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Impressão 3D ajuda a revolucionar a medicina com modelos anatômicos super realistas

Um ano após o lançamento de sua impressora 3D J750™ Digital Anatomy™, a Stratasys Ltd. (NASDAQ: SSYS) anunciou que vendeu e instalou o sistema com sucesso em instituições de saúde e prestadores de serviços médicos nos principais mercados do mundo, incluindo Estados Unidos, China, Itália, Espanha e Austrália.

A impressora 3D J750 Digital Anatomy produz modelos anatômicos que imitam a sensação real e a capacidade de resposta e biomecânica da anatomia humana. Os modelos podem ser perfurados, suturados, cortados e manipulados fisicamente como tecido humano real. Essa capacidade minimiza o uso de animais e cadáveres para ensaios clínicos e treinamento cirúrgico. Hospitais, instituições de saúde e escolas médicas podem usar esses modelos 3D realistas para melhorar a avaliação clínica para uma ampla gama de patologias, bem como trazer novos dispositivos médicos ao mercado mais rapidamente.

Nos Estados Unidos, o Hospital Infantil de Seattle, por exemplo, adquiriu uma impressora 3D no início deste ano e a instalou em seu novo laboratório. A principal motivação para obter a impressora foi a capacidade de criar modelos muito suaves internamente para reproduzir partes do corpo, como vias respiratórias, fígados e corações. “As primeiras impressões usando o material TissueMatrix foram fundamentais para a compreensão do ajuste ideal para um tubo de traqueostomia personalizado, algo que teria sido impossível com os melhores materiais aos quais tínhamos acesso há apenas seis meses”, diz Seth Friedman, Ph.D, Gerente de Innovation Imaging e Simulation Modeling no Departamento de Melhoria e Inovação.

Já o Hospital Infantil Nicklaus, em Miami, que atualizou o laboratório de impressão 3D com a aquisição da nova impressora J750 Digital Anatomy, utiliza a tecnologia como uma parte crítica do planejamento cirúrgico. “É muito valioso ser capaz de abrir um modelo para ter uma visão muito clara do que veremos na sala de cirurgia. Acreditamos que este é um avanço significativo que nos permitirá reduzir o trauma de pacientes submetidos a cirurgias cardíacas complexas. Além disso, a nova impressora 3D abre caminhos completamente novos no ensino e no atendimento ao paciente”, conta Dr. Redmond Burke, chefe de Cirurgia Cardiovascular e codiretor do Programa do Coração.

Na Espanha, duas instituições de tecnologia investiram na impressora 3D Digital Anatomy para serem pioneiras na oferta de serviços médicos, e ambas citam o ultrarrealismo incomparável e a natureza tátil dos modelos como uma vantagem competitiva significativa.

“Antes não conseguíamos produzir modelos que replicassem os materiais orgânicos frequentemente solicitados pelo setor médico, muito menos simulando de forma realista o comportamento do tecido humano. Além disso, o mais notável é que a impressora oferece resoluções mais altas do que as obtidas com uma tomografia computadorizada ou ressonância magnética, que geralmente são acima de meio milímetro. Já estamos observando um vasto interesse de uma ampla gama de médicos por esses tipos de modelos em aplicações do mundo real”, relata Nacho Sandoval, líder de fabricação de aditivos do instituto Tecnológico AIJU.

Já Gorka Baqueriza, Gerente de Projetos de Fabricação de Aditivos da Instituto para a Inovação do Sistema de Formação Profissional e Educacional do País Basco (Tknika), acrescenta que “essa tecnologia tem um impacto significativo em várias áreas da saúde – desde o treinamento médico até o planejamento pré-cirúrgico e o atendimento ao paciente”.

Por fim, na Itália, a BIO3DModel está vendo muito interesse do mercado em utilizar modelos feitos pela J750 Digital Anatomy no treinamento cirúrgico. “Essa tecnologia permite uma redução drástica no tempo de treinamento dos cirurgiões, em particular a capacidade de investigar quaisquer condições patológicas específicas antes da cirurgia real. Por exemplo, se antes da J750 não era possível produzir sistemas vasculares ocos com espessura de parede e diâmetro de até 1 mm, agora essa tecnologia pode ser a diferença entre a vida ou a morte de um paciente”, afirma Roberto Rizzo, presidente da empresa.

Emanuele D’Angeli gerente geral da Medilife, outra empresa italiana que adotou a tecnologia da Stratasys, destaca que os modelos produzidos na impressora 3D Digital Anatomy oferecem o mesmo toque suave e densidade variável dos tecidos e órgãos humanos reais, o que hoje é impossível de alcançar com qualquer outra tecnologia de impressão 3D existente. “Atualmente, estamos testando várias aplicações, incluindo a criação de um membro artificial. O objetivo é reproduzir a aparência externa natural do membro em termos de textura e tonalidade de cor, ao mesmo tempo que reproduzimos a sensação física natural que experimentamos com o toque humano”, conclui.

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Astrazeneca e InovaHC selecionam startups para projetos de aceleração e inovação na saúde

A “Jornada do Pulmão”, projeto de otimização da jornada dos pacientes com doenças pulmonares desenvolvido em uma parceria entre a AstraZeneca e o InovaHC – o Centro de Inovação do HC FMUSP-, entra em uma nova fase com a seleção de quatro startups que desenvolverão, nessa parceria, soluções para essa jornada: Predict Vision, Philo Care, MaChiron e Analytix.me.

Em comum, o uso da inteligência artificial na busca de formatos que possam auxiliar milhares de pessoas que pertencem ao ciclo de doenças pulmonares altamente impactantes e pouco priorizadas, como a asma e câncer de pulmão. Essas startups passarão por um processo de aceleração que está sendo desenvolvido pela AstraZeneca através de uma parceria com o C.E.S.A.R., um dos maiores centro de pesquisa em inovação do país, com mais de 20 anos de experiência acelerando startups.

“Almejamos com esse projeto combinar inovação, novas tecnologias e a experiência de profissionais de saúde para ter um ecossistema capaz de promover um efetivo cuidado do paciente, olhando para toda sua jornada, por isso demos o nome de Jornada do Pulmão. Poderemos impactar a vida de 5 milhões de pacientes nos próximos quatro anos”, diz Bruno Pina, diretor de Inovação e Tecnologia da AstraZeneca Brasil.

