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Câmara de Comércio Árabe-Brasileira impulsiona negócios com tecnologias de Cloud e Blockchain da IBM

A Câmara de Comércio Árabe-Brasileira (CCAB) – organização que atua há mais de 68 anos com o propósito de conectar empresas brasileiras e árabes – anuncia a implementação da IBM Blockchain Platform rodando em IBM Cloud para digitalizar, acelerar e trazer mais segurança a processos de exportação entre o Brasil e os 22 países da Liga Árabe e, assim, continuar ajudando no desenvolvimento econômico, social e cultural da relação bilateral. O projeto é parte do sistema Ellos, plataforma desenvolvida pela CCAB para apoiar seus associados e parceiros.

A adoção de tecnologias que possibilitam a transformação digital é chave para diversos modelos de negócio. De acordo com o recente IBV COVID C-Suite Study, 64% dos executivos em todo o mundo reconhecem uma mudança para mais atividades de negócios baseadas na nuvem devido à pandemia (1). Ao mesmo tempo, a IDC espera que os gastos com blockchain na América Latina sejam de USD 200 milhões até 2023.

De acordo com o secretário-geral da Câmara Árabe-Brasileira, Tamer Mansour, a plataforma vai integrar dados de toda cadeia exportadora para os países árabes. Numa fase piloto, o projeto será implementado nos fluxos comerciais envolvendo o Brasil e a Jordânia, país que está fazendo um grande esforço de digitalização governamental e busca se reposicionar como um hub de acesso à região para outros países. “Temos um negócio baseado em relacionamentos e confiança. Oferecer uma experiência melhor e serviços com excelência para facilitar as operações dos nossos clientes é primordial. A IBM nos trouxe uma metodologia e as tecnologias necessárias para darmos um passo além nas operações, com agilidade para fazer a inovação acontecer”, comenta Tamer.

A solução também inclui o desenvolvimento de uma aplicação baseada em IBM Blockchain, oferecendo aos usuários dos serviços da CCAB mais agilidade, praticidade e transparência aos processos de exportação, atendendo os requisitos de qualidade e de compliance das diferentes legislações de importações e exportações de bens vigentes em cada país. A solução vai permitir ao mesmo tempo mais flexibilidade, estabilidade, escalabilidade e segurança para o despacho de cargas.

A CCAB também migrou seu ambiente de TI que, até então, era todo on premise, para a IBM Cloud, o que trouxe mais agilidade para o desenvolvimento de novas aplicações e possibilitou melhorias em manutenção, custos e esforços das equipes, que enfrentavam desafios diários por conta de sistemas legados e complexos.

Para Joaquim Campos, VP de Cloud e Cognitive da IBM Brasil, o acordo com a CCAB traz orgulho e mostra que a organização está avançando em seu processo de transformação digital. “Conseguimos consolidar uma parceria muito forte e próxima com os profissionais da CCAB e reforçar a IBM como um parceiro confiável de tecnologia, capaz de dar suporte aos desafios de forma completa, desde a modernização de infraestrutura em Cloud até o desenvolvimento de aplicações envolvendo Blockchain, Microsserviços e DevOps”, ressaltou o executivo.

A CCAB viu o potencial dessas tecnologias para implementar no seu serviço um processo digitalizado e rápido para os agentes do comércio bilateral entre o Brasil e os países árabes. Com isso, as organizações envolvidas nos processos de importação ou exportação passam a ter mais agilidade sobre as operações em um movimento inovador que fortalece o ecossistema de comércio exterior.

Todo o projeto foi executado pela IBM Garage, usando a metodologia que promove o desenvolvimento e implementação de ideias em conjunto com o cliente para acelerar o processo de transformação digital da CCAB.
(1) https://www.ibm.com/thought-leadership/institute-business-value/report/covid-19-future-business

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Store in the Cloud: um mercado de TI para os varejistas se fortalecerem

Por Carlos Capps, líder de Retail, Healthcare e Life Science para IBM Services América Latina


Poucas organizações e executivos de negócios estavam preparados para a mudança da noite para o dia na nova era inaugurada pela pandemia. Indústrias essenciais como o varejo conseguiram pivotar negócios e operações para surfar a nova onda, fortalecendo e/ou redirecionando para canais digitais, reconfigurando o supply chain para novos canais e padrões de demanda e repriorizando planos de investimento em tecnologia. O que era uma meta de longo prazo tornou-se um desafio chave para empresas em todo o mundo. E a pergunta que ouvimos todos os dias é: em que investir agora para ajudar as organizações a se fortalecerem no futuro?

A IBM vem realizando todos os meses entrevistas com mais de 14.500 pessoas no Brasil, China, Alemanha, Índia, México, Espanha, Reino Unido e Estados Unidos, para entender os novos hábitos de consumo. De acordo com nossa pesquisa mais recente, a pandemia levou os consumidores a explorar diferentes ferramentas e serviços, e muitos dizem que continuarão a usá-los no futuro. No Brasil, por exemplo, 58% dos entrevistados fizeram um pedido por meio de um aplicativo móvel durante a COVID-19. No mundo, mais de 2,14 bilhões de pessoas devem comprar bens e serviços online até 2021*.

