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Henrique Luz é o novo presidente do conselho de administração do IBGC

Henrique Luz é o novo presidente do conselho de administração do Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC). Conforme prevê o estatuto social, a escolha foi feita entre os próprios integrantes do conselho de administração, durante reunião do colegiado realizada na tarde de quinta-feira (28). O executivo substitui Ricardo Setubal, cujo mandato como conselheiro e presidente do conselho de administração se encerrou na mesma data.

Formado em economia e ciências contábeis e com cursos em Harvard, Darden e Singularity University, Henrique Luz possui vasta experiência como líder de empresas de auditoria. Atuou por 43 anos na PwC, dos quais 32 como sócio e 24 como vice-presidente e membro do Comitê Executivo de Liderança no Brasil. No IBGC, integra o conselho de administração desde março de 2017. É membro do Instituto dos Auditores Independentes do Brasil (Ibracon) e conselheiro de entidades como MAM-SP, MAM-Rio, Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil e Fundação Dorina Nowill para Cegos, nesta última ocupando o posto de vice-presidente do conselho. Henrique Luz também é ex-presidente do conselho de administração do Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças de São Paulo (Ibef-SP) e da Associação Nacional de Executivos de Finanças (Anefac).

Também chegaram ao fim os mandatos dos conselheiros Richard Blachet e Isabella Saboya – que a pedido próprio encontrava-se afastada de suas funções no IBGC desde janeiro. Para os três assentos, os associados ao instituto elegeram, em assembleia geral ordinária, os seguintes profissionais:

Iêda Aparecida Patrício Novais é conselheira de administração, conselheira consultiva e coordenadora do comitê de auditoria em organizações privadas, estatais, de economia mista e do terceiro setor. Formada em comunicações (USP) e com diversos cursos em negócios (FGV), é membro do Colegiado Independente Recursal (CIR) do Instituto.

Leonardo Wengrover tem histórico de nove anos de participação nas atividades do IBGC. Engenheiro, com formação internacional voltada a inovação e tecnologia, assumiu a coordenação geral do Capítulo Sul em 2015, expandindo a atuação regional que é uma das prioridades do Instituto. Possui grande experiência em empresas familiares e organizações com e sem fins lucrativos.

Carlos Eduardo Brandão tem participação em Conselhos de Administração de empresas como a Cemig, CEG e Progen e atuação como executivo sênior nas áreas de gestão de pessoas e administração de crises. Formado em engenharia civil pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), é doutor em História e Filosofia da Ciência- HCTE-UFRJ, tem MBA Executivo em Finanças pelo IBMEC-RJ (1993) e Mestrado em Planejamento Energético na COPPEUFRJ (1989). Foi membro do Conselho de Administração do IBGC (2010 – 2014) e do Instituto Ethos (2013 – 2016).

Renovação

Todos os anos, o conselho de administração do IBGC, composto por nove pessoas, renova um terço de seus membros – cujo mandato é de três anos -, que são responsáveis pela eleição ou reeleição do presidente do conselho administrativo do instituto. Tal procedimento é feito no intuito de manter o conhecimento dentro do órgão de forma mais estável, além de promover a renovação constante dos membros.

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Ricardo Setubal é o novo presidente do Conselho de Administração do IBGC

O Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC) anuncia a nomeação de Ricardo Setubal como presidente do Conselho de Administração, para um mandato de um ano.

Ricardo Egydio Setubal é administrador de empresas formado pela Fundação Getúlio Vargas e graduado em Direito pela Universidade de São Paulo. É presidente do Conselho de Administração da Itautec, membro suplente do Conselho de Administração da ITAUSA e vice-presidente do Conselho de Administração da Duratex. Também atua como membro do Conselho de Administração da Elekeiroz e membro suplente do Conselho de Administração da Itaú Investimentos.

A escolha de Setubal foi feita por votação logo após a Assembleia Geral Ordinária, que nomeou os três novos membros do Conselho de Administração do IBGC. Os escolhidos para um novo mandato de três anos foram: Leila Abraham Loria, Israel Aron Zylberman e Henrique Luz.

