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EBANX lança edital de captação de projetos para 2021

Estão abertas as inscrições para o edital EBANX Community 2021, promovido pela fintech curitibana EBANX, que irá patrocinar projetos aprovados via leis de incentivo fiscal. Até dia 8 de novembro, será possível inscrever propostas de todo o território nacional nas áreas de cultura, social, esporte, protagonismo feminino, diversidade, empreendedorismo, inovação e tecnologia.

A valorização de iniciativas que tragam benefícios à comunidade sempre foi uma premissa na história do EBANX, fintech de pagamentos com atuação global e que busca, desde a sua fundação, apoiar projetos que promovam um impacto transformador na sociedade e estejam alinhados aos valores da empresa.

Este é o segundo ano em que o edital é realizado, mantendo a tradição do EBANX de investir em projetos culturais e de impacto na comunidade. “Mesmo diante de uma pandemia e de todas as dificuldades que ela trouxe, mantivemos o apoio a mais de 30 projetos, que se reinventaram com o distanciamento social. Alguns se transformaram em transmissões ao vivo, abertas ao público, alcançando milhares de pessoas pelo país”, afirma Alphonse Voigt, cofundador e CEO do EBANX.

Nos últimos anos, mais de 130 projetos já foram apoiados pelo EBANX – entre eles, o Festival de Curitiba, o teatro EBANX Regina Vogue, o filme Alice Júnior, projetos de apoio ao idoso com investimentos em saúde visual e informatização de asilo, e circuitos de corrida e caminhada.

“Mais do que nunca, precisamos apoiar a comunidade com projetos que alcancem o máximo possível de pessoas, disseminando conhecimento e propagando conceitos de igualdade e respeito ao próximo em tempos tão difíceis e imprevisíveis”, complementa Voigt.

Webinar

Para comentar o lançamento do edital e os valores que movem este trabalho, o time de Comunidade da fintech irá realizar um webinar no próximo dia 5 de novembro, às 16h. Para participar, é só se inscrever no site do EBANX Community. Os ingressos são gratuitos e limitados.

O regulamento do edital está disponível para consulta no site do EBANX Community.

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Neon tem 62 vagas abertas para escritório em São Paulo

A Neon Pagamentos, fintech fundada em 2016 com o objetivo de simplificar a vida financeira das pessoas, possui 62 vagas abertas para sua sede em São Paulo. Com quase 3 anos, a empresa está buscando profissionais de Segurança da Informação, Desenvolvedores, Designer, Engenheiros de Dados, Business Inteligente, Qualidade, Atendimento, Dados, Product Owner, Conteúdo, entre outros.

Todas as vagas são para contratação em regime CLT e, além do salário, os funcionários têm direito a um pacote flexível de benefícios e podem escolher entre: assistência médica, assistência odontológica, vale-transporte ou fretado, vale-refeição, vale-alimentação, vale-cultura, vale-combustível, estacionamento, Gympass, massagem e budget para treinamentos e cursos. Cada funcionário escolhe o benefício que é mais indicado.

A Neon oferece conta digital sem mensalidade para pessoas físicas e pessoas jurídicas e foi eleita pela Forbes um dos três melhores bancos brasileiros em 2019. Entre os últimos lançamentos da Neon estão a a função de controle de assinaturas online e a conta Neon Pejota, voltada para pequenas e médias empresas. Para esse ano, a fintech promete ainda mais novidades.

Para conhecer os requisitos e se inscrever nas vagas, acesse o link: neon.gupy.io

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3º Hackathon CIAB FEBRABAN estimula a criação de soluções para melhorar atendimento dos clientes de bancos

O 3º Hackaton CIAB FEBRABAN, promovido pelo congresso anual da Federação Brasileira de Bancos, acontecerá nos dias 08 e 09 de junho, em São Paulo, sob a temática: “Entender para Atender Melhor os Clientes na Era da Economia Analítica”. O objetivo da maratona de programação é incentivar o desenvolvimento de projetos que impactam positivamente o mercado bancário no Brasil, ao estimular a criação de soluções capazes de extrair ideias e realizar análises preditivas com o potencial de gerar benefícios para bancos e sociedade. Ainda em maio, será realizado o warm up, evento prévio ao Hackaton, para apresentar aos participantes as plataformas e APIs que estarão disponíveis na competição.

A competição, que contará com equipes de até 5 pessoas, irá girar em torno de três desafios: conhecimento do cliente e diligência, para aprimorar a experiência e eficiência no processo de onboarding e verificação de novos clientes; perfil de crédito e redução da inadimplência, para compreender o perfil de crédito do cliente e impedir seu endividamento; e a proteção de dados e conformidade de requisitos legais, com o objetivo de aprimorar o processo de proteção de dados do cliente, cumprindo diretivas legais e melhorando a eficácia dos procedimentos de segurança.

Durantes os dois dias em que estarão reunidos, os participantes estarão concentrados em elaborar seus projetos e contarão com o suporte de experientes mentores de diferentes áreas. Os concorrentes também terão à disposição ferramentas que auxiliarão no desenvolvimento das propostas, oferecidas pelos parceiros do evento. As soluções serão apresentadas para um grupo de jurados das principais instituições financeiras do país, no dia 11 de junho, durante o primeiro dia do CIAB 2019.

Os quatro grupos finalistas da 3ª edição do Hackathon serão premiados com ingressos para os três dias do congresso e poderão demonstrar suas soluções em um dos balcões de exposição durante o evento. A equipe vencedora terá direito a duas reuniões com lideranças de grandes bancos para apresentar seu projeto.

