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Internet das Coisas: O uso da tecnologia em sistemas urbanos inteligentes – Por Adriana Andréa Rodrigues*

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A larga expansão da plataforma mobile tem auxiliado no desenvolvimento de ambientes interoperáveis, em que cidadãos se inserem na Sociedade da Informação por intermédio das Tecnologias da Informação e Comunicação, estabelecendo novos processos comunicativos e usufruindo de serviços públicos digitais.

Trata-se de uma crescente integração entre objetos interconectados por meio da internet, que mediam ações e informações entre outros objetos e cidadãos, sendo independentes de intervenção humana e configurados para oferecer facilidades para o cotidiano da sociedade, permitindo a existência de uma rede amplamente conectada e gerando uma significativa massa de dados (Big Data) proveniente de diferentes dispositivos eletrônicos.

Este cenário, de materialização de ambientes permeados de informação, cujos variados objetos podem conectar-se sem fio à internet e entre si, é compreendido como Internet das Coisas.

O termo Internet das Coisas (IdC) ou IoT, acrônimo de Internet of Things, é usado como sinônimo de ambientes conectados, computação ubíqua, comunicação máquina a máquina (Machine to Machine Communication – M2M), web das coisas, internet do futuro e objetos inteligentes (Smart Things). A partir destes termos, pode-se inferir como a IdC, em uma Era Digital de franca expansão, com a massiva utilização de smartphones, tablets, notebooks, passa a ocupar e incorporar os hábitos dos cidadãos.

Não obstante, a IdC é entendida como um fenômeno, ubíquo e em constante evolução, cujas inovações potencializam soluções capazes de promover o desenvolvimento socioeconômico e a melhoria da qualidade de vida, baseadas em aplicações interativas que, além de conter informações estáticas, contém informações em tempo real referentes aos objetos do meio físico urbano.

Dentre as tecnologias presentes nestes ambientes conectados, destacam-se RFID (Radio Frequency Identification), NFC (Near Field Communication), QR Code (Quick Response), redes wireless e sensores sem fio. Estas tecnologias são normalmente integradas em aparelhos eletrônicos, unindo o mundo real ao digital e servindo como importantes instrumentos para solucionar ou minimizar problemas urbanos, assim como auxiliar na realização de tarefas cotidianas.

A IdC descreve um cenário de funções incorporadas em muitos objetos dos espaços urbanos; microchips implantados em seres vivos, capazes de trocar informações entre si, com as pessoas ou com o ambiente; objetos com sensores embutidos para coletar diferentes tipos de dados e ajudar a entender o comportamento das cidades, a exemplo das cidades inteligentes (Smart Cities) sendo estrategicamente planejadas sob os pilares da conectividade e automação.

AS CIDADES INTELIGENTES

Iniciativas para a construção e o desenvolvimento de cidades inteligentes preconizam a adoção de tecnologias na infraestrutura urbana, em que sejam capazes de coletar e transmitir informações em tempo real acerca da dinâmica das cidades, quer seja de seres humanos, animais, objetos ou na investigação de eventos climáticos.

Estas informações em tempo real sobre as questões urbanas, a partir da aplicação de métodos próprios de análise, analíticos ou preditivos, podem servir como um robusto instrumento de apoio à tomada de decisão para os setores responsáveis na administração das cidades.

São as cidades inteligentes e as regiões monitoradas por sensores que captam informações dos postes de luz, possibilitando a redução nos custos de energia; geram informações sobre o trânsito representadas em mapas sinóticos, por meio do emprego de geotecnologia; medem a qualidade do ar e o nível de ruído.

Os cidadãos serão usuários de diversas aplicações e terão, cada vez mais, acesso em tempo real aos serviços urbanos, do consumo de água à escolha do posto de saúde.

O SETOR PÚBLICO

O planejamento urbano é uma atividade contínua para a tomada de decisão, constituindo a preparação para a gestão futura, uma vez que promove a antecipação de fenômenos futuros, buscando minimizar os problemas urbanos.

Isto posto, os governos podem ser grandes usuários das aplicações da IdC, cujas tecnologias podem reduzir custos e melhorar a qualidade da prestação de serviços públicos, identificando áreas de oportunidades para que as cidades possam estabelecer e empregar estratégias que combinam a gestão da água, redes inteligentes, gestão de resíduos, estacionamento inteligente, entre outros; planejar uma cultura de IdC para favorecer o ativismo no sistema político, conciliando lei e realidade, conjugando informação e desenvolvimento; compartilhar experiências, plataformas e melhores práticas da IdC, no sentido de minimizar a fragmentação das soluções tecnológicas, bem como tornar os cidadãos mais inclusivos na construção das cidades inteligentes.

Um exemplo interessante da adoção da IdC na gestão pública é o sistema urbano de mobilidade sustentável em uso no Centro de Operações de Mobilidade, sediado no Instituto Curitiba de Informática (ICI) e integrante do projeto piloto do Programa Ecoelétrico da Prefeitura Municipal de Curitiba, que permite o monitoramento on-line da frota de carros elétricos, bem como a manutenção dos eletropostos instalados pela cidade.

O monitoramento dos indicadores, tais como energia elétrica consumida, número de viagens, distâncias percorridas, entre outros, é viabilizado pela utilização da tecnologia RFID, integrante dos dispositivos do sistema instalados tanto nos veículos quanto nos eletropostos, além da adoção de outras tecnologias inteligentes associando telemetria, Big Data e Business Intelligence.

Em resumo, até julho deste ano, o projeto já havia alcançado uma poupança total equivalente a 7.556,38 kg de CO2, registrando-se a maior poupança em julho de 2014 (947 Kg) e a menor em setembro do mesmo ano (266,25 kg). Desde o seu lançamento, os veículos que integram a frota do Programa Ecoelétrico já percorreram um total de 60.451 km. Em termos de energia, o total consumido até a data corresponde a 10.732,31 kWh, sendo que no mês de julho de 2015, a frota consumiu um total de 539,13 kWh.