Ao quebrar as resistências às compras online, a Covid-19 se tornou no ponto de inflexão para a transformação digital – os serviços digitais se expandirão em importância em um número crescente de setores e atividades. E o sucesso dependerá da velocidade de aplicação da tecnologia para melhorar experiências, lançar novas ofertas e repensar como o trabalho é feito.

Hoje, os consumidores sabem o que, quando, onde e como querem, e os varejistas estão lutando para mudar com rapidez suficiente para entregar os bens e serviços que os clientes desejam. Os varejistas dizem que seu modelo operacional e tecnologias de suporte têm o desafio de oferecer inovação rápida que atenda às expectativas dos clientes em constante mudança, enquanto gerenciam a inflação de custos nas operações da loja.

Por mais que o entusiasmo ajude a longo prazo, o que os varejistas mais precisam agora são soluções testadas que possam implantar rapidamente.

‘Store in the Cloud’: reinventando o papel da loja

Para ajudar os varejistas nesse momento, a IBM lançou o Store in The Cloud, um conjunto de tecnologias desenvolvidas para funcionar em uma arquitetura de nuvem aberta e híbrida, onde qualquer varejista do mundo pode aproveitar a mais ampla gama de plataformas líderes, como RedHat OpenShift ou IBM Watson. Desta forma, eles podem expandir ou desenvolver rapidamente novas soluções e serviços, para fornecer os melhores recursos aos seus clientes finais, enquanto melhoram os processos online e na loja de ponta a ponta. Alguns benefícios são:

• Redução de custos. Os varejistas podem operar a um custo menor, diferenciar a experiência do cliente nos canais digitais e físicos e ter a capacidade de inovar de forma rápida.


• Acessar Insights. Treinar os funcionários e gerentes da loja com ferramentas e acesso a informações para ajudá-los a oferecer uma experiência diferenciada ao cliente.


• Visibilidade do estoque. Combinar a visibilidade total do estoque e das vendas anteriores e previstas com disponibilidade em tempo real para acelerar o reabastecimento, redução de preços e outras tarefas.


• Promoções e experiências personalizadas. Usar dados e inteligência artificial para exibir promoções e comunicações altamente personalizadas durante a jornada de compra.


• Informações no site em tempo real. Aplicar dados hiperlocais a preços e conteúdo digital para fornecer informações contextuais aos clientes quando eles estiverem comprando.

Não sabemos o que o futuro reserva, mas entendemos que ele exigirá que os varejistas continuem a operar em um ecossistema muito complexo de dispositivos, software e sistemas para atender às necessidades dos clientes. A nuvem híbrida proporciona aos varejistas a facilidade de construírem sobre o que têm hoje, aprimorando as experiências na loja e online para atender às expectativas dos clientes, e dando-lhes uma forma de emergir mais fortes no mercado, reinventando o papel da loja.


http://www.statista.com/statistics/251666/number-of-digital-buyers-worldwide/

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Um chamado tecnológico para transformar a cadeia alimentar

Por Joaquim Campos, vice-presidente de Cloud & Cognitive Software da IBM Brasil

Hoje, 16 de outubro, comemoramos o dia mundial da alimentação. A data surgiu para lembrar a criação da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO), em 1945, com o intuito de alcançar a segurança alimentar de todos e garantir que as pessoas tenham acesso regular a alimentos de alta qualidade suficientes para uma vida saudável.

De acordo com FAO, a América Latina é uma das maiores exportadoras de alimentos do mundo, o que torna a indústria de alimentos um setor chave para o crescimento da região (1). Atualmente, a indústria passa por um momento de transformação, devido à globalização e digitalização de processos e serviços; algo que foi ainda mais intensificado pelo COVID-19. E é aí que tecnologias de ponta, como Cloud, AI e Blockchain, podem ajudar a percorrer esse caminho, fortalecendo as cadeias alimentares do início ao fim e abordando 3 desafios principais derivados dessa transformação: 1. Sustentabilidade; 2. Eficiência e 3. Novas formas de consumo.

1. Sustentabilidade: Ter uma cadeia agrícola e alimentar sustentável implica o uso racional de recursos como solo, água e suprimentos, para melhorar a qualidade ambiental e a vida dos produtores e da sociedade. Isso nos leva a examinar três pilares fundamentais para a sustentabilidade da indústria de alimentos: mudança climática, escassez de recursos e perda de alimentos.

Por exemplo, o setor agrícola, e principalmente a agricultura irrigada, utiliza a maior parte da água, com 70% da retirada (2). Diante disso, tecnologias como a inteligência artificial estão transformando a indústria, auxiliando na avaliação do solo, no planejamento da irrigação e no controle químico, tornando o uso dos recursos mais eficiente e reduzindo o impacto ambiental.

2. Eficiência: A indústria de alimentos é um setor que possui muitos atores que fazem parte do ecossistema, com processos associados que se multiplicam à medida que a rede se expande. O desafio seria otimizar esses processos levando em consideração três fatores principais: bom planejamento da demanda para uma população em crescimento, segurança alimentar e impacto econômico.

Por exemplo, estima-se que 30 a 40% das safras são perdidas a cada ano por vários motivos, incluindo: doenças da safra, não otimização da produção e estimativa insuficiente do abastecimento (3). Tudo isso, com o consequente impacto econômico. O uso da nuvem e suas APIs podem ajudar as organizações a planejar melhor sua produção, otimizar o uso de recursos e dimensionar soluções de forma ágil e rápida, reduzindo os custos associados.

