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Como as questões ambientais, sociais e de governança irão moldar o seu futuro?

Por Mariana Faria

O investimento em ESG (Environmental, Social and Governance) é um requisito imperativo tanto para a atualidade quanto para o futuro. Essa é a conclusão apontada pela publicação “Fifth global institutional investor survey – How will ESG performance shape your future?”, lançada pela EY em julho deste ano, que traz as quatro principais razões para esta visão: a maior aposta nas questões ambientais, sociais e de governança, por parte dos investidores; a desconexão entre o desempenho de ESG e a necessidade de dados concretos e padronizados; o uso destas informações para determinar o valor de um negócio; e o futuro da performance em ESG com base em transparência e credibilidade.

No entanto, para atuar nestas questões, é necessário que as empresas tenham a adequada visão, gestão e o reporte de riscos de ESG aos quais estão expostas. É de suma importância que as companhias tenham ciência das ameaças associadas a estas questões, assim como seus investidores, e que consigam entender as possíveis crises às quais estarão sujeitas caso não consigam realizar uma gestão adequada dos riscos relacionados.

De acordo com o Relatório de Riscos Globais 2020, do Fórum Econômico Mundial, os riscos referentes ao meio ambiente assumiram, pela primeira vez, as cinco primeiras posições do ranking no quesito probabilidade, além de serem listados como primeiro, terceiro e quarto lugares no quesito impacto. Vale ressaltar que a falha nas ações para as mudanças climáticas assumiu as posições 1 e 2 para impacto e probabilidade, respectivamente.

Outra importante razão que resulta neste olhar voltado para ESG é o fato de que 200 das maiores empresas do mundo já estimaram que as mudanças climáticas podem custar quase US$ 1 trilhão a elas, no caso de uma inércia em relação à questão. Além disso, reconhecem que há oportunidades significativas para o negócio, ao se adotar as estratégias corretas. Tanto essas companhias quanto os bancos centrais veem as mudanças climáticas como um risco sistêmico para o mercado de capitais global e reconhecem que não fazer nenhuma ação não é uma opção.

No momento, mais de 40 bancos já estão examinando como as mudanças climáticas podem ser integradas em seus aspectos econômicos e financeiros. De acordo com o Banco da Inglaterra, por exemplo, empresas de indústrias com base em matrizes não renováveis podem ir à falência se não entenderem o risco de seus modelos de negócio se tornarem obsoletos, à medida que os investimentos seguem para alternativas de emissão líquida zero de carbono. A comunidade de investidores também está respondendo aos riscos climáticos, com o lançamento da Net-Zero Asset Owner Alliance, convocada pela ONU.

Para endereçar estes riscos é necessário trabalhar nas seguintes frentes:

• Melhorar a conexão entre dados financeiros e não financeiros, já que investidores consideram que há um abismo entre eles;

• Construir uma abordagem mais robusta para os riscos de ESG, como o TCFD (Task Force on Climate-related Financial Disclosures), visto por investidores como uma abordagem valiosa para divulgação dos riscos;

• Adquirir maior disciplina nos processos e controles dos relatórios não financeiros, baseando-se em métricas específicas valorizadas pelos investidores, dentro da lógica de análise, visando gerar credibilidade e confiança.

Diante deste cenário, é primordial que governos e empresas identifiquem e priorizem os riscos das questões ambientais, sociais e de governança, desenvolvendo métricas e estratégias para gerenciá-los. Isso se tornará essencial não só para redução das emissões, mas também para desenvolver estratégias de adaptação coerentes, incluindo infraestrutura à prova de clima, preenchendo a lacuna de proteção do seguro e aumentando financiamentos de adaptação público e privado.

Mariana Faria, Gerente Sênior de Sustentabilidade e Mudanças Climáticas, EY

Fontes:

Relatório de Riscos Globais 2020, do Fórum Econômico Mundial.
Fifth global institutional investor survey – How will ESG performance shape your future?

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ABES e EY trabalham em parceria para evitar multas milionárias da LGPD no Brasil e promover a cultura da gestão de riscos de privacidade

A ABES (Associação Brasileira das Empresas de Software) desenvolveu, em parceria com a EY, a ferramenta Diagnóstico LGPD, software que tem o objetivo de auxiliar empresas a verificarem seu nível de adequação à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), que entrará em vigor em agosto de 2020, e concluir o processo de compliance em relação aos seus requisitos e exigências. A ferramenta consiste em um questionário por meio do qual as empresas podem fazer uma auto avaliação quanto aos diferentes pontos exigidos pela Lei. Depois de preenchido, um diagnóstico quanto ao grau de adequação da empresa é emitido, junto a sugestões contextualizadas ao resultado. Acesse o link para fazer a auto avaliação de sua empresa: http://diagnosticolgpd.abes.org.br/

“Sabemos que a LGPD tem muitos detalhes que requerem atenção, por isso desenvolvemos, em conjunto com a EY, o Diagnóstico LGPD com o objetivo de educar o mercado a respeito dos impactos da legislação. Muitas empresas ainda desconhecem diversos requisitos e exigências da Lei – inclusive, existe uma falsa concepção, por exemplo, de que a LGPD diz respeito apenas aos dados de consumidores, quando, na verdade, ela engloba todos os tipos de dados pessoais, de clientes a colaboradores. Acreditamos que o Diagnóstico LGPD é uma ferramenta extremamente necessária neste período final de adequação, último momento para as empresas assegurarem compliance e evitarem dívidas milionárias, como as que ocorreram com a GDPR”, explica Rodolfo Fücher, presidente da ABES.