O projeto, lançado há um ano e agora em uma fase de evolução, está baseado em quatro pilares: prevenção e conscientização com incentivo ao fim do tabagismo e conhecimento dos sintomas; diagnóstico e estadiamento precoces por meio do uso da inteligência artificial; acesso e tratamento; e manejo e bem-estar, baseado no gerenciamento de dados clínicos e laboratoriais. Para a diretora médica da AstraZeneca Brasil, Maria Augusta Bernardini, “os quatros pilares olham de forma atenta para todas as etapas da jornada do paciente, o que possibilita a criação de propostas mais assertivas”.

Além disso, o gerente de Inovação do Hospital das Clínicas, Ivisen Lourenço, pontua que “apesar das startups terem a Inteligência Artificial como um ponto em comum, cada uma tem suas especialidades, que juntas agregam no projeto como um todo. Por isso, o In.Pulse, programa de aceleração do InovaHC, busca integrar as áreas, dando todo o suporte necessário para a execução dos formatos propostos”.

Para Marco Bego, diretor do InovaHC, ter a união do setor privado e público com as suas expertises é o melhor caminho para o desenvolvimento de ferramentas com soluções de impacto em todos os níveis da área da saúde. “Acreditamos muito em poder disponibilizar serviços eficientes, já que de um lado temos profissionais do hospital das Clínicas e da Faculdade de Medicina da USP, no quadrilátero da maior instituição de saúde da América Latina, e de outro a AstraZeneca, uma biofarmacêutica global, voltada para inovação, com foco principal no desenvolvimento de medicamentos”.

Veja abaixo os perfis das startups

• Predict Vision – Plataforma baseada em nuvem que apoia as decisões médicas e consultoria de inteligência artificial;

• Philo Care – Oferece monitoramento de saúde a baixo custo, graças ao uso de inteligência artificial em sua tecnologia proprietária;

• MaChiron – Utiliza a inteligência artificial e o aprendizado da máquina (Machi) aliados a uma expertise humana interdisciplinar para oferecer soluções em saúde;

• Analytix.me – Busca democratizar o acesso a dados públicos e privados com automação de processos e visualização de dados focada em planos de ação.

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Grupo Sabin e Fleury criam fundo de Venture Capital de R$ 200 milhões

O córtex humano tem papel central em atividades complexas do cérebro. É ele o responsável por captar os impulsos produzidos pelas vias de sensibilidade e interpretá-las. É desse local também que tem origem os impulsos nervosos para comandar os movimentos. Não à toa, este foi o nome escolhido para batizar, em inglês, o Kortex Ventures, um dos maiores fundos de Corporate Venture Capital de saúde no Brasil.

Criado pelo Grupo Fleury e Grupo Sabin, o Kortex é um Corporate Venture Capital (CVC) que pretende atuar como um elo centralizador de informações, identificando oportunidades no mercado, analisando e tomando ações para gerar valor nas empresas investidas. O fundo pretende aportar R﹩ 200 milhões em empresas nascentes de tecnologia de saúde nacionais e estrangeiras, e seu principal objetivo é investir de forma minoritária em negócios de medicina diagnóstica, medicina personalizada e saúde digital, ajudando a promover o desenvolvimento dessas pequenas empresas. A meta é que em quatro anos o fundo seja sócio de 15 a 18 healthtechs.

O Kortex já nasce carregando o conhecimento e a experiência de dois gigantes e reconhecidos players no setor de saúde brasileiro. Ao se tornarem sócias do fundo, as startups terão acesso à extensa rede de relacionamento, à estrutura técnica e científica das áreas de Pesquisa&Desenvolvimento e à longa trajetória de atuação das companhias, presentes em todas as regiões brasileiras. Para as aspirantes, também é a oportunidade de iniciarem sua jornada no mercado com Sabin e Fleury não apenas como parceiros, mas também como clientes.

Por sua vez, o Grupo Sabin e o Grupo Fleury estarão ainda mais conectados ao ecossistema de startups e healthtechs. Para eles, é a oportunidade de ver nascer negócios promissores e levar o que há de mais inovador aos seus clientes.

“O investimento no Kortex Ventures é mais uma etapa do planejamento do Grupo Sabin para fortalecer o ecossistema de saúde no País, posicionando a empresa como parceira estratégica de empreendedores e de negócios, que entrega, além do investimento, uma plataforma de conhecimento, desenvolvimento e validação de tecnologias, produtos e serviços para o mercado brasileiro com maior velocidade e maior consistência. As duas empresas possuem grande expertise médica e técnico-científica, bem como uma das maiores redes de relacionamento em saúde do Brasil, que é relevante porta de entrada para diversas regiões do País. Temos o objetivo de apoiar empresas que inclusive transcendam a medicina diagnóstica, contribuindo com soluções inovadoras para os cuidados integrados da saúde tanto do indivíduo como da população”, avalia Lídia Abdalla, presidente executiva do Grupo Sabin.

“Queremos preservar a independência, agilidade e espírito empreendedor das empresas investidas ao mesmo tempo em que aprendemos com elas e incorporamos ao nosso negócio suas melhores soluções. Pretendemos unir nossa experiência secular com a mentalidade das startups. O fundo irá acelerar exponencialmente esse movimento”, analisa Carlos Marinelli, presidente do Grupo Fleury.

Capital estratégico – O Kortex é um Corporate Venture Capital (CVC) com atuação e gestão independentes. O fundo foi formado a partir do investimento conjunto de R﹩ 200 milhões do Grupo Fleury e Grupo Sabin. Diferentemente de um Venture Capital puro, o CVC vai além do conceito “smart money” e se posiciona como um fundo de “strategic money”, ou capital estratégico. Isto significa que o Kortex Ventures pretende investir em healthtechs que tenham sinergias com os negócios de ambas as companhias, ajudando as empresas não apenas financeiramente como também oferecendo acesso à expertise e estrutura operacional do Fleury e Sabin.

No mercado de saúde nacional e internacional, o Kortex atuará identificando as startups promissoras e alinhadas estrategicamente aos seus valores. As healthtechs podem entrar em contato diretamente com fundo e se candidatar para receber os aportes: http://www.kortexventures.com .

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Startup cria plataforma de automatização de protocolos médicos

O escritor Peter Drucker aponta que não é possível gerenciar algo que não se pode medir e, seguindo esse raciocínio, o engenheiro biomédico e CEO da Mindify, André Ramos, criou um software para capacitar equipes de saúde no uso de protocolos de referência, que receberam o nome de Protocolos Automatizados.