3. Novas formas de consumo: as tendências de consumo para as próximas décadas exigirão maior flexibilidade para se adaptar aos usuários, e ainda mais, na ‘nova realidade’, com usuários hiperconectados; com um aumento das compras ‘ecofriendly’; e as novas modalidades de compra derivadas do impacto do COVID-19, entre outras.

9 em cada 10 millennials latino-americanos têm em mente o impacto ambiental em pelo menos alguma das suas decisões de compra (4). A tecnologia blockchain pode ajudar às empresas e organizações a digitalizar e aumentar os níveis de confiança em todo o ecossistema. Isso é alcançado por meio da transparência em tempo real das transações; mostrando o percurso que a comida faz do campo à mesa e dá visibilidade das informações sobre as práticas de sustentabilidade das marcas.

Várias empresas na América Latina já estão usando as tecnologias disruptivas da IBM para acelerar sua reinvenção e transformar a cadeia alimentar da fazenda à mesa, para estar mais preparada para o que o amanhã trará.

(1) http://www.fao.org/3/a-i4738s.pdf
(2) http://www.bancomundial.org/es/topic/water-in-agriculture
(3) http://www.fao.org/news/story/es/item/469315/icode/
(4) http://dev-latinspots-com.sa-east-1.elasticbeanstalk.com/sp/noticia/mercado-libre-lanza-su-seccin-exclusiva-de-productos-sustentables/51746

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Colloquium 2019 discute IA no Brasil e Transformação Digital

Amanhã, dia 4 de outubro, a partir das 10h, a IBM realiza a 9ª edição do Colloquium, principal evento sobre ciência e inovação produzido pelo Laboratório de Pesquisa da IBM Brasil.

Neste ano, a 9ª edição do Colloquium promoverá discussões sobre “Os caminhos para a IA no Brasil e Transformação Digital” com líderes das principais iniciativas de P&D no país, tanto da iniciativa privada quanto da academia e governo.

Na ocasião, serão apresentados destaques de avanços em pesquisas, projetos e casos práticos de startups e grandes empresas para aplicações de inteligência artificial.

A transmissão online será no site do evento e contará, ainda, com palestras de nomes como Glauco Arbix, professor titular da USP, especialista em teoria da inovação e sociologia econômica, e um painel com participação de Ulisses Mello, diretor do Laboratório de Pesquisa da IBM Brasil.

Confira a programação abaixo:

10h00 – 10h20: Abertura
10h20 – 10h40: Por uma Estratégia Nacional de IA que habilite a inovação e crescimento – Fabio Rua, Líder de Government & Regulatory Affairs da IBM América Latina
10h40 – 10h50: Q&A
10h50 – 11h10: Políticas de Inovação no Brasil, Glauco Arbix, professor titular da USP
11h10 – 11h20: Q&A
11h20 – 11h40: Projeto de IA para o Brasil, Rosa Vicari, professora titular da UFRGS
11h40 – 12h00: Convite para as demos
13h30 – 13h40: Abertura segundo bloco
13h40 – 14h00: Dr. Vinicius Calsavara – Pesquisador e Estatístico na A.C.Camargo
14h00 – 14h10: Q&A
14h10 – 14h30 Sergio Novaes – Advanced Institute for Artificial Intelligence (AI²)
14h30 – 14h40: Q&A
14h40 – 15h00: Centro de IA – Parceria IBM e Fapesp
16h00 – 16h10: Abertura terceiro bloco
16h10 – 17h40: Painel: Os caminhos para IA no Brasil e a nossa transformação digital
17h40 – 17h50: Q&A
17h50 – 18h00: Encerramento

Não perca a transmissão ao vivo pelo site do Colloquium.

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Laboratório de tecnologia itinerante da IBM volta à estrada para capacitar estudantes em Internet das Coisas

A IBM Brasil anuncia o início de uma nova viagem do Hackatruck, projeto de educação da companhia, que conta com o apoio da Apple e Flex, e execução do Instituto Eldorado. Nessa segunda viagem, o caminhão itinerante passará por 11 universidades localizadas de ponta a ponta do Brasil e terá como objetivo capacitar estudantes de cursos relacionados à tecnologia da informação sobre IoT (Internet of Things). Desta vez, o caminhão funcionará como um “makerspace”, ou seja, um espaço onde os alunos poderão criar e desenvolver protótipos de projetos relacionados ao tema.

A Internet das Coisas vem se popularizando com rapidez no mercado brasileiro. Com grande potencial de crescimento, tem atraído cada vez mais profissionais e estudantes da área. De acordo com dados da consultoria IDC, IoT deve movimentar US$ 8 bilhões no Brasil neste ano. Os principais investimentos na tecnologia devem partir de setores como saúde, indústria, agricultura e infraestrutura urbana.

