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Ernst & Young: número de IPOS deve crescer em 2017

A confiança de empresários e investidores foi colocada à prova por contas das incertezas políticas e econômicas de 2016. Como resultado dessa instabilidade, o número de IPOs (ofertas públicas iniciais) teve uma redução significativa de 16% (1.055) com relação a 2015 e o capital levantado com essas operações caiu 33%, para US$ 132,5 bilhões. O volume de megadeals – IPOs com captação acima de US$ 1bi – foi de 21 ante 35 em 2015, uma queda de 40%. Todos esses dados estão presentes no estudo global produzido pela Ernst & Young (EY) sobre tendências para aberturas de capital.

“Esse foi um ano atípico, com um alto número de fatores que influenciaram negativamente o mercado. Para 2017, acreditamos que os grandes players continuarão preocupados com o futuro da União Europeia, com as políticas do novo governo norte-americano e com a curva do crescimento da China, mas, mesmo assim, teremos uma recuperação dos números”, afirma Carlos Asciutti, sócio líder de Serviços para Private Equity da EY Brasil.

O estudo da EY mostra que nos Estados Unidos, mercado que teve o pior ano desde a crise de 2009, tanto em números de IPOs quanto no montante de capital levantado, a reação do mercado financeiro à instabilidade geopolítica foi mais positiva do que as previsões.

“As operações patrocinadas por fundos de private equity e venture capital, diminuíram no último ano. Por isso, esperamos que a recuperação dos mercados, aliada à redução da volatilidade e ao forte apetite desses grandes investidores devem levar mais companhias ao mercado no próximo ano”, diz Asciutti.

Segundo os dados da pesquisa, o mercado da Ásia e Pacífico foi o epicentro das atividades de IPO em 2016, alcançando 60% do volume total de negociações e fazendo o mercado ser, pelo terceiro ano consecutivo, o principal em número de operações. O principal fator para esse crescimento foi o grande número de movimentações no primeiro semestre do ano provenientes da Grande China (China, Hong Kong, Macau e Taiwan).

“O mercado de Hong Kong teve uma performance de destaque dentro dessa região. Porém, por conta de fatores como o a queda de juros, o fortalecimento do ambiente norte-americano e as novas políticas de governo, não é possível ter um prognóstico para 2017. Japão, Austrália e Coreia do Sul também foram ativos, com um alto número de grandes transações e várias políticas de incentivos fiscais para a economia nacional”, reforça Asciutti.

Apesar do crescimento das atividades no último trimestre de 2016, a média de companhias que abriram capital na EMEIA (Europa, Oriente Médio, Índia e África) caiu 25% no período de um ano, com uma diminuição do valor de levantamento de capital de US$ 37,7 bilhões. Ainda que Índia e África tenham apresentado desempenho bastante positivo – a Índia teve um crescimento de 38% nos números de negócios concretizados, enquanto a África aumentou em 81% o número de capital movimentado – o mercado Europeu, por conta das instabilidades políticas, puxou os resultados do bloco para baixo.

Apesar de inúmeras situações que não eram esperadas para 2016, tais como a eleição de Donald Trump nos Estados Unidos e o Brexit na Europa, a reação do mercado a essas mudanças e incertezas foi mais positiva do que se previa, portanto, o que se espera para o próximo ano é uma maior movimentação no número de IPOs, puxados pelas novas regulamentações na China que favorecem a abertura de capital das empresas e a consolidação da região da Ásia e Pacífico.

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63% das empresas brasileiras não possuem programas para prevenir ameaças cibernéticas

Mais de metade das empresas brasileiras não está preparada para lidar com ameaças cibernéticas, é o que indica a nova edição do Global Information Security Survey (GISS), estudo anual da EY (Ernst & Young). A pesquisa, realizada com 1755 executivos C-level das áreas de Segurança da Informação e TI em 67 países, indicou que 63% das organizações nacionais não possuem programas para prevenir ameaças cibernéticas, enquanto 43% não têm um programa para identificação de vulnerabilidades e 45% não dispõem de nenhum tipo de programa para detecção de brechas.

Para 36% dos entrevistados, a área de TI de suas empresas demora em média até 1h para iniciar a investigação de um possível ciber incidente, enquanto 15% disseram que essa resposta pode levar mais de um dia.

Restrições no orçamento foram apontadas por 80% dos entrevistados como principal obstáculo para o avanço da área de segurança da informação dentro da organização. Segundo a pesquisa, 65% dos entrevistados brasileiros afirmam que os gastos de suas empresas com segurança da informação somam menos de US$1 milhão.

“Questões ligadas à segurança da informação e vazamento de dados das empresas são uma preocupação constante das companhias. Em especial em um cenário como o atual, de crescimento de uso de internet móvel e de soluções digitais, que deixa as instituições mais expostas a ataques externos e falhas internas, é importante investir em robustez e agilidade dos sistemas para identificar e combater problemas”, diz Sérgio Kogan, sócio de Consultoria em Cibersegurança da EY.

Resultados globais

Globalmente, quase 70% dos respondentes disseram que seu orçamento para segurança da informação deveria aumentar até 50% para atender às necessidades de suas empresas;
Segundo o levantamento, as principais fontes de ciberataque citadas foram: crime organizado (59%), hackers (54%) e terroristas (35%). A pesquisa ainda apontou que empresas também se sentem vulneráveis a ataques causados por funcionários (44%), e sistemas desatualizados (34%).

