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Park Place Technologies adquire NCE Group Limited

A Park Place Technologies anunciou hoje que concluiu a maior aquisição da história da empresa, adquirindo o NCE Group Limited (NCE), fornecedora global de reparo e manutenção de centrais de dados terceirizada. Embora os termos da transação não tenham sido divulgados, essa aquisição aumenta substancialmente o portfólio de clientes globais da Park Place e sua presença na Europa. As empresas planejam iniciar imediatamente a integração de operações, parceiros de canal, clientes e funcionários, acrescentando mais de 280 pessoas à equipe atual da Park Place Technologies.

“A NCE tem proporcionado serviços excepcionais, profundo conhecimento de produtos e expertise do setor por mais de 35 anos”, declarou Ed Kenty, presidente e CEO da Park Place Technologies. “Com design e entrega centrais à identidade da NCE, estamos empolgados por alavancar sua experiência exclusiva e liderança exemplar à medida que ampliamos ainda mais nossa capacidade e atendimento, além das funções de suporte para nossos clientes.”

Desde 1981, a NCE atende clientes em todo os EUA e Reino Unido, tendo crescido a ponto de prestar serviços a empresas Fortune 100, além de clientes TI de pequeno e médio porte em uma vasta gama de setores. Com sede em Wiltshire, Reino Unido, a NCE há muito atua como líder proeminente no setor de manutenção terceirizada de hardware empresarial pós-garantia. Ao integrar-se com a Park Place, os clientes da NCE podem esperar beneficiar-se de maiores eficácias e serviços com melhor relação custo/benefício. A expertise adicional de hardware de central de dados da NCE também ampliará a capacidade de a Park Place fornecer para seus clientes.

“Com o passar dos anos, a NCE ajudou a milhares de empresas com suas necessidades de TI”, declarou Andrew Genever, ex-CEO da NCE e recém-nomeado vice-presidente de operações de depósito na Park Place Technologies. “Ao nos unirmos à Park Place, continuaremos prestando um atendimento excepcional a nossos clientes em todo o mundo utilizando, ao mesmo tempo, a ampla expertise da Park Place. Nossos clientes se beneficiarão de maior acesso a capacidades de engenharia, melhores tempos de resposta e uma melhor experiência de atendimento. Essa aquisição aprimorará ainda mais o modo como trabalhamos com nossos parceiros de canais, solidificando nossa capacidade de satisfazer as necessidades de TI em constante mudança de nossos clientes.”

“Durante as últimas semanas, a Park Place Technologies anunciou diversas aquisições”, declarou Chris Adams, presidente e diretor de operações da Park Place Technologies. “Hoje, nós recebemos a NCE na família Park Place Por meio dessa aquisição, estamos solidificando a posição de mercado da Park Place como maior prestadora global totalmente dedicada à manutenção de centrais de dados. Estamos expandindo nossa pegada em mercados europeus adicionais e acrescentando talento aos locais mais remotos no setor a fim de apoiar nossa crescente base de clientes e enriquecer sua experiência.”

Essa transação marca a sexta aquisição da Park Place Technologies neste último ano, bem como o esforço mais recente da empresa em demonstrar seu comprometimento global de pavimentar o futuro para manutenção de hardware pós-garantia e armazenamento do legado empresarial.

Em novembro de 2016, a Park Place Technologies abriu um local na Ásia-Pacífico (APAC) em Cingapura. Mais recentemente, a Park Place Technologies adquiriu a Prestige Data Center Solutions, com sede no Reino Unido, a Performance Data, com sede em Cingapura e a Allen Myland, Inc., com sede nos EUA, expandindo ainda mais seu alcance global e ofertas de serviço.

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Parque de Software de Curitiba atrai atenção de visitantes estrangeiros

São cada vez mais frequentes as visitas de delegações estrangeiras ao Parque de Software de Curitiba. A mais recente foi de uma comitiva da América Latina, que participou de um evento sobre cidades inteligentes. Veja como foi.

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Resultado de vendas de PCs em 2016 foi o pior dos últimos treze anos

Depois de um 2015 fraco em vendas, com 6,6 milhões de equipamentos comercializados, o mercado brasileiro de PCs voltou a cair e fechou 2016 com 4,5 milhões de máquinas vendidas, o que representa uma queda de 31,7% em relação ao ano anterior. Os dados fazem parte do estudo IDC Brazil PCs Tracker Q4, realizado pela IDC Brasil, líder em inteligência de mercado , serviços de consultoria e conferências com as indústrias de Tecnologia da Informação e Telecomunicações. Do total de máquinas comercializadas, 2,8 milhões foram notebooks (queda de 30% na comparação com 2015) e 1,7 milhão foram desktops (queda de 35% na comparação com 2015). Ainda de acordo com o estudo, 3 milhões de computadores foram vendidos para o mercado doméstico e 1,5 milhão para o segmento corporativo.

“A venda de computadores em 2016 ficou dentro das nossas expectativas. Além da crise econômica que impactou o mercado, no ano passado houve mais interesse por smartphones, tablets e até por aparelhos televisores inteligentes, que oferecem a possibilidade de assistir a filmes e consumir entretenimento, em geral. Ou seja, o computador, que até 2012 era praticamente o único dispositivo a oferecer acesso a internet, ano a ano vem perdendo espaço para outros dispositivos”, diz Pedro Hagge, analista de pesquisa da IDC Brasil.

Além da queda nas vendas, a receita com a venda de PCs também diminuiu em 2016: o mercado todo faturou R$ 10,9 milhões ano passado, contra R$ 15,3 milhões em 2015. “O tíquete médio dos computadores em 2016 foi de R$ 2.413, enquanto em 2015 foi de R$ 2.326 e, em 2014 foi de R$ 1.694. “A alta nos preços deve-se a fatores como a alta do dólar e a chegada ao mercado de equipamentos mais robustos. Antes os fabricantes ‘brigavam’ para oferecer o menor preço, e hoje lutam por rentabilidade. O resultado é um mercado mais saudável e com equipamentos de melhor qualidade”.