O curso oferecido pela IBM é gratuito e tem 6 semanas de duração, com carga horária de 120 horas. Durante este período, os alunos selecionados para as aulas serão capacitados na linguagem de programação Swift para iOS, utilizarão metodologias avançadas de desenvolvimento (DevOps, Agile, Scrum e Design Thinking) e tecnologias voltadas a Internet das Coisas. Além disso, todos os participantes poderão desenvolver protótipos de suas ideias. Neste ano, os alunos serão desafiados a criar projetos relacionados a sete temas de grande importância para a sociedade: Saúde, Educação, Indústria 4.0, Varejo, Segurança, Mobilidade Urbana e Sustentabilidade. Além da grade oficial, haverá palestras sobre novas tecnologias, como Inteligência Artificial, Computação Quântica e Blockchain, e carreiras em TI.

Na primeira fase do projeto, realizada entre setembro de 2014 e dezembro de 2017, o Hackatruck percorreu mais de 48.000 km e passou por 10 universidades em todas as regiões do País. Cerca de 4 mil alunos assistiram às aulas e workshops. “É nossa missão ajudar na capacitação de futuros profissionais em novas tecnologias, para que cheguem ao mercado bem preparados para inovar e atender às demandas das empresas. O Hackatruck é um projeto muito importante nesse sentido e os resultados da primeira fase nos deixam muito felizes e engajados para lançar uma nova edição”, afirma Carlos Hopf, Líder de Parcerias Educacionais e Pesquisa & Desenvolvimento da IBM Brasil.

Itinerário e inscrições

A segunda fase do Hackatruck Makerspace será realizada entre maio e dezembro deste ano e passará por seis universidades nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste. As datas de chegada do caminhão nas outras cinco universidades serão divulgadas posteriormente.

PUC Campinas (SP): 2 de maio a 8 de junho;
Universidade Católica de Brasília (DF): 25 de junho a 3 de agosto;
PUC-PR (Curitiba/PR): 7 de agosto a 18 de setembro;
PUC-RS (Porto Alegre/RS): 24 de setembro a 7 de novembro;
Unichapeco (Chapecó/SC): 12 a 30 de novembro;
Unicesumar (Maringá/PR): 3 a 21 de dezembro.

Os interessados em participar do Hackatruck devem ser alunos das instituições parceiras e deverão completar um curso de ensino a distância disponível no site do projeto. Os participantes com a melhor pontuação serão selecionados para as aulas presenciais no caminhão-escola. Para mais informações, acesse www.hackatruck.com.br.

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São Paulo Negócios e IBM impulsionam startups para desenvolver soluções de saúde

A Prefeitura de São Paulo e a IBM anunciaram hoje um acordo que visa desenvolver soluções tecnológicas inovadoras para o setor de saúde na cidade de São Paulo nos próximos 3 anos. O programa “100% saúde”, assim nomeado no ano do centenário da empresa no Brasil, poderá apoiar até 300 startups selecionadas para resolver problemas atuais do sistema de saúde da cidade, com consequente melhora no atendimento à população.

“Nosso objetivo é apoiar projetos que nos ajudem a alavancar o setor de saúde no município, o que pode dar mais agilidade ao serviço e diminuir as filas”, disse o prefeito João Doria.
Cada startup selecionada poderá receber créditos equivalentes a US$ 1000 por mês por um período de um ano para o uso de aplicações de serviço na plataforma IBM Cloud, como parte do Global Entrepreneur Program (GEP), programa global de empreendedorismo da IBM. Esse valor só será usado por empresas que se juntarem ao programa e usarem o serviço. O total de créditos fornecidos pela empresa nos próximos três anos pode representar mais de R$ 12 milhões. “A IBM celebra o seu centenário no Brasil este ano com uma história de contribuições para o progresso da nossa sociedade. Este projeto une a experiência global da empresa com nossas capacidades inovadoras locais para uma necessidade pública da cidade e seus cidadãos. Esperamos que os resultados deste programa impulsionem novas mudanças e progressos no nosso ecossistema de saúde e permaneça como um legado para a cidade de São Paulo e nossas futuras gerações”, afirmou Marcelo Porto, presidente da IBM Brasil.

A parceria da empresa pode incluir o apoio de técnicos, profissionais de consultoria e licenciamento de acordo com os critérios do GEP. A SP Negócios e a empresa também poderão vir a definir em conjunto atividades para estimular o uso da tecnologia, desenvolvimento de aplicações, protótipos e ideias que possam trazer um impacto positivo na área da saúde. “Esta é uma iniciativa pioneira e inovadora que tem como objetivo encorajar o empreendedorismo e, ao mesmo tempo, melhorar o serviço à população”, diz o Secretário Municipal de Saúde, Wilson Pollara.
Os interessados em participar dessa primeira etapa devem encaminhar um e-mail para projetosaude@spnegocios.com, até o dia 31 de outubro, manifestando interesse pelo programa. Para se candidatar, as startups devem atender aos requisitos e aderir ao programa GEP, devem ser devidamente constituídas, no pleno exercício de suas atividades e ter receitas anuais que não excedam R$ 3,6 milhões.

“A importância desta parceria com a IBM é que temos a oportunidade de criar um programa piloto que possa ser replicado por outras prefeituras no Brasil”, explicou o presidente da SP Negócios, Juan Quirós. A instituição será responsável por selecionar as startups candidatas a participarem do programa. A SP Negocios é uma empresa ligada à Secretaria Municipal da Fazenda, que visa promover investimentos, negócios e exportações para a cidade de São Paulo.

