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Informática fomenta vendas no varejo

O setor de informática protagonizou o crescimento das vendas do comércio em junho. O desempenho no trimestre foi positivo pela primeira vez desde o início de 2015 – ou meados de 2014 para três meses consecutivos de alta, segundo o IBGE. O crescimento nas vendas de informática e comunicação, segundo último levantamento do IBGE (de -11,2% no segundo trimestre de 2016 para 7,5% no segundo trimestre de 2017). Esse segmento teve expansão de 5,1% frente a junho de 2016, no terceiro resultado positivo seguido nesse tipo de comparação.

A influência da depreciação do dólar frente ao real, com reflexo nos preços de alguns componentes eletrônicos importados, em especial para microcomputadores e aparelhos eletrônicos, além da redução da variação de preços do principal produto (microcomputadores) contribuiu para este movimento, e de quebra reflete uma maior inclusão digital.

Para o presidente da Sociedade Brasileira de Computação (SBC), Lisandro Zambenedetti Granville, o desempenho positivo, mesmo diante de um cenário de crise, confirma que o brasileiro é um consumidor de tecnologias de ponta bastante ávido. “Produtos de informática são atualizados constantemente com novidades que chamam a atenção do consumidor, que tem interesse em possuir, sempre que possível, a última versão dos dispositivos de mercado” destaca.

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HP foca em expansão de mercado com PC para novos usuários

A HP Inc. anuncia hoje o lançamento do notebook HP 240, que vem com o sistema operacional Endless OS, desenvolvido com foco na inclusão de novos usuários na era digital. O HP 240 é um modelo ideal para as aplicações mais comuns e, com a parceria, oferecerá uma opção ainda mais acessível para novos usuários, pois combina a performance da HP com a usabilidade e o vasto conteúdo pré-instalado do Endless, acessível mesmo offline.

O sistema operacional foi desenvolvido com base em pesquisas em regiões onde a população tem acesso restrito à internet e grande familiaridade com smartphones. Ele vem com mais de cem aplicativos e ferramentas de trabalho e produtividade, incluindo uma enciclopédia com mais de 80 mil artigos, jogos educacionais, ferramentas para redigir documentos, planilhas e apresentações, e programas para editar vídeos e fotos, criar protótipos em 3D e ouvir música.

Para a HP, o produto representa uma oportunidade de oferecer soluções cada vez mais personalizadas de acordo com a necessidade de seus usuários. Segundo Bruno Ortolani, Gerente de Produtos da HP Inc., o foco da empresa é a experiência do usuário. “Oferecer um produto que promove inclusão digital e permite que a HP alcance um número cada vez maior de pessoas que, mesmo sem conhecimento prévio, terão oportunidade de adquirir seu primeiro notebook e usá-lo sem dificuldade ou limitações devido à conexão”, afirma Ortolani.

Para a diretora geral da Endless no Brasil, Roberta Antunes, “ao simplificar a experiência de uso do computador, que passa a ter valor para o usuário com ou sem internet, o sistema pode abrir as portas para um novo mercado: um vasto universo de usuários que sonha com o primeiro computador”.

O cenário brasileiro evidencia uma grande oportunidade. De acordo com a pesquisa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) encomendada pela Anatel, 6 milhões de residências brasileiras ainda não possuem acesso à internet por falta de cobertura e, de acordo com o Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br), 68% dos domicílios ainda não têm computador portátil.

Com o produto a HP pretende expandir o mercado consumidor criando um novo conceito de computador que já vem pronto para família, sem necessidade de compra de pacotes adicionais. Além disso, a empresa enxerga outro público que será beneficiado pela parceria. “Empresas que buscam soluções educacionais por meio de uma plataforma acessível e que permite a adição de pacotes desenhados para fins de educação também poderão se beneficiar do novo produto”, conclui Ortolani.

O notebook HP 240 com Endless está disponível a partir de R$1499, com a configuração: processador Intel Core i3, memória de 4GB, disco de 500GB, tela de 14’ HD, webcam integrada e gravador de DVDRW. O produto está disponível no site da HP: www.lojahp.com.br.

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KaBuM! lança hipermercado 100% online

O KaBuM!, pioneiro e maior e-commerce de informática e eletrônicos da América Latina, além de ser um dos 100 sites mais acessados do Brasil, acaba de lançar o KaBuM! To.Go, hipermercado 100% online.

Fundado em 2003 por dois jovens irmãos – na época, com apenas 17 e 21 anos de idade, na cidade de Limeira, interior de São Paulo, o KaBuM! se tornou referência nos segmentos em que atua e conta com mais de 4 milhões de clientes ativos. Neste ano, a empresa foi reeleita pelos consumidores como o melhor e-commerce do Brasil em sua categoria, por meio de votação pública da e-Bit, maior consultoria especializada em comércio eletrônico do país.

De acordo com estimativas de mercado, a companhia está próxima de atingir a marca de R$1 bilhão de faturamento ao ano e, segundo os seus fundadores, um dos pilares deste sucesso sempre foi o foco na experiência do cliente, incluindo desde a facilidade na navegação e ao atendimento, até a agilidade no envio e entrega do pedido. O resultado é o reconhecimento do KaBuM! como o e-commerce mais rápido do país – representado pelo Ninja, mascote da empresa.

A partir de toda a experiência adquirida em mais de uma década, o Grupo KaBuM!, que planeja a abertura de seu capital (IPO) nos próximos anos, mais uma vez inova e diversifica seu negócio ao lançar uma nova plataforma: o hipermercado KaBuM! To.Go, com uma operação totalmente própria. “Queremos estreitar ainda mais o relacionamento com nossos clientes, atendendo-os com maior frequência e proporcionando mais praticidade em suas vidas. Para isso, nada melhor do que ajudá-los a repor suas despensas”, esclarece Leandro Ramos, CEO e cofundador da empresa. “Entendemos que há uma oportunidade muito grande de crescimento neste nicho, que é pouco explorado. O motivo disso é claro: há uma alta complexidade de execução, em especial na logística – um dos pontos fortes do KaBuM!”, completa Leandro.

