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FGV: Confiança empresarial retorna à situação anterior à pandemia de covid-19

O Índice de Confiança Empresarial (ICE) da Fundação Getulio Vargas (FGV IBRE) subiu 3,0 pontos em setembro, para 97,5 pontos, ficando 1,5 ponto acima do nível de fevereiro deste ano, último mês antes de a economia ser fortemente abalada pela crise de saúde.

O Índice de Confiança Empresarial (ICE) consolida os índices de confiança dos quatro setores cobertos pelas Sondagens Empresariais produzidas pelo FGV IBRE: Indústria, Serviços, Comércio e Construção.

O Índice de Situação Atual Empresarial (ISA-E) subiu 4,4 pontos, para 93,0 pontos, nível também superior ao de fevereiro (92,5 pts). O Índice de Expectativas (IE-E) subiu 4,9 pontos, para 101,0 pontos, recuperando 97% das perdas de março-abril e atingindo a zona de neutralidade, em torno de 100 pontos.

Pelo lado das expectativas, os empresários manifestam certa neutralidade (nem otimismo nem pessimismo) em relação à evolução dos negócios nos próximos três a seis meses, exceto pelo setor industrial, que está otimista neste horizonte de tempo. Os componentes de Demanda (3 meses) e Tendência dos Negócios (6 meses) fecharam setembro em torno dos 100 pontos e o de Emprego Previsto (três meses) em 94 pontos.

Apenas a confiança da Indústria subiu mais fortemente em setembro, passando a ser o primeiro setor a recuperar as perdas de março e abril. Comércio e Construção caminham logo atrás, no sentido na neutralidade. O Setor de Serviços registra uma recuperação mais lenta, principalmente em função da percepção desfavorável das empresas com relação à situação atual, cujo índice representativo (ISA-S) ficou praticamente estável no mês e abaixo dos 80 pontos.

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FGV realiza workshop sobre Private Equity, Venture Capital e Investimentos em Startups

A Fundação Getulio Vargas realizará na segunda-feira (2/12), a partir das 8h30, em São Paulo, um workshop sobre o mercado de private equity, venture capital e investimentos em startups. O objetivo é debater o crescimento e desenvolvimento do país a partir dos investimentos em startups, inovação, venture capital e private equity.

O evento reunirá em um mesmo ambiente investidores, gestores de private equity e venture capital, corporações interessadas em inovação, conselheiros e executivos de fundos de pensão, formuladores de políticas públicas, consultores, advogados, fundadores de startups e demais interessados no tema.

O workshop será dividido em quatro painéis: Alocação pelos LPs em Venture Capital e Private Equity: Desafios e Oportunidades; Investimentos de Private Equity; Inovação, Venture Capital, Private Equity e a Revolução nos Negócios Tradicionais; e Venture Capital e Investimentos em Startups.

Participam grandes nomes do mercado como: Eric Acher, sócio, Monashees; Luís Ricardo Martins, presidente, ABRAPP; Luiz Chrysostomo, sócio, NEO Investimentos e Diretor, ANBIMA; Carlos Garcia, sócio, Itajubá Investimentos; Alexandre Saigh, sócio, Patria Investments; Cristiano Lauretti, sócio, Kinea Private Equity; Mario Malta, sócio, Advent International; Priscila Rodrigues, sócia, Crescera Investimentos; Luiz Maia, sócio, Brookfield; Anderson Thees, sócio, Redpoint eventures; Frederico Pompeu, sócio, BTG Pactual e head, BoostLab; Rafael Padilha, diretor, Bradesco Private Equity & Venture Capital; Cláudio V. Furtado, presidente, INPI; Fernando Wagner da Silva, sócio, Crescera Investimentos; Izabel Gallera, sócia, Canary; Laura Constantini, sócia, Astella Investimentos; Pedro Oliveira, senior investment officer, Kaszek Ventures; e Maria Rita Spina Bueno, diretora executiva, Anjos do Brasil.

Inscrições:http://educacao-executiva.fgv.br/sp/sao-paulo/eventos/workshop-de-lancamento-do-mba-em-private-equity-venture-capital-e-investimentos-em-startups?geo-popup=hide

Workshop Private Equity e Venture Capital

Data: 2 de dezembro de 2019

Horário: 8h30-13h

Local: FGV – Rua Itapeva, 432 – Auditório FGV

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FGV promove workshop gratuito sobre Investimentos em startups

Apresentar caminhos para quem deseja conhecer melhor e trabalhar com startups, indústria de private equity e venture capital. Essa é a proposta do workshop de lançamento do MBA em Private Equity, Venture Capital e Investimentos em Startups. O evento acontece na quarta-feira, dia 27, na sede da FGV, em Botafogo.

O encontro terá dois painéis: “Investimentos de Private Equity” e “Venture Capital e Investimentos em Startups”. Dentre os palestrantes estão gestores de empresas desses setores, como Axxon Group, Brookfield, Crescera Investimentos, DXA Investments, e.Bricks Ventures, HIG Capital, Monashees, Vinci Partners, entre outros convidados.

Evento: Workshop de lançamento do MBA em Private Equity, Venture Capital e Investimentos em Startups

Data: 27/03/2019
Local: FGV Botafogo (Praia de Botafogo 190, Auditório 12º andar).
Horário: das 8h30 às 13h30
Inscrições: fgv.br/eventos-nucleo-rio

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Revista Direito GV abre chamada de artigos sobre direito e tecnologia

A Revista Direito GV, publicação acadêmica da FGV Direito SP, terá um dossiê especial em 2019 sobre direito e tecnologia. O objetivo da publicação é reunir artigos com diferentes abordagens multidisciplinares sobre os impactos da tecnologia no mundo jurídico.

Assim como em outros setores da economia, o setor jurídico não se manteve alheio às mudanças na sociedade trazidas pela incorporação gradual de soluções tecnológicas e os impactos no mercado de trabalho podem ser enormes – no limite, podem substituir a própria figura do advogado e da advogada. Neste cenário de incertezas e transformações significativas, há a necessária de realização de estudos aprofundados para mapear os contornos do futuro das profissões jurídicas, com o intuito de investigar estratégias nos setores privado e público para melhor lidar com o potencial disruptivo da utilização das novas tecnologias.

Da mesma forma, a alteração do papel dos profissionais do direito também exige uma reflexão urgente sobre o modo como os estudantes e futuros profissionais da área são preparados para tais desafios. Além disso, a integração entre direito e tecnologia não pode prescindir da perspectiva dos direitos fundamentais dos indivíduos e de questões como garantias processuais, privacidade, segurança e proteção dos direitos de personalidade, para se limitar a algumas.

Diante deste cenário, a Revista Direito GV abriu chamada para artigos sobre os seguintes temas: impacto da tecnologia na prática jurídica; automação nas profissões jurídicas públicas e/ou privadas; uso de ciência de dados e business intelligence nas atividades jurídicas; uso de blockchain na atividade jurídica; plataformas de mediação, conciliação e arbitragem e demais meios de resolução extrajudicial de conflitos; e impactos de novas tecnologias no ensino jurídico.