Fonte: IBM Brasil

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Via Varejo cria novo canal de atendimento ao cliente com inteligência cognitiva da IBM

Como parte de sua estratégia de inovação e pioneirismo tecnológico, a Via Varejo utilizará tecnologias de inteligência artificial para melhorar a experiência e o atendimento ao seu cliente. A companhia passa a contar com um novo canal de comunicação com recursos do Watson, plataforma de computação cognitiva da IBM. Por meio de um chat bot, o consumidor poderá ter acesso a informações sobre seus pedidos, trocas, cancelamento ou devolução de produtos de uma maneira simples, rápida e mais efetiva. A ferramenta contará com tecnologias cognitivas que ajudam o cliente a escolher as melhores opções de smartphones com base em suas preferências e necessidades.

O serviço estará disponível a partir do mês de junho para os clientes nos sites da Casas Bahia e do Pontofrio, tanto nas versões desktop como mobile, e também servirá como ferramenta de apoio para vendedores, que poderão utilizar o sistema para aperfeiçoar o atendimento em lojas físicas.

“Esta tecnologia vai nos ajudar a compreender ainda mais os desejos de consumo dos nossos clientes. Assim como também nos possibilita oferecer um atendimento mais exclusivo, rápido e multicanal, pois poderemos utilizar os dados compartilhados entre nossas lojas online e físicas”, analisa Flavio Dias, diretor de e-commerce da Via Varejo.

Com mais essa opção, a companhia otimiza o tempo de resposta online e offline, aprimora o contato com o cliente e auxilia a equipe de vendas a ter mais informações para oferecer opções de produtos mais adequados ao perfil de cada consumidor.

Os chat bots criados com tecnologia Watson são ferramentas que entendem a linguagem natural humana, processam a informação de maneira inteligente e devolvem aos usuários respostas com alto grau de acurácia e confiabilidade. O grande diferencial da plataforma de computação cognitiva IBM é o fato dela interpretar a intenção de perguntas, extraindo o contexto de cada interação com o cliente e oferecendo retornos próximos ao utilizado em uma conversa entre humanos.

A ferramenta da Via Varejo foi treinada por especialistas em atendimento ao cliente e aprende continuamente a cada interação com seus usuários. Todo o aprendizado do Watson é supervisionado por profissionais que aprovam melhorias na plataforma à medida que forem necessárias. “O projeto com a Via Varejo mostra como a inteligência cognitiva da IBM pode melhorar a eficiência operacional de companhias, ajudar equipes de atendimento e levar ao cliente final uma experiência mais satisfatória e inovadora”, conta Júlia Amado, Executiva de Vendas para Via Varejo na IBM Brasil.

Watson é uma plataforma versátil que tem ajudado diferentes segmentos do mercado no Brasil e no Mundo. A perspectiva da IBM é que 1 bilhão de pessoas tenham contato com a plataforma até 2018, sendo que 500 startups já construíram aplicações baseadas nessas soluções.

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Resource IT amplia parceria com IBM Cloud com ofertas de soluções em Infraestrutura como Serviço da Bluemix

A Resource IT, uma das principais e mais bem-sucedidas empresas brasileiras de serviços de TI, anuncia a ampliação de seu acordo com a IBM, existente há mais de 10 anos. Após a parceria para a oferta de aplicações baseadas na IBM em Bluemix de Plataforma como Serviço, a companhia passa a trabalhar também com ofertas fundamentadas em Infraestrutura como Serviço, uma das maiores e mais importantes soluções de hospedagem em Nuvem do mercado.

“Quando o assunto é Cloud Computing, logo se pensa nas ferramentas da IBM. Desenvolvemos e hospedamos um software nesse ambiente que alia alta capacidade de gestão e segurança. Nosso diferencial é entregar um serviço de infraestrutura gerenciado na IBM Bluemix, ou seja, vendemos a solução com a proposta de implementar, gerenciar, monitorar, fazer o backup e prestar todo o suporte necessário para nossos clientes”, afirma Fernando Medeiros, Diretor de Novos Negócios e Inovação da Resource IT no Vale do Silício. Além disso, segundo o executivo, a companhia é capaz de viabilizar todas as customizações que o cliente precisar e, graças à parceria, a Resource IT consegue expandir ou reduzir o uso de Cloud com muito mais agilidade.

De acordo com os principais institutos de pesquisa e consultoria globais, em função dos inúmeros benefícios que o investimento em tecnologia proporciona, a migração para serviços em Nuvem deve ser peça-chave nas estratégias de negócios de organizações que desejam entrar na chamada Era Digital. Segundo o Gartner, em 2020, uma política corporativa de não adoção de Cloud será tão rara quanto uma política de não uso da Internet nos dias atuais.

A utilização da computação em Nuvem traz mais produtividade ao negócio, aliada a uma redução em custos operacionais, mão de obra, gastos com TI e energia elétrica. Outro benefício é a possibilidade de acessar os arquivos de qualquer lugar, por qualquer dispositivo e a qualquer hora. É possível, ainda, compartilhar determinados arquivos com seus parceiros e fornecedores, economizando tempo e aumentando a eficiência da empresa. O investimento em Cloud pode também ser um grande aliado para a proteção do negócio, porque os provedores desses serviços precisam estar sempre atualizados com as melhores práticas relacionadas à segurança de dados. Com o desenvolvimento de criptografias e certificados, esses programas têm se tornado cada vez mais seguros. Outra vantagem da Nuvem é que ela acompanha a escalabilidade do negócio, ou seja, a qualquer momento é possível fazer um “upgrade” ou “downgrade” da solução, seguindo o crescimento da empresa.