Atualmente, estão sendo realizados testes-piloto para algumas tecnologias de comunicação sem fio (Bluetooth, GSM/GPRS, RFID) em um gateway para redes de sensores sem fio, em que se pretende o reconhecimento de características dos veículos que estacionam nas vagas sensorizadas, além da comunicação com os veículos elétricos. A nova funcionalidade poderá auxiliar na gestão do trânsito das cidades, bem como ser integrada ao sistema urbano de mobilidade.

De fato, os gestores do setor público têm uma excelente oportunidade de agir, a partir da utilização da IdC na implementação e alcance dos objetivos das políticas públicas, incluindo o aumento do crescimento econômico e melhorias na sustentabilidade ambiental, segurança pública, prestação de serviços do governo e produtividade.

Não obstante, em termos de política pública, líderes de governo terão que estabelecer diálogos e entendimentos claros sobre os riscos de privacidade que acompanham a IdC. Tão importante quanto a informação e a inteligência tecnológica são a estratégia, o planejamento e as políticas públicas que irão orientar e regular as aplicações da IdC no desenvolvimento das cidades.

Neste sentido, torna-se necessário que os governos, nas esferas federal, estadual e municipal, avaliem onde e como podem usar a IdC em suas funções administrativas, bem como o papel que a IdC poderia desempenhar na realização mais ampla dos objetivos socioeconômicos, serviços públicos e a vida cotidiana em geral, em um provimento de interação entre sociedade civil e sociedade política.

*Adriana Andréa Rodrigues (arodrigues@ici.curitiba.org.br) é mestra em Gestão Urbana pela PUCPR (2014). Pós-graduada em Tecnologia da Informação com ênfase em Administração Pública pela Universidade Positivo (1997) e em Gestão de Projetos pela FAE/CDE (1995). Bacharel em Informática pela Universidade Positivo (1993). Tem experiência na área de TIC, com ênfase em planejamento estratégico, planejamento de informações e gestão de TI. Atua como pesquisadora-responsável no Instituto Curitiba de Informática (ICI), em linhas de pesquisa para a Mobilidade Urbana Sustentável e Gestão da Informação no Processo Decisório, associadas ao Centro de Operações de Mobilidade do Programa Ecoelétrico.

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ICI lança solução Diário Oficial Eletrônico

O Instituto Curitiba de Informática lançou uma nova solução que atenderá as prefeituras brasileiras: o Diário Oficial Eletrônico, que gerencia a publicação dos atos oficiais do município gerando economia de recursos, mais segurança e transparência.

“O objetivo do ICI é oferecer à administração pública uma solução completa que permite eliminar documentos oficiais impressos e facilitar a consulta de dados por parte dos gestores e da população”, divulga Amilto Francisquevis, da assessoria de Mercado do ICI.

De acordo com Amilto, a solução contempla todas as etapas de publicação do Diário Oficial Eletrônico do município: elaboração, conferência, validação, assinatura e publicação. “Para garantir a segurança dos dados, as prefeituras terão acesso à certificação digital ICP Brasil, que confere autenticidade, validade jurídica e integridade aos documentos”, explica.

Outra vantagem para as prefeituras é a possibilidade de realizar publicações de acordo com a necessidade do município, incluindo edições suplementares sob demanda, reduzindo a burocracia dos processos governamentais.

A solução desenvolvida pelo Instituto atende todas as exigências legais para publicação de atos governamentais.

Veja o site da solução.

FonteL: ICI

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Prefeituras podem ter Portal de Transparência com baixo custo e implantação rápida

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O Instituto Curitiba de Informática lançou oficialmente seu novo produto, o Portal Polis. As exigências legais para que a as prefeituras cumpram as leis de Acesso à Informação e da Transparência motivaram o ICI a criar uma solução sob medida para a gestão municipal brasileira.

“O nosso objetivo com o Portal Polis é oferecer à administração pública a melhor opção para publicar conteúdos, divulgar prestação de contas e tornar a gestão mais transparente”, afirma o diretor-presidente do ICI, Luís Mário Luchetta.

A solução atende os preceitos de arquitetura da informação, como navegabilidade, usabilidade e acessibilidade. Com layout responsivo, o Portal Polis adapta-se a diversos dispositivos: desktop, notebooks, tablets e smartphones.

O baixo valor de investimento para adquirir a solução é um dos principais diferenciais do produto no mercado de TI para a gestão pública, de acordo com o assessor de mercado do ICI, Amilto Francisquevis. “Por estar disponível na nuvem, não é preciso que a prefeitura ou órgão público realize investimento em desenvolvimento ou infraestrutura de hospedagem”, explica.

O desenvolvimento da solução levou cerca de três meses e foi realizado pela equipe de Portais e Tecnologias do Instituto. De acordo com o gerente de Sistemas, Wagner Morais Correia, os colaboradores do projeto adotaram práticas ágeis que fizeram a diferença no resultado. “A equipe se dedicou a elaborar um modelo de portal que aproximasse gestor público e cidadão da forma mais eficiente possível”, aponta.

Clique aqui e saiba mais sobre a nova solução do ICI.

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STJ nega à prefeitura de Curitiba acesso a contratos do ICI com fornecedores

Há mais de um ano, a prefeitura de Curitiba busca, na justiça, ter acesso aos contratos particulares do Instituto Curitiba de Informática. Quatro decisões consecutivas, em três instâncias do judiciário, consideraram os pedidos do município desnecessários e sem respaldo legal. A decisão mais recente foi proferida pelo presidente do Superior Tribunal de Justiça.

No final de 2013, o município ingressou com demanda, na justiça estadual, para ter acesso aos contratos privados do ICI, alegando dever de fiscalização. A liminar foi negada pelo juiz da 1ª Vara da Fazenda Pública de Curitiba, sob o entendimento de que era desnecessário conhecer tais instrumentos, por haver outros modos de fiscalização, previstos no próprio contrato de gestão firmado entre as partes.

Não satisfeito, o município ingressou com Agravo no Tribunal de Justiça do Paraná. Novamente, o TJ-PR negou liminar, confirmando a decisão do juiz da 1ªa Vara por entender não ser plausível o pedido.