A discussão a respeito da utilização de dados pessoais no mundo digital vem ganhando cada vez mais relevância no mercado mundial, sendo considerada atualmente uma moeda de troca para negócios. Após a criação da General Data Protection Regulation (GDPR) na Europa, foi a vez do Brasil pensar em uma legislação que regulasse as atividades de tratamento dessas informações – e agora, falta menos de um ano para as empresas se adequarem à nova Lei, alterando e ajustando a forma como coletam, armazenam, processam e utilizam dados privados.

“A Lei Geral de Proteção de Dados foi criada com o exclusivo propósito de evitar abuso por empresas e órgãos do governo no uso de dados pessoais dos cidadãos. Estar preparado para a LGPD é necessário não apenas para evitar as multas que podem chegar a até 2% da receita anual da empresa até o teto de R$5 milhões, mas também para garantir os direitos de indivíduos e impor deveres às organizações em relação à coleta, uso, retenção, divulgação e exclusão de informações pessoais. A lei procura com isso, fomentar uma nova forma de se fazer negócio através do desenvolvimento da cultura de governança de riscos de privacidade”, comenta Marcos Sêmola, sócio de consultoria para cibersegurança da EY.

Para utilizar a ferramenta, não é preciso, nem possível, enviar informações pessoais ou referentes à empresa, como nome, CPF/CNPJ, entre outras. Após o preenchimento do questionário, o relatório em PDF é disponibilizado para download com informações referentes ao nível de adequação e com sugestões para melhoria – não é possível acessar este documento posteriormente. Os dados enviados anonimamente relacionados à posição das empresas quanto às exigências da LGPD serão utilizados para a produção de relatórios gerais sobre o cenário de compliance das companhias brasileiras em relação a nova lei. A expectativa é que o primeiro estudo seja lançado em dezembro.

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Hikvision e EY firmam parceria para o desenvolvimento de modelos de gestão de segurança da informação

A Hikvision, fornecedora global de soluções e produtos de videovigilância e segurança eletrônica, e a consultoria EY China, líder global em serviços de segurança, impostos, transações e assessoria, firmaram uma parceria para o desenvolvimento do projeto de segurança da informação que irá reforçar a proteção das soluções da fabricante por meio do desenvolvimento de modelos de gestão em resposta aos crescentes riscos de segurança cibernética. O apoio da equipe de projeto especializada da EY irá ajudar a Hikvision na realização da avaliação de segurança da informação para equipe técnica e na área de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D).

Além disso, a consultoria compartilhará continuamente práticas de liderança industrial para auxiliar ainda mais a Hikvision na superação dos desafios encontrados nas transformações de risco de cibersegurança.

“Como uma fabricante líder mundial de equipamentos de CFTV e vigilância por vídeo, a Hikvision entende muito bem a importância de entregar um produto seguro aos usuários e está comprometida com a implementação de medidas eficazes para aumentar a segurança dos seus produtos e serviços. Os esforços de garantia de segurança da informação da Hikvision são fundamentados no ciclo de vida útil, incluindo o desenvolvimento, verificação, fabricação, entrega e serviços. O trabalho com a EY, organização de serviços de consultoria líder no mundo, irá auxiliar no aprendizado de técnicas avançadas de gerenciamento de cibersegurança”, comentou Weiqi Wu, VP da Hikvision.

A Internet das Coisas (IoT) tem desempenhado um papel importante no novo ciclo de transformação do mercado, como ‘Indústria 4.0’, ‘Smart City’ e ‘Internet +’. O rápido desenvolvimento do mundo da IoT está gerando cada vez mais preocupações quanto ao possível aumento de nossa exposição às ameaças cibernéticas. Para atender à crescente demanda, a Hikvision tem planos de longo prazo e considerações cautelosas em relação ao estabelecimento do próprio sistema de gestão de segurança da informação.

“A EY está muito satisfeita em auxiliar a Hikvision no desenvolvimento deste projeto. Ao integrar nossos recursos globais, incluindo credenciais bem-sucedidas, práticas industriais, conhecimento profissional e especialistas locais em cibersegurança, a EY ajudará a Hikvision a enfrentar os desafios de riscos crescentes de cibersegurança e a obter uma cooperação mutuamente benéfica e vantajosa.” afirma Keith Yuen, parceiro de serviços de cibersegurança da EY Grande China.

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EY recomenda seis passos para empresas se protegerem de ataques virtuais

Diante dos recentes ataques cibernéticos por meio de sequestro de dados (ransomware) sofridos por grandes organizações em diferentes países, a EY (Ernst & Young) orienta as empresas em todo o mundo a tomarem medidas imediatas para prevenção e mitigação do efeito desses crimes.

“A recente onda de ataques cibernéticos é uma prova de que os cibercriminosos estão se tornando mais agressivos e sofisticados visando simultaneamente o maior número de organizações. O principal aliado de um criminoso cibernético é a complacência. Seja uma grande multinacional ou uma empresa familiar, o sucesso de um ataque está associado às pessoas, tecnologias e procedimentos preventivos que são adotados e seguidos para reduzir o risco de sucesso dos invasores nestes cenários” afirma Demétrio Carrión, sócio de cibersegurança da EY.