“O mercado brasileiro de Cloud tem aumentado ano a ano e demonstrado cada vez mais maturidade, mas há muito ainda para avançar”, afirma Medeiros. Segundo ele, o Brasil reúne todas as condições para aprimorar sua colocação entre as nações que oferecem as melhores conjunturas para a oferta de computação em Nuvem. “A Resource IT é um dos principais parceiros para a implementação dessa e de outras soluções de tecnologia, com o objetivo sempre de ampliar a produtividade e aperfeiçoar o desempenho em suas operações, e com o diferencial de negociar em reais, evitando qualquer tipo de problema relacionado à flutuação do dólar”, completa o executivo.

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Ingram Micro marca presença no IBM Systems Technical University Brasil

Entre hoje, 18, e quinta-feira, 20 de outubro, acontece em Atibaia-SP, o IBM Systems Technical University Brasil, evento realizado pela IBM para atualizar os profissionais sobre a evolução e o potencial de aplicação de suas principais tecnologias. A Ingram Micro, subsidiária do maior distribuidor mundial de tecnologia, participa do encontro e mostra o portfólio de produtos e soluções da fabricante. No dia 19, realiza, ainda, um café da manhã com parceiros e executivos da IBM para discutirem sobre assuntos que visam a melhoria no desenvolvimento dos negócios conjuntos e na forma de apoiá-los.

“Sempre procuramos conhecer nossos revendedores, ouvir suas necessidades e ajudá-los a fazer negócios. Esse evento é uma ótima oportunidade para isso e para ficarmos alinhados com as soluções e estratégias da IBM. Vamos aproveitar para criar uma aproximação ainda maior entre nossas revendas, nossos clientes finais e os executivos da IBM”, declara Diego Utge, VP & Brazil Chief Executive da Ingram Micro.

O IBM Systems Technical University Brasil acontece no Hotel Bourbon Convention & Spa Resort e apresenta as principais novidades de IBM Systems na área de hardware, computação cognitiva, cloud computing, analytics, mobile, social business e segurança da informação. São mais de 200 sessões de capacitação, certificações e laboratórios para troca de experiências e melhores práticas com os líderes de mercado.

IBM Systems Technical University Brasil

Local: Hotel Bourbon Convention & Spa Resort – Atibaia
Data: de 18 a 20 de outubro de 2016

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FAPESP e IBM financiam pesquisa em computação cognitiva no Brasil

A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) e a IBM Brasil firmaram um Acordo de Cooperação para compartilhar investimentos de até US$ 500 mil, ao longo de 10 anos, a serem utilizados em projetos de pesquisa científica e tecnológica na área de computação cognitiva em universidades e institutos de pesquisa. Um comitê conjunto formado po r representantes da FAPESP e da IBM conduzirá a avaliação e seleção de projetos apresentados em resposta a Chamadas de Propostas a serem lançadas periodicamente.

Cada Chamada terá foco em temas específicos da área de computação cognitiva, como teoria e aplicações de inteligência artificial, processamento de linguagem natural, planejamento e raciocínio de bom senso e análise de big data, entre outros. Poderão participar das Chamadas pesquisadores de instituições de ensino superior e pesquisa no Estado de São Paulo. Mais detalhes sobre a apresentação de projetos serão divulgados em edital a ser publicado proximamente.

A computação cognitiva é considerada a Terceira Era Computacional, pois seus sistemas se aproximam da forma humana de pensar, interagir e aprender, extraindo conhecimento de dados não-estruturados com origem em fontes distintas em formato de texto, imagem e vídeos. Com a computação cognitiva é possível extrair conhecimento de um vasto volume de dados que pode contribuir para a solução de problemas complexos da humanidade, como o esgotamento de recursos ambientais, a prevenção e o controle de doenças, além da pobreza. A plataforma de computação cognitiva da IBM, o Watson, tem liderado as experiênci as em escala comercial desta tecnologia com diversas companhias no mundo.

“A parceria para selecionarmos propostas de pesquisa a serem cofinanciadas pela IBM e FAPESP abre grandes possibilidades para a comunidade científica de São Paulo interagir com pesquisadores de uma das empresas mais avançadas em ciência e tecnologia na área de sistemas cognitivos. O Laboratório de Pesquisa da IBM em São Paulo vai contribuir para o aumento da abrangência em pesquisa desta tecnologia no Estado”, diz Carlos Henrique de Brito Cruz, diretor científico da FAPESP.

Para Ulisses Mello, diretor do Laboratório de Pesquisa da IBM Brasil, o acordo com a FAPESP consolida a missão da multinacional de incentivo e fomento para desenvolvimento da ciência e tecnologia no País, onde há cinco anos a empresa instalou seu centro local de pesquisa. “Queremos desenvolver um ecossistema de inovação em computação cognitiva no Brasil pela relevância e impacto do assunto na sociedade, tanto que os projetos selecionados estarão desprendidos de qualquer compromisso com propriedade intelectual com a IBM”, afirma.

