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Estudo IBM: 40% dos líderes de Recursos Humanos não estão preparados para serem os parceiros estratégicos de suas organizações

Um novo estudo do IBM Institute for Business Value (IBV), “Acelerando a Jornada para o HR 3.0”, revela que menos de 40% dos CHROs entrevistados possuem as habilidades necessárias para ajudar a empresa em sua estratégia de negócios. O estudo foi conduzido em parceria com o analista independente global Josh Bersin, da Josh Bersin Academy, com mais de 1.500 executivos de RH globais entrevistados em 20 países, incluindo o Brasil, de 15 setores.

Esse dado reforça uma outra pesquisa da IBM feita em 2018 que estima que 120 milhões de profissionais nas 12 maiores economias do mundo podem precisar passar por reskilling nos próximos três anos, devido à IA e automação. Esse desafio foi intensificado pela COVID-19, pois, conforme a transformação digital é acelerada, habilidades inadequadas revelam-se como um dos maiores obstáculos ao progresso.

Em paralelo, segundo um estudo feito com consumidores, as expectativas dos funcionários pesquisados em relação aos seus empregadores mudaram significativamente durante a pandemia. 74% dos líderes C- Level acreditam que suas organizações os ajudaram a aprender as habilidades necessárias para se adaptar e trabalhar de uma nova maneira, em comparação com apenas 38% dos funcionários pesquisados. Já 80% dos executivos que participaram da pesquisa dizem que sua empresa está apoiando a saúde física e emocional de seus funcionários, mas apenas 46% dos funcionários pesquisados concordam com esta avaliação.

“É fundamental que o RH se reinvente para acompanhar as novas necessidades de suas organizações e promover uma nova era de recursos humanos, na qual a experiência do funcionário seja central para a tomada de decisões. A visão de HR 3.0 exige que as organizações construam engajamento com funcionários remotos, passem a trabalhar de forma ágil e, ao fazer isso, impulsionem a produtividade com equipes versus indivíduos, promovam confiança em tempos incertos e cultivem forças de trabalho resilientes”, comenta Kelly Ribeiro, líder de Talent and Transformation para IBM Services na América Latina.

Outros destaques do estudo incluem:

• Quase seis em cada dez empresas de alto desempenho pesquisadas relataram usar inteligência artificial e análises de dados para tomar melhores decisões sobre seus talentos, como programas de treinamento e decisões de remuneração. 41% estão aproveitando a IA para identificar as habilidades que precisarão no futuro, em comparação a 8% nas outras empresas.

• 65% das empresas de alta rentabilidade pesquisadas recorrem à inteligência artificial para identificar habilidades comportamentais, como mentalidade de crescimento e criatividade para construir equipes diversificadas e adaptáveis, em comparação a 16% de seus pares.

• Mais de dois terços de todos os entrevistados disseram que as práticas ágeis são essenciais para o futuro do RH. No entanto, menos da metade das unidades de RH nas organizações participantes tem capacidades de design thinking e práticas ágeis.

• 71% das empresas de alto desempenho pesquisadas relataram que estão implementando amplamente uma arquitetura de tecnologia de RH consistente, em comparação com apenas 11% das demais.

“Para atingir o alinhamento de negócios de longo prazo entre líderes e funcionários, este momento exige que o RH opere como um consultor estratégico, uma nova função para muitas organizações de RH”, disse Josh Bersin, analista global independente e reitor da Josh Bersin Academy. “Muitos departamentos de RH estão buscando tecnologia, como nuvem e análise de dados, para oferecer suporte a uma abordagem mais consistente e de autoatendimento às responsabilidades tradicionais de RH. Oferecer capacitação aos funcionários por meio de suporte abrangente pode gerar mudanças estratégicas mais amplas para os negócios em geral.”

Os resultados do relatório sugerem três recomendações chave para promover uma mudança duradoura

De acordo com o relatório, os executivos de RH pesquisados em empresas de alto desempenho tinham oito vezes mais probabilidade do que seus pares pesquisados de impulsionar a transformação em suas organizações. Entre essas empresas, as seguintes ações são prioritárias:

• Acelerar o ritmo de aprendizado e feedback contínuos.
• Cultivar uma liderança empática para apoiar o bem-estar holístico dos funcionários.
• Reinventar sua função de RH e arquitetura de tecnologia para tomar decisões com base em dados em tempo real.

O Burger King Brasil é um exemplo de empresa que respondeu rapidamente às expectativas e necessidades dos novos funcionários que se apresentam neste momento. O Burger King Brasil trabalhou com a IBM para criar um novo assistente virtual baseado no IBM Watson Assistant, que ajudou durante a pandemia a fornecer suporte de autoatendimento à sua força de trabalho, bem como comunicações e conexões mais transparentes entre si e com a liderança da companhia. A solução dá suporte a seus 16 mil funcionários e, em média, respondeu a 1.100 perguntas por dia somente em abril.

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Store in the Cloud: um mercado de TI para os varejistas se fortalecerem

Por Carlos Capps, líder de Retail, Healthcare e Life Science para IBM Services América Latina


Poucas organizações e executivos de negócios estavam preparados para a mudança da noite para o dia na nova era inaugurada pela pandemia. Indústrias essenciais como o varejo conseguiram pivotar negócios e operações para surfar a nova onda, fortalecendo e/ou redirecionando para canais digitais, reconfigurando o supply chain para novos canais e padrões de demanda e repriorizando planos de investimento em tecnologia. O que era uma meta de longo prazo tornou-se um desafio chave para empresas em todo o mundo. E a pergunta que ouvimos todos os dias é: em que investir agora para ajudar as organizações a se fortalecerem no futuro?

A IBM vem realizando todos os meses entrevistas com mais de 14.500 pessoas no Brasil, China, Alemanha, Índia, México, Espanha, Reino Unido e Estados Unidos, para entender os novos hábitos de consumo. De acordo com nossa pesquisa mais recente, a pandemia levou os consumidores a explorar diferentes ferramentas e serviços, e muitos dizem que continuarão a usá-los no futuro. No Brasil, por exemplo, 58% dos entrevistados fizeram um pedido por meio de um aplicativo móvel durante a COVID-19. No mundo, mais de 2,14 bilhões de pessoas devem comprar bens e serviços online até 2021*.

Ao quebrar as resistências às compras online, a Covid-19 se tornou no ponto de inflexão para a transformação digital – os serviços digitais se expandirão em importância em um número crescente de setores e atividades. E o sucesso dependerá da velocidade de aplicação da tecnologia para melhorar experiências, lançar novas ofertas e repensar como o trabalho é feito.

Hoje, os consumidores sabem o que, quando, onde e como querem, e os varejistas estão lutando para mudar com rapidez suficiente para entregar os bens e serviços que os clientes desejam. Os varejistas dizem que seu modelo operacional e tecnologias de suporte têm o desafio de oferecer inovação rápida que atenda às expectativas dos clientes em constante mudança, enquanto gerenciam a inflação de custos nas operações da loja.

Por mais que o entusiasmo ajude a longo prazo, o que os varejistas mais precisam agora são soluções testadas que possam implantar rapidamente.