Serão privilegiados artigos que inovem em relação à literatura já existente nesse campo, que apresentem pesquisas empíricas com dados atuais sobre a inserção de tecnologia no mundo jurídico, que descrevam e analisem casos de soluções tecnológicas que estejam impactando a atuação dos profissionais da área e/ou façam revisões de literatura com método e objetivo de mostrar as obras sobre o tema sob perspectiva inovadora.

Os editores convidados para a edição especial são Alexandre Pacheco da Silva e Marina Feferbaum, professores da FGV Direito SP e coordenadores do Centro de Ensino e Pesquisa em Inovação (CEPI) e Emerson Ribeiro Fabiani, coordenador do Programa de Pós-Graduação Lato Sensu da FGV Direito SP (FGVlaw).

O prazo para a submissão de artigos é 31 de janeiro de 2019.

Acesse o edital nos links abaixo.

EDITAL – Versão Português

http://direitosp.fgv.br/sites/direitosp.fgv.br/files/arquivos/RDGV/chamada-de-artigos_direito-e-tecnologia.pdf
EDITAL – Versão Inglês

http://direitosp.fgv.br/sites/direitosp.fgv.br/files/arquivos/RDGV/call-for-articles_law-and-technology.pdf
EDITAL – Versão Espanhol

http://direitosp.fgv.br/sites/direitosp.fgv.br/files/arquivos/RDGV/convocatoria-de-articulos_derecho-y-tecnologia.pdf

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FGV realiza o workshop de lançamento oficial de seu “Núcleo de Estudos em Startups, Inovação, Venture Capital e Private Equity”

A Fundação Getulio Vargas promove no dia 9 de agosto, das 08h30 às 13h30, no Rio de Janeiro, o workshop de lançamento oficial do FGVnest – Núcleo de Estudos em Startups, Inovação, Venture Capital e Private Equity, com participação do presidente da FGV, Carlos Ivan Simonsen Leal, além de outras autoridades.

“A capacidade de empreender e inovar, associada à existência de investidores dispostos a tomar os riscos daí resultantes, como os fundos de venture capital e private equity, é fundamental para o aumento sustentável da produtividade, principal fonte de crescimento econômico no longo prazo. O Nest, como componente da FGV Crescimento e Desenvolvimento Econômico, tem como objetivo contribuir para difundir e fortalecer o empreendedorismo e a inovação”, aponta o diretor do FGV Crescimento & Desenvolvimento, Roberto Castello Branco.

Na ocasião, investidores, gestores de private equity e venture capital, empresas inovadoras, empreendedores e formuladores de políticas públicas debaterão o Impacto de Startups, Inovação, Venture Capital e Private Equity no Crescimento e Desenvolvimento do Brasil. A programação do workshop conta com três painéis que visam garantir um amplo espaço de reflexão sobre a possibilidade de construção de uma agenda positiva para o crescimento e desenvolvimento econômico do país por meio de negócios inovadores de alto impacto. O primeiro painel será “A Contribuição de Startups e Venture Capital no Desenvolvimento Econômico”; o segundo, “Inovação, Investimentos e Corporate Ventures”; e, por fim, o painel “Private Equity e Venture Capital: Presente e Futuro”.

Participarão dos painéis representantes da Anjos do Brasil, Antera Gestão de Recursos, Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Bozano Investimentos, BTG Pactual, Comissão de Valores Mobiliários (CVM), Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), Gaia Silva Gaede Advogados, Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), TOTVS, Turim Family Office e Vinci Partners, entre outros convidados.

“Esta iniciativa pioneira do FGV Crescimento & Desenvolvimento contribuirá ativamente com o ecossistema empreendedor de alto impacto do país. O FGVnest será um hub de referência nos segmentos de Startups, Inovação, Venture Capital e Private Equity, agregando, promovendo e estimulando iniciativas da própria FGV, bem como de investidores, empreendedores, formuladores de políticas públicas, empresas inovadoras e outras instituições acadêmicas, por meio da geração e disseminação de conhecimento”, afirma Caio Ramalho, coordenador do FGVnest.

Workshop de lançamento oficial do FGVnest – Núcleo de Estudos em Startups, Inovação, Venture Capital e Private Equity da FGV
Dia: 9 de agosto
Local: Auditório Engº M F Thompson Motta – Praia de Botafogo, 190 – 12º andar
Horário: 08h30 às 13h30
Inscrições: http://www.fgv.br/eventos/?P_EVENTO=4016&P_IDIOMA=0
Programação:

08h30 às 08h50 – Credenciamento

08h50 às 09h55 – Boas-vindas e Lançamento Oficial do FGVnest
– Carlos Ivan Simonsen Leal (Presidente, FGV)
– João Victor Issler (Diretor de Pesquisa, FGV Crescimento & Desenvolvimento)
– Pedro Cavalcanti (Diretor Executivo, FGV Crescimento & Desenvolvimento)
– Roberto Castello Branco (Diretor Institucional, FGV Crescimento & Desenvolvimento)
– Caio Ramalho (Coordenador, FGVnest)

09h55 às 10h55 – A Contribuição de Startups e Venture Capital para o Desenvolvimento Econômico
– Eliane Lustosa (Diretora de Investimento, BNDES)
– Alessandro Dantas (Diretor de Inovação e Propriedade Intelectual, MDIC)
– Fernando Silva (Sócio, Bozano Investimentos)
Moderador: Paulo Queiroz (Líder do Núcleo RJ, Anjos do Brasil)

10h55 às 12h15 – Inovação, Investimentos e Corporate Ventures
– Marcos Cintra (Presidente, FINEP)
– Juliano Seabra (Head de Inovação, TOTVS)
– Frederico Pompeu (Sócio, BTG Pactual e Head BoostLab)
– Rodrigo Pereira (Superintendente de Negócios e Inovação, B3) – a confirmar
Moderador: Mauro Jacob (Sócio, Gaia Silva Gaede Advogados)

12h15 às 13h25 – Private Equity e Venture Capital: Presente e Futuro
– Antonio Carlos Berwanger (Superintendente de Desenvolvimento de Mercado, CVM)
– Bruno Zaremba (Sócio, Vinci Partners)
– Robert Binder (Sócio, Antera Gestão de Recursos)
– Rodrigo Louro (Sócio, Turim Family Office)
Moderador: Cláudio Furtado (Professor, FGV EAESP)

13h25 às 13h30 – Encerramento

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Fake News, Democracia Internacional e Inteligência Emocional são temas da 6ª edição da “Semana de Educação Executiva” da FGV

A Fundação Getulio Vargas realiza em São Paulo, de 23 a 27 de julho, a sexta edição da “Semana de Educação Executiva”, com 12 palestras gratuitas de grandes nomes do mercado sobre os seguintes temas: Big Data Analytics; O perfil do novo profissional de Relações Governamentais que o mercado busca; Gestão da Mudança – Aspectos Comportamentais e Emocionais; Como Traduzir uma Estratégia Global na Realidade Local e Nacional; A Importância da Medicina Baseada em Evidência para Gestão de Clínicas e Hospitais; Inteligência Emocional: como liderar você mesmo e a equipe; A exclusão dos benefícios fiscais do ICMS das bases de cálculo do Imposto de Renda; Fake News; Como alavancar sua carreira, criando mais valor para sua empresa; Democracia Internacional e Planejamento Tributário como Ferramenta de Gestão de Valor para Profissionais de Finanças.

