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Como ajudar empresas a enxergar a inovação dentro de casa?

Por Débora Costa

Muitas empresas têm dificuldades em tangibilizar ideias e, mais do que isso, dificuldade de aproximar o setor de pesquisa da área de negócios da empresa. São comuns as dúvidas sobre como tornar as pesquisas investidas pela empresa comercialmente viáveis, ou como fazer com que enxerguem o valor da pesquisa para o negócio.

Grandes empresas contam com centros de tecnologia e pesquisa dentro delas, mas, muitas vezes, o material pesquisado é bastante teórico, ou específico, como a descoberta de um novo componente químico. Isso, somado a um número considerável de pesquisas acontecendo ao mesmo tempo. Mas, como agregar valor ao negócio e linkar as áreas de pesquisa e negócio com um estudo tão técnico?

O trabalho de um especialista em Experiência do Usuário deve acontecer neste momento, para ajudar as empresas a se organizarem e enxergarem a inovação que está aguardando para ser lançada. Esse profissional tem a expertise necessária para clarear as ideias e fomentar a criatividade entre os colaboradores. Por meio da criatividade, é possível transformar situações e inovar, até mesmo no modo de agir frente aos desafios. A criatividade, inovação e empreendedorismo andam lado a lado. Antes que se tenha inovação, é necessário ser criativo e, para criar, é preciso empreender.

Criatividade pode ser ensinada, e existem técnicas que servem como gatilho para ajudar as pessoas a serem mais criativas. Muito mais do que elencar as técnicas a serem utilizadas, vamos pensar nas diferentes formas como as pessoas pensam e agem perante a situações adversas.

Algumas empresas, muitas vezes sem a intenção, impõem a cultura do “medo de errar” e, consequentemente, fazem com que seus colaboradores tenham receio de arriscar, o que resulta em perda de confiança. No final do ano, a Apple publicou um vídeo incentivando as pessoas a compartilharem suas ideias, sem medo do julgamento. Com a liberdade de criação, inúmeras habilidades podem ser descobertas, soft e hard skills presentes nas equipes de diferentes áreas.

Existem vários tipos de habilidades, e isso faz com que as pessoas aprendam e entendam de forma diferente. Howard Gardner destaca 8 tipos de inteligências múltiplas: lógico-matemática, espacial, verbo-linguística, interpessoal, intrapessoal, naturalista, cinestésica e musical. Esse conjunto de habilidades serve para entender as combinações e relações lógicas que os seres humanos fazem para aprender e relacionar as coisas. E ajuda a saber como trabalhar a expertise de cada uma dessas pessoas, exercitando diferentes formas do pensamento e desenvolvendo múltiplas habilidades que ajudam na solução de problemas diversos. Trabalhar e exercitar essas diferentes formas ajuda as pessoas a pensarem e entenderem de forma diferente, o que auxilia na hora de ser criativo.

Estimular a criatividade faz com que as pessoas sejam mais inovadoras e empreendedoras. Para ser empreendedor, é preciso ser constantemente criativo nos negócios. É necessário estar sempre se reinventando e criando novas soluções, estando à frente da curva, vendo e prevendo os cenários.

Para ajudar as empresas a solucionarem problemas de forma criativa, os profissionais de UX fazem uso de ferramentas do Design Thinking como forma de resolver problemas e desenvolver produtos e projetos baseados no pensamento dos designers. Usando pesquisas, brainstorms, seleção de ideias e prototipagem, para chegar a uma solução eficaz, por diferentes perspectivas, colocando sempre os clientes no centro das decisões e envolvendo-os em todo o processo, desde o entendimento até a entrega das soluções.

O uso do Design Thinking como um meio estruturado para combinar imaginação, conhecimento e experiências na geração de ideias inovadoras tem resultados efetivos para o mercado. É possível enxergar o sucesso em diferentes pontos:

– Melhorias incrementais e radicais no desenvolvimento de novos produtos, processos ou serviços;

– Melhorias na qualidade da comunicação e efetividade nos negócios;

– Melhorias para problemas recorrentes, muitas vezes aparentes em SACs relatados pelos clientes;

– Melhorias em experiência de um produto como um todo, desde o seu lançamento até a gestão do mesmo.

Essas técnicas têm ajudado uma variedade de setores como indústrias, mercados financeiros, comércios, governos, educação, entretenimentos, entre muitos outros. Se identificou com algum tópico do que foi dito? É um ótimo momento para escutar e aplicar as dicas de um profissional de UX.

Débora Costa, UX Leader at ilegra, empresa global de negócios e tecnologia

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ilegra leva robô ao CIAB 2018 para que visitantes possam testar o nível de tecnologia em suas empresas

O maior evento de tecnologia da informação para o setor financeiro está se aproximando e a ilegra, empresa global de negócios e tecnologia, é uma das expositoras e apoiadoras do Lounge Fintech, espaço que reunirá startups nacionais e internacionais. Com o tema Inteligência Exponencial, o CIAB FEBRABAN será realizado de 12 a 14 de junho, no Transamérica, em São Paulo.