Após duas tentativas fracassadas, o município entrou com pedido de Recurso Especial ao Superior Tribunal de Justiça. Esse pedido também foi negado pelo TJ-PR, que decide se tal recurso sobe ou não ao STJ.

Diante de nova negativa, o município ingressou com outro recurso, um Agravo, no STJ. O pedido foi apreciado pelo Ministro Francisco Falcão, presidente daquela Corte, que, mais uma vez, negou o pedido por não considerá-lo robusto.

Por quatro vezes, em três instâncias, o Poder Judiciário decidiu que o pedido do município, de ter acesso aos contratos privados do ICI, não tem respaldo legal. Essa série de decisões confirma ser correta e já bem fiscalizada a relação do Instituto Curitiba de Informática com a Prefeitura e também com seus fornecedores.

Fonte: Curitiba IT

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Decisão do STF valida contratação de Organizações Sociais na prestação de serviços públicos

Uma decisão recente do Supremo Tribunal Federal, neste ano, confirma definitivamente a validade da prestação de serviços públicos não exclusivos por Organizações Sociais em parceria com o Poder Público.

Em sessão plenária, por votação majoritária, a Suprema Corte julgou parcialmente procedente a Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 1923, dando interpretação conforme a Constituição às normas que dispensam licitação em celebração de contratos de gestão firmados entre o Poder Público e as Organizações Sociais para a prestação de serviços públicos de ensino, pesquisa científica, desenvolvimento tecnológico, proteção e preservação ao meio ambiente, cultura e saúde. Na ação iniciada em 1998, o Partido dos Trabalhadores (PT) e o Partido Democrático Trabalhista (PDT) questionavam a Lei 9.637/1998, e o inciso XXIV do artigo 24 da Lei 8.666/1993 (Lei das Licitações).

Essa decisão confirma que a Prefeitura de Curitiba acertou no modelo que adotou, há quase 17 anos, para o desenvolvimento e execução de projetos nas áreas da Tecnologia da Informação e Comunicação. No fim da década de 90, Curitiba inovou ao promover a qualificação do Instituto Curitiba de Informática – ICI como Organização Social, que permitiu estar sediado aqui o melhor modelo de implementação de sistemas e serviços de informática pública no Brasil, que levou Curitiba a ser a cidade mais digital do Brasil e a estar entre as cidades mais inteligentes do planeta.

Para o ICI, a decisão do STF é histórica e fortalece sua atuação em todo o território nacional como centro de referência em pesquisa, integração, desenvolvimento e implementação de soluções completas na área de Tecnologia da Informação e Comunicação para a gestão governamental.

A respeito do “desenvolvimento científico, pesquisa e capacitação tecnológica nacional” por meio das Organizações Sociais, o diretor-presidente do ICI, Luís Mário Luchetta, afirma que “não restam dúvidas de que a Tecnologia da Informação representa um elemento transformador das relações entre governo e sociedade. As organizações sociais estão disseminadas em vários setores da sociedade, realizando relevantes e imprescindíveis serviços públicos, frise-se, serviços públicos, e não uma atividade econômica qualquer. Por outro lado, apesar de prestarem efetivos serviços públicos, as organizações não titularizam qualquer espécie de prerrogativa de direito público. Não gozam de prerrogativas processuais ou prerrogativas de autoridade, respondendo apenas pela execução e regular aplicação dos recursos e bens públicos vinculados ao contrato de gestão que firmam com o Poder Público.”

Fonte: Instituto Curitiba de Informática

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Instituto Curitiba de Informática cria área de novas tecnologias

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Com o objetivo de oferecer serviços e produtos inovadores para a gestão pública, o ICI investiu em uma área de novas tecnologias. “Os colaboradores da equipe dedicam-se a pesquisar e internalizar conhecimentos que podem ser aplicados tanto nos produtos atuais do ICI quanto em novas soluções”, explica o gerente de Sistemas Wagner Morais Correa.

“O objetivo é que possamos estimular diversas equipes do ICI na aplicação de novas tecnologias, oportunizando o trabalho em diferentes áreas de interesse dos colaboradores”, afirma. Para ele, o ganho se dá no desenvolvimento tecnológico e na valorização dos profissionais dentro do ICI.

O aplicativo do Cartão Qualidade, com previsão de lançamento no final de junho, foi o primeiro produto a ser desenvolvido com o apoio dos colaboradores do setor. “Depois de pesquisar novas tecnologias, formam-se núcleos dentro das equipes que se tornam responsáveis por dar continuidade ao desenvolvimento”, afirma Wagner.

De acordo com o gerente, o ICI investiu em licenciamento de software para o uso da plataforma Xamarim e também na aquisição de equipamentos que permitem desenvolver soluções mobile para sistemas Android e IOS, além de treinamento para os colaboradores.

Fonte: Instituto Curitiba de Informática

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A viabilidade do Instituto Curitiba de Informática

Por Luís Mário Luchetta
publicado no portal Baguete

Indo direto ao ponto, a inovação concretizada por Curitiba com a criação do Instituto Curitiba de Informática – ICI, faz parte das mudanças que ocorrem no plano mundial neste início de século e do milênio, dentre as quais, talvez a mais significativa, a aliança estratégica entre Estado e Sociedade.

Isto porque, cada vez mais, nota-se a incapacidade do Estado em executar, por meios próprios, todas as políticas públicas demandadas pela sociedade. Cada vez mais a sociedade civil organizada é chamada a participar ativa e organizadamente da execução de serviços para viabilizar a máquina administrativa e a consecução das necessidades públicas.

Nesta seara, as instituições sem fins lucrativos sempre estiveram ao lado do Poder Público, numa espécie de “braço do governo”, desempenhando funções não exclusivas do Estado e absorvendo suas carências e incapacidades.
Ao final da década de 90, o terceiro setor adquire enorme relevância em razão da participação da sociedade civil na gestão pública, pois sob o manto legal, admite-se a capacidade destas de influirem concretamente nas decisões e nas atuações públicas, numa manifestação de “democracia participativa”, uma vez ultrapassada a fase da democracia meramente representativa.