As palestras ocorrem a partir das 19h, na Unidade da FGV localizada na Rua Itapeva, 432 e contam com a presença de Eduardo Ramalho, Raul Cury Neto, Tauan Mendonça, Guilherme Maciel, Bruno Perman, Edmarson Barcelar Mota, Marcos Gaio, Fábio Ferreira de Carvalho Junior, Joceli Drummond, Renato Nunes, Salomão Fridman, Douglas Silveira, Paula Miraglia, Antonio André, José Henrique Bortoluci e Renan Santos.

Para participar, os interessados devem se inscrever pelo link http://portal.fgv.br/eventos/6a-semana-educacao-executiva

Vale ressaltar que as vagas são limitadas, por ordem de chegada, e o espaço é sujeito a lotação.

Confira a programação:

23/07 – SEGUNDA-FEIRA

Palestra: O que você está perdendo por não usar o Big Data Analytics

Palestrante: Eduardo Ramalho

Palestra: O perfil do novo profissional de Relações Governamentais que o mercado busca

Palestrantes: Raul Cury Neto, Tauan Mendonça, Guilherme Maciel e Bruno Perman

Palestra: Democracia entre indignados: da emergência global à crise da representação

Palestrante: José Henrique Bortoluci

24/07 – TERÇA-FEIRA

Palestra: Gestão da Mudança – Aspectos Comportamentais e Emocionais

Palestrante: Edmarson Barcelar Mota

Palestra: Como Traduzir uma Estratégia Global na Realidade Local e Nacional

Palestrante: Marcos Gaio

Palestra: Importância da Medicina Baseada em Evidência para Gestão de Clínicas e Hospitais

Palestrante: Fabio Ferreira da Carvalho Junior

25/7 – QUARTA-FEIRA

Palestra: Inteligência Relacional (IR) – Liderar a si mesmo e a Equipe

Palestrante: Joceli Drummond

Palestra: A exclusão dos benefícios fiscais do ICMS das bases de cálculo do Imposto de Renda e da Contribuição Social sobre o Lucro e a Lei Complementar nº 160/2017

Palestrante: Renato Nunes

Palestra: Diretor Financeiro – O Maestro do Negócio

Palestrante: professora Carla Beni e professor Salomão Fridman

26/7 – QUINTA-FEIRA

Palestra: Fake News

Palestrante: Douglas Silveira e Paula Miraglia

Palestra: Como alavancar sua carreira, criando mais valor para sua empresa

Palestrante: Antonio André Neto

27/7 – SEXTA-FEIRA

Palestra: Planejamento Tributário Como Ferramenta de Gestão de Valor para Profissionais de Finanças

Palestrante: Renan Santos

Conheça os cursos da FGV: www.fgv.br/educação-executiva

Semana de Educação Executiva

Data: 23 a 27 de julho de 2018

Local: FGV/SP – Rua Itapeva, 432 – próximo ao metrô Trianon Masp

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Professor da FGV diz que uso do Big Data vira tendência no futebol

Para o coordenador do curso de MBA em Marketing Digital da Fundação Getulio Vargas (FGV), André Miceli, a Copa do Mundo de 2018 mostra que a tecnologia desempenha cada vez mais um papel cada vez mais significativo dentro e fora de campo. De acordo com ele, a chave está na coleta de dados que giram em torno do desempenho e das características fisiológicas dos jogadores, a fim de monitorar e melhorar o rendimento de cada equipe.

“Muito se fala do árbitro de vídeo e do chip na bola, mas o Big Data está se tornando cada vez mais relevante no futebol. Já é comum técnicos usarem dados para analisar as características de cada jogador da sua equipe e dos adversários para traçar estratégias de jogo”, afirma André Miceli.

O professor da FGV diz que com as ferramentas de Big Data é possível construir um vasto conjunto de dados para armar as táticas de jogo em tempo real. “As estatísticas colhidas durante a partida sobem para a nuvem e abastecem a ferramenta. Assim, o treinador e sua equipe podem usufruir de dados como algoritmos preditivos, redes neurais, programas que registram padrões para fazer projeções futuras”, explica o especialista.

André Miceli ressalta que a posse desses dados pode fazer a diferença dentro de campo e resultar em um placar positivo. Ele lembra que esse pode ter sido o trunfo da seleção da Alemanha na Copa do Mundo de 2014, quando se tornou campeã.

“A seleção alemã usou o SAP Match Insights para vencer a Copa de 2014. Os dados permitiram melhorar a velocidade da equipe. Os tetracampeões, por exemplo, foram capazes de saber que os franceses concentravam seu jogo no meio e deixavam espaços nos flancos. Assim, venceram as quartas-de-finais. Na semifinal com o Brasil, eles já sabiam as jogadas preferidas da nossa seleção e as reações de seus jogadores em situações adversas”, descreve o professor da FGV.

Big Data – Miceli lembra que o futebol não é o único esporte que usa informações extraídas do Big Data. Ele cita que no beisebol, no basquete e no tênis há análises de dados há um bom tempo. “No entanto, dois exemplos de que a habilidade humana pode vencer a tecnologia são o Garrincha, e recentemente, o Robben, da Holanda. Todos sabiam para onde eles iam driblar, mas a genialidade dos craques era superior à previsibilidade da ferramenta e a habilidade humana continua sendo a principal fator de sucesso”, assegura o professor da FGV.

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FGV: Objetos conectados à internet podem chegar a 25 bilhões em 2020

Estimativas apontam que em 2020, a quantidade de objetos interconectados passará dos 25 bilhões, podendo chegar a 50 bilhões de dispositivos inteligentes. Já o impacto econômico global deve chegar aos US$11 trilhões em 2025. Esses números mostram a força dos objetos conectados à internet no nosso dia a dia e como será isso no futuro e os seus efeitos sobre a sociedade serão debatidos no lançamento do novo livro publicado pela Editora FGV em parceria com a FGV Direito Rio, “A internet das coisas”.

Escrito pelo professor Eduardo Magrani, o livro será lançado no próximo dia 19 de junho, às 19h, na Livraria da Travessa, no Shopping Leblon, Rio de Janeiro, com um bate-papo com Eduardo Peixoto, do Instituto CESAR em Recife e a Caitlin Sampaio, da PUC Rio.