“Atualmente, o prontuário eletrônico usado pelas equipes de saúde não facilitam o entendimento, muitas vezes eles geram uma burocracia que chega a tomar 70% do tempo dos atendimentos. Em uma situação de pandemia o tempo é precioso, logo, as equipes são obrigadas a deixar de usar o prontuário eletrônico em sua plenitude, mas esse movimento faz com que dados deixem de ser gerados e sem eles torna-se impossível promover uma assistência custo-efetiva. Nosso papel com os protocolos automatizados é facilitar o trabalho do dia a dia das equipes de saúde”, explica André Ramos.

Com o intuito de alcançar o maior número de hospitais públicos e privados do país, André tentou contato com os governos, pois sabia que sua ferramenta seria útil para os profissionais de saúde, principalmente nos atendimentos do coronavírus, mas teve dificuldade de conseguir o contato certo.

Por participar de inúmeros grupos de inovação, o CEO conheceu o programa IdeiaGov, um Hub de Inovação que traz soluções de mercado e da sociedade para desafios do Governo do Estado de São Paulo. Entre os desafios em andamento, encontrou o Edital de Ofertas Tecnológicas para o enfrentamento da COVID-19 e decidiu inscrever sua proposta. André percebeu que o IdeiaGov seria o melhor caminho para apresentar os Protocolos Automatizados para o governo.

“Vimos a oportunidade de demonstrar as facilidades da Mindify para as pessoas certas, dentro de um contexto adequado. Com isso, nos inscrevemos, passamos por todos os processos e fomos selecionados. O IdeiaGov nos deu a oportunidade de mostrar e de aplicar nossas inovações. Já tivemos uma primeira reunião e agora, minha expectativa é que os Protocolos Automatizados sejam implementados no Hospital das Clínicas”, comenta o CEO.

Os Protocolos Automatizados

Os protocolos foram definidos a partir da experiência prática de lideranças médicas e podem ser trocados ou customizados para as particularidades de cada hospital. A Mindify simplifica e valida a coleta de dados, tanto pelo paciente, quanto pelos Profissionais da Saúde, e os apoia nas tomadas de decisões com base em guidelines de referência e em serviços de Inteligência Artificial (IA).

A ferramenta estava pronta desde 2019, bastou que fossem parametrizadas os protocolos de combate ao coronavírus. O CEO explica que a primeira versão demorou apenas três dias para sair porque eles têm um robô que automaticamente faz toda a programação dos protocolos, depois os protocolos foram sendo atualizados a cada duas semanas, pois as diretrizes clínicas mudavam o tempo todo conforme o entendimento da Medicina sobre a doença evoluída.

A proposta da empresa é assistir toda a jornada do paciente desde a triagem, passando pela quarentena em casa com telemonitoramento, chegando até a ajudar médicos no diagnóstico e da definição do tratamento. Tudo isso gera dados valiosos que podem ser anonimizados e então compartilhados com as lideranças médicas responsáveis pela definição e melhoria contínua dos protocolos.

“Um dos maiores benefícios dos Protocolos Automatizados é que a ferramenta é intuitiva ao ponto de ser capaz de ajudar na capacitação das equipes de Saúde, além disso, é muito ágil. Tudo isso estimula a geração de dados clínicos do mundo real, mesmo no caos da pandemia, que por sua vez ajudam gestores hospitalares e pesquisadores a promover um custo-efetivo combate à pandemia”, finaliza Ramos.

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Projetos de health tech podem se inscrever em programa gratuito do Sebrae-SP

Durante o Speed Mentoring, empreendedor terá ajuda para desenvolver e validar a ideia de negócio voltada para aplicação de tecnologia na saúde
Os empreendedores com ideias de negócios de health tech, ou seja, de tecnologias ligadas à saúde, podem se inscrever para participar do Programa Speed Mentoring do Sebrae-SP. O programa tem como objetivo ajudar no desenvolvimento e validações iniciais do projeto. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas até o dia 29 de abril.

De acordo com a consultora do Sebrae-SP Elisabete Fernandes, o Speed Mentoring tem como foco potencializar uma ideia, um time ou um projeto que se encontra em fase inicial, ou seja, aquele que está apenas na ideia. “O programa vai ajudar o potencial empreendedor ou empreendedor a validar as hipóteses iniciais da sua ideia ou projeto de negócio”, destaca.

O programa começa no dia 7 de maio e segue até o dia 30, na Escola de Negócios Sebrae-SP, em São Paulo. A programação inclui workshops, rodadas de mentorias, bate papo com especialistas. Ao final do programa apresentam o pitch, uma apresentação rápida do projeto, para uma banca composta por convidados que atuam no mercado. Os encontros serão realizados nas terças e quintas de maio, com mais de 40 horas de atividades.

Todos os projetos serão avaliados e até 45 empreendedores serão escolhidos (podem participar duas pessoas por projeto). As inscrições são gratuitas e podem ser feitas no site: http://bit.ly/SMHealthtech2019.

Durante o ano, serão abertas inscrições para novas edições do Speed Mentoring voltadas para projetos de música, games, fintech, audiovisual, edutech e startup world.

Programa Speed Mentoring – Health Tech

Local: Escola de Negócios Sebrae-SP – Alameda Nothmann, 598, Campos Elíseos, São Paulo
Inscrições gratuitas: http://bit.ly/SMHealthtech2019
Prazo: 29 de abril

Programação

1ª semana – Desenvolvimento Empreendedor
7 de maio: Oficina Desafio fast food
9 de maio: Oficina Qual seu modelo de negócio + bate papo com especialista

2ª semana – Desenvolvimento da ideia
14 de maio: Oficina Minha ideia vai virar
16 de maio: Oficina Tripé do desenvolvimento

3ª semana – Validação
21 de maio: Desenvolvimento pelo cliente
23 de maio: Captação de recursos + Bate Papo Empreendedor + rodada de mentoria

4ª semana – Apresentação Modelo de negócios
28 de maio: Oficina de pitch 1
30 de maio: Oficina de pitch 2 + banca

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MTM Tecnologia implementa plataforma mobileCare no Hospital da PUC Campinas

A MTM Tecnologia, uma das empresas líderes no Brasil em desenvolvimento e licenciamento de soluções inovadoras para tecnologias móveis, anuncia a oferta da plataforma mobileCare para o Hospital e Maternidade Celso Pierro, hospital universitário que pertence à Pontifícia Universidade Católica (PUC) – Campinas. Com as soluções da MTM, o hospital sai à frente do mercado no uso de tecnologia de ponta que garante mais praticidade e segurança para a instituição, corpo clínico e pacientes por facilitar o relacionamento com médicos e pacientes, além de prover mais agilidade e segurança nos serviços prestados pelo hospital.