Percebe-se, portanto, que não há impedimento constitucional algum à assunção a instituições sem fins lucrativos da tarefa e missão de interesse social em colaboração com a Administração Pública. Desde que cumpridos os requisitos de salvaguarda do interesse público. A cooperação é lícita e até mesmo estimulada pela Constituição da República.

Falando agora especificamente do “desenvolvimento científico, pesquisa e capacitação tecnológica nacional”, não restam dúvidas de que a tecnologia da informação representa um elemento transformador das relações entre governo e sociedade.

A Constituição Federal, no artigo 218, determina que o Estado deverá promover e incentivar a pesquisa e a capacitação tecnológicas para a solução dos problemas brasileiros e para o desenvolvimento do sistema produtivo nacional e regional.
Em seu artigo 219, reforçando o desenvolvimento de empresas nacionais na área de tecnologia, a CF disciplina que o mercado interno integra o patrimônio nacional e será incentivado a viabilizar a autonomia tecnológica do País.

O reflexo da norma acima almeja fomentar as empresas nacionais a buscar a independência em relação aos recursos tecnológicos estrangeiros, bem como a gerar capital intelectual de alto nível nas mais diversas áreas de produção industrial e comercial de tecnologia da informação e comunicação, a fim de proporcionar crescimento de toda a cadeia produtiva local, regional e nacional.
Projetos informatizados, soluções integradas de sistemas aplicativos específicos, ferramentas tecnológicas para aprimorar a gestão, etc. são assuntos estratégicos dentro de qualquer organização, seja pública ou privada, a ponto de não imaginarmos nossas vidas sem os recursos da tecnologia da informação.

Na seara do Poder Público, parece inconcebível imaginar como seria o atendimento do Instituto Nacional de Seguridade Social – INSS, por exemplo, sem a existência de um sistema informatizado de dados. E as informações relativas ao Fundo de Garantia do Tempo de Serviço? Como seriam armazenadas sem os recursos da tecnologia da informação?
Estes são apenas dois dos milhares de exemplos que nos levam a concluir que todos nós, pessoas físicas ou jurídicas, públicas ou privadas, estabelecemos uma relação umbilical de dependência com os bens e serviços de TI.

Não é por outra razão que se tem dito que a TI é o “coração” das organizações. Quando mal gerenciada, a TI pode causar a paralisia da instituição ou, de modo contrário, impulsioná-la.
Sob o ponto de vista econômico-financeiro, a área de TI também releva importância em termos de contratações de soluções. Para se ter uma ideia, o orçamento total previsto para a contratação de soluções de TI para a Administração Pública Federal para o ano de 2011 foi de aproximadamente 18 bilhões de reais!

Tudo isto porque os recursos e soluções de tecnologia da Informação permitem a obtenção de ganhos de produtividade, tempo, qualidade e segurança para agregar valor aos processos de trabalho da Administração e aos serviços prestados aos cidadãos.

Sendo assim, resta evidente que a Administração está cada vez mais dependente do bom e regular funcionamento dos serviços de Tecnologia da Informação. E a tendência é de aumento dessa dependência por razões lógicas: a cada ano são disponibilizados mais serviços aos cidadãos por meio de sistemas de informática, por isto, o “e-Gov” (Governo Eletrônico) tende a se ampliar.
Lembremo-nos que, há anos, por meio da Lei nº. 7.232, de 1984, o Congresso Nacional já declarava que a Política Nacional de Informática deveria se orientar pela “natureza estratégica da informação e a influência desta no esforço desenvolvido pela Nação para alcançar melhores estágios de bem estar social”.

Além disto, releva anotar que há, no país, cerca de 1.600 organizações desse tipo em funcionamento. Elas estão em 14 estados e em cerca de 160 municípios.

No nível federal, têm destaque instituições de pesquisa incluídas no Sistema Nacional de Ciência e Tecnologia, como o Instituto de Matemática Pura e Aplicada (Impa), a Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP), o Laboratório Nacional de Luz Síncroton, o Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE) e o Instituto de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá (no Amazonas), além da Associação das Pioneiras Sociais, gestora da Rede Sarah de Hospitais de Reabilitação e Hospital Sírio Libanês.
Observa-se, pelos exemplos acima, que as organizações sociais estão disseminadas em vários setores da sociedade, realizando relevantes e imprescindíveis serviços públicos, frise-se, serviços públicos, e não uma atividade econômica qualquer.

Por outro lado, apesar de prestarem efetivos serviços públicos, as organizações não titularizam qualquer espécie de prerrogativa de direito público. Não gozam de prerrogativas processuais ou prerrogativas de autoridade, respondendo apenas pela execução e regular aplicação dos recursos e bens públicos vinculados ao contrato de gestão que firma com o Poder Público.

E Curitiba inovou ao criar o Instituto Curitiba de Informática – ICI, ainda em 1998, e essa inovação permitiu estar sediado aqui o melhor modelo de implementação de sistemas e serviços de informática pública no Brasil, que levou Curitiba a ser a cidade mais digital do Brasil e terceira cidade mais inteligente do planeta.

*Luís Mário Luchetta é presidente do ICI e da Federação Assespro

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ICI lança nova solução de georreferenciamento

Wagner Correia apresenta solução S3i Geo

O Instituto Curitiba de Informática (ICI) oferece um novo serviço para gestão pública, que utiliza geotecnologia para agregar informações de diversos sistemas e bancos de dados de um município em mapas temáticos. O Serviço Integrado de Inteligência da Informação – S3i Geo permite sobreposição de mapas e cruzamento de informações em tempo real para melhorar o planejamento e acompanhamento de ações dos gestores públicos.

Fabricio Ormeneze Zanini, diretor técnico do ICI, comenta que a solução em plataforma web integra recursos de georreferenciamento para permitir uma análise espacial de eventos e informações da administração pública. “Diferentes mapas com informações, gerados a partir de vários sistemas transacionais, podem ser carregados com detalhes que mostrem, simultaneamente, a localização de pontos de internet wi-fi, obras ou equipamentos públicos para tomada de decisões”, explica o diretor. “Há detalhamento de logradouros, lotes, imagens dos locais e até informações fiscais, andamento de obras ou históricos de ocorrências de pedidos de serviços públicos”, completa.