Com 95% do mundo coberto por redes de celular e 84% com acesso à banda larga, somado ao rápido crescimento das redes 4G e 5G, o mundo segue o caminho sem volta de estar cada vez mais conectado, e, assim como as pessoas, tudo a nossa volta também passa a estar “logado”. A Internet das Coisas é basicamente o termo para o aumento da comunicação das máquinas pela internet, o desenvolvimento de utensílios e microdispositivos que por sensores e outras tecnologias captam dados a partir de seu ambiente, tornando-se parte integrante da internet em prol das facilidades da vida moderna.

“Cada vez mais as informações que circulam pela Internet não serão mais colocadas na rede tão somente por pessoas, mas por coisas e algoritmos dotados de inteligência artificial que trocam dados e informações entre si, formando um espaço de conexões de rede e informações cada vez mais automatizado”, afirma Eduardo Magrani.

Contudo, há ainda um longo caminho pela frente: metade da po­pulação mundial permanece sem acesso à internet banda larga; é a mesma parcela de pessoas sem conexão no Brasil. Apesar do cenário, o horizonte é promissor para o avanço das tecnologias digitais no país, que tem um dos mercados mais relevantes no segmento tecnológico. O governo federal iniciou recentemente uma discussão acerca da Internet das Coisas – geralmente referida sob o acrônimo IoT (Inter­net of Things) – e, como resultado dessa discussão, um Plano Nacional para a IoT vem sendo debatido.

“Internet das Coisas” é uma rede de reflexões sobre novas tendências e direcionamentos das tecnologias da informação e para onde vamos com essa nova onda tecnológica.

Lançamento – A Internet das Coisas

Data: 19/06 – Hora: 19h

Local: Livraria da Travessa – Shopping Leblon – Avenida Afrânio de Melo Franco, 290 – loja 205A

Autor: Eduardo Magrani

Páginas: 192

Editora FGV – Preço : R$ 40 (impresso) e R$ 32 (e-book)

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Editora FGV lança livro “Internet das Coisas” e seus potenciais efeitos sobre a sociedade

Qual o futuro da internet e quais os potenciais efeitos da Internet das Coisas sobre a sociedade? Essas e outras questões são tratadas no mais novo livro publicado pela Editora FGV em parceria com a FGV Direito Rio, “A internet das coisas”, escrito pelo professor Eduardo Magrani, e que será lançado no próximo dia 19 de junho, às 19h, na Livraria da Travessa, no Shopping Leblon, Rio de Janeiro.

Com 95% do mundo coberto por redes de celular e 84% com acesso à banda larga, somado ao rápido crescimento das redes 4G e 5G, o mundo segue o caminho sem volta de estar cada vez mais conectado, e, assim como as pessoas, tudo a nossa volta também passa a estar “logado”.

A Internet das Coisas é basicamente o termo para o aumento da comunicação das máquinas pela internet, o desenvolvimento de utensílios e microdispositivos que por sensores e outras tecnologias captam dados a partir de seu ambiente, tornando-se parte integrante da internet em prol das facilidades da vida moderna.

“Cada vez mais as informações que circulam pela Internet não serão mais colocadas na rede tão somente por pessoas, mas por coisas e algoritmos dotados de inteligência artificial que trocam dados e informações entre si, formando um espaço de conexões de rede e informações cada vez mais automatizado”, afirma Eduardo Magrani, que irá realizar um bate-papo durante o lançamento juntamente com Eduardo Peixoto, do Instituto CESAR em Recife e a Caitlin Sampaio, da PUC Rio.

Estimativas apontam que a combinação entre objetos inteligentes e big data poderá alterar significativamente a maneira como vivemos. Em 2020, a quantidade de objetos interconectados passará dos 25 bilhões, podendo chegar a 50 bilhões de dispositivos inteligentes. O impacto na economia é tão impressionante quanto esses números. A estimativa de impacto econômico global corresponde a mais de US$ 11 trilhões em 2025.

Contudo, há ainda um longo caminho pela frente: metade da po­pulação mundial permanece sem acesso à internet banda larga; é a mesma parcela de pessoas sem conexão no Brasil. Apesar do cenário, o horizonte é promissor para o avanço das tecnologias digitais no país, que tem um dos mercados mais relevantes no segmento tecnológico. O governo federal iniciou recentemente uma discussão acerca da Internet das Coisas – geralmente referida sob o acrônimo IoT (Inter­net of Things) – e, como resultado dessa discussão, um Plano Nacional para a IoT vem sendo debatido.

“Internet das Coisas” é uma rede de reflexões sobre novas tendências e direcionamentos das tecnologias da informação e para onde vamos com essa nova onda tecnológica.

Lançamento – A Internet das Coisas

Data: 19/06 – Hora: 19h

Local: Livraria da Travessa – Shopping Leblon – Avenida Afrânio de Melo Franco, 290 – loja 205A

Autor: Eduardo Magrani

Páginas: 192

Editora FGV – Preço : R$ 40 (impresso) e R$ 32 (e-book)

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FGV abre feira virtual com expectativa de mais de mil vagas de estágio e emprego

A Fundação Getulio Vargas (FGV) promove, em parceria com a Vero Solutions, entre os dias 2 e 11 de maio, a terceira edição da feira virtual de Estágio e Emprego – a FGV Talentos 2018. Devido ao sucesso da iniciativa nos anos anteriores, este ano a instituição ampliou parcerias com empresas de diferentes segmentos e conta com o patrocínio da Amil, Enel, Mattos Filho Advogados, Vivo e White Martins. O evento é gratuito e direcionado a estudantes de todo o Brasil que estejam cursando ensino superior ou pós-graduação e aos que concluíram o curso universitário nos últimos anos.

Dentro de um ambiente virtual (plataforma online em 3D), as empresas participantes devem divulgar mais de mil oportunidades de estágios, programas de trainee e vagas efetivas, além de selecionar virtualmente candidatos e divulgar conteúdo sobre carreiras e mercado de trabalho. Os participantes podem acessar informações e oportunidades de vagas em aberto nos estandes virtuais, assistir palestras, interagir com representantes das empresas, através de fóruns e chats online, e ainda participar de jogos sobre processos seletivos.

“Nosso objetivo é divulgar as oportunidades de estágio, programas de trainee e vagas de trabalho numa plataforma em que as empresas terão estandes virtuais e poderão selecionar os candidatos a partir da análise dos currículos, aplicação de testes e entrevistas, tudo isso online”, informam as organizadoras Beralda Lima, coordenadora de Estágio e Desenvolvimento de Carreiras da FGV no Rio de Janeiro, e Márcia Barroso, supervisora de Estágio da FGV Direito Rio. Nas duas primeiras edições, foram cerca de 80 mil visitas aos estandes virtuais e 32 mil candidaturas às duas mil vagas disponibilizadas.

As coordenadoras do evento avaliam a iniciativa como uma ação ecologicamente sustentável e com forte impacto social na orientação e inserção de jovens no mercado de trabalho. “O evento alinha-se com a missão da FGV, que é a de contribuir para o desenvolvimento socioeconômico do país, e a proposta de ser virtual atende o perfil das novas gerações, por se tratar de um meio de comunicação que a eles é mais familiar”, explicam Beralda e Márcia.

