brian Krzanich

Quando você faz compras online, provavelmente, não leva em consideração a quantidade de dados que gera.

Atualmente, os dados podem ser considerados o centro do relacionamento entre clientes e varejistas. O último varejista on-line que você visitou sabe o que você inicialmente estava interessado em comprar e o que você acabou comprando. Ele também sabe quais itens foram colocados no carrinho, mas não foram comprados.

Os dados podem ser medidos, analisados e acessados remotamente, de qualquer lugar. Eles serão os diferenciais para o crescimento dos varejistas e para que eles engajem e ampliem a sua base de clientes. Até agora, dados detalhados sobre os compradores estavam disponíveis apenas para as lojas online. Na Intel, acreditamos que cada vez mais os varejistas serão separados entre os que possuem dados e usam para crescer e otimizar a experiência de compra e aqueles que não possuem e tomam suas decisões baseadas na “experiência” e em observações subjetivas.

Quando usados de forma eficiente, os dados fornecem aos clientes um maior controle e aos varejistas mais informações. A Intel demonstrou na semana passada durante o “Retail Data Show” da NRF, em New York, ferramentas e outras tecnologias centradas em dados, que têm por objetivo transformar drasticamente tanto as experiências na loja, quanto as de compra online.

As tecnologias de Internet das Coisas (IoT) e de nuvem da Intel impactam a cadeia de fornecimento de ponta a ponta. Os sensores IoT coletam dados que podem ser analisados. Os data centers processam a informação e dão utilidade aplicável no negócio. Por exemplo, com as tecnologias da Intel é possível ver quais itens não estão na localização correta na área de vendas, além de levantarem o inventário da loja em tempo real, incluindo o que está no estoque. Elas podem até indicar quais itens entram nos provadores, mas nunca chegam até ao caixa.

Para ajudar a transformar a maneira com a qual as pessoas compram e como as lojas podem atendê-las melhor, a Intel apresenta a Intel® Responsive Retail Platform (Intel® RRP). Ela fornecerá uma profunda compreensão sobre como as lojas e como as pessoas interagem. E, ao longo dos próximos cinco anos, a Intel planeja investir US$ 100 milhões na indústria do varejo com essa nova plataforma. O investimento possibilitará os varejistas a unificarem cada parte de suas operações, criarem um impacto positivo em seus resultados e resolverem os desafios da operação do negócio.

A plataforma de varejo coleta múltiplas fontes de dados para conectar os ambientes digitais e físicos. Com os objetivos de reduzir custos e aumentar as vendas, a solução ajuda a reabastecer o estoque de forma eficiente, posicionar funcionários e outros recursos, além de rastrear o inventário – da cadeia de fornecimento até a vitrine da loja. A Intel® Responsive Retail fornece informações em tempo real sobre o que os clientes estão comprando, o que procuram além do gerenciamento do estoque.

As ferramentas centradas em dados são apenas o começo de onde a tecnologia levará a experiência de varejo. Hoje, varejistas inovadores como o Alibaba estão incentivando os clientes a usarem a realidade virtual para comprar em qualquer lugar do mundo sem sair de casa. Os clientes estão se engajando em experiências de compra personalizadas em realidade virtual, enquanto a tecnologia imersiva está abrindo portas para que os varejistas alcancem novos clientes e mercados de forma criativa.

A realidade virtual está encorajando clientes e varejistas a usarem os dados e as análises para maximizar o investimento e impactar o varejo. Com tecnologias, como robótica e inteligência artificial para reduzir a carga imposta sobre os funcionários, cada aspecto da loja e da cadeia de fornecimento permitirá que os funcionários foquem mais no cliente e em melhorar o desempenho da loja.

Estamos desenvolvendo tecnologias que ajudarão a transformar a experiência de compras em um futuro próximo. Ao unir a realidade virtual com o poder dos dados, ajudaremos a criar a loja do futuro – inteligente, rápida de resposta, conectada e segura.