4º trimestre de 2016

Ainda segundo o estudo da IDC Brasil, entre os meses de outubro e dezembro de 2016 foram vendidos 1,2 milhão de computadores no país, ou seja, queda de 11% em relação ao mesmo período de 2015. Do total de equipamentos, 450 mil foram desktops (queda de 15% na comparação com 2015) e 770 mil foram notebooks (queda de 9% na comparação com 2015). Em relação ao terceiro trimestre de 2016, houve um crescimento de 17%, sendo que desktops tiveram um incremento de 21% e notebooks de 14%. Segundo o analista da IDC, o último trimestre foi o mais forte do ano, representando 27% do mercado total de 2016. “Muitos varejistas abasteceram seus estoques para a Black Friday e para o Natal”.

Previsão para 2017

A tendência, segundo a IDC Brasil, é que o mercado se estabilize em 2017, mantendo os 4,5 milhões de computadores vendidos no ano passado. “Mesmo que a economia melhore, não devemos ter um incremento nas vendas este ano. O mercado de computadores é maduro e a vida útil das máquinas tem passado dos seis anos, já que a qualidade é melhor e o uso tem sido dividido com outros dispositivos. Para se destacar no mercado, os fabricantes precisam inovar e oferecer produtos com preços acessíveis”, finaliza Hagge.

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Gartner inaugura novo escritório no Brasil

O Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento imparcial em tecnologia, anuncia a inauguração de novo e moderno escritório no Brasil, no 8º andar do Edifício FL Corporate, que fica na Avenida Faria Lima, 4.300, em São Paulo (SP). Com uma área total de 2.760 metros quadrados, o espaço está localizado em uma das regiões de negócios mais importantes da cidade.

“O Brasil é um mercado emergente, em expansão e que está em um momento crucial de transformação tecnológica. Estamos investindo em um escritório no País para apoiar essa crescente demanda das empresas locais”, afirma Cesar Velloso, Country Manager do Gartner no Brasil.

A mudança de local acompanha o crescimento do Gartner no Brasil, que tem ano a ano ampliado o número de analistas e de colaboradores no País. Atualmente, a equipe brasileira é composta por 115 profissionais. “Nosso novo escritório oferece um ambiente inspirador tanto para o nosso time quanto para apoiarmos nossos clientes a desenvolverem estratégias que alavanquem seus negócios”, diz Velloso.

Com mais de 1.700 analistas no mundo, o Gartner oferece informações atualizadas de mercado sobre milhares de companhias em 175 áreas da tecnologia. Interações com mais de 10.000 empresas globalmente permitem que o time de consultores e analistas façam conexões, entendam padrões e identifiquem tendências.

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Ingram Micro marca presença no IBM Systems Technical University Brasil

Entre hoje, 18, e quinta-feira, 20 de outubro, acontece em Atibaia-SP, o IBM Systems Technical University Brasil, evento realizado pela IBM para atualizar os profissionais sobre a evolução e o potencial de aplicação de suas principais tecnologias. A Ingram Micro, subsidiária do maior distribuidor mundial de tecnologia, participa do encontro e mostra o portfólio de produtos e soluções da fabricante. No dia 19, realiza, ainda, um café da manhã com parceiros e executivos da IBM para discutirem sobre assuntos que visam a melhoria no desenvolvimento dos negócios conjuntos e na forma de apoiá-los.

“Sempre procuramos conhecer nossos revendedores, ouvir suas necessidades e ajudá-los a fazer negócios. Esse evento é uma ótima oportunidade para isso e para ficarmos alinhados com as soluções e estratégias da IBM. Vamos aproveitar para criar uma aproximação ainda maior entre nossas revendas, nossos clientes finais e os executivos da IBM”, declara Diego Utge, VP & Brazil Chief Executive da Ingram Micro.

O IBM Systems Technical University Brasil acontece no Hotel Bourbon Convention & Spa Resort e apresenta as principais novidades de IBM Systems na área de hardware, computação cognitiva, cloud computing, analytics, mobile, social business e segurança da informação. São mais de 200 sessões de capacitação, certificações e laboratórios para troca de experiências e melhores práticas com os líderes de mercado.

IBM Systems Technical University Brasil

Local: Hotel Bourbon Convention & Spa Resort – Atibaia
Data: de 18 a 20 de outubro de 2016

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Indústria brasileira de TI investe US$ 60 bilhões e se mantém como 7° maior mercado no mundo

A ABES (Associação Brasileira das Empresas de Software) realizou, no WTC – Events Center, em São Paulo, a ABES Software Conference 2016 com o tema “Mundo Digital – Desafios e Oportunidades de uma sociedade em transformação”. “A Conferência anual da ABES é um momento de debate e engajamento de empresários e profissionais do setor e também um encontro importante que nos ajuda a dar continuidade a este trabalho da associação que completa neste ano três décadas”, comenta Francisco Camargo, presidente da ABES.

O evento contou com a participação de profissionais de tecnologia, empresários, representantes do poder público, entidades setoriais, e trouxe debates e palestras com temas atuais e recorrentes sobre o mercado de Software e Serviços como: o Futuro do Setor; Desafios da Tributação; Inovação; Insegurança Jurídica; IoT, Segurança e Qualidade em Software. Além disso, foi apresentado o tradicional Estudo: Mercado Brasileiro de Software e Serviços.

Mercado Brasileiro de TI

Anselmo Gentile, diretor executivo da ABES, apresentou o resultado do estudo realizado anualmente com o IDC (International Data Corporation) sobre Mercado Brasileiro de Software e Serviços. A pesquisa apontou que os investimentos em Tecnologia da Informação no Brasil (incluindo hardware, software e serviços) tiveram um aumento de 9,2%, em relação a 2014, enquanto a média global de crescimento dos investimentos em TI foi de 5,6%. No mundo, os investimentos neste setor somaram US$ 2,2 trilhões em 2015.

TI na América Latina

Já no ranking de investimento no setor de TI na América Latina, o país se manteve em 1º lugar, com 45% dos investimentos da região, somando US$ 59,9 bilhões, seguido por México (20%) e Colômbia (8%). Ao todo, a região latino-americana soma US$ 133 bilhões. Responsável por quase metade dos investimentos em TI na região, o Brasil continua na liderança relevante na América Latina neste setor.