As inscrições para a competição, que ocorre no final de semana que antecede a abertura oficial do CIAB FEBRABAN, devem ser feitas pelo site até o dia 26 de maio. Para conferir o regulamento e se inscrever, acesse: www.hackathonciab.com.br/

Já o warm up, evento anterior ao Hackaton, acontecerá dia 23 de maio, em São Paulo. Além de explicar o tema desta edição e as ferramentas que serão oferecidas às equipes, o encontro contará com painéis de discussão com especialistas. Na ocasião, os profissionais apresentarão as possibilidades de trabalho dentro dos desafios propostos pela competição, para que os participantes possam se inspirar no desenvolvimento dos seus próprios projetos no dia da maratona. O warm up é gratuito e a as inscrições podem ser realizadas pelo site www.sympla.com.br/warm-up—3-hackathon-ciab-febraban__521677

Warm Up – 3º Hackaton CIAB FEBRABAN

Data e horário: 23 de maio de 2019, das 18h às 22h30

Local: E-Commerce Developer HUB (iMasters) (Rua Oscar Freire, 2379)

Site: www.sympla.com.br/warm-up—3-hackathon-ciab-febraban__521677

3º Hackaton CIAB FEBRABAN

Data: 08 e 09 de junho de 2019

Local: IMasters (Rua Oscar Freire, 2379)

Site: www.hackathonciab.com.br/

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Oktoplus reúne programas de fidelidade em um único aplicativo

Com o aumento da oferta de programas de fidelidade, muitas pessoas acabam não aproveitando os benefícios que esses programas trazem. Além da dificuldade em lembrar tantas senhas, cada programa possui uma regra de acúmulo diferente, as opções de uso dos pontos mudam de preço rapidamente, e, muitas vezes, não é possível acompanhar quando os pontos expiram. Com o objetivo de solucionar esses problemas, o aplicativo Oktoplus reúne em um único lugar as informações de todos os programas de fidelidade do usuário e oferece diversas opções para utilizar os pontos pela própria ferramenta.

Disponível para iOS e Android, o aplicativo da Oktoplus possui uma lista com mais de 80 programas de fidelidade. O usuário só precisa vincular os programas em que está cadastrado e o app disponibiliza as informações de saldo, extrato e pontos a expirar em um único dashboard. A partir dessas informações, o usuário consegue trocar seus pontos por produtos ou passagens aéreas dos programas parceiros da plataforma. No caso das passagens aéreas, a Oktoplus disponibiliza um buscador que compara os preços em dinheiro e em milhas. Caso o usuário não queira utilizar esses pontos, também é possível trocá-los por dinheiro pelo próprio app. Para evitar que os pontos sejam desperdiçados, a Oktoplus também envia com antecedência alertas de pontos a expirar.

Fundada em 2013 por Bruno Nissental, a Oktoplus surgiu com o objetivo de tornar mais simples e prazerosa a experiência dos consumidores com os programas de fidelidade. Atual CEO da startup, Bruno acredita que os programas de fidelidade ainda apresentam grande potencial de crescimento no mercado brasileiro. Em comparação com outros países, por exemplo, o número de usuários cadastrados em programas de fidelidade ainda é baixo. Em média, o consumidor brasileiro participa de 4 programas de fidelidade, enquanto que nos Estados Unidos esse número chega a 16.

“Muitos clientes ainda se sentem desconfortáveis em digitar suas senhas em aplicativos, com medo de terem seus pontos roubados”, explica Bruno. Por isso, uma das prioridades da empresa é se tornar referência no mercado fintech. Desde 2013, a empresa gerencia mais de 14 bilhões de pontos e mais de 1 milhão de programas de fidelidade no aplicativo.

Além de incentivar os brasileiros a utilizarem mais os programas de fidelidade, a Oktoplus também visa auxiliar aqueles que já participam de algum programa a aproveitarem melhor os benefícios. Muitos usuários, por exemplo, acabam perdendo os pontos expirados. “O objetivo da Oktoplus é incentivar o amadurecimento desse mercado, mudando a cultura dos consumidores para aderirem e aproveitarem cada vez mais os programas de fidelidade”, diz Bruno.

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Melhortaxa recebe investimento do Goldman Sachs

A Melhortaxa, maior plataforma digital especializada em crédito imobiliário do Brasil, anuncia a aquisição de participação em seu capital pela Holding Finizy, empresa detida pelo Goldman Sachs e controladora da Meilleurtaux.com na Europa – primeira fintech francesa e sócia minoritária da homônima brasileira. Em 2016, o grupo já havia adquirido uma fatia da fintech brasileira, que também tem operação no México, e decidiu aumentar a participação visando expandir sua presença internacional em mercados fora da Europa.

Lançada em 2014, a Melhortaxa se tornou o maior marketplace especializado em crédito imobiliário do Brasil – sua plataforma online totalmente gratuita permite comparar as ofertas das mais importantes instituições financeiras do país. A previsão da empresa é alcançar, em 2019, a marca de R$ 500 milhões em contratos de crédito efetivados no Brasil e mais de USD 20 milhões no México.

“Em 2018, recebemos mais de 23 mil pedidos online de crédito imobiliário. No último trimestre do ano, tivemos mais de R$ 50 milhões em contratos assinados com os nossos parceiros do setor bancário. A expansão da Melhortaxa no Brasil é acelerada e o nosso objetivo é triplicar a operação em 2019. O início recente da operação no México representa mais um passo na estratégia do grupo de se tornar um player regional na América Latina”, afirma Rafael Sasso, cofundador da Melhortaxa.

Nesse cenário de crescimento, a empresa identificou que um novo sócio poderia agregar muito ao negócio. “O Goldman Sachs detectou um grande potencial de crescimento no nosso modelo de negócios por meio de uma de suas investidas na Europa, a francesa Meilleurtaux.com. Já tivemos uma experiência bem-sucedida e essa parceria vai consolidar ainda mais a nossa atuação”, diz Julien Desvergnes, CEO e cofundador.

O executivo prevê um aumento de 250% na procura diária de clientes por crédito através da plataforma: “A empresa se tornou referência no mercado de crédito imobiliário online e recebemos diariamente mais de 200 solicitações. Graças ao importante aumento das visitas no site, uma grande parte por fluxo orgânico, a previsão é atingir a média de 500 pedidos por dia no primeiro semestre do ano”.

Controlada pelo Goldman Sachs Europa, a Finizy é uma Holding criada em 2013 que concentra diversos players de comparação de produtos do mercado bancário para o consumidor final. Detém empresas como Meilleurtaux.com (referência francesa do crédito e de seguros para o credor), Meilleurbanque.com (comparador de tarifas bancárias), Meilleurassurance.com (comparador de seguros) e Meilleurtauxsolution.com (especialista na recompra de créditos).