Com o objetivo reforçar o relacionamento com o mercado financeiro, apoiar novas iniciativas e ser parte ativa do ecossistema bancário, a ilegra leva para o evento toda a sua expertise em estratégias de transformação digital das instituições financeiras, deixando-as preparadas para a realidade de um mercado altamente dinâmico, uma vez que a companhia possui muitos cases de inovação e transformação digital no setor, como Bradesco, Cielo, Agibank, Sompo Seguros, Porto Seguro, BNP Paribas Cardif e Unicred Brasil.

Em sua primeira participação no CIAB, a ilegra irá demonstrar algumas de tecnologias, além de prestar consultoria gratuita aos visitantes, com diagnósticos rápidos sobre o cenário de suas empresas e se estão preparados para um mundo em constante movimento de inovações.

Outra importante participação da ilegra no evento será dia 13 de junho, ocasião em que Caroline Capitani, VP de Business Innovation na ilegra, será moderadora do painel “Da Competição à Colaboração”, que discutirá a importância da colaboração entre fintechs e instituições financeiras tradicionais para impulsionar a inovação e desenvolver ferramentas para melhorar a experiência do cliente. Guido Tamburini, Managing Partner, na CAPCO, e Guilherme Horn, Líder de Open Banking na América Latina, na Accenture, apresentarão cases que estão transformando o mercado financeiro, às 16h, no Auditório F5.

Apresentação de tecnologias

Durante o evento, a ilegra disponibilizará em seu estande um robô de atendimento que permitirá aos visitantes testar o grau de inovação das empresas em que trabalham, bem como verificar o quanto estão por dentro do assunto “fintechs”.

A empresa também proporcionará uma experiência tecnológica que utiliza o reconhecimento facial como forma de validação de transações que se passam em um cenário lúdico. O visitante poderá, por exemplo, investir em sonhos e transferir felicidade. “A ideia é apresentar o know how da ilegra em pesquisa, inovação, design e tecnologias vanguardistas”, reforça Caroline.

Mapeamento de fintechs

Além de apoiar o Lounge Fintech, a ilegra contribuiu com o CIAB FEBRABAN com um mapeamento das fintechs da América Latina. A empresa identificou startups expoentes em países como México, Argentina e Colômbia, onde aconteceram seletivas promovidas pela Febraban, por meio de demodays, para escolher as mais atrativas e trazer ao evento. Também foram identificadas fintechs do Chile e Peru, somando 194 empresas dos 5 maiores PIBs latino-americanos, fora o Brasil.

“Vimos no CIAB uma grande oportunidade de expor nossos serviços e cases, relatando como ajudamos a oxigenar o negócio dos nossos clientes para este mundo inquieto e em constante transformação”, complementa Caroline. A presença da ilegra no evento faz parte das comemorações dos 10 anos da filial em São Paulo. Fundada em Porto Alegre (RS), há 16 anos de mercado, a companhia está presente ainda em Ohio e Flórida (EUA).

Ciab Febraban 2018

Data: 12 a 14 de junho de 2018

Transamerica Expo Center, São Paulo

Site oficial: http://www.ciab.org.br/

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Seguros em transformação: as insurtechs que estão quebrando paradigmas

Por Caroline Capitani

O início da atividade seguradora no Brasil se deu em 1808 com a abertura dos portos ao comércio internacional. A primeira sociedade de seguros a funcionar no país foi a “Companhia de Seguros BOA-FÉ”, que tinha por objetivo operar no seguro marítimo. De lá para cá, passados dois séculos, o que se percebe é um mercado ainda pouco pulverizado, dominado por grandes players e com um sistema regulatório muito tradicional.

O segmento de seguros no país, mesmo durante o período de instabilidade econômica, segue crescendo (9,2% segundo o CNseg em 2016). Apesar do crescimento no Brasil, o mercado possui uma necessidade muito forte para inovação. Especialistas ressaltam também a importância da adaptação do setor ao consumidor 2.0, cada vez mais conectado à internet.

O mercado está em transformação, processos burocráticos estão sendo repensados, a linguagem técnica substituída por uma abordagem mais humanizada e compreensível aos leigos. “One click” e “on-demand” são alguns dos termos que estão norteando a reescrita de modelos de negócios na área de seguros que está sendo tomada pelo digital. Acredito que as inovações que serão incorporadas pelo setor nos próximos 20 anos vão mudar o mercado segurador muito mais do que os 200 anos de existência no país.

