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O que ainda não contaram para sua empresa sobre fintechs

O termo é novo, mas conhecido por quem trabalha com tecnologia. Fintech são empresas que disponibilizam serviços financeiros digitais. Com eficiência e inovação, o nicho segue em crescimento: levantamento realizado pela MarketResearch.com indica que, até 2020, essas organizações devem ter um investimento de US$ 46 bilhões. Quatro empreendedores digitais que trabalham na área mostram o que ainda não foi comentado sobre o tema:

1 – Simplicidade é palavra de ordem no desenvolvimento de produtos

O sucesso de uma fintech decorre da facilidade que o usuário tem em utilizar o serviço. O Pagar.me, empresa de tecnologia vencedora do The Innovation Project, da Universidade de Harvard, oferece uma infraestrutura omnichannel de pagamento, desburocratizando o processo de recebimento dos pedidos. “Dessa forma, o empresário não precisa se preocupar em integrações entre os mais diferentes softwares e aplicações”, explica Henrique Dubugras, sócio-fundador do Pagar.me.

2 – Grandes instituições financeiras podem ser parceiras

Nem todas as empresas se posicionam como alternativas aos serviços bancários – algumas atuam como parceiros dessas instituições. É o caso da F(x), plataforma que conecta empresários que procuram financiamentos aos bancos e fontes alternativas, como fundos, dispostos a concederem crédito. “Queremos facilitar a busca das companhias por crédito e aproximá-los de melhores condições de financiamento. Conosco, isso acontece rapidamente para as duas partes envolvidas”, comenta Dan Cohen, financista e cofundador da F(x).

3 – Fintechs devem buscar certificações para aumentar a credibilidade

Foi o que aconteceu com a Equals, especializada em gestão e conciliação vendas com cartões de crédito e débito. Em 2016 a empresa recebeu a certificação SSAE/16, um conjunto de práticas de auditoria e controle para empresas de serviços. “Quando enviamos um relatório de recebíveis ao cliente e ele vem com a certificação, os dados ganham mais peso, o que nos torna cada vez mais reconhecidos”, comenta Fabrício Costa, CEO da Equals.

4 – Soluções idealizadas para os usuários

Os produtos sempre devem ser idealizados para o cliente final. A Mundipagg, empresa que processa transações para 40% do varejo online brasileiro, oferece recursos que auxiliam a compra do e-consumidor, como o checkout na nuvem, pagamento por um clique e até por Twitter. “Nossas soluções buscam melhorar a experiência de compra do consumidor virtual, até para que ele volte a comprar nos sites de nossos parceiros”, explica Guilherme Pizzini, CEO da Mundipagg.

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Quanto um varejista perde em vendas online?

Guilherme Pizzini*

As lojas virtuais investem continuamente para atrair possíveis clientes aos seus sites. Mas será que a verba está sendo aproveitada e trazendo o retorno esperado?

Não adianta gerar leads aos montes e não transformá-los em clientes por motivos técnicos, ainda mais em tempos de estagnação econômica. Vemos continuamente exemplos de e-commerce que até oferecem preços atrativos, mas não conseguem realizar a venda por falta de infraestrutura ou ferramentas ineficientes.

A performance de uma loja virtual é medida por meio de taxas de abertura e cliques em produtos ou no carrinho, mas a principal medição é a taxa de aprovação das compras feitas por cartões de crédito, que podem chegar a até 90% do total das transações realizadas nos sites. No Brasil, esse índice é de 70%, em média, enquanto ultrapassa os 90% nos Estados Unidos.

Principalmente durante a crise, o comerciante não pode se dar ao luxo de perder clientes. A Black Friday e o Natal, as datas mais importantes para o segmento se aproximam. Por isso, é agora o momento de investir em infraestrutura, como uma boa hospedagem que suporte o tráfego e um gateway de pagamento que disponha de recursos para aumentar a conversão.

Uma funcionalidade fundamental para “recuperar” vendas não realizadas é a retentativa de pagamentos com um gateway multiadquirente. Com ela, cada transação negada por um adquirente devido a problemas técnicos – como indisponibilidade, intermitência ou mesmo demora no tempo de resposta – é enviada automaticamente para outra credenciadora, que autoriza o pagamento.

Além deste, existem outros recursos nativos dos gateways como o de divisão do valor em multimeios (cartão e boleto) e pagamento por um clique que, juntos, aumentam a taxa de conversão em até 25%, um volume relevante para um mercado que fatura milhões.

O e-commerce é um segmento que, na contramão da economia e do varejo físico, deve crescer de 20% a 30% neste ano por proporcionar uma compra com segurança, comodidade e, principalmente, o menor preço. Às lojas, basta fazerem sua parte: investir para não perder público por ineficiência.

*Guilherme Pizzini é diretor da MundiPagg, empresa com soluções únicas para pagamento online

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Pesquisa traça o perfil dos usuários que agendam consulta pela internet

Disponível para os moradores da cidade de São Paulo desde abril, o serviço de agendamento de consultas médicas pela internet vem ganhando cada vez mais adeptos. De uma maneira geral, as mulheres se mostraram mais conectadas a essa nova tecnologia dos que os homens, sendo responsáveis por 57% dos agendamentos. Os dados são de uma pesquisa realizada pelo YepDoc, que traçou o perfil das pessoas que agendaram consultas médicas por meio do site no período de junho a agosto de 2012.

O levantamento do YepDoc – www.yepdoc.com.br – aponta que os usuários de 25 a 34 anos são os que mais utilizam o serviço, sendo responsáveis por 35% dos agendamentos no período. Na segunda posição estão os adultos de 45 a 54 anos (24%), seguidos pelo grupo de pessoas acima de 55 anos (21%) e jovens de 18 a 24 anos (20%).

“Observamos uma participação crescente dos agendamentos realizados por pessoas com mais de 55 anos. Isso mostra que a 3ª idade está por dentro das novidades tecnológicas e disposta a mudar hábitos antigos para tornar a vida mais prática”, aponta Guilherme Pizzini, um dos fundadores do YepDoc.

Outro dado que chama a atenção é que 60% dos agendamentos foram realizados fora do horário comercial. “Isso não seria possível sem um serviço como o YepDoc, pois o usuário precisaria ligar para o consultório, que obviamente não funciona 24 horas por dia”, completa Pizzini.

Desde que iniciou suas operações na cidade de São Paulo, no mês de abril, o site YepDoc – www.yepdoc.com.br -tem aumentado diariamente o número de profissionais da saúde cadastrados e dispostos a utilizar a ferramenta de organização de agenda e contato com seus pacientes. A quantidade de horários disponíveis para consulta hoje já ultrapassa a marca de 300 mil.

O funcionamento do YepDoc é simples. Para agendar uma consulta, basta acessar o site – www.yepdoc.com.br – selecionar o tipo de profissional da saúde, localização de preferência e o plano de saúde atendido. A plataforma irá exibir uma lista com nomes de médicos no perfil procurado e seus horários disponíveis para consulta. O paciente pode escolher o horário mais adequado e agendar a consulta em alguns cliques. A ferramenta ainda envia automaticamente mensagens por e-mail e SMS alertando o profissional da saúde e o paciente 24 horas antes do agendamento.

A expectativa dos criadores do YepDoc é que até o final do ano os pacientes tenham à disposição mais de 800 mil opções de horários para consultas. “Queremos otimizar o processo de agendamento de consultas médicas no Brasil e estimular as pessoas a irem mais ao médico”, conclui Guilherme Pizzini.

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