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Atualizar sua loja virtual é mantê-la viva

Por Ralf Germer

Uma loja física e uma loja online possuem características bem distintas. Enquanto uma precisa estar em um ponto movimentado e arcar com contas como luz, telefone e internet, a outra fica em um espaço virtual e precisa ter sua operação de entregas extremamente organizada e alinhada. No entanto, os dois modelos de lojas convergem em um quesito: precisam chamar a atenção de seus clientes em potencial e fidelizar os recorrentes. Como isso pode ser feito? Muito trabalho e constante inovação.

Pensemos nas primeiras lojas que adotaram os cartões de crédito como opção de pagamento e em seu pioneirismo. Agora vamos analisar o presente, em que até criptomoedas podem ser aceitas em compras. Foi um longo caminho para chegarmos até aqui e não vejo sinais de desaceleração nesta jornada. Visto que no universo digital o tempo corre em velocidade acelerada, as lojas online precisam se atualizar constantemente para se manterem vivas e atrativas.

Dados recentes do relatório Webshoppers realizado pela E-Bit|Nilsen, que avalia todo o cenário do varejo online no país, nos mostram que 4,5 milhões de novos consumidores chegaram ao e-commerce apenas no primeiro semestre de 2018. Isso consiste em uma média de 25mil novos e-consumidores diariamente. Visto este cenário, não podemos oferecer para quem chega hoje uma loja “de ontem”, ou seja, desatualizada, com opções escassas e que não acompanham as tendências de consumo.

Além disso, os e-commerces também precisam estar constantemente atualizados sobre as melhores práticas logísticas e de UX (user experience, ou experiência do usuário) do site, incluindo ferramentas que facilitem a atenção ao cliente e até mesmo o pós-venda. Dentro disso, um ponto importante são os meios de pagamento oferecidos aos consumidores. Estes precisam estar sempre condizentes com as demandas de agora. Imagine, hoje em dia, uma loja virtual não aceitar pagamentos via cartão de crédito? Ela não conseguiria se manter ativa.

O fato é que o e-commerce tende a ficar obsoleto com mais facilidade. Para uma loja em um ponto físico estar em local de movimento e privilegiado é primordial. Já no digital a competição é acirrada e as lojas competem com milhares de outros sites de outros países, uma vez que a internet é um mundo sem fronteiras. A pesquisa “O Perfil do E-Commerce Brasileiro 2018” da PayPal Brasil mostra que existem cerca de 675 mil e-commerces ativos no país. Além da concorrênica, há a necessidade de acompanhar constantemente as rápidas mudanças nos algoritmos do Google, Facebook, e também no comportamento dos consumidores e suas dores. No segmento de pagamentos, o longo tempo de confirmação de compras via boleto e ausência de opções de pagamento em dinheiro físico eram empecilhos no momento de finalização das visitas às lojas online.

Como co-CEO de uma empresa que trabalha para oferecer a maior gama de possibilidades de pagamentos aos clientes virtuais, preciso estar atento a tudo que acontece no trade e pode influenciar positiva e negativamente as experiências de compra. O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), indica que nosso país conta com mais de 60 milhões de habitantes que não possuem contas em banco. Portanto, lojas que não contam com um serviço que atenda este público sofrem com a perda indireta de 60 milhões de novos consumidores em potencial. Visto estas demandas, criamos soluções como BoletoFlash e PECFlash que estão alinhadas com as necessidades de consumo do público e das lojas em seguir estas tendências.

Vivemos um momento de ebulição do varejo digital em que mais e mais consumidores querem inserir esta prática em seu cotidiano. A pesquisa Conversion do Consumidor Digital 2017, feita pela Conversion, agência especializada em SEO, apurou que 78% deles se sentem seguros ao comprarem pela internet. Isso mostra como as lojas virtuais cada vez mais se alinham às demandas e ultrapassam a barreira daqueles que não compravam via internet, pois não confiavam nas lojas, justificativa muito comum tempos atrás.

Em termos de logística, o momento de finalização da compra é crucial para o sucesso da loja. É nele que a loja se conecta à realidade do consumidor e pode disponibilizar combinações de meios e prazos para que ele escolha a que se melhor encaixa em seu perfil. Tratando-se de um meio tão democrático como o online, quanto mais opções, melhor. Da nossa parte, fica a extensa pesquisa e desenvolvimento de produtos que se adequem a qualquer tipo de demanda.

Por fim, destaco que o importante é estar em constante evolução para garantir sucesso nas vendas e, mais do que isso, engajar o maior número de pessoas possível. Cuide sempre das atualizações de sua loja, desde a captação de novos clientes, passando pelo pagamento até a entrega e pós-venda. Tudo está em constante mudança e não podemos deixar de acompanhar estes fluxos.

Ralf Germer, co-CEO e co-fundador da PagBrasil

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Emprestar dinheiro para outras pessoas e lucrar como bancos: isso existe?

Por Leonardo Rebitte

Vista anteriormente com um pouco de desconfiança pelo mercado e, agora, consolidada como uma opção altamente rentável e eficaz na estratégia de diversificação da carteira de investimentos, a modalidade de renda fixa Peer to Peer Lending (P2P) está atraindo cada vez mais investidores que buscam ganhos bem acima da taxa CDI.

As plataformas P2P baratearam os custos dos empréstimos, possibilitando aos investidores uma rentabilidade anual que pode chegar a 23% (ou 400% do CDI), já descontando o risco de inadimplência. Estes são números superiores à média dos ganhos com a renda fixa ao ano, que fica entre 7% a 8%.

O crédito P2P permite que um investidor empreste dinheiro para uma empresa – e até para outras pessoas – em troca da obtenção de ganhos com os juros. Ele se caracteriza pelo oferecimento de crédito a um custo mais baixo ao tomador e pela alta rentabilidade a quem empresta.

Do ponto de vista de retorno, o investidor tem a oportunidade de se transformar em um banco. E adivinha de onde vem grande parte do lucro dos bancos? Do crédito à pessoa física. Só em 2018, as instituições financeiras tiveram um saldo de R$ 1,791 trilhão proveniente de crédito para pessoas físicas, um crescimento de 8,6%.

Hoje, qualquer pessoa pode emprestar dinheiro a outra legalmente e receber juros. Em investimentos P2P, o investidor disponibiliza o seu dinheiro diretamente para quem precisa. Dentre as vantagens desse investimento, além do seu retorno financeiro – já mencionado anteriormente -, está a rapidez do processo, que é todo online.