‘Store in the Cloud’: reinventando o papel da loja

Para ajudar os varejistas nesse momento, a IBM lançou o Store in The Cloud, um conjunto de tecnologias desenvolvidas para funcionar em uma arquitetura de nuvem aberta e híbrida, onde qualquer varejista do mundo pode aproveitar a mais ampla gama de plataformas líderes, como RedHat OpenShift ou IBM Watson. Desta forma, eles podem expandir ou desenvolver rapidamente novas soluções e serviços, para fornecer os melhores recursos aos seus clientes finais, enquanto melhoram os processos online e na loja de ponta a ponta. Alguns benefícios são:

• Redução de custos. Os varejistas podem operar a um custo menor, diferenciar a experiência do cliente nos canais digitais e físicos e ter a capacidade de inovar de forma rápida.


• Acessar Insights. Treinar os funcionários e gerentes da loja com ferramentas e acesso a informações para ajudá-los a oferecer uma experiência diferenciada ao cliente.


• Visibilidade do estoque. Combinar a visibilidade total do estoque e das vendas anteriores e previstas com disponibilidade em tempo real para acelerar o reabastecimento, redução de preços e outras tarefas.


• Promoções e experiências personalizadas. Usar dados e inteligência artificial para exibir promoções e comunicações altamente personalizadas durante a jornada de compra.


• Informações no site em tempo real. Aplicar dados hiperlocais a preços e conteúdo digital para fornecer informações contextuais aos clientes quando eles estiverem comprando.

Não sabemos o que o futuro reserva, mas entendemos que ele exigirá que os varejistas continuem a operar em um ecossistema muito complexo de dispositivos, software e sistemas para atender às necessidades dos clientes. A nuvem híbrida proporciona aos varejistas a facilidade de construírem sobre o que têm hoje, aprimorando as experiências na loja e online para atender às expectativas dos clientes, e dando-lhes uma forma de emergir mais fortes no mercado, reinventando o papel da loja.


http://www.statista.com/statistics/251666/number-of-digital-buyers-worldwide/

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Estudo IBM: líderes brasileiros apontam áreas de investimento impulsionadas pela Covid-19

Um novo estudo da IBM com executivos C-Level de todo o mundo, incluindo o Brasil, revelou que quase seis em cada dez organizações pesquisadas aceleraram suas transformações digitais devido à pandemia e que líderes de negócios planejam aumentar a priorização de novas tecnologias, como nuvem e inteligência artificial. 66% dos executivos globais entrevistados disseram que concluíram iniciativas que antes encontravam resistência e barreiras tradicionais, como tecnologia, imaturidade e a oposição dos funcionários à mudança.

Além disso, as empresas participantes estão vendo com mais clareza o papel crítico que as pessoas desempenham na condução de sua transformação contínua. Os líderes pesquisados destacaram a complexidade organizacional, as habilidades inadequadas e o esgotamento dos funcionários como os maiores obstáculos a serem superados – tanto hoje quanto nos próximos dois anos.

O estudo, conduzido pelo IBM Institute for Business Value (IBV), “COVID-19 e o futuro dos negócios”, que inclui contribuições de mais de 3.800 executivos C-Level em 20 países e 22 setores, mostra que os executivos entrevistados estão enfrentando uma proliferação de iniciativas devido à pandemia e tendo dificuldade de foco, mas planejam a priorização das iniciativas internas e operacionais, como desenvolver habilidades da força de trabalho e projetos de flexibilidade – áreas críticas a serem abordadas para impulsionar o progresso.

O estudo revela tendências de investimento apontadas pelos líderes pesquisados no Brasil para se fortalecerem nesse período.

• 51% dos executivos brasileiros compartilharam que a transformação digital será prioridade para os próximos dois anos.

• Apenas 2% dos executivos brasileiros priorizavam a segurança no trabalho há dois anos. Hoje, 18% dizem priorizar e nos próximos dois anos 52% compartilham que será prioridade.

• 30 pontos percentuais é o crescimento no número de executivos brasileiros que planejam aumentar a priorização da escalabilidade operacional em até dois anos de (5% a 35%). Dentro desse contexto, o crescimento da prioridade em nuvem será de 21 pontos (de 59 para 80%) nesse mesmo período.

• O percentual de líderes que planejam aumentar a priorização da inteligência artificial nos próximos 2 anos subiu de 31% para 48%, um aumento de 17 pontos em relação ao período atual.

• Os executivos brasileiros têm planos de aplicar cada vez mais a automação em todas as funções do negócio, mas grandes saltos são esperados em aquisições (3,2x), risco (2,5x), cadeia de suprimentos (2,8x) e P&D (3,2x).

• 56% dos executivos brasileiros de organizações que produzem bens materiais compartilharam que planejam priorizar mais capacidade disponível para enfrentar qualquer nova crise nos próximos 2 anos. Essa porcentagem foi a mais alta em todos os países para planos de capacidade adicional para a cadeia de abastecimento.

• 51% dos executivos pesquisados planejam priorizar a cibersegurança.

“Para muitos líderes, a pandemia foi o ponto de inflexão necessário para impulsionar a transformação digital. Ela provou que, mais do que nunca, a tecnologia é a principal aliada para que a empresa opere de uma forma madura, ágil, resiliente, gerando experiências únicas ao cliente. Mas essa transformação só será sustentável se as empresas prepararem seus talentos para essa nova era, com skills que permitirão a criação de uma cultura de reinvenção digital constante dentro da empresa”, diz Thais Marca, Managing Partner para IBM Services na América Latina.

Insights globais do estudo

A disrupção abrupta gerada pela pandemia de COVID-19 mostrou como pode ser importante para as empresas serem construídas para a mudança. Muitos executivos estão enfrentando flutuações de demanda, novos desafios para apoiar funcionários que trabalham remotamente e requisitos para cortar custos.

O estudo revela que a maioria das organizações está fazendo mudanças permanentes em sua estratégia organizacional. Por exemplo, 94% dos executivos pesquisados planejam participar de modelos de negócios baseados em plataforma até 2022, e muitos relataram que aumentarão a participação em ecossistemas e redes de parceiros.

Liderando, envolvendo e capacitando a força de trabalho de novas maneiras

O estudo mostrou também que o foco nas pessoas pode ser crítico em meio à pandemia de COVID-19, enquanto muitos funcionários trabalham fora dos escritórios tradicionais e lidam com o estresse pessoal e a incerteza.

Pesquisas de consumo de IBV em andamento mostraram que as expectativas dos funcionários em relação aos empregadores mudaram em meio à pandemia – os funcionários agora esperam que seus empregadores tenham um papel ativo no apoio à sua saúde física e emocional, bem como às habilidades de que precisam para trabalhar de novas maneiras. 83% dos executivos brasileiros acreditam que têm ajudado seus funcionários a aprenderem as habilidades necessárias para trabalhar de uma nova maneira, e 82% dos dizem que estão apoiando a saúde física e emocional de sua força de trabalho.

Para resolver essa lacuna, a IBM recomenda que os executivos coloquem mais foco em seus talentos, colocando em primeiro lugar o bem-estar de ponta a ponta dos funcionários. Líderes empáticos que estimulam a responsabilidade pessoal e apoiam os funcionários a trabalhar em equipes autodirigidas que aplicam o design thinking, princípios Agile, ferramentas e técnicas DevOps podem ser benéficos. As organizações também devem pensar em adotar um modelo holístico e multimodal de desenvolvimento de habilidades para ajudar os funcionários a desenvolver as habilidades comportamentais e técnicas necessárias para trabalhar no novo normal e promover uma cultura de aprendizagem contínua.

