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Equals lança solução de conciliação de vendas com dinheiro

A Equals , empresa especialista em gestão e conciliação de meios de pagamento, anuncia o lançamento de sua solução para conciliação de vendas em dinheiro para o varejo brasileiro. Mesmo com o constante crescimento dos meios eletrônicos, como cartões de crédito e débito, o dinheiro ainda é responsável por mais de 50% das transações do varejo nacional, e deve manter o protagonismo após a recente sanção da lei que permite descontos para pagamentos em espécie.

Atualmente, é possível encontrar dois modelos de gestão de vendas com dinheiro: o primeiro, mais tradicional, em que um funcionário vai diariamente ao banco e efetua um depósito identificado ou o pagamento de um boleto com os valores obtidos a partir do fechamento de caixa. Já no segundo, mais moderno, a empresa utiliza cofres inteligentes, normalmente operados por empresas de transporte de valores, que são responsáveis pela contagem e depósito dos valores de forma automática, diretamente na conta bancária da empresa.

Para Fabricio Costa, CEO da Equals, gerir grandes volumes de dinheiro representa um desafio maior do que em relação às vendas com cartões de crédito. “As grandes redes do varejo investem alto na automatização da coleta de valores em suas lojas com os objetivos de tornar os processos mais seguros e produtivos. A nossa solução é capaz de atender em ambos os cenários, e está pronta para ser integrada com os principais sistemas de automação do país”, afirma.

Segundo o executivo, a empresa mantém um canal de comunicação ativo com seus clientes, visando a receber sugestões de melhorias, funcionalidades e novas soluções. A partir dessas reuniões surgiu a oportunidade de ir além dos meios eletrônicos. “Hoje, já cuidamos de boa parte dos recebíveis de nossos clientes e, junto com eles, entendemos a importância de controlar as vendas com dinheiro mantendo o mesmo padrão das operações eletrônicas. ”

A nova solução foi idealizada e desenvolvida pela Equals em parceria com grandes redes de varejo e supermercados, a fim de atender médios e grandes estabelecimentos, e chega ao mercado sendo utilizada por redes como L’Occitane e Luxóttica.

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O pagamento digital chegou: cinco tópicos para entender esse tema – Por Fabrício Costa

Se esquecer a carteira em casa durante uma compra no supermercado ou no restaurante é motivo de arrepio, em um futuro próximo isso não será mais problema – e talvez a própria carteira como a conhecemos deixará de existir. Os meios de pagamentos digitais já são uma realidade e se popularizam em todo o mundo. Na Suécia, por exemplo, a expectativa é que cédulas e moedas saiam de circulação até 2030. Contudo, como toda novidade, o hábito ainda suscita dúvidas e receios nos empresários brasileiros. Confira cinco pontos essenciais para entender este modelo:

1 – A experiência de compra não pode ter atrito

O principal benefício do pagamento digital é transmitir mais segurança e facilitar a jornada de compra do usuário. Afinal, como o pagamento pode ser feito no próprio aplicativo ou pela simples aproximação entre dois gadgets, os dados bancários do consumidor não serão compartilhados com outras pessoas e a finalização de compra será muito mais rápida e eficiente.

2 – Adequação à nova demanda

Cedo ou tarde o empresário vai ter que aceitar os meios de pagamentos digitais. Estimativas do mercado mostram que, em cinco anos, 70% das compras no varejo físico serão influenciadas e efetivas no mundo online. Assim, aceitar essa nova modalidade é uma forma para oferecer vantagens aos clientes atuais e se aproximar de consumidores adeptos dessas tecnologias.

3 – Mercado nacional ainda pede diferentes opções de pagamentos

Por mais que o dinheiro eletrônico ganhe espaço no mercado de pagamentos, é precipitado abandonar as cédulas e moedas. Por ter um território continental e diferentes peculiaridades regionais, ainda há centros importantes que possuem crediário forte e alta circulação de dinheiro físico – seja pelo costume da população ou dificuldade de acesso aos serviços bancários. O ideal é justamente dar mais opções aos consumidores no momento de finalizar a transação.

4 – Crise abre espaço para inovação e soluções

A instabilidade econômica enfrentada pelo Brasil nos últimos meses faz com que os empresários busquem métodos para retomar o crescimento e aumentar as vendas. É uma excelente oportunidade para implementar soluções que facilitam a transação e melhorem a experiência de compra.

5 – Gestão financeira exige atenção e cuidado

As tecnologias voltadas para a gestão financeira não acompanham a mesma velocidade de evolução das soluções digitais de meios de pagamento. Atualmente, três desafios devem ser superados: a popularização dos meios digitais, os serviços de conciliação, auditoria e contabilização e a segurança das transações. Isso explica, em partes, o surgimento das fintechs, que preenchem lacunas e oferecem ferramentas que auxiliam a operação do negócio.

Fabricio Costa, diretor de novos negócios na Equals, empresa especialista em gestão e conciliação de vendas com cartões de crédito e débito, boletos e outros meios de pagamentos online.

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O que ainda não contaram para sua empresa sobre fintechs

O termo é novo, mas conhecido por quem trabalha com tecnologia. Fintech são empresas que disponibilizam serviços financeiros digitais. Com eficiência e inovação, o nicho segue em crescimento: levantamento realizado pela MarketResearch.com indica que, até 2020, essas organizações devem ter um investimento de US$ 46 bilhões. Quatro empreendedores digitais que trabalham na área mostram o que ainda não foi comentado sobre o tema:

1 – Simplicidade é palavra de ordem no desenvolvimento de produtos

O sucesso de uma fintech decorre da facilidade que o usuário tem em utilizar o serviço. O Pagar.me, empresa de tecnologia vencedora do The Innovation Project, da Universidade de Harvard, oferece uma infraestrutura omnichannel de pagamento, desburocratizando o processo de recebimento dos pedidos. “Dessa forma, o empresário não precisa se preocupar em integrações entre os mais diferentes softwares e aplicações”, explica Henrique Dubugras, sócio-fundador do Pagar.me.

2 – Grandes instituições financeiras podem ser parceiras

Nem todas as empresas se posicionam como alternativas aos serviços bancários – algumas atuam como parceiros dessas instituições. É o caso da F(x), plataforma que conecta empresários que procuram financiamentos aos bancos e fontes alternativas, como fundos, dispostos a concederem crédito. “Queremos facilitar a busca das companhias por crédito e aproximá-los de melhores condições de financiamento. Conosco, isso acontece rapidamente para as duas partes envolvidas”, comenta Dan Cohen, financista e cofundador da F(x).

3 – Fintechs devem buscar certificações para aumentar a credibilidade

Foi o que aconteceu com a Equals, especializada em gestão e conciliação vendas com cartões de crédito e débito. Em 2016 a empresa recebeu a certificação SSAE/16, um conjunto de práticas de auditoria e controle para empresas de serviços. “Quando enviamos um relatório de recebíveis ao cliente e ele vem com a certificação, os dados ganham mais peso, o que nos torna cada vez mais reconhecidos”, comenta Fabrício Costa, CEO da Equals.

4 – Soluções idealizadas para os usuários

Os produtos sempre devem ser idealizados para o cliente final. A Mundipagg, empresa que processa transações para 40% do varejo online brasileiro, oferece recursos que auxiliam a compra do e-consumidor, como o checkout na nuvem, pagamento por um clique e até por Twitter. “Nossas soluções buscam melhorar a experiência de compra do consumidor virtual, até para que ele volte a comprar nos sites de nossos parceiros”, explica Guilherme Pizzini, CEO da Mundipagg.

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