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Evento “A clínica do amanhã” vai ter 5 startups brasileiras que estão inovando na área da saúde

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A Berrini Ventures, aceleradora de startups da área da saúde de alto potencial, trará para São Paulo palestras e apresentações de startups brasileiras que estão inovando no setor. O evento acontecerá dia 23/06/2017 no Cubo – Rua Casa do Ator 919, em São Paulo e tem o objetivo de aproximar empresas com tecnologias inovadoras, profissionais da saúde e investidores. As palestras das startups tratarão de temas como telemedicina, o uso de wearables conectando médicos e pacientes, meios para melhorar o engajamento de pacientes em tratamentos e o uso de Chatbots na saúde.

Mesmo sendo um mercado que estima movimentar R$ 500 bilhões em 2017 no Brasil, segundo a Whizhealth, a área da saúde é conhecida por ser resistente à adoção de novas tecnologias. Apesar das dificuldades, este setor vem atraindo novos empreendedores brasileiros dispostos a inovar.

Dentre as soluções, destacam-se aplicativos, chatbots e wearables que dão poder aos usuários e os ajudam no tratamento de doenças, visando promover o bem-estar dos pacientes e a otimização de recursos dos estabelecimentos de saúde, impactando positivamente na sociedade.

As 5 startups que vêm se destacando com inovações na área de saúde são:

Cloudia – Secretária virtual (Chatbot) que automatiza o atendimento aos pacientes

O que é?

Chatbot que funciona como uma secretária virtual via apps de mensagens instantâneas que automatiza os processos de marcação e confirmação de consultas e esclarecimento de dúvidas dos pacientes.

A Cloudia atua na página do Facebook do profissional ou da clínica e o agendamento é integrado à Google Agenda.
Dentre os diversos processos que a Cloudia automatiza, destacam-se: marcação de consultas, respostas às perguntas frequentes cadastradas, envio de lembretes para confirmação aos pacientes antes das consultas, envio da agenda ao profissional da saúde diariamente, relatórios sobre os atendimentos, coleta de feedback sobre a consulta e respostas automáticas aos comentários em posts do Facebook.

Por que é importante?

“Esta plataforma ajuda na redução de custos com telemarketing em clínicas e hospitais, padroniza o atendimento e faz com que os profissionais da saúde e suas assistentes foquem em atividades humanas mais importantes para a evolução do estabelecimento, eliminando grande parte das interrupções diárias e gerando um imenso ganho em produtividade de toda a equipe”, explica Felipe Miranda, Diretor da Cloudia.

Além disso, gera importantes benefícios para o paciente como a possibilidade de marcar consultas fora do horário comercial de forma rápida e sem a necessidade de baixar aplicativos extras.
Site: cloudia.com.br

Cuco – Enfermeira virtual (chatbot) que ajuda no tratamento de doenças

O que é?

Startup especializada em tecnologias para auxiliar os pacientes em seus tratamentos, incluindo as enfermeiras digitais, aplicativos e plataformas de acompanhamento do tratamento de doenças crônicas.

A Cuco promete oferecer melhores experiências dos tratamentos médicos através do envio automático de mensagens personalizadas para os pacientes, além do uso de inteligência artificial e do conceito de gamificação para aumentar seu engajamento.

Por que é importante?

É uma ferramenta que oferece um auxílio para que os pacientes se mantenham estimulados e engajados no tratamento e possam acompanhar a evolução de seus tratamentos através de painéis de indicadores, reduzindo significativamente a taxa de desistência e reduzindo custos da área da saúde.

Esta plataforma vem se tornando ainda mais importante com o progressivo envelhecimento da população.
Site: cucohealth.com

Lincare – Pulseira de monitoramento de idosos que fornece dados para aplicativo que transforma em relatórios

O que é?

A principal proposta da empresa é viabilizar o cuidado a distância de idosos, oferecendo um serviço inteligente de atendimento personalizado e uma pulseira que exibe lembretes de medicações e monitora diversos indicadores de saúde como marcador de passos, distância percorrida e batimentos cardíacos. A pulseira também é capaz de detectar quedas, alertando a um familiar sobre o ocorrido instantaneamente.

Por que é importante?

Nem sempre você pode estar junto de familiares que precisam de um cuidado especial.
Esta tecnologia é importante porque torna possível o acompanhamento em tempo real de pessoas idosas ou com necessidades especiais pelos familiares. Conta ainda com relatórios completos da saúde do monitorado, botão de ajuda para eventuais emergências e lembretes de medicamentos.
Site: lincare.com.br

Carenet – Integração de dados de wearables de diversos tipos, gerando informações úteis para estabelecimentos de saúde e empresas

O que é?

Empresa especializada na integração de dados de wearables (vestimentas tecnológicas), aplicativos e outros dispositivos criados para monitoramento da saúde.
A plataforma processa e analisa os dados vindos desses diversos dispositivos da população e os transforma em informações relevantes e importantes para o cliente.

Por que é importante?

Possibilita o monitoramento remoto em grande escala de pacientes de risco, de forma ágil e sem grandes investimentos.
Site: carenet.com.br/

Med Room – Simulador que usa a tecnologia de realidade virtual para treinamentos de profissionais da saúde

O que é?

Tem foco em tornar mais real e divertido o aprendizado de estudantes e profissionais da saúde por meio da tecnologia de realidade virtual e estratégias de gamificação, reduzindo significativamente os custos.
Simula um ambiente realista para o aprendizado, fazendo com que o usuário vivencie a situação na prática enquanto aprende e desenvolve suas habilidades.

Por que é importante?

É oferecida uma coletânea de procedimentos clínicos que podem ser treinados pelos alunos de cursos da área de saúde. É capaz de deixar o aprendizado muito mais real e estimulante, preparando melhor os futuros profissionais da área da saúde para realizarem procedimentos médicos.
Site: medroom.com.br

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55% das pessoas estão dispostas a serem atendidas por robôs no lugar de médicos, aponta estudo da PwC

O uso crescente de inteligência artificial e da robótica na medicina está mudando o panorama global dos serviços de saúde e o papel dos médicos. Um estudo da PwC lançado mundialmente nesta terça-feira mostrou que a maior parte dos entrevistados está disposta a receber cuidados de robôs na área da saúde, que podem ir de diagnósticos de doenças até cirurgias de pequeno porte.

O estudo “What doctor? Why AI and robotics Will define New Health” foi baseado em entrevistas com cerca de 11 mil pessoas de 12 países da Europa, África e Oriente Médio. Mais da metade dos participantes (55%) declararam estar dispostos a serem atendidas por robôs com inteligência artificial, capazes de responder dúvidas sobre saúde, realizar testes, diagnosticar doenças e recomendar tratamentos.

A pesquisa concluiu que as pessoas se mostraram mais propensas a experimentar os cuidados de robôs se isso significa que terão acesso a diagnósticos mais rápidos e precisos e a melhores tratamentos de saúde. O “toque humano” continua sendo um componente crucial para os cuidados de saúde, mas a maior aceitação do uso de robôs indica um crescimento de confiança na tecnologia.

Países emergentes mostraram-se mais abertos à substituição de cuidados humanos por robôs do que aqueles com economia desenvolvida. Enquanto 94% dos entrevistados na Nigéria e 85% na Turquia declararam estar propensos ao uso de robôs e inteligência artificial nos cuidados com a saúde, no Reino Unido somente 39% dos entrevistados mostraram a mesma inclinação e na Alemanha, apenas 41%.

De acordo com a pesquisa, cerca de 50% dos entrevistados em todo o mundo se mostraram inclinados a se submeter a uma cirurgia realizada por um robô em vez de um médico. Essa inclinação mostrou-se mais forte na Nigéria, Turquia e África do Sul, onde 73%, 66% e 62% dos entrevistados, respectivamente, se disseram mais propensos a realizar uma cirurgia de pequeno porte feita por robôs, enquanto no Reino Unido somente 36% das pessoas declararam que fariam esta cirurgia, o menor percentual entre os 12 países pesquisados.

Mesmo no caso de cirurgias mais complexas, verificou-se que boa parte dos participantes do estudo estariam dispostos a se submeter a procedimentos comandados por robôs: 69% dos entrevistados na Nigéria, 40% na Holanda e 27% no Reino Unido.

Entre as motivações que levariam as pessoas a confiar os cuidados com a saúde à inteligência artificial, foram citadas principalmente a chance de obter um acesso mais rápido e fácil a serviços de saúde (36%) e a velocidade e exatidão de diagnósticos (33%). Falta de confiança na capacidade de tomar decisão dos robôs (47%) e falta de contato humano (41%) foram as principais razões citadas por quem não está disposto a se submeter a tratamentos comandados por robôs.

“Assim como acontece em outras áreas, as pessoas estão cada vez mais abertas ao uso da tecnologia, e não será diferente no setor de saúde. O emprego de robôs e inteligência artificial pode ajudar a tornar tratamentos e diagnósticos mais acessíveis e eficazes, sobretudo em países ainda carentes de um sistema de saúde bem estruturado”, avalia Eliane Kihara, sócia da PwC Brasil e líder de Health Services.

O estudo completo pode ser acessado pelo link http://pwc.to/2ncSFRZ

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Hospitalar 2017: 2iM S/A apresenta tecnologia inovadora para gestão da performance na área da saúde

A 2iM Inteligência Médica disponibilizou ao mercado uma inovadora solução de Business Analytics em Saúde, capaz de gerar níveis diferenciados de avaliação de desempenho a partir da consolidação de dados gerados pelos sistemas de gestão dos hospitais, operadoras de planos de saúde e SUS. Os recursos do software GPS.2iM© serão apresentados durante a Hospitalar 2017, evento que acontece de 16 a 19 de maio, em São Paulo (Expo Center Norte).

Além disso, a empresa realiza pela primeira vez o FÓRUM 2iM EXPERIENCE, no qual instituições renomadas como os Hospitais Sírio Libanês, Samaritano e Marcelino Champagnat apresentarão casos de sucesso relevantes onde foi utilizada a solução na área hospitalar. Com foco em hospitais, o fórum contará com o apoio da Organização Nacional de Acreditação – ONA e terá a participação no temário da Agência Nacional de Saúde Suplementar – ANS.

De acordo com Dr. César Abicalaffe, CEO da 2iM Inteligência Médica, a companhia tem boas expectativas em torno desta edição da Hospitalar. “Nossa participação está alinhada à estratégia de fortalecimento da marca 2iM como referência em avaliação de desempenho de corpo clínico no mercado hospitalar. Atualmente cerca de 25% dos hospitais filiados à ANAHP empregam nossa tecnologia e estamos trabalhando fortemente para aumentar este market share”, ressalta o executivo.

O portfólio da 2iM Inteligência Médica abrange toda a cadeia do mercado de saúde, uma vez que suas soluções foram desenvolvidas para avaliar o desempenho e a qualidade dos prestadores de serviços de saúde, desta forma contempla desde o profissional até os hospitais.

Gestão da Performance da Saúde

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Com foco em inovação, a solução GPS.2iM© emprega avançados sistemas para avaliar o desempenho de profissionais e serviços de saúde, como hospitais, unidades hospitalares, médicos, entre outros. A ferramenta integra diferentes sistemas e planilhas para geração e composição de indicadores que são agrupados nas principais dimensões da qualidade: estrutura, eficiência, efetividade e experiência do paciente.

Cada indicador é ponderado dentro destas dimensões e quando comparado a um parâmetro específico permite calcular um escore. A soma das pontuações de cada indicador aponta um índice de performance de quem está sendo avaliado. A partir deste monitoramento mensal, cada profissional avaliado tem acesso, via internet, ao seu desempenho possibilitando comparações com seus pares, assim como os gestores do programa podem realizar análises e comparações entre indicadores, profissionais, especialidades, entre outros.

A medição e divulgação dos indicadores, por si só, já traz uma melhoria na qualidade da prestação dos serviços e no controle de custos, no entanto, outras estratégias podem ser adotadas a partir do conhecimento destes dados e de seus respectivos agrupamentos.

O GPS.2iM© atende às exigências das acreditadoras para os hospitais no que tange ao monitoramento e avaliação de desempenho de corpo clínico e possibilita a revisão do modelo de remuneração em saúde, saindo de modelos simples para pagamentos por performance ou pagamentos baseados em valor. Além disso, o software favorece os programas de relacionamento com a rede credenciada ou médicos do corpo clínico e apoia a auditoria médica na avaliação e no controle de custos e utilização do sistema.

I Fórum 2iM Experience

Além de conhecer os mais recentes incrementos da ferramenta da 2iM, os visitantes da Hospitalar terão a oportunidade de inteirar-se a respeito das inovadoras experiências que estão em curso hoje na gestão da de hospitais, narradas diretamente pelos clientes da 2iM.

O CEO da companhia, Dr. César Abicalaffe abrirá o evento explicando a importância do uso de tecnologias avançadas para que as instituições de saúde enfrentem com sucesso os enormes desafios de produtividade, desperdício e qualidade. O consultor do Hospital Sírio Libanês para o DRG, Dr. André Osmo, apresentará um caso prático da integração do DRG da 3M com o GPS.2iM© na instituição. Na sequência, Dr. Fernando Leal, Gerente de Relacionamento com o Corpo Clínico do Hospital Samaritano falará sobre Programa de Relacionamento com o corpo clínico, abordando o uso do GPS.2iM© como ferramenta de fidelização. Já o Dr. José Octávio Leme, Superintendente do Hospital Marcelino Champagnat, ministrará palestra sobre a utilização da metodologia GPS.2iM© em conformidade com a Acreditação pela JCI. Para encerrar o evento, a Diretora da ANS, Dra. Martha Regina de Oliveira dará a visão da instituição sobre a avaliação de qualidade em saúde e o impacto em modelos de remuneração. Por fim, o Diretor de Operações da 2iM, Jovaldo Savian, abordará as evoluções dos projetos da companhia e as inovações para 2017/18.
As vagas serão limitadas a 150 pessoas, por isso, o visitante interessado deve realizar sua inscrição com antecedência aqui: http://www.2im.com.br/hospitalar/.

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Startup brasileira está no mapa mundial de Digital Health

Um levantamento realizado pela CB Insights , empresa americana especializada em inteligência de dados para inside sales, apontou a plataforma SaúdeControle – arquivamento e gestão do histórico médico digital voltada ao usuário, como uma das três startups que inovam em saúde e que receberam aportes de capital no Brasil, como uma “notável” nesta área.

O mapeamento identificou as três startups privadas em cada país que receberam mais financiamentos no segmento de saúde digital.

O reconhecimento chega exatamente quando o SaúdeControle acaba de receber como investidor André Laport, ex-Goldman Sachs e responsável pela área de investimentos na América Latina para o banco.

“Há um boom de iniciativas e investimentos em Digital Health no mundo e o SaúdeControle se posiciona como o principal hub de integração e serviços nesta área no Brasil”, diz Laport.

“Os negócios estão aquecidos e estamos programando uma Série A, onde conversaremos com alguns Fundos”, explica Phelipe Spielmann, co-CEO & Founder do Saúde Controle.

Segundo o executivo, também estão previstas novidades, em breve para o mercado, com novas APIs que permitirão ao SaúdeControle se comunicar mais facilmente com um maior número de players do mercado, como Hospitais, Planos de Saúde, Operadoras, etc.

“Também desenvolvemos um novo recurso que realiza o Monitoramento aos pacientes crônicos (com aderência ao tratamento) e criamos o Visão Médico, onde o profissional de saúde passa a ter as informações de seus pacientes de forma mais amigável, com maior interação entre o paciente e os profissionais da saúde”, diz Spielmann.

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Startups das áreas de saúde e bem-estar trazem inovações para a população na Oiweek 2017

No segundo dia da 9ª Open Innovation Week 2017, as startups com soluções em saúde e bem-estar demonstram como a tecnologia pode contribuir para a melhoria em diversas áreas da sociedade. Neste ano, o evento conta com 50 projetos que vão desde simulador que ajuda no treinamento do futuro médico a testes em pele artificial para desenvolvimento de cosméticos. Conheça algumas das novidades

MedRoom – desenvolve simuladores para treinamento médico com realidade virtual, recriou uma sala cirúrgica, onde o aluno pode treinar na prática como fazer procedimentos diversos, como drenagem torácica, intubação, entre outros. A empresa vem para revolucionar a maneira como os estudantes aprendem e praticam a clínica médica.

Guepardo Sistemas – apresenta o protótipo Gproxy, um sistema de transmissão de exames de imagens médicas, que utiliza a internet 3G. O equipamento cabe na palma da mão e é integrável a qualquer sistema PACS existente no mercado.

New Tissue – startup de biotecnologia que desenvolve testes em pele artificial para desenvolvimento de novas formulações farmacêuticas e cosméticas. Assim, a empresa busca reduzir o uso de animais necessários para testes de produtos.

Nuclearis – software dedicado para medicina nuclear que incorpora metodologias para aquisição e processamento de imagens de medicina nuclear que garantem o aumento da produtividade, redução de custos e padronização da qualidade dos exames. Com as informações disponíveis em tempo real, ressalta-se o ganho de eficiência operacional, sem a necessidade de recorrer a sistemas genéricos desconectados, ou de fazer cálculos manuais para gerenciar a agenda e rotina de exames com máxima eficiência.

Sensorweb – monitora a temperatura, umidade, energia e abertura de portas em câmaras, estufas, freezers, ambientes e geladeiras com um serviço contínuo e online. São mais de 2.500 pontos de monitoramento de temperatura em clientes de diferentes portes em setores da saúde, alimentos e ciências da vida, com atuação em todo o Brasil.

Sugarzyme – startup de biotecnologia que desenvolve produtos para a indústria cosmética e farmacêutica, utilizando resíduos agroindustriais (biomassa), visando agregar valor a toda cadeia produtiva e contribuindo para a diminuição do impacto ambiental.

Audicor – wearable de monitoramento cardíaco que pode ser integrado. A Tecnologia permite detectar, gravar documentar e analisar os sons cardíacos, associando-os a funções cardíacas normal e anormal. O sensor pode ser integrado a uma vestimenta.

AltaMedia – Plataforma de monitoramento e análise cognitiva em tempo real da exposição da reputação em todas as mídias. Monitora e aplica ferramentas cognitivas para interpretar em tempo real a qualidade de exposição da reputação em todas as mídias on e offline, incluindo redes sociais. Estabelece uma ruptura para a área de comunicação, ao propiciar análise automática de grandes volumes de dados, gerar indicadores confiáveis e orientar ações de alta efetividade para a promoção de marcas.

Ambra Saúde – especializada em tecnologia de informação em saúde, dedicada a tornar o compartilhamento de imagens médicas (DICOM) mais simples e acessível. Ao simplificar o processo de compartilhamento de imagens médicas, conecta instituições de saúde, médicos e pacientes em todo o mundo. A plataforma continua em constante evolução para posicionar o seu hospital, clínica ou serviço de diagnóstico por imagem com um sistema robusto, prático e ágil de transmissão, armazenamento e visualização de imagens e laudos médicos para transformar o seu modo de praticar a Medicina.

Esses e outros projetos estão sendo apresentados na etapa final do Movimento 100 Open Startups, durante a 9ª Open Innovation Week (Oiweek), principal evento de empreendedorismo e inovação aberta entre startups e grandes empresas, que acontece até amanhã, 22/2, em São Paulo.

Com o tema central “Novos modelos de negócios para inovação”, a Oiweek reunirá mais de 150 startups e 100 grandes companhias. As startups que tiverem melhor desempenho na Open Innovation Week irão compor o ranking do Movimento 100 Open Startups 2017.

Faça seu credenciamento: http://migre.me/w3Uzl

Veja a agenda completa no site: www.oiweek.com.br/2017

Serviço: 9ª edição da Open Innovation Week

Dias: 21 e 22 de fevereiro – das 8:00 às 19:00

Local: Centro de Convenções Rebouças: Av. Rebouças, 600 – São Paulo

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Profissionais da cadeia da saúde já podem se credenciar gratuitamente para a 24ª Hospitalar

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A Hospitalar Feira+Fórum, plataforma global para geração de negócios e networking no mercado de saúde brasileiro e sul-americano, já está com credenciamento eletrônico gratuito aberto para visitantes interessados. O evento, que atrai a atenção de empresários e profissionais dos cinco continentes e apresenta soluções para a área da saúde de mais de 1.200 marcas nacionais e internacionais, acontecerá de 16 a 19 de maio de 2017, no Expo Center Norte, em São Paulo.

A feira está na 24ª edição e terá diversas novidades como o summit HIMSS@HOSPITALAR, que oferecerá conteúdo especializado em tecnologia avançada para o setor da saúde, um acordo de cooperação firmado com a HIMSS – Healthcare Information and Management Systems Society, organização global sem fins lucrativos, sediada nos Estados Unidos e focada em melhorar a saúde por meio da TI. Além disso, uma área exclusiva de facilities, em parceria com a empresa L+M, estará disponível. A novidade colocará à disposição serviços e produtos para construção, engenharia, arquitetura, recepção, manutenção e muitos outros, todos voltados à gestão.

Com o propósito de analisar e discutir a segurança do paciente como nova fronteira de qualidade dos sistemas e dos serviços de saúde, o CISS (Congresso Internacional de Serviços de Saúde), evento simultâneo à Hospitalar, reunirá tomadores de decisão e influenciadores do setor. Nos dias de evento serão apresentadas discussões fundamentadas em como atender ao desafio do envelhecimento global com tecnologias inovadoras e quais são os melhores modelos de cuidado e de reabilitação.

Expectativas

“A Hospitalar é um evento marcado no calendário dos empresários e profissionais da saúde. Tivemos a oportunidade de nos aproximar ainda mais de países como México, Índia, Alemanha e Estados Unidos. É uma oportunidade para estreitar a relação com a indústria nacional, o governo e ainda divulgar as ações que teremos ao longo do ano”, ressalta Paulo Henrique Fraccaro, superintendente da ABIMO (Associação Brasileira da Indústria de Artigos e Equipamentos Médicos, Odontológicos, Hospitalares e de Laboratórios).

Para Fabrício Campolina, presidente do Conselho de Administração da ABIMED (Associação Brasileira da Indústria de Alta Tecnologia de Produtos para Saúde), a Hospitalar é a feira mais importante do setor médico-hospitalar do Brasil e uma das maiores do mundo. “Além de congregar grande número de empresas expositoras do Brasil e de outros países, promovendo um intercâmbio saudável e necessário, é um importante fórum para que profissionais da área, hospitais, empresas e autoridades debatam os temas mais relevantes do setor, apontem tendências e façam propostas de políticas públicas. Dessa forma, promove negócios e aponta caminhos que impactam positivamente o setor da saúde.”

Seja no número de expositores estrangeiros (31% do total de participantes), seja no volume de visitantes, vindos de 74 países, a feira impressiona pela dimensão do mercado que atinge e por atender às mais variadas expectativas. “A Hospitalar é uma plataforma eficiente para o desenvolvimento de negócios na área da saúde. É superconhecida no Brasil e no exterior”, explica Henrique Camargo, diretor comercial e de marketing da BAUMER.

De acordo com Giane Adames, gerente de marketing intelligence da Cremer, participar da Hospitalar é uma ação necessária todos os anos. “A feira é também estratégica do ponto de vista dos negócios, pois a maioria dos expositores faz promoções, o que acaba revertendo em vantagem para os hospitais e outros compradores”.

A Hospitalar é um marco importante para a Maquet, uma vez que posiciona a companhia em relação ao mercado. “A Hospitalar mostrou que está preocupada com a situação atual da conjuntura do país e do mercado, ao nos apresentar novas ações que poderão beneficiar a todos. Estamos ansiosos para a próxima edição e esperamos que seja próspera. Nós, uma das indústrias líderes mundiais neste segmento, continuaremos contribuindo, apresentando tecnologias de ponta para engrandecer ainda mais o evento e o mercado da saúde”, conta Jennifer Herbst, diretora de marketing da Maquet.

24ª HOSPITALAR Feira+Fórum

Data e horário: 16 a 19 de maio de 2017 – das 11h às 20h

Local: Pavilhão Expo Center Norte – São Paulo (Rua José Bernardo Pinto, 333 – Vila Guilherme)

Credenciamento para visitantes:

regtron.websiteseguro.com/hospitalar/cred15/index.php?ev=HOSPITALAR2017

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Startup de saúde cria a primeira enfermeira digital do Brasil

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Segundo levantamento do Ministério da Saúde, mais de 40% da população adulta brasileira, o equivalente a mais de 58 milhões de pessoas, possui pelo menos uma doença crônica não transmissível. Estas doenças são responsáveis por mais de 72% das causas de morte no Brasil.

As pessoas estão vivendo mais e melhor, porém, ligado ao aumento da expectativa de vida está o crescimento das doenças crônicas, como diabetes, hipertensão e infarto, por exemplo.

Havendo uma doença, para evitar complicações de saúde, é comum que os pacientes recebam tratamentos médicos, normalmente à base de medicamentos, para estabilizar a condição e permitir que os mesmos tenham mais qualidade de vida. Porém a grande verdade é que: É chato e é difícil gerenciar um tratamento e, por conta disso, menos de 50% dos pacientes seguem o tratamento como deveriam. Um bom exemplo de dificuldades é da avó de um dos sócios do CUCO, que toma mais de 10 diferentes medicamentos durante a semana. Já imaginou como é difícil saber qual medicamento deve ser tomado em qual horário? E como a família pode administrar o controle da medicação e saber se ela está tomando na hora certa? O ideal seria que alguém auxiliasse em tempo integral estes pacientes. Foi justamente para mudar esse cenário que surgiu o CUCO.

Como um assistente de saúde digital, carinhosamente chamado de “Enfermeira Digital”, por conta do papel da área de enfermagem de cuidar da vida, o aplicativo é uma oportunidade de oferecer o auxílio em tempo integral, acompanhando o tratamento de saúde dos pacientes, lembrando-os da hora certa de tomar seus medicamentos, educando-os com conteúdos de saúde de acordo com suas doenças e tratamentos, e informando familiares e amigos quando o paciente esqueceu de tomar o remédio na hora certa, para que estes possam tomar uma atitude e contribuir no cuidado.

Por meio de conceitos de games, a nova versão do aplicativo foi lançada esta semana e permite que o paciente acompanhe seu histórico de saúde e seja estimulado a seguir o tratamento corretamente até o final, evitando que o mesmo desista no meio do caminho.

“Lembrar o paciente na hora certa de tomar seu medicamento aumenta consideravelmente os níveis de adesão ao tratamento, o que pode ser comprovado pelos números de adesão dos mais de 6.000 usuários diários do CUCO em sua primeira versão”, aponta Gustavo Comitre, diretor de produto da empresa.

O aplicativo, que é gratuito para pacientes, possui diversas funcionalidades que ajudam pacientes e familiares em seus desafios de saúde, confira algumas delas:

• Lembre-se de tomar seus medicamentos com o CUCO (despertador de remédios);

• Lista de Medicamentos da Anvisa;

• Histórico do seu Tratamento sempre em mãos;

• Mensagens e dicas sobre tratamentos e doenças;

• Crie seu time de saúde no aplicativo e receba alertas quando alguém do seu time esquecer de tomar o remédio;

• Uma incrível Enfermeira Digital para pacientes de operadoras de saúde e hospitais parceiros do CUCO, o qual utiliza tecnologias do IBM Watson;


Além do CUCO para pacientes, a empresa CUCO Health possui também diversas soluções que atendem Operadoras de Saúde, Hospitais e Prefeituras, permitindo acompanhar e melhorar a adesão ao tratamento de seus pacientes, reduzindo custos e trazendo mais saúde, informação e qualidade de vida a seus beneficiários.
Quer ajuda com seu tratamento ou tem alguém da sua família que precisa ser monitorado? Então baixe agora mesmo a nova versão do aplicativo CUCO para celulares Android clicando aqui. Em março a nova versão para iOS (iPhone) também estará disponível, mas por enquanto você pode baixar a versão antiga aqui.

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Philips apresenta inovações de soluções de saúde digital baseadas em nuvem durante a CES 2017

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Durante a CES 2017, que aconteceu de 5 a 8 de janeiro em Las Vegas, a Royal Philips (NYSE: PHG, AEX: PHIA) apresentou soluções e produtos de saúde inovadores e conectados, que permitem que os consumidores se envolvam com a gestão de sua saúde. Aproveitando-se da experiência da Philips com assistência médica profissional, análises avançadas e com o poder de computação da plataforma em nuvem HealthSuite, esses novos produtos e serviços conectados de saúde digital ilustram o compromisso da Philips com inovações significativas para todos os estágios da vida – desde o nascimento até a fase adulta e o envelhecimento saudável.

“As assistências médicas profissional e pessoal estão se fundindo com modelos tradicionais de cuidados médicos, que estão sendo constantemente desafiados. Agora, a tecnologia digital conectada é a chave para permitir que os consumidores cuidem da sua saúde e da saúde dos seus entes queridos”, disse Pieter Nota, diretora executiva dos negócios de saúde pessoal e diretora de marketing da Royal Philips. ” Na CES, a Philips está apresentando seu ecossistema de soluções conectadas nas áreas de saúde bucal, cuidados de mães e filhos, cuidados do sono e respiratórios, saúde do coração e monitoramento residencial, demonstrando a sua liderança no mundo da saúde digital”, completa.

Os novos serviços e produtos para a saúde do consumidor da Philips, fornecidos pela nuvem HealthSuite, permitem que os consumidores combinem seus dados de saúde e os use de maneira mais inteligente e significativa para apoiar um estilo de vida mais saudável, administrar as suas condições de saúde, conectar e compartilhar dados com os seus médicos.

Importantes inovações de produtos apresentadas na CES 2017:

Plataforma de educação digital Avent uGrow[1] da Philips – feita para ajudar os novos pais a entender e apoiar o desenvolvimento saudável do seu bebê, o aplicativo uGrow se conecta sem fio ao monitor de bebê Avent da Philips e ao termômetro inteligente para ouvido. Ele também compara dados inseridos manualmente, tais como padrões de alimentação e sono. Reconhecendo que cada bebê é único, o ecossistema uGrow cria um ambiente altamente personalizado de apoio em torno dos bebês e dos seus pais, com o aplicativo interativo que fornece artigos com base em uma visão de um painel de especialistas em aleitamento materno, sono e psicologia do desenvolvimento. A integração planejada dos novos dispositivos da Philips ao uGrow incluem a capa de mamadeira inteligente da Philips, que monitora a temperatura do leite e o volume consumido, um purificador de ar conectado para monitorar a qualidade do ar e o sistema de iluminação com Hue, que cria um ambiente calmo e relaxante. Em breve, inserir dados e informações de monitoramento no uGrow será mais fácil, com a ativação de voz Amazon Echo.

O Avent UGrow da Philips foi selecionado como um Homenageado do prêmio de inovação da CES 2017 na categoria de produto “Tecnologia para um mundo melhor”.

Tecnologia CPAP portátil DreamStation Go da Philips – Compacto, leve e pequeno o suficiente ser transportado em uma mala de mão ou em uma maleta, o DreamStation Go da Philips, que será lançado em breve, significa que os usuários nunca terão que perder a terapia de CPAP (pressão positiva contínua da via aérea) ao viajar. Uma bateria recarregável opcional permite a utilização em locais com poucos recursos durante uma viagem de aventura, tal como caminhadas, pescas e acampamentos. O dispositivo foi feito para uma fácil triagem ao passar pela segurança do aeroporto. Seguindo a tradição da Philips de tornar a terapia de CPAP mais confortável, discreta e fácil de utilizar, o DreamStation Go possui um microtubo flexível, um design moderno e elegante, e uma interface de usuário. Como outras soluções de CPAP da Philips, ele se conecta sem fio ao aplicativo móvel DreamMapper da Philips, que fornece relatórios diários do progresso, monitoramento de metas, dicas e lembretes aos usuários para ajudá-los a manter a terapia. Como líder global em soluções de terapia do sono, a Philips tem uma longa história de inovação em dispositivos e soluções de informática para ajudar as pessoas a melhorar o sono e, principalmente, a viver uma vida mais saudável.

Programa de saúde do coração Philips – o programa de saúde do coração Philips é um programa de mudança de comportamento baseado em aplicativos, que visa reduzir os fatores de risco induzidos pelo estilo de vida para doenças cardiovasculares em adultos. Ele oferece um plano personalizado aos usuários, com base em orientações médicas e no seu perfil de saúde, que os orienta a aumentar os seus níveis de atividade física, adotar uma dieta saudável, conseguir dormir melhor, reconhecer os causadores de estresse e alcançar um peso saudável. Medições clinicamente validadas de um ecossistema de dispositivos de saúde conectados de classe médica, como o relógio de saúde da Philips, ajudam os usuários em suas tomadas de decisão diárias. A orientação do estilo de vida e a mudança de comportamento passo a passo, baseadas em psicologia, os mantêm motivados e comprometidos com a sua jornada de saúde do coração.

Plataforma de administração digital da higiene bucal Philips – com a introdução da nova escova de dentes conectada Sonicare FlexCare Platinum da Philips e do sistema de cuidados da respiração Sonicare da Philips, a Philips oferece serviços e tecnologias conectadas exclusivas para inspirar e capacitar as pessoas a cuidarem melhor da sua saúde bucal em uma única plataforma. A escova de dentes conectada Sonicare FlexCare Platinum da Philips usa uma tecnologia exclusiva com sensores inteligentes dentro da escova de dentes e orientações personalizadas que ajudam a melhorar a técnica de escovação, enquanto o sistema de cuidados da respiração Sonicare da Philips, que possui o nosso novo analisador de respiração conectado, mede, monitora e ajuda os usuários a melhorar a sua qualidade de respiração e hábitos de higiene bucal. Ambos os produtos sincronizam perfeitamente com o aplicativo Sonicare da Philips, fornecendo dados e orientações aos usuários que os capacitam a administrar e melhorar a sua saúde bucal de forma proativa. O aplicativo Sonicare da Philips é, agora, um ‘centro virtual’ para a saúde bucal pessoal, que permite que os usuários administrem a sua qualidade de escovação e respiração diariamente, compartilhem resultados com os seus dentistas e tenham orientação e assessoria personalizadas nas pontas dos seus dedos.

A escova de dentes conectada Sonicare Flexcare Platinum da Philips foi selecionada como uma Homenageada do prêmio de inovação da CES 2017 na categoria de produto “Fitness, esportes e biotecnologia”.

Além disso, a Daimler e a Philips fizeram uma parceria estratégica com relação ao projeto “Mercedes-Benz Fit & Healthy” para fornecer informações essenciais aos motoristas sobre a sua saúde – dentro do carro e muito mais. O relógio de saúde da Philips permite que os motoristas monitorem os seus principais indicadores de saúde, tais como a frequência cardíaca. Esse recurso de segurança e saúde in-car[2] eleva o nível de monitoramento contínuo da saúde, ou seja, as pessoas podem revisar os seus dados e ajustar a sua forma de dirigir, se necessário – por exemplo, fazer uma pausa, se um nível de estresse for detectado. Isso poderia transformar o carro no maior dispositivo de mobilidade e bem-estar. Como líderes mundiais no monitoramento da saúde, a Philips entende o poder da informação para melhorar os hábitos e os resultados da saúde. Pegamos essa mistura de tecnologia, experiência e precisão de classe médica e a aplicamos em programas de saúde pessoal da Philips, dando aos usuários as informações necessárias para administrar a sua saúde, onde quer que estejam.

Além de inovações nas áreas de produto destacadas acima, outras inovações apresentadas pela Philips na CES 2017 deste ano incluem soluções de monitoramento residencial avançadas, que permitem que as pessoas morem de forma independente em suas casas, e novos eletrodomésticos conectados.

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Startup catarinense Sensorweb é reconhecida pela Anprotec como melhor incubada do Brasil

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A Sensorweb, startup que desenvolve soluções em Internet das Coisas (IoT) para o mercado de Saúde, encerra 2016 comemorando o reconhecimento como melhor incubada no Brasil pelo Prêmio Nacional de Empreendedorismo Inovador 2016. Promovido pela Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec), em parceiria com o Sebrae, a iniciativa prestigia projetos, incubadoras de empresas, parques tecnológicos e empresas graduadas e incubadas, que, por meio de suas ações, serviços e produtos, fortalecem o movimento empreendedor no Brasil. A Sensorweb, que hoje é a responsável pela unidade de conectividade da FANEM, tem sede em Santa Catarina e nasceu dentro do MIDI Tecnológico, também premiado na ocasião como a melhor incubadora orientada ao desenvolvimento local e setorial (DLS).

“Ao longo desses anos temos trabalhado fortemente para proporcionar qualidade de vida, conectando ambientes, dispositivos e pessoas na área da saúde. Esse reconhecimento só fortalece e reafirma nossa preocupação em oferecer serviços de excelência aos clientes. Mais do que resultados financeiros, o impacto positivo que nossas soluções proporcionam ao mercado de saúde foram essenciais para essa conquista”, afirma Douglas Pesavento, CEO da Sensorweb.

Além do prêmio recebido, a startup encerra 2016 com um incremento de 50% em seus negócios e projeta até 2021 um crescimento aproximado de 80% ao ano. De acordo com CEO, Douglas Pesavento, os planos para os próximos anos incluem ingressar em novas áreas da saúde, como a neonatal e os gases medicinais. Já para 2017 o foco é aumentar a presença nos principais hospitais do país, em especial no estado de São Paulo, atingindo quatro mil pontos monitorados.

Fundada em 2009, a Sensorweb tem alcançado resultados expressivos desde então. Ao todo, a startup cresceu mais de 2000% neste período de incubação, permitindo uma economia de mais de R$5 milhões em seus clientes, sendo este valor investido em medicamentos e insumos críticos na área de saúde que tiveram suas perdas evitadas com o uso da solução. Em 2014, a empresa associou-se a Fanem, multinacional brasileira que fabrica produtos nas áreas de neonatologia e de laboratórios, o que a permitiu alavancar novos mercados.

Atualmente, a Sensorweb tem mais de 2,5 mil sensores em operação espalhados em várias regiões do país, número que demonstra o grau de confiabilidade e robustez da solução entregue aos clientes, entre eles estão Grandes Hospitais, Clínicas Oncológicas, Bancos de Sangue, Institutos e Laboratórios de Pesquisa. As soluções completas da Sensorweb atuam de maneira significativa na preservação de produtos e insumos sensíveis à temperatura e umidade, tais como sangue, vacinas, medicamentos, pesquisas, reagentes e ambientes. São mais de 260 mil bolsas de sangue, R$120 milhões em medicamentos, especialmente os que se destinam a tratamentos como câncer que possuem um alto custo, além de amostras biológicas com valores inestimáveis, como embriões, medulas e pesquisas. Por exemplo, atualmente a pesquisa da chikungunya são monitoradas pela solução.

“Entregamos uma solução completa de tecnologia e serviços de forma a garantir um monitoramento à distância preciso, seguro e contínuo. Assim os clientes reduzem seus riscos de perdas com o disparo de alertas eficientes e podem contar com nossa equipe capacitada atuando para o funcionamento integral do sistema. Nossa solução não é somente tecnologia, vai muito além disso, pois a mesma necessita de engajamento dos usuários e um suporte rápido e continuado para permitir o sucesso na sua aplicação”, finaliza.

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Saúde e mHealth: uma parceria cheia de benefícios para pacientes e profissionais da saúde

O Brasil já é o quinto maior país do mundo em quantidade de linhas telefônicas móveis – são mais de 250 milhões em todo território, utilizadas por pouco mais de 200 milhões de pessoas. Dispositivos móveis, como smartphones e tablets, já são uma realidade e uma “necessidade” na vida de grande parte da população, que vê em aplicativos como WhatsApp e Facebook Messenger seus grandes parceiros do dia a dia.

Esse tipo de comunicação também tem ganhado cada vez mais adeptos em áreas específicas da sociedade, como o segmento da saúde. Segundo dados da Cello Health Insight – agência inglesa especializada neste mercado -, nove entre dez médicos já utilizam dispositivos móveis e aplicativos de conversa para dialogar com os pacientes. “Isso ocorre porque estes profissionais, assim como outros cidadãos, já estão habituados ao uso de celulares para fins pessoais em sua rotina diária. Incorporar essa prática profissionalmente garante comodidade e agilidade na relação com pacientes, além de facilitar a troca de informações entre seus colegas de trabalho”, destaca José Antônio Gasque Júnior, gerente de Marketing – Novos Produtos da Pixeon

Não é apenas o uso de aplicativos de mensagens instantâneas que ganha destaque em instituições de saúde, o uso da tecnologia na área, que recebe o nome de mobile health, ou mHealth, está cada dia mais presente em hospitais, laboratórios e clínicas de diagnóstico. “As aplicações mobile aliadas às tendências tecnológicas melhoram o setor da saúde, pois trazem mais facilidade de acesso às informações do paciente e asseguram maior eficiência no trabalho dos profissionais da saúde, pois o processo se torna mais ágil, sem desprezar a segurança das informações”, explica Rogério Pires, diretor de Tecnologia e Serviços da Pixeon.

Com a crescente utilização de dispositivos móveis, diversas soluções estão sendo apresentadas ao mercado da saúde, um bom exemplo é o beira-leito. A ferramenta permite ao profissional acessar, enquanto está com o paciente, as informações mais importantes de seu histórico em um smartphone ou tablete, seja na emergência ou UTI. Também permite que estes profissionais efetivem a ronda de pacientes acamados de forma mais segura, realizando os procedimentos prescritos no prontuário eletrônico do paciente – PEP. Além disso, a solução garante tratamento mais seguro, principalmente na aplicação de medicamentos pelos profissionais de enfermagem.

A mobilidade no mundo

No cenário internacional também é crescente a demanda e a utilização de dispositivos móveis no mercado da saúde. Atualmente, existem grandes aportes em todo o mundo para o desenvolvimento de soluções que envolvem a mobilidade para atendimento a pacientes. A organização Startup Health estima que os investimentos globais cheguem a US$ 5 bilhões.

Já a consultoria PricewaterhouseCoopers, em estudo realizado para mapear os principais benefícios da mobilidade aplicada à saúde, destacou três pontos principais: (1) aproximação entre médico e paciente, uma vez que melhora o fluxo de comunicação entre eles e possibilita um tratamento mais ágil; (2) maior facilidade no processo de consulta remota do médico ao prontuário, garantindo acesso global de todas as informações relevantes de seu estado de saúde; (3) ganhos econômicos e de eficiência às instituições, uma vez que o médico pode utilizar soluções para tomada rápida de decisões clínicas ou troca de informações entre outros médicos de forma muito mais ágil.

A mobilidade é um grande salto para a melhoria operacional de instituições de saúde. “Saber o que conseguimos fazer com o mobile health é gratificante. O paciente faz o agendamento e acessa seus exames on-line, e os profissionais de saúde também podem acompanhar os indicadores dos pacientes. Assim, é mais eficiência às instituições e qualidade de vida aos pacientes e profissionais da saúde”, finaliza Pires.

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Mundo dos Exames é finalista da 2ª edição do programa de aceleração whizHealth

O Mundo dos Exames, plataforma que auxilia pacientes a entender seus pedidos de exames e encontrar o melhor laboratório para realizá-los, é um dos seis finalistas da segunda edição do programa de aceleração da whizHealth, uma das principais aceleradoras de startups em saúde no Brasil.

O programa é organizado pela Bionexo, empresa na área de suprimentos e e-commerce hospitalar utilizada por mais de 1.500 instituições em cinco países. Participaram do processo de seleção mais de 80 soluções de saúde de todo o Brasil, Chile, Colômbia e México. As startups escolhidas serão acompanhadas e passarão por mentorias para o desenvolvimento e aceleração de seus produtos.

A rodada final, composta por pitches presenciais, será realizada no dia 01 de dezembro durante o evento “Digital Health Talk” e o resultado final será divulgado em breve.

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Tecnologia pode antecipar surtos de doenças infecciosas? – Por Dra. Anna Thorner

unnamed Lidar com uma epidemia não é tarefa fácil para as equipes de saúde pública e/ou de biossegurança. E é ainda mais complicado prever quando uma doença está prestes a transformar-se em uma ameaça à segurança da população. De um modo geral, as descobertas e avanços em relação á prevenção e cuidados sempre ocorrem em paralelo à evolução e surgimento de novos casos, o que no dito popular equivaleria a dizer “trocar a roda com o carro em movimento”. Como prever quando é preciso acender o alerta vermelho? A resposta a essa pergunta pode estar onde menos se imagina: nos próprios questionamentos e dúvidas dos profissionais da saúde.

As ferramentas e tecnologias de apoio à decisão clínica, baseadas em evidências, são cruciais no dia a dia do atendimento médico. Elas ajudam a diagnosticar, acompanhar e tratar doenças, inclusive de alta complexidade e aquelas infecciosas que ainda estão em fase de entendimento. Porém, as vantagens desses recursos podem ir muito além. A forma como os médicos utilizam essa ferramenta de referência clínica, as pesquisas que realizam, os tópicos que acessam em determinado período do ano podem também desempenhar um papel único na área de vigilância sanitária ou de biossegurança, ajudando a identificar possíveis gargalos. Os picos ou aumentos significantes na atividade de pesquisa relacionados a algumas doenças infecciosas realizadas em um recurso de apoio à decisão clínica podem sim dizer que algo está errado. E é isso que está sendo comprovado por um estudo a respeito da utilização de pesquisas clínicas para acompanhar surtos de doenças infecciosas.

Para chegar a essa conclusão, foram analisados dados de pesquisas históricas, anônimas no UpToDate, um recurso online de suporte à decisão clínica utilizado por mais de 1 milhão de médicos, enfermeiros e outros profissionais da saúde em todo o mundo. Acessado via web ou aplicativo móvel, a ferramenta sintetiza as mais recentes pesquisas médicas em mais de 10,5 mil tópicos relacionados a 24 especialidades médicas. Essa análise mencionada teve a atenção voltada para uma doença específica: Síndrome Respiratória do Oriente Médio (do inglês, Middle East respiratory syndrome – MERS). Geograficamente, o foco eram duas cidades da Arábia Saudita (Jeddah e Riyadh), onde três hospitais registraram surtos de MERS em 2014 e 2015.

O que foi identificado foi muito promissor e animador: os tópicos de pesquisas relacionadas ao MERS durante os três surtos registrados na Arábia Saudita revelaram correlação com os casos que foram reportados aos oficiais de saúde pública. Além disso, o volume de pesquisas relacionadas ao MERS nessas duas cidades durante o surto em 2014 foi consideravelmente maior se comparado à quantidade de buscas feitas pelo grupo de controle negativo de quatro outras cidades na Arábia Saudita, que não enfrentaram o surto. Resultados similares foram observados em uma segunda revisão, com base na atividade de pesquisa relacionada a outro surto. No Estado do Arizona, nos Estados Unidos, buscas sobre dengue e o vírus do oeste do Nilo aumentaram depois do registro de alguns casos, reforçando a utilidade desse tipo de comparação.

Basear-se em pesquisas não é novidade: um estudo recentemente levou em consideração buscas feitas no Google para determinar padrões da gripe Influenza. Não que esse tipo de correlação impeça que parâmetros sejam traçados, mas a diferença de tomar como base consultas feitas pelos médicos em um recurso profissional, ao invés de levar consideração as respostas que o público em geral tenta encontrar no Google, é que as buscas desses profissionais são impulsionadas pelo o que eles estão observando no dia a dia, em seus pacientes. Ou seja, os questionamentos geralmente são mais precisos e menos influenciados pelos relatos da mídia ou os receios do público em geral sobre determinado surto, por exemplo. Conhecer possíveis padrões antecipadamente pode ajudar a rastrear as emergências em um intervalo de tempo que viabilize a implementação de campanhas tanto para controlar como para minimizar o impacto de surtos.

Desta forma, enxergar os recursos de apoio à decisão clínica como sistemas de alertas precoces é de grande valia para as organizações de saúde pública, que se desdobram nas tentativas de encontrarem novos caminhos que os ajudem a detectar mais rapidamente os surtos de doenças infecciosas e monitorá-los de maneira mais efetiva. Esperamos que em um futuro próximo essas funcionalidades de biossegurança possam ser alavancadas e, com isso, autoridades, governo e as organizações não governamentais sejam capazes de utilizar dados de pesquisas globais para detecção prévia em paralelo aos sistemas tradicionais de identificação de riscos. Se concretizado, esse tipo de apoio garantirá mais agilidade nas respostas e permitirá que ações sejam tomadas, tanto no sentido de preparar como de conscientizar a população. A tecnologia pode sim ajudar a transformar grandes ameaças em situações perfeitamente controlávei

Anna Thorner, MD, Editora Adjunta de Doenças Infecciosas e Co-Diretora de projetos editoriais no UpToDate, foi responsável por liderar o estudo sobre a utilização de pesquisas clínicas para acompanhar surtos de doenças infecciosas.

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Startup Fófuuu é a grande vencedora do Prêmio Empreenda Saúde 2016

O projeto vencedor da 2.ª edição do Prêmio Empreenda Saúde foi anunciado na noite de ontem (17/11) pela everis, multinacional de consultoria que oferece soluções de estratégia e de negócios, do Grupo NTT DATA. A cerimônia foi realizada no Instituto Sírio-Libanês de Ensino e Pesquisa, em São Paulo.

A escolhida foi a startup Fófuuu, liderada por Bruno Tachinardi, de São Paulo. O projeto une a medicina e a tecnologia de software para desenvolver exercícios divertidos de fonoaudiologia, utilizando uma interface de videogame. O objetivo é reinventar a experiência dos tratamentos por meio de brincadeiras e, assim, impactar positivamente a vida e o desenvolvimento de milhões de crianças com problemas de fala, como as portadoras de lábio leporino, e de aprendizado.

A Fófuuu recebeu R$ 50 mil, em barras de ouro, além de passar a contar com o acompanhamento profissional especializado da everis, para colocar o plano de negócios em prática no mercado brasileiro. Este é o objetivo do Prêmio Empreenda Saúde, que visa incentivar o empreendedorismo e a inovação, desenvolver talentos e reconhecer negócios com grande potencial no setor de saúde.

Vencer o Prêmio Empreenda Saúde, segundo Tachinardi, não poderia ter acontecido em um momento melhor, pois precisavam de recursos para dar continuidade ao projeto. Além disso, só a participação abriu muitas portas, de hospitais e entidades da área médica, o que não teria sido nada fácil sem ajuda do Prêmio. “Mas o que mais queríamos era a assessoria especializada da everis, que acreditamos ser de suma importância para nosso projeto entrar definitivamente no mercado.”

O presidente mundial da everis, Fernando Francés, presente à cerimônia, destacou que o incentivo às boas práticas, estimula o espírito inventivo e de superação entre futuros empreendedores, nas mais variadas áreas, seja na saúde, seja na tecnologia ou desenvolvimento. “Desse modo, estamos estimulando o surgimento de novos talentos que trarão grandes contribuições não só ao País, como também ao mundo.”

Já o Dr. Luiz Fernando Lima Reis, diretor de Ensino e Pesquisa do Hospital Sírio-Libanês e membro da Comissão Julgadora da premiação, comentou ser fundamental usar o conhecimento da pesquisa para acelerar o processo de inovação. “Todos os cinco finalistas do Prêmio Empreenda Saúde 2016 estão de parabéns, pois conseguiram transformar seus conhecimentos extremamente avançados em benefícios reais para a sociedade.”

Importância do projeto vencedor

Segundo estimativas da ASHA (sigla em inglês para Associação Americana de Fala, Linguagem e Audição), há 35 milhões de crianças no mundo, entre 3 a 6 anos, com transtornos de fala que precisam de tratamento. No Brasil, são aproximadamente 700 mil crianças.

Normalmente, as atividades de fonoaudiologia precisam ser realizadas todos os dias, para que tenham resultados satisfatórios. Na maioria das vezes, esses exercícios são realizados longe do consultório, com a ajuda de um familiar ou cuidador. Portanto, dependem do acompanhamento e esforços de terceiros, longe do acompanhamento profissional. Como grande parte dos exercícios é repetitiva e gera desconforto às crianças, há dificuldade na adesão ao tratamento.

O projeto Fófuuu visa, por meio dos jogos desenvolvidos, fazer com que crianças com dificuldades de fala realizem as atividades com prazer, aumentando o engajamento e, ao mesmo tempo, facilitando a vida dos pais e o acompanhamento dos fonoaudiólogos. A solução transforma a lista de exercícios em divertidas missões que guiam pais e filhos de forma lúdica e divertida. Com a ajuda do microfone do tablet ou smartphone, é possível fazer atividades de sopro, sons e reconhecimento de voz.

O sistema permite que os fonoaudiólogos criem rotinas de atividades para o treinamento em casa, com base no diagnóstico de seus pacientes. Da mesma forma, permite que o profissional acompanhe a execução e a evolução dos exercícios à distância.

No total, 208 projetos inscritos

A 2ª edição do Prêmio Empreenda Saúde recebeu a inscrição de 208 projetos com foco na melhoria do setor de saúde em três áreas: Assistência Integral à Saúde; Eficiência em Produtos e Processos Assistenciais; e Mecanismos de Integração Educacional e Saúde.

Todos os trabalhos foram avaliados por um corpo de jurados com representantes das áreas de ensino, pesquisa, inovação e empresários dos mais diversos âmbitos da saúde no Brasil. A análise dos projetos levou em conta os critérios de aplicabilidade (relevância do problema), inovação, e nível de contribuição para melhoria do sistema de saúde (tamanho da população beneficiada).

Além do Fófuuu, outros quatro projetos foram escolhidos como finalistas:

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Autor: Thiago de Almeida Rocha – Joinville-SC
O projeto é baseado em um aplicativo para smartphones que permite às pessoas com perda auditiva ouvirem com maior definição. Como um aparelho auditivo é composto basicamente de quatro itens – processador, microfone, bateria e saída de som -, a solução utiliza estes mesmo recursos de um celular para torná-lo um aparelho auditivo.

Sistema conectado e portátil para retinografia de alta resolução
Autor: Flávio Pascoal Vieira – São Carlos-SP
Trata-se de equipamento portátil para exame de retina com significativas inovações tecnológicas, consonante com a telemedicina, para o qual foi desenvolvido um sistema óptico específico, de acordo com o seu tamanho e custo reduzidos. Para selecionar as melhores imagens da retina e criar vistas panorâmicas com alta resolução, foram criados novos algoritmos computacionais. Além disso, foi levado em consideração o uso de um smartphone integrado ao equipamento.

Beone Tech – Tratamento para Pé Diabético e feridas de difícil cicatrização
Autor: Caio Guimarães – Recife-PE
Nasceu de uma pesquisa acadêmica para solucionar alguns dos maiores desafios da medicina, o Pé Diabético. Pesquisando a aplicabilidade da fotobiomodulação, foi desenvolvida uma tecnologia embarcada empregando comprimentos de onda eletromagnéticos que conseguem dar comandos genéticos ao tecido, aumentando a velocidade e capacidade de cicatrização e diminuindo o processo inflamatório. O outro comprimento de onda é empregado para eliminar microrganismos que causariam infecções.

Nuclearis – Sistema de informações em medicina nuclear
Autor: Marcos Machado – Salvador-BA
É uma ferramenta que rastreia a desintegração dos radiofármacos (até mesmo dentro do paciente), oferece facilidade no agendamento/movimentação de exames com uma gestão integrada da radiofarmácia e da aquisição das imagens, além da monitoração de todas as etapas dos processos e, também facilidade na elaboração dos laudos a partir de inteligência de dados. A integração de todas essas funcionalidades promove previsibilidade de problemas que podem ocorrer durante a rotina de exames, padroniza a qualidade dos exames, melhora a gestão dos recursos e aumenta a produtividade.

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Gadget capaz de medir nível de saúde chega ao mercado brasileiro em 2017

unnamed-2 Uma das principais inovações mundiais na área da saúde em 2016, o One X, sensor que mede o nível de antioxidantes na pele em tempo real e visa auxiliar as pessoas a obter uma melhora na qualidade de vida, está em pré-venda especial aos brasileiros. Lançada em campanha de financiamento coletivo no Indiegogo, serviço de crowdfunding internacional, o produto, a partir de agora, também poderá receber as contribuições dos usuários brasileiros via iFunding – plataforma nacional lançada em maio.

De acordo com Charles-Henry Calfat Salem, idealizador do iFunding, a parceria visa tornar o One X mais conhecido no país, uma vez que a startup conta com brasileiros no time de desenvolvedores e design do produto. Além disso, o próprio o CEO da startups, Anthony Weil, mora há sete anos no Brasil.

Primeiro sensor nutricional de saúde que mede em tempo real o nível de antioxidantes na pele, a partir da palma da mão, o One X suporta multi-usuários, graças ao reconhecimento de impressões digitais. Após o cruzamento da informação do nível de antioxidantes juntamente com dados nutricionais e atividades do usuário, o gadget faz recomendações e alertas com o objetivo de melhorar a sua qualidade de vida. Segundo Anthony, os avanços na medição por meio sensores ópticos, mais especificamente espectroscopia por refletância, possibilitou que a correlação se tornasse eficaz para verificação da saúde do indivíduo. “Após dois anos de pesquisas, tivemos a condição de criar um aparelho preciso e portátil”, explica.

Com mais de 80 mil dólares arrecadados e 600 contribuintes, a campanha será finalizada em pouco mais de 10 dias. “Tenho plena convicção de que a sinergia com o iFunding será importante para que a campanha alcance a arrecadação de 100 mil dólares”, afirma. Pela plataforma, é possível comprar o produto por valores a partir de 129 dólares.

Link da campanha: http://www.crowdfunding.com.br/pages/one-x2

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“Operação robô” na medicina

854843_1 Erros médicos estão entre as causas de morte mais comuns nos Estados Unidos. Para combater esse problema e aumentar a taxa de sucesso em cirurgias, o engenheiro Blake Hannaford, membro sênior do IEEE – Instituto de Engenheiros Eletricistas Eletrônicos e diretor do Laboratório de Biorrobótica na Universidade de Washington, EUA, aposta no Raven, robô-cirurgião semi-autônomo, que vem se tornando fundamental para auxiliar os médicos durante procedimentos cirúrgicos.

Blake Hannaford é doutor em Engenharia Elétrica pela Universidade da Califórnia e especialista em robótica medicinal. Foi premiado pelo IEEE no começo de sua carreira por suas realizações em engenharia para a sociedade médica e biológica. Ele explica que, para programar o Raven, foram utilizados algoritmos similares aos de videogame. “Nossa equipe descobriu que o uso de algoritmos de inteligência artificial chamados de ‘árvores de comportamento’, feitos para alguns jogos, podem ser usados com uma linguagem modelo para procedimentos médicos automatizados”, afirma.

Blake Hannaford, doutor em Engenharia Elétrica pela Universidade da Califórnia, é especialista em robótica medicinal, inclusive foi premiado pelo IEEE no começo de sua carreira pelas suas realizações em engenharia para a sociedade médica e biológica. Ele explica que, para programar o Raven, foram utilizados algoritmos similares aos de videogame. “Nossa equipe descobriu que o uso de algoritmos de inteligência artificial chamados de ‘árvores de comportamento’, feitos para alguns jogos, podem ser usados com uma linguagem modelo para procedimentos médicos automatizados”, afirma.

Raven tem proporcionado maior destreza e precisão aos cirurgiões, diminuindo as chances de erros cometidos que podem levar a complicações ou até mesmo à morte. Segundo Hannaford “as árvores de comportamento de inteligência artificial têm aplicações diretas para a programação do Raven, e irão proporcionar a milhões de pacientes, tratamento de ponta, graças a procedimentos com alta precisão e minimamente invasivos”.

Sobre o IEEE – O Instituto de Engenheiros Eletricistas Eletrônicos é a maior organização mundial técnico-profissional dedicada a avanços tecnológicos em benefício da humanidade. Recentemente, IEEE incorporou tecnologias e ideias externas para direcionar inovações em campos da robótica, como combate a desastres naturais, campo médico, engenharia biomecânica, entre outras.

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Pesquisa da Philips revela: maioria dos pacientes e profissionais da saúde acredita na adoção de tecnologias conectadas para tratamentos

A Royal Philips (NYSE: PHG, AEX: PHI) divulga os resultados da primeira edição do Future Health Index (FHI), um extenso estudo que revela a forma como os países estão posicionados para atender a longo prazo os desafios da saúde mundial, por meio de integração e de tecnologias conectadas de saúde. O Brasil recebeu uma pontuação global de 50,6 de um total possível de 100, com destaque para o crescente interesse e confiança em soluções tecnológicas; a necessidade de um esforço combinado com o intuito de aumentar o acesso a serviços de assistência médica; e uma maior educação no que diz respeito aos benefícios da adoção de tecnologias conectadas para cuidados com a saúde.

Evidências comprovadas:

– Apesar do uso e conhecimentos limitados de tecnologias conectadas para cuidados com a saúde, a melhora na área de saúde, no Brasil, é algo de extrema importância.

– Poucos pacientes e profissionais de saúde acreditam que o sistema de saúde atende às necessidades dos pacientes, o que pode aumentar as preocupações com a saúde em geral. Pacientes e profissionais de saúde entendem que é preciso aumentar o acesso em todas as áreas da saúde para melhorar a saúde pública.

– Embora os pacientes e os profissionais da área da saúde não pensem na saúde do Brasil de forma integrada, ambos conseguem notar o valor que tal integração poderia trazer para o sistema de saúde.

A fim de melhorar a qualidade, o acesso e a capacidade financeira para adquirir os cuidados necessários com a saúde, os sistemas de assistência médica em todo o mundo estão se focando menos em modelos hospitalares convencionais e mais em novos modelos integrados e coordenados por todas as fases do ciclo da Saúde – hábitos para uma vida saudável, prevenção, diagnóstico, tratamento e atendimento domiciliar.

Analisando as percepções, comportamentos e atitudes dos pacientes e profissionais de saúde, o Future Health Index está focado em três fatores importantes e necessários para se desenvolver um sistema mais integrado de assistência médica: o acesso aos cuidados de saúde; a integração do atual sistema de saúde; e a adoção de dispositivos e sistemas de tecnologia de saúde que estejam conectados.

Ao passo em que os dados ilustram a crescente oportunidade para a tecnologia digital conduzindo a transformação da saúde, o Future Health Index também revela níveis de prontidão em todos os mercados pesquisados, além de também revelar oportunidades de melhoria para incentivar uma adoção de práticas de cuidado com a saúde de forma mais ampla e a nível mundial.

Mais de três quartos (76%) dos profissionais de saúde, em mercados desenvolvidos, concordam que seus pacientes têm acesso aos tratamentos necessários para condições médicas atuais e futuras. Nos mercados emergentes, essa relação cai para pouco mais da metade (58%). No Brasil, essa estatística ficou abaixo de 25%. Em geral, mercados emergentes como a África do Sul e os Emirados Árabes Unidos parecem estar liderando o caminho na adoção de dispositivos conectados, sendo que os players em economias emergentes esperam que dispositivos conectados possam ser utilizados para gerir a saúde no futuro.

O estudo, que será atualizado anualmente, foi realizado em parceria com uma empresa de pesquisa de mercado global independente. Mais de 2.600 profissionais de saúde e 25 mil pacientes participaram foram ouvidos em 13 países – Austrália, Brasil, China, França, Alemanha, Japão, Holanda, Singapura, África do Sul, Suécia, Emirados Árabes Unidos, Reino Unido e EUA.

Atribuindo a cada país pesquisado uma pontuação média que poderia chegar a 100, o relatório FHI mostra a percepção de cada mercado sobre os benefícios da integração entre os sistemas de saúde e o interesse pela adoção dessas tecnologias. Os Emirados Árabes Unidos alcançaram a pontuação mais alta (65,3 pontos) entre os países participantes, sendo que a Holanda e a China também ficaram bem colocados, com pontuações de 58,9 e 58,1. Por outro lado, Alemanha, Brasil e Japão receberam as pontuações mais baixas, com 54,5, 50,6 e 49,0 – respectivamente.

“O FHI revelou uma série de áreas significativas nas quais os sistemas de saúde devem investir caso queiram obter sucesso a longo prazo na prestação de serviços de assistência médica”, disse Frans van Houten, CEO da Royal Philips. “No entanto, é encorajador ver que muitos países apresentam uma disposição relativamente forte para adotar tecnologias digitais conectadas, o que acabará por conduzir essas transformações. O FHI fornece informações valiosas para os pacientes, profissionais de saúde e legisladores – nos mercados desenvolvidos e emergentes – sobre onde a atenção precisa estar focada no aumento dos níveis de acesso, integração e adoção de tecnologias da saúde para melhorar os resultados de saúde e a experiência do paciente também a longo prazo respectivamente”, completa.

Outros dados do estudo mostram que:

Os dados estão se proliferando, mas o compartilhamento de dados continua a ser um desafio. Apesar dos progressos em relação aos registros médicos universais em alguns mercados, a grande maioria dos pacientes (74%) relata ter de repetir a mesma informação para vários profissionais de saúde, e a maioria (60%) também teve de repetir os mesmos exames. Enquanto isso, apesar de mais da metade (60%) dos pacientes possuir ou utilizar um dispositivo conectado para monitorar vários indicadores de saúde, apenas um terço dos pacientes (33%) já compartilhou essa informação com o seu médico.

Essas médias foram ainda menores no Brasil, comparando-se com os resultados nos 13 países pesquisados, sugerindo que o país está atrás de outros mercados emergentes. Muitos pacientes dizem que é difícil (60%) obter seus dados de saúde quando precisam, e a maioria (88%) diz que tiveram de dizer repetidamente as mesmas informações para vários médicos ou profissionais de saúde.

A tecnologia é uma questão geracional, tanto para médicos quanto para pacientes. Em todos os países pesquisados, os pacientes e médicos mais jovens também são mais propensos a usar e compartilhar informações a partir de dispositivos conectados, comparados aos seus pares mais velhos. Mais da metade (57%) dos pacientes com idades entre 18-34 relatam possuir pelo menos um dispositivo de vigilância de saúde e um quarto dos mesmos (25%) sentem que estão bem informados sobre dispositivos de cuidados com a saúde conectados, versus 14% das pessoas com 55 anos ou mais.

No Brasil, o custo de dispositivos de saúde conectados é considerado uma barreira entre os pacientes (45%) e profissionais de saúde (56%), assim como a burocracia do sistema de saúde para 42% dos pacientes e 39% dos profissionais de saúde.

Pacientes e médicos estão divididos em relação à capacidade dos pacientes em monitorar sua própria saúde. A grande maioria dos pacientes pesquisados (69%) sentem que têm o conhecimento necessário para gerir a sua própria saúde de forma eficaz. No entanto, menos da metade dos profissionais (40%) concorda com isso. Diferentes percepções também existem em termos de quem é responsável pela prevenção de problemas de saúde. Como o aumento da idade do paciente, eles são mais propensos a acreditar que são os guardiões da sua própria saúde – 79% dos entrevistados, com 55 anos ou mais, concordam que são totalmente responsáveis pela prevenção de sua saúde em comparação com pacientes mais jovens (66% daqueles entre 18-34).

No Brasil, apenas um terço dos pacientes (34%) estão bem informados sobre as tecnologias conectadas de cuidados com a saúde, em comparação com 58% dos profissionais de saúde. Por outro lado, a maioria dos pacientes (79%) e dos profissionais de saúde (84%) acreditam que as tecnologias conectadas de cuidados com a saúde sejam algo importante para a melhoria da saúde da população.

A integração e o compartilhamento de dados devem ser um objetivo claro. A maioria considerável dos pacientes e dos profissionais de saúde (69% e 85%, respectivamente) acreditam que os sistemas integrados de saúde e as tecnologias conectadas podem melhorar a qualidade dos cuidados aos doentes, e a maioria dos médicos (88%) concorda que a integração pode ter um impacto positivo direto sobre a gestão de saúde da população.

Áreas específicas de melhoria foram apontadas pelo estudo e devem ser abordadas para aumentar a adoção de tecnologias de forma mais ampla e em nível mundial.

· Em todos os países a burocracia é vista como um grande obstáculo. Mais da metade (54%) dos profissionais de saúde e 43% dos pacientes indicam que a burocracia do sistema de saúde é um dos principais obstáculos a fim de coordenar o compartilhamento de dados e a integração dos sistemas de saúde.

· Preocupações com custos, formação e segurança de dados são alguns dos pontos citados por entrevistados em todos os países pesquisados. Mais da metade dos profissionais de saúde e pacientes (52% e 51%, respectivamente) acreditam que os dispositivos de cuidado com a saúde conectados aumentariam os custos de saúde em geral, com preocupações sobre os recursos necessários para as necessidades associadas, tais como treinamento e segurança de dados.

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Para ler o Future Health Index completo, além dos dados de mercados locais, por favor, acesse: www.futurehealthindex.com

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Instituição de saúde do Reino Unido desenvolve app com MicroStrategy Mobile para gerenciar desempenho organizacional

A instituição de saúde do Reino Unido, Liverpool Community Health (LCH) NHS Trust, que presta serviços para cerca de 750 mil pessoas nas comunidades de Liverpool, Sefton e Knowsley, desenvolveu uma aplicação móvel para agilizar a entrega de relatórios gerencias para os membros do seu conselho diretivo. O app OPERA (Organizational Performance Electronic Reporting Application) foi desenvolvido com base no MicroStrategy Mobile e disponibiliza informações importantes para tomada de decisão, em tempo real, diretamente nos dispositivos móveis, substituindo um processo antes realizado manualmente e que demorava semanas para ser concluído.

A organização integra, desde 2010, o NHS Trust da Inglaterra, modelo de prestação de cuidados à saúde arquitetado pelo Serviço Nacional de Saúde (em inglês: National Health Service – NHS). O LCH dispõe de uma equipe de mais de três mil profissionais, sendo 80% deles com formação na área da saúde, incluindo enfermeiras, líderes das comunidades, visitantes da saúde, médicos, dentistas, nutricionistas, pediatras, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais e fonoaudiólogos. Os serviços do LCH permitem que as pessoas sejam atendidas dentro de sua própria comunidade, de maneira independente, sem terem que ir ao hospital. Muitos desses serviços são oferecidos em qualquer horário, 24 horas por dia e sete dias por semana.

Antes do desenvolvimento do app móvel, os relatórios e análises eram desenvolvidos manualmente, compilados em planilhas Excel, impressos e entregues fisicamente aos membros do conselho diretivo durante suas reuniões. Esse processo levava algumas semanas e por conta desta morosidade, os dados eram apresentados com uma defasagem de praticamente um mês. Com o OPERA, as reuniões tornaram-se muito mais produtivas e assertivas. Os conselheiros podem acessar os dados a qualquer momento e realizar suas próprias análises e pesquisas, de maneira independente, quando julgarem oportuno.

A nova aplicação não só colaborou para a redução significativa dos custos com impressões, como também aumentou a produtividade da equipe, liberando para outras atividades os analistas, que antes passavam grande parte do tempo na concepção de relatórios. O OPERA aprimorou o processo de obtenção de feedbacks, aumentando o engajamento dos pacientes, que passaram a responder às pesquisas de satisfação eletronicamente em um dispositivo móvel, com total confidencialidade. Essa nova abordagem permite à instituição com base nesses retornos realizar análises instantâneas, diagnosticar os pontos falhos e, posteriormente, concentrar-se na correção de quaisquer questões salientadas.

Os benefícios proporcionados pelo app, fizeram com que a mobilidade passasse a ser enxergada com bons olhos pela LCH. Novas iniciativas, visando estender a utilização do BI para a corporação como um todo, estão sendo desenvolvidas e a organização acredita que cada vez mais os dispositivos móveis devem ser parte das ferramentas básicas de trabalho de staff, proporcionando melhorias significativas na prestação dos cuidados de saúde. Já do ponto de vista da governança da informação, os médicos poderão coletar dados mais seguros a respeito dos pacientes e, futuramente, não será mais necessário lidar com registros em papel.

“Escolhemos o MicroStrategy Mobile, pois queríamos eliminar quaisquer riscos inerentes a esse app. Necessitávamos de uma solução móvel que tivesse sua qualidade comprovada pelo mercado e que ao mesmo tempo fosse fácil de ser implementada e intuitiva na forma de usar. Temos trabalhado com diversas ferramentas de BI e a MicroStrategy é de longe a mas avançada plataforma móvel disponível”, Ammy Singh, Head of Solutions da NCS-IT.

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Infor cresce 153% em transações na nuvem no setor de Healthcare, em 2015

A Infor, empresa de software empresarial na nuvem, anunciou na HIMSS 2016 sucesso significativo no setor de healthcare. Aplicações de saúde para a gestão de capital humano, gestão financeira e empresarial, gestão de supply chain, análises avançadas e interoperabilidade contribuíram para cerca de 450 novos negócios ou expansões em 2015. Estão inclusos nessas frentes o Children’s Health, UNC Health, Jackson Health System, Confluence Health, Memorial Health System e o Liberty Healthcare Management. A empresa continua a ver a aceitação de soluções em Cloud da Infor em todo o setor de saúde. Atestando isso, a divisão de Healthcare da Infor teve um aumento de 153% em suas operações comerciais de serviços em cloud, comparando o período de 2015 com 2014.

O Infor CloudSuite Healthcare oferece visibilidade em todas as esferas de uma organização, tudo dentro de uma infraestrutura segura projetada para atender as necessidades de hospitais comunitários, redes de distribuição integradas, centros médicos acadêmicos, hospitais infantis, instalações de cuidados de longo prazo, centro de cuidados intensivos, ambulatórios e clínicas particulares. Com uma simples atualização de programa os clientes Infor tem uma trajetória simples até o Infor CloudSuite Healthcare, no Amazon Web Service (AWS), tendo acesso a novas funcionalidades e capacidades, utilizando-se de tecnologias inovadoras em análise de dados, aplicações para mobiles e tecnologias colaborativas que aumentam tanto a produtividade quanto a eficiência dos usuários.

“Quando nos mudamos para a nova arquitetura usando a nuvem como a nossa força motriz, economizamos cerca de US$ 400.000 em despesas operacionais anuais”, disse Bill Hofrichter, Chief Operating Officer da Concordia Plan Services. “Nossa análise final foi a de que a solução de nuvem da Infor funcionou muito bem na prática além ser extremamente eficiente em redução de custos” completou o COO da Concordia.

Além disso, as soluções de interoperabilidade clínica oferecidas para prestadores de serviços de saúde ajudam a colocar os pacientes como prioridade de seus negócios. Com o Infor Cloverleaf, as organizações podem tomar melhores decisões operacionais, financeiras e clínicas, permitindo que os usuários compartilhem informações e dados de pacientes em sistemas distintos, integrando dados de diferentes EMRs e ERPs, por exemplo. Com a capacidade de intercâmbio de dados e a possibilidade de novos insights, empresas da área da saúde podem melhorar o gerenciamento de troca de informações clínicas, apoiar provedores não eletrônicos de registro médico (EMR), além de facilitar referências e consultas, compartilhando uma visão consolidada dos registros de um paciente. Já as aplicações de inteligência de negócios da Infor buscam oferecer análises significativas para a indústria da saúde, identificando oportunidades de redução de custos, melhorias de contratação e gestão pessoal além de aumentar a colaboração com aplicações de análise, que foram construídas por especialistas de saúde para o setor de saúde.

A Liberty Healthcare é uma organização que vem utilizando o Infor Lawson Financial Suite com sucesso, tendo integração com as principais ferramentas de RH e folhas de pagamento e recentemente mudou suas aplicações para a nuvem. “Nossa decisão de migrar nossas soluções para a nuvem focou principalmente o fator agilidade. Como a tecnologia muda constantemente e, obviamente, de forma muito rápida, temos de nos manter atualizados da melhor maneira possível, fazendo isso com o apoio dos usuários finais, que usam essas ferramentas em seu dia a dia”, disse Richard Gallo, vice-presidente de Tecnologia da Informação, da Liberty Healthcare. “A Infor tem sido um parceiro estratégico. Eles não estão trabalhando de forma isolada, contando sempre com a nossa opinião, o que é muito importante para nós” completou o VP da organização.

As soluções de gestão de capital humano da Infor oferecem ferramentas para atrair, reter, desenvolver e envolver talentos. Os usuários podem desenvolver melhor os funcionários, reduzir a rotatividade de pessoal contratando os candidatos certos, alinhar e avaliar melhor a equipe de forma que esse processo melhore e equalize a carga de trabalho dos funcionários, sempre com base na atividade dos pacientes, ganhando apoio end-to-end para programar, avaliar, atribuir funções e rastrear equipes de enfermeiros, transformando os serviços de RH e o engajamento dentro da empresa. Criado especificamente para o processo de seleção de pessoal, o Infor Talent Science ajuda a identificar os melhores candidatos ao emprego antes de realizar entrevistas, o que é importante em uma indústria que depende de pessoas para prestar cuidados aos pacientes. Organizações respeitadas, tais como o Children’s Health, de Dallas, e o Nationwide Children’s Hospital utilizam o Infor Talent Science.

“A Infor é a melhor opção para as organizações de saúde, porque somos especialistas no assunto Healthcare, que compreende as exigências necessárias para operar uma empresa do setor, mantendo uma perspectiva de negócios sem deixar o comprometimento com a saúde do paciente de lado.”, disse Mike Poling, gerente geral da Infor Healthcare. “À medida que o setor de saúde evolui, as organizações precisam de uma fonte de dados e insights de negócios confiável, que acrescente alinhamento organizacional e conectividade em tempo real para as empresas. Isto é o que a Infor oferece”.

Para mais informações acesse o site: http://www.infor.com/industries/healthcare/.

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