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IBM, USP e FAPESP dão início às atividades de Centro de Inteligência Artificial no Brasil

IBM, Universidade de São Paulo (USP) e FAPESP (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo) dão início hoje às atividades do mais moderno Centro de Inteligência Artificial (C4AI) do Brasil, dedicado ao desenvolvimento de estudos e à pesquisa de ponta em IA para endereçar temas de grande impacto social e econômico. O novo centro terá sede no prédio do Centro de Pesquisa e Inovação InovaUSP, localizado no campus da USP em São Paulo.

O C4AI terá foco inicial em cinco grandes desafios relacionados à saúde, meio ambiente, cadeia de produção de alimentos, futuro do trabalho e no desenvolvimento de tecnologias de Processamento de Linguagem Natural em Português, procurando maneiras de melhorar o bem-estar humano e apoiar iniciativas para diversidade e inclusão.

Em paralelo, três comitês de acompanhamento serão criados para promover temas de interesse comum do país, com foco na indústria, ciência e sociedade. Esses comitês visam ampliar esses cinco desafios iniciais e conferir a eles uma aplicação real que seja útil para as empresas e a sociedade brasileira.

O Centro contará também com uma segunda unidade para capacitar estudantes e profissionais, disseminando conhecimento e transferindo os benefícios da tecnologia para a sociedade. Este local será instalado no Instituto de Ciências Matemáticas e da Computação (ICMC), no campus da USP em São Carlos.

“À medida que tecnologias como inteligência artificial e nuvem híbrida habilitam a transformação das empresas e da sociedade, vemos uma objetiva oportunidade de expandir seu estudo e aplicação em segmentos relevantes para o país. Com o Centro, estamos criando um ecossistema que engloba os setores produtivo, acadêmico e de inovação para que o valor real da inteligência artificial aumente a experiência e habilidades dos talentos humanos, colocando a tecnologia a serviço de governos, cidadãos e negócios em diversos setores da economia”, disse Tonny Martins, Gerente Geral da IBM Brasil.

“Esta é a realização de um projeto estratégico da Universidade de São Paulo, que considera a área de Inteligência Artificial obrigatória para acompanhar e participar dos desenvolvimentos que dominarão, com suas múltiplas aplicações, a sociedade moderna. A Pró-Reitoria de Pesquisa se sente vitoriosa por participar desse esforço tão bem-sucedido que é a criação de um Centro de Inteligência Artificial, agregando competências disseminadas na USP. Que isso seja apenas o começo de grandes transformações, como, de fato, esperamos”, destaca o pró-reitor de Pesquisa da USP, Sylvio Canuto.

“A área de inteligência artificial (IA) é um infinito de possibilidades. Neste momento de intenso combate contra a covid, estamos tendo análises de milhares de moléculas, análises teóricas de potenciais vacinas, análises de centenas de milhões de dados, tudo com o apoio de IA, gerando mais efetividade e diminuindo o tempo para soluções corretas. Para a FAPESP, a parceria com uma empresa como a IBM é um marco em uma área estratégica para o futuro”, afirmou o diretor científico da FAPESP, Luiz Eugênio Mello.

Cinco Grandes Desafios iniciais

1) AgriBio – modelos de causa e efeito para processos de tomada de decisão com incerteza para o setor de agricultura

Os ciclos produtivos do agronegócio, sustentabilidade ambiental, mudanças climáticas e segurança alimentar são demandas atuais que desafiam as autoridades mundiais. Essa linha de estudo irá focar em modelos de causa e efeito para cadeias de produção de agricultura, em especial a de pequenos produtores. O objetivo será utilizar modelos de correlação avançados para a tomada de decisão baseada na causa e efeito, abordando muitas fontes de preocupações, como desperdício de água e alimento.

2) KEML (Knowledge-Enhanced Machine Learning) – Aprendizado de máquina integrado com conhecimento simbólico com foco na Amazônia Azul (Blue Amazônia Brain)

Combinando aprendizado baseado em dados e raciocínio baseado em conhecimento, o Blue Amazônia Brain (BLAB), como o projeto está sendo chamado, pretende abordar perguntas complexas sobre a Amazônia Azul, vasta região do oceano Atlântico na costa brasileira rica em biodiversidade e recursos energéticos.

O BLAB trabalhará com sistemas de conversa compostos por argumentos, causas, explicações, raciocínios e planos sobre tarefas específicas, trazendo respostas às perguntas mais diversas sobre o ecossistema marinho, como “o que causou o aparecimento de manchas de óleo na costa nordeste do Brasil?”.

3) Modelamento de AVCs usando técnicas multimodais de análise de redes para melhorar diagnósticos, tratamento e reabilitação

Os avanços do aprendizado de máquina na medicina são notáveis. No entanto, ainda existem questões importantes que precisam ser abordadas. Nesta frente de estudo, serão abordadas duas questões de grande importância: como integrar e selecionar recursos médicos relevantes (biomarcadores) de fontes heterogêneas e dinâmicas em grande escala e como interpretar decisões tomadas por algoritmos de aprendizado de máquina integrando inteligência humana e artificial.

A primeira fase do estudo terá duas frentes de pesquisa. Uma com o objetivo de melhorar o diagnóstico, o tratamento e a reabilitação de pacientes de acidente vascular cerebral (AVC), com técnicas de análise de redes complexas em dados multimodais. E, a segunda, com foco em investigar formas de melhorar a escolha de protocolos de reabilitação em casos de AVC, o que trará uma importante contribuição social.

4) IA em países emergentes: políticas públicas e o futuro do trabalho

Essa frente de estudo vai envolver diversas áreas de humanas da USP, como economia, história, sociologia e ciências sociais, para mapeamento, compreensão e abordagem do impacto da IA em economias como a do Brasil. Existe um consenso significativo de que, no campo da IA, os países emergentes estão atrasados em relação aos países pioneiros, em particular, os EUA e a China.

Inicialmente, o C4AI focará em pesquisas relacionadas às políticas públicas para a inteligência artificial e à coleta e análise de dados sobre impacto da IA nos empregos e no futuro do trabalho.

5) PLN (Processamento de Linguagem Natural) de última geração para o português

Hoje em dia, existe pouca disponibilidade de ferramentas e dados para treinar sistemas de diálogo em português. O objetivo do Centro será habilitar o processamento de linguagem natural de alto nível para o português do Brasil, assim como já existe para outros idiomas, possibilitando sua melhor aplicação nas atuais demandas críticas da sociedade, como, por exemplo, aprimorar os serviços de atendimento ao cliente, o treinamento de assistentes virtuais, o monitoramento de redes sociais, bem como possibilitar a análise e a extração de conhecimento de grandes fontes de dados, entre outros.

Comitês de acompanhamento

O Centro de Inteligência Artificial também contará com três comitês distintos para fomentar temas de interesse comum da sociedade, relacionados à ciência, indústria e sociedade:

• Um comitê científico internacional, que terá como função avaliar o progresso científico do Centro.

• Um comitê de indústria e sociedade, que contará com a participação de representantes de empresas de diversos setores do Brasil, órgãos públicos e sociedade civil, que irão colaborar para que o Centro tenha o maior impacto possível na indústria, na economia e na sociedade do País.