Uma grande vantagem do uso do S3i Geo é a possibilidade de gerar e analisar mapas e informações de qualquer ponto com acesso à internet. O gestor público pode saber com detalhes o que acontece em cada obra ou instalação do município no próprio local ou à distância, sem a necessidade de estar no próprio gabinete ou escritório. É a ferramenta ideal para a administração municipal quando a pergunta “onde?” é relevante para tomada de decisões, como em que bairro ou região realizar mais obras ou ampliar serviços disponíveis para a população.

Outra vantagem do S3i Geo é fazer a integração dos mapas com a base já instalada de qualquer prefeitura que utilizar o serviço. Apresenta recursos semelhantes aos utilizados por grandes capitais, mas tem custo compatível com o orçamento de prefeituras de municípios menores.

Não há licença específica para uso da ferramenta, o que garante ampliação do número de usuários sem aumento de custos. Pode ser definido também controle de acesso de cada usuário, desde um prefeito com todas as informações do município até um administrador regional ou servidor público com informações referentes, apenas, à própria área de atuação.

Esse tipo de aplicação já é utilizada em demandas pontuais, mas a integração de vários sistemas e bancos de dados com mapas temáticos em tempo real é uma inovação que o ICI apresenta para suprir a carência dos gestores públicos por soluções mais robustas e complexas de análise e planejamento estratégico.

O gerente de Atendimento e Gestão de Projetos do ICI, Wagner Morais Correia, ressalta que “o S3i Geo disponibiliza um novo modelo de governança, com maior transparência e assertividade na justificativa da aplicação dos recursos públicos”. Ao saber, exatamente, o que cada morador de cada bairro da cidade necessita e o que cada bairro ou região oferece de recursos, o administrador pode fazer a melhor utilização da arrecadação do município em benefício da população. E em um futuro próximo, a tendência é de que boa parte desses recursos também possa ser disponibilizada aos cidadãos, aumentando ainda mais a transparência da administração pública.

A nova ferramenta de georreferenciamento reforça o papel do ICI de integrador de soluções tecnológicas de ponta para melhorar a gestão pública. Há quinze anos, o Instituto Curitiba de Informática pesquisa, integra, desenvolve tecnologias e implementa soluções e serviços públicos inteligentes.

Fonte: Comunicação ICI

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ICI – Uma história de sucesso

O Instituto Curitiba de Informática está em sua segunda década, pesquisando, integrando, desenvolvendo tecnologias e implementando soluções e serviços públicos inteligentes, aliando cada vez mais tecnologia e capital intelectual para o fornecimento dessas soluções. Do atendimento ao cidadão, passando por prontuários da saúde, matrículas e boletins escolares, o ICI possui um arsenal de ferramentas que permitem realizar e garantir a evolução dos serviços oferecidos para os cidadãos, bem como estudar cenários preditivos que apoiam a tomada de decisão estratégica dos gestores públicos.

Quando foi criado, em 1998, o Instituto passou a fazer todo o gerenciamento de informática da Prefeitura de Curitiba, que fora conduzido até então pelo Centro de Processamento de Dados(CPD), o qual passou pela Secretaria Municipal de Administração, Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba (Ippuc) e Urbanização de Curitiba S.A. (Urbs).
O Centro de Processamento de Dados esteve sob a responsabilidade da Prefeitura de Curitiba até o fim dos anos 90. Em 1997, com base na Medida Provisória 1.591/97, a Prefeitura criou a Lei 9226/97, que instituiu o Programa Municipal de Publicização. O objetivo foi transferir para estruturas autônomas a responsabilidade pela prestação de serviços públicos considerados não
essenciais.

Em 1998, o Ministério da Administração e Reforma do Estado – conduzido pelo ministro Bresser-Pereira –, por meio da Lei Federal 9637/98, criou a qualificação das Organizações Sociais, que são pessoas jurídicas de direito privado, sem fins lucrativos, orientadas ao ensino, pesquisa, desenvolvimento científico e tecnológico, proteção ao meio ambiente, cultura e saúde.
Neste contexto, o ICI foi formalmente constituído em 1.º de junho de 1998; no dia 23 do mesmo mês, foi reconhecido como Organização Social, por meio do decreto 375/98. Finalmente, em 29 de julho de 1998, foi assinado o primeiro contrato de gestão com a Prefeitura de Curitiba.

O Instituto deu novos ares ao desenvolvimento da informática municipal. Já em 1999 desenvolveu, a pedido da Prefeitura de Curitiba, o Projeto de Modernização Tributária Municipal (PMTM), que visava integrar o cidadão ao processo administrativo e fiscal do município. O projeto permitiu a integração de todos os setores da Prefeitura numa única rede de dados.
Nesse mesmo ano, foi implantado para a Saúde, um sistema que permitia o acesso do médico a um banco de dados que armazenava todo o histórico médico-hospitalar do portador. Com a interligação de todas as unidades de saúde aos hospitais na rede pública, o paciente pode ser atendido em qualquer ponto da rede.

O ano 2000 marcou o lançamento do projeto Digitando o Futuro, da Prefeitura, cujo objetivo era a implantação de pontos de acesso à internet em Faróis do Saber, tornando Curitiba a primeira cidade brasileira com rede pública e gratuita de internet. No mesmo ano foi lançado o Cartão Qualidade, criado para os servidores do município. Trata-se de um cartão inteligente, dotado de um microchip que, além de atender os quesitos de identificação e de controle de acesso do colaborador, permite o armazenamento, com total segurança, de várias informações do portador.

Em 2002, foram desenvolvidos projetos de grande importância para o município, entre os quais o Sistema de Gestão Pública (SGP) e o E-compras, sistema de pregão eletrônico criado para a Secretaria Municipal de Administração.

Os totens multimídia chegaram em 2006, integrando o mobiliário urbano da cidade, com informações completas sobre serviços públicos, lazer, cultura e até a previsão do tempo.Em 2008, o ICI implantou os primeiros pontos de rede wi-fi gratuita da cidade – no Parque Barigüi, Mercado Municipal e Regional Matriz (Praça Rui Barbosa). Logo após, mais pontos passaram a contar com o serviço: Jardim Botânico, Largo da Ordem, Praça da Espanha, seis administrações regionais e o entorno de 80 escolas municipais.