Brian Krzanich (@bkrunner) é CEO Global da Intel

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BMW Group, Intel e Mobileye terão veículos autônomos em teste nas ruas no segundo semestre de 2017

BMW Group, Intel e Mobileye anunciaram hoje, durante a CES 2017, que uma frota de aproximadamente 40 veículos autônomos da BMW estará nas ruas até o segundo semestre de 2017, demonstrando os significativos avanços alcançados pelas três empresas rumo à condução totalmente autônoma. As empresas ainda explicaram que o BMW Série 7 empregará tecnologias de ponta de Intel e Mobileye durante os testes globais, começando nos EUA e Europa.

Este anúncio é continuidade da parceria que foi anunciada em julho do ano passado. As empresas desenvolveram uma arquitetura escalável que pode ser adotada por outros desenvolvedores automotivos e fabricantes de carros para realizar projetos em estado da arte e criar marcas diferenciadas. As ofertas variam dos principais módulos individuais integrados à uma completa solução fim a fim que fornece uma ampla gama de experiências diferenciadas para os consumidores.

“Transformar a condução autônoma em realidade é a ambição compartilhada por trás da nossa cooperação com Intel e Mobileye. Esta parceria conta com todas as habilidades e talentos necessários para superar os enormes desafios tecnológicos que teremos pela frente, bem como para a comercialização de veículos autoconduzidos. Por isso, já estamos pensando em termos de escalabilidade e em dar as boas-vindas para outras empresas – fabricantes, fornecedores ou empresas de tecnologia – para participar e contribuir para a nossa plataforma autônoma. Este ano, a nossa frota de veículos já testará esta tecnologia conjunta globalmente sob condições reais de trânsito. Este é um significativo passo adiante rumo ao lançamento do BMW iNEXT em 2021, que será o primeiro veículo totalmente autônomo do BMW Group”, declarou Klaus Fröhlich, Membro do Conselho Administrativo do BMW AG para Desenvolvimento.

“Do ponto de vista da indústria, já observamos economia, com o compartilhamento de custos, e produtividade com a aceleração do desenvolvimento de uma plataforma completamente autônoma. O sistema automotivo na nuvem terá um comportamento consistente e previsível e está validado para o mais alto nível de segurança”, disse o CEO da Intel, Brian Krzanich. “É por isso que esta parceria está inovando. Criamos uma equipe dedicada com objetivos claros e compartilhados, além de uma cultura de inovação, agilidade e responsabilidade”.

“Ao longo dos últimos seis meses, tivemos um ótimo progresso no projeto de uma solução em estado da arte para a condução autônoma tanto em estradas, quanto em áreas urbanas. A solução foi definida de uma maneira escalável para permitir que os fabricantes de carros afiliados atendam seus requisitos únicos”, disse o Cofundador, Chairman e CTO da Mobileye, o Professor Amnon Shashua.

Como parte dessa parceria, o BMW Group será responsável pelo controle e dinâmica da condução e avaliação da segurança funcional geral, incluindo a configuração de um mecanismo de simulação de alto desempenho, a integração geral de componentes, a produção de protótipos e, eventualmente, a ampliação da plataforma por meio dos parceiros de implantação.

A Intel traz para esta parceria elementos da computação de alto desempenho que abrangem do veículo ao data center. A recém lançada solução Intel® GO™ para a condução autônoma oferece processador e tecnologias FPGA de classe mundial para o equilíbrio mais eficiente de desempenho e poder, ao mesmo tempo em que atende os exigentes requisitos de temperatura e segurança da indústria automotiva. Dentro do carro, a solução Intel GO oferece uma plataforma computacional e de desenvolvimento escalável para funções críticas, incluindo união de sensores, política de condução, modelagem do ambiente, planejamento do caminho e tomada de decisões. No data center, a Intel GO oferece uma ampla gama de tecnologias que variam dos processadores de alto desempenho Intel® Xeon® aos FPGAs Intel® Arria® 10, aos Intel® Solid State Drives e à plataforma Intel® Nervana™ para inteligência artificial, que fornece um mecanismo poderoso, treinamento em aprendizagem profunda e a infraestrutura de simulação necessários para a indústria de condução autônoma.

A Mobileye contribui com o seu processador de visão computacional de alto desempenho EyeQ®5 proprietário, que oferece segurança funcional automotiva e desempenho com baixo consumo de energia. O EyeQ®5 é responsável pelo processamento e interpretação da entrada dos sensores de visão do entorno em 360 graus, bem como a localização. O EyeQ®5, em conjunto com as tecnologias de CPU e FPGA da Intel, forma a Plataforma Computacional Central que será integrada em cada veículo autônomo.