• Um comitê de diversidade e inclusão, cuja função será promover e aumentar a participação de mulheres, afrodescendentes e outros membros da sociedade para que haja participação mais inclusiva no setor de IA, tanto na academia quanto na indústria.

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IBM anuncia os Top 100 finalistas da Maratona Behind The Code entre mais de 70.000 desenvolvedores

A IBM anunciou os Top 100 finalistas da Maratona Behind The Code, uma iniciativa que reuniu desenvolvedores, estudantes e entusiastas da América Latina (1) em cinco semanas de competição de codificação para resolver desafios de negócios usando tecnologias disruptivas como Machine Learning, Inteligência Artificial, IoT e Kubernetes, entre outros, na IBM Cloud.

Os 100 melhores classificados, listados na webpage da Maratona, representarão seus países na Grand Finale ao vivo e online em novembro de 2020. Eles também viajarão para um Resort em uma praia Mexicana em 2021 para se encontrarem com os patrocinadores que propuseram os 8 desafios.

Após a conclusão do último desafio – Grand Finale -, os top 5 ganharão uma viagem para visitar a IBM Alpha zone, uma aceleradora de startups da IBM localizada em Tel Aviv em 2021, e ter uma experiência imersiva para impulsionar suas habilidades, conhecendo algumas das tecnologias mais inovadoras de hoje.

“Nós estamos emocionados em anunciar os 100 finalistas dessa competição maravilhosa que reuniu mais de 70.000 programadores, que aprenderam a desenvolver usando tecnologias disruptivas na IBM Cloud para resolver os desafios”, disse Marcelo Spaziani, Vice-Presidente de Sales & Value Creation para a IBM América Latina. “Hoje, a computação em nuvem é a maior facilitadora de inovação para organizações de qualquer tamanho e indústria. Com a Maratona Behind The Code nós tornamos nossa plataforma de nuvem disponível para todos, com recursos, técnicas e tutoriais para impulsionar suas habilidades profissionais e para prepará-los para encarar os desafios de negócios do mundo real”.

A Maratona no Brasil

• 50 desenvolvedores do Brasil são parte dos Top 100 finalistas. Eles competirão mais uma vez para conseguir um dos cobiçados lugares entre os Top 5 melhores desenvolvedores da América Latina.
• A presença de mulheres no Top 100 finalistas aumentou 171% em comparação com 2019.
• O 1º lugar no ranking geral da Maratona em português ganhará um Jeep Renegade Longitude da FCA.

Dinâmica da Maratona Behind The Code

Durante a Competição, os participantes receberam oito desafios virtuais de negócios, propostos por empresas e instituições parceiras: FCA, TecBan, Algar Tech, Cocamar, Instituto Universitário FIAP, Saint Paul | LIT Escola de Negócios, TNT Energy Drink e UNINASSAU. Com base em várias tecnologias, eles foram capazes de criar soluções diferentes, como: um modelo de machine learning capaz de encontrar o melhor candidato para uma vaga, uma ferramenta capaz de acelerar e dinamizar os processos de aprendizagem dos estudantes, ou um agrônomo virtual para auxiliar na detecção de pragas nas lavouras de soja, entre outras.

Quanto mais rápido os desafios fossem resolvidos e quanto mais preciso o código fosse, mais pontos os desenvolvedores acumulavam. Ao final de cada desafio, era divulgado o ranking com os 100 melhores classificados. Os primeiros colocados em cada desafio competiam por prêmios como carros, bolsas integrais, cursos gratuitos, entre outros.

Para ajudar os desenvolvedores em cada desafio, a IBM forneceu conteúdo e dicas sobre todas as tecnologias necessárias. Desta maneira, os participantes puderam melhorar seus conhecimentos e desenvolver suas habilidades.

Patrocinadores, Apoiadores e Comunidade

A Maratona Behind The Code tem uma rede de mais de 30 patrocinadores, apoiadores e instituições comunitárias que tornaram a iniciativa possível em 2020: BCP, FCA, ICBC Argentina, TecBan, Alestra, Algar, Anáhuac University, BanCoppel, Cocamar, CompuSoluciones, Digital House, Centro Universitário FIAP, Saint Paul | LIT Escola de Negócios, Tortuga Code, UNINASSAU, Belgo Bekaert Arames, Ipiranga, NDS Cognitive Labs, Platzi, TechData, edX, Elastic, Empleos TI, Instituto Exito, Lab CIEE, Red Hat, Shawee, Tata Consultancy Services e Universidad Diego Portales.

(1) Residentes dos seguintes países: Argentina (exceto da Província de Mendoza), Brasil, Chile, Colômbia, Equador, México, Peru, Uruguai e Venezuela.

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5 formas de se aproximar digitalmente dos seus clientes durante o período da COVID-19

Por Carla Coelho, Vice-presidente IBM Digital Sales América Latina

Com quarentenas vigentes em todo o mundo, as experiências presenciais como eventos ou conferências em que nos encontrávamos com as nossas famílias, colaboradores ou clientes, se trasladaram para o mundo virtual. Essa mudança tem representado desafios para as pessoas e para as empresas de todas as indústrias, que foram forçadas a repensar os seus modelos de negócio, a encontrar maneiras de continuarem a ser relevantes no mercado e interagirem com clientes novos e existentes através de canais digitais. 

A proximidade digital pode ajudar também a diminuir o impacto nas vendas e gerar inovação, mantendo – ou até aumentando – as relações com os clientes onde quer que estejam. Um estudo recente do IBM Institute for Business Value sobre o fortalecimento no relacionamento B2B durante o período da COVID-19, revela cinco aspectos essenciais nos quais as empresas podem construir o seu relacionamento digital com os seus clientes.

1- Manter uma visão de marca constante

Os vendedores personificam a marca, e cada interação pode construir ou destruir o valor de marca e o relacionamento com clientes novos ou existentes. Em um estudo do IBV sobre experiência empresarial, mais de 50% dos executivos entrevistados confessaram que seus empregados somente “entendem de forma geral” a visão de marca de suas empresas. 

Esta lacuna de entendimento pode ser uma oportunidade para aproveitar os dados de marketing, de redes sociais, de sistemas CRM, de satisfação do cliente e de suporte, para reavaliar as experiências com a marca quanto a coerência e eficácia, para encontrar áreas de melhoria e criar estratégias de alcance que permeiem toda a organização.

2- Aproximar o ecossistema para criar valor

As vendas impulsionadas pela pandemia tornaram mais difícil a entrada no calendário de um cliente em potencial. Trabalhar em conjunto com o ecossistema é chave para que as empresas estendam sua rede, se expandam em um novo mercado ou criem alianças que agreguem valor coletivo para todos os sócios participantes. 

Ser uma fonte de apoio, não só para uma solução específica, mas atuando como um sócio comercial confiável que ofereça serviços estendidos que unam diferentes partes do ecossistema, pode ser a chave para se ganhar um novo negócio.

3- Aproveitar os espaços de colaboração virtual

O compromisso digital pode ser muito eficaz quando se centra na colaboração e conexão humana, como em atividades de brainstorms, interações, inícios de projetos e reuniões de equipe. Enviar protótipos ou amostras comerciais, são uma boa forma de incentivar a conversa com clientes ao demonstrar-lhes um produto enquanto eles o têm na mão ou o exploram virtualmente. 