Há seis medidas que as organizações podem tomar imediatamente para ajudar a proteger seus dados e sistemas – os ativos mais valiosos e de seus clientes – ao mesmo tempo em que minimizam os possíveis danos causados por outras ameaças:

1 – Desconecte as máquinas infectadas da rede e segregue as máquinas de backup porque também podem ficar criptografados se forem conectados à rede.

2 – Ative seu plano de resposta a incidentes e não trate a investigação como um mero problema ou exercício de TI. Reúna um time multifuncional na equipe de investigação, incluindo jurídico, compliance, segurança da informação, administrativo, relações públicas, recursos humanos e outros departamentos relevantes.

3 – Identifique as vulnerabilidades em seu sistema. Instale atualizações de segurança, detecção de malwares e detecção de vírus para dificultar recorrências e melhorar as ferramentas de detecção e resposta para futuros ataques.

4 – Certifique-se de que seus sistemas estejam corrigidos antes de reconectar os computadores. Mantenha os sistemas atualizados com um programa de gerenciamento de vulnerabilidades de alto nível. Isso deve incluir um ciclo de repetições para gerenciar vulnerabilidades com base em riscos à medida que eles evoluem e um modelo de amplo e atualizado de inventario, pontuando o nível de risco de aposição de cada item e sua conectividade com outros dispositivos.

5 – Ative o plano de continuidade do negócio. Utilize como base os requisitos necessários para relatórios regulatórios, reivindicação de seguros e disputas, litígios, inteligência de ameaças e/ou notificação de clientes.

6 – Colete e preserve as evidências, seguindo o rigor forense necessário, de maneira possam ser usadas em uma investigação.

“O sequestro de dados – como o WannaCry – exige um plano de contingência e de resposta rápido. Mesmo depois que os dados são restaurados, as empresas às vezes enfrentam problemas na recuperação de informações sensíveis que foram comprometidas no ataque. Clientes, fornecedores e demais stakeholders podem exigir que a empresa demonstre de forma forense que, mesmo que os dados tenham sido acessados, nada foi perdido por completo”, alerta Carrión.

Observar a cibersegurança como prioridade do negócio, auxilia na mitigação dos riscos das empresas no ambiente digital, permitindo conhecer o nível de exposição e riscos associados e facilitar a tomada de decisão dos executivos.

“Para prevenção e segurança dos dados é recomendável que as empresas redobrem a atenção para a criação de processos maduros, principalmente para gestão de vulnerabilidade, gestão de mudança e gestão de patches, incluindo uma revisão de processos e políticas de backup, resposta a incidentes, e continuidade de negócio, além de identificar os ativos mais importantes da empresa e monitorar de forma proativa com a realização de testes do programa de segurança com exercícios de Red Team e/ou testes de invasão. Realize um monitoramento tempestivo de infraestrutura crítica ao negócio e planos de conscientização junto aos colaboradores e faça uma gestão estratégica de cibersegurança, com processos, pessoas e tecnologias”, conclui Carrión.

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EY lança campanha digital para Programa de Trainees

Neste ano, a abertura das inscrições para o programa de Trainee da EY será realizada com uma campanha digital. Com o objetivo de mostrar aos candidatos o mundo EY, que envolve um ambiente multicultural e dinâmico, as peças serão protagonizadas pelos próprios talentos da empresa e apresentadas com novo conceito de linguagem e identidade visual, direcionado ao jovem.

O programa é destinado a estudantes universitários e recém-formados (até dois anos) de Ciências Contábeis (a partir do segundo ano), Administração de Empresas, Ciências Atuarias, Direito, Economia, Engenharia, Estatística, Física, cursos de TI, Matemática e Relações Internacionais (a partir do penúltimo ano de graduação). Também é desejável que os candidatos possuam nível intermediário de conhecimento na língua inglesa. Para participar, os interessados devem acessar o site desenvolvido especificamente para a ação: www.beyellow.com.br.

As vagas disponíveis são nas áreas de Auditoria, Consultoria, Impostos e Transações Corporativas, o programa oferece 30 oportunidades em Belo Horizonte (MG), 10 em Blumenau (SC), 10 em Brasília (DF), 45 em Campinas (SP), 40 em Curitiba (PR), 15 em Fortaleza (CE), 15 em Goiânia (GO), 35 em Porto Alegre (RS), 15 em Recife (PE), 150 em Rio de Janeiro (RJ), 15 em Salvador (BA) e 320 vagas em São Paulo (SP).

O Programa de Trainees da EY tem duração de 10 a 15 meses e, posteriormente, os participantes têm chances de serem promovidos a auditores, consultores ou assessores, entrando no plano de carreira da empresa para se tornarem sócios. “O plano de desenvolvimento inclui treinamentos comportamentais e técnicos, coaching com profissionais seniores, experiências práticas em projetos de clientes e outros programas de desenvolvimento educacional por meio da EY University (EYU), além de possibilitar experiências multiculturais por meio da interação com profissionais de diversos países”, afirma Elisa G. Carra, diretora de Recursos Humanos da EY para Brasil e América do Sul.