Nessa modalidade, o investidor está no controle e, ao invés de passar por um processo longo e complexo de análise de crédito, ele conta com a tecnologia para agilizar a aprovação dos empréstimos. E como a operação não fica subordinada ao alto valor do spread brasileiro, o custo de toda a operação se torna bem menor.

Vale ressaltar que no caso de empréstimo entre pessoas, o investidor não está sujeito a nenhuma ilegalidade de agiotagem, pois as transações são feitas através de instrumentos legais, como Cédulas de Crédito Bancário (CCB), que o torna dono do direito de recebimento dos juros do empréstimo.

Ok, mas isso é confiável?

Ao investir em empréstimos P2P, o investidor tem o mesmo risco que um Banco ao oferecer crédito na praça. Para minimizar a taxa de inadimplência, as fintechs contam com a mesmas estratégias e tecnologias das grandes instituições financeiras para análise de crédito.

Assim, as pessoas podem emprestar dinheiro entre si com a mesma segurança, solidez e tecnologia e o mais interessante: pegar uma parte do lucro que ficaria com o banco. Por isso que digo que ao investir em crédito P2P, o investidor se torna um banco.

Hoje, qualquer pessoa pode emprestar dinheiro legalmente e receber juros. O investidor, além de além de auferir retornos maiores do que investimentos mais usuais nos bancos, também ajuda outras pessoas a alcançarem seus objetivos.

Milhares de pessoas estão lucrando e outras milhares foram incluídas de volta ao mercado de crédito ao ter a oportunidade de quitar as suas dívidas com o dinheiro emprestado a juros menores. Outras estão realizando seus sonhos, montando o próprio negócio, reformando a casa e investindo em educação e qualificação profissional.

Claro que aportar dinheiro e ter alta rentabilidade é a meta dos investidores e de pessoas comuns que buscam novas opções de investimentos com alto retorno. Mas, quer saber? Ajudar outras pessoas a alcançarem seus objetivos também é algo prazeroso e o melhor, faz bem para a nossa alma.

Leonardo Rebitte, CEO da Mutual

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Rebel é uma das empresas selecionadas pelo Google Launchpad Accelerator

No último dia 11, o Launchpad Accelerator, programa de aceleração do Google, anunciou oito startups brasileiras que participarão de seu programa de mentorias e conexões globais. Entre as empresas anunciadas, está a Rebel, plataforma online de crédito pessoal.

Essa é a terceira vez que o Launchpad Accelerator desenvolve uma seleção específica para o Brasil e, para esta edição, foram selecionadas empresas que aplicam o machine learning em seus negócios, focando na área de comércio eletrônico, finanças, educação e saúde.

A fintech Rebel se diferencia por utilizar Machine Learning e Big Data para oferecer propostas de crédito personalizadas, que levam em consideração mais de 2 mil variáveis para calcular taxas e parcelas de acordo com o perfil de cada cliente. Além disso, é a única do mercado a utilizar blockchain para certificação dos contratos, o que traz maior segurança aos empréstimos.

“Pensando no enorme desafio que temos, faz todo o sentido atuarmos em conjunto com referências mundiais como o Google. Receber apoio, tanto em infraestrutura quanto em conhecimento, é fundamental para entregarmos um produto cada vez melhor de tal forma a quebrarmos o ciclo dos juros abusivos em nosso país.”, conta Roberto Ono Filho, Chief Data Scientist da Rebel.

Junto das outras sete startups selecionadas, a Rebel começará a trabalhar com o Google em abril. O Launchpad Accelerator vai até o final de junho.

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Fintech ganha mercado com empréstimos de até R$3 mil

Nos últimos anos, devido à crise, o Brasil vem acumulando números desanimadores na economia. Este cenário respingou em muitas famílias que, com o desemprego e alta dos juros, perderam seu poder de consumo e passaram a ter recordes de endividamento.

De acordo com a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), realizada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), o percentual de famílias que relataram ter dívidas alcançou 58,6% em junho de 2018. Não coincidentemente, um levantamento realizado pela Ferratum, empresa especializada em empréstimos online sem burocracia, descobriu que 32,79% das pessoas que recorrem à concessão de crédito precisam do dinheiro justamente para liquidar contas em atraso.

Fundada na Finlândia em 2005, a Ferratum oferece empréstimos online no Brasil e em mais 24 países através de uma plataforma 100% digital e inovadora. Ao contrário das instituições financeiras convencionais, nas quais as pessoas encontram uma série de burocracias para obterem crédito, na fintech, os valores podem ser solicitados de forma rápida e segura.

‘A realidade econômica atual do país agravou a inadimplência e muitas famílias estão com contas em atraso, com dificuldades de pagar suas dívidas, seja por conta do desemprego ou queda na renda. Sair desta situação com empréstimos de pequenas quantias sem burocracias e sem tarifas escondidas é uma solução viável que pode ajudar a pessoa a se reestruturar financeiramente e fazer toda diferença em sua vida.’, diz Thomas Grimm, diretor da Ferratum Brasil.

Inovando processos financeiros com opções de crédito que variam entre R$200 e R$3.000 aos consumidores, a Ferratum oferece serviços especializados com custos menores do que os dos bancos para pagamento em até 12 parcelas. A solicitação é simples, basta definir o valor do empréstimo, o prazo para quitação, fazer o preenchimento do cadastro, assinar o contrato e aguardar a análise dos dados que validará as informações.

Antes de fechar o empréstimo, o site permite fazer uma simulação e saber antecipadamente o valor que deverá ser pago em cada parcela. Caso o cadastro seja aprovado, o dinheiro entra na conta em até 24 horas sem cobrança de taxa ou tarifa de emissão de empréstimo.

Se o pedido for feito antes das 15h (em um dia útil), o dinheiro pode cair na conta até no mesmo dia, sem cobrança de taxa ou tarifa de emissão de empréstimo.

‘Colocar tudo na ponta do lápis em uma lista de tudo o que deve é o primeiro passo para se organizar. É preciso saber exatamente onde está gastando e o que pode cortar para ver quanto dinheiro sobra de forma a ser possível pagar o total ou parte da dívida. Com um pouco de disciplina financeira e paciência, é possível colocar as contas em ordem’, conta Thomas.