Na IBM, diariamente colaboramos com clientes através do IBM Garage, uma metodologia baseada em uma intensa colaboração que combina práticas agíeis com foco nas pessoas e no resultado desejado, para passar rapidamente das ideias à implementação. Hoje, essa é uma experiência 100% digital.

4- Ter empatia com os desafios de seus clientes

Uma sólida gestão das relações comerciais é essencial. Conectar-se com os clientes digitalmente para saber como eles estão, ser sensíveis aos seus desafios únicos e prestar atenção em seus problemas, pode fazer a diferença.

Como disse Catharine Nixey em seu artigo em The Economist: “O que nos move não é sentar-nos na frente de nossos computadores, é o relacionamento que temos com as pessoas.”

5- Ganhar a confiança de seus clientes

Nenhum dos elementos tradicionais que compõem uma relação B2B de confiança diminuiu com o distanciamento empresarial. Pelo contrário: agora são mais importantes do que nunca. Segundo The CMO Survey, os especialistas de marketing preveem que, após o COVID-19, os clientes darão mais valor do que nunca aos relacionamentos de confiança, com 29% deles afirmando que os relacionamentos de confiança serão sua prioridade.

A confiança é conquistada de várias maneiras. Quando são superadas as expectativas, ou quando os clientes sentem que as empresas com as quais trabalham estão comprometidas com a segurança da informação e estão alinhadas com as regulamentações de privacidade de dados, por exemplo. A confiança também se ganha quando as consultas ou solicitações dos consumidores são respondidas de forma rápida, honesta e transparente, e quando os valores corporativos se alinham com os valores que eles apreciam e praticam.

 O “aperto de mão digital” entre as empresas e seus clientes é possível quando os especialistas em vendas oferecem um compromisso de alta fidelidade. Por isso, as interações digitais devem ter um propósito: estarem centradas nas pessoas e serem efetivas. Ao habilitar digitalmente recursos, sistemas, processos-chave e pessoas, as organizações podem ir além de simplesmente mitigar a interrupção gerada pela pandemia para reconstruir seu momentum no mercado.

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Roadmap da IBM para expansão da tecnologia Quantum

Por Jay Gambetta, IBM Fellow e VP da IBM Quantum

Em 1969, os humanos superaram obstáculos tecnológicos sem precedentes para fazer história: colocamos dois de nossa espécie na Lua e os devolvemos com segurança. Os computadores de hoje são capazes, mas certamente são orientados para a Terra quando se trata de capturar com precisão os detalhes mais sutis de nosso universo. Construir um dispositivo que realmente capture o comportamento dos átomos e possa aproveitar esse comportamento para resolver alguns dos problemas mais desafiadores de nosso tempo pode parecer impossível se apenas pensarmos no mundo computacional que conhecemos. Mas, assim como o pouso na Lua, nosso objetivo final é acessar uma dimensão que está além do que é possível com os computadores clássicos: queremos construir um computador quântico em grande escala. O computador quântico do futuro assumirá onde os computadores clássicos falham, controlando o comportamento dos átomos para executar aplicativos revolucionários em todas as indústrias, o que nos permite gerar materiais que mudarão o mundo ou transformarão a forma como fazemos negócios.

Hoje, lançamos o roadmap que acreditamos que nos levará dos dispositivos de pequena escala barulhentos do presente para os dispositivos de milhões de qubits do futuro. Nossa equipe está desenvolvendo um conjunto de processadores escaláveis, cada vez maiores e melhores, com um dispositivo de mais de 1000 qubits, chamado IBM Quantum Condor, visando o final de 2023. Para acomodar dispositivos ainda mais massivos além do Condor, estamos desenvolvendo um refrigerador de diluição maior do que qualquer um atualmente disponível no mercado. Este roadmap nos guia para os processadores de mais de um milhão de qubits do futuro, graças ao conhecimento líder da indústria, equipes multidisciplinares e a metodologia ágil que melhora cada elemento desses sistemas. Enquanto isso, nosso roadmap de hardware está no centro de uma missão maior: projetar um computador quântico full-stack, implantado por meio da nuvem, que qualquer pessoa no mundo possa programar.

A equipe do IBM Quantum constrói processadores quânticos – ou seja, processadores computacionais que dependem da matemática de partículas elementares para expandir nossas capacidades computacionais, executando circuitos quânticos em vez dos circuitos lógicos de computadores digitais. Representamos dados usando os estados quânticos eletrônicos de átomos artificiais conhecidos como qubits transmon supercondutores, que são conectados e manipulados por sequências de pulsos de micro-ondas para permitir que esses circuitos funcionem. Mas os qubits esquecem rapidamente seus estados quânticos devido à interação com o mundo exterior. O maior desafio que nossa equipe enfrenta hoje é descobrir como controlar grandes sistemas desses qubits por tempo suficiente e minimizar erros para executar os complexos circuitos quânticos exigidos por futuras aplicações quânticas.

A IBM tem explorado qubits supercondutores desde meados dos anos 2000, aumentando os tempos de coerência e diminuindo os erros para habilitar dispositivos multi-qubit desde o início dos anos 2010. Refinamentos e avanços contínuos em todos os níveis do sistema, de qubits a compiladores, nos permitiram colocar o primeiro computador quântico na nuvem em 2016. Estamos orgulhosos de nosso trabalho. Hoje, mantemos mais de duas dúzias de sistemas estáveis na nuvem IBM para nossos clientes e o público em geral experimentar, incluindo nossos processadores IBM Quantum Canary de 5 qubits e nossos processadores IBM Quantum Falcon de 27 qubits, um dos quais recentemente executou um circuito quântico longo o suficiente para declarar um Volume Quântico de 64. Essa conquista não foi uma questão de construir mais qubits; em vez disso, fizemos melhorias no compilador, refinamos a calibração das portas de dois qubits e lançamos atualizações para leitura e gerenciamento de ruído com base em ajustes de pulsos de micro-ondas. Por trás de tudo está o hardware com métricas de dispositivo líderes mundiais, construído com processos exclusivos para permitir um desempenho confiável.

Paralelamente aos nossos esforços para melhorar nossos dispositivos menores, também estamos incorporando as muitas lições aprendidas em um roadmap ambicioso para dimensionar sistemas maiores. Na verdade, neste mês, lançamos discretamente nosso processador IBM Quantum Hummingbird de 65 qubits para membros de nossa IBM Q Network. Este dispositivo possui multiplexação de leitura 8: 1, o que significa que combinamos oito sinais de leitura de qubit em 1, reduzindo a quantidade total de fiação e componentes necessários para a leitura e melhorando nossa capacidade de escala, preservando todos recursos de alto desempenho da geração de processadores Falcon. Reduzimos significativamente o tempo de latência do processamento de sinal no sistema de controle associado, em preparação para os próximos recursos do sistema de feedback e feed-forward, onde seremos capazes de controlar qubits com base em condições clássicas enquanto o circuito quântico está funcionando.