Em 2012, o Instituto entrou no mercado de aplicativos para dispositivos móveis, lançando soluções voltadas a pesquisas de preços, rede de voluntariado, realidade aumentada, entre outros.
Em 2011 conquistamos o segundo lugar no Índice Brasil de Cidades Digitais (IBCD) e em junho de 2012 veio o principal reconhecimento do trabalho do ICI por Curitiba: o primeiro lugar no IBCD, ranking instituído pelo Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações (CPqD) e a Momento Editorial, de São Paulo, que edita a revista Wireless Mundi. O ranking mede o nível de inovação e de digitalização das 100 cidades brasileiras que melhor utilizam as tecnologias de informação e comunicação.

O primeiro lugar no IBCD é resultado dessa trajetória de mais de 15 anos de trabalho. A organização, criada previamente para dar celeridade aos projetos de tecnologia da informação e comunicação, tornou-se uma das maiores integradoras de soluções para a gestão pública. Hoje, o ICI é referência em desenvolvimento e integração de software, o que promove o fortalecimento e valorização da cadeia produtiva local.
Internacionalmente, esse reconhecimento também acontece, tanto que a revista Forbes coloca Curitiba em terceiro lugar no ranking das cidades mais inteligentes do mundo.

Outros reconhecimentos obtidos em 2012 foram o prêmio Imre Simon, concedido ao ICI pela Assespro Nacional na categoria Prestação de Serviços ao Governo, e o Prêmio Conciliar é Legal, conferido pelo Conselho Nacional de Justiça ao programa Justiça no Bairro, do qual o ICI participa desde 2004.
Em 2013, chegamos novamente em primeiro lugar no prêmio Imre Simon, desta vez na categoria Iniciativa para a Construção de Cidades Digitais, com o projeto Inclusão Digital nas Proximidades das Escolas Municipais.

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Luís Mário Luchetta apresenta case do ICI em congresso

O diretor-presidente do ICI, Luís Mário Luchetta, foi um dos palestrantes do I Congresso Paranaense de Cidades Digitais, que ocorre hoje (28) em Curitiba. Ele participou do painel “Soluções para Cidades Digitais”, no qual apresentou o case “Por que Curitiba é a cidade mais digital do Brasil”, que fala sobre os projetos desenvolvidos pelo ICI para a Prefeitura de Curitiba.
O evento é promovido pela Rede Cidade Digital em parceria com o Instituto Brasileiro de Qualidade e Produtividade (IBQP); ocorre durante toda esta quinta-feira (28) no Auditório FESP. Tem como objetivo trazer discussões e experiências sobre projetos de TIC para gestão pública.
Em sua apresentação, Luchetta destacou o caráter inovador da cidade de Curitiba em relação aos serviços de tecnologia da informação e comunicação. “A Prefeitura inovou em 1998, quando qualificou o ICI como Organização Social”, disse o presidente. “Isso trouxe celeridade na contratação e implantação dos serviços.”
Ele falou também sobre o “papel constitucional da iniciativa privada no desenvolvimento do país”. “As cidades são a razão de ser de uma nação. O que há de mais prioritário é o desenvolvimento das cidades”, concluiu.
Para Luchetta, é “muito importante” participar de eventos como o Congresso Paranaense de Cidades Digitais, que reúne representantes de diversos municípios do estado e convidados de outras regiões brasileiras. “É um momento espetacular para Curitiba, uma oportunidade excelente para mostrar seus projetos a outras cidades e instituições”, comentou.
O Congresso
Abrir espaço para diálogos a respeito do melhor uso que pode ser feito da infraestrutura tecnológica utilizada em municípios que implantaram, ou irão implantar, iniciativas desta natureza. Este é um dos focos do Congresso, abordado em palestra da secretária nacional de Inclusão Digital do Ministério das Comunicações, Lygia Pupatto.
Um dos mais importantes debates deve ocorrer durante a tarde e trata da função social das cidades digitais, fugindo da ideia de priorização apenas dos progressos tecnológicos. O assunto será abordado pelo Prof. Dr. Leonardo Mendes, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).
Participam ainda do evento representantes do Governo do Estado do Paraná, Prefeitura de Curitiba, Serpro, Anatel, Viga, Furukawa, Genez, Celepar.

Rodadas Regionais
As atividades do Congresso tiveram início em maio deste ano, percorrendo o estado por meio de Rodadas Regionais, recolhendo informações e experiências. Os municípios que receberam esses encontros foram Curitiba (23/05), Londrina (27/06), Foz do Iguaçu (29/08), Ponta Grossa (26/09) e Campo Mourão (24/10). Cerca de 150 cidades participaram dos eventos regionais.

Autor: ICI e Rede Cidade Digital

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ICI: Central 156 de Curitiba vai ter atendimento em inglês para Copa 2014

A equipe da Central de Atendimento e Informações 156 da Prefeitura de Curitiba, que é mantida e operacionalizada pelo ICI, participará nos próximos quatro meses de um curso básico de inglês com foco em atendimento. O objetivo é preparar um grupo de 25 teleatendentes para a demanda prevista nesse idioma na ocasião da Copa do Mundo Fifa 2014.
“Trabalhamos sempre pela qualificação dos colaboradores e melhoria contínua no atendimento”, comenta o diretor-presidente do ICI, Luís Mário Luchetta. “Como Curitiba é uma das cidades-sede da Copa, é fundamental que a equipe de teleatendentes esteja preparada para um atendimento diferenciado.”

O curso será ministrado pela Universidade Livre do Comércio, duas vezes por semana. Será dividido em cinco módulos: 1) expressões básicas para as aulas, cumprimentos, alfabeto, números, endereço, telefone; 2) primeiros contatos, apresentações pessoais e profissionais oferecendo ajuda; 3) desenvolvimento integrado da escuta, fala, leitura e escrita; 4) informações, comandos e descrição de objetos; 5) transportes, pontos turísticos, informações sobre a cidade, localizações e direções.