Para viabilizar o investimento no comércio eletrônico alimentar, os fundadores do Grupo KaBuM! tiveram mais uma vez que romper barreiras. “Quando apresentávamos o projeto, todos ficavam imediatamente entusiasmados, mas ouvimos diversas vezes que era algo muito complicado e, até hoje, ninguém havia o feito nesta escala – e era exatamente isso que nos motivava”, lembra Thiago Ramos, COO e também cofundador do e-commerce.

O KaBuM! To.Go conta com um Centro de Distribuição de aproximadamente 5 mil metros quadrados, localizado em Limeira-SP, dedicado especialmente ao projeto, e venderá um portfolio completo de produtos encontrados em um hipermercado tradicional, incluindo desde alimentos e bebidas até itens de higiene pessoal e limpeza. Apenas não serão comercializados produtos perecíveis, como frutas e legumes.

As compras já podem ser realizadas no endereço exclusivo: www.kabumtogo.com.br. Os clientes do KaBuM! poderão utilizar o mesmo cadastro do site, assim como o login do Perfu.me, loja eletrônica especializada em perfumaria e cosméticos do grupo.

A velocidade na expedição e entrega dos pedidos, já conhecida pelos clientes do e-commerce de tecnologia, também será aplicada ao segmento online de alimentos, já que a empresa é tão obcecada por agilidade, que conta com um Boeing 727-200 Cargo dedicado à operação, com o objetivo de reduzir o tempo de trânsito dos pedidos.

O hipermercado 100% online, que já apresenta uma infraestrutura robusta, oferecerá aos clientes um prazo de entrega das compras de 24 a 48 horas após a realização do pedido, sendo que, em algumas localidades, a entrega ocorrerá no mesmo dia – procedimento que será expandido para novas regiões, de maneira gradativa. Atualmente, o KaBuM! To.Go atende apenas o estado de São Paulo.

As metas estabelecidas para o novo negócio são claras: proporcionar extrema comodidade aos clientes, oferecendo uma grande variedade de produtos dentro de um só lugar, com a facilidade de recebê-los diretamente em sua casa ou em seu trabalho, sem a necessidade de enfrentar o trânsito para se locomover até o supermercado mais próximo, procurar uma vaga para estacionar, caminhar por todos os corredores e depois se deparar com uma enorme fila no caixa. “Algo que tradicionalmente pode levar questão de horas para ser realizado, no KaBuM! To.Go será concluído em poucos minutos, usando apenas um computador ou celular”, diz Leandro Ramos.

Dentro de uma realidade em que a rotina das pessoas é cada vez mais intensa, o objetivo da empresa também está voltado à qualidade de vida. “Queremos que nossos clientes invistam o tempo que seria gasto para realizar suas compras em outras atividades, como lazer ou a prática de exercícios físicos. É uma mudança cultural que veio para ficar”, conclui Thiago Ramos.

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SEPRORGS e Fenainfo defendem interesses do setor de TI em Brasília

O SEPRORGS, plataforma de negócios e representatividade para empresas de TI do RS, foi à Brasília para realizar reuniões com parlamentares e com o Ministério da Casa Civil, além de participar da Audiência Pública da Comissão de Trabalho de Administração e Serviço Publico. A comitiva liderada pelo presidente da entidade, Diogo Rossato, tratou sobre assuntos prioritários para o desenvolvimento do setor, como relações trabalhistas, contribuição sindical, unificação do PIS/ COFINS, desoneração da folha de pagamento e reforma da Previdência.

A missão foi composta pelo diretor Rafael Sebben, que também é vice-presidente regional da Federação Nacional das Empresas de Informática (Fenainfo), pela consultora para assuntos legislativos, Ana Paula Oliva, e pela assessora da diretoria, Karen Amaro.

“Tivemos uma receptividade muito boa e nossas pautas foram ouvidas, tanto pelo Legislativo, como por representantes do Executivo. Nossas reivindicações em prol do segmento de TI atingem diretamente o desenvolvimento das empresas e afetam a economia do país, que precisa urgentemente de recuperação. Estamos estreitando ainda mais o diálogo para construirmos uma agenda conjunta visando criar melhores condições de crescimento”, afirma Rossato.

Em parceria com a Fenainfo, a entidade teve um importante encontro com os assessores especiais Matheus Stivali, Leonardo Rangel e Eduardo Krause, da Casa Civil, que está sob comando do ministro Eliseu Padilha, no Palácio do Planalto. Foram debatidas pautas relevantes para o setor de serviços como a unificação do PIS/ COFINS, reforma trabalhista, desoneração da folha de pagamento, regulamentação dos serviços especializados (PL 4302/98) e reforma previdenciária.

O diretor do SEPRORGS, Rafael Sebben, representando a Fenainfo, participou da Audiência Pública da Comissão de Trabalho de Administração e Serviço Público, que discutiu a Regulamentação da Profissão de TI. Foram também ouvidas as principais entidades do setor, como a Associação Brasileira de Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), a Associação Brasileira das Empresas de Software (ABES), a Sociedade Brasileira de Computação (SBC) e a Federação das Associações das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação (Assespro Nacional).

Com parlamentares, a comitiva conversou com os deputados Laércio Oliveira, Covatti Filho e Alfredo Kaefer, sobre o PL 4302, de 1998, sobre trabalho temporário e regime de prestação de serviços a terceiros que, além de atualizar a Lei do Trabalho Temporário (Lei 6019/1974), dispõe sobre as relações laborais nas empresas de prestação de serviços a terceiros.