No próximo ano, vamos apresentar nosso processador IBM Quantum Eagle de 127 qubit. O Eagle apresenta várias atualizações para superar o marco de 100 qubit: crucialmente, as vias de silício (TSVs) e a fiação de vários níveis fornecem a capacidade de espalhar com eficácia uma grande densidade de sinais de controle clássicos, protegendo os qubits em uma camada separada para manter altos tempos de coerência. Enquanto isso, alcançamos um equilíbrio delicado de conectividade e redução de erro de crosstalk com nossa abordagem de frequência fixa para portas de dois qubit e arranjo de qubit hexagonal introduzido pela Falcon. Este layout de qubit nos permitirá implementar o código de correção de erros “hexagonal pesado” que nossa equipe estreou no ano passado, de modo que conforme aumentamos o número de qubits físicos, também seremos capazes de explorar como eles funcionarão juntos como qubits lógicos com correção de erros – cada processador que projetamos tem considerações de tolerância a falhas.

Com o processador Eagle, apresentaremos também recursos clássicos de computação simultânea em tempo real que permitirão a execução de uma família mais ampla de circuitos e códigos quânticos.

Os princípios de design estabelecidos para nossos processadores menores nos guiarão para o lançamento de um sistema IBM Quantum Osprey de 433 qubits em 2022. Controles densos e mais eficientes e a infraestrutura criogênica garantirão que a ampliação de nossos processadores não sacrifique o desempenho de nossos qubits individuais, introduza mais fontes de ruído ou ocupe uma pegada muito grande.

Em 2023, apresentaremos o processador de 1121 qubits IBM Quantum Condor, incorporando as lições aprendidas com os processadores anteriores à medida que continuamos a reduzir erros críticos de dois qubits para que possamos executar circuitos quânticos mais longos. Vemos o Condor como um ponto de inflexão, um marco para nossa capacidade de implementar correção de erros e dimensionar nossos dispositivos e, ao mesmo tempo, é complexo o suficiente para explorar vantagens quânticas potenciais – problemas que podemos resolver com mais eficiência em um computador quântico do que nos melhores supercomputadores do mundo.

O desenvolvimento necessário para construir o Condor terá resolvido alguns dos desafios mais urgentes em como dimensionar um computador quântico. No entanto, à medida que exploramos domínios além da marca dos mil qubits, os refrigeradores de diluição comerciais de hoje já não serão capazes de refrigerar e isolar com eficácia tais dispositivos complexos e potencialmente grandes.

É por isso que também estamos introduzindo um “super cooler” de 3 metros de altura e 1,80 de largura conhecido como “Goldeneye”, um refrigerador de diluição maior do que os disponíveis comercialmente hoje. Nossa equipe projetou este gigante com um sistema de um milhão de qubits em mente e já começou os testes de viabilidade fundamentais. Em última análise, imaginamos um futuro no qual as interconexões quânticas conectem refrigeradores de diluição, cada um milhão de qubits, assim como a intranet se conecta a processadores de supercomputação, criando um computador quântico maciçamente paralelo capaz de transformar o mundo.

Saber o caminho a seguir não remove obstáculos; enfrentamos alguns dos maiores desafios da história do progresso tecnológico. Mas, com nossa visão clara, agora parece que um computador quântico tolerante a falhas pode ser uma meta alcançável na próxima década.

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Estudo IBM: mais de 50% dos entrevistados no Brasil desejam manter o home office após a pandemia

Enquanto o mundo continua lidando com a pandemia global, as empresas devem reconhecer as visões de seus consumidores e funcionários, e perceber que pode haver grandes diferenças em atitudes individuais em relação à COVID-19, de acordo com a faixa etária da pessoa e a localidade no mundo em que ela vive.

Esse é o resultado do mais recente estudo mensal COVID-19 Consumer Study, do IBM Institute for Business Value (IBV), realizado em agosto, que entrevistou 14.500 adultos no Brasil e em sete países (Alemanha, China, Espanha, Estados Unidos, Índia, México, e Reino Unido).

“Os indivíduos estão exigindo padrões mais elevados de transparência e flexibilidade de seus empregadores à medida que navegam pelo longo período do impacto da COVID-19”, comenta Carlos Capps, líder das indústrias de Consumo, Saúde e Life Science para IBM Services na América Latina. “As empresas brasileiras devem estar preparadas para ter uma comunicação clara e entender as novas necessidades e preocupações dos funcionários em relação ao home office e ao retorno ao local de trabalho. No que diz respeito ao consumidor, existem alguns novos comportamentos de compra e experiências virtuais que estão chamando a atenção e devem ser mantidos após a pandemia também”, diz Capps.

No Brasil, cerca de 42% dos entrevistados conhecem alguém que foi infectado, em comparação com apenas 9% na China e 13% na Alemanha. 55% dos entrevistados também compartilharam que sua saúde mental foi afetada pela pandemia, e 58% disseram que a situação atual afetou pelo menos uma pessoa de sua família.

O estudo também revela as principais preocupações dos consumidores brasileiros pesquisados em relação à família e ao trabalho:

• Trabalho remoto após a pandemia. 52% desejam continuar trabalhando exclusivamente em casa ou com idas ocasionais ao local de trabalho; 25% querem voltar, mas ainda desejam poder trabalhar de casa ocasionalmente. Apenas 10% querem voltar a trabalhar todos os dias no escritório.

• Grandes expectativas de transparência e flexibilidade das empresas. 87% acreditam que é necessária uma comunicação clara sobre as condições sanitárias adequadas no local de trabalho físico. E cerca de 86% dos entrevistados gostariam que fosse obrigatório o teste de COVID-19 a todos os funcionários e um mecanismo de reporte dos casos positivos que fossem identificados.

• Comportamento de compra de produtos e estabelecimentos locais. 36% dos entrevistados disseram que estão comprando mais produtos feitos localmente e 32% estão comprando mais de lojas locais. Para 34% e 26%, respectivamente, não houve uma mudança no hábito relacionado a esse tema e o restante está comprando menos ou não está comprando produtos locais ou em lojas locais.

• Novas experiências de compra. 54% dos entrevistados já utilizaram ou gostariam de utilizar um caixa de self-checkout na loja, ou autoatendimento, no comércio; 69% realizaram ou gostariam de fazer um pedido via aplicativo móvel; 58% já interagiram ou gostariam de receber atendimento virtual via chat. Segundo os consumidores pesquisados, apenas 29%, 43% e 20%, respectivamente, utilizaram esses tipos de serviços antes da pandemia. Isso indica que uma abordagem flexível e multicanal, com personalização baseada em inteligência artificial, pode ajudar as empresas a prosperar nesse ambiente.

Percepções de diferentes gerações
Em todo o mundo, as opiniões dos consumidores sobre o impacto da pandemia variam amplamente por faixa etária.

• 69% dos millennials (idades entre 25-39) estão preocupados com sua segurança no emprego e 60% disseram que a pandemia afetou sua saúde mental, uma porcentagem mais alta do que todas as outras faixas etárias.
• Os baby boomers (com idades entre 55 e 70 anos ou mais) são os mais pessimistas sobre a recuperação econômica, com sete em cada dez relatando que acreditam que a economia de seu país continuará a sofrer uma desaceleração ou declínio significativo.
• A geração Z (idades entre 18 e 24 anos) é a mais otimista em relação à economia, com mais da metade afirmando acreditar que a economia se recuperará ao estado anterior à COVID-19 nos próximos meses.