Hardware, Software e Serviços

Ao fragmentar os investimentos por setor, o Mercado de Serviços de TI no Brasil cresceu 8,2%, em relação ao ano de 2014, com investimento de U$ 14,3 bilhões, e o de Software, que foi o responsável pelo aumento da média da taxa de crescimento de TI no ano passado, cresceu 30,2%, com investimentos de U$ 12,3 bilhões. Além disso, o Mercado de Hardware brasileiro bateu a marca de U$ 33,4 bilhões, representando um crescimento de 6,3%, o menor entre os três setores.

Brasil ocupa 6º lugar no Ranking Mundial de TIC

Considerando os investimentos em TIC (TI + Telecom), que cresceram 4,3% no ano passado, e somaram mais de US$ 3,7 trilhões, o Brasil perdeu uma posição, e agora aparece em 6º lugar, no ranking mundial, com investimentos de US$ 152 bilhões no ano de 2015. No entanto, ainda fica próximo a países que são destaques na economia mundial como Alemanha (5°) e Reino Unido (4°). Os Estados Unidos lideram também este ranking, seguidos pela China e pelo Japão.

No Mercado Mundial de Investimentos em Software e Serviços, que totalizou US$ 1,124 trilhão, o Brasil se coloca na 8ª posição, com US$ 27 bilhões, antecedido pelo Canadá (US$ 32 bi), China (US$ 34 bi), França (US$ 48 bi), Alemanha (US$ 67 bi), Japão (US$ 77 bi), Reino Unido (US$ 83 bi) e Estados Unidos (US$ 470 bi).

Dados Regionais do Mercado de Software e Serviços no Brasil

Considerando o território brasileiro, a região sudeste representa 60,44% da distribuição regional do Mercado Brasileiro de TI. As regiões Nordeste (10,72%) e Centro-Oeste (10,64%) seguem em segundo e terceiro lugar, respectivamente.

Perfil das empresas

No ano de 2015, foram identificadas, aproximadamente, 13.950 empresas atuando no Mercado Brasileiro de Software e Serviços, sendo que quase metade delas (41,1%) são dedicadas à distribuição e comercialização desses recursos. As outras representam empresas de desenvolvimento e produção (31,6%) e prestação de serviços (27,3%).

As empresas dedicadas ao desenvolvimento e produção, no Brasil, totalizam 4.408 negócios e podem ser dividas por porte, sendo: Micro Empresas (45,62%), Pequenas Empresas (49,02%), Média Empresas (4,33%) e Grandes Empresas (1,03%).

Divisão por origem do Software e Serviços

Em relação à origem do software, a Produção Local foi responsável por US$ 2,73 bilhões (21,7%), um crescimento de 25,1% em relação ao ano anterior. O Software Desenvolvido no Exterior representou 76,3%; e a Produção Local para Exportação, 2%, um crescimento de 30,1%, em relação a 2014.

Já os Serviços ficaram divididos em “Serviços para o Mercado Local” (85,4%); “Produção Local sob Encomenda” (9,4%); “Desenvolvimento no Exterior” (0,65); e “Serviços para Exportação” (4,5%).

Segmentação do Mercado Brasileiro de Software

O setor de software brasileiro tem como principal segmentação os Aplicativos, com US$ 5,33 bilhões (42,3%) de participação. Os aplicativos citados no estudo incluem os pacotes de aplicativos para consumidores, aplicativos comerciais, aplicativos industriais e programas específicos para automação de processos industriais ou de negócios. O segmento “Ambientes de Desenvolvimento” representou 33,4% do mercado de software brasileiro; Infraestrutura e Segurança, 22,3%; um crescimento de 35,8%, em relação a 2014.

Considerando os valores relativos ao software de Produção Local, Desenvolvido no Exterior e Sob Encomenda, 25,5% do mercado doméstico de software são voltados para a vertical de Serviços e Telecom, um crescimento de 32,4% em relação ao ano passado; seguidos de 24,8% direcionados a Finanças; Indústria (21,7%); Comércio (11,1%); Governo (4,4%); Óleo e Gás (4,1%); Agroindústria (2%) e outros setores (6,3%).

Tendências para o Mercado Brasileiro em 2016

A pesquisa aponta que a relação entre TI e a área de negócios das empresas irá se estreitar ainda mais, gerando a digitalização dos processos e integração das linhas de produção. O estudo aponta que 54% das médias e grandes empresas no Brasil irão realizar investimentos na chamada Transformação Digital (DX) em 2016.

Além disso, as vendas de dispositivos tecnológicos permanecerão em alta, apesar das quedas recentes. Estima-se que no Brasil sejam adquiridos, em 2016, 40 milhões de telefones móveis, 6 milhões de computadores e 5 milhões de tablets.

O levantamento ainda demonstra que, com a visibilidade da “Internet das Coisas” alcançada em 2015, o setor deve atingir US$ 4,1 bilhões só no Brasil, sendo que US$ 37 milhões correspondam apenas a dispositivos domésticos. Outro fenômeno que chama atenção é o aumento de transações financeiras realizadas via mobile: os valores devem superar 30% do total de pagamentos realizados em 2016.

O estudo aponta que a preocupação com segurança dos sistemas também crescerá pelo menos em 2% do orçamento total em TI. O desafio será encontrar o equilíbrio adequado entre a eficiência que a mobilidade traz para as empresas com um maior controle sobre a sua utilização. Em 2016, em torno de 50% das companhias irão restringir o uso de “BYOD” (Bring your own Device), e mais de 70% delas terão alguma maneira de controle das tarefas realizadas nesse contexto de mobilidade que caracteriza o século XXI.

Poucas tecnologias terão o crescimento que será experimentado por “Cloud Computing” ou solução em Nuvem: até o final da década, haverá crescimento de 20% por ano na adoção desse tipo de solução.