O mobileCare é uma plataforma que permite incorporar os smartphones aos fluxos de trabalho das instituições de saúde. Funciona completamente integrada aos principais sistemas hospitalares do mercado. Com ela, é possível configurar a solução para consultar no smartphone qualquer informação clínica, fluxos completos de atendimento e de aprovação, envio de alertas e mensagens para os médicos e pacientes usuários dos apps, e outras aplicações.

“A solução é composta por uma série de módulos que visam atender as mais variadas necessidades das instituições de saúde, aprimorando e oferecendo mais segurança aos processos internos, agilizando os atendimentos e melhorando a experiência dos usuários”, explica Gustavo Perez, Diretor Executivo da MTM Tecnologia.

Segundo Margareth Camargo, Gerente de TI do hospital, a adoção da plataforma marca um novo momento da nossa instituição em que estamos focados na experiência e segurança de nossos médicos e pacientes por meio da incorporação de um canal digital baseado em plataformas móveis. “Com a plataforma da MTM Tecnologia, nossos médicos e pacientes conseguirão acessar todas as informações de interesse, compartilhar exames, receber mensagens e realizar solicitações a nossa instituição de forma prática e segura direto do smartphone. Além disso, por se tratar de um hospital universitário, é muito importante que os nossos médicos preceptores possam acompanhar as atividades dos residentes a qualquer momento”, diz a executiva.

Além do acesso a informação, está em implantação a adoção da plataforma mobileCare em processos críticos, permitindo que médicos realizem a revisão e aprovação de prescrições medicamentosas direto do smartphone, garantindo o monitoramento de todo o processo. “Alguns tipos de prescrição precisam de aprovação de médicos especialistas. Estamos substituindo o uso do telefone pela plataforma para que os especialistas possam acessar todas as informações da ficha do paciente pelo mobileCare e aprovar os medicamentos de forma completamente segura e com toda rastreabilidade”, explica.

As funcionalidades da plataforma mobileCare são adotadas em fases, seguindo o modelo tradicional de evolução contínua praticado pelos aplicativos mobile. “Um dos fatores determinantes na contratação da plataforma é o seu alto grau de customização. Como hospital universitário, vários de nossos fluxos de trabalho são específicos, por isso precisávamos de algo bem flexível. Temos o objetivo de continuar incorporando nossos fluxos importantes a apps do hospital, com foco na segurança e experiência de médicos, pacientes e colaboradores”, diz Margareth.

O mobileCare Médicos é direcionado aos profissionais do hospital universitário e possibilita, a qualquer momento, visualizar pelo smartphone as informações sobre o hospital e seus pacientes, como prontuário completo e resultados de exames, além do recebimento de notificações e alertas diversos, como aviso de liberação de resultados de exames de seus pacientes e informativos internos. Pelo aplicativo também é possível que médicos infectologistas validem medicamentos prescritos por outros médicos, acompanhem repasses de honorários e dos atendimentos dos pacientes, incluindo prescrições, evoluções, exames do atendimento e resumo da alta.

Já o aplicativo PUC – Campinas Pacientes, que inclui o módulo pacientes do mobileCare, tem como objetivo potencializar, facilitar e aprimorar o atendimento e a rapidez na disponibilização das informações e dos serviços oferecidos pelo Hospital e Maternidade Celso Pierro. O aplicativo permite atualizar os dados cadastrais, verificar resultados de exames, consultar as unidades acessíveis, especialidades atendidas, médicos e convênios disponíveis e receber notificações como avisos, resultados de exames, agenda de consultas e exames, incluindo para o SUS e informativos institucionais.

O mobileCare atende hospitais e laboratórios, unificando todos os canais de relacionamento entre instituição, médicos e pacientes por meio dos seus smartphones. A plataforma conta com apps móveis para médicos e pacientes e uma solução de retaguarda web para a gestão dos apps, envio de mensagens e gestão das solicitações dos usuários. A solução, que pode ser personalizada de acordo com as necessidades de cada instituição de saúde, permite realizar check-in, consultar resultados de exames, enviar mensagens, incluindo lembretes e alertas via tecnologia PUSH (mensagens enviadas aos dispositivos móveis que notificam os usuários diretamente na tela principal do seu smartphone), fazer pesquisas sobre a organização, médicos ou pacientes, além de gerir os dados da unidade de atendimento, com sistema de mapas e opções de contato. Em breve, será possível compartilhar exames e realizar pré-agendamentos de consultas e exames diretamente pelo aplicativo.

Os aplicativos para médicos e pacientes estão disponíveis nas lojas do Google Play para Android e App Store para iOS.

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Instrumentos robóticos miniaturizados aumentam as possibilidades das intervenções cirúrgicas

World’s Smallest Robotic Wrist (PRNewsfoto/MMI Srl)

A Medical Microinstruments S.r.l. (MMI), desenvolvedora de soluções robóticas inovadoras para necessidades médicas ainda não atendidas, apresentou hoje sua plataforma robótica especificamente projetada para microcirurgia aberta. A plataforma permite que o cirurgião controle dois microinstrumentos articulados minúsculos que simplificam os procedimentos de reconstrução depois de lesões traumáticas e depois da retirada de tumores em tecidos moles e ossos, e oferece a possibilidade de melhores taxas de sucesso cirúrgico e melhores resultados para os pacientes.

Os instrumentos da MMI possuem os menores pulsos articulados, com 3 mm de diâmetro externo e pontas com apenas 150 mícrons de largura. O pulso é decisivo para a realização da microcirurgia robótica em ambientes clínicos reais e permite a fácil manipulação de suturas pequenas, com tamanhos de 9-0 a 12-0.

“Graças ao uso de materiais avançados e de processos inovadores de microfabricação, projetamos o menor pulso articulado para fornecer aos microcirurgiões destreza no uso dos instrumentos e precisão robótica inéditas”, disse Massimiliano Simi, cofundador e vice-presidente de Pesquisa e Desenvolvimento.

O cirurgião opera os microinstrumentos sentado no console cirúrgico e fazendo a monitoração através do microscópico cirúrgico. A plataforma robótica da MMI captura os movimentos da mão do cirurgião, e uma imagem reduzida do movimento é imposta sobre os microinstrumentos.

“Desenvolvemos essa tecnologia pioneira junto com microcirurgiões, desde a concepção do produto; o feedback positivo e as respostas que recebemos desde então têm sido realmente impressionantes e nos fazem crer que estamos no caminho certo para desenvolver um robô feito pelos microcirurgiões e para eles”, disse Hannah Teichmann, cofundadora e vice-presidente clínica.