Todo o processo seletivo começa em janeiro e se estende até outubro, quando as últimas admissões são realizadas. As datas de admissão e de cada etapa do processo variam conforme a área de atuação e a localidade escolhida.

O processo seletivo começa com a avaliação curricular dos candidatos. A fase seguinte consiste em uma apresentação institucional no escritório da EY e a produção de uma redação. Na etapa posterior, são realizados testes online de Português, Lógica, Inglês (eliminatórios) e Contabilidade Básica (classificatório), além da escolha da área de interesse (online). Durante a penúltima etapa, é realizada a dinâmica de grupo, que definirá os selecionados para a entrevista final.

O desenvolvimento dos trainees tem o apoio da EYU, considerada a melhor universidade corporativa pelo Cubic Awards, prêmio internacional promovido pela Corporate Learning Networking nos Estados Unidos. Em 2016, a EY foi considerada a Empresa Mais Atraente do Mundo em Serviços Profissionais para estudantes dos cursos de negócios, de acordo com a pesquisa “World’s Most Attractive Employer 2016”, realizada pela Universum. Ficou ainda em terceiro lugar no ranking geral de todas as empresas que estão no levantamento.

Serviço
Inscrições: www.beyellow.com.br
Período: de janeiro a outubro

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EDP é pioneira em robotização de processos

A EDP Brasil, empresa que atua nas áreas de geração, distribuição, comercialização e soluções em energia elétrica, é a primeira Companhia brasileira do setor a implementar um robô para agilizar e aperfeiçoar suas atividades internas de processos. Com o R1SP (Robô 1 Serviços Partilhados), o Grupo inicia o programa de robotização de seus procedimentos internos, absorvendo os ganhos de eficiência e de qualidade gerados pela inovação e tecnologia.

O sistema será utilizado inicialmente pelo Centro de Serviços Partilhados (CSP) da Empresa, no preenchimento de guias tributárias, conciliação bancária e recebimento de notas fiscais. O projeto, lançado neste mês, terá sua primeira etapa de robotização concluída no primeiro semestre deste ano.

O plano é expandir a aplicação para atuar em processos corporativos e também das unidades de negócio, em atividades de rotina e que tenham como base regras pré-definidas. A implementação do R1SP contou com um investimento inicial de R$ 1 milhão, com retorno previsto em menos de um ano, principalmente em gastos com hora extra.

“A EDP Brasil demonstra seu caráter inovador, desta vez sendo pioneira na agenda digital. Este é o início de uma nova abordagem com uma eficiência reforçada” afirma o diretor presidente da EDP Brasil, Miguel Setas.

Os colaboradores da Empresa terão papel crucial na implementação e supervisão do R1SP, auxiliando na correta configuração e operação do sistema. O objetivo é que, a partir da robotização, eles possam concentrar suas atividades em tarefas de análise crítica, de forma a ampliar a produtividade das áreas e a excelência da operação.

Atualmente, 70% do trabalho das equipes está voltado para a execução de processos repetitivos, e apenas 30% do tempo dos colaboradores está direcionado a tarefas analíticas. Com a Robotização, a Companhia pretende reequilibrar esse porcentual, para ter 80% de seus esforços concentrados em atividades de análise crítica, consideradas de alto valor agregado.

O projeto será implementado na EDP Brasil em parceria com a EY.

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Ernst & Young: número de IPOS deve crescer em 2017

A confiança de empresários e investidores foi colocada à prova por contas das incertezas políticas e econômicas de 2016. Como resultado dessa instabilidade, o número de IPOs (ofertas públicas iniciais) teve uma redução significativa de 16% (1.055) com relação a 2015 e o capital levantado com essas operações caiu 33%, para US$ 132,5 bilhões. O volume de megadeals – IPOs com captação acima de US$ 1bi – foi de 21 ante 35 em 2015, uma queda de 40%. Todos esses dados estão presentes no estudo global produzido pela Ernst & Young (EY) sobre tendências para aberturas de capital.

“Esse foi um ano atípico, com um alto número de fatores que influenciaram negativamente o mercado. Para 2017, acreditamos que os grandes players continuarão preocupados com o futuro da União Europeia, com as políticas do novo governo norte-americano e com a curva do crescimento da China, mas, mesmo assim, teremos uma recuperação dos números”, afirma Carlos Asciutti, sócio líder de Serviços para Private Equity da EY Brasil.

O estudo da EY mostra que nos Estados Unidos, mercado que teve o pior ano desde a crise de 2009, tanto em números de IPOs quanto no montante de capital levantado, a reação do mercado financeiro à instabilidade geopolítica foi mais positiva do que as previsões.

“As operações patrocinadas por fundos de private equity e venture capital, diminuíram no último ano. Por isso, esperamos que a recuperação dos mercados, aliada à redução da volatilidade e ao forte apetite desses grandes investidores devem levar mais companhias ao mercado no próximo ano”, diz Asciutti.

Segundo os dados da pesquisa, o mercado da Ásia e Pacífico foi o epicentro das atividades de IPO em 2016, alcançando 60% do volume total de negociações e fazendo o mercado ser, pelo terceiro ano consecutivo, o principal em número de operações. O principal fator para esse crescimento foi o grande número de movimentações no primeiro semestre do ano provenientes da Grande China (China, Hong Kong, Macau e Taiwan).