A busca pelo aumento dos lucros e pela diferenciação frente à concorrência, devido à atual crise econômica, gera maior interesse em engajamento por meio de “Mídias Sociais” e “Experiência do Usuário” (CX). Segundo a pesquisa da IDC, em 2016, uma em cada quatro empresas já terão dado início a projetos com esse foco.

A busca por eficiência nos negócios, produtividade e competitividade em empresas de todos os mercados da economia irá fazer com que a Tecnologia da Informação continue a ser um setor estratégico. A expectativa para 2016, apesar do cenário desafiador no Brasil, é a de que este segmento cresça 3,0% contra um crescimento médio mundial de 2,4%, e o de TIC aumente um pouco menos, algo em torno de 2,6%.

Para conferir o Estudo completo, acesse: http://central.abessoftware.com.br/Content/UploadedFiles/Arquivos/Dados%202011/ABES-Publicacao-Mercado-2016.pdf

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Audi connect conquista prêmio “Golden Computer 2016” na Alemanha

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Pela segunda vez, leitores da revista Computer Bild honraram o Audi connect como o melhor pacote de conectividade na indústria automotiva. Na prestigiada competição “Golden Computer”, os votos colocaram o sistema da Audi em primeiro lugar na categoria “carro conectado”.

O cobiçado troféu “Golden Computer 2016” recebido pela Audi confirma a resposta bastante positiva dos leitores em relação às tecnologias de conectividade da marca. Marcus Keith, Chefe de Desenvolvimento de Sistemas Operacionais e Displays da AUDI AG, afirmou: “Esse prêmio dos leitores da Computer Bild é um reconhecimento dos muitos anos de comprometimento da marca na área de sistemas operacionais e conectividade veicular. Nossos clientes se impressionam pelo conforto e pela funcionalidade oferecidos pelo SIM card permanentemente integrado para o uso de serviços conectados e pelo Audi Virtual Cockpit no A4. O ‘Golden Computer’ nos impulsiona ainda mais na nossa busca por resultados melhores em desenvolvimento eletrônico”.

Audi connect foi mais uma vez o vencedor do “Golden Computer” na categoria carro conectado. A cerimônia de premiação foi realizada na editora Axel Springer SE em Berlim.

Com o Audi connect, a montadora premium baseada em Ingolstadt combina todas as tecnologias e aplicações que conectam seus modelos ao condutor, a outros motoristas nas ruas, a internet e a toda infraestrutura.

Neste ano a competição “Golden Computer” foi realizada pela 16ª vez. E as tecnologias na categoria carro conectado foram avaliadas pela segunda vez. Os leitores votaram em 13 categorias, não apenas para tecnologias de software e hardware, mas também para serviços.

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Senior abre inscrições para programa voltado à aceleração de startups

Inscrições para o Inove Senior podem ser feitas pelo site do programa, que neste ano inclui empresas tanto de software quanto de hardware

A partir desta segunda-feira (8/8), a Senior – especializada na oferta de software para gestão empresarial – abre as inscrições para o Inove Senior, programa de aceleração de startups que acontece pelo segundo ano consecutivo, e que prevê investimento de até R$ 500 mil para as companhias finalistas.

As startups interessadas em participar do programa podem inscrever-se até 30/9, pelo site http://www.inovesenior.com.br/. A edição deste ano do Inove Senior está aberta para empresas de software e de hardware, assim como negócios que explorem novas demandas das organizações como IoT (Internet das coisas), Big Data, Inteligência Artificial, entre outros. Além disso, a iniciativa traz uma novidade em relação ao ano anterior: uma etapa de pré-aceleração.

“Um dos desafios da nova edição é inserir dentro do processo a participação de investidores-anjo atuantes no ecossistema do empreendedorismo”, explica o gerente de Inovação da Senior, Cacio Packer. “Dessa forma, cada ideia poderá ser validada por experts do mercado, que ainda têm condições de contribuir com seu conhecimento no apoio ao crescimento de cada startup”, finaliza.

Para participar do programa, as startups precisam preencher os seguintes requisitos: apresentar um MVP (Produto Mínimo Viável) validado; ter mais de um empreendedor dedicado à operação; disponibilidade para estar presente em Florianópolis durante as sessões de mentoria; e atuação no mercado corporativo, seja no modelo B2B (de negócios entre empresas) ou B2B2C (negócios entre empresas com foco no consumidor final). Outro ponto importante é que a startup não precisa, necessariamente, ser pessoa jurídica ou ter faturamento mínimo.

Fase de pré-aceleração

Uma novidade do Inove Senior é que, neste ano, o programa prevê uma etapa de pré-aceleração. Nesta fase, 10 das 20 startups pré-selecionadas, escolhidas por um comitê avaliador – composto por executivos da Senior e parceiros – participarão de atividades, durante um mês, que incluem entrevistas com empreendedores e uma avaliação detalhada do negócio.

Após essa fase, até 8 startups participarão do processo de aceleração, durante o qual serão divididas entre aceleração comercial ou aceleração de produto, de acordo com estágio e maturidade do negócio. Nesse momento, as empresas receberão orientações sobre modelos de negócios, validação de mercado, viabilidade do produto, força de vendas, acesso ao mercado e gestão.

A aceleração acontecerá durante o ano de 2017 e, ao final, até duas finalistas receberão o investimento de R$ 250 mil cada, além de tornarem-se uma Unidade de Negócios da Senior.

Primeiros resultados do Inove Senior

A primeira edição do Inove Senior selecionou três startups que receberam investimentos e se tornaram Unidades de Negócios da Senior.

Foram mais de 250 ideias inscritas e dez selecionados entraram na fase de aceleração, que contou com mais de 1.000 horas de mentoria, capacitação, consultoria, palestras, estudos de mercado, desenvolvimento de sistemas de informação, prototipação, aplicação de projetos-piloto, participação em eventos, brainstormings e muito aprendizado ao longo de nove meses.

Entre as empresas que participaram do Programa e hoje atuam como unidades de negócios da Senior estão:

CITRUM (citrum.com.br) – É uma plataforma de omini channel que une as necessidades do e-commerce com a loja física oferecendo soluções de e-commerce e automação de ponto de venda para permitir uma única experiência para o cliente.