Será que a visão darwiniana da evolução das espécies se aplica ao setor de seguros? Só o tempo nos dirá se as empresas tradicionais sobreviverão nesse novo contexto ou terão que necessariamente evoluírem rapidamente para não serem engolidas pela seleção natural. Esse mercado tão tradicional no país já tem dado pistas que está sendo repensado haja vista a quantidade de eventos que estão surgindo para discutir o tema, além de já termos casos de empresas com modelos de negócios diferentes sendo criadas a exemplo da Minuto Seguros e a Youse, essa última uma plataforma de venda de seguros online da Caixa Seguradora.

A fim de trazer a tona as startups dessa área no mundo, mais conhecidas pela terminologia em inglês “insurtechs”, mapeei as empresas nascentes em ascensão elencadas no report da CB Insights que trouxe as 250 fintechs que estão transformando os serviços bancários em todo o mundo, incluindo insurtechs. Também analisei um estudo da Swiss Re Institute denominado “Tecnologia e seguros: Temas e desafios” (tradução livre). Ambos os estudos foram mundialmente divulgados em junho de 2017.

O que se vê ao analisar essas empresas nascentes é a tecnologia e a disponibilidade de novas fontes de dados, somada à inteligência artificial, cada vez mais afetando a área de seguros. Caminha a passos largos o processo de digitalização das informações, impactando toda a cadeia de valor do seguro. A rápida disseminação de tecnologias e conceitos como internet of things (ioT), blockchain, roboadvisors, machine learning, big data, sharing economy, open APIs (Application Programming Interface) estão impactando na forma como é distribuído, monetizado, comunicado e consumido o serviço de seguros em todo o mundo.

De acordo com o report divulgado pela Swiss Re, em 2016, o número de investimentos em insurtechs cresceu 40%, e cerca de dois terços dos negócios foram financiados por seguradoras, entre elas estão: Allianz, AXA, Aegon, Liberty, American Family, Assurant, AIG e New York Life. Na maioria dos casos, essas empresas iniciantes possuem uma seguradora como investidora, parceira, cliente ou fundadora.

Além das seguradoras, gigantes de tecnologia como Google, Facebook, Alibaba e Amazon também estão de olho em oportunidades neste mercado.

Existem cinco insurtechs que aparecem em ambas as listas do estudo, da CB Insights e também da Swiss Re, são elas:

Cyence

Plataforma para modelo de economia de risco cibernético

www.cyence.net/

Embroker

Plataforma de tecnologia online, com dados e expertise de corretores experientes

embroker.com/

Next Insurance

Seguro personalizado para profissionais de nicho ex: personal trainers, profissionais que recebem por trabalho

www.next-insurance.com/

Trov

App de seguros para itens pessoais sob demanda

www.trov.com/

Simplesurance Munich Re

Software que facilita a aquisição de seguro para compras no varejo no momento do checkout online

http://www.simplesurance-group.com/

O diagrama a seguir foi montado baseado no report da Swiss Re. As startups foram categorizadas pela área primária de inovação, mas também podem ser relevantes em outras áreas da cadeia de valor. Na maioria dos casos, essas empresas iniciantes possuem uma seguradora como investidora, parceira, cliente ou fundadora.

Com o intuito de ampliar o acesso e o estudo das insurtechs que estão reescrevendo o setor criamos uma lista com informações abertas dessas iniciativas que pode ser acessada neste link aqui. Se você conhece alguma insurtech interessante e que não consta na lista mande um e-mail para pesquisa@ilegra.com e nos ajude a aumentar esse roll.

Caroline Capitani, VP of Business Innovation da ilegra, empresa global de solução de tecnologia e negócios.

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Brasil IT+ apresenta amplo portfolio de soluções no Gartner Symposium/ITxpo 2014

Com um pavilhão integrado por 18 empresas, o Brasil terá uma participação de destaque em seu 11° ano consecutivo como patrocinador do Gartner Symposium/ITXPO, o maior e mais importante encontro anual de chief information officers (CIOs) e de líderes da indústria de TI dos Estados Unidos. O evento será realizado de 5 a 9 de outubro em Orlando, Flórida, e deverá receber mais de 9.000 visitantes entre formadores de opinião, analistas, consultores, executivos com poder decisório em grandes e médias companhias norte-americanas, incluindo 2.700 chief executive officers (CIOs) e mais de 290 fornecedores.

A iniciativa integra o programa de internacionalização competitiva de software e serviços de TI gerenciado pela Softex em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) e com o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). Seu objetivo é fomentar novas oportunidades de negócios no mercado internacional e fortalecer a imagem de competência da indústria nacional de software e serviços de TI, identificada no exterior pela marca Brasil IT+.