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Estudo da IBM: líderes latino-americanos que valorizam a confiança nos dados estão posicionados para superar seus pares

A vigésima edição do estudo da IBM “Build Your Trust Advantage”, divulgado semestralmente, entrevistou cerca de 13,5 mil executivos globalmente para examinar como as empresas chegam a liderança de mercado, enfatizando a confiança na utilização e no intercâmbio de dados.

A pesquisa, conduzida pelo IBM Institute for Business Value (IBV) em cooperação com a Oxford Economics, entrevistou executivos C-level responsáveis por marcas líderes em 98 países e 20 indústrias em todo o mundo, incluindo a América Latina. O estudo mostrou que a liderança de mercado é alcançada com mais frequência quando uma organização estabelece um alto nível de confiança nos dados de seus clientes, em seus processos de negócios e com o ecossistema de parceiros.

Por meio de pesquisas quantitativas e qualitativas, ficou claro que havia um conjunto de líderes que se destacaram por entender que a transparência e a reciprocidade são ingredientes primordiais para ganhar a confiança do cliente, assim como gerar crescimento. Esses líderes aproveitam os dados para gerar confiança nos consumidores, criar uma cultura de tomada de decisão com base em dados, e frequentemente compartilham dados com parceiros do ecossistema sem abrir mão da vantagem competitiva. Também foi descoberto que esse grupo supera seus pares em inovação e gerenciamento de mudanças, assim como em crescimento de receita e lucratividade, oferecendo resultados 165% mais altos.

Esses líderes têm um profundo conhecimento de que construir confiança nos relacionamentos com os clientes é um imperativo estratégico e trabalham fortemente para conquistá-los e mantê-los. De fato:

• 82% dos líderes acreditam firmemente que os dados ajudam a criar uma vantagem
estratégica para fortalecer o nível de confiança do consumidor, bem como seus resultados.

• Os líderes também superam seus pares em 22% na capacidade de respeitar a privacidade dos dados dos clientes como uma vantagem competitiva central.

Isso é extremamente importante no momento em que os consumidores relatam mais preocupações do que nunca sobre a vontade de compartilhar informações pessoais. Um estudo relacionado da IBM sobre privacidade de dados constatou que 81% dos consumidores globais dizem que, no ano passado, se preocuparam mais com a forma como as empresas usam seus dados.

Felizmente, o mesmo estudo constatou que também há uma maior disposição de compartilhar informações com companhias que têm transparência em relação à utilização dos dados: 81% disseram que apoiam ativamente empresas que são transparentes sobre como usam seus dados e evitam fazer negócios com organizações que não o fazem. Como resultado, as companhias que conquistaram a confiança do cliente têm mais probabilidade de reter os dados que possuem. “As organizações líderes que colocam sua confiança no centro da maneira como usam os dados com seus clientes estão criando enormes oportunidades para obter maior sucesso”, disse Mark Foster, vice-presidente sênior de IBM Global Business Services.” As empresas de hoje precisam ser capazes de ganhar a confiança de seus clientes enquanto confiam nos dados de seus próprios processos e ecossistemas, ou eles rapidamente ficarão para trás de seus pares”.

Embora o estudo esteja concentrado na necessidade de transparência em como as empresas lidam com os dados dos clientes, também destaca a importância de confiar nos dados encontrados em uma organização. Foi descoberto que os líderes se esforçam para garantir que os dados dentro das suas próprias paredes sejam precisos e limpos, para que possam tirar proveito deles para tomar decisões mais bem informadas, como desenvolver novos modelos de negócios e entrar em mercados novos ou emergentes.

• Oito em cada dez líderes dizem que eles e seus colegas dependem muito de dados para melhorar a qualidade e a velocidade das decisões que tomam.

• 70% já usam os dados extensivamente para desenvolver novos modelos de negócios (112% a mais que seus pares), enquanto 66% já usam os dados para tomar decisões informadas ao entrar em novos mercados.

• Na América Latina, 14% dos entrevistados estão obtendo os maiores retornos com o uso dos seus dados e superam seus pares em crescimento de receita e lucratividade.

O estudo também revelou uma ênfase na importância da criação de ecossistemas confiáveis. Os dados que simplesmente permanecem dentro da organização têm mais probabilidade de se desviar do que de aumentar seu valor. As organizações líderes estão liberando seus dados e eliminando o risco de trocas de dados em um ecossistema compartilhado, permitindo que circulem amplamente, sem sacrificar a responsabilidade de garantir licenças e protegê-las. Esse comportamento continuará a crescer ao longo do tempo:

• 56% dos líderes já estão adquirindo e compartilhando dados amplamente com sua rede de parceiros e 85% esperam que suas redes de parceiros se expandam nos próximos anos.

• Os líderes esperam que a evolução das plataformas de negócios digitais exija uma nova abordagem para o compartilhamento de dados.

• 62% dos líderes já estão integrando novos modos de monetização em suas estratégias de dados.

Acesse os resultados completos do estudo aqui: http://ibm.co/c-suite-study

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Brasil tem primeiro bebê registrado por meio de Blockchain a partir de tecnologia IBM

A IBM anuncia que o primeiro registro de recém-nascido no Brasil por meio da tecnologia Blockchain ocorreu no Rio de Janeiro. O processo pioneiro, que seguiu normas e procedimentos legais, foi possível pela rede Notary Ledgers da Growth Tech, que fornece serviços cartoriais digitalmente usando o IBM Blockchain Platform na IBM Cloud.

“Embora algumas maternidades já possuam unidades de cartório, a emissão não é algo simples. Em muitas, o pai precisa enfrentar filas que chegam a durar 4 horas, principalmente em hospitais públicos, com grandes números de nascimentos por dia”, afirma Hugo Pierre, CEO e fundador da Growth Tech, acrescentando que o registro por meio de blockchain traz inúmeros benefícios, como a facilidade e rapidez na entrega do documento.

A iniciativa, fruto também de uma parceria entre o 5º Registro Civil de Pessoas Naturais da Cidade do Rio de Janeiro e a Casa de Saúde São José, onde o bebê Álvaro de Medeiros Mendonça nasceu no dia 8 de julho, fez parte de um projeto piloto que teve duração de três dias. O objetivo era analisar os registros emitidos durante o período para estudar possibilidades de ampliação de sua adoção não apenas no hospital, mas em outras maternidades.

“No momento do nascimento, um dos membros da equipe de parto faz a declaração de nascido vivo diretamente em nossa ferramenta. Em seguida, quem for registrar a criança cria sua identidade digital com base na validação de dados pessoais junto a órgãos oficiais, além de um poderoso reconhecimento biométrico facial e, finalmente, as informações entram na plataforma do cartório, que gera a certidão totalmente válida em, no máximo, 15 minutos”, ressalta Hugo Pierre.

Outras vantagens do blockchain para registros de recém-nascidos vêm com o fato de que, a partir da ampliação de sua adoção, dados importantes e de várias naturezas começarão a trafegar dentro de uma mesma rede, trazendo agilidade a processos normalmente burocráticos, como a confecção de registro de imóveis ou certidões de casamento, que muitas vezes exigem solicitações feitas a diferentes cartórios.