CONTA MÍNIMA (contaminima.com.br) – Diminui os custos da gestão de telecomunicação; otimiza o uso dos recursos contratados junto às operadoras e realiza a auditoria das faturas – quase sempre gerando créditos junto às operadoras.

M2AGRO (m2agro.com.br) – Plataforma de planejamento agrícola que atua diretamente junto ao produtor rural organizando as atividades de campo, gerenciando seus custos e identificando oportunidades para expandir a produção.

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Governo Federal deve anunciar medidas para melhorar ânimo dos consumidoes de TI – Por Mariano Gordinho

O Brasil vem apresentando um desequilíbrio econômico e político há cerca de um ano e meio, o que provocou incertezas em todos os segmentos de mercado. A crise gerada culminou no afastamento da presidente Dilma Rousseff e na posse interina do vice Michel Temer, até que o caso seja julgado pelo Senado.

O cenário desolador que assolou nosso país foi algo inédito, no qual importantes políticos e empresários foram citados em denúncias de corrupção, indiciados e presos. A situação pegou muitos consumidores de surpresa, que colocaram em cheque a confiabilidade do nosso mercado e paralisaram a injeção de recursos.

Convicções políticas à parte, o fato é que o mercado de produtos e serviços de Tecnologia da Informação tem nos clientes corporativos uma importante parcela da sua clientela. As multinacionais estão diretamente ligadas ao consumo de softwares e hardwares e, por consequência, à implementação de complexos projetos de infraestrutura em suas unidades. Conservadores, esse grandes conglomerados desaceleraram em 2015 os investimentos por tempo indeterminado, impactando fortemente na queda de 8% na receita dos produtos de TI em 2015.

A crise chegou a impulsionar as vendas em alguns nichos dentro do mercado de TI, como o de componentes, especialmente processadores, placas de memória e de vídeo, unidades de armazenamento SSD (Solid State Drive), além de itens de segurança. Entretanto, pesou mais o achatamento na renda do consumidor geral, e o abismo econômico gerou o grande sentimento de insatisfação.

Cabe ao novo governo, interino ou definitivo, anunciar medidas que tragam de volta confiança suficiente para a injeção de ânimo e de dinheiro por parte das grandes empresas e indústrias, que devem voltar a oferecer postos de trabalho, e também dos bancos, com a retomada da concessão de crédito. As peças do dominó precisam ser levantadas de trás para frente, e, nesse momento, combater o desemprego e injetar dinheiro novo no mercado são os primeiros passos para movimentar a economia.

Outra medida importante é a reaproximação comercial com os Estados Unidos e os países da Europa. A relação com a China gerou uma dependência ao país, que poderia render um colapso econômico fatal, diante de um eventual desacordo. Já ações como a “MP do Bem”, que retirou tributos e melhorou o preço dos eletrônicos na ponta do consumidor seriam bem-vindas, porém difíceis, diante da necessidade de arrecadação do Governo para superar o enorme déficit orçamentário.

Ainda deve demorar alguns meses para que os primeiros resultados apareçam, 2016 não deve apresentar números muito animadores. Mas fica a esperança de que o diálogo e as intervenções sejam suficientemente acertadas a ponto de recolocar a economia do Brasil nos trilhos, para, quem sabe, colhermos bons frutos já em 2017.

Mariano Gordinho é diretor executivo da Associação Brasileira dos Distribuidores de Tecnologia da Informação (Abradisti).

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Paraná passa a ter Comitê Gestor de Governança do setor de Tecnologia da Informação e Comunicações

Adriano Krzyuy, vice de Articulação Política da Assespro-Paraná, governador Beto Richa e Sandro Molés da Silva, presidente da Assespro-Paraná

Adriano Krzyuy, vice de Articulação Política da Assespro-Paraná, governador Beto Richa e Sandro Molés da Silva, presidente da Assespro-Paraná

Em cerimônia no Palácio Iguaçu, em Curitiba, o governador Beto Richa assinou o decreto que estabelece uma governança para o setor de Tecnologia da Informação e Comunicações no Paraná. O objetivo é proporcionar desenvolvimento integrado de diversas áreas da economia estadual com apoio de tecnologia, unindo esforços de setor público, empresariado e academia.

A Governança de TIC faz parte do Programa Paraná Inovador, da Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior e é vinculada à Rede de Arranjos Produtivos Locais.

O governador do Paraná destacou a importância do setor de tecnologia para o desenvolvimento do estado. “Quem trabalha e quem produz merece o nosso apoio e o nosso respeito. Este setor, que congrega Arranjos Produtivos Locais, tem gerado riquezas e ajudado na formação da nossa economia. Basta ver o exemplo do Vale do Silício, nos Estados Unidos, Então, resolvemos criar aqui um sistema de governança com apoio do setor publico, reunindo várias secretarias como a de Ciência e Tecnologia, Fomento Paraná, secretaria de Planejamento, Celepar e Copel na busca de uma eficiência ainda maior desse setor”, explica Beto Richa.

João Carlos Gomes, secretário estadual de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior afirma que o Paraná é privilegiado pela organização e pela estrutura do setor produtivo. “E este setor de TIC tem uma qualidade muito grande. Seremos cada vez mais parceiros para o desenvolvimento de nosso estado”, completa.

O deputado estadual Guto Silva, que trabalha para o fortalecimento de uma bancada de tecnologia na Assembleia Legislativa, destacou o desempenho dos APLs que, segundo ele, “têm uma força impressionante”. Guto Silva conheceu os Arranjos Produtivos Locais de TIC em uma reunião estadual no Sebrae, em Pato Branco, no início de uma aproximação com a Assespro-Paraná, entidade que representa as empresas do setor.

Adriano Krzyuy, vice-presidente de Articulação Política da Assespro-Paraná, valorizou o apoio dos empresários na cerimônia: “O histórico da rede APL se concretiza e reforça a governance estadual. Temos APLs nas seis regionais da entidade e, nessa linha, vamos criar muitas iniciativas e conquistar muitos resultados para as empresas e toda a comunidade do Paraná”.