A Mobileye colaborará ainda mais com o BMW Group para desenvolver uma solução de união de sensores, criando um modelo completo do ambiente que cerca o veículo, usando dados de entrada dos sensores de visão, radar convencional e a laser. Além disso, estabelece uma política de condução, incluindo os algoritmos de reforço do aprendizado da Mobileye usados para dotar o sistema do veículo com a Inteligência artificial necessária para negociar com segurança situações complexas de condução.

Para fomentar ainda mais o desenvolvimento da plataforma autônoma, a parceria planeja lançar amostras de hardware e atualizações de software nos próximos anos. O modelo iNEXT da BMW, que será lançado em 2021, será a base da estratégia de condução autônoma do BMW Group. Depois deste veículo, uma gama de modelos altamente automatizados de todas as marcas do BMW Group será lançada.

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Intel comemora 45 anos do lançamento do primeiro processador

Projetado para realizar operações matemáticas simples em uma calculadora, a Intel celebra 45 anos da criação do seu primeiro processador. Desde então, os microprocessadores se tornaram o cérebro de todos os computadores, seja os que usamos em casa ou de quaisquer dispositivos computacionais que estão presentes no nosso dia a dia.

O mercado de tecnologia está se reinventando constantemente e a Intel tem trabalhado para desenvolver microprocessadores cada vez mais rápidos e poderosos, ao mesmo tempo, que se tornam menores e mais potentes. Atualmente, os processadores mais modernos têm apenas 14 nm (nanômetros) e podem realizar operações muito sofisticadas.

Essa compactação dos processadores acontece graças à elaboração da Lei de Moore, que completou 50 anos em 2015, e consiste em reduzir as dimensões do transistor (componente principal do processador) em aproximadamente 50% a um custo fixo. Dessa maneira, produz duas vezes mais transistores pelo mesmo custo.

Este conceito impulsionou a revolução tecnológica que vivemos hoje. A liderança da Intel na Lei de Moore permitiu que os produtos tivessem potência computacional massiva e com preços menores. À medida que a tecnologia avança os processadores diminuem. A Intel já planeja aparelhos de 10 nanômetros, de 7 nanômetros e 5 nanômetros e, assim, sucessivamente. Isso demonstra que a Lei de Moore está viva e a Intel continuará explorando seu valor com confiança. Na lista dos benefícios podemos mencionar que os objetos são cada vez mais inteligentes e indispensáveis.

Cinco indústrias que estão mudando por conta da evolução dos processadores1. Esportes – A revolução dos esportes é ainda mais incrível com a Replay Technologies, que fornece experiências de visualização completamente novas para os fãs de esporte, em meios de comunicação, no estádio e em casa.

2. O carro inteligente – A associação das empresas BMW Group, Intel e Mobileye resultará no desenvolvimento de sistemas inovadores e das soluções necessárias para a condução totalmente automatizada e incorporarão estas tecnologias na produção em série antes de 2021.

3. Moda – A Intel e a IMG se associaram com alguns designers para transmitir ao vivo a passarela em realidade virtual estereoscópica completa, na semana de moda de NY este ano. Fornecendo uma experiência Intel e usando os recursos da VOKE, a tecnologia cria um ambiente natural, transportando os espectadores de seus sofás para a passarela. Os fãs podem acessar a experiência baixando um aplicativo da VOKE para uso com o headset Samsung Gear VR ou visitar NYFW.com e os sites dos designers para acessar uma envolvente solução 2D. A Intel está permitindo novas formas de interagir e experimentar conteúdos digitais no dia a dia. Esta nova experiência é possível com o uso dos processadores Intel® Xeon® que equipam plataformas computacionais de alto desempenho.

