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E-commerce B2B: oito motivos para investir

O foco no consumidor final foi a essência do e-commerce por anos, mas a Infracommerce, empresa líder em full service para e-commerce na América Latina, inovou o setor criando o primeiro e-commerce B2B brasileiro para a Unilever. Atendendo majoritariamente a indústria, a solução é uma grande aposta do setor, pois permite que o fornecedor tenha uma nova forma de fazer negócios, complementar à sua força de vendas e com total eficiência e potencial de crescimento.

Para esclarecer os benefícios que um e-commerce B2B pode trazer para as empresas, Luiz Pavão, diretor geral da Infracommerce, levantou os principais motivos para investir na plataforma.

1) Relacionamento mais próximo com os lojistas

Com um e-commerce focado para lojistas é possível criar um novo canal de comunicação, fornecendo mais informações para os clientes e possibilitando a aproximação.

2) Aumento na oferta de produtos

Um catálogo online não tem limites: em um e-commerce é possível disponibilizar toda a cartela de produtos e especificações a um clique. Com mais produtos e acesso rápido a lançamentos, é possível vender mais e melhor.

3) Ser opção ao Cash Carrier e Atacado

Existem clientes que não têm acesso a outras maneiras de atendimento. Como o e-commerce não tem barreira física, é possível chegar até aqueles que não conseguem ser atendidos pelos distribuidores.

4) Aumentar a base de clientes no long tail

Além de atender melhor os atuais clientes, um e-commerce focado possibilita a criação de base de clientes que ainda não têm interação com a marca.

5) Diversificação dos meios de pagamento

As vendas online e a diversificação das ferramentas financeiras possibilitam oferecer mais opções de pagamento para os varejistas, facilitando a negociação.

6) Acompanhamento da performance do cliente

A ferramenta de e-commerce permite a análise de dados e comportamento da performance de cada cliente, o que pode ajudar a atuar proativamente no cliente e criar condições comerciais apropriadas.

7) Mais controle sobre o nível de serviço do distribuidor

Para um cliente ficar satisfeito, é necessário oferecer não só facilidade na compra e boa cartela de produtos. Também é importante analisar os serviços prestados pelos distribuidores e checar se estão de acordo com a exigência de qualidade da empresa.

8) Criar conhecimento para o lojista incrementar suas vendas

Uma plataforma de e-commerce pode ir muito além das vendas: é possível oferecer conteúdo exclusivo para os lojistas através de um portal. Com informações em mãos, lojistas conseguem se planejar e vender melhor.

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Drones: entregando o futuro na porta da sua casa

Por Kai Schoppen, fundador e CEO da Infracommerce

Inteligência artificial, carros autônomos e drones fazendo entregas. Poderia ser o cenário de mais uma ficção científica hollywoodiana, mas são tecnologias que já se encontram à nossa disposição em pleno 2017 e, no caso dos drones, mais acessíveis do que podia se esperar. Desenvolvidos na década de 1960, somente nos últimos anos os drones se popularizaram. Inicialmente usados para atividades de entretenimento, hoje são ferramentas essenciais em diversas atividades comerciais e ganham mais espaço a cada dia.

As possibilidades de uso dos drones foram ampliadas quando, em 2013, a Amazon deu início ao projeto Prime Air, que utiliza drones para entrega. Os testes realizados são tão promissores, que a empresa já patenteou parte desse sistema e também o de abastecimento, popularmente chamado de colmeias, e que consistem em uma torre cilíndrica onde os dispositivos voadores são abastecidos e saem para realizar o transporte dos pacotes. Para Jeff Bezos, CEO da gigante norte-americana, em um futuro próximo, será “tão comum ver drones do Prime Air no céu como ver caminhões dos correios nas ruas”.

Esse sucesso é seguido de perto por outras líderes do mercado de logística como UPS e DHL. O que se tem observado até o momento é que as entregas por drones são mais viáveis do que muitos possam imaginar.

Vantagens e limitações

No Brasil, umas das principais barreiras para o setor é a relação de população x área habitada, uma vez que temos um país de extensões continentais, mas cuja densidade demográfica ainda é muito concentrada. Se em São Paulo, por exemplo, é possível encher um caminhão com pedidos e entregar praticamente de porta em porta, no interior o mesmo caminhão dirige 25 km para fazer uma única entrega.

Os drones chegam para atender a demanda dessas regiões em menor tempo e com um custo mais baixo. Nos testes já realizados, os consumidores receberam seus pedidos em até 30 minutos. Além disso, cada drone é capaz de realizar 30 entregas por dia a um custo de US$ 1 a US$ 3 dólares, enquanto as entregas para regiões suburbanas, via FEDEX, por exemplo, variam de US$ 10 a US$ 15.

Para o e-commerce, isso abre a possibilidade de reduzir e até eliminar um de seus maiores fatores de desistência de compra: o valor do frete de regiões suburbanas.