Saiba mais na reportagem em vídeo do programa de tv Valor Agregado.

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Tecnologia desenvolvida pelo ICI facilita uso do Cartão Qualidade de Curitiba

Com quase 50 mil usuários, o Cartão Qualidade da Prefeitura de Curitiba é utilizado em diversas atividades ligados aos poder público municipal e ainda serve como instrumento de crédito consignado. O smart card desenvolvido pelo Instituto Curitiba de Informática tem mais de 15 anos de história e passa constantemente por inovações. Veja mais detalhes em uma reportagem em vídeo do programa de tv Valor Agregado.

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Vice-prefeita de Curitiba visita o ICI

O diretor-presidente do ICI, Luís Mário Luchetta, recebeu a vice-prefeita de Curitiba, Mirian Gonçalves. Ela veio acompanhada da equipe de seu gabinete para conhecer a estrutura organizacional do Instituto e algumas soluções de tecnologia da informação e comunicação desenvolvidas para a Prefeitura de Curitiba.
Guiados pelo diretor técnico Fabricio Zanini, os visitantes percorreram todos os setores da sede do ICI, onde conheceram a Central 156, o departamento de suporte técnico, área de desenvolvimento de sistemas, Data Center, entre outros.
Logo após, Zanini e a equipe de Atendimento e Gestão de Projetos do ICI demonstraram cases da Central 156 e Secretaria Municipal do Abastecimento, soluções desenvolvidas com base em inteligência de negócio, georreferenciamento e máquina de regras de negócio.
A vice-prefeita disse que considera “impossível gerir qualquer tipo de negócio sem tecnologia”. Mirian demonstrou entusiasmo com a apresentação a que assistiu: “Estou impressionada com a quantidade de dados disponíveis para a Prefeitura de Curitiba.” Ela disse que espera ter acesso às informações em breve, para que seus assessores possam começar a trabalhar com base nesses dados. “Minha equipe tem alto nível de competência, acredito que temos condições de utilizar essas informações da melhor maneira possível”, declarou.
O diretor-presidente do ICI, Luís Mário Luchetta, colocou o Instituto à disposição da vice-prefeita para analisar e viabilizar o que for necessário de acordo com as necessidades do gabinete. Mirian Gonçalves agradeceu pela disponibilidade e completou: “Tem o lado vice-prefeita e o lado secretária do Trabalho e Emprego. Os dois funcionam bem. Gostei do que vi, vamos trabalhar muito juntos.”

Fonte: ICI

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Catraca Livre chega a Curitiba

Já está no Entrou no ar a página de Curitiba do projeto jornalístico Catraca Livre. Pelo endereço catracalivre.com.br/curitiba é possível acessar conteúdo cultural e educativo, como a divulgação de eventos gratuitos ou de baixo custo. O objetivo é disseminar informação para que os cidadãos convivam melhor com a cidade.
A participação de Curitiba no projeto é resultado do termo de cooperação técnica firmado em julho entre o ICI e Catraca Livre. O termo formaliza a cooperação do Instituto na divulgação de atividades e serviços de Curitiba e melhoria das tecnologias utilizadas pelo Catraca Livre. À equipe do Catraca compete disponibilizar espaço específico para as informações da capital paranaense.
Segundo o idealizador do projeto, Gilberto Dimenstein, a ideia foi expandir a cobertura do site, que atendia São Paulo e Rio de Janeiro, para as capitais que receberão os jogos da Copa do Mundo Fifa 2014. Dimenstein comenta que, além disso, Curitiba é uma “cidade chave” no Brasil: “É um grande modelo de cidade, por sua excelência urbanística e os extraordinários equipamentos culturais e sociais.”
Para ele, a parceria com o ICI servirá como laboratório para a implantação do Catraca Livre em outros municípios brasileiros. “A experiência do ICI em relação à tecnologia da informação e à própria cidade de Curitiba permite um espaço experimental, depois poderemos reproduzir o modelo em outros locais”, finalizou.
O diretor-presidente do ICI, Luís Mário Luchetta, diz que essa é “mais uma oportunidade de contribuir com a cidade de Curitiba, adicionando esforço a um projeto que já é sucesso nacional”.
A página do Catraca Livre Curitiba ficará disponível em caráter experimental até novembro, quando deve acontecer lançamento oficial do site em Curitiba.

Catraca Livre
O projeto foi criado em São Paulo pelo jornalista Gilberto Dimenstein. Sob o slogan “A cidade na sua mão”, a proposta é tornar as cidades mais educadas, acolhedoras e criativas e fazer as pessoas aproveitarem melhor os espaços gastando menos. Para isso, divulga diariamente oportunidades gratuitas ou de preços populares, valorizando as atividades culturais.

Sobre o ICI
O Instituto Curitiba de Informática, há quinze anos, pesquisa, integra, desenvolve tecnologias e implementa soluções e serviços públicos inteligentes.

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ICI e Hemepar celebram Termo de Cooperação Técnica

O diretor-presidente do ICI, Luís Mário Luchetta, e o diretor geral do Centro de Hematologia e Hemoterapia do Paraná (Hemepar), Paulo Roberto Hatschbach, assinaram nesta tarde Termo de Cooperação Técnica entre as duas instituições. A parceria prevê a utilização do aplicativo para dispositivos móveis Hemogram, desenvolvido pelo ICI, com o objetivo de promover e incentivar a doação de sangue, envolvendo população e organizações de saúde que mantém bancos de sangue.

O Hemepar fará o cadastro das solicitações de doação de sangue no aplicativo e divulgá-lo nos meios de comunicação, com a finalidade de manter os bancos abastecidos e sensibilizar permanentemente a população quanto à necessidade de doação.

Já o ICI, além de disponibilizar para utilização o Hemogram, deve hospedar e manter o banco de dados do mesmo, além de promover constante evolução tecnológica do aplicativo.