4. A inteligência artificial – Quando aplicamos análises avançadas para empoderar máquinas com inteligência similar à humana, podemos ter uma mudança real. A inteligência artificial está ao nosso redor, no cotidiano (conversa fala/texto, fotos marcadas e detecção de fraudes) e na vanguarda (medicina de precisão, previsão de lesões e carros autônomos). Abrangendo métodos computacionais como análises avançadas de dados, visão computacional, processamento de linguagem natural e aprendizagem automática (machine learning), a inteligência artificial está transformando o modo como as empresas operam e como as pessoas interagem com o mundo.

5. Drones mais inteligentes – A Intel está desenvolvendo novas tecnologias inovadoras e liderando o segmento de veículos aéreos não tripulados (UAVs, na sigla em inglês). A Intel anunciou o primeiro drone para consumidores, o Yuneec Thyphoon H com a tecnologia Intel® RealSense™, para navegação inteligente entre obstáculos, e a Intel Aero Platform para os desenvolvedores que desejam construir seus próprios drones do zero. A Intel está estabelecendo um novo padrão para drones comerciais, incorporando redundância completa do sistema eletrônico e soluções automatizadas para detecção aérea com os melhores sensores a bordo no seu segmento.

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Uma em cada três PMEs brasileiras já começou o processo de adoção de serviços na nuvem

Os investimentos em TI pelas pequenas e médias empresas brasileiras deve saltar de US$ 48 bilhões em 2016 para US$ 63 bilhões até 2020, com as tecnologias baseadas em computação em nuvem e mobilidade crescendo de três a sete vezes mais rapidamente do que as tecnologias tradicionais on premise. Os dados são da pesquisa 2016 Brazil Small & Medium Business: ICT & Cloud Services Tracker Overview, realizada pela AMI Partners a pedido da Intel Brasil. O estudo mapeou tendências e perspectivas na migração para novas tecnologias em todo o universo brasileiro de pequenas e médias.

Segundo Fabio de Paula, diretor da Intel para o mercado corporativo, em momentos de turbulência econômica, como o que vivemos atualmente, o investimento em serviços de tecnologia que tornem a operação mais eficiente e ágil em curto e médio prazo é essencial para manter a empresa competitiva. Um forte indicador disto é que o fator preço como principal critério no momento da aquisição de serviços de TI caiu 18%, segundo o estudo. ”

Essa visão também é compartilhada por parte dos tomadores de decisão entrevistados: 48% das empresas médias e 30% das pequenas consideram como prioridade nos próximos 12 meses o investimento em tecnologia para a redução de custos e maior eficiência. Estes números superam aqueles que priorizam o corte de gastos (23% apontados pelas pequenas e 27% pelas médias) ou encerramento de operações e unidades de trabalho (12% pelas médias e 16% das pequenas), por exemplo. Em relação as que já adotaram serviços de tecnologia, quando perguntadas o motivo, 49% das pequenas empresas e 62% das médias responderam que a economia nos custos operacionais é um dos fatores que estão levando as PMEs e buscar novas tecnologias.

Cloud e Mobilidade são prioridades

A pesquisa também registrou que a adoção de soluções em Cloud Computing e Mobilidade devem crescer de 3 a 7 vezes mais rápida do que as soluções tradicionais, on premise. As áreas de investimento neste cenário incluem as DaaS (Data as a Service), IaaS (segurança, storage e servidores), PaaS (Plataform as a Service) e aplicações SaaS (Software as a Service). As preferências por estes modelos variam de 10% a 35% dos entrevistados, enquanto soluções on premise não passam dos 10%.

Os perfis de soluções procuradas variam de acordo com o tamanho e foco das empresas. A pesquisa identificou que as principais necessidades das médias empresas são virtualização de servidores, segurança e prevenção de dados. Já as pequenas demandam uma maior velocidade de conexão, marketing em social media e soluções em comunicação.