A Ferratum é uma das empresas líderes na revolução bancária por aplicativos móveis oferecendo aos clientes soluções transparentes, rápidas e fáceis de usar para empréstimos e serviços bancários por celular.

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Fintech leva 2h30min para arrecadar R$ 140 mil em empréstimos para franqueado do China In Box

Obter empréstimos mais baratos para financiar a expansão de suas franquias. Esse objetivo leva grandes grupos de franqueadores a fechar parcerias com a Kavod Lending – fintech de financiamento coletivo (crowdfunding). A primeira operação da Kavod em parceria com o grupo TrendFoods, dono das marcas China In Box e Gendai, foi lançada para levantar R$ 140 mil em empréstimos para uma franquia da China In Box e o valor foi captado em menos de 2h30min. A Kavod Lending, que também tem parceria com o grupo Sterna Café, aproxima pessoas físicas que querem investir melhor o seu dinheiro e empresas que buscam crédito com taxas mais baixas que as praticadas pelo mercado financeiro tradicional. Os juros para o tomador de crédito partem de 1,1% ao mês e o prazo máximo para pagar é de 24 meses.

“O processo é online, por isso a arrecadação pode ser extremamente rápida. Para o franqueador esse tipo de parceria é interessante porque permite que ele apresente uma linha de crédito muito mais condizente com a necessidade de seus franqueados, atuais e futuros, com muito mais agilidade e menor custo do que os bancos tradicionais”, afirma Fábio Neufeld, CEO e cofundador da Kavod Lending. A iniciativa também é relevante para o investidor, que pode emprestar seu dinheiro para empresas que conhece. O investimento mínimo na plataforma é de R$ 5 mil e o retorno varia entre 170% a 250% do CDI.

Todas as operações da Kavod Lending contam com garantias reais, prestadas pelas empresas que buscam o crédito. Essas garantias podem ser recebíveis de cartão de crédito, alienação imóveis, máquinas, investimentos etc. Além disso, ainda é disponibilizado um Relatório de Risco do Serasa, que é imparcial na análise, com uma nota de crédito (rating) de cada empresa. “A Kavod também realiza uma análise técnica antes de lançar qualquer operação. Essas iniciativas, em conjunto, mitigam o risco da operação e permitem que seu custo seja menor”, ressalta Renato Douek, cofundador e CMO da Kavod.

Grupos de franqueadores, franquias e investidores podem obter mais informações sobre as operações no site http://www.kavodlending.com.

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O que as fintechs de crédito têm a oferecer para o investidor brasileiro – Por Leonardo Rebitte

O mercado financeiro brasileiro ainda é considerado um dos mais tradicionais em relação aos produtos disponíveis: Poupança, Tesouro Direto, ações na Bolsa de Valores, títulos de crédito como LCIs e LCAs e empréstimos como os CDBs, fundos de renda fixa, previdência privada, entre outros, são apenas alguns exemplos.

E mesmo com tantas escolhas, o Banco Central registra que atualmente o Brasil possui mais de 21.700 agências bancárias em seus 5.588 munícipios, e por baixa movimentação ou falta de segurança, se movimentam para fechar agências e baixar custos. Em 2017, o IBGE registrou que 60 milhões de brasileiros maiores de idade eram desbancarizados e essa parcela chamou a atenção das fintechs, por oferecerem novos serviços sem vínculos com outras instituições financeiras.

Nesse cenário onde o modelo bancário está em constante retração, com diminuição de número de agências, redução de funcionários, entre outros pontos, as fintechs de crédito tonaram-se uma solução disruptiva em um sistema bancário que há muito tempo não inova suas práticas.

Com a chegada ao mercado brasileiro, essas fintechs possibilitaram que os pedidos e concessões de empréstimo se tornassem mais simples e descomplicadas, sem grande parte das burocracias exigidas no sistema bancário tradicional. No sistema de empréstimo peer to peer, por exemplo, permite que o investidor defina o valor que será emprestado, em quantas parcelas poderão ser pagas, dia ideal do pagamento e qual o valor da taxa de juros que será aplicado ao empréstimo.

Enquanto a poupança oferece rendimento de 4,9% a.a, a Selic de 7% a.a, o CDB de 9,34% a.a, em um prazo de 12 meses, o rendimento concedido em um empréstimo em uma fintech pode alcançar até 115%, 20 vezes mais que a poupança, de acordo com levantamento da Mutual

Além disso, essas empresas apostam na transparência e em um contato mais direto entre os tomadores e os investidores. Isso corrobora para que o investidor tenha mais controle e informações sobre os seus recursos, sem ficar preso a linguagem bancária ou as instruções de seu gerente.

Além de atrair novos clientes, as fintechs de crédito vêm há mais de 10 anos provando como movimentar a economia de modo saudável. A exemplo do que já acontece nos Estados Unidos, por exemplo, onde esse modelo de negócio tem contribuído para a movimentação do mercado financeiro. Por outro lado, a China também desponta como líder mundial nesse cenário, país onde grande parcela de seus habitantes não tem acesso aos bancos.

A segurança aumenta cada vez mais quando o assunto são transações por meio das fintechs. Com ferramentas que analisam os riscos para cada tipo de operação apoiadas em diversos tipos de informação, principalmente do SCR – Sistema de Informações de Crédito do Banco Central, onde são avaliadas centenas de critérios em um processo rigoroso que resulta em uma nota de crédito para cada solicitação, a população ganha mais um aliado na hora de pedir empréstimo.

Esse é apenas o início de uma nova prática, que irá se popularizar à medida que as fintechs fizerem parte da carteira de investimentos e se tornarem mais competitivas em seus mercados de atuação.

Leonardo Rebitte, CEO e sócio fundador da Mutual, plataforma de empréstimo entre pessoas.

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Fintech de gestão de boletos bancários é a nova aposta da SuperJobs Ventures

A ReCB, fintech de gestão de gestão de cobrança e pagamentos via boletos bancários, recebeu um investimento da venture builder Superjobs, equivalente a uma participação de 11,11%. “Esse é o nosso número da sorte”, diz o CEO Marcos Botelho. A Superjobs tem investimentos em 23 startups, sendo 17 delas brasileiras e 7 estrangeiras, mas é a primeira vez que uma empresa do Nordeste faz parte do portfólio.

