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SP Ventures participa de debate sobre agtech durante a Agrishow 2017

Com o objetivo de disseminar conteúdos e ideias que vão impactar o futuro do agronegócio no país e no mundo, a Startagro, primeiro hub de informação, networking e negócios de agtech do Brasil, realizará na próxima quarta-feira (3) durante a Agrishow, um painel de conferências e debates que contará com a participação de Francisco Jardim, sócio fundador da SP Ventures, uma das principais gestoras de fundo de investimento de Venture Capital do país.

O fundador será um dos palestrantes no painel que traz o tema “Lavoura conectada: o que é preciso para que as fazendas tenham acesso à internet e quando isso vai acontecer”, que será das 10h às 10h45. Além de Francisco Jardim, participarão do painel Fabrício Lira Figueiredo, Gerente de Tecnologias de Comunicação sem fio do CPqD, e Fernando Martins, CEO da Agrotools.

“É muito gratificante poder participar de um debate que gira em torno daquilo que acreditamos e investimos continuamente: a tecnologia a favor do agronegócio. Sabemos de sua importância para o setor e queremos, cada vez mais, contribuir para o crescimento desse mercado”, afirma Francisco Jardim.

O painel é uma novidade da edição deste ano da Agrishow e abordará assuntos que giram em torno do tema “A Revolução das Máquinas: quando algoritmos, inteligência artificial, internet das coisas e outras tecnologias se encontram com os motores do campo”. Além isso, o evento reunirá empreendedores, inovadores, produtores, acadêmicos e investidores para um amplo debate rico em informações sobre o setor.

Mais informações: www.sympla.com.br/startagro-agrishow__134327

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Mobilidade, All-in-ones e Internet das coisas são apostas da Intel para 2014

Com o avanço nas tecnologias para computação pessoal, 2014 será um ano de grandes novidades na indústria. Performance e uso mais intuitivo ganharão mais força como diferenciais, já que os recursos dos dispositivos têm convergido nos últimos anos. Frente a este movimento do mercado, a Intel vai reforçar os investimentos, oferecendo à indústria mais ferramentas para explorar formatos diversos, com baixo consumo de energia e agilidade de processamento.

A Intel apostará no desenvolvimento dos systems on a chip (SoCs), e formatos ainda menores movimentarão a indústria no próximo ano. Os novos modelos de 14nm chegarão ao mercado em 2014, enquanto os de 10nm em 2015. Sistemas mais compactos e eficientes alimentarão uma nova onda de tablets, sistemas 2 em 1, Ultrabooks™ e outros dispositivos poderosos.

No campo dos PCs, o desktop vai mostrar que sua história continua forte. De fato, os computadores estão 1,8 vezes mais rápidos do que eram há 4 anos. 2014 verá um aumento positivo para este mercado, mas haverá uma mudança na preferência do consumidor. Os All-in-Ones irão despontar como o novo desktop para toda a família, por ser mais compacto e prático. Este modelo vem reforçar o papel do PC como o “centro” das cassa brasileiras, integrando parte da decoração do imóvel.

A demanda corporativa por computadores também continuará crescendo em 2014. Os gestores de TI estão mais conscientes do impacto de um PC em bom estado para o rendimento do trabalho e haverá disposição para a troca dos computadores mais antigos que atrapalham a produtividade das empresas. Outro fator que deve acelerar esse movimento é o fim do suporte ao Windows* XP no primeiro semestre do próximo ano. As empresas devem migrar para sistemas operacionais mais recentes, como o Windows 8, o que gera demanda por máquinas com melhor desempenho.

Também é esperada uma grande procura por dispositivos móveis. A demanda por tablets em 2014 será bastante grande. Com a grande variedade de fabricantes e modelos disponíveis, o consumidor passará a escolher dispositivo em função dos recursos e desempenho. Em 2013, o mercado brasileiro conheceu os primeiros modelos de tablets com Intel Inside, movimento que deve continuar com bastante força em 2014.

Outro modelo que ganha popularidade é o 2 em 1, por sua versatilidade: funciona como laptop quando é necessário trabalhar ou estudar, e um tablet quando se precisa de maior mobilidade. Em 2014, o mercado de 2 em 1 ficará muito mais competitivo, porque a tendência é a fabricação local, que vai reduzir os preços e aumentar a procura.