Compras de ticket médio baixo, acabam tendo um frete quase igual – quando não superior – ao dos produtos, o que muitas vezes faz com que o cliente deixe de comprar. Com a possibilidade de atender as entregas nessas regiões a um custo mais baixo, as lojas ganham mais força para suas vendas. Outra novidade para o setor seria a entrega para pessoas, não apenas endereços. O DelivAir, desenvolvido pela Cambridge Consultants, utiliza a localização via GPS dos celulares para entregar onde o cliente estiver.

No entanto, ainda existem limitações. A regulamentação do uso desses equipamentos somente foi registrada pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) em maio deste ano. Essa demora resulta, entre outras coisas, no atraso da definição de rotas de voos. Cidades como São Paulo, que contam com uma excelente infraestrutura para receber os drones devido ao grande número de helipontos, ainda não podem operar com esse sistema por não terem suas rotas oficializadas. Por outro lado, no interior não existe limitação. Os drones já possuem inúmeras tecnologias para evitar obstáculos e desenvolver suas rotas com autonomia.

Se pensarmos que o melhor lugar para operar com esse sistema de entrega é dessas regiões de subúrbio e cinturões próximos às cidades, ao instalar um galpão em uma área estratégica, com múltiplas cidades ao redor, é atender um raio de aproximadamente 12 km, que é a autonomia atual dos drones. Essa distância ainda pode ser estendida em breve, já que existem testes, com um híbrido de drone com dirigível que aumentaria a distância significativamente.

Outra preocupação é quanto ao peso das entregas, já que cada equipamento pode levar cerca de 2,5 kg apenas. Porém, vale lembrar que na Amazon, 8 em cada 10 pedidos da empresa são exatamente dentro desse peso. Esse sistema não atenderia somente pedidos maiores e de grande volume, como atacadistas, por exemplo.

Qual o impacto disso para o setor? Crescimento.

Assim como e-commerce nunca vai substituir a loja física, nem todos os pedidos serão entregues por drones. Eles serão mais uma opção, que as empresas precisarão adotar para complementar seus serviços e aproveitar essa nova fatia do mercado – especialmente no Brasil, onde o transporte tem alto custo.

Na prática

Não é apenas o setor de entregas e, consequentemente o de e-commerce, que se beneficiam com implementação do uso dos drones. Órgãos como o Unicef têm realizado a entrega de bolsas de sangue, amostras, medicamentos e até vacinas em áreas de difícil acesso na África, como Ruanda, por meio de drones.

Na Suíça, hospitais também já desenvolvem o mesmo sistema para transporte de materiais urgentes, como bolsas de sangue. E se você pensa que os drones são uma realidade apenas fora do Brasil, está enganado. Uma rede de padarias expressas já está realizando testes com a entrega de pães no estado de São Paulo.

Os drones chegaram para ficar e da próxima vez que você ouvir de uma tecnologia nova, fique atento, ela pode estar em suas mãos mais cedo do que você espera.

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Montblanc lança e-commerce desenvolvido pela Infracommerce

A Infracommerce, empresa líder na prestação de serviços digitais na América Latina, acaba de lançar o e-commerce da Montblanc, uma das maiores marcas de luxo do mundo. A empresa será responsável pelas áreas de TI, operações e gestão da loja virtual da Maison que passa a ofertar mais de 2.000 produtos por meio de um canal próprio para Brasil.

Para Alain dos Santos, managing director da Montblanc no Brasil, mais que um e-commerce, era preciso oferecer aos consumidores a mesma excelência que eles encontram em suas lojas mundo afora. “A Montblanc é uma marca consolidada no mercado de luxo em todo mundo e nós não poderíamos colocar em risco a nossa reputação no e-commerce. Por isso, contar com uma empresa como a Infracommerce, que tem experiência nesse segmento para gerenciar essa operação, é essencial”, explica.

O processo será customizado e contará com máquinas para gravação metálica e em couro para personalização de instrumentos de escrita e carteiras. O transporte e armazenamento também foram adaptados para receber a Maison, e a operação conta com transportadoras especializadas em produtos de alto valor agregado, além de cofres, câmeras e armazenamento de embalagens especiais.

Para Kai Schoppen, CEO da Infracommerce, fazer parte desse novo momento da marca e proporcionar a experiência que o cliente Montblanc exige, é um passo importante para a consolidação da qualidade Infracommerce. “Estamos há cinco anos no mercado e desde então temos conquistado empresas dos mais diversos segmentos que confiam a nós toda a operação de suas lojas online. A qualidade dos nossos processos, que vão desde a criação da loja até a entrega do produto e atendimento ao consumidor, é o que facilita o dia a dia do nosso cliente e estamos felizes em fazer parte dessa história com a Montblanc”, explica Schoppen.

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O que faz um site cair na Black Friday?

Em novembro acontece a Black Friday, principal data de vendas promocionais da internet. Para atender os consumidores em busca das melhores promoções é essencial que as lojas virtuais estejam preparadas. Além de conciliar todos os processos de antes, durante e pós compra, é fundamental para quem administra um e-commerce, não deixar a peteca – ou o site – cair. Manter a loja no ar é fundamental!