O prof. Marco Innocenti, chefe de microcirurgia reconstrutiva e plástica do Hospital da Universidade Careggi em Florença e consultor clínico da MMI, que apresentou o trabalho pré-clínico com o robô da MMI no 9º Congresso da Sociedade Mundial para Microcirurgia Reconstrutiva em Seul, inclusive anastomose vascular robótica de 0,35 mm, comentou:

“Creio que a plataforma robótica da MMI impulsionará a microcirurgia para além das capacidades da mão humana, permitindo assim que mais cirurgiões executem procedimentos mais complexos e possibilitando também a supermicrocirurgia, como reconstrução linfática, para aqueles mais especializados.”

O presidente e cofundador da MMI, Giuseppe Maria Prisco, estima que o potencial anual de oportunidade de mercado seja de cerca de $ 2,5 bilhões.

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Como a TI pode apoiar a Consumerização da Medicina?

Por Keith Bromley, Gerente Sênior de Soluções de Marketing da Ixia

A consumerização da medicina está se tornando fundamental para as instituições de cuidados de saúde e tem sido adotada tanto pela indústria de cuidados de saúde quanto pelos pacientes. Segundo a operadora de planos de saúde Anthem, 76% dos pacientes acredita que a tecnologia tem o potencial de ajudá-los a melhorar a sua saúde. Ao mesmo tempo, essa tendência de consumerização vem criando um ônus para a indústria de TI durante o processo de transição e implantação desses novos serviços.

O que é a consumerização da medicina? Embora este tema possua várias vertentes, as três principais áreas responsáveis pela transformação da indústria de cuidados de saúde são:

• A expansão das redes de Wi-Fi para dar suporte às novas tendências para dispositivos pessoais e distribuídos (IoT e BYOD).
• A modernização dos sistemas de pagamentos médicos (sistemas de cobrança online em portais de pacientes, pontos de venda e Apple pay).
• A explosão dos serviços de Telemedicina e Telesaúde.

A fim de serem considerados “de vanguarda”, muitos hospitais adotaram a tecnologia Wi-Fi (tanto para os profissionais de cuidados de saúde quanto para os pacientes) e implantaram IoT para os seus equipamentos médicos (como dosadores de remédio eletrônicos e monitores de estatísticas vitais dos pacientes). No entanto, uma das desvantagens dessa consumerização é que a expansão do uso de redes de Wi-Fi dentro das instalações de cuidados de saúde está causando o consumo desenfreado de banda larga. Como nem todo consumo é igual ou linear, a TI precisa estar preparada para gerenciar esse recurso.

Um exemplo disso é a adoção da BYOD pelos hospitais para os profissionais de cuidados de saúde e a implantação de Wi-Fi para os pacientes. Alguns exemplos dessa tendência incluem: sistemas de comunicação médica baseados em Voice over IP (VoIP) para médicos e enfermeiros (tais como o Vocera badge); o download de dados para os laptops e notepads de instituições de cuidados de saúde; e o acesso dos pacientes à visualização de dados e de vídeos. Enquanto tudo isso está acontecendo, a TI precisa dispor de banda larga suficiente e priorizar tipos de dados que garantam que as transações médicas em tempo real passem pela rede sem atrasos. Por isso, a TI precisa saber com precisão quem está utilizando a banda larga e quem está abusando dela. Por exemplo, quem está de fato utilizando a banda larga dos hospitais? Os Vocera Wi-Fi badges para a comunicação entre os funcionários ou os pacientes assistindo à Netflix?

Nos últimos anos, houve uma explosão de dispositivos médicos que utilizam IoT. Alguns exemplos disso são as bombas de infusão que administram remédios sem a necessidade de um enfermeiro presente e os monitores de paciente eletrônicos. Estes dispositivos fazem mais do que enviar dados periodicamente para a enfermaria, enquanto que as bombas de infusão precisam baixar bibliotecas inteiras de remédios e os transmissores de telemetria que utilizam a WLAN (rede de área local sem fio) enviam alarmes e dados em configuração de onda para uma estação central.

A consumerização também está impulsionando outras formas de comunicação IP, tais como cobrança online, pontos de venda (PDV) e sistemas de pagamento móvel, já que os consumidores querem ter acesso a uma variedade de opções de pagamento que atendam as suas necessidades. No entanto, isso significa que além do processo de cobrança eletrônica padrão, a indústria de TI precisa dar apoio a ferramentas de e-commerce, de processamento de cartão de crédito e a sistemas de cobrança BYOD. Além de lidar com a complexa integração desses quatro tipos de sistemas de pagamento, é necessário aderir aos padrões de conformidade regulatória (HIPAA, PCI-DSS, SOX, etc.).

A telemedicina (e a telesaúde) também requerem o uso de tecnologia. A telemedicina consiste em consultas médicas através de ferramentas eletrônicas (computadores, tablets, dispositivos móveis, etc). Segundo a Anthem, essa prática pode gerar uma economia anual de 6 bilhões de dólares aos consumidores norte-americanos, e esse mercado global deve exceder 34 bilhões de dólares até 2020. A telemedicina é conveniente e acessível para consumidores que vivem em regiões remotas ou que estão muito ocupados, pois oferece acesso imediato e 24 horas por dia a médicos (tais como Teladoc, Doctor on Demand e LiveHealth Online), com custos baixos e sem a necessidade de deslocamento até o consultório. Esta é uma excelente opção para gripes e erupções cutâneas. Segundo 67% dos pacientes, a telemedicina aumentou a sua satisfação com os cuidados médicos. Devido ao aumento no uso de registros médicos eletrônicos (RME) promovido pelo Affordable Care Act (lei de proteção do paciente e dos serviços de saúde acessíveis), as informações coletadas através da telemedicina podem ser usadas para atualizar os registros dos pacientes e assim, facilitar o trabalho dos médicos. Segundo a Anthem, 51% dos médicos acessam de maneira eletrônica as informações de pacientes de outros médicos, enquanto que mais de 91% dos hospitais já adotaram os registros eletrônicos.