Maioria feminina

Pela primeira vez em seus 22 anos de existência, a maior parte do conselho do IBGC passa a ser formada por mulheres. A nomeação de Leila Abraham Loria a coloca em um grupo já formado por Isabella Saboya, Doris Wilhelm, Monika Conrads e Vicky Bloch, de um total de nove conselheiros.

Todos os anos, o conselho de administração do IBGC renova um terço de seus membros – cujo mandato é de três anos -, que são responsáveis pela eleição ou reeleição do presidente do conselho administrativo do instituto. Tal procedimento é feito no intuito de manter o conhecimento dentro do órgão de forma mais estável, além de promover a renovação constante dos membros.

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Liderança, diversidade e inovação tecnológica marcam os debates da 18ª edição do Congresso Anual do IBGC

Emílio Carazzai, do IBGC
Foto: Alexandre Machado

O Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC) encerrou nesta terça-feira (03/10), em São Paulo, a 18ª edição de seu Congresso Anual. O evento teve um público formado, em grande parte, por líderes de algumas das empresas e instituições mais importantes do país. Aproximadamente, 720 pessoas compareceram ao congresso este ano.

Entre os diversos palestrantes e painelistas, estiveram presentes a consultora e especialista em diversidade, Rosalyn Taylor O’Neale; o ex-presidente do Banco Central e sócio-fundador da Gávea Investimentos, Armínio Fraga; a presidente da SAP Brasil, Cristina Palmaka; o presidente da Eletrobras, Wilson Ferreira Jr.; o presidente do conselho da Petrobras, Nelson Carvalho; o CEO da Hering, Fábio Hering; o presidente da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), Marcelo Barbosa; o presidente da IBM Brasil, Marcelo Porto; e o antropólogo e professor da PUC-RJ, Roberto da Matta.

Sob o tema “Governança consciente: quando as regras não bastam”, o evento buscou apresentar propostas relevantes no cenário atual da sociedade, como a adoção das novas tecnologias e seus impactos no negócio e na própria governança das organizações.

Em seu discurso de abertura, o presidente do Conselho de Administração do IBGC, Emilio Carazzai, ressaltou os avanços que a governança corporativa obteve nos últimos anos, lembrando que o Brasil vem ganhando destaque nesse campo. “Poucos países travam uma batalha tão ampla e intensa pelo aperfeiçoamento das instituições, da regulação e da transparência quanto o Brasil”. Ele lembrou, ainda, alguns dos avanços recentes no país, tais como a criação da Lei Anticorrupção, da 5ª edição do Código das Melhores Práticas de Governança Corporativa do IBGC, do Código Brasileiro de Governança Corporativa – Companhias Abertas, recentemente absorvido pela regulação da CVM, e a reforma do Novo Mercado.

A importância da diversidade nas tomadas de decisão esteve entre os destaques. O tema foi apresentado pela norte-americana Rosalyn Taylor O’Neale, uma das mais renomadas especialistas no assunto em todo o mundo.

Com passagens por empresas como Campbell Soup e MTV e hoje atuando como principal consultora da Cook Ross, O’Neale tem mais 30 anos de experiência em liderança, conduzindo projetos com base no aprendizado em mais de 40 países nos cinco continentes. Entre suas principais conquistas, estão o Master of Social Work, pela Universidade de Louisville, e a inclusão na lista das 100 pessoas negras mais influentes dos Estados Unidos e das 100 mais influentes do ano na comunidade LGBT.

Em sua palestra, ela falou sobre os desafios quanto à preparação dos conselhos e das empresas no que diz respeito à diversidade e à inclusão, explicando que o sucesso de uma organização depende do quanto tais questões são debatidas entre a liderança. “Se o seu conselho não debate sobre o porquê de a diversidade ser importante, sua empresa não será bem-sucedida. A diversidade ganha valor quando você consegue trazer para a mesa de discussões algo que ninguém mais poderia”, explicou.

Também foram apresentados casos de sucesso de empresas que têm a governança atrelada à sua história bem-sucedida. Os primeiros deles foram apresentados no painel sobre novos modelos de organização, como nos casos das empresas Broota, Mãe Terra e Natura. Já o painel sobre governança em empresas centenárias mostrou os exemplos da Hering, da Klabin e do Grupo Severiano Ribeiro, dona da rede de cinemas Kinoplex.