As empresas participantes são: Amil, Brasil Júnior, Brookfield Energia, Centro de Integração Empresa Escola – CIEE/Rio, Cervejaria Ambev, Coca-Cola Brasil, Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV), Dow, Enel, Fundação Estudar, KPMG, Lojas Americanas, Mattos Filho Advogados, OLX, Procter & Gamble, Seja Trainee, Siemens, Souza Cruz, Veirano Advogados, Vero Solutions, Vivo, WallJobs, White Martins, FGV e Vero Solutions.

Para conhecer as empresas participantes, fazer inscrição ou obter mais informações sobre a FGV Talentos 2018, visite o site www.fgv.br/fgvtalentos.

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Professor da FGV aponta desequilíbrio sistêmico com o “fim da neutralidade de rede” nos EUA

O professor e coordenador do MBA em Marketing Digital da FGV, André Miceli, definiu a decisão da Comissão Federal das Comunicações dos Estados Unidos (FCC, na sigla em inglês) de deixar de classificar a internet banda larga como serviço de utilidade pública no país como um “desequilíbrio sistêmico”. De acordo com ele, o resultado pode ser péssimo para o ambiente digital porque recentemente, pela primeira vez nos últimos anos, houve um desaquecimento nos investimentos de infraestrutura de acesso à internet.

“Nesse formato, teremos menos concorrência e menos possibilidade de evolução. A tendência é que os serviços piorem para os consumidores, e os distribuidores de conteúdo vão perder em performance”, ressalta André Miceli.

O professor da FGV explica que, com os servidores de internet ainda considerados de utilidade pública, não podia acontecer priorização desses pacotes. “Agora vai poder. Isso significa que, se você enviar dados no mesmo momento ou em uma rede que está lotada e tiver concorrendo com a Netflix, por exemplo, esta terá prioridade sobre o seu pacote porque ela deve ter um acordo diferenciado com esses provedores”, relata o especialista.

André Miceli aponta ainda que nesse novo formato, teremos menos concorrência e menos possibilidade de evolução. “A tendência é que os serviços piorem para os consumidores, e os distribuidores de conteúdo vão perder em performance”, analisa e completa: “Isso pode ser um tiro no pé dos próprios desenvolvedores de conteúdo. É um desequilíbrio sistêmico bastante significativo.”

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FGV lança o primeiro Doutorado em Project Management da América Latina

A Fundação Getulio Vargas (FGV) lança o primeiro Doutorado Internacional com enfoque em Gestão de Projetos, com aulas no Brasil e na Europa. O curso começa em janeiro de 2018 e é voltado para quem quer manter suas atividades profissionais. O programa integra a teoria e as questões comerciais reais, permitindo que os participantes dominem a pesquisa aplicada, para que eles possam tomar decisões de gestão e de negócios sólidas.

O DBA Profissional em Administração pela Universidade de Bordeaux, na França, proporciona aos executivos brasileiros a possibilidade de obter um diploma Europeu, fazendo um programa sob medida, com 3 anos de duração, aulas no Brasil (FGV) e em Bordeaux, durante duas ou três semanas, em inglês, em um ambiente privilegiado.

A ideia é formar profissionais de alto nível, capazes de desenvolver capacidades e habilidades necessárias para que atuem como gerentes de projetos de qualquer natureza e complexidade; prover conhecimentos práticos sobre as ferramentas e técnicas de planejamento, programação e controle de projetos. “A liderança é a arte de mobilizar outros para que queiram lutar por aspirações compartilhadas. Hoje temos que pensar como gerir pessoas para gerar resultados”, diz o professor da FGV e coordenador do doutorado Raphael Albergarias.

Interessados devem enviar e-mail para gerint@fgv.br e/ou raphael.albergarias@fgv.br.

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Israel, destino startup

Centro de Empreendedorismo e Novos Negócios da FGV leva a Israel interessados em vivenciar a cultura high tech. Programa inclui visitas e workshops – inscrições vão até 31 de outubro

O pioneirismo e a liderança de Israel como nação das startups são tema da segunda edição da Missão Empreendedora do CENN (Centro de Empreendedorismo e Novos Negócios), da Fundação Getúlio Vargas. O programa, uma parceria com a Universidade de Jerusalém, inclui uma viagem ao destino, de 7 a 16 de janeiro de 2018, quando os visitantes poderão vivenciar e entender por que o país foi chamado pela The Economist como o superpoder da indústria high tech.

Organizada pelo Prof. Gilberto Sarfati, a Missão Empreendedora terá visitas a startups, encontros com líderes das empresas e workshops com temas como o conceito de segurança no país, desenvolvimento de produtos amados pelo público e estratégias de inovação. Além disso, os participantes terão a oportunidade de conhecer lugares turísticos como Massada, Kedma e o Museu do Holocausto.

A inscrição do programa vai até 31 de outubro. Interessados devem entrar em contato com o CENN pelo e-mail cenn@fgv.br.

II MISSÃO EMPREENDEDORA FGVCENN – ISRAEL, THE STARTUP NATION
7 a 16 de janeiro de 2018
Inscrições até 31 de outubro
Mais informações: aqui.

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FGV usa Inteligência Artificial para criar sistema inédito de garimpo de texto

O Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil (CPDOC) e a Escola de Matemática Aplicada (EMAp) da Fundação Getulio Vargas, em parceria com a Columbia University, criaram a ferramenta History Lab. A partir do uso da Inteligência Artificial, pesquisadores têm à sua disposição novas ferramentas de pesquisa e uma compilação de informações ligadas às relações internacionais e a diferentes Estados, como Brasil, Reino Unido e Estados Unidos, numa quantidade de dados sem precedentes.

“Os arquivos virtuais estão cada vez mais fragmentados, com dezenas de coleções espalhadas pela web, cada uma com diferentes metadados e recursos de pesquisa. Agrupamos coleções múltiplas e as unimos em um único banco de dados, o maior conjunto de documentos não classificados processados e disponíveis para qualquer pessoa fora do governo”, disse o professor e pesquisador da EMAp, Renato Rocha Souza.

Alexandre Moreli, professor do CPDOC, relata que o robô criado no projeto History Lab lê arquivos nascidos digitalmente ou que foram digitalizados e faz uma análise probabilística e estatística dos mesmos, sem que haja limitações quanto à quantidade deles. Segundo Moreli, a partir desse processo, o sistema identifica as palavras relacionadas entre si no universo de documentos e cria grupos temáticos coesos, o que um ser humano poderia levar meses, anos ou mesmo décadas para realizar.