Para o diretor geral do Hemepar, Paulo Roberto Hatschbach, trata-se de uma ferramenta que “vai ajudar a salvar vidas”. O diretor e sua equipe comentaram que estão com plano de contingência em função da Jornada Mundial da Juventude, que acontece na semana que vem. “É habitual ter um plano em função de grandes eventos”, explicou a assistente social Nely Coimbra Moura. “Como há previsão de muitas pessoas em deslocamento, se acontecer algo que demande nosso serviço precisamos estar preparados.”

Hatschbach disse que a população brasileira é solidária, porém sempre é necessário lembrar as pessoas sobre a necessidade das doações. “Grandes eventos, fim de ano, início do inverno, férias são períodos em que as coletas diminuem muito, por isso contamos com apoio da mídia para lembrar os doadores”, relatou. “Acreditamos que o Hemogram nos dá a possibilidade de chegar mais próximo das pessoas, de maneira rápida, e com muita abrangência devido à integração com as redes sociais.”

Segundo Elvira Folda, da divisão de Gestão da Qualidade do Hemepar, “os jovens estão distantes da doação”. “Esse aplicativo vai nos aproximar da geração Y, que está sempre conectada e apressada. Podemos tentar conscientizar essa população”, disse.

O aplicativo

Criado para mobilizar a comunidade a se tornar doadora voluntária de sangue, o Hemogram permite que os usuários visualizem e façam pedidos de doação, além de cadastrar seu perfil e tipo sanguíneo. O objetivo do ICI é estimular a solidariedade e aumentar a oferta de sangue para confortar pacientes que buscam doadores. Assim, a população compartilha a causa com amigos e dissemina a prática de doação.

Para utilizar o Hemogram, basta ter cadastro no Passaporte Curitiba (www.passaportecuritiba.org.br) e baixar o software no tablet ou celular, pelo link: https://play.google.com/store/apps/details?id=br.org.curitiba.ici.hemogram. No momento, o aplicativo está disponível para download apenas para o sistema operacional Android.

Equipes

Participaram da reunião para assinatura do Termo de Cooperação Técnica o diretor-presidente do ICI, Luís Mário Luchetta, e o diretor geral do Hemepar, Paulo Roberto Hatschbach. Eles foram acompanhados pelo chefe de gabinete do Instituto, Carlos Hideo Hossaka, e os seguintes representantes do Hemepar: Katia Grilo, divisão de Pesquisa Científica; Nely Coimbra Moura, assistente social; Elvira Folda, divisão de Gestão da Qualidade; e Jonatas Nunes, suporte de informática.

Assistiram também à celebração do Termo a equipe de desenvolvimento do Hemogram, composta pelo coordenador Julio Cesar de Brito, Frederico Augusto de Camargo, Caio Cascaes, Rodolpho Luiz Reis Vieira, João Guilherme Costa Guimarães, Felipe Zaramella Saad e Bruna Lopes. O desenvolvimento do aplicativo contou também com a participação de Stephan Rodrigues Garcia, que não pode comparecer ao evento.

Fonte: ICI

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Serviço de tecnologia analisa e antecipa soluções para a cidade de Curitiba

Em uma entreivsta ao programa de tv Valor Agregado, Eduardo Zifchak, Gerente de Sistemas e Novas Tecnologias do Instituto Curitiba de Informática. ele fala sobre o S3i – Serviço Integrado de Inteligência da Informação. Esse serviço analisa e antecipa soluções para a cidade de Curitiba.

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Curitiba: central 156 da prefeitura atinge 95% de aprovação

Fonte: Instituto Curitiba de Informática

A Central 156, operada pelo ICI, manteve de janeiro a maio deste ano uma importante marca: 95% de aprovação dos usuários. O número é resultado de um controle de qualidade intensivo da Central, que conta com vários sistemas de avaliação para subsidiar melhorias nos teleatendimentos.
De acordo com o coordenador de Atendimento ao Cidadão do ICI, Ozires Oliveira, foi a primeira vez que a Central 156 atingiu o patamar: “Historicamente, a avaliação ficava sempre em 89 ou 90% de aprovação, nunca havia passado de 90%.” Neste mês, o índice está em 94,13%.
Recentemente, a Central intensificou as metas de qualidade do teleatendimento (leia matéria relacionada), com o objetivo de alcançar sempre o conceito A nas avaliações internas. Este conceito é obtido a partir da média das pontuações de todos os teleatendentes, e é importante para garantir o melhor atendimento prestado ao cidadão.
Satisfação
A Central recebe, em média, 6,3 mil ligações por dia, das quais 67% são de pedidos de informações e 33% solicitações de serviços.
Quando o cidadão solicita algum serviço, o caso é encaminhado à Prefeitura de Curitiba e ele tem a opção de receber ligações para acompanhar o andamento da situação. A aprovação dos usuários é medida por enquetes feitas nos retornos dessas ligações. Elas medem a satisfação em relação aos serviços da Central 156 e da Prefeitura – são indicadores diferentes.
Além do teleatendimento, a Central 156 possui chat (conversa on-line), que registra 5,2 mil atendimentos mensais, e solicitações convencionais via internet, que totalizam 6,7 mil atendimentos em igual período.

Veja como funciona a central em reportagem do programa de tv Valor Agregado:

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Novo presidente do ICI apresenta objetivos estratégicos do instituto

Desde que assumiu, interinamente, a presidência do Instituto Curitiba de Informática, o empresário Luís Mário Luchetta se empenha no sentido de fazer do ICI uma instituição respeitada pela sociedade por prover soluções integradas de tecnologia da informação e comunicação de forma ágil e inovadora fomentando o desenvolvimento e a integração da indústria nacional de tecnologia da informação e comunicações.

Do início do mês de maio até aqui, Luís Mário tem trabalhado no sentido de definir objetivos estratégicos, que servirão de metas do Instituto até 2016. As primeiras ações já apresentam resultados animadores e são baseadas na experiência e competência que também levaram Luchetta à presidência nacional da Assespro – Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação.

Em texto publicado no site do ICI, Luís Mário Luchetta aponta as estratégias que vão servir para manter o instituto na vanguarda das soluções de tecnologia para a gestão pública em Curitiba, no Paraná e no Brasil. Leia o texto na íntegra.

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