“O mercado de Hong Kong teve uma performance de destaque dentro dessa região. Porém, por conta de fatores como o a queda de juros, o fortalecimento do ambiente norte-americano e as novas políticas de governo, não é possível ter um prognóstico para 2017. Japão, Austrália e Coreia do Sul também foram ativos, com um alto número de grandes transações e várias políticas de incentivos fiscais para a economia nacional”, reforça Asciutti.

Apesar do crescimento das atividades no último trimestre de 2016, a média de companhias que abriram capital na EMEIA (Europa, Oriente Médio, Índia e África) caiu 25% no período de um ano, com uma diminuição do valor de levantamento de capital de US$ 37,7 bilhões. Ainda que Índia e África tenham apresentado desempenho bastante positivo – a Índia teve um crescimento de 38% nos números de negócios concretizados, enquanto a África aumentou em 81% o número de capital movimentado – o mercado Europeu, por conta das instabilidades políticas, puxou os resultados do bloco para baixo.

Apesar de inúmeras situações que não eram esperadas para 2016, tais como a eleição de Donald Trump nos Estados Unidos e o Brexit na Europa, a reação do mercado a essas mudanças e incertezas foi mais positiva do que se previa, portanto, o que se espera para o próximo ano é uma maior movimentação no número de IPOs, puxados pelas novas regulamentações na China que favorecem a abertura de capital das empresas e a consolidação da região da Ásia e Pacífico.

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63% das empresas brasileiras não possuem programas para prevenir ameaças cibernéticas

Mais de metade das empresas brasileiras não está preparada para lidar com ameaças cibernéticas, é o que indica a nova edição do Global Information Security Survey (GISS), estudo anual da EY (Ernst & Young). A pesquisa, realizada com 1755 executivos C-level das áreas de Segurança da Informação e TI em 67 países, indicou que 63% das organizações nacionais não possuem programas para prevenir ameaças cibernéticas, enquanto 43% não têm um programa para identificação de vulnerabilidades e 45% não dispõem de nenhum tipo de programa para detecção de brechas.

Para 36% dos entrevistados, a área de TI de suas empresas demora em média até 1h para iniciar a investigação de um possível ciber incidente, enquanto 15% disseram que essa resposta pode levar mais de um dia.

Restrições no orçamento foram apontadas por 80% dos entrevistados como principal obstáculo para o avanço da área de segurança da informação dentro da organização. Segundo a pesquisa, 65% dos entrevistados brasileiros afirmam que os gastos de suas empresas com segurança da informação somam menos de US$1 milhão.

“Questões ligadas à segurança da informação e vazamento de dados das empresas são uma preocupação constante das companhias. Em especial em um cenário como o atual, de crescimento de uso de internet móvel e de soluções digitais, que deixa as instituições mais expostas a ataques externos e falhas internas, é importante investir em robustez e agilidade dos sistemas para identificar e combater problemas”, diz Sérgio Kogan, sócio de Consultoria em Cibersegurança da EY.

Resultados globais

Globalmente, quase 70% dos respondentes disseram que seu orçamento para segurança da informação deveria aumentar até 50% para atender às necessidades de suas empresas;
Segundo o levantamento, as principais fontes de ciberataque citadas foram: crime organizado (59%), hackers (54%) e terroristas (35%). A pesquisa ainda apontou que empresas também se sentem vulneráveis a ataques causados por funcionários (44%), e sistemas desatualizados (34%).

Global Information Security Survey 2015 – Destaques por setor

Setor – Principais fontes de ciberataques – Prioridades na área de segurança da informação – % de empresas que não planejam mudar seu orçamento para segurança da informação nos próximos 12 meses

Bens de consumo

Funcionários: 61%

Crime organizado: 52%

Prestadores externos: 43% Continuidade dos negócios / recuperação de desastres: 59%

Prevenção no vazamento de dados / perda de dados:50%

Capacidades de resposta a incidentes: 40% 38%

Bancos e mercado de capitais

Ciberataques para roubar informações financeiras: 21%

Malwares: 20%

Fraudes: 19% Prevenção no vazamento de dados / perda de dados: 67%

Continuidade dos negócios / recuperação de desastres: 56%

Gestao de acesso de usuarios / identidades: 56% 33%

Energia

Segurança desatualizada: 20%
Funcionários: 20%
Malwares: 20% Continuidade dos negócios / recuperação de desastres: 52%

Prevenção no vazamento de dados / perda de dados: 44%

Operações de segurança, tais como antivírus e encriptação: 43% 33%

Mais da metade dos respondentes afirmou que suas empresas ainda não possuem uma área dedicada para a análise de tecnologias emergentes e seus impactos nos negócios. Phishing foi considerada a principal ameaça aos negócios por 44% dos entrevistados, enquanto 43% consideram os malwares o maior desafio para o setor.

Quase 60% dos entrevistados disseram que a contribuição e o valor que área de segurança da informação proporciona à sua organização está comprometida pela falta de talentos qualificados disponíveis no mercado.

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EY tem novo CEO para o Brasil

view.aspx A EY (Ernst & Young) anuncia Luiz Sérgio Vieira como novo CEO para o Brasil. Após um processo de transição iniciado há três anos, o executivo, que ocupava o cargo de vice presidente de Mercados, sucede Jorge Menegassi. Vieira, que entrou na EY como trainee há 24 anos, se torna o mais jovem CEO à frente de uma Big4, grupo das quatro maiores consultorias e auditorias do mundo. Ele assume oficialmente o cargo em 1º de julho, quando a empresa inicia seu ano fiscal.