Riscos cibernéticos, modelos de estruturação em compliance, ética, cultura, inovação, novas tecnologias, evoluções regulatórias, Novo Mercado, Código Brasileiro, Stewardchip Code e comitê de auditoria estiveram entre os outros temas debatidos no congresso. O evento contou, ainda, com uma homenagem ao ex-presidente da CVM e ex-conselheiro do IBGC, Luiz Leonardo Cantidiano, falecido em agosto deste ano.

Para a superintendente geral do IBGC, Heloisa Bedicks, o congresso do Instituto Brasileiro de Governança Corporativa trouxe uma mudança significativa quanto à escolha dos assuntos discutidos no evento. “Pelo que ouvi dos participantes, os temas apresentados permitiram importantes reflexões sobre assuntos diversificados, atuais e com um perfil menos técnico, como Empresa B e Governança Consciente”, avaliou Bedicks.

Ela também destacou a importância do IBGC na condução da liderança das discussões apresentadas no congresso. “O IBGC, nesse congresso, buscou mais uma vez trazer temas de fronteira e tendências em governança corporativa. Felizmente, cumprimos essa missão com bastante êxito”, concluiu a superintendente.

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IBGC inaugura nova sede em São Paulo

IBGC - Nova Sede 002

O Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC) inaugurou, em São Paulo, sua nova sede. O novo escritório, localizado no World Trade Center, representa uma nova fase para o IBGC em seus 21 anos de existência, dando continuidade à sua missão de disseminação das melhores práticas de governança corporativa.

Para o presidente do Conselho de Administração do IBGC, Emilio Carazzai, a importância que o tema da governança conquistou nos últimos anos vai ao encontro dos objetivos atuais do Instituto, de ter maior autonomia na realização de suas atividades. “Atualmente, há várias iniciativas no front da governança corporativa. O tema está vivo no Brasil e isso já está sendo observado lá fora”, explica Carazzai.

Ao longo de duas décadas, o Instituto teve um crescimento significativo, não só em termos de relevância no mercado, mas também no número de atividades realizadas a cada ano. A nova sede do IBGC conta com área total de 1.200 metros quadrados, incluindo novas instalações para o staff e áreas destinadas aos cursos e eventos do Instituto, além de um amplo lounge, salas para reuniões com diferentes tamanhos, hubs para reuniões menores e acesso Wi-Fi em todos os ambientes.

“Com o novo espaço, esperamos poder viabilizar trocas de experiências que sejam bastante produtivas entre os nossos associados, colaboradores, fornecedores e visitantes”, afirma a superintendente geral do IBGC, Heloisa Bedicks.

Estiveram presentes na cerimônia de inauguração a diretora da área de mercado de capitais do BNDES, Eliane Lustosa, o presidente da B3 Bovespa, Gilson Finkelsztain, e o presidente da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), Leonardo Pereira. O novo escritório do IBGC está localizado na avenida das Nações Unidas, 12.551 / 21º andar – Brooklin.

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Empresas terão que divulgar informações sobre a aplicação das práticas de governança

O Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC) apoia e parabeniza a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) pela edição da Instrução 586. Segundo a CVM, a principal novidade trazida pela Instrução 586 consiste na incorporação, à Instrução 480, do dever das companhias de divulgar informações sobre a aplicação das práticas de governança previstas no Código Brasileiro de Governança Corporativa – Companhias Abertas. A regra se aplica aos emissores registrados na categoria A, cujas ações ou certificados de depósito de ações sejam admitidos à negociação em bolsas de valores.

Para o IBGC, o texto da nova instrução demonstra sensibilidade e equilíbrio da direção e equipe da CVM em responder as principais inquietações dos usuários do mercado brasileiro de capitais – manifestadas durante o período de audiência pública –, assim como o compromisso do regulador com a proteção e a evolução constante de um segmento estratégico para o desenvolvimento econômico e social do país.

“O acolhimento do Código Brasileiro de Governança Corporativa – Companhias Abertas pela CVM deve ser celebrado como oportunidade para o país sinalizar e promover um avanço significativo em direção às melhores práticas”, afirma Emilio Carazzai, presidente do Conselho de Administração do IBGC.