Entre os ajustes e melhorias necessários, estão os que visam sustentar de forma eficiente o grande volume de acessos que ocorrem nesse período. Ricardo de Paola, CTO da Infracommerce, empresa líder em negócios digitais na América Latina, cita alguns dos motivos para a queda de um site: “São vários os motivos, mas os mais comuns são a grande quantidade de acessos simultâneos, erros na programação, infraestrutura mal planejada, e, até mesmo, ataque de hackers”, revela.

Para prevenir esses problemas e oferecer uma melhor experiência de compra para os clientes, Paola ressalta algumas medidas:

Evite o gargalo de acessos

O gargalo de acessos, também conhecido como bottleneck (pescoço da garrafa, em tradução livre), acontece quando os servidores não têm capacidade para suportar um grande volume de dados gerados simultaneamente. “Existem cálculos que devem ser feitos para analisar quanta capacidade será necessária. Esses cálculos são realizados com base em edições anteriores da Black Friday e outras datas em que o tráfego tende a aumentar e na expectativa de vendas de cada loja. Assim, é possível determinar a quantidade de servidores necessária para processar aquele volume de dados”, esclarece o especialista.

Para atender a essa demanda, a Infracommerce desenhou, implementou e mantém uma arquitetura diferenciada voltada à escalabilidade, que conta com uma estrutura de data center (centro de processamento de dados) física e outra em nuvem. Ricardo de Paola explica que esse sistema atua de forma autônoma e inteligente, através de modelos preditivos, que identificam as tendências de aumento de volume de acessos, escalando e ampliando a capacidade de atendimento dinamicamente. Através da escalabilidade, mais servidores são adicionados na nuvem para dividir a carga e manter o atendimento, evitando qualquer tipo de gargalo e, por fim, garantindo a venda. Essa estrutura é redundante e balanceada, assim, caso qualquer servidor falhe, os demais redistribuem a carga entre eles imediatamente.

Erros de programação

A preparação para o Black Friday envolve um planejamento que vise o ciclo: implementação, garantia da qualidade e implantação. Além do uso de tecnologia, é importante contar com uma equipe de atendimento exclusiva para acompanhar as transações durante esse período. Com uma análise em tempo real é possível identificar possíveis erros e corrigi-los imediatamente, evitando que o consumidor desista da compra ou fique sem o produto.

Esse monitoramento permite não somente que as compras realizadas nesse sejam bem-sucedidas, mas também viabiliza um processo de melhoria constante. “O fim de uma Black Friday significa o início da próxima. Todo o desempenho é analisado para que os erros não se repitam e para que, no ano seguinte, a plataforma tenha uma performance ainda melhor”, conta o CTO da Infracommerce.

Proteção contra hackers

Fraudes com cartões falsos ou inserção de códigos maliciosos na programação dos sites são alguns dos golpes mais comuns envolvendo comércio eletrônico e, na Black Friday, eles tendem a aumentar, no entanto Paola ressalta que a prevenção é bastante simples. “É importante que o código do e-commerce seja seguro e criptografado. Isso protege não só a loja, como também os dados dos clientes”.

Outra técnica utilizada pelos hackers são sistemas robotizados capazes operar em alta velocidade e que podem, por exemplo, derrubar um site. Para evitar isso, existem softwares que detectam comportamentos atípicos, como muitos acessos de um IP ao mesmo tempo e, ao identificar o ataque, interrompe a conexão.

Todo esse planejamento, estudo e trabalho de prevenção garante que o consumidor realize suas compras online com rapidez, facilidade e segurança.

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Infracommerce dobra de tamanho em 2017 e segue contratando

A Infracommerce, empresa líder em soluções full service para e-commerce da América Latina, deu início a uma nova fase em 2017 com foco na expansão de atuação. A empresa cresceu 107% apenas no primeiro semestre do ano e contratou, nesse período, 204 novos funcionários, contando agora com um quadro de mais de 500 profissionais.

De acordo com Ednei Souza, CFO da Infracommerce, o crescimento escalonado da empresa oferece grandes oportunidades de ascensão profissional. “Aqui nós gostamos de reter nossos talentos, por isso proporcionamos sempre possibilidades de crescimento dentro da empresa, além de diferenciais muito atrativos. Temos diversos casos de funcionários que entraram como estagiários e hoje já atuam como gerentes”, conta Ednei.

As contratações fazem parte do plano de expansão da empresa que abandonou o status de startup e hoje ocupa lugar entre as gigantes do e-commerce no Brasil. A empresa já expandiu atuação para o México e prevê para os próximos 12 meses unidades na Argentina, Colômbia e Chile.

De acordo com Kai Schoppen, CEO da Infracommerce, a empresa pretende triplicar a movimentação em 2017. “Nossa expectativa é encerrar este ano com um faturamento 200% superior ao de 2016”, conta Kai.

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