Irão compor o pavilhão brasileiro Brasil IT+ no Gartner Symposium/ITXPO as empresas Actminds, Apdata, Aurus, BRQ, Grupo HDI, Icaro, Ilegra, MC1, Mercado Eletrônico, Milldesk, Navita, Siena Idea, Sikur, Softexpert, STA Holding, Stefanini, Tokenlab e TOTVS. Elas levarão para a mostra um portfolio robusto contemplando desde aplicações de segurança, mobilidade e big data, até Business Process Management (BPM), Enterprise Resource Planning (ERP), e-Procurement, help desk e service desk, até soluções baseadas em nuvem, desenvolvidas sob demanda e serviços de consultoria.

“Recebemos este ano o reforço de duas companhias de peso em nosso pavilhão, a TOTVS e o Mercado Eletrônico. Além disso, cinco das empresas que compõem a delegação brasileira já estão presentes nos relatórios do Gartner, gerando um círculo virtuoso entre a organização, o analista e o cliente final. Outro ponto de destaque é que 11 já mantêm escritórios próprios nos Estados Unidos”, ressalta Fernando Cariello, consultor da Softex responsável pela participação do país no evento.

Considerado um mercado-alvo estratégico, os Estados Unidos vivem um momento de aumento em investimentos em TI superior à projeção de crescimento econômico. “É um mercado verdadeiramente global. A origem do fornecedor realmente não importa. Os clientes estão procurando a solução, sendo ela um produto ou serviço que reflita as melhores práticas da indústria, siga as normas exigidas e possa ser integrado ao processo de negócio da organização”, complementa Cariello.

“A TOTVS enxerga o mercado americano como uma nova oportunidade de crescimento alinhada à estratégia da empresa de se consolidar como uma companhia global. É também um mercado enorme e entendemos que, ao mesmo tempo em que aprendemos com ele, temos oportunidade de levar um conhecimento único em soluções verticalizadas e nossa plataforma de colaboração. Com isso em mente, buscamos construir uma rede de parceiros que conheçam o mercado americano e estejam interessados em construir conosco um portfolio inovador focado para esse mercado. O GartnerITxpo, além de destacar as principais tendências do mercado de tecnologia, possibilita a exposição de nossas soluções integradoras a um grupo de pessoas e empresas que valorizam e demandam inovação”, analisa Marcelo Eduardo Sant’ana, diretor de Mercado Internacional da TOTVS.

Participando do GartnerITxpo pela primeira vez, a Mercado Eletrônico, empresa líder em fornecimento de soluções e serviços para as áreas de Compras e Suprimentos, também aposta no potencial do mercado norte-americano. “O e-Procurement do Mercado Eletrônico movimenta mais de R$ 60 bilhões todo ano e contamos com cerca de um milhão de fornecedores em nossa base”, afirma Nei Tremarin, chief marketing officer (CMO) da companhia. “Estes números, somados à nossa experiência e atuação global, nos permitem fazer parte do Quadrante Mágico do Gartner de Strategic Sourcing Application Suites. Detacar-se nesse estudo e estar entre as brasileiras presentes no GartnerITxpo 2014 reforçam nosso posicionamento de liderança na área de compras”, acrescenta Tremarin.

Cesar Bertini, CEO da MC1, líder na América Latina no fornecimento de soluções para negócios e processos por meio da mobilidade, acredita que “fazer parte deste encontro é uma grande oportunidade de estreitar o nosso relacionamento com os nossos atuais clientes e com os analistas que já conhecem o nosso trabalho, pois já fomos citados em um relatório. Esta presença nos permite aproximar de prospects e formadores de opinião, abrindo perspectivas de negócios, como já ocorreu no passado”.

O consultor da Softex lembra que as empresas brasileiras presentes ao GartnerITxpo 2014 já atendem clientes globais com as mais variadas necessidades em TI e se sobressaem em relação a outros players do setor por seu diferenciado capital tecnológico, tais como profissionais alinhados com a cultura ocidental, localização geográfica e fuso horário favorável.

Tendo como tema “Conduzindo o Negócio Digital” (Driving Digital Business) e como keynote speakers Satya Nadella, chief executive officer (CEO) da Microsoft, e Steve Wozniak, cofundador da Apple, Inc. e cientista chefe da Fusion-IO, esta edição do Gartner Symposium/ITxpo 2014 deverá receber 9000 expositores e ser visitada por 2.700 chief information officers (CIOs).

“Desde a nossa primeira participação no Gartner Symposium/ITxpo, em 2004, o evento se firmou como um dos mais importantes de nossa grade internacional. Podemos afirmar que a percepção do mercado norte-americano sobre a tecnologia “made in Brazil” mudou muito. Esse encontro não só permite apresentar ao mercado norte-americano nosso capital tecnológico, mas é também uma oportunidade para contatarmos formadores de opinião com poder de influência em decisões de compra e organizações com as mais variadas necessidades em TI”, avalia Gláucia Chiliatto, gerente internacional da Softex.

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