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IBM Brasil anuncia o THINKLab, um novo ambiente de pesquisa e inovação para clientes da América Latina

No ano em que completa 5 anos de operação no País, o Laboratório de Pesquisa da IBM Brasil inaugura o THINKLab, um ambiente de inovação aberta e colaborativa em que as empresas clientes irão trabalhar diretamente com os cientistas da IBM para resolver problemas complexos, identificar necessidades específicas de seu segmento e desenvolver novas tecnologias ou novos modelos de negócios.

Localizado na sede da IBM, em São Paulo, o THINKLab do Brasil é o primeiro na América Latina. As soluções geradas utilizam abordagens e tecnologias criadas pelos laboratórios de pesquisa da IBM ao redor do mundo, incluindo o Brasil. Grande parte delas, à medida em que é testada no mercado com sucesso, será disponibilizada no Bluemix – a plataforma de desenvolvimento na nuvem da IBM com acesso livre e gratuito a desenvolvedores.

A metodologia do THINKLab foi projetada para acelerar a criação de inovações que atendam às necessidades específicas das companhias – como otimização de logística e operações, transformação digital, entre outras. Equipes multidisciplinares trabalham lado a lado para analisar conjuntos de dados, conduzir pesquisas, traçar abordagens e testá-las no mercado. O feedback do mercado em tempo real permite que as equipes explorem e combinem novas tecnologias em uma única solução integrada para superar desafios e, assim, atingir os objetivos do seu negócio.

“O THINKLab será um espaço para as empresas terem uma experiência única, com pesquisadores especializados e focados em resolver problemas ou identificar novas possibilidades para inovar. Sempre atuamos alinhados às necessidades do mercado e da sociedade, mas, agora iremos acelerar expressivamente o processo de desenvolvimento de novas tecnologias e modelos de negócio junto às empresas da região”, afirma Ulisses Mello, diretor do Laboratório de Pesquisa da IBM Brasil.

Mundialmente, nos últimos três anos, a IBM investiu US$ 19 bilhões em Pesquisa e Desenvolvimento, uma média US$ 6 bilhões por ano. Em 2014, o negócio de venda e licenciamento de propriedade intelectual, principalmente em patentes, gerou US$ 742 milhões de lucro para a IBM. Há 22 anos consecutivos, a companhia é líder em registro de patentes nos Estados Unidos. Em 2014, teve 7.534 patentes concedidas – média de 20 conquistas por dia.

Balanço: cinco anos de Pesquisa da IBM no Brasil

Em 2015, o Laboratório de Pesquisa da IBM Brasil completa cinco anos de operação no País. Além de contribuírem para o desenvolvimento da inovação, os trabalhos dos pesquisadores brasileiros têm sido fundamentais para gerar uma nova experiência aos clientes da IBM em todo o mundo. Já são mais de 140 solicitações de patentes desenvolvidas localmente e submetidas ao United States Patent and Trademark Office (USPTO), mais de 260 artigos científicos publicados e 20 prêmios conquistados.

O IBM Research Brasil conta com duas unidades, uma na cidade do Rio de Janeiro e outra em São Paulo, que trabalham com foco em três áreas:

• Gestão Inteligente de Recursos Naturais: petróleo & gás, mineração e agricultura;

• Computação Cognitiva: ênfase em análise de dados sociais, big-data e visual analytics & insights;

• Ciência & Tecnologia para Aplicações Industriais: foco em recursos naturais, ciências da vida e analytics para Internet das Coisas.

Outra importante missão do Laboratório é ajudar e colaborar com o desenvolvimento acadêmico local. Nestes cinco anos, foram concedidas bolsas de estudo para universidades do País realizarem pesquisas locais independentes. O Laboratório também possui parceria com o Laboratório Nacional de Computação Científica (LNCC) para desenvolvimento de códigos abertos em softwares, por meio do programa Open Collaborative Research, e com a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) para desenvolvimento de tecnologias por meio do programa Shared University Research.

O time brasileiro trabalha em cooperação com projetos de pesquisa da IBM ao redor do mundo. Tanto as tecnologias quanto os cientistas do Brasil podem ser alocados em projetos de outras localidades. É o caso do Jefferson Project. Pesquisadores da IBM Brasil ajudaram a criar um modelo matemático para medir a quantidade e o trajeto do sal que é despejado no inverno em estradas ao redor de um importante lago turístico no Estado de Nova York, o George Lake. O projeto visa criar um modelo tecnológico de Internet das Coisas para entender o impacto de agentes poluentes e atuar com medidas para preservação e recuperação de águas doces.

Cases brasileiros do Laboratório

• Watson em português – O sistema de computação cognitiva da IBM, o Watson, está aprendendo o idioma brasileiro. Ele é capaz de processar grandes quantidades de dados e, quanto mais interage e recebe informações, mais aprende e é capaz de gerar hipóteses. O Watson já oferece 28 serviços na nuvem.

• Computação Cognitiva em recursos naturais – O Laboratório trabalha em uma plataforma de software capaz de integrar múltiplos sistemas cognitivos para a descoberta, exploração e produção de recursos naturais. Para isso, a IBM recebeu 10 bolsas de estudo do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) para pós-doutores, além de projetos com parceiros da indústria de Óleo & Gás.