“Nossa estimativa é que o mercado de soluções em Cloud para pequenas e médias empresas em 2020 no Brasil alcance os U$ 6,6 bilhões, já que ainda há um grande terreno a ser conquistado”, afirmou Fabio de Paula. “Comparando com os EUA e Canadá, onde cerca de 30 a 40% das PMEs ainda não começou um processo de transição para a nuvem, no Brasil, esse número ainda está próximo dos 70% no País. Apenas 3% das PMEs nacionais foram plenamente transformadas pela nuvem, enquanto nos EUA esse número é de 14%. ”

Demais conclusões

As preocupações com a segurança no momento da adoção de soluções em nuvem também foram abordadas na pesquisa. Perguntadas sobre a preferência por serviços privados ou públicos de nuvem, as empresas médias citam a segurança como fator na escolha pela nuvem privada (36%), enquanto a maior parte das empresas pequenas (36%) não tem preferência. De modo geral, as médias se mostram mais resistentes do que as pequenas na migração para serviços de nuvem pública, justamente por uma preocupação maior com questões relativas à segurança da informação. “Ainda há um trabalho a ser feito pela indústria para desfazer mitos e inseguranças com relação à segurança da nuvem pública dentro do mercado de médias empresas. Para essas empresas, o modelo de nuvem híbrida tem se mostrado uma solução mais interessante”, comentou Fábio de Paula.

As soluções de segurança mais usadas atualmente pelas empresas são serviços de filtro de Web (13% em empresas pequenas e 25% em empresas médias) e anti-spams (13% e 29% respectivamente). Já quando perguntadas quais serviços de segurança pretendem adotar nos próximos 12 meses, a preferência das pequenas é por gerenciamento unificado de ameaças (sigla UTM em Inglês) com 19%, enquanto 25% das empresas médias pretendem adotar serviços de VPN.

Em relação às aplicações voltadas para a administração dos negócios, as soluções de gestão de documentos são as mais utilizadas tanto nas pequenas quanto nas médias empresas (23%). As médias também já estão adotando soluções de business intelligence (23%) e CRM (17%). Quanto às adoções futuras, 28% das pequenas visam adquirir soluções voltadas especificamente para sua área de atuação, enquanto 21% das médias enxergam serviços de CRM como o próximo passo.

Quando perguntadas sobre a adoção de softwares de comunicação e colaboração, 59% das pequenas empresas usam aplicações para a gestão de redes sociais e marketing digital. Entre as empresas de porte médio, o número é ainda maior, chegando a 71%. Nos próximos 12 meses, 30% das pequenas pretendem adotar serviços de edição compartilhada de documentos, enquanto 40% das médias pretendem utilizar servidores VoIP.

Sobre a pesquisa

A pesquisa 2016 Brazil Small & Medium Business: ICT & Cloud Services Tracker Overview, realizada no primeiro semestre de 2016, entrevistou 251 tomadores de decisão em pequenas e médias empresas que atuam em setores como agronegócio, finanças, manufatura, serviços, varejo, educação, saúde, turismo e entretenimento. A pesquisa não considerou ONGs e órgãos governamentais e nem empresas que não possuem um endereço comercial (home office/home business). A margem de erro é de 5%.

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Telit e Intel firmam parceria para o desenvolvimento de plataformas IoT para Internet das Coisas Industrial

A Telit, líder global em Internet das Coisas (IoT), anuncia sua parceiria com a Intel® para o desenvolvimento da arquitetura de múltiplas plataformas do Intel IoT para a Internet das Coisas Industrial. A solução, já disponível para comercialização, consiste em arquitetura e produtos de referência para implantações de ponta a ponta com a tecnologia inovadora Telit deviceWISE, que incluí uma extensa biblioteca de drivers e cloud readliness embutidos – dando às empresas um salto instantâneo para o IoT Industrial.

A colaboração entre Telit e Intel oferece benefícios imediatos para o monitoramento e controle remote de máquinas, produção de diagnósticos e manutenção preventiva para todos os mercacos e industrias ao redor do globo. Negócios que implementam as soluções da Plataforma Tecnológica Intel IoT podem rapidamente estabelecer e prever sua estratégia IoT, conectar legados e novos sistemas, ajudar na transmissão de dados de forma segura entre dispositivos de ponta e a nuvem, e economizar recursos para o futuro. Com suporte para múltiplos sistemas operacionais e níveis de desempenho do processador, as soluções baseadas no Intel Iot Gateway Tecnology vom deviceWise são escaláveis e capazes de atender às necessidades de uma larga escala de aplicações

“No início deste ano, a Telit anuncioua formação de sua unidade de negócios voltada ao IoT Industrial e nossa parceria com a Intel cria uma nova forma para empresas implementarem a Internet das Coisas,” comenta Fred Yentz, CEO da Telit IoT Platforms. “A Intel adotou a arquitetura da plataforma deviceWISE por sua superior inteligência de ponta, conectividade pronta para a nuvem e integração para sistemas empresariais”.