“Com a chegada de novos modelos de computadores pessoais com a mais recente geração de processadores da Intel, o usuário terá cada vez mais facilidade para explorar conteúdo nos mais diversos formatos, desde documentos off-line até conteúdo multimídia com maior complexidade”, afirma Fernando Martins Presidente e Diretor Geral da Intel Brasil. “A eficiência e versatilidade dos equipamentos será diferencial para manter os PCs relevantes”, completa Martins.

E já que os novos processadores de 4° geração oferecem melhor funcionamento, a usabilidade dos dispositivos tende a ficar cada vez mais simples e intuitiva, para atender as diversas necessidades dos usuários. Isso não significa que os modelos de usabilidade mais recentes, como o touch, irão dominar o mercado. Os dispositivos estão caminhando para uma versatilidade que dá ao usuário a opção pelo modelo de uso, de acordo com a atividade que está desempenhando.

Internet das Coisas – A Intel acredita que 2014 trará um rápido avanço das tecnologias emergentes, com as máquinas compreendendo melhor as necessidades dos usuários. A Internet das Coisas vai transformar a forma como a tecnologia é encarada, tornando inteligentes os equipamentos usados diariamente, com soluções para o auxílio ao usuário, a tradução de falas, a realidade aumentada, o controle de gestos e as interfaces usadas pelos usuários nas vestimentas.

“A indústria hoje está trabalhando para oferecer mais dispositivos conectados e inteligentes, que se comunicam e compartilham dados uns com os outros e a nuvem. As tecnologias que irão convergir para a internet das coisas vão facilitar a vida, desde soluções para tarefas domésticas, até dispositivos sofisticados para indústrias” diz Fernando Martins. “A Intel está focada em estimular a inteligência em novos dispositivos para ajudar a conectar os bilhões de dispositivos existentes”.

E à medida que a tecnologia progrida e a inovação continue em 2014, surgirão novos conceitos de entretenimento. 2014 verá um novo segmento para o entretenimento doméstico. Com cada vez mais programas de TV, filmes e conteúdo sendo criados para dispositivos móveis, a indústria da mídia está passando por uma grande mudança em todo o mundo.

A perspectiva é que os fabricantes de hardware levem as verdadeiras capacidades da TV para os all-in-ones. Será criado um dispositivo múltiplo e pessoal para que cada membro da família tenha sua própria tela de login com seus próprios programas e previsões intuitivas sobre o que a pessoa poderia querer assistir com base em seu histórico de visualização.

Vestíveis – Os últimos 12 meses viram uma explosão de lançamentos com esta tecnologia vestível. Esta tendência continua para os próximos anos. O baixo consumo de energia será essencial para o futuro de dispositivos e sensores em vestimentas para espaços inteligentes, onde o carregamento frequente ou mesmo os cabos seriam inconvenientes ou até mesmo impossíveis.

Entre as aplicações mais promissoras de tecnologia para vestíveis estão no segmento de saúde. “Dispositivos em vestimentas já podem informar o ritmo cardíaco e à medida que os serviços médicos chegam à Internet, nossos dispositivos poderão disparar um alerta para os serviços de emergência. Este será um verdadeiro ponto de inflexão para os sistemas de saúde, quando testemunharmos a interação direta com os profissionais em medicina nos momentos de necessidade”, afirma Fernando Martins.

Big Data – Iniciando em 2014, os próximos anos verão a barreira dos 15 bilhões de dispositivos conectados ultrapassada no mundo inteiro. A grande questão é para onde os dados vão quando esses dispositivos se conectam e a melhor forma de usar essa informação.

A indústria vai crescer bastante em torno da análise preditiva e dados brutos. O Big Data ajudará as empresas a serem mais inteligentes e progressivas, dando a elas vantagens competitivas. O setor público, do mesmo modo, deve seguir a tendência. A análise de dos dados disponíveis é emergente, mas também estratégica. A oportunidade está em fazer com que os dados realmente funcionem para criar valor para consumidores, empresas e governos.