Global Information Security Survey 2015 – Destaques por setor

Setor – Principais fontes de ciberataques – Prioridades na área de segurança da informação – % de empresas que não planejam mudar seu orçamento para segurança da informação nos próximos 12 meses

Bens de consumo

Funcionários: 61%

Crime organizado: 52%

Prestadores externos: 43% Continuidade dos negócios / recuperação de desastres: 59%

Prevenção no vazamento de dados / perda de dados:50%

Capacidades de resposta a incidentes: 40% 38%

Bancos e mercado de capitais

Ciberataques para roubar informações financeiras: 21%

Malwares: 20%

Fraudes: 19% Prevenção no vazamento de dados / perda de dados: 67%

Continuidade dos negócios / recuperação de desastres: 56%

Gestao de acesso de usuarios / identidades: 56% 33%

Energia

Segurança desatualizada: 20%
Funcionários: 20%
Malwares: 20% Continuidade dos negócios / recuperação de desastres: 52%

Prevenção no vazamento de dados / perda de dados: 44%

Operações de segurança, tais como antivírus e encriptação: 43% 33%

Mais da metade dos respondentes afirmou que suas empresas ainda não possuem uma área dedicada para a análise de tecnologias emergentes e seus impactos nos negócios. Phishing foi considerada a principal ameaça aos negócios por 44% dos entrevistados, enquanto 43% consideram os malwares o maior desafio para o setor.

Quase 60% dos entrevistados disseram que a contribuição e o valor que área de segurança da informação proporciona à sua organização está comprometida pela falta de talentos qualificados disponíveis no mercado.

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Recuperação do setor imobiliário deve ser impulsionada por alta do dólar e amadurecimento do mercado

Para investidores internacionais que acompanham o mercado imobiliário brasileiro, o momento pode ser a melhor janela de oportunidade de compras em uma década

A alta do dólar, somada aos primeiros sinais de recuperação da economia e ao amadurecimento do mercado devem ser os principais responsáveis pela retomada do crescimento do setor imobiliário brasileiro. É o que aponta o Global Market Outlook 2016, estudo realizado pela Ernst & Young (EY) sobre tendências de investimento no segmento imobiliário.

De acordo com a pesquisa, o cenário de rara confluência de fatores deve aumentar a atratividade do mercado brasileiro para o capital estrangeiro, o que deve impulsionar sua recuperação ao longo dos próximos 12 a 24 meses.

“Os preços caíram e estão extremamente atrativos. Para os investidores estrangeiros que acompanham o mercado imobiliário brasileiro, esse momento pode ser a melhor janela de oportunidade de compras em uma década. Apesar disso, muitos ainda esperam uma maior clareza nos cenários político e econômico antes de colocarem suas fichas em propriedades brasileiras”, avalia Viktor Andrade, sócio líder de transações do mercado imobiliário da EY para o Brasil e América do Sul.

Embora a desaceleração econômica e o alto índice de construção na última década, que levou a um excesso de oferta no mercado, possam ser considerados fatores de risco para os investidores, há boas razões para apostar na recuperação do setor no médio prazo. A desvalorização do real, que tende a ter um efeito significativo sobre a capacidade exportadora do Brasil, e as projeções do Banco Mundial para o crescimento de 2% do PIB brasileiro em 2017, uma melhoria significativa frente à projeção negativa para 2015, são alguns dos pontos que devem tornar o segmento atrativo para o capital estrangeiro.

Para Andrade, nos últimos 10 anos, o mercado amadureceu, mesmo que ainda esteja sentindo as dores desse rápido crescimento, e está mais experiente e preparado. “O desenvolvimento de nichos, que não existiam antes do boom da construção, tais como armazéns, hotéis, armazenamento e saúde, é um exemplo dessa evolução e ajuda a reduzir alguns dos riscos enfrentados pelos investidores”, diz o executivo.

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EY abre inscrições para Programa de Trainees

Estudantes e recém-formados podem participar do processo seletivo e concorrer a oportunidades em 12 cidades do Brasil
A EY (Ernst & Young) abriu as inscrições para seu Programa de Trainees 2016. Com vagas para as áreas de Auditoria, Consultoria, Impostos e Transações Corporativas, o programa oferece oportunidades em Belo Horizonte, Blumenau, Brasília, Campinas, Curitiba, Fortaleza, Goiânia, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo.

O programa é destinado a universitários a partir do 2º ano de graduação ou recém-formados (até dois anos) nos cursos de Administração de Empresas, Ciências Atuariais, Ciências Contábeis, Direito, Economia, Engenharia (todas), Estatística, Física, Cursos de TI, Matemática e Relações Internacionais. Também é desejável que os candidatos possuam nível intermediário de conhecimento na língua inglesa.

A EY oferece aos jovens talentos um projeto de desenvolvimento de carreira, com oportunidade de vivência em um ambiente dinâmico e multicultural, que proporciona amplo aprendizado e rápido crescimento. “O plano de desenvolvimento inclui treinamentos comportamentais e técnicos, coaching com profissionais seniores, experiências práticas em projetos de clientes e outros programas de desenvolvimento educacional por meio da EY University, premiada universidade corporativa da consultoria, além de possibilitar experiências multiculturais por meio da interação com profissionais de diversos países”, afirma Elisa Carra, diretora de Recursos Humanos da EY.

O processo seletivo começa com a avaliação curricular dos candidatos. A fase seguinte consiste em uma apresentação institucional da EY e escolha da área de interesse (online). Na etapa posterior, são realizados testes online de Português, Lógica, Inglês (eliminatórios) e Contabilