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Headhunters devem colaborar ou competir entre si? – Por Rafael Meneses

Uma das maneiras mais eficientes de se contratar um executivo com o perfil não só técnico, mas também comportamental e cultural da empresa, é apostando no conhecimento de um headhunter para fazer a busca. Essa prática vem se consolidando bastante nas últimas décadas no Brasil e cada vez mais vem causando uma grande competitividade entre os profissionais da área. A pergunta que fica é – além de competir, é possível que eles colaborem entre si em um trabalho para o mesmo cliente?

O mercado de headhunters surgiu há mais de 50 anos nos Estados Unidos e na Europa, mas a sua proliferação em nosso país tem se dado de maneira mais marcante desde o final da década de 90. A ascensão das multinacionais deste setor no país fez com que a procura por esses profissionais especializados em recrutamento crescesse paralelamente.

Pelo lado dos produtores de serviço da cadeia de recrutamento, há os atuam autonomamente e os que trabalham por meio de consultorias de recrutamento nacionais ou multinacionais de pequeno, médio e grande porte. Para o mercado comprador do serviço, tal concorrência é muito vantajosa, pois aumentam as opções de escolha e, em tese, há uma competitividade maior no que diz respeito ao preço. Por outro lado, muitas vezes a qualidade do serviço oferecido também diminui e muitos profissionais menos qualificados e inexperientes, acabam se lançando no mercado.

Procuro sempre dizer que para um headhunter se destacar dos demais e desenvolver seu papel com excelência é obrigatório ter uma visão analítica de negócios. No momento em que recebe um desafio de buscar no mercado um profissional, é mais que necessário que o recrutador tenha capacidade de enxergar além do que está na descrição do cargo. Toda cadeira vazia traz em suas entrelinhas uma realidade do negócio a sua volta, com desafios de curto, médio e longo prazo a serem executados. Naturalmente, também existe uma cultura daquela empresa a ser entendida.

Além das questões macro, que são necessárias em todo bom recrutador, claro que há alguns pré-requisitos técnicos que não se pode abrir mão, como por exemplo, extrema capacidade de realizar uma boa entrevista por competências, facilidade de comunicação e conhecimento muito refinado do segmento de mercado para o qual ele contrata (não é um mercado muito generoso com os generalistas).

Outra competência fundamental que tende a ganhar cada vez mais importância é a habilidade interpessoal, uma vez que além de construir laços de confiança com seus clientes e candidatos, modelos colaborativos de negócio têm desafiado o status quo deste setor, como por exemplo o marketplace d’hire, que lançamos recentemente. Pela primeira vez estamos falando de uma solução na qual o contratante tem mais de um especialista trabalhando simultaneamente, como um time para solucionar seu problema, como todos sendo recompensados financeiramente por isso. É uma mudança grande de mindset: de concorrentes a aliados, atuando de forma conjunta em busca não só de agilidade, como principalmente de assertividade. O futuro do mercado de recrutamento definitivamente chegou.

Rafael Meneses, sócio e fundador do d´hire, primeiro marketplace de executive search do Brasil a apostar na expertise e processo colaborativo entre headhunters

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Hamilton Fonseca: headhunter fala sobre mercado de trabalho para executivos no Paraná

Em uma entrevista ao programa Valor Agregado, Hamilton Fonseca explica que o Paraná já deixa de importar executivos das principais cidades do país por contar com pessoal qualificado no próprio estado.

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MERCADO DE TRABALHO MOSTRA AQUECIMENTO E PODE HAVER "APAGÃO DE TALENTOS".

EM ENTREVISTA AO VALOR AGREGADO, ALFREDO ASSUMPÇÃO, CEO DA FESA, FALA SOBRE COMPORTAMENTO “COMPRADOR DE TALENTOS” DO MERCADO.

ALFREDO ASSUMPÇÃO from GILBERTO CAMPOS on Vimeo.

CEO DA FESA ALFREDO ASSUMPÇÃO FALA SOBRE MERCADO DE TRABALHO SEM CRISE E POSSÍVEL “APAGÃO DE TALENTOS”.

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