“O registro do bebê Álvaro é um importante passo para o Blockchain no Brasil e mostra sua relevância em um cenário cada vez mais digital. Outro ponto é que esta é uma tecnologia que pode ser aplicada em diferentes segmentos, transformando a maneira como as empresas e os cidadãos se relacionam”, comenta Carlos Rischioto, líder técnico de Blockchain da IBM Brasil.

Cartórios virtuais

A rede Notary Ledgers, sistema por trás do registro de nascimento dos recém-nascidos, é uma plataforma que permite realizar serviços cartorários em ambiente virtual, no qual todas as transações são validadas e registradas em uma blockchain permissionada, formada por diversos cartórios brasileiros. A partir da rede é possível lavrar procurações, além de registros de óbito e união estável, escritura de compra e venda e registro de imóveis.

Para usar a tecnologia, pessoas físicas e jurídicas devem acessar o endereço eletrônico www.notaryledgers.com, escolher o tipo de serviço que precisam, preencher as informações e assinar o documento digitalmente. Quando todos os requisitos para a transação são validados, o pagamento é realizado e tudo é registrado na rede blockchain, que forma um livro-razão único, contendo os registros de todas as transações que ocorrerem na rede.

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ANP anuncia lançamento do robô Hermes com tecnologia IBM

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) recém-anunciou um robô pioneiro, batizado de Hermes, para a recepção e armazenamento de todos os dados gerados pela indústria do petróleo em território brasileiro. O sistema, que conta com as tecnologias da IBM, é algo inédito no País em termos de petabytes armazenados e inteligência embarcada, e representa uma maior otimização de processos para o órgão.

Entre as soluções IBM adotadas estão tecnologias de armazenamento, gestão e orquestração de dados. Os benefícios da adoção da plataforma incluem a diminuição dos custos com pesquisas de dados de exploração e produção, além de mais segurança e velocidade na entrega destas informações para as empresas usuárias do Banco de Dados de Exploração e Produção da ANP (BDEP), resultando em estratégias mais eficazes e melhoria na geração de negócios.

Segundo Rafael Vicente, especialista em vendas de armazenamento na IBM Brasil, a tecnologia, baseada em software defined storage e que comporta mais de 40 petabytes em armazenamento, é do tipo nuvem privada, em que há uma orquestração de hardware e software para permitir grande capacidade de armazenamento a um preço extremamente atrativo. É como funcionam as plataformas de streaming. A solução faz toda a gestão do dado, migrando-o entre mídias rápidas como Flash ou Storage tradicionais e lentas (cartuchos de fitas em robôs) sem impacto para quem acessa os dados nela. A funcionalidade de migração permite que, ao longo do tempo, se possa migrar de HW (mídias, servidores, redes) de forma transparente, e otimizar os custos de guarda dos dados, o que confere uma melhoria no tempo de busca e entrega do dado, que antes demorava dias e, com a tecnologia, passou a demorar minutos.

“Antes, todo o processo de procura, montagem e cadastro de uma fita de armazenamento com informações sísmicas e de digitais de poços, por exemplo, levava em média 20 dias. Com as novas tecnologias IBM os clientes da ANP agora podem acessar a plataforma e extrair os dados sísmicos em apenas alguns minutos”, explica o executivo.

A partir destes resultados, as empresas petrolíferas conseguem mapear possíveis poços de petróleo inexplorados, trabalhar em novas regiões do litoral brasileiro e ter um melhor entendimento sobre a qualidade do petróleo extraído. Com a tecnologia, a ANP já avalia enviar diretamente os dados das empresas operadoras de áreas para exploração e produção e das empresas de aquisição de dados, por meio de links dedicados.

Juliana Coimbra, Líder da Área de Soluções de Armazenamento na IBM Brasil, explica que “as soluções de armazenamento da IBM oferecem aos clientes a possibilidade de optar pela melhor estratégia de dados para o seu modelo competitivo e extrair todo o valor que precisam para se diferenciar no mercado através de projetos de AI e multi-cloud híbrida. Isso, sempre colocando segurança em primeiro plano”.

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Avon investe em plataforma de e-commerce com tecnologia IBM para aprimorar experiência de mais de 1 milhão de revendedoras

Folhear o catálogo da Avon e consumir os produtos da marca já fazem parte da vida de muitos brasileiros. Mas, do momento em que os cosméticos são escolhidos na revista até chegar na mão dos consumidores, há um processo importante executado pelas representantes Avon. E para melhorar ainda mais essa prática, a Avon – líder mundial em venda direta de produtos de beleza – deu um passo em sua jornada de transformação digital e escolheu a divisão de consultoria da IBM para implementar uma nova plataforma de e-commerce para mais de 1 milhão de revendedoras. O objetivo da empresa é oferecer uma experiência aprimorada, com agilidade e flexibilidade para segmentação de representantes, produtos, ofertas, promoções e conteúdos. O portal é o principal hub de pedidos da Avon e recebe, em média, 85 mil pedidos por dia, sendo responsável por 99% do faturamento da empresa.

Com interface amigável, o novo portal pode ser acessado por meio de dispositivos móveis, atendendo a uma nova realidade das consultoras, já que atualmente 60% delas utilizam smartphones e tablets para navegar, inserir pedidos e conferir promoções. Além disso, a tecnologia traz um nível mais profundo de personalização na comunicação com as revendedoras, o que as aproxima ainda mais da Avon, oferecendo a capacidade de entender as suas necessidades para direcionar as mensagens e promoções corretas. Com esta plataforma, a Avon pavimentou a jornada de transformação digital presente e futura suportando as inovações que seu mercado precisa.

O projeto teve início em meados de 2016 por meio de um sistema piloto e posteriormente ampliado a todas as revendedoras da Avon. Desde a implementação em 2017, houve um aumento na adesão e, atualmente, centenas de milhares de revendedoras utilizam a plataforma por conta dos benefícios proporcionados, como diminuição no tempo de resposta e facilidade na navegação.

“A Avon está em um processo de transformação digital, oferecendo uma série de ferramentas para aumentar o ganho de suas revendedoras e também fornecer apoio na gestão da força de vendas”, conta Claudia Meira, Diretora de TI da Avon. “Com a adoção da plataforma da IBM, podemos disponibilizar ofertas exclusivas pelo canal digital e mais serviços, como por exemplo, a possibilidade de optar pelo frete expresso e outras modalidades de pagamentos”.

“A tecnologia é hoje fundamental e a principal aliada para melhorar o relacionamento entre empresas com seus consumidores e parceiros, personalizando a experiência, principalmente no mercado de consumo. Com este projeto, conseguimos entender os desafios da Avon e criar uma jornada de inovação para que as revendedoras tenham um meio ágil e amigável para fazer seus pedidos e, principalmente, se sintam especiais e valorizadas”, comenta Enio Garbin, líder de soluções para o setor de Consumo da IBM Brasil.

Os investimentos da Avon na tecnologia são contínuos, com atualizações constantes para que a revendedora aumente seus ganhos e participe do programa de incentivos. A empresa planeja seguir expandindo os recursos e ofertas da plataforma para incentivar que mais revendedoras naveguem e coloquem seus próprios pedidos. Por isso, no primeiro trimestre de 2019 houve o lançamento de um aplicativo para celular, totalmente conectado à plataforma da IBM, para facilitar ainda mais o acesso, a maneira de fazer pedidos e ter autoatendimento dos principais serviços, consequentemente, aumentar o ganho das consultoras Avon.

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