Já com o deputado Otavio Leite (PSDB/RJ), a entidade debateu sobre o PL 5752/2016, que é de sua autoria. O Projeto busca reconhecer juridicamente as instituições de pesquisa e inovação privadas, entre outras disposições. Também foi entregue ao senador Valdir Raupp, ofício referente a posição do SEPRORGS sobre PLC 61/2016, que trata da atualização da tabela da contribuição sindical.

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Resource IT oferece soluções da BringTo para Multilaser

A Resource IT, uma das principais e mais bem-sucedidas empresas brasileiras de serviços de TI, anuncia mais um case de sucesso de implementação de suas soluções de tecnologia. A Multilaser, um dos maiores players do segmento de eletrônicos e suprimentos de informática nacional, implantou soluções da BringTo, braço brasileiro do Centro de Inovação da Resource IT sediado no Vale do Silício, em seu e-commerce (www.lojamultilaser.com.br). O objetivo é facilitar e agilizar a coleta e análise da precificação de seus produtos, disponíveis nos 20 maiores marketplaces do Brasil e em mais de 300 lojistas online.

A Multilaser lançou a loja virtual em novembro do ano passado e precisava de um sistema em RPA (Automação Robótica de Processos, em português) que gerasse relatórios informativos sobre os preços praticados por seus parceiros. “Havia muita variação de valores, em alguns casos de até 45%, o que gerava insatisfação dos revendedores e afetava a imagem da companhia. Com as soluções da BringTo, passamos a atuar mais rapidamente e de uma forma mais preventiva. Agora é muito mais fácil reportar essas distorções na precificação e o relacionamento com as empresas que revendem os nossos produtos está mais saudável”, afirma Leonardo Castilho, Head de E-commerce e Pós-venda da Multilaser.

O BringTo Monitoring e o BringTo Analytics foram os produtos adquiridos. O primeiro é uma solução em Real Customer Experience que possibilita monitorar completamente o negócio, da performance dos sistemas à experiência real dos clientes. “Entregamos todas as variáveis decisivas em tempo real, integradas em um dashboard completo. A ferramenta monitora apps mobile, servidores, websites e quaisquer gadgets ou sistemas que precisem ser acompanhados”, afirma Claudio Teixeira, Gerente de Operações responsável pela BringTo. Segundo o executivo, é possível ainda customizar os painéis para exibição dos resultados que são mais importantes para o negócio, além de configurar o direcionamento dos alertas para os canais competentes.

Já o BringTo Analytics é uma ferramenta extremamente versátil de análise de dados, que suporta os mais diversos sistemas e plataformas como fonte de informação, de SAP a wearables, de Internet Bankings a e-commerces. Dados não estruturados, como imagens, documentos digitalizados, URAs (Unidade de Resposta Audível) e publicações em redes sociais, são analisados e integrados ao dashboard do cliente. “Nosso serviço é End2End, toda a operação da plataforma, incluindo infraestrutura em hardware é de responsabilidade da Resource IT. As companhias que atendemos não precisam se preocupar com instalações, setups, equipes ou qualquer gasto de energia, apenas identificar as informações relevantes para seu negócio” comenta Teixeira, da Resource IT.

Implementados recentemente, os produtos da BringTo estão ajudando a equipe da Multilaser com seu monitoramento, fazendo com que os riscos sejam identificados mais facilmente, possibilitando mais tempo para a realização de ajustes de prioridades e para o desenvolvimento do próprio e-commerce. Constantemente são coletados os preços de 150 produtos da Multilaser ofertados. Esses dados são armazenados e enviados duas vezes por dia para o profissional responsável, que alerta os parceiros da companhia caso haja diferença em relação ao preço sugerido pela fabricante.

“Optamos pela Resource IT porque a companhia nos ofereceu a proposta mais completa, além de ser uma empresa consolidada no mercado e que já conhecemos o trabalho por outros projetos. Recebemos muito mais informações em nossos relatórios do que teríamos de outras ferramentas”, afirma o executivo da Multilaser. Teixeira, da Resource IT, complementa: “Nosso objetivo é entregar soluções de ponta a ponta, incluindo consultoria e acompanhamento de nossos especialistas, com foco em monitoração, automação, integração, segurança, controle de qualidade e análise de dados”.

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Presidente da Sociedade Brasileira de Computação alerta para a necessidade de capacitação

O Brasil tem 149.716 empresas ativas na área de Internet, que geram 400 mil empregos e cujo faturamento alcançou R$ 150 bilhões em 2015, de acordo com informações do Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT). Mesmo com a instabilidade econômica e política que o País enfrenta, a indústria de TI terá um cenário com sinais de melhora a partir de 2017. A expectativa é de um crescimento de 1,6% nos investimentos alocados em recursos computacionais frente a 2016, segundo a Gartner, renomada empresa de consultoria, com sede em Stanford, Connecticut, Estados Unidos.

No entanto, mesmo com esse cenário promissor, existe uma carência de capacitação na área, já que a oferta de mão de obra qualificada não tem sido suficiente para as empresas, que procuram profissionais para ocupar posições estratégicas em um período de instabilidade econômica. Atualmente o setor emprega 1,3 milhão de pessoas, de acordo com a Associação Brasileira de Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom). A perspectiva é de que, nos próximos quatro anos, o Brasil irá precisar de 750 mil profissionais nessa área. Os números apresentados pela Associação Brasileira de Internet (Abranet) apontam que em 2022 serão três milhões de empregados trabalhando em TI, contra 1,5 milhão em 2015. Mas, existem 50 mil postos que estão esperando por um profissional qualificado.

“A computação é uma das áreas mais importantes para a economia brasileira e este é um setor que só tende a crescer nos próximos anos. A TI é uma área crucial para diversos outros segmentos como indústria, serviços, e agricultura. Além disso, o país que quiser estar na vanguarda deve continuar investindo na capacitação de pessoas para atender esta demanda crescente”, destaca o presidente da SBC (Sociedade Brasileira de Computação), Lisandro Zambenedetti Granville.