Há também um volume enorme de informações que estão sendo acessadas e disponibilizadas em dispositivos móveis e com acesso à internet. Cinquenta e dois por cento dos usuários de smartphones acessam informações sobre saúde através de aplicativos móveis, enquanto que. 93% dos médicos acreditam que os aplicativos móveis podem ajudar a melhorar a saúde dos pacientes. Além disso, 70 milhões de pessoas nos EUA utilizam dispositivos de monitoramento vestíveis. Alguns desses dispositivos podem transmitir dados para os consultórios dos médicos, que podem ser incluídos nos RME dos pacientes e assim, manter os seus registros médicos atualizados. Por exemplo, rastreadores de atividade, marca-passos e bombas de insulina podem enviar dados de saúde para os médicos. Estima-se que essa tecnologia vestível deverá reduzir os custos hospitalares em até 16% nos próximos cinco anos e 86% dos médicos afirmam que esses dispositivos vestíveis deixam os pacientes mais envolvidos com a própria saúde.

Sendo assim, como a TI poderá superar todos esses desafios? Em primeiro lugar, tanto a tecnologia de suporte quanto a de interface com o usuário precisam estar preparadas para garantir o funcionamento desses serviços. Além da implantação de uma infraestrutura básica, é necessário fazer testes de rotina no sistema de Wi-Fi e na rede com fio. As redes sem fio podem oferecer uma série de deficiências devido a vários fatores: questões de planejamento de frequência, obstáculos à construção, a presença de paredes revestidas de chumbo em salas de radiologia e banheiros revestidos de azulejo, a proliferação de dispositivos BYOD portados por funcionários e pacientes, desempenho individual das rádios (já que nem todas as rádios são feitas da mesma forma) e questões relacionadas ao roaming entre pontos de acesso. Devido à intensidade de tráfego em conexões LAN sem fio, a TI precisa fazer os seguintes testes na rede LAN: detecção de interferência na frequência, geração de tráfego para cargas, casos de testes automatizados e análises de desempenho através da quantificação do desempenho do aplicativo e da perspectiva do usuário.

Após determinar a adequação da rede às operações, uma solução de visibilidade de rede (NPB) com inteligência para aplicativos pode ajudar a identificar quais aplicativos estão sendo utilizados na rede e quem está abusando da banda larga de rede (por exemplo: se há muita gente assistindo à Netflix). Subsequentemente, outro tipo de tecnologia pode ser utilizada para regular o uso da rede, de forma que a telemedicina e os dispositivos IoT disponham de banda larga suficiente.

Graças à IoT, hoje em dia há literalmente milhares de dispositivos dentro de um hospital e para facilitar o entendimento da TI sobre o que está ocorrendo dentro da rede, é comum separar os diferentes tipos de dispositivos (dispositivos de infusão, de monitoramento de pacientes, VoIP) com base nas redes VLAN e SSID. Como parte da estratégia de monitoramento dos aplicativos e da rede (para garantir a qualidade da experiência e a validação do serviço), esses tipos de dados podem ser segmentados através de um NPB (com base nas informações da rede VLAN) e os dados necessários podem ser enviados para as ferramentas de monitoramento de aplicativo adequadas. Soluções de monitoramento proativo também podem ser utilizadas para observar o desempenho da rede em tempo real.

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Startup da área da saúde cresce mais de 1000% em dois anos

As soluções criadas pelas startups surgem a partir de uma lacuna identificada pelo empreendedor na sociedade.

O empresário Alexandre Calaes, 43 anos, percebeu que boa parcela da população tem restrições em atendimento de saúde em diversas áreas – seja por questões financeiras, localização ou outro motivo – e criou a Equipe Apoio, empresa que integra os pacientes aos profissionais de saúde através do atendimento virtual personalizado.

Criada em 2015, a Equipe Apoio cresceu 1100%, superando todas as expectativas.

Através do endereço www.equipeapoio.com.br, pessoas de todas as partes do Brasil e até de outros países encontram atendimento com médicos, nutricionistas, educadores físicos, psicólogos, fisiologistas e farmacêuticos para agilizar os tratamentos e a resolução de dificuldades quando procuram tratamento médico.

Com mais de 40 pessoas na equipe, a empresa continua crescendo. “O segredo é o atendimento customizado, eficaz, pela internet. É agilizar o que a pessoa estava postergando, mas sabe que é necessário”, explica Calaes, economista, advogado, pós graduado em administração empresarial que tem passagens por empresas como AMBEV, Grupo RBS, Bolsa de Valores e CNPQ. Alexandre é carioca e mora desde criança na capital catarinense, para onde seu pai foi transferido no final dos anos 1970.

A Equipe Apoio já almeja o mercado internacional, já que conquistou clientes nos Estados Unidos, África, Ásia e Europa.

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Tecnologia possibilita diagnosticar e monitorar o diabetes no momento da consulta

A doença atinge atualmente mais de 16 milhões de brasileiros, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS)¹. O distúrbio, causado pelo mau funcionamento do pâncreas que não produz a insulina, hormônio que controla a glicose no sangue, mata cerca de 72 mil pessoas por ano no País. “O diabetes é uma doença de início e desenvolvimento silencioso, por isso cerca de 40% a 50% dos pacientes ignoram sua condição. Como consequência da falta de tratamento e monitoramento, a doença pode evoluir e causar complicações, como perda de visão, insuficiência renal, infarto do miocárdio e AVC”, lembra Dr. Fadlo Fraige Filho, médico endocrinologista e presidente da Associação Nacional de Atenção ao Diabetes (ANAD).

O especialista, que também é professor titular da Faculdade de Medicina do ABC (FMABC), ressalta que o diagnóstico precisa ser feito o mais breve possível. “Os testes de point of care utilizam tecnologias que fornecem resultados rápidos e precisos como, por exemplo, a glicemia capilar e a hemoglobina glicada a1 c, que determina a média das glicemias dos últimos 90 dias, recursos importantes inclusive para pacientes de risco para a doença. Além disso, é essencial que se realize o diagnóstico das complicações para o diabetes, como o teste de proteinúria relação albumina /creatinina – que mede se a urina tem quantidades elevadas de proteína – auxiliando no diagnóstico de hipertensão e doença renal”, afirma o Dr. Fraige Filho, que lembra que os testes rápidos são importantes principalmente em clínicas e ambulatórios da rede pública, onde o prazo para a realização de um exame, interpretação e prescrição médica pode levar até seis meses.

Para atender a esta demanda, a Siemens Healthineers possui em seu portfólio o analisador DCA Vantage, uma solução inovadora de Point of Care que realiza testes de hemoglobina glicada, fundamentais para o diagnóstico e acompanhamento do paciente diabético, proporcionando visão ampla da concentração de glicose no sangue, com rapidez e máxima exatidão. “O resultado do teste de hemoglobina glicada é realizado em amostra capilar e fica pronto em 7 minutos, podendo ser realizado no momento da consulta. Desta forma, o profissional de saúde poderá adequar a prescrição de medicamentos e orientações ao paciente imediatamente”, explica Débora Cabrini, Head de Point of Care da Siemens Healthineers no Brasil.