Sediada em Teresina, no Piauí, a fintech ReCB tem apenas 18 meses de vida, e está presente em 10 estados mais Distrito Federal e apresenta um valor transacionado de R$ 41,2 milhões. O valor representa uma parcela ínfima do gigantesco mercado brasileiro de boletos bancários, que movimenta por ano R$ 2,9 trilhões, segundo dados da Federação Brasileira de Bancos (Febraban). Desde 2006, o volume de boletos pagos cresce a uma taxa média de 11% ao ano. Em 2017, por exemplo, foram 2,5 bilhões de boletos pagos.

A maior parte dos 20 mil pagamentos processados durante o mês são de clientes com negócios na região Nordeste. Agora, com a injeção de recursos da Superjobs, a fintech vai expandir as atividades para outros estados e ampliar o quadro de funcionários. “Esperamos crescer mais e entrar em outras praças, especialmente São Paulo, onde é importante ter uma presença forte, aumentando a nossa participação de mercado”, afirma Rodrigo Lima, 36 anos, que gerencia o negócio ao lado dos sócios, Lucas Veras e Delphino Luciani, e mais dois funcionários.

“Trazer a ReCB para São Paulo, capital do mercado financeiro no País, é o caminho natural para uma empresa que tem grande potencial de crescimento. Vamos abrir inúmeras portas e oportunidades que permitirão à empresa mudar de tamanho e patamar”, afirma o CEO da Superjobs, Marcos Botelhp. Ele conta ter se surpreendido com a praticidade e simplicidade do sistema online de gestão de cobrança e pagamentos desenvolvido pela ReCB. “Fiquei impressionado com a facilidade com que a fintech resolveu uma lacuna do mercado financeiro, que é gestão de recebimentos via boletos, e a capacidade de execução e desenvolvimento do gestor e do time”, explica Marcos Botelho. De 2016 para até o mês de março, o número de clientes da ReCB cresceu 50%, passando de 245, para 375.

O foco da ReCB são micro, pequenas e médias empresas, empreendedores informais e a área de educação (mensalidades de faculdades e comissões de formatura) que por gerarem um volume pequeno boletos costumam ter um custo bancário mais elevado. Além disso, também oferece ferramentas de gestão de recebimentos de boletos para pessoa física, como vendedores de produtos de beleza, contadores, advogados, profissionais liberais, entre outros.

O cliente da ReCB tem opção de fazer a cobrança por meio de uma plataforma inteligente, com envio de boletos por e-mail, SMS ou carta (boleto impresso) e um módulo de cobrança automatizada. A plataforma permite configurar critérios de cobrança e disparar avisos por e-mail e SMS dias antes ou depois do vencimento, para que o cliente esteja ciente dos boletos a pagar, aumentando assim a adimplência da empresa.

A experiência positiva com a ReCB despertou o interesse da venture capital em conhecer outras empresas digitais de alto impacto sediadas no Nordeste. A Superjobs ajuda startups inovadoras, injetando não apenas recursos financeiros, mas contribuindo também com uma área de pesquisa para os CEOs, networking, estratégia de crescimento, ajudando a liderar as próximas rodadas de investimento das startups do portfólio, de modo a deixar os executivos focados na operação do negócio.

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EqSeed prorroga até 20 de maio inscrições para startups captarem até R$2 milhões cada no segundo semestre

A EqSeed, plataforma que conecta startups a investidores, prorrogou até 20 de maio seu processo de seleção de startups. A fintech está selecionando empresas interessadas em participar de rodadas individuais de investimento para captar entre R$ 300 mil e R$ 2 milhões cada no segundo semestre de 2018. Serão escolhidas até dez startups e as inscrições devem ser feitas por meio do site www.eqseed.com/captar. A expectativa da plataforma é que cerca de mil empresas apliquem para o processo seletivo.

“Estamos recebendo muitas propostas interessantes e por isso decidimos oferecer mais uma semana. Mais de 2 mil startups já aplicaram para nossos processos de seleção de empresas, e dessas empresas somente as 18 consideradas as mais promissoras foram selecionadas para efetuar suas rodadas de investimento pela plataforma. Esse rigor na avaliação, afinal o índice de aprovação é de 1%, é o que garante a qualidade das empresas, e que, por sua vez, atrai os investidores para construam seus portfolios de investimento em startups conosco”, afirma Greg Kelly, sócio-fundador da fintech.

No que diz respeito ao perfil das empresas potencialmente selecionáveis, Kelly explica que a plataforma procura por startups já com um produto ou serviço pronto e tração nos seus mercados.”Procuramos escalabilidade e disrupção nos modelos de negócios, que são os alicerces das startups que tendem a se transformar nas próximas empresas de grande porte no médio e longo prazo. Também avaliaremos em detalhe a equipe, seu plano de negócios e mercado alcançável, além de um due diligence, verificando se a empresa não tem pendências ou dívidas. Startups de qualquer setor que atendam aos pré-requisitos do processo podem concorrer”, explica.

Investimentos em franca expansão

A EqSeed vive um momento de intenso crescimento, principalmente após se tornar a primeira plataforma de investimentos em startups aprovada pela Comissão de Valores Mobiliários em janeiro desse ano. Entre outros vários indicadores, a empresa ultrapassou a marca dos R$ 5 milhões investidos e registrou crescimento de 20% na sua base de investidores somente em 2018, base que hoje conta com mais de 12 mil investidores pessoa jurídica e pessoa física. O ticket médio dos investidores na plataforma superou R$ 11 mil em todas as rodadas nos últimos 12 meses.

O último processo de seleção, do primeiro semestre de 2018, já confirmou 8 rodadas de investimento, sendo que 4 já foram concluídas (Housed, DinDin, Allugator, Kokar), duas estão abertas (GreenAnt e Sirius), e mais duas estão por iniciar ainda no primeiro semestre. Agora, a empresa busca até 10 startups para rodadas no segundo semestre. Dessa forma, a meta total somente em 2018 é totalizar R$ 12 milhões investidos em até 20 rodadas de investimento.

“As rodadas de investimento na EqSeed são concluídas em somente 9-60 dias dado nosso foco intenso na qualidade das empresas selecionadas, e a reputação que isso em torno gera com os nossos investidores. Ainda, com a aprovação da plataforma pela CVM, o investidor agora pode investir em startups e empresas em expansão de maneira segura e confiável. Por isso que cada vez mais empresários, executivos, professionais e até investidores pessoas jurídicas estão construindo suas carteiras de investimentos em startups via EqSeed.”, finaliza.