O presidente da Assespro-Paraná, afirma que o momento é de celebração de uma conquista de sete anos de trabalho. “Envolvemos, no início, os empresários, representados, hoje, pelos Arranjos Produtivos Locais, em um proceso conduzido pela Assespro juntamente com o Sebrae”,explica Sandro Molés da Silva. Ele também enaltece a iniciativa do Paraná ao criar uma governança de tecnologia. “O Brasil tem um estado diferenciado. A integração do setor público com a academia e iniciativa privada é fundamental. Essa medida mostra que o apoio à tecnologia é uma política de Estado no Paraná”, finaliza Sandro.

O Comitê Gestor é presidido pelo secretário da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior e composto por representantes da Secretaria Estadual do Planejamento e Coordenação Geral; do Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar); da Copel Telecomunicações; da Celepar; Fomento Paraná; da Comissão de Ciência e Tecnologia da Assembleia Legislativa, do Parque Tecnológico de Itaipu, pelas Federações da Indústria (Fiep) e Comércio (Fecomércio), Sebrae-PR; Assespro-Paraná, pelo APL de TI de Londrina e Região, APL de Software de Maringá e Região, APL Iguassu-IT (Oeste do Paraná), APL de TI do Sudoeste do Paraná, APL de TIC de Ponta Grossa e Região, APL de TI de Curitiba, Universidades Estaduais do Paraná, Universidade Federal do Paraná, Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Pontifícia Universidade Católica do Paraná, do Centro de Tecnologia da Informação da Universidade Positivo.

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Brasil, País Digital – Por Fábio Rua

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Encontrar os melhores hotéis de acordo com a sua preferência e tamanho do bolso. Ter acesso às passagens aéreas mais baratas do mercado. Pegar um táxi e não se preocupar com o pagamento, que é automaticamente debitado no seu cartão de crédito. Poder se planejar com uma previsão do tempo cada vez mais precisa. Fazer compras pelo celular, de onde você estiver. Ter sua saúde avaliada em tempo real. Poder se comunicar absolutamente sem fronteiras, com qualquer pessoa do mundo, por voz, texto ou imagem.

Nenhuma novidade até aqui, não é? Por mais que esses serviços sejam relativamente novos, eles já estão tão incorporados ao nosso dia a dia que mal conseguimos imaginar a nossa vida sem eles. E essa não é a afirmação de um jovem da geração milênio, mas de alguém que nasceu na época em que os hábitos e comportamentos das gerações, eram separados e rotulados pelas últimas letras do alfabeto.

O fato – e agora, eu terei de entrar em um tema um pouco mais pesado – é que todas essas facilidades só são entregues ao custo de uma quantidade enorme dos nossos dados. Para pegarmos um taxi ou fugirmos do trânsito, o aplicativo precisa de informações como o nosso local, conta de rede social e número de cartão de crédito (para o exemplo do taxi). Se quisermos ter os nossos passos, pressão e batimentos cardíacos monitorados, precisamos criar uma conta, gerar uma senha e permitir que o aplicativo, grudado no nosso corpo, colete e faça todas as análises necessárias para nos recomendar metas, treinos e até nos comparar a outras pessoas com características similares às nossas.

Outra informação de domínio público é a de que, ao trafegarmos pela rede, muitas vezes, sem o nosso consentimento, nossos dados acabam sendo comercializados, publicados ou utilizados de forma abusiva. Por outro lado, como já mostrei acima, sem eles, serviços básicos podem ficar inoperantes, sem conseguir atender às crescentes demandas de uma sociedade cada vez mais conectada.

Achar um ponto de equilíbrio entre privacidade e acesso a informações é um dos maiores desafios de empresas e governos em todo o mundo. Atualmente, mais de 100 países possuem regulações consolidadas sobre o assunto. E o Brasil não é um deles. O que não quer dizer que o nosso governo não esteja engajado na discussão. Muito pelo contrário. E é aí que mora o perigo, já que a atenção que o governo vem dando a este tema é desproporcional ao interesse que a sociedade civil tem demonstrado em acompanhar o assunto.

E este não é um tema exclusivo da indústria de tecnologia. Todo e qualquer cidadão, empresário ou representante de órgão público pode ser afetado por uma eventual lei que restrinja o uso de dados. Para evitarmos que isso aconteça, é importante que o debate ganhe nova dimensão e engajamento.

Para contribuir com a alteração deste quadro, gostaria de convidá-lo a acessar e a seguir o site Brasil, País Digital (www.brasilpaisdigital.com.br).

Desenvolvido pela ABES (Associação Brasileira das Empresas de Software) e uma série de parceiros institucionais, sua proposta é a de que a página seja um ponto de encontro para que a sociedade civil se engaje na discussão e tenha acesso a informações qualificadas sobre o tema, em um formato leve, moderno e dinâmico.

Por meio dele, pretende-se esclarecer sobre a real necessidade do uso de dados na economia digital. E a partir daí, estimular a participação efetiva nas discussões legislativas sobre o tema, que avançam rapidamente.

Concordo totalmente que o Brasil tenha uma lei de proteção de dados. Até porque, estamos bem atrasados na regulamentação deste tema. Na América Latina, por exemplo, Argentina, México, Paraguai, Peru, Uruguai e Chile já aprovaram leis específicas para garantir a privacidade dos usuários.

O único cuidado que precisamos tomar é o de que a legislação a ser aprovada não afete a inovação e a evolução de novos modelos de negócios como os cognitivos, a computação em nuvem e a internet das coisas.

Nesse contexto, o papel dos reguladores deve ser o de estender os benefícios da internet para ainda mais empresas, governos e indivíduos, estabelecendo confiança nas tecnologias, garantindo a privacidade, a segurança dos dados e incentivando ainda mais a participação popular em um debate vital para o futuro do nosso país.

O Brasil que eu gostaria que os meus filhos crescessem é transparente, acessível, estável, seguro e livre. Igualzinho aos direitos que eu gostaria que os governos assegurassem para mim e para os meus filhos neste mundo hiperconectado e cheio de oportunidades que é a internet.