Outra preocupação dos profissionais de saúde é detectar doenças associadas ao diabetes. Entre elas, uma das mais alarmantes é a doença renal crônica. A chance de um portador de diabetes desenvolver a doença renal é de cerca de 30%, segundo a Sociedade Brasileira de Diabetes4. O teste da relação albumina/creatina (ACR) é indispensável para a determinação de doenças renais em pacientes de alto risco e também pode ser realizado no DCA Vantage, ajudando os médicos no diagnóstico precoce e na escolha pela terapia mais adequada. “O teste para ACR poupa o paciente de realizar o exame de coleta de diversas amostras de urina durante 24 horas, procedimento ainda adotado por muitos centros de saúde para verificar a função dos rins. Com uma única amostra, o resultado do teste de ACR é liberado quase instantaneamente”, comenta Debora.

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Healthcare Innovation Show conecta todos os segmentos do mercado de Saúde e Medicina com o uso de novas ferramentas de TI

Um dos maiores eventos para a área de Saúde e Medicina na América Latina, o HIS – Healthcare Innovation Show 2017 abre espaço para as empresas apresentarem as soluções na gestão médica, atendimento e diagnósticos ao nível mais elevado da tecnologia e que tragam bem-estar para os pacientes. O HIS acontece entre os dias 25 e 26 de outubro no São Paulo Expo, e vai receber um público altamente qualificado entre executivos de empresas de saúde, gestores hospitalares, médicos, pesquisadores e demais profissionais da área.

Entre as novas interfaces e modelos de atuação para os profissionais que serão apresentadas aos visitantes do trade show, estão orientações médicas e psicológicas à distância, serviço de telemedicina que realiza exames laboratoriais, plataformas de bem-estar web para redução de custos nas empresas, alternativas para melhorar a eficiência nos estacionamentos e soluções integradas de gestão para fluxo de medicamentos, entre outras novidades.

Conheça alguns dos serviços e inovações em produtos que serão apresentados ao público:

Acompanhando a modernidade e o ambiente online, a Brasil Telemedicina aposta em orientação de saúde à distância. Laudo 24hs, Médico 24hs, Psicologia 24hs e Monitorização 24hs são plataformas desenvolvidas pela empresa, que proporcionam assistência de forma rápida e descomplicada. Disponíveis também em forma de aplicativo para celulares e tablets, a tecnologia garante, ainda, melhor administração de tempo, pela flexibilidade de horário, disponibilização de profissionais em todo o território nacional e, já que o atendimento é pela internet, a facilidade em realizá-lo seja onde o paciente estiver.

A Hi Technologies apresenta ao setor de saúde o Hilab, primeiro serviço de telemedicina que realiza exames laboratoriais, como: HIV, vírus Zika, Chikunguya, dengue, hepatite, teste de gravidez, colesterol total, HDL, hemoglobina glicada, vitamina D, glicemia, dentre outros em apenas alguns minutos. O serviço Hilab, desenvolvido com tecnologias Microsoft e Intel, revoluciona o mercado ao introduzir uma nova categoria em análises clínicas que associa internet das coisas e inteligência artificial para acelerar o diagnóstico médico, tornando-o mais rápido que os métodos tradicionais. O dispositivo cabe na palma da mão e é solução também para os pacientes que tem medo de agulha. Isso porque o sangue é coletado da ponta do dedo, fazendo com que o processo seja menos invasivo.

A Philips, líder global em tecnologia da saúde, leva para o Healthcare Innovation Show a plataforma de visualização IntelliSpace Portal 9.0, um conjunto completo de ferramentas para suporte a decisões clínicas, multimodalidades e multifornecedores, e de TI que proporcionam maior excelência clínica e até mesmo redução de custos para área de radiologia. Seu novo recurso de machine learning faz com que a ferramenta aprenda automaticamente, a partir da última utilização da aplicação, antecipando a série e o tipo de dados em que o processamento prévio deve ser aplicado. Além disso, o público poderá conhecer de perto algumas das novidades relacionadas ao software de gestão em saúde Tasy, como a nova ferramenta de Gestão de Planos Terapêuticos (GPT), que permite a conferência da prescrição em menos tempo por enfermeiros e farmacêuticos, e de Prescrição Eletrônica do Tasy em HTML5, capaz de manter a solicitação até segunda ordem sem a necessidade de cópia diária, tornando o processo muito mais ágil.

A PwC Brasil irá debater durante o Healthcare Innovation Show (HIS) 2017 desafios e soluções para sustentabilidade econômica e segurança da informação do setor de saúde no Brasil e no mundo. As análises ocorrem em três painéis: “A jornada financeira da proposição de valor em saúde”, “Estruturação de custos e o futuro dos modelos de pagamento” e “Segurança e privacidade de dados: quem tem medo de ransomware”. Além dos painéis, a PwC Brasil leva para o evento o Health Dynamo, solução digital de gestão de processos de serviços de saúde e localização em tempo real de pessoas e ativos com foco no desafio da eficiência operacional. A Firma também apresentará soluções em cyber security para adoção de novos modelos digitais de atendimento, mantendo o desempenho e eficiência, sem deixar de lado o sigilo de dados.

A Shift, especialista em tecnologia da informação para medicina diagnóstica e preventiva, participa pela primeira vez do evento. Com 25 anos de história, a empresa apresenta ao mercado as melhores e mais modernas soluções para o aumento da produtividade e do aprimoramento de gestão na área da saúde. Durante o encontro, será realizada ainda a entrega da premiação do Great Place to Work 2016, em que a Shift foi contemplada no segmento de “Saúde”.

A UniHealth é reconhecida por sua experiência em soluções integradas de gestão do fluxo de medicamentos e insumos médicos. Com mais de 13 anos de história na logística intra-hospitalar, faz uso de tecnologias como a robotização e automatização de processos. Entre as novidades que a empresa apresenta no HIS estão o software UnilogWF, o robô Pharma Picking, capaz de separar 350 prescrições por hora, e a UniBox, máquina de dispensário automático de medicamentos e insumos médicos.

Outro destaque é a NDVIDA, plataforma de bem-estar web para aumento da produtividade e redução de custos com suporte à saúde nas corporações. O sistema SMART tem objetivos específicos, definidos na avaliação individual e um plano de ação detalhado, com metas atingíveis para cada colaborador. A empresa faz a gestão total do processo junto ao setor de recursos humanos, dispensando recurso adicional para operar a plataforma.