“Através das linhas de programação e dos algoritmos desenvolvidos pelo grupo de pesquisadores da FGV, onde se encontram cientistas da informação e historiadores, a ferramenta foi dotada de inteligência artificial para identificar e agrupar documentos correlacionados. A frente brasileira da pesquisa lançou seus trabalhos em maio de 2016 utilizando mais de 10 mil documentos da coleção histórica mantida pelo CPDOC. Entre eles, documentos do ex-ministro das Relações Exteriores do Brasil, Antônio Azeredo da Silveira”. A ferramenta teve resultados tão surpreendentes que foi objeto de interesse do Departamento de Estado dos Estados Unidos (DoS) e de seus Serviços de Inteligência.

Renato Rocha Souza conta que, dentre as coleções processadas pelo History Lab encontra-se a primeira nascida digitalmente no DoS na década de 1970, com cerca de um milhão de documentos. Ele diz que boa parte dessas informações é sensível ou secreta e, portanto, tem sua disponibilização pública regulada pelas leis de acesso à informação do país. O problema, completa Renato, é que a determinação do momento da abertura pública de cada documento depende de seu grau de sigilo e de sensibilidade, em um processo a ser controlado minunciosamente e que, por ter sido feito manualmente até hoje, revela-se muito demorado e dispendioso. Um dos objetivos do History Lab é, também, facilitar esse trabalho através do exame automático do conteúdo de cada informação arquivada e da identificação de seu grau de sigilo, determinando se deve ou não ser divulgada ao público.

“Além dessa preocupação com documentos históricos, eles ficaram interessados em nossa tecnologia por causa dos recentes vazamentos de dados para o governo russo e para o WikiLeaks. Somente em 2015, o DoS gastou US$ 16 bilhões para proteger informações. Um exemplo é um documento sobre a sensibilidade do governo japonês em relação às inspeções dos EUA sobre suas instalações nucleares. Esse documento não estava classificado, mas deveria ter sido originalmente definido como confidencial”, relata Renato Rocha Souza.

Futuro – O professor do CPDOC Alexandre Moreli diz que, em breve, o History Lab vai expandir as coleções processadas agregando documentos de outros países, além de disponibilizar outras ferramentas aos pesquisadores. “A equipe da FGV continuará a aperfeiçoar os recursos existentes, perseguindo inovações como o reconhecimento automático de pessoas em fotografias históricas ou a sincronização áudio-texto de entrevistas de História Oral. Trata-se de uma expertise que poderá ser aproveitada tanto por instituições mantenedoras de arquivos e pela administração pública, como por empresas ou outros interessados que pretendam gerir e explorar conjuntos de informação em escalas cada vez maiores”, observa.

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Cientista de dados: a profissão com as melhores oportunidades de carreira

A carreira de cientista de dados foi listada pelo Fórum Econômico Mundial como uma das mais relevantes para o mercado até 2020. Para o professor da Escola de Matemática Aplicada da Fundação Getulio Vargas (FGV EMAp), Renato Souza, as possibilidades de atuação estão nos mais diversos setores, como finanças, educação, saúde, agricultura, geologia e indústria.

“Qualquer empresa que gere dados pode contratar um profissional para analisá-los e tomar decisões com base em informação, não na intuição. Vamos ver as aplicações disso no dia a dia de governos, sociedade, hospitais e indústrias. O Brasil está entre os grandes produtores e consumidores de informação e, de maneira geral, tem iniciativas nessa área pipocando no mundo todo”, afirma Renato Souza.

O professor da FGV EMAp diz que os avanços tecnológicos faz com que as possibilidades para a carreira cresçam constantemente. Segundo ele, os atuais equipamentos largamente utilizados possibilitam a coleta, acúmulo e análise de dados em dimensões que não existiam há uma década. “O cientista de dados tem de saber programação, ser capaz de criar modelos estatísticos, ter conhecimento e domínio apropriado de negócios. Precisa também compreender as diferentes plataformas de Big Data e como elas funcionam. Se uma determinada empresa está na fase de estabilização de dados, esse profissional vai precisar se preocupar mais com a infra de dados, databases, códigos e processamento de dados que, de alguma forma, suportem as análises que virão pela frente. Se ele está em uma fase de entregar informação para executivos, vai precisar se preocupar com a tradução dos dados para tomada de decisão”, explica.

Renato Souza afirma ainda que, geralmente, o cientista de dados é formado em estatística, matemática ou ciências da computação e possui capacidade analítica para identificar informações de valor e fazer previsões de situações com base nas ferramentas de Big Data. “Ele pode transformar tabelas de números em palavras e ser bom em comunicação para traduzir dados na linguagem dos negócios”, explica o professor, destacando a importância da base matemática para quem tem interesse em ingressar nessa profissão em ascensão. “Mas nada impede que profissionais, por exemplo, da área Humanas se transforme em um cientista de dados”, avalia o professor.

FGV – Atenta à demanda crescente, o curso de mestrado em Modelagem Matemática da FGV está capacitando seus primeiros especialistas na área, composta pela confluência de três competências: matemática, computação e habilidade de análise para mesclar as duas coisas. O curso integra à Matemática Aplicada o corpo de conhecimentos das Ciências da Computação e da Informação, com contextos de aplicações das ciências sociais, econômicas, biológicas e da saúde.

“O curso possibilita ao mestrando desenvolver a capacidade de analisar cenários e dar suporte à tomada de decisões em situações de uso intensivo de dados e informações, além de ter o objetivo de formar excelentes pesquisadores na área”, ressalta Renato Souza.

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Professor da FGV analisa o papel da Inteligência Artificial no mercado de trabalho

A discussão sobre Inteligência Artificial (I.A.) voltou após o Facebook encerrar seu projeto que criou uma linguagem própria que não pode ser compreendida por humanos. Com isso volta à pergunta: devemos temer o cenário que o cinema costuma relatar com a aniquilação da humanidade pelos robôs? Para o coordenador acadêmico do MBA em Marketing Digital e do Post-MBA em Digital Business da FGV, André Miceli, isso não deve acontecer, mas teremos problemas.

De acordo com o professor da FGV, o problema é como a população vai lidar com a Inteligência Artificial. Miceli alerta para o fato de que robôs diminuíram de tamanho, tiveram sua capacidade de aprendizado ampliada nos últimos anos, deixaram de ser usados apenas para atividades físicas e passaram para as intelectuais.

“Esse movimento trará grande impacto para as economias e deverá impulsionar a automação. Muitos profissionais serão substituídos por máquinas. Essa automação está a poucos passos de ganhar uma escala que vai mexer com todos nós”, afirma o especialista.

André Miceli, no entanto, diz que a medicina pode ser uma das beneficiadas. “Muito provavelmente será possível checar uma radiografia ou exame de sangue logo após a coleta, e relacionar todos os testes com desdobramentos de doenças, até mesmo prevendo o que vai acontecer com o paciente no futuro”, acredita.

O professor da FGV, porém, salienta que o processo de transformação acelerada da automação também vai mudar a estrutura organizacional das empresas e desconstruir a relação milenar que temos com o trabalho. Miceli cita o exemplo dos critérios usados pelos agentes “tomadores de decisões”. “Que tipo de decisão que a máquina vai tomar? Ela pode criar formas excludentes de tratamento, como a diminuição de mulheres em cargos específicos ou elaborar relatórios com discursos hegemônicos sobre determinado tema”, expõe Andre Miceli.