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UL do Brasil é líder em certificação de bens de informática

A unidade brasileira da UL, multinacional do setor de inspeções, ensaios e certificações de produtos, continua na liderança do segmento de bens de informática, de acordo com dados do INMETRO. A empresa é pioneira nesta categoria de produtos desde a implementação e efetivação do programa em 2012. No total, de janeiro a julho deste ano a UL do Brasil emitiu mais que o dobro da quantidade de certificados que o seu concorrente mais próximo, alcançando um total de 56% de todos os certificados de bens de informática emitidos no País neste período.

A certificação de bens de informática tem por objetivo assegurar que os produtos sejam aprovados nos ensaios de segurança elétrica, compatibilidade eletromagnética e eficiência energética, este último aplicável exclusivamente a computadores pessoais. Além dos produtos, as unidades fabris também são objeto de avaliação, sempre visando a conformidade com os requisitos estabelecidos pela regulamentação do INMETRO.

Além dos serviços de certificação, os clientes UL também contam com o laboratório UL Testtech para a realização dos ensaios de segurança elétrica e eficiência energética. O laboratório, situado na região Sul do País e adquirido pela empresa em 2013, teve sua área física ampliada em 70% entre 2014 e 2015 e incorporou novos ensaios para os mais diversos escopos. Além disso, a UL continua a investir nessa expansão e deve ampliar as instalações atuais em 300%, adquirindo também equipamentos para novos ensaios.

“A UL do Brasil mantém o foco em princípios científicos de segurança e questões de conformidade para ajudar da melhor forma nossos clientes a trazerem produtos inovadores para o mercado e demonstrar a conformidade com os reguladores. Nossa equipe de ensaios e de certificação de bens de informática, qualificada em nossos centros de excelência, possui larga experiência no segmento, o que torna a UL estrategicamente posicionada para ajudar os clientes a atingirem a conformidade em seus mercados-alvo”, afirma José Antonio de Souza Júnior, gerente de engenharia da área de bens de informática da UL do Brasil.

O volume de produtos sujeitos à certificação de conformidade tem crescido expressivamente. Este é um reflexo de um mercado cada vez mais competitivo e regulado e de uma sociedade com consumidores cada vez mais exigentes. Para o INMETRO, esta conjuntura induz à busca contínua da melhoria das condições dos itens avaliados, que beneficiam tanto os consumidores quanto as empresas, que tem ao seu dispor uma parte independente capaz de avaliar os produtos e atribuir maior credibilidade a eles.

Quando se trata de acesso ao mercado brasileiro, as diretrizes regulatórias de rápida evolução representam um desafio constante para os fabricantes, que devem se adequar às particularidades locais. Há mais de 120 anos no mercado e desde 1999 no Brasil, a UL é acreditada pelo INMETRO para avaliar diversos tipos de produtos quanto ao cumprimento das normas reconhecidas pelo Sistema Brasileiro de Certificação e oferece um serviço completo, incluindo ensaios laboratoriais de última geração, proporcionando aos fabricantes um nível de apoio inigualável e oferecendo, ainda, uma clara vantagem na simplificação e redução de tempo do processo.

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CDI abre inscrições para cursos gratuitos de tecnologia em São Paulo

Quem parou de estudar e não está trabalhando tem agora uma ótima oportunidade reprogramar sua vida e ter um futuro melhor com os cursos gratuitos do CDI (Comitê para Democratização da Informática). As inscrições já estão abertas e podem ser feitas até o dia 19 de agosto.

O CDI oferece, por meio do Programa Recode, o curso Introdução ao Mundo Digital, Internet, Word, Excel e Power Point, que vai de 23 a 25 de agosto, das 9h às 18h. Há também vagas para o módulo de Modelagem de Aplicativos e Noções de Gestão de Projetos, que começa dia 30 de agosto e vai até 1 de setembro, das 9h às 18h. As aulas acontecerão no CDI, na Praça Ramos de Azevedo, 131, República, São Paulo.

Os cursos são destinados aos que têm entre 14 e 29 anos e visam conectar o aluno. O Programa Recode traz ainda outras oportunidades, como participar de eventos de premiação e receber apoio para empreender. Tudo a partir do empoderamento digital, que permite a identificação e a resolução de problemas sociais e a melhoria na qualidade de vida dos cidadãos.

“Por meio da tecnologia, que já é a linguagem dos jovens, queremos que eles descubram o universo de novas possibilidades para realizar projetos e solucionar problemas de suas comunidades. Internet, computador e celular são ferramentas que podem abrir um leque de oportunidades de desenvolvimento para essa ampla parcela da população que está sem trabalhar e sem estudar”, afirma Carla Branco, gerente de Programas do CDI. Vale lembrar que, segundo o IBGE, 3,4 milhões de jovens, entre 15 e 29 anos de idade, abandonaram as salas de aula e não têm emprego formal. Isso equivale a 1 entre 5 brasileiros nessa faixa etária.

As vagas são limitadas e as inscrições podem ser feitas com um dos parceiros do CDI ou na própria organização. Ao fim dos cursos, serão dados certificados para os alunos que concluírem os módulos.