Na EY desde 1992, Luiz Sergio atuou por três anos na área de auditoria. Mas sua trajetória na empresa foi principalmente no segmento de impostos, com especialização em tributação internacional, expertise que o levou a passar três anos no escritório da EY em de Nova York.
Conhecido por sua capacidade de inovar e desenvolver talentos, Luiz Sérgio tem como desafio dar continuidade ao bom desempenho apresentado pela companhia nos últimos anos e impulsionar o processo constante de inovação nos negócios. O executivo é o responsável pela estruturação do Centro de Inovação da empresa. “Temos observado o impacto que a revolução digital em curso tem causado no mercado. Trabalhamos continuamente para acompanhar essas mudanças e oferecer soluções integradas e inovadoras para nossos clientes”, afirma Luiz Sérgio Vieira.

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Recuperação do setor imobiliário deve ser impulsionada por alta do dólar e amadurecimento do mercado

Para investidores internacionais que acompanham o mercado imobiliário brasileiro, o momento pode ser a melhor janela de oportunidade de compras em uma década

A alta do dólar, somada aos primeiros sinais de recuperação da economia e ao amadurecimento do mercado devem ser os principais responsáveis pela retomada do crescimento do setor imobiliário brasileiro. É o que aponta o Global Market Outlook 2016, estudo realizado pela Ernst & Young (EY) sobre tendências de investimento no segmento imobiliário.

De acordo com a pesquisa, o cenário de rara confluência de fatores deve aumentar a atratividade do mercado brasileiro para o capital estrangeiro, o que deve impulsionar sua recuperação ao longo dos próximos 12 a 24 meses.

“Os preços caíram e estão extremamente atrativos. Para os investidores estrangeiros que acompanham o mercado imobiliário brasileiro, esse momento pode ser a melhor janela de oportunidade de compras em uma década. Apesar disso, muitos ainda esperam uma maior clareza nos cenários político e econômico antes de colocarem suas fichas em propriedades brasileiras”, avalia Viktor Andrade, sócio líder de transações do mercado imobiliário da EY para o Brasil e América do Sul.

Embora a desaceleração econômica e o alto índice de construção na última década, que levou a um excesso de oferta no mercado, possam ser considerados fatores de risco para os investidores, há boas razões para apostar na recuperação do setor no médio prazo. A desvalorização do real, que tende a ter um efeito significativo sobre a capacidade exportadora do Brasil, e as projeções do Banco Mundial para o crescimento de 2% do PIB brasileiro em 2017, uma melhoria significativa frente à projeção negativa para 2015, são alguns dos pontos que devem tornar o segmento atrativo para o capital estrangeiro.

Para Andrade, nos últimos 10 anos, o mercado amadureceu, mesmo que ainda esteja sentindo as dores desse rápido crescimento, e está mais experiente e preparado. “O desenvolvimento de nichos, que não existiam antes do boom da construção, tais como armazéns, hotéis, armazenamento e saúde, é um exemplo dessa evolução e ajuda a reduzir alguns dos riscos enfrentados pelos investidores”, diz o executivo.

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EY abre inscrições para Programa de Trainees

Estudantes e recém-formados podem participar do processo seletivo e concorrer a oportunidades em 12 cidades do Brasil
A EY (Ernst & Young) abriu as inscrições para seu Programa de Trainees 2016. Com vagas para as áreas de Auditoria, Consultoria, Impostos e Transações Corporativas, o programa oferece oportunidades em Belo Horizonte, Blumenau, Brasília, Campinas, Curitiba, Fortaleza, Goiânia, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo.

O programa é destinado a universitários a partir do 2º ano de graduação ou recém-formados (até dois anos) nos cursos de Administração de Empresas, Ciências Atuariais, Ciências Contábeis, Direito, Economia, Engenharia (todas), Estatística, Física, Cursos de TI, Matemática e Relações Internacionais. Também é desejável que os candidatos possuam nível intermediário de conhecimento na língua inglesa.

A EY oferece aos jovens talentos um projeto de desenvolvimento de carreira, com oportunidade de vivência em um ambiente dinâmico e multicultural, que proporciona amplo aprendizado e rápido crescimento. “O plano de desenvolvimento inclui treinamentos comportamentais e técnicos, coaching com profissionais seniores, experiências práticas em projetos de clientes e outros programas de desenvolvimento educacional por meio da EY University, premiada universidade corporativa da consultoria, além de possibilitar experiências multiculturais por meio da interação com profissionais de diversos países”, afirma Elisa Carra, diretora de Recursos Humanos da EY.

O processo seletivo começa com a avaliação curricular dos candidatos. A fase seguinte consiste em uma apresentação institucional da EY e escolha da área de interesse (online). Na etapa posterior, são realizados testes online de Português, Lógica, Inglês (eliminatórios) e Contabilidade Básica (classificatório). Durante a penúltima etapa, são realizadas a dinâmica de grupo e a redação e, na última fase, a entrevista final. As contratações se concentram entre julho e setembro e o processo todo termina em outubro, quando as últimas admissões são finalizadas. As datas de contratação e de cada etapa variam de acordo com a área de atuação e localidade escolhidas.
O Programa de Trainees da EY tem duração de 10 a 15 meses e, posteriormente, os participantes são promovidos a auditores, consultores ou assessores, entrando no plano de carreira da empresa para se tornarem sócios.