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A explosão das fintechs e como elas vão agitar o mercado em 2018

Por Marcelo Oliveira

As fintechs estão revolucionando a maneira como as pessoas lidam com seu dinheiro. Elas tornaram esse processo mais rápido, transparente e barato. E o público têm gostado disso. As startups que abusam da tecnologia no setor financeiro representam um desafio e tanto para os bancos.

Os grandes grupos do segmento já acreditam que considerável parte dos lucros estará nas mãos de atores diferentes em um futuro próximo. O banco norte-americano Goldman Sachs estima que 20% de seu mercado pode ser abocanhado pelas fintechs.

Um estudo feito pela PwC entrevistou 176 presidentes-executivos de instituições financeiras de todo mundo e mostrou que 81% desses líderes acreditam que a velocidade das mudanças tecnológicas ameaça o crescimento de suas companhias.

Segundo último estudo do Radar FintechLab, realizado em novembro do ano passado, o Brasil abrigava 369 fintechs – crescimento de 36% em relação ao levantamento de fevereiro do mesmo ano. O presidente do Itaú, Roberto Setúbal, já afirmou em evento da Febraban que os bancos “têm de correr”.

Esse número, no entanto, não reflete a capacidade máxima desse setor. Há ainda muito espaço para crescimento e surgimento de novos empreendimentos que melhorem a experiência de acesso, informação e uso dos mecanismos financeiros. As oportunidades são muitas, mas mais importante do que enumerá-las, é definir sua essência: “massificação” de oferta e foco absoluto na experiência centrada no cliente. A rentabilidade do negócio, sem dúvida, será uma consequência da gestão benfeita desses dois pilares.

As oportunidades de avanço e surgimento de novas fintechs são infinitas. Elas reinventaram a experiência, o uso e o acesso de serviços em um mercado que era altamente tradicional. E hoje, grandes conglomerados financeiros deixaram de lado a visão de concorrência e abriram suas portas para incubar e investir nessas iniciativas para reinventar os negócios. Um exemplo é o Cubo e a recente inauguração do Habitat do Bradesco.

Além disso, a queda de juros básicos da economia deve refletir nesse mercado de algumas formas. A vasta oferta de capital em busca de maior rentabilidade deve atingir positivamente a captação de recursos para startups, de plataformas digitais de investimento e crédito ao consumidor. Enfim, 2018 será um ano altamente positivo para o mercado de fintechs brasileiro e podemos esperar para ver grandes avanços no setor.

Marcelo Oliveira é Chief Product Officer do Verity Group, ecossistema de empresas que prestam consultoria para transformação digital e gestão de ponta a ponta – verity@nbpress.com

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Com aporte de R$ 46 milhões, Banco Central autoriza primeira fintech a criar corretora de valores

Após oito anos de existência, a Toro Investimentos, fintech de investimentos e educação financeira, recebeu um aporte de R$ 46 milhões por cerca de 25% de suas ações. Um dos responsáveis pelo investimento é Eugênio Mattar, atual CEO da Localiza. O valor da transação, equivalente na época a U$ 14,7 milhões, foi maior do que os valores recebidos em 2014 pelos atuais “unicórnios” Nubank e Robinhood, que capitalizaram respectivamente U$ 14,3 mi e U$ 13 mi naquele ano.

No primeiro trimestre deste ano, o Banco Central do Brasil e a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) autorizaram a companhia a operar como corretora de valores. Com a autorização, a Toro Investimentos se tornou uma das únicas empresas independentes do país (não ligada a um banco) a abrir uma corretora do zero nos últimos 20 anos e a primeira fintech da história do país a fazer esse movimento.

“Vimos que era necessário transformar as bases sobre as quais o mercado de corretoras foi construído para poder revolucionar a experiência do cliente. Por isso decidimos abrir nossa própria instituição financeira” explica Gabriel Kallas, sócio-fundador da Toro Investimentos.

A Toro Investimentos foi fundada em 2010 por jovens de 18 anos que tinham como objetivo aliar tecnologia e educação para ajudar leigos no mercado financeiro a investir melhor. A empresa também foi uma das primeiras companhias a disponibilizar cursos sobre o tema de forma gratuita na internet. O resultado foram mais de 3 milhões de acessos por mês em seu site, 1 milhão de cadastros e mais de R$100 bilhões em investimentos movimentados por meio da sua plataforma online.

Com o lançamento da corretora planejado para os próximos meses, o objetivo da empresa até o fim do ano é se tornar a segunda corretora no país que mais cresce em abertura de contas e ensinar mais de 5.000.000 de pessoas a investir melhor por meio de seu novo produto.

A partir de hoje, a empresa inicia o pré-lançamento da nova corretora no portal da empresa www.toroinvestimentos.com.br, onde as pessoas poderão solicitar um convite para serem os primeiros a utilizar gratuitamente a nova plataforma.

“Acreditamos que a nossa grande missão é criar mercado, ajudando pessoas que as corretoras ainda não conseguem atingir e democratizando o acesso aos melhores investimentos”, afirma Kallas.

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Fintech de crédito corporativo F(x) recebe novo aporte de capital

Dan Cohen, da F(x)
Foto: Allan Kirsten

A F(x) – leia-se FdeX, fintech que conecta empresas que buscam crédito a fontes de financiamento, concluiu o aporte de capital junto à gestora de Venture Capital da e.BRICKS Ventures. Com os recursos, a fintech espera aumentar o seu portfólio de produtos e multiplicar a base atual de clientes.

“Com esses recursos iremos lançar a plataforma SaaS (Software as a Service), uma poderosa ferramenta que centralizará o relacionamento das empresas com o mercado financeiro, desenvolveremos mais funcionalidades de maneira mais rápida e ampliaremos a área comercial da empresa”, explica Dan Cohen, CEO da F(x).

Criada em 2016, a fintech oferece uma robusta plataforma online que conta com mais de 150 alternativas de financiamento entre bancos médios, fundos de investimento, financeiras, cooperativas de crédito, entre outros. Através de tecnologia de matching e inteligência artificial, os algoritmos da F(x) não somente identificam as melhores combinações entre a necessidades de financiamento das empresas e os financiadores cadastrados, como também fazem sugestões para que as empresas aumentem as suas chances de sucesso em uma captação.