Bora se engajar?

www.brasilpaisdigital.com.br

* Fábio Rua é Coordenador do Comitê Regulatório da ABES e Diretor de Relações Governamentais e Assuntos Regulatórios da IBM América Latina. Graduado em Relações Internacionais (FAAP), possui pós-graduação em Diplomacia Econômica (UNICAMP) e mestrado em Gestão de Negócios Internacionais (FGV/RJ). É coautor dos livros Manual de Diplomacia Corporativa (Editora Atlas – 2007), Brasil e os Grandes Temas do Comércio Internacional (Editora Aduaneiras – 2005) e Alca: Riscos e Oportunidades (Editora Manole – 2003).

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Programa Grants4Apps da Bayer abre inscrições no Brasil para aceleração de startups com projetos digitais aplicados à saúde

Startups de todo o país já podem se inscrever para nova rodada do processo seletivo do Programa Grants4Apps da Bayer. Interessados têm até o dia 31 de maio para inscreverem seus projetos digitais que contribuam para melhorias na área de saúde. Nesta edição, os esforços estão direcionados aos projetos relacionados às áreas de Saúde Feminina, Cardiologia, Oftalmologia, Hematologia, Oncologia e Radiologia.

“Estamos à procura de startups que desenvolvam soluções para determinadas áreas de saúde da Bayer ou, ainda, que tenham iniciativas focadas em projetos que suportem a prevenção de doenças, aderência ao tratamento pelos pacientes, testes clínicos, awareness ou gerenciamento de condições clínicas. As soluções podem ser mobile apps ou serviços, wearables, software ou hardware. Nós não limitamos a tecnologia.”, ressalta Patrick Fenzl, IT Business Intelligence & Analytics da Bayer Brasil.

Os candidatos precisam ter acima de 18 anos de idade, domínio da língua inglesa e a composição da equipe requer três membros, no mínimo.

“As opções são inúmeras, mas o ponto em comum dessa iniciativa global da Bayer é a paixão pela inovação. Somos uma empresa focada em Ciências da Vida e o fomento à educação e inovação fazem parte do DNA da Bayer”, acrescenta Theo van der Loo, presidente do grupo Bayer no Brasil.

O contrato do programa será assinado somente com pessoas jurídicas, ou seja, candidatos que possuam um registro da razão social da empresa, independente do país.

“Os principais integrantes das startups selecionadas ficarão nas instalações da Bayer em Berlim de agosto a dezembro de 2016 para acelerar o desenvolvimento de seus projetos”, explica van der Loo.

A Bayer oferece uma série de benefícios para os cinco times selecionados: aporte financeiro de 50.000 euros para cada startup durante toda a estadia, coaching e treinamento intensivo com especialistas no assunto, mentoria com altos executivos da Bayer, além do acesso a uma ampla gama de contatos profissionais.

Camila Navarro, IT Digital and Innovation Manager da Bayer Brasil, vislumbra um cenário otimista para o País: “Neste ano, a subsidiária brasileira da Bayer está apostando fortemente em um mercado que já é considerado um celeiro de startups. O programa busca tecnologias e processos que proporcionem melhorias na área de saúde e essa pode ser uma chance incrível para muitos empreendedores digitais brasileiros”.

A Bayer tem investido em tecnologias de ponta para entregar mais e melhor a missão da Companhia, no compromisso conjunto a todos os colaboradores, que é fazer “Ciência para uma Vida Melhor”. Agora, os esforços estão direcionados em explorar positivamente a revolução digital a fim de fortalecer sua liderança no negócio de Ciências da Vida.

A transformação digital é mais um dos passos para que a Bayer avance e inove para atender às atuais necessidades da sociedade. O maior desafio agora é integrar e alinhar as suas capacidades de forma proativa, para agregar valor à qualidade de vida das pessoas.

Para participar, os interessados devem preencher o formulário no site www.grants4apps.com/accelerator.

Mais informações sobre o programa e o processo de inscrição estão em https://www.grants4apps.com/accelerator/#/faq e no twitter: @grants4apps.

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Internet of Things (IoT) Business Creation Patent Strategy

TechIPm (http://www.techipm.com) has announced the addition of an IoT strategic patent development and monetization consulting service to its offerings.

Goldman Sachs defines the IoT as the third wave of internet revolution: By connecting billions of devices to the internet, the IoT can open up a host of new business opportunities and challenges. Even though the IoT is getting a huge attention recently the concept of interconnected billions of devices is not new and has been under development for over 10 years. Thus, there are a large number of related patented technologies that can be exploited for developing new products/services, and thus, new business for the emerging IoT market.

Many patent applications and newly issued patents can be further developed for creating new values by amending and creating claims and generating follow-on patents to encompass emerging technology and products/services trends, market demands, and strategic exploitation goals. TechIPm provides consulting for improving existing patents to obtain maximum ROI. TechIPm also provides consulting on developing new patents that can lead to new IoT product/service development exploiting the strategic patent preparation & prosecution, white space analysis, and scenario analysis.

A strategically packaged patent portfolio is the collection of patents that the integrated value propositions of each patent of the portfolio target specific value propositions that are provided by emerging new products/services. TechIPm develops the strategically packaged patent portfolio in alignment with a client’s specific IoT business interests (e.g., smart home automation). TechIPm’s methodology for developing the strategically packaged patent portfolio is based on a deep understating of the IoT technologies, extensive experiences in patent analysis and development, and insights into the emerging IoT market. The strategically packaged patent portfolio can be used for monetization through patent sale, patent licensing, commercialization, spin-off, patent banking, and patent-backed financing. TechIPm also can provide consulting on developing monetization program for exploiting the IoT strategically packaged patent portfolio.

For detailed information, please visit

http://www.slideshare.net/alexglee/best-practices-of-ip-patent-strategy-iot-internet-of-things-case-study

TechIPm, LLC is a research and consulting company specializing in emerging technology strategic patent R&D and monetization.

TechIPm, LLC consulted diverse industry players in the field of Telecom, electronics, IT, and computer.