Carazzai explica, ainda, que ao inserir em suas normas o dever dos emissores de divulgar informações sobre as recomendações de governança previstas no Código Brasileiro de Governança Corporativa – Companhias Abertas (Código), a CVM premia um projeto concebido pelo próprio mercado, representado pelas entidades reunidas no Grupo de Trabalho Interagentes (GT Interagentes) – coalização de entidades ligadas ao mercado de capitais que o IBGC tem a honra de liderar[1].

De acordo com o presidente da CVM, Leonardo Pereira, o modelo “pratique ou explique”, seguido pelo Código Brasileiro de Governança Corporativa – Companhias Abertas, reconhece que não há referência única de governança, o que gera uma reflexão e autoavaliação das companhias sobre suas próprias práticas.

“A assimilação do Código à Instrução 480 prevê o dever das companhias de esclarecer e explicar aos investidores o seu grau de aderência às práticas, de forma completa, verdadeira, consistente e sem induzi-los ao erro. Caberá aos próprios investidores avaliar se a estrutura de governança é ou não adequada, com base nessas informações”, explica Pereira.

Para o IBGC, a atração de investimentos para o Brasil depende, além da melhora dos fundamentos econômicos, da reputação e da confiança depositada nos agentes do mercado de capitais, aspectos altamente influenciados pela qualidade das práticas de governança e dos instrumentos de proteção a acionistas.

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Dinâmica do conselho de administração é tema de encontro do IBGC em São Paulo

O Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC) promoveu, em São Paulo, a quinta edição do seu encontro anual de conselheiros. Com ênfase na dinâmica do conselho de administração, o evento contou com a presença de mais de 200 participantes de todo o país. O objetivo era apresentar diversos temas de interesse da comunidade, ligados aos desafios e às tendências da governança corporativa, além de contribuir para o aprimoramento das boas práticas.

Dividido em quatro sessões, nas quais os especialistas convidados trocaram ideias e compartilharam suas experiências, foram discutidos assuntos relacionados à seleção de conselheiros, perfil, comportamento, desempenho e dinâmica dos conselhos de empresas familiares. O IBGC também levou ao público presente algumas enquetes, cujas respostas serviram para a elaboração das discussões e debates e promover maior interação entre os participantes.

Para a superintendente geral do IBGC, Heloisa Bedicks, o evento serviu como um diferencial no que diz respeito aos temas apresentados. “Todo ano, buscamos trazer assuntos de maior interesse do público, o que é sempre um desafio para nós, pois queremos mostrar aspectos que nem sempre são discutidos no dia a dia dos conselhos”, explica.

Também foi possível perceber uma evolução na quinta edição do encontro. “O público vem aumentando desde o primeiro ano, o que comprova o interesse pelos temas que vêm sendo abordados até agora e ajuda o IBGC a atingir o objetivo de manter sua relevância junto aos conselheiros”, conclui a superintendente do Instituto.

Para o presidente do conselho de administração do IBGC, Emilio Carazzai, o encontro representou uma oportunidade única para a comunidade de conselheiros. “Este encontro foi a maneira que encontramos de juntar a reflexão do pensamento acadêmico com a experiência prática da governança, adicionando os aspectos comportamentais que impactam a postura dos conselheiros”, diz.

Para Carazzai, a lição que ficou deste encontro refere-se aos avanços conquistados ao longo dos anos quanto à governança corporativa. “Creio que temos avançado em cada aspecto desse tema. O que vimos no encontro este ano foi uma consagração da governança. Como resultado, temos hoje bons exemplos de empresas que praticam sua relação com os stakeholders de acordo com os ensinamentos do IBGC.”

Estiveram presentes, entre outros palestrantes e debatedores, o executivo David Feffer, presidente da Suzano Holding e do conselho de administração da Suzano Papel e Celulose; Osvaldo Schirmer, presidente do conselho de administração das Lojas Renner; Eliane Garcia Melgaço, conselheira de administração da Algar Telecom; e Luiza Helena Trajano, presidente do conselho de administração do Magazine Luiza.

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IBGC reelege Emilio Carazzai como presidente do conselho de administração

O Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC) anunciou hoje a reeleição de Emilio Carazzai, por mais um ano, como presidente de seu conselho de administração. A escolha do chairman foi feita pelo colegiado, logo após a Assembleia Geral Ordinária.