• Social Trending Analytics – Os pesquisadores da IBM Brasil desenvolveram sofisticados algoritmos para analisar, em tempo real, grandes volumes de postagens nas redes sociais sobre um determinado tema. Ele foi testado na Copa do Mundo – ocasião em que foram analisados 58 milhões de posts durante os 64 jogos do mundial.

• Plataforma de Aplicação móvel MAF – A tecnologia Mobile Aplication Fabric (MAF) é uma plataforma de desenvolvimento de aplicações de georeferenciamento baseada no IBM Worklight Foundation. Permite a criação rápida de aplicações móveis para crowdsourcing. O MAF já foi utilizado para dois projetos: o Rota Acessível, com a AACD, e o Água Viva, com o Instituto Cidade Democrática.

• Simulador de Nanotecnologia na Recuperação de Petróleo Aprimorada (EOR) – Uma das áreas foco do Laboratório é utilizar a nanotecnologia nos desafios das indústrias de petróleo&gás e saúde. A pesquisa pode ajudar a aumentar as taxas de recuperação de petróleo, que atualmente são de apenas 30%.

• Computação na Nuvem – A IBM Brasil foi selecionada pela FINEP (Financiadora de Estudos e Projetos do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação) para desenvolver dentro do Brasil uma tecnologia pioneira para oferecer serviços de computação de alto desempenho na nuvem. O objetivo é criar um software para auxiliar empresas de diversos portes e setores a executar suas aplicações e serviços que demandam alto poder computacional de uma maneira mais automatizada e barata que as soluções existentes.

• Tecnologia para saúde – A detecção de uma doença e seu monitoramento, muitas vezes, requer uma análise em diferentes laboratórios e com sofisticados equipamentos. As amostras são processadas longe do local de tratamento, o que torna a sua análise cara e demorada. O Laboratório atua no desenvolvimento de sistemas de diagnóstico com chips de microfluidos descartáveis que permitem um simples e rápido diagnóstico e análise de contaminação.

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Truckvan transforma caminhão em laboratório digital móvel para capacitar estudantes de tecnologia

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Cerca de 500 estudantes de 11 Instituições de Ensino Superior de Tecnologia da Informação (TI) distribuídas por diversas regiões do Brasil aprenderão a desenvolver aplicativos para iPhone e iPad em um laboratório digital móvel. Produzido pela Truckvan, líder nacional no mercado de soluções sobre rodas, o caminhão-escola tem 15 metros de comprimento com laterais expansíveis que, quanto estendidas, o transformam em uma sala de aula de 72 metros quadrados equipada com mesas, tablets, notebooks, quatro grandes televisores e uma impressora 3D.

O projeto HACKATRUCK é idealizado pela IBM Brasil e a Flextronics, com execução do Instituto de Pesquisas Eldorado e em colaboração com a Apple, e passará, durante 10 meses, por Campinas (SP), São Paulo (SP), Salvador (BA), Rio de Janeiro (RJ), Sorocaba (SP), Recife (PE), Fortaleza (CE), Belo Horizonte (MG), Curitiba (PR), São José dos Campos (SP) e Brasília (DF).

“É o primeiro projeto que desenvolvemos com sala de avanço com vidros polarizados capazes de receber com qualidade as imagens de quatro projetores fixados no teto da unidade”, destaca o gerente de engenharia de vendas e aplicação da Truckvan, Marcos Rodrigues.

Dentro do laboratório itinerante, os instrutores do Instituto Eldorado desenvolverão, a partir deste mês, atividades de capacitação profissional, tendo como foco a linguagem SWIFT para iOS. Além do curso, os participantes acompanharão oficinas sobre startups e empreendedorismo e terão contato com novidades tecnológicas como impressora 3D e óculos de realidade aumentada, entre outras.

Segundo Rodrigues, o HACKATRUCK foi um grande desafio para Truckvan e representa o quanto a empresa é ilimitada e desenvolve projetos de acordo com a necessidade de cada cliente. “Tivemos que adequar infraestrutura elétrica para suprir todas as exigências, inclusive instalando um nobreak com baterias para, no mínimo, 12 horas de operação que garantem a alimentação do sistema de câmeras de vigilância da unidade”, finaliza.

Sobre o projeto HACKATRUCK

Mantido pela lei de informática, o HACKATRUCK é um projeto de capacitação profissional de estudantes de Instituições de Ensino Superior de Tecnologia da Informação, em programação SWIFT para plataforma iOS e palestras sobre inovações tecnológicas e carreiras de TI.

O HACKATRUCK é idealizado pela IBM Brasil e a Flextronics, com execução do Instituto de Pesquisas Eldorado e em colaboração com a Apple. A iniciativa também conta com os seguintes apoiadores: Editora Abril por meio da revista Exame, Epson com projetores e óculos para realidade virtual; Pelco com câmeras de segurança; Sebrae com palestras sobre incubadoras e startups; Sethi 3D com impressoras 3D; e Unifor com software de carreiras. Para saber mais sobre o projeto e acompanhar a programação, visite o site: www.hackatruck.com.br

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