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Relatório da Capgemini e Informatica revela os hábitos de sucesso das equipes responsáveis por Big Data

O relatório mundial “Big Data Payoff: Turning Big Data into Business Value” (O retorno do investimento de Big Data: Transformando dados em valor para o negócio, em Português), feito em parceria pela Capgemini e Informatica, revela que as empresas que mais têm feito progresso na operacionalização de projetos de Big Data são aquelas que possuem governança bem estruturada, abordagem de implementação disciplinada e executivos engajados. A pesquisa, que contou com a participação de 200 executivos do alto escalão das áreas de TI e gestão de dados, mostrou que menos de um terço (27%) dos projetos de Big Data são lucrativos, e que a maioria das empresas ainda terá muito trabalho para obter o máximo retorno do seu investimento. A lucratividade do Big Data depende de quem é responsável pelo projeto: a probabilidade de haver projetos de Big Data lucrativos é duas vezes maior quando são os diretores operacionais e os de dados, e não os diretores de TI, que os lideram. Mesmo com mais da metade (52%) afirmando que seus diretores de TI são responsáveis pela estratégia de Big Data, essa missão está passando para outros executivos, como o diretor operacional (20%), tecnológico (16%) e o de marketing (16%).

“O estudo fornece informações esclarecedoras sobre como essas empresas estão gerando impacto positivo no negócio com seus investimentos em Big Data. As organizações que estão colhendo benefícios atribuem a responsabilidade pelo Big Data ao negócio, trazendo uma grande mudança no desempenho”, diz o líder da divisão global de Insights & Data da Capgemini, John Brahim. “O principal campo de batalha é claramente a liderança das iniciativas, espelhando o que já havíamos testemunhado com a transformação digital. No entanto, o estudo revela que muitas empresas ainda estão no meio do caminho para verdadeiramente tirarem proveito das análises geradas, citando as restrições orçamentárias e a integração como grandes desafios para a operacionalização total do Big Data”.

Os resultados do estudo mostram a crescente influência dos executivos de negócios nas iniciativas de Big Data, além de destacar que o diretor operacional é quem está liderando os projetos que mais avançam. As empresas que estão lucrando com as iniciativas de Big Data também tendem a ser mais eficientes na gestão da qualidade e da governança dos dados e melhores na aplicação das normas organizacionais:

• Três quartos (75%) das empresas lucrativas que responderam à pesquisa disseram que seu progresso na melhoria da qualidade e governança dos dados era excelente ou muito bom, se comparado com 50% no geral.

• 75% afirmaram ser excelentes ou muitos boas na área de padronização e aumento da consistência por toda a empresa, frente a 47% no geral.

“Os resultados da pesquisa indicam uma correlação direta entre o uso de práticas de qualidade e governança dos dados e a geração de resultados positivos em projetos de Big Data. Para obtenção de valor para o negócio de modo consistente e sustentável, é necessário fazer investimentos nos principais pilares da gestão de dados: integração, qualidade, governança e segurança do big data”, afirma o vice-presidente executivo e diretor de produtos da Informatica, Amit Walia.
Outros resultados importantes do estudo revelam que:

• Mais da metade dos respondentes (55%) disse que suas empresas ou alguns departamentos possuem projetos de Big Data regulares ou em andamento.

• 49% dos que indicaram grande envolvimento dos executivos disseram que suas iniciativas de Big Data são lucrativas, contra apenas 6% que não contam com apoio de seus executivos.

• Os três benefícios mais comuns das estratégias de Big Data são a capacidade de tomar melhores decisões (37%), colaboração e compartilhamento de informações (34%) e produtividade (33%).

• Entre essas empresas com projetos lucrativos, 51% apontou o principal benefício como sendo a maior satisfação e retenção dos clientes.

• Em geral, as restrições orçamentárias (44%) e a integração (35%) foram mencionadas como grandes desafios para quem deseja tirar proveito dos insights gerados pelo Big Data.

• 27% dos respondentes disseram que suas iniciativas de Big Data são lucrativas; 45% afirmaram que os resultados cobrem os investimentos e 12% indicaram que estão perdendo dinheiro (12% acreditam que ainda é muito cedo para saber).

• A responsabilidade pelos projetos é bem diferente nos EUA e na Europa. Nos EUA, 39% dos projetos são controlados pelo diretor de TI, percentual que sobe para 64% nas empresas europeias.

• A execução da estratégia geralmente é feita por especialistas em dados (30%) e, às vezes, pelos gestores de TI (28%) ou arquitetos de bancos de dados (21%).

Visão orientada ao conhecimento: a jornada rumo à transformação digital baseada em dados
Na maioria dos projetos de Big Data, os resultados só cobrem os investimentos ou estão tendo prejuízo. A maioria das empresas ainda não é voltada à geração de conhecimento. Para operacionalizar o Big Data de modo integral, as empresas precisam:

1. Garantir o apoio e a liderança dos executivos em iniciativas de Big Data. Nada abaixo do alto escalão será suficiente para promover uma mudança duradoura.

2. Ampliar a arquitetura de informações com a modernização dos sistemas de armazenamento de dados e a integração de novas tecnologias de Big Data.

3. Criar uma estrutura colaborativa de governança de dados que traga agilidade organizacional, incorporando, ao mesmo tempo, segurança e qualidade dos dados.

4. Trabalhar com foco em uma cultura dinâmica, voltada a dados, que envolva tanto os executivos como os funcionários nos estágios iniciais do desenvolvimento, usando e aprimorando as soluções de Big Data.

Para ter acesso ao relatório completo, visite: https://www.capgemini.com/insights-data/data/big-data

Para o relatório “O retorno do investimento de Big Data”, a Capgemini e a Informatica trabalharam com o IDG para pesquisar 210 empresas com mais de mil funcionários, com a média de funcionários em 22 mil nas empresas europeias e um pouco menos de 24 mil nas empresas dos EUA, no mundo inteiro nos setores de bens de consumo; varejo, atacado e logística; serviços públicos e telecomunicações. Também foram conduzidas entrevistas com executivos do alto escalão responsáveis pela supervisão das iniciativas de Big Data nas principais empresas.

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DATEN anuncia nova estratégia de vendas para o varejo

A DATEN, uma das principais fabricantes brasileiras de equipamentos de informática, anuncia sua nova estratégia de vendas para o setor varejista. A reestruturação de sua área de varejo tem como objetivo aumentar a capilaridade e a presença da empresa no mercado por meio da expansão no número de revendas, representantes e parceiros. A estratégia também inclui o lançamento de uma nova linha de computadores, que estará disponível até o final de 2016.