Na Assembleia, foram escolhidos três novos nomes para o conselho, que hoje é formado por nove integrantes. São elas: Vicky Bloch (consultora e colunista do Valor Econômico), Doris Wilhelm (consultora de governança corporativa do Fernandes, Figueiredo, Françoso e Petros Advogados) e Monika Conrads (presidente do conselho de administração da Duas Rodas). Doris foi reeleita hoje para mais um mandato como conselheira do IBGC.

A abertura do evento contou com a presença do embaixador Rubens Antonio Barbosa, consultor de negócios, presidente do Conselho Superior de Comércio Exterior da FIESP (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), do Instituto de Relações Internacionais e Comércio Exterior e da Associação Brasileira da Indústria de Trigo. Foi também embaixador do Brasil em Washington e Londres. Durante sua palestra, ele afirmou que “o Brasil não é uma ilha. Os brasileiros têm que encontrar seu lugar no mundo.”

A cada ano, por meio da Assembleia Geral Ordinária, o conselho de administração do IBGC renova um terço de seus membros – cujo mandato é de até três anos -, e que, por sua vez, é responsável pela eleição ou reeleição do presidente do conselho administrativo do Instituto. O objetivo é dar mais estabilidade à manutenção de conhecimento dentro do órgão, bem como promover a renovação constante e paulatina dos membros.

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IBGC realiza segunda edição do curso para conselheiros com foco em sociedades de economia mista

O IBGC (Instituto Brasileiro de Governança Corporativa) anuncia a abertura das inscrições para a segunda edição do Curso para Conselheiros de Administração de Sociedade de Economia Mista, que será realizado entre os dias 20 e 24 de março, em São Paulo (SP). O objetivo é capacitar os profissionais que já atuam ou desejam atuar em conselhos de administração de empresas estatais (sociedades de economia mista e empresas públicas), seguindo as melhores práticas de governança corporativa.

“Administradores de todos os tipos de estatal, empresas públicas ou sociedades de economia mista, podem se beneficiar com o curso, apesar de o foco estar nas de capital misto, por causa de seu maior impacto no PIB e dos conflitos adicionais resultantes da convivência entre investidores privados e o acionista controlador público”, explica Heloisa Bedicks, superintendente-geral do IBGC. O treinamento foi desenvolvido ainda antes da Lei 13.303/2016 e foi revisado e ajustado para atender à demanda de conhecimento gerada pela chamada Lei das Estatais, que exige uma série de mecanismos de governança, incluindo requisitos mínimos para o funcionamento dos conselhos e a nomeação de administradores. “Outra exigência é de que os conselheiros se atualizem a cada ano, fazendo desse curso uma ferramenta importante para cumprimento da legislação”, completa Heloisa.

O curso faz parte de um projeto internacional do Center for International Private Enterprise (CIPE), que conta com a participação de instituições do Brasil, Argentina e Venezuela e tem como objetivos fortalecer o intercâmbio de conhecimento sobre boas práticas de governança e aumentar o apoio para sua adoção nos três maiores países do Mercosul.

Para tornar o curso viável, o IBGC firmou uma parceria com o International Finance Corporation (IFC), membro do Grupo Banco Mundial, e do CIPE. O Banco Mundial foi responsável pelo treinamento dos instrutores e permitiu o uso de seu toolkit sobre boas práticas de governança em estatais durante as aulas. Já o CIPE financia parte dos custos do treinamento, tornando seu preço mais acessível aos participantes, sendo eles associados ou não ao IBGC, em função do interesse social que envolve a administração de empresas estatais.

A primeira edição ocorreu em Florianópolis, em novembro de 2016, e contou a participação de conselheiros de diversas companhias da região Sul e de servidores públicos indicados pela Secretaria de Estado da Fazenda de Santa Catarina.

No total, o curso tem duração de 40 horas, divididas em cinco dias de treinamento. No programa, estão previstas aulas sobre o funcionamento dos conselhos de administração, legislação em sociedades de economia mista, prevenção à corrupção e conflitos de interesse, entre outros temas.

Mais informações sobre o curso e inscrições podem ser obtidas no site do IBGC – http://www.ibgc.org.br/index.php/cursos/19864/curso-conselheiros-de-administracao-de-sociedade-de-economia-mista-2a-edicao-sao-paulo -, pelo telefone (11) 3185-4200 ou pelo e-mail secretaria@ibgc.org.br.