O desenvolvimento dos trainees tem o apoio da EYU, a universidade corporativa da EY, considerada a melhor universidade corporativa pelo Cubic Awards, prêmio internacional promovido pela Corporate Learning Networking nos Estados Unidos.

Mais informações e inscrições pelo site: www.vagas.com.br/ey

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Comunicação frequente e clareza dos modelos e processos são os principais pontos para melhoria da gestão de riscos, aponta estudo da Ernst & Young

Clareza nos modelos operacionais e de processos, comunicação dos riscos de forma mais frequente e estruturada, maior alinhamento dos objetivos da gestão de riscos com os objetivos do negócio e aumento da capacidade de identificar e avaliar riscos estratégicos e externos, essas são as principais oportunidades para melhorar a gestão de risco em empresas brasileiras. É o que aponta o estudo realizado pela Ernst & Young (EY) sobre riscos, governança e conformidade com leis. A pesquisa, realizada em 63 países incluindo o Brasil, ouviu representantes de 25 setores para entender como as empresas de diferentes países gerenciam riscos.

O estudo também identificou as principais oportunidades para a atuação das auditorias internas no Brasil. Fazem parte da lista o aumento da capacidade de individuar e avaliar riscos estratégicos e externos, a identificação de oportunidades de redução de custos, a melhoria na habilidade de aconselhar a gestão a respeito de grandes mudanças, a maior integração com outras funções de riscos/ controle/conformidade e a maximização do uso da tecnologia para reduzir custos e ampliar a cobertura dos riscos.

Apesar de a maior parcela dos entrevistados (95%) ter afirmado que há uma melhora significativa no alinhamento entre os objetivos do negócio e os da gestão de riscos, 85% dos respondentes veem oportunidades para aprimorar ainda mais essa relação. Essa falta de sinergia impacta diretamente o processo de decisão. “Cerca de 60% dos entrevistados brasileiros disseram que a gestão de riscos tem um envolvimento limitado na tomada de decisões”; afirma Rene Martinez, sócio líder de consultoria no setor de riscos da Ernst & Young (EY) para o Brasil e América do Sul

O estudo também evidencia que, localmente, 58% das empresas preparam dashboards para gerenciamento apenas anual ou trimestralmente, o que cria espaço para oferecer insights essenciais sobre riscos que ajudem os tomadores de decisões. Globalmente, esse percentual é de 78%. “No Brasil, 60% dos entrevistados avaliam o perfil de risco da organização apenas anualmente, limitando a capacidade de ajustar as estratégias de acordo com as mudanças no cenário de riscos”, diz Martinez.

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EY é reconhecida como líder global em estratégias digitais para serviços de consultoria

A EY acaba de ser eleita líder global em estratégias digitais para serviços de consultoria. O reconhecimento foi concedido pela International Data Corporation (IDC MarketScape), provedora global de inteligência de mercado e eventos para os mercados de Tecnologia da Informação, de Telecomunicações e de Tecnologia de Consumo.

Após avaliar as atividades das empresas líderes em estratégia digital, o IDC MarketScape destacou as habilidades da EY em permitir que seus clientes implementem recursos digitais para melhorar seus resultados de forma efetiva, considerando suas operações internas, market share, experiência dos consumidores e produtividade. O reconhecimento também analisou as consultorias por sua capacidade de entregar projetos de curto, médio e longo prazo aos clientes. De acordo com a avaliação das empresas que demandam serviços de consultoria em estratégia empresarial digital a EY é considerada a companhia com maior capacidade em ajudar seus clientes a evoluir para incluir uma melhor utilização dos recursos digitais na melhoria da experiência final.

Para a EY, o resultado da análise do IDC é um reconhecimento dos esforços que a empresa tem feito visando auxiliar clientes, de forma prática e efetiva, a lançarem suas estratégias digitais. “Impulsionada pela análise de dados e novas tecnologias, a área digital está rompendo com todos os modelos de negócios atuais. Esse reconhecimento é prova de que globalmente, os profissionais da EY que atuam nesse setor estão ajudando nossos clientes a incorporar estratégias digitais em todos os aspectos da sua organização”, afirma Fabrício Cardoso, sócio de consultoria da EY.

Visando ampliar sua atuação no mercado de serviços digitais, a EY realizou importantes aquisições ao longo de 2015. “No Brasil buscamos o foco prático e de resultado efetivo para nossos clientes considerando a estratégia deles, por meio do aumento do market-share, ajuste do mix de produtos, ganho de eficiência dos canais e da força de vendas, integração da cadeia produtiva com a demanda real ou melhoria da experiência do consumidor. Nosso foco é o resultado independente de quais tecnologias utilizar e sem considerar modismos”, afirma Cristiane Amaral, líder da área de melhoria de performance para América do Sul.

Com este foco, a EY realizou investimentos importantes no Brasil, com a compra da InWave, empresa de estratégia digital, digital marketing e customer experience, e está totalmente integrada com as aquisições da NorthPoint Digital, líder em soluções digitais, da Bedrock, empresa de inovação digital e customer experience, da Greenwich, de digital & analytics, e da Seren, líder em design digital internacional e inovação.