Por fim, o especialista afirma que será necessário pensarmos em alternativas econômicas, pelo simples fato de que não haverá emprego para todos nesse novo cenário que se aproxima. “Precisaremos nos adaptar a um mundo novo e estar dispostos a abraçar as inovações tecnológicas, uma vez que quem não estiver liderando a mudança, poderá ser atropelado por ela”, avalia o professor da FGV.

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Professor da FGV analisa o “fenômeno Fintech” e dá dicas sobre franquias

Maior eficiência por um preço mais baixo. Quem não gostaria que seu banco fosse assim? Pois essa é uma característica das startups fintech, modernas empresas que aliam tecnologia e finanças. Não por acaso, elas vêm causando uma verdadeira revolução em todo o mundo, desafiando e colocando dúvidas sobre um sistema bastante antigo e tradicional.

“As startups de fintech estão revolucionando o mercado financeiro brasileiro, mas a entrada nesse mercado requer cuidados especiais, principalmente no que diz respeito às regulamentações e legislações do mercado financeiro e de tecnologia. O empreendedor de fintechs precisa estudar na Internet o mercado que pretende atuar, pois a concorrência é acirrada, além de contar com a ajuda de um contador e um advogado especializado”, alerta o coordenador acadêmico de MBA em Empreendedorismo da FGV, Marcus Quintella.

O professor da FGV garante que a palavra-chave para o sucesso de uma fintech é confiança, ou seja, o empreendedor precisa conquistar a confiança dos potenciais clientes e, para isso, terá de investir pesado em propaganda e marketing do seu produto. “O ideal é começar pequeno, mesmo que o negócio tenha grande potencialidade de crescimento. Outro ponto importante é a plataforma tecnológica que será utilizada, que precisará ser altamente segura, amigável e atrativa”, aponta Marcus Quintella.

Dicas essenciais para montar uma startup de sucesso – O especialista ressalta que os empreendedores que pretendem abrir uma franquia precisam escolher marcas já consolidadas no mercado e ter muito cuidado com franquias novatas no mercado, sem um histórico de atuação que permita uma análise de seus resultados. Quintella alerta também para o cuidado com os modismos, que podem causar prejuízos em pouco tempo.

“A primeira coisa que o empreendedor precisa fazer é estudar o mercado e a concorrência, por meio de pesquisa na Internet e de pesquisa de campo, ou seja, visitar franqueados, conhecer a concorrência de perto e observar as movimentações dos clientes em estabelecimentos similares e concorrentes. Ao mesmo tempo, o empreendedor precisa se qualificar tecnicamente, ou seja, estudar o negócio e buscar ajuda de entidades especializadas em franquias”, explica o professor da FGV.

Marcus Quintella frisa que o empreendedor deve ter muito cuidado com as previsões de resultados alardeadas pelos franqueadores, para vender suas franquias. Segundo ele, geralmente, os franqueadores mostram as previsões de investimentos iniciais, capital de giro, receitas mensais, lucros líquidos e prazo para recuperação do investimento.

“Cabe ressaltar que essas informações são previsões baseadas em médias dos franqueados, que dependerão do local da franquia e das características regionais, entre outros fatores. O empreendedor precisa fazer suas próprias simulações de resultados, por meio de pesquisas de mercado, e validar essas previsões, verificando se as receitas são possíveis de ocorrer. Por isso, um plano de negócios bem executado é altamente recomendado. Outro ponto importante é a capacidade financeira do empreendedor, que precisa ter capital disponível para colocar no negócio, sem comprometer suas finanças pessoais e familiares”, observa o coordenador acadêmico de MBA em Empreendedorismo da FGV.

Por fim, Marcus Quintella recomenda que, após a escolha da franquia, o empreendedor procure um advogado para ajudá-lo na análise da Circular de Oferta de Franquia (COF), documento inicial para aquisição da franquia, que traz o resumo da franquia, histórico e composição acionária do franqueador, valores de investimento, prazo contratual, taxas, território de atuação, obrigações e deveres, entre outras informações. “A franquia deve estar filiada à Associação Brasileira de Franchising (ABF)”, adverte o professor da FGV.

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Lava Jato, TI e desafios de gestão são temas da 4 ª edição da “Semana Educação Executiva” da FGV

A Fundação Getulio Vargas realiza em São Paulo, de 10 a 14 de julho, a quarta edição da “Semana Educação Executiva”, com palestras gratuitas de grandes nomes do mercado para abordar os seguintes temas: operação Lava Jato e mudanças culturais empresariais; neurociências na gestão de empresas; redução de custos; relações governamentais e transparência; Blockchain; setor automotivo; processos e tecnologia; métricas e inovação; agronegócios; os desafios de reposicionar marca líder de esmaltes; eleições 2018 e ética corporativa. As 14 palestras ocorrem a partir das 19h, na Unidade da FGV localizada na Rua Itapeva, 432.

Entre os palestrantes estarão: Almiro dos Reis Neto; presidente da Franquality e ex-presidente da ABRH-SP; Claudinei Reche, ex-presidente da Höganäs América do Sul e ex-presidente da SKF América Latina; Luiz Fernando Visconti, diretor regional da Associação Brasileira de Relações Institucionais e Governamentais (ABRIG) no Estado de São Paulo; Eliane Trinca, diretora de RH da Volvo Cars; Ana Claudia Ramos de Oliveira, diretora da Continental do Brasil Indústria Automotiva Ltda; Elói Cordas, diretor de RH da Sulzer; Ricardo Yukishigue Kitajima, diretor de RH do Grupo Honda; Fernando Vaz, gerente Geral de RH da Hyundai; Erica Baldini, diretora de RH da Ford do Brasil; Paulo Sergio da Silva Sanz, sócio-diretor da Noorden Group, entre outros.

Para participar, os interessados devem se inscrever pelo link http://mgm-saopaulo.fgv.br/eventos/4-semana-educacao-executiva-de-10-14-de-julho

As vagas são limitadas, por ordem de chegada, e o espaço é sujeito à lotação.

Confira a programação:

10/07 – SEGUNDA-FEIRA

Palestra: Processos e Tecnologia: Bases para eficiência, inclusive para os novos modelos de negócio

Área de conhecimento: Gestão de Negócios

Palestrante: Marcelo Raducziner Sá Rego

Sobre o palestrante: Industry Advisor Director da DXC Technologies, mestre em administração de empresas, 25 anos de consultoria e gestão tendo trabalhado em empresas como PriceWaterhouse, Arthur Andersen, Shell e Deloitte, e DinsmoreCompass.