Curso: Conselheiros de Administração de Sociedade de Economia Mista

Datas: De 20 a 24 de março, das 8h às 17h30
Local: WTC Events Center – 4º andar
Endereço: Avenida das Nações Unidas, 12.551 – São Paulo – SP

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IBGC está com inscrições abertas para o 17º Congresso de Governança Corporativa

Com o tema “Governança Corporativa: Essência e Aparência”, o IBGC – Instituto Brasileiro de Governança Corporativa abre as inscrições para o 17º Congresso Internacional de Governança Corporativa, que ocorrerá nos dias 17 e 18 de outubro, em São Paulo.

Assim como nas edições anteriores, os inscritos participarão de palestras ministradas por especialistas brasileiros e internacionais, que vão abordar a necessidade das empresas adotarem as melhores práticas em sua estrutura corporativa desde a base das operações, evitando que as ações sejam feitas apenas para cumprimento de regras. Os debates ocorrerão em sessões gerais e temáticas.

Nesta edição, o IBGC trará mais uma vez a Feira de Governança, que apresenta as inovações sobre ferramentas de Governança Corporativa nas organizações. Considerado o maior evento de Governança no Brasil, no ano passado, o Congresso reuniu cerca de 700 pessoas e estima-se que, neste ano, o número de participantes seja ainda maior. Para se inscrever, clique aqui.

17º Congresso Internacional de Governança Corporativa

Data: 17 e 18 de outubro (segunda e terça-feira)
Horário: a definir
Local: Sheraton São Paulo WTC Hotel
Endereço: Avenida das Nações Unidas, 12.551, Brooklin – São Paulo

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IBGC discute a responsabilidade corporativa em Carta de Opinião

O IBGC – Instituto Brasileiro de Governança Corporativa lança Carta de Opinião voltada para a discussão da responsabilidade corporativa por parte de conselheiros de administração, diretores e demais agentes da Governança. Nos últimos tempos, algumas empresas nacionais e internacionais estiveram envolvidas em desastres ambientais, catástrofes que causaram perdas irreversíveis para o meio ambiente, patrimônio público e a sociedade, além de danos à reputação da companhia, multas e prejuízos financeiros.

A opinião pública está cada vez mais informada e consciente quanto à degradação das condições ambientais globais, relacionada muitas vezes com a atividade empresarial. Com isso, aumenta a cobrança de uma conduta responsável por parte das empresas. Diante desse cenário, nesta nova Carta de Opinião, o IBGC aponta a necessidade de revisão dos processos de tomada de decisão, prestação de contas, de transparência e de comunicação com as partes interessadas. Além disso, o enfoque da organização deve ser estratégico e de longo prazo, levando em consideração os aspectos socioambientais nas demonstrações contábeis, de valor econômico e mercado, assim permitindo a longevidade da companhia.

As empresas precisam se apoiar no pilar da responsabilidade corporativa, zelando pela viabilidade econômico-financeira, reduzindo as externalidades negativas de seus negócios e operações e aumentando as positivas, levando em consideração os diversos capitais no curto, médio e longo prazo.

Na Carta de Opinião, o IBGC indica que, para aplicar essas recomendações, é necessário que a atuação de conselheiros e diretores evolua de expectadores para protagonistas, evitando a terceirização e assumindo responsabilidades.

Com base na 5ª edição do Código das Melhores Práticas de Governança Corporativa, o IBGC faz as seguintes recomendações:

– Identificar impactos positivos e negativos de sua atividade e estar permanentemente atento a essas externalidades;

– Mapear riscos, medir a probabilidade de ocorrência e a exposição financeira, incluindo os aspectos intangíveis, e implementar medidas para preveni-los ou mitigá-los;

– Cumprir o Código de Conduta e treinar periodicamente todos os públicos a ele submetidos: administradores, colaboradores, fornecedores e prestadores de serviços;

– Divulgar informações sobre estratégias e políticas e prestar contas da atuação e dos resultados alcançados de modo claro, conciso, compreensível e tempestivo, assumindo integralmente as consequências de seus atos e omissões;

– Definir a estratégia de relacionamento com as partes interessadas e garantir que essa relação seja transparente e de longo prazo;

– Dispor de uma política clara de comunicação e de um sistema adequado, por meio de mecanismos formais, a fim de evitar a assimetria de informações com as partes interessadas.