“Após 15 anos como referência nos mercados corporativo e governamental, queremos levar nossa expertise também para o varejo. Estamos investindo muito e montando uma equipe experiente com o objetivo de colocar os nossos produtos à venda para o consumidor final em todas as regiões do Brasil”, afirma Francisco Ferreira, Diretor Comercial de Varejo da DATEN. Segundo o executivo, a expectativa é que os computadores da fabricante estejam disponíveis em mais de 8.000 lojas pelo País.

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A história se repete

Por Rafael Pereira Dubiela*

Por muitos anos, quando éramos jovens, ouvíamos incansavelmente que vivíamos no “país do futuro” e que logo chegaríamos aos tempos modernos. Com os anos, envelhecemos, e cada vez mais nos parecemos com nosso passado.

A OMC fará sua primeira grande negociação, depois de 18 anos. Essa negociação envolverá a redução e, em alguns casos, a eliminação das tarifas de importação em aproximadamente 80 países. E estamos de fora dessa! De novo.

Em entrevista recente, o atual presidente da Associação Brasileira da Industria Elétrica e Eletrônica, Humberto Barbato, afirmou categoricamente que nunca foi “de nosso interesse” participar desse acordo, uma vez que o mesmo ameaçaria a integridade de nossa indústria eletroeletrônica.

A última vez que isso aconteceu foi no ano de 1984 – e seus efeitos estimados foram de 20 anos de atraso em todas as áreas da indústria nacional, da automobilística à indústria de brinquedos. E as intenções eram as melhores possíveis. Porque elas sempre são!

Tudo começou na ditadura, quando nossos militares quiseram construir seus próprios computadores para embarcá-los em suas fragatas. Por acharem que precisariam impedir as empresas de outros países de terem acesso aos nossos segredos militares (supostamente porque isso era algo que pudesse ameaçar nossa soberania nacional), nascia a ideia da reserva de mercado para fabricantes nacionais de tecnologia.

Essa ideia entrou em vigor no dia 29 de outubro de 1984, com a primeira Lei da Informática, a Lei Federal nº 7.232/84, que durou exatos oito anos. Aos olhos de hoje, é muito fácil julgar o que houve naquela época, assim como é possível observar as consequências positivas e negativas.

De negativo, tínhamos os valores dos equipamentos nacionais. Três, quatro e por vezes cinco vezes acima dos similares estrangeiros. Coisa que, curiosamente, em alguns segmentos da informática ainda insistem em existir. Além disso, como dito anteriormente, o atraso de toda a nossa indústria foi uma das consequências diretas da lei. Uma vez que novas tecnologias não entravam e as tecnologias nacionais não davam conta de absorver toda a demanda, industrias como a automobilística e têxtil amargaram um grande atraso em inovações tecnológicas.

Pessoalmente, penso que o pior de todos os efeitos negativos foi a cultura da pirataria. Uma vez que era mais fácil para as empresas nacionais copiarem projetos feitos lá fora do que produzir as suas pesquisas, durante anos tivemos situações constrangedoras de quebras de patentes. E até hoje ainda se encontram pessoas que não respeitam o direito de propriedade intelectual, não somente na área da informática, mas em toda a área de entretenimento (música, filmes, jogos, e afins).

Mas nem tudo foi tão ruim assim. Graças, em parte, a essa política de proteção, hoje temos o mais moderno sistema financeiro do mundo, além de sermos o único país da América Latina a ter uma fabricação nacional de PCs. Dito “em parte”, porque tem muita gente que fala que isso tudo aconteceu “apesar da Lei” e não “por causa dela”.

O fato é que hoje não somos mais insipientes como no passado. Hoje temos uma indústria muito mais preparada para o enfrentamento do que tínhamos. Temos um sólido parque de hardwares e uma forte formação de profissionais capacitados a produzir soluções de softwares, de serviços e inovações. Não tenho dúvida que nossa participação nesse acordo seria muito positiva por vários aspectos.

Curiosamente, já há algum tempo, preparamos nossos alunos para essa realidade, citando incansavelmente que os concorrentes não estão aqui, mas sim, do outro lado do mundo – e que devemos estar preparados para um mundo globalizado, onde a inovação pode ocorrer em qualquer lugar do planeta. A simples superação de nossos compatriotas não pode ser nossa meta. Devemos pensar em como superar os asiáticos, os norte-americanos, os europeus, enfim.

É no ambiente acadêmico que, historicamente, se fazem as grandes mudanças dos paradigmas. Quem sabe um dia, possamos olhar para o nosso passado e vermos o dia de hoje como uma oportunidade de, apesar de não sermos contemplados com o acordo da OMC, gerarmos inovações tecnológicas de ponta.

* Rafael Pereira Dubiela é coordenador do curso de Jogos Digitais do Centro Tecnológico (CT) Positivo.

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Mercado em expansão para profissionais de informática

No dia 19 de outubro, é comemorado o Dia do Profissional da Informática ou da Tecnologia da Informação – TI. E você, é bom em lógica e matemática? Também é fascinado pelo mundo das inovações tecnológicas? Caso as respostas sejam afirmativas, provavelmente você tem afinidade com esta área do conhecimento. Em uma era globalizada, a tecnologia é umas das principais responsáveis por aproximar as pessoas de diferentes partes do globo. E no mercado de trabalho, cada vez mais, a informatização domina os processos corporativos e os profissionais, não apenas da área, devem estar atentos às constantes evoluções.