Local: Salão Nobre

Palestra: A visão da Neurociência sobre o papel da inteligência artificial e das soft skills na gestão empresa

Área de conhecimento: Gestão de Negócios – Neurobusiness

Palestrante: Robson Gonçalves

Sobre o palestrante: Economista e coautor do livro “Triuno: Neurobusiness e Qualidade de Vida. Experiência profissional no Banco Central do Brasil e pesquisador do IPEA – Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada.

Local: Auditório FGV 9 de Julho

11/07 – TERÇA-FEIRA

Palestra: Mudança cultural, e o que podemos aprender com a Operação Lava Jato?

Área de conhecimento: Recursos Humanos

Palestrante: Almiro dos Reis Neto

Sobre o palestrante: Presidente da Franquality e ex-Presidente da ABRH-SP.

Local: Salão Nobre

Palestra: Os desafios para a redução de custos nas empresas

Área de conhecimento: Gestão Empresarial

Palestrante: Claudinei Reche

Sobre o palestrante: Ex-presidente da Höganäs América do Sul e ex-presidente da SKF América Latina. Economista com Mestrado Profissional na Universidade de Ohio, carreira na indústria automotiva com foco em Turn Around.

Local: Auditório FGV 9 de Julho

Palestra: Relações Governamentais e Transparência

Área de conhecimento: Relações Governamentais

Palestrante: Luiz Fernando Visconti

Sobre o palestrante: Diretor Regional da Associação Brasileira de Relações Institucionais e Governamentais (ABRIG) no Estado de SP. Sócio de TozziniFreire Advogados, responsável pela área de mineração e corresponsável pela área de relações governamentais. Membro do Instituto de Relações Governamentais (irelgov). Presidente do Comitê de Ética da Comissão Brasileira de Recursos e Reservas (CBRR). Membro da Comissão Jurídica da Associação Brasileira das Empresas de Pesquisa Mineral (ABPM), do Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM) e da Rocky Moutain Mineral Law Foudation (RMMLF). Referenciado nos guias Chambers Global, Chambers Latin America, Legal 500, Latin Lawyer 250 e Who’s Who Legal.

Local: Sala FGV

12/07 – QUARTA-FEIRA

Palestra: Blockchain e seu impacto nos negócios

Área de conhecimento: Marketing Digital

Palestrante: André Lima Cardoso Miceli

Sobre o palestrante: Pós-graduado no MIT , fundador da Infobase, uma das 50 maiores integradoras de TI do Brasil e da agência digital IInterativa, prêmio melhor app móvel do Brasil em 2014, autor do best seller “Planejamento de Marketing Digital”.

Local: Salão Nobre

Palestra: Setor Automotivo – Perspectivas da Área de Pessoas e os Desafios do Brasil

Área de conhecimento: Gestão de Negócios

Palestrantes: Eliane Trinca – Diretora de RH da Volvo Cars

Ana Claudia Ramos de Oliveira – Diretora da Continental do Brasil Indústria Automotiva Ltda

Elói Cordas – Diretor de RH da Sulzer

Ricardo Yukishigue Kitajima – Diretor de RH do Grupo Honda

Fernando Vaz – Gerente Geral de RH da Hyundai

Erica Baldini – Diretora de RH da Ford do Brasil

Local: Auditório FGV 9 de Julho

Palestra: Você está preparado para as rápidas e profundas transformações tecnológicas do cenário contemporâneo? Entenda como gerar vantagem competitiva neste contexto.

Área de conhecimento: Tecnologia da Informação

Palestrante: Paulo Sergio da Silva Sanz

Sobre o palestrante: Sócio-Diretor da Noorden Group , mestre e especialista em Estratégia Corporativa pelo MIT.

Local: Sala FGV

13/07 – QUINTA-FEIRA

Palestra: Métricas e Inovação

Área de conhecimento: Gestão de Negócios – Inteligência Empresarial

Palestrante: Alice de Tassis Machado

Sobre o palestrante: Engenheira com foco em tecnologia e inovação. Experiência em diversas áreas de inovação como P&D, Marketing e Gestão de Inovação. Trabalhou em empresas como Aracruz Celulose e Unilever e atualmente é Gerente de Gestão Estratégica de Inovação na Natura.

Local: Salão Nobre

Palestra: Os Desafios do Desenvolvimento de Projetos Automotivos em Mercados Emergentes

Área de conhecimento: Gerenciamento de Projetos

Palestrantes: Cleber Willian Gomes

Sobre o palestrante: Especialista em Desenvolvimento de Planos Estratégicos de Engenharia e Líder de Projetos na Ford Motor Company, Chairman do Comitê de Educação da SAE Brasil. Mestre em Inteligência Artificial. Possui mais de 15 anos de experiência em Gestão de Projetos Automotivos, atuando nas empresas Ford, VW, MWM International, MSX International, Mitsubishi, SEW e DOW.

Local: Auditório FGV 9 de Julho

Palestra: Tendências no Agronegócio – Desafios e Oportunidades

Área de conhecimento: Economia

Palestrante: Fabio Matuoka Mizumoto

Sobre o palestrante: Professor da FGV EESP e Coordenador do MBA FGV em Agronegócio. Doutor e Mestre em Administração FEA-USP e Engenheiro Agrônomo ESALQ-USP.

Local: Sala FGV

14/07 – SEXTA-FEIRA

Palestra: Os Desafios de Reposicionar uma Marca Líder em seu Segmento e a Revolução Causada no Mercado Bilionário de Esmaltes.

Área de conhecimento: Marketing

Palestrante: Mel Girão

Sobre o palestrante: Diretora Executiva de Marketing em empresas como L`Orèal, SKY, Kimberly-Clark, Hypermarcas, Qualicorp e MetLife. Cursou Wharton Executive Program da Universidade da Pensilvânia e Marketing Digital na Universidade de Stanford.

Local: Salão Nobre

Palestra: Riscos e oportunidades corporativas para além da crise brasileira. Reformas graduais, contas públicas e eleições em 2018

Área de conhecimento: Gestão Financeira

Palestrantes: Carlos Alberto Di Agustini

Sobre o palestrante: Foi CEO de empresa financeira da Volkswagen, atuou como diretor no Banco Itaú e Caterpillar. Doutor em engenharia de produção, mestre em administração e especialista em finanças pela New York University (Stern) e University of California (UCLA).

Local: Auditório FGV 9 de Julho

Palestra: Compliance e Ética Corporativa – Tendência Global

Área de conhecimento: Gestão de Negócios

Palestrante: Rogério Zacchi Rodrigues da Silva

Sobre o palestrante: Advogado, membro da Sociedade de Compliance e Ética Corporativa (SCCE), certificado como Profissional de Ética e Compliance Internacional (CCEP-I). Foi Diretor Jurídico do Grupo Sandvik, Lafarge-Holcim, Telefónica, Amanco, Bunge Alimentos e Hewlett-Packard.

Local: Sala FGV

Conheça os cursos da FGV: fgv.br/mba-sp

Serviço

Semana Educação Executiva

Data: 10 a 14 de julho

Local: FGV/SP – Rua Itapeva, 432

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