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IBGC promove webinar sobre como as empresas podem se preparar para riscos cibernéticos

Nos últimos anos, aumentou significativamente o número de empresas e governos que sofrem com a ação de hackers, que invadem seus websites e páginas internas. Segundo pesquisas internacionais, a invasão de sistemas já é um dos riscos mais temidos por gestores. Para discutir a necessidade de lidar com os perigos cibernéticos, o IBGC – Instituto Brasileiro de Governança Corporativa promoverá o webinar “As organizações estão preparadas para lidar com a ameaça cibernética?”, no dia 8 de dezembro.

Os ataques virtuais geram grandes custos para as companhias afetadas, o que pode impactar nos negócios, imagem e credibilidade de uma empresa. Durante a palestra on-line, os especialistas convidados irão apresentar como as lideranças corporativas, inclusive os conselhos de administração, podem ajudar as organizações no monitoramento, coleta e análise de padrões que permitem identificar violações e tentativas. O webinar ainda visa provocar novas reflexões sobre como a tecnologia deve ser utilizada para enfrentar os desafios globais.

Um dos nomes confirmados para a palestra on-line é Leandro Augusto Antônio, profissional com experiência em segurança da informação, análise de riscos, auditorias de segurança e avaliação de vulnerabilidade. O moderador será Paulo Conte Vasconcellos, membro de conselhos de administração de empresas brasileiras, professor e coordenador da Comissão de Conselho de Administração do IBGC.
Para se inscrever, acesse www.ibgc.org.br. Para participar do webinar, é necessário ter acesso à Internet (Internet Explorer com versão atualizada do Flash), placa de som, alto-falantes e fones de ouvido. A plataforma não está disponível para iPad, iPhone ou outros dispositivos móveis.

Webinar: As organizações estão preparadas para lidar com a ameaça cibernética
Data: 8 de dezembro (terça-feira)
Horário: das 17h às 18h
Inscrições pelo site: www.ibgc.org.br

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IBGC lança 5ª edição do Código das Melhores Práticas de Governança Corporativa

Em linha com o contexto atual da economia e do cenário político nacional, o Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC) lança a 5ª edição do Código das Melhores Práticas de Governança Corporativa, revisada e atualizada.

Considerado documento central e de maior importância para o Instituto e com reconhecida relevância para o mercado, o Código visa orientar as organizações, por meio de recomendações e fundamentos, quanto às boas práticas de Governança. Nesta edição, o IBGC buscou diminuir a tendência ao checklist e trazer mais reflexão, tornando a publicação menos prescritiva.

Como nas edições anteriores, o IBGC ouviu as partes interessadas ao realizar duas consultas públicas e uma audiência restrita. Na consulta pública final, o IBGC recebeu aproximadamente 900 comentários. “O Instituto conta com muitos stakeholders com diferentes visões, o que permitiu a pluralidade do documento. Ouvimos membros de órgãos reguladores, conselheiros, agentes de mercado, juristas, acadêmicos, entre outros. Essa diversificação está presente no Código, coerente com a nossa realidade atual”, explica Eliane Lustosa, membro do Conselho de Administração do IBGC e coordenadora dos trabalhos de revisão do Código.

Nesta edição, como diferencial das atualizações anteriores, a redação do Código separa as recomendações dos fundamentos. Desta maneira, permite que a companhia possa refletir a prática e analisar como determinada recomendação gera valor para a organização caso seja praticada de fato.

Outra novidade é a inserção no documento do tema da externalidade, que trata dos impactos positivos e negativos que a empresa pode gerar a terceiros, seja de forma ambiental, social ou no âmbito da Governança.

O lançamento da 5ª Edição do Código ocorreu durante o 16º Congresso de Governança Corporativa, evento que também marcou a comemoração dos 20 anos do IBGC. Na ocasião, Eliane Lustosa fez uma apresentação para explicar as principais mudanças na publicação e como isso poderá influenciar no futuro das melhores práticas. Para mais informações, acesse: http://www.ibgc.org.br/16congresso/.

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