Além disso, de forma absolutamente inovadora, em outubro deste ano a EY firmou uma parceria estratégica com o LinkedIn. O objetivo é oferecer, conjuntamente, serviços para auxiliar empresas ao redor do mundo a utilizar a tecnologia, redes sociais e técnicas inovadoras de venda para aumentar a eficácia de suas estratégias de mercado. “O sucesso da EY é fruto dos bons resultados de nossos clientes e da qualidade das nossas pessoas, ainda mais em um mercado desafiador como América do Sul” reforça Cristiane.

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Venda de ativos não estratégicos é tática das empresas para garantir bom desempenho em 2015

Pesquisa realizada pela Ernst &Young (EY) mostra que mais da metade dos executivos ouvidos preveem aumento de operações de desinvestimento ao longo do ano

desinvestimento será uma das principais medidas adotadas pelas companhias em 2015 para atender à pressão por melhoria do portfolio e maior retorno para os acionistas. É o que mostra estudo Closing the deal: strategies to increase speed and value, realizado pela Ernst & Young (EY). De acordo com a pesquisa, 54% dos executivos ouvidos preveem aumento na venda de ativos não estratégicos ao longo do ano.

Para aqueles interessados em vender, o momento também é bom. Quase metade das companhias consultadas (42%) espera aumento de ofertas não solicitadas. Além disso, diante dos potenciais benefícios do desinvestimento, 47% das empresas afirmam que, mesmo não tendo a venda de ativos em seus planos, considerariam a operação se os valores oferecidos tiverem um prêmio entre 10% e 20%.

Para muitas companhias, a venda de ativos é a principal estratégia adotada para crescer. Do total de empresas entrevistadas, 74% afirmaram ter investido o capital levantado com operações de desinvestimento na expansão do negócio. Os aportes foram destinados para fusões e aquisições (17%), novos produtos, mercados ou geografias (23%) ou reinvestidos no core business (34%).

As demandas dos acionistas continuarão a ser o principal fator motivador para o desinvestimento em 2015, 45% dos participantes indicam que a militância dos investidores influenciou as decisões pelo desinvestimento tomadas recentemente.

O estudo também revelou que enquanto muitos executivos seguem boas práticas para revisão dos portfolios, 58% deles admitem que não realizam esse processo com a frequência necessária.

Ao mesmo tempo, 55% indicam que análises do negócio fariam suas avaliações de portfólio mais efetivas. Companhias que registraram aumento do valor da empresa após operações de desinvestimento tinham 58% mais propensas a fazerem uso de ferramentas do que aquelas que apresentaram baixa performance.

“Os acionistas estão mais arrojados do que nunca e eles não deixam pedra sobre pedra na busca por fontes inexploradas de ganhos. Desinvestimentos continuarão a ganhar força, não apenas pelas demandas dos acionistas, mas também pela preferência das companhias por revisão e constante aperfeiçoamento dos portfólios”, diz Viktor Andrade, sócio de Fusões e Aquisições da EY no Brasil.

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Empresas brasileiras ampliam investimento em segurança da informação

No ano de 2013, os riscos de ataques cibernéticos aumentaram. Essa é a percepção de 54,2% dos empresários brasileiros que participaram da 16ª Pesquisa Anual Global sobre Segurança Cibernética da EY (antiga Ernst & Young), que tem como objetivo identificar o nível de conscientização das empresas e as ações adotadas por elas em resposta a ameaças cibernéticas.

Para se proteger 62,2% das companhias ouvidas afirmam que vão aumentar o investimento em segurança da informação em 2014, enquanto 30,4% irão mantê-lo.

O mesmo levantamento, que ouviu 1000 executivos em 64 países, mostra que 90,2% das empresas brasileiras respondentes aumentaram ou mantiveram o investimento em segurança da informação no ano passado, sendo que 33,7% das brasileiras responderam que o investimento médio em segurança da informação na sua empresa é de US$ 500 mil até US$ 2 milhões.

Resultados globais

Para 83% dos participantes ouvidos, a área de segurança da de suas organizações é ineficaz, por isso 93% das empresas estão mantendo ou aumentando seus investimentos em segurança. Além disso, 31% deles relatam que a quantidade de incidentes relacionados à segurança aumentou pelo menos 5% nos últimos 12 meses em suas empresas.

Sergio Kogan, Líder de Segurança da Informação da EY no Brasil, afirma: “O crime cibernético é a maior ameaça à sobrevivência das organizações hoje. Embora uma parcela cada vez maior do orçamento venha sendo destinada à inovação em segurança, muitos profissionais da área ainda acreditam que seu orçamento não seja suficiente para lidar com riscos cibernéticos, que crescem cada vez mais tornando o cenário da resposta muito mais desafiador”.

Dos orçamentos planejados para os próximos 12 meses, 14% estão destinados a inovação em segurança e tecnologias emergentes. À medida que as tecnologias atuais se tornam ainda mais arraigadas à rede e à cultura das organizações, estas precisam ficar atentas ao modo como seus empregados utilizam os dispositivos, tanto no local de trabalho quanto em suas vidas pessoais. Isso se aplica principalmente às mídias sociais, uma área identificada pelos entrevistados como a que os deixa mais inseguros quanto à sua capacidade de enfrentar riscos.

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