A Icone Medical Group, companhia especializada em equipamentos eletromédicos com tecnologia Laser de Diodo e Laser de CO2 Fracionado, dedicados ao tratamento de alterações dermatológicas e aplicações estéticas, apresenta no HIS o Sistema de Aquecimento de Fluídos (SAF), uma tecnologia inovadora concebida a partir de uma década de pesquisas e desenvolvimento meticuloso, visando a prevenção da hiportermia e melhor controle da homeostase do paciente no pré, intra e pós-operatório.

Tecnologias para estacionamentos também estarão sendo expostas no HIS. A Pare Bem tem como missão estabelecer um novo padrão de eficiência no segmento e apresenta soluções inteligentes para a gestão de estacionamentos em hopitais. Entre os destaques que podem ser conferidos no estande da empresa estão o controle da operação em tempo real e as tecnologias desenvolvidas para o setor e processos de automação do estacionamento.

O HIS 2017 é ainda constituído por três grandes eixos de atividades especiais: o Startup Lounge, com a exposição de serviços tecnológicos; o hackathon hack4health, maratona de desenvolvimento em busca de soluções para problemas da saúde e de gestão; e os prêmios Referência da Saúde/2017, Top Hospitalar/2017 e Great Place to Work.

HIS – Healthcare Innovation Show 2017
Data: 25 e 26 de outubro de 2017
Horário: das 8h30 às 19h
Local: São Paulo Expo
Endereço: Rodovia dos Imigrantes, Km 1,5 – São Paulo
http://saudebusiness.com/his/

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Em parceria com a Microsoft, Grupo Oncoclínicas vai adotar Inteligência Artificial no tratamento do câncer

Microsoft News  Center Brasil

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O Grupo Oncoclínicas e a Microsoft se uniram em um projeto que vai utilizar Inteligência Artificial (IA) para promover avanços no tratamento do câncer, tornando os planos de combate à doença mais efetivos e trazendo mais qualidade de vida aos pacientes. O acordo fechado pelas organizações prevê o uso de recursos de aprendizado de máquina (machine learning) tanto para a frente de radioterapia quanto para a de quimioterapia.

Com o uso de IA da Microsoft, o Grupo Oncoclínicas espera ganhar velocidade e assertividade ao planejar tratamentos contra o câncer. As informações geradas a partir de softwares de aprendizado de máquina – capazes de aprender com base nos dados e imagens que recebem – serão utilizadas para apoiar médicos na definição do melhor tratamento para o paciente, oferecendo mais subsídios para que ele possa tomar sua decisão.

Na frente de radioterapia, a utilização da IA possibilitará delinear estruturas de órgãos adjacentes ao tumor ou consideradas de risco de maneira muito mais rápida. Desta forma, o programa passa a oferecer uma série de informações para que o especialista possa estabelecer um planejamento do tratamento que contemple o desenho da área a ser irradiada, com uma redução de horas de avaliação para alguns minutos e em poucos cliques. A tecnologia também trará maior eficiência, já que aprende à medida que analisa um volume maior de imagens. A escolha continua nas mãos do médico, que pode conferir todas as informações, mas ele passa a contar com uma aliada importante em seu processo decisório: a Inteligência Artificial.

Já no campo da quimioterapia, a parceria entre Microsoft e Oncoclínicas conta ainda com reforço acadêmico do Centro de Estudos Sociedade e Tecnologia (CEST) da Universidade de São Paulo (USP). A entidade, que recebe apoio financeiro da Microsoft, terá o papel de agregar pesquisadores que trabalharão no desenvolvimento de um algoritmo capaz analisar e estabelecer correlações entre diagnósticos de diferentes pacientes. O objetivo é que a partir delas seja possível indicar o tratamento mais adequado com base na verificação de uma série de variáveis que podem ter influência direta no tipo de droga receitada para o paciente e também na quantidade de sessões que ele terá de fazer.

“Há um volume cada vez maior de informações disponíveis, e com a Inteligência Artificial é possível utilizá-lo para empoderar médicos e instituições de saúde a avançarem nos tratamentos que oferecem a pacientes com câncer”, afirma Milton Larsen Burgese, Diretor de Setor Público na Microsoft Brasil.

Para Luis Natel, CEO do Grupo Oncoclínicas, o principal objetivo desta aliança estratégica com a Microsoft é trazer impactos positivos ao tratamento de pessoas com câncer. “O contrato de colaboração mútua entre o Grupo Oncoclínicas e a Microsoft é mais um exemplo dos esforços que temos empreendido para trazer ao Brasil as mais avançadas tecnologias e as melhores práticas assistenciais do mundo no combate à doença”, explica.

“Atuaremos lado a lado na geração de conhecimento e alimentação da base de informações do sistema, compondo assim um banco de dados apurado e preciso em radioterapia. No tocante à quimioterapia, a parceria busca a geração de avanços para o segmento através de mineração de dados e inteligência de máquina. Isso significará a definição de padrões e melhores práticas de tratamento. Nos dois casos, essa união de forças trará benefícios diretos aos pacientes oncológicos de todo o país”, frisa Natel.

Na etapa inicial do projeto, os pesquisadores do CEST analisarão parte do banco de dados do Grupo Oncoclínicas para começar a desenhar o algoritmo de Inteligência Artificial com o objetivo de “ensiná-la” a estabelecer determinadas correlações com base em variáveis previamente indicadas pelo corpo médico em parceria com a Microsoft. O processamento desse grande volume de informações será feito na plataforma de nuvem da Microsoft, o Azure. No futuro, outras bases de dados públicas poderão ser integradas ao projeto, ampliando ainda mais sua capacidade.

Na fase de implementação efetiva, a expectativa é que 16 mil pacientes sejam beneficiados pela parceria entre Grupo Oncoclínicas, Microsoft e CEST para promover avanços no tratamento de câncer. Presente em dez Estados brasileiros, o Grupo Oncoclínicas tem 44 unidades em operação, incluindo clínicas e parcerias com grandes centros hospitalares.

“Estamos criando uma plataforma com dados dos nossos pacientes e da rede pública de saúde. Vamos cruzar informações sobre os novos tratamentos e medicamentos para que sejam adotados os protocolos médicos mais adequados para cada tipo de paciente”, afirmou João Alvarenga, diretor de tecnologia e inovação da Oncoclínicas.

Segundo dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca), estima-se que em 2016 tenham ocorrido mais 596 mil casos de câncer no país. Entre os homens, eram esperados 295.200 novos casos, e 300.870 entre mulheres.

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