“Isso resultará em um imenso volume de dados e uma necessidade correspondente por análises inteligentes. A Intel está trabalhando com as principais empresas, provedores de serviços de telecomunicações e nuvem para oferecer tecnologia para que ferramentas de Big Data cada vez mais eficientes”, finalizou Martins.

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Computadores ficaram 61% mais baratos nos últimos 10 anos

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a taxa oficial de inflação no Brasil, contabiliza um aumento de 81,04% no custo de vida dos brasileiros nos últimos 10 anos². Os computadores, entretanto, puxados por iniciativas públicas e privadas, teve uma das maiores quedas de preço entre os eletroeletrônicos na última década, com o preço médio caindo em 61,32%.
De uma forma geral, os eletroeletrônicos – TV, som e informática – foram uma das categorias com maior queda no preço na última década – 52,62% de decréscimo na média. O computador fica ainda abaixo desse índice, graças a uma série de fatores que incluem a isenção de impostos sobre os produtos de informática; aumento da fabricação local de componentes; queda do dólar; aquecimento da economia local e o próprio aumento da escala do mercado brasileiro, que hoje disputa as primeiras posições mundiais em consumo de PCs.
Como base de comparação no mesmo período, o preço do carro novo teve um aumento de 6,23% no mesmo período. Mesmo com aumento no volume de vendas e queda no IPI (Imposto sobre Produto Industrializado). “A queda de preço do computador, aliado à maior diversificação dos produtos no mercado brasileiro e um esforço conjunto de todo o ecossistema tornaram o projeto de inclusão digital do Brasil um estrondoso sucesso – nunca o computador foi tão acessível para as camadas mais baixas da população”, comentou Fernando Martins, presidente da Intel Brasil. “Dez anos atrás, ter um computador em casa era o sonho de muitas famílias na classe C. Hoje, este sonho nunca esteve tão próximo da realidade.”

A queda no preço significa que até mesmo computadores com a mais recente tecnologia estão disponíveis a um preço acessível para a população. Enquanto em 2003 um computador com configuração básica, equipado com processador Intel Celeron de 1.3 GHz, 128 MB de memória e sistema operacional Windows XP, custava entre R$ 1.890 a R$ 2.300 no grande varejo, atualmente já é possível adquirir computadores modernos, com tela sensível ao toque e o novo sistema operacional Windows 8 por preços que começam a partir de R$ 1.300,00.
Segundo Fernando Martins, presidente da Intel Brasil, essa drástica redução no preço dos computadores é possível porque com o aumento do número de pessoas com renda para consumir tecnologia, é possível reduzir o preço ao consumidor. “Atualmente, o consumo de produtos eletrônicos e de tecnologia crescem no Brasil porque estão bem no alto da lista de prioridades de consumo das famílias”, afirma o presidente.

Acumulado jan 2003 a abril 2013

Índice geral 81,05%

TV, som e informática -52,62%
Microcomputador -61,32%
Veículo próprio 27,67%
Automóvel novo 6,23%
Compra de automóvel usado -18,58%

*fonte: IBGE

Mais acessibilidade atrai as classes C e D

Em pesquisa recente realizada pela Intel famílias das classes ABCD em que as pessoas já utilizam computadores, seja no trabalho, em LAN Houses, ou na casa de familiares e amigos – 24% das famílias ainda não possuem computador . Para essas famílias, o computador é a compra mais adequada por atender de forma completa às necessidades de todos os membros da família.

Entre essas famílias que ainda não possuem computador em casa, 46% pretendem comprar um dentro de 18 meses. Dessas, 52% consideram comprar um notebook e 48% consideram a compra de um desktop; enquanto apenas 8% pensam no tablet como o primeiro dispositivo computacional e 5% consideram a compra de um smartphone.

O computador figura como prioridade nas compras de eletrônicos dessas famílias, e seis em cada dez entrevistados declararam sua intenção de comprar um computador ainda em 2013.“O que torna o computador atraente para as famílias na classe C e D não é somente o preço, que nunca esteve tão acessível, mas também a capacidade do computador de mudar a realidade das famílias, por meio do acesso à informação, educação, lazer e cultura”, afirmou Fernando Martins. “O investimento realizado em um computador retorna de muitas maneiras, tornando a compra uma prioridade para o brasileiro médio.”

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