“Estamos muito entusiasmados com a parceria e vamos trabalhar junto com o time da companhia para acelerar o crescimento e para transformar a F(X) em sinônimo de crédito para médias e grandes empresas no Brasil”, diz Pedro Sirotsky, managing director da e.Bricks Ventures.

A gestora de Venture Capital e.Bricks Ventures foi fundada em 2013 pelas famílias Sirotsky e Szajman, empreendedoras brasileiras conhecidas por seus grupos econômicos, Grupo RBS e Grupo VR, respectivamente. Com um posicionamento diferenciado no mercado de Venture Capital brasileiro, a e.Bricks Ventures trabalha junto aos fundadores para agregar muito mais do que apenas capital às empresas investidas. Como parte se sua estratégia, a gestora reuniu entre seus investidores empresários líderes de diferentes indústrias que estão comprometidos em apoiar o empreendedorismo como um meio de impactar a economia e a vida das pessoas. Desde de sua criação, a e.Bricks Ventures já realizou mais de 20 investimentos no Brasil e América Latina, incluindo algumas das startups de maior sucesso no mercado brasileiro, como Guia Bolso, Contabilizei, Infracommerce, Rock Content e AppProva.

Em franco crescimento

O último ano foi de grande crescimento para a F(x), que superou as previsões, alcançando 593 milhões de reais em propostas de financiamento, com 81 novas listagens em sua plataforma e mais de 150 usuários financiadores. A fintech também manteve seus investimentos em tecnologia e atingiu a versão 373 seu algoritmo core com a capacidade de realizar 30 mil matches por segundo com um índice de acerto de 89%.

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Fintech usa tecnologia blockchain para remessas internacionais

A BeeTech, startup brasileira provedora de infraestrutura para pagamentos internacionais, é a primeira fintech brasileira a entrar para a RippleNet – a principal rede de blockchain da Ripple, que permite às instituições financeiras realizarem remessas internacionais de forma rápida e com baixo custo. As transações chegam a ser 50% mais baratas e os pagamentos podem ser realizados em apenas segundos – até então, o tempo médio era de dois dias úteis.

Com a parceria, a BeeTech alcançará um novo passo para atender as necessidades dos clientes, reduzindo os custos e liquidando as remessas no mesmo dia. “A parceria da BeeTech com a Ripple nos dá um vislumbre do futuro que vem sendo desenhado para as transferências internacionais. Com o uso de tecnologias como o blockchain e a conexão de players do mundo todo com filosofias semelhantes, as fronteiras para uma vida global estão cada vez menores. A rede da Ripple proporciona uma solução escalável, segura e de alta velocidade para movimentação de valores, algo que vem se tornando fundamental para facilitar a vida de empresas e pessoas a nível global. Acreditamos que essa parceria nos deixa mais próximos de alcançar a nossa missão de criar um mundo sem fronteiras financeiras”, diz Fernando Pavani, CEO da fintech.

A Ripple fornece uma experiência sem atrito para envio de dinheiro internacional. Ao se juntar a crescente rede global, as instituições financeiras podem processar os pagamentos de seus clientes em qualquer lugar do mundo com a segurança da tecnologia blockchain, que garante o registro total de todas as transações, utilizada pelo novo parceiro da BeeTech. Além disso, os bancos e provedores de pagamentos podem usar a ferramenta digital XRP para, futuramente, reduzir seus custos e alcançar novos mercados.

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Fintech movimenta R$ 28 milhões em empréstimos coletivos em 2017

No Brasil, empréstimos costumam ser associados a dívidas e por isso, acabam soando como algo negativo. Entretanto, empréstimos não necessariamente são feitos em um momento delicado da empresa. Eles também são uma ótima oportunidade para crescimento e investimentos, principalmente nos primeiros meses do ano, quando as companhias precisam de um incentivo para crescer, contratar mais funcionários entre outras despesas.

Com apenas dois anos de operação e pioneira no país na modalidade P2P – empréstimo coletivo -, a Nexoos (www.nexoos.com.br) – fintech que conecta pequenas e médias empresas que necessitam de empréstimos a potenciais investidores – comemora o aumento no número de investidores, de empresas investidas e também do valor arrecadado.

A comparação com o ano anterior demonstra um crescimento de 1300% no valor financiado, que passou de R$ 2 mi para R$ 28 mi. O marketplace de empréstimos fechou o ano com um recorde de financiamento: uma das rodadas de novembro teve R$ 1 milhão financiado para 12 empresas em apenas 10 minutos.

Entre as vantagens para a empresa e o investidor, o CEO da Nexoos, Daniel Gomes, destaca: “Neste modelo o investidor tem liberdade e sabe exatamente aonde está investindo, pois a empresa precisa detalhar o uso que fará do dinheiro arrecadado e o empreendedor também sabe qual o custo total do empréstimo, já com as taxas aplicadas. O processo é 100% digital e além de menos burocrático, oferece taxas de juros bem menores que as dos bancos convencionais, podendo ser até 70% menores”.

800% mais empresas investidas

O número de empresas financiadas também subiu de 21 para 203, um aumento de mais de 800%. Metade delas é do segmento de Serviços. Já a taxa de inadimplência se manteve estável, abaixo de 4%.

Pequenas e médias empresas com faturamento mínimo anual de R$ 250 mil podem solicitar empréstimos à Nexoos. A análise de crédito é digital e 90% automática, com o uso de inteligência artificial. As métricas para aprovação se baseiam em dados que apontam o potencial do negócio, como consultas automatizadas aos bureaus de crédito, pré-análise automática e até avaliações de redes sociais.

5 mil novos investidores

No que se refere aos investidores, eram 2 mil em 2016 e agora somam 7 mil, representando um crescimento de 250%. O investidor se cadastra na plataforma e investe um valor mínimo de R$ 6 mil na primeira rodada. Após este investimento inicial, ele tem a liberdade de escolha e decide quanto, quando e em qual PME quer investir.

Cada investidor pode emprestar até 5% do valor solicitado pela PME. É uma aposta na empresa, ainda que ele não adquira parte do negócio ou que tenha participação nos lucros.

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