Falando especificamente do setor, hoje ele é um dos que mais demandam profissionais qualificados e o apagão de talentos já é uma realidade em nosso país. De acordo com um levantamento feito pela consultoria IDC Brasil, este mercado já apresenta uma carência de cerca de 40 mil profissionais. E a previsão é de que este número aumente para 117 mil vagas, que devem ser abertas até o final de 2015. Segundo o diretor do Instituto Monitor, escola pioneira em EaD no Brasil, o momento é oportuno para quem tem interesse de ingressar nesta área. “Com o avanço das companhias de infraestrutura e tecnologia no país, além da crescente necessidade por serviços de TI, tanto por empresas públicas quanto privadas, o mercado de trabalho em geral tem criado novas oportunidades constantemente”, explica Alves. Uma pesquisa do IPEA, divulgada em 2013, mostra que 16% do total de postos de trabalho, abertos entre os anos de 2009 e 2012, foram de TI.

Para adentrar neste universo tecnológico, o profissional tem mais de um caminho: cursar a graduação em Ciências da Informação ou Sistemas de Informações, ou concluir o curso Técnico em Informática. “O curso técnico do Instituto Monitor capacita o profissional para atuar com competência e qualidade. Ele é preparado para desenvolver programas, instalações e configurações de periféricos e de softwares, além de prestação de suporte para usuários. A vantagem do curso técnico é que a formação é mais rápida (mínimo de três meses) e menos onerosa. E também é uma porta de entrada para a pessoa identificar se realmente gosta da profissão e pensar em cursar uma universidade mais para frente”, afirma o diretor.

E com a globalização do mercado, cada vez mais este profissional terá oportunidades para trabalhar, tanto o bacharel como o técnico. Dentre elas, cargos como administrador de banco de dados, analista de redes, sistemas, segurança ou suporte, e programador estão entre as opções. “A função de programador, por exemplo, só exige o diploma de curso técnico e a remuneração varia entre R$1.800 e R$9 mil reais”, contemporiza Alves.

Sobre o Instituto Monitor

O Instituto Monitor é a primeira escola no Brasil a desenvolver a educação a distância como modalidade de estudo. Com mais de 80 mil alunos, o Instituto Monitor atua em diversas frentes: além dos cursos EJA e Técnicos em Transações Imobiliárias, Eletrônica, Contabilidade, Secretariado, Logística, Petróleo e Gás, Segurança do Trabalho, Administração, Informática e Secretaria Escolar, foram criadas a divisão de Informática (Monitor Informática), a divisão de concursos públicos (Monitor Concursos), a divisão de cursos de gestão (Monitor Cursos Empresariais) e a divisão dedicada ao desenvolvimento de conteúdos corporativos customizados (Monitor Corporate). Oferece cursos nas modalidades: Estudo Personalizado a Distância com material impresso, Semipresencial em Grupos de Estudos e Estudo Online pela internet.
Possui sedes próprias em São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná, além de polos de atendimento no interior de São Paulo.

www.institutomonitor.com.br

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Brasil tem 10,4 milhões de PCs com mais de quatro anos de uso

Um levantamento feito pela Intel Brasil em 2013 mostrou que, de um total de 118 milhões de máquinas sendo utilizadas no país – entre desktops e notebooks – 10,4 milhões, ou 9% do total, possuem mais de quatro anos de uso. As máquinas com tecnologias defasadas causam gastos extras com energia elétrica e manutenção, além de prejudicarem a produtividade e a eficiência dos usuários domésticos e empresariais.

“A tecnologia da informação se desenvolve a passos largos e rápidos, e os ganhos de economia e produtividade de um ano para o outro são altamente expressivos”, comentou Fernando Martins, Presidente da Intel Brasil. “O Brasil está entre os maiores mercados de PC do mundo, mas ainda temos uma boa parcela da população utilizando tecnologias ultrapassadas e que não entregam a experiência e a produtividade que se espera de um computador nos dias de hoje”.

O alto número de máquinas defasadas no país contrasta com a tendência de queda de preços dos equipamentos – de acordo com dados do IBGE, os computadores ficaram 61% mais baratos nos últimos 10 anos – e também com a onda de inovação que tomou conta do mercado de PCs em anos recentes, com a chegada de interfaces baseadas em toques, um aumento drástico na eficiência energética e na vida de bateria de computadores móveis, e a chegada de formatos ultraportáteis e também de modelos conversíveis, que unem características de tablet e notebook.

Computadores antigos causam ansiedade nos usuários

O uso de máquinas com mais de quatro anos pode trazer prejuízos aos consumidores – tanto no gasto com energia elétrica e com manutenção – como também criar experiências desagradáveis e diminuir a produtividade do indivíduo. O estresse dos usuários com computadores extremamente lentos e que não produzem a contento foi batizado pela Intel como “Síndrome da Ampulheta”. Pesquisas da Intel apontam que pelo menos metade das pessoas afetadas pelo estresse tecnológico já reagiu de maneira inapropriada enquanto esperavam, seja gritando com o computador (62%), bater no mouse (29%) ou golpear a tela ou teclado (24%).

A ansiedade não é o único problema causado pelos computadores defasados – com a proliferação de serviços pela internet, como compra de ingressos para shows e cinemas, netbanking, promoções-relâmpago em sites de e-commerce e compra de passagens e check-in online em aeroportos, os usuários de máquinas antigas correm o risco de perder oportunidades e dinheiro por conta de um sistema que não responde à tempo ou que não consegue finalizar uma determinada tarefa.

“O computador nunca foi tão acessível no Brasil. O preço tem caído consistentemente, enquanto o número de modelos disponíveis nas lojas só aumenta. O consumidor que possui um computador com mais de cinco anos de uso está efetivamente perdendo tempo e dinheiro continuando com uma máquina antiga”, comentou Fernando Martins. “O computador deve ser um aliado na nossa vida cotidiana, e não uma fonte de estresse e gastos desnecessários”.