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IDC Brasil: vendas de tablets caíram 20% no primeiro trimestre de 2015

A alta do dólar, as diminuições do crédito e da confiança do consumidor na economia brasileira foram fatores determinantes para a queda de 20% nas vendas de tablets no país no primeiro trimestre de 2015. A constatação faz parte do estudo IDC Brazil Tablets Tracker Q1, feito pela IDC Brasil, líder em inteligência de mercado, serviços de consultoria e conferências com as indústrias de Tecnologia da Informação e Telecomunicações. O levantamento revela que entre janeiro e março de 2015 foram vendidos 1,780 milhão de dispositivos no País, ou seja, aproximadamente 390 mil unidades a menos do que no primeiro trimestre de 2014.

“O número está abaixo dos dois milhões previstos para o período. Porém, diante do cenário econômico brasileiro, o resultado foi positivo”, afirma Pedro Hagge, analista de pesquisas da IDC Brasil. Segundo ele, a alta do dólar gerou repasse de preços de até 17% em relação ao quarto trimestre de 2014, afetando as vendas para o consumidor final e para o mercado corporativo. “A tendência é o preço continuar subindo e as vendas caindo”, completa Hagge.

Outro fator apontado pelo analista da IDC Brasil para a queda nas vendas é que o tablet já não desperta mais tanto interesse no consumidor. “Temos visto que a procura pelo produto tem diminuído ao longo dos meses. Isso acontece por dois fatores: a má experiência de uso e a canibalização do mercado devido aos phablets e outros dispositivos com tela grande”, explica. Para Hagge, isso não significa o fim dos tablets, pois a categoria ainda é atrativa para alguns nichos específicos. “Crianças e, principalmente o segmento da educação, ainda influenciam no consumo desses aparelhos”, completa.

O estudo da IDC Brasil mostra, também, que do total de tablets vendidos, 41 mil foram modelos 2 em 1 (notebooks com tela destacável), categoria que cresceu 115% frente ao quarto trimestre do ano passado. Além disso, 94% foram para consumidor final, 6% para corporativo e 70% custaram menos de R$ 500.

Até o final do ano, a consultoria prevê que sejam vendidos 8,1 milhões de tablets e notebooks 2 em 1 com tela destacável, 14% a menos na comparação com o volume comercializado durante todo o ano de 2014. “Outra razão que fez com que revíssemos as nossas projeções foi o cancelamento de projetos de educação por parte do governo”, finaliza Hagge.

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Intel apresenta novas tecnologias no Ciab FEBRABAN 2015

A Intel Brasil participa da 25ª edição do Ciab FEBRABAN, que ocorre entre os dias 16 e 18 de junho, no Transamérica Expo Center, em São Paulo. A empresa apresentará novidades com 6 grandes parceiros (Cisco*, Dell*, EMC*, HP*, Oracle* e SAP*), além de sua subsidiária, Intel Security. As soluções levadas para o maior evento de tecnologia para o mercado financeiro estão alinhadas com as grandes tendências do mercado – em especial, soluções de Cloud Computing, Big Data, Segurança, Mobilidade e Storage.

“As tecnologias que a Intel e seus parceiros apresentarão no Ciab endereçam os novos e frequentes desafios para a eficiência e a segurança dos sistemas de TI, num cenário em que a quantidade de dados dentro das corporações é crescente”, comenta Fábio de Paula, Diretor da Intel Brasil para o mercado corporativo. “As novidades que traremos em 2015 para o evento são algumas das mais avançadas soluções para resolver problemas de segurança das informações do mercado financeiro”.

Soluções apresentadas pelos parceiros

A Cisco apresentará soluções para Cloud Computing com Cisco One Enterprise Cloud Suite baseado nos processadores Intel® Xeon®. Para Internet de Todas as Coisas, focado no mercado financeiro, a Cisco ressalta as seguintes soluções: automação na tomada de decisões em segurança física & video surveillance; integração de segurança física com sensores automatizados com o gerador de névoa; mobilidade nos transportes e gestão automatizada de energia elétrica. Todas as informações são processadas em plataformas baseadas em processadores Intel®. Ao abordar o tema ambiente colaborativo, a Cisco apresenta soluções de mobilidade, gestão de fila e telepresença como um serviço baseados em tablets com tecnologia Intel®.

A Dell trará novidades para o mercado corporativo com foco no setor financeiro. Para computação pessoal, a principal novidade será a tecnologia de reconhecimento facial para evitar fraudes, que explora os recursos Intel® RealSense™ por meio do software Certiface*, da OITI Technologies* – empresa de software parceira da Intel. Já para Data Centers, haverá soluções de segurança de dados, Information Management e Data Center Management com servidores baseados nos processadores Intel® Xeon® e otimizados com as soluções de software Intel®.

A HP apresentará diversas novidades nessa edição do CIAB. Uma delas é a solução Cloud System 8.0, suportada pelos servidores baseados nas mais recentes versões dos processadores Intel® Xeon®, base para diversas aplicações como big data e sistemas convergentes. A HP é parceira de ecossistema do Intel® Open Network Platform Server e as empresas colaboram nas soluções HP ProLiant Server e HP Networking Solutions, que capacitam clientes a consolidar cargas de trabalho de rede, reduzir custos de implantação e aumentar a velocidade de serviço.

A EMC apresentará por meio das vitrines de soluções diversos temas relevantes ao mercado financeiro como: Infraestrutura convergente, big data, software defined data center, entre outros. Para endereçar estes desafios a EMC conta com suas tecnologias baseadas nos processadores Intel® Xeon® que aliam alta performance, eficiência e custo-benefício para os data centers

Em parceria com a Oracle, a Intel ressalta a relevância da infraestrutura para suportar as inovações do setor financeiro como IoT, centralizando todo o processamento com maior rapidez e segurança para a linha EXA, baseada nas últimas versões dos processadores Intel® Xeon® e otimizadas em hardware e software graças ao desenvolvimento conjunto dos times Oracle e Intel.

Já a SAP apresenta soluções com SAP HANA, otimizadas para arquitetura Intel® que entregam insights em tempo real para tomada de decisões e otimização de processos.

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