“O ecossistema é fundamental para a estretégia Iot da Intel,” diz Doug Davis, Vice-Presidente Senior do Grupo Internet das Coisas da Intel. “Parcerias com empresas como a Telit permitem à Intel fornecer blocos de construção chave aos nossos clientes para para dimensionar e impulsionar o crescimento de suas soluções de Internet das coisas facilmente”.

A Intel e a Telit publicaram conjuntamente um resumo do produto entitulado “A Faster, Simpler Way to Turn Edge Data into a Business Asset,”(ou, em português, “Um Jeito Rápido e Simpls de Transformar Dados de Ponta em um Ativo de Negócios”), ilustrando como o deviceWISE pode transformar qualquer plataforma de desenvolvimento Intel IoT em uma base sólida para a Internet das Coisas Industrial, aproveitando estas vantagens poderosas

1. Alta Performance que permite analyses em praticamente tempo real, tomada de decisão local e controles de processos mais rigorosos

2. Avançada Segurança e Proteção de Dados contra Ataques Custosos

3. Escalabilidade para diversos níveis de requerimentos para performance de gateway

4. Capacidade de gerenciamento para serviços e upgrades remotos com segurança

5. Implementação rápida e mais flexível com uma plataforma que suporta sua escolha de sistemas operacionais e aplicações de ecosistema, permitindo a aceleração para chegada aos mercado.

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Maurício Ruiz é novo diretor geral da Intel no Brasil

A Intel conta no Brasil com um novo diretor geral, Maurício Ruiz. O executivo sucede David González no comando das operações no País. David, que permaneceu na função por dois anos, segue para uma nova posição na Intel nos Estados Unidos.

A mudança faz parte de um processo de reorganização da corporação e segue a política da empresa de estímulo a que executivos gerenciem áreas distintas dentro de seu campo de atuação.

González comandou transições tecnológicas fundamentais na operação da Intel no Brasil, tanto nos segmentos de consumo quanto no corporativo, além de ter trabalhado no fomento do ecossistema com foco em inovação. Durante sua carreira na Intel, González atuou como Chief of Staff de Sean Maloney, vice-presidente global de vendas e marketing da, gerenciou grupos de contas corporativas, ocupou posições estratégicas nas áreas de canais, direcionados especificamente para os mercados do Brasil e México, atuou diretamente na área de marketing para a América Latina, e liderou equipes globais de vendas e Marketing, na Califórnia, EUA.

Mauricio Ruiz conta com 17 anos de experiência na Intel, tendo atuado em diversas áreas, desde engenharia e arquitetura de soluções até o comando do segmento corporativo da empresa no País. Mais recentemente, Ruiz ocupava o posto de diretor de vendas da Intel Brasil. Antes de se juntar à Intel Ruiz atuou no mercado de software trabalhando com desenvolvimento, bancos de dados, consultoria e tecnologias para a Internet em empresas como a Sybase*, Informix* e Netscape*. Maurício Ruiz é formado em Ciências da Computação pela Universidade de São Paulo (USP), pós-graduado em Administração de Empresas e MBA em Gerenciamento de Negócios Estratégicos pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).

Ruiz segue com o compromisso de reforçar o novo posicionamento da Intel, de uma empresa que expande as fronteiras da tecnologia para tornar possíveis as experiências computacionais do futuro. “Prosseguiremos focados em estimular o ecossistema local, seus fabricantes, canais e parceiros, e em fazer com que as tecnologias de ponta cheguem ao mercado brasileiro o mais rápido possível”, explica Ruiz. “O mercado brasileiro segue sendo um dos mais importantes do mundo para a Intel. Mesmo vivenciando um cenário um pouco mais desafiador, as organizações locais seguem demandando tecnologia, os consumidores locais têm um apetite já comprovado por inovação e disrupção, e não podemos esquecer nosso papel na discussão sobre como tecnologia pode ajudar a solucionar problemas de infraestrutura locais”.

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