Mercado corporativo

As empresas também sofrem com problemas semelhantes aos usuários domésticos quando não atualizam seus parques de máquinas. A defasagem dos computadores diminui a produtividade dos funcionários, sobrecarrega os departamentos de TI e inflam os gastos com infraestrutura.

“No caso das empresas, a situação fica mais crítica quanto maior o número de máquinas instaladas na empresa, pois os problemas se multiplicam”, disse Martins. “Até mesmo uma empresa de pequeno porte, com dez ou vinte computadores, pode sentir um grande impacto na lucratividade quando descuida do parque de máquinas”.

A Intel calcula que as pequenas e médias empresas com computadores com mais de quatro anos podem perder até R$ 1.364,00 por ano por computador com gastos extras de reparos e manutenção (48% a mais do que um PC novo), até 31% a mais com custos anuais de atualizações e perder até 2x mais produtividade com máquinas excessivamente lentas e sistemas que não respondem na velocidade necessária.

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BXBmaster da Solusoft ajuda empresa a “enxergar melhor” o próprio negócio

A Embrapol é uma empresa especializa em serviços, produtos e soluções completas para óticas. No ramo em que atua, é importante tomar decisões rapidamente com base em relatórios gerenciais. O diretor da Embrapol Nilo Ferreira Júnior diz que a empresa analisa e cruza informações de formas diferentes como carteiras de vendedores com diferenças de produtos, tratamento, material, serviços, regiões. E para isso , utiliza o BXBmaster, ferramenta de Business Intelligence da Solusoft Informática.

Nilo destaca a simplicidade, o baixo custo e a eficiência do BXBmaster. “É direto ao ponto, não precisamos de treinamento especial, não pagamos por mais do que precisamos. Do momento da instalação ao uso, deu menos de uma semana”. Nilo também ressalta que é muito importante o fato de não precisar do apoio da área de TI da empresa para utilizar a ferramenta. “ Muitas vezes, eu resolvo tudo sozinho. E a equipe de venda também consegue isso. Há relatórios em que eles entram, olham e resolvem de uma forma simples e direta”.

O BXBmaster também solucionou problemas antigos que dificultavam a produção e a análise de relatórios. Nilo Ferreira Júnior conta que a empresa trabalhava com outro software que saiu do mercado. O banco de dados evoluiu e houve uma desconexão das ferramentas de gestão. Aí, começaram as dificuldades na hora de extrair dados, aumentando a dependência do apoio da equipe interna de TI para solução de problemas. Relatórios que precisavam sair na hora ou, no máximo, em um dia, acabavam não ficando prontos para tomada de decisões urgentes. “O BXB facilitou muito isso, concluiu o empresário. Acompanhe depoimento em vídeo:

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Vídeo: lançamento do Plano TI Maior

O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação lançou o Programa Estratégico de Software e Serviços de Tecnologia da Informação “TI MAIOR”. A ideia é estimular o desenvolvimento do setor no Brasil. A cerimônia de lançamento aconteceu em São Paulo, nesta segunda-feira (20), e contou com a presença do Ministro Marco Antonio Raupp e dos secretários do MCTI Luiz Antonio Elias e Virgílio Almeida.

WebTv Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

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Empresas inovadoras apresentam conquistas com programa de financiamento

Em um evento em Curitiba, 50 empresas apresentaram soluções e produtos inovadores que foram viablizados pelo PAPPE – Programa de Apoio ‘a Pesquisa na Micro e Pequena Empresa. No Paraná, o programa investiu mais de R$ 13 milhões em recursos financeiros, por meio de subvenções não-reembolsáveis (que preveem prestação de contas e contrapartidas) em uma parceria entre Sebrae-PR, Federação das Indústrias do Paraná, Insituto Brasileiro de Qualidade e Produtividade e FINEP – Financiadora de Estudos e Projetos do Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação. Acompanhe reportagens em vídeo que mostram o evento e casos de sucesso.

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Comunicação Digital da FIEP aumenta e dinamiza conteúdo com utilização do WebPublication da Visionnaire

Felipe Eiras é coordenador de Comunição Digital da Federação das Indústrias do Paraná. Em uma entevista ao programa Valor Agregado, ele conta como o portal da FIEP aumentou o número de acessos a notícias e divulgação de produtos e serviços utilizando o WebPublication, sistema de gerenciamento de conteúdo desenvolvido pela Visionnaire Informática. Gustavo Schwab, da Visionnaire, também fala sobre as diversas aplicações possíveis com o uso do WebPublication.

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A importância da usabilidade em software

Em uma iniciativa do Arranjo Produtivo Local de Software de Curitiba, a Solusoft Informática participou do curso de Usabilidade de Software, ministrado por Rubem Pechansky, diretor da empresa Hypervisual. O trabalho teve como foco a importância da experiência do usuário, prover os meios para a identificação de problemas e encaminhar soluções nos aplicativos das empresas participantes. O assunto é cada vez mais percebido como fator decisivo para o sucesso de produtos da área de T.I.

Segundo Pechansky, as empresas de software do Brasil iniciaram as atividades em um ambiente em que o usuário final era, geralmente, alguém com bom conhecimento técnico em informática. Por isso, a maioria nunca se preocupou com o tema usabilidade. Agora, com a disseminação de softwares de gestão pelas empresas, em geral, os usuários mostram o desejo de interagir com ferramentas de uso simples, com tudo de fácil alcance e sem a necessidade de muitos comandos ou grande conhecimento para executar as operações. Rubem Pechansky também destaca que é mínima a chance de sucesso de soluções para celulares e tablets que não apresentarem interface bem desenhada e de uso rápido e fácil. A Solusoft Informática reforça o trabalho focado em usabilidade neste momento em que o mundo corporativo demanda soluções em mobilidade para garantir aos clientes o melhor aproveitamento de seus softwares de business intelligence não só em desktops, mas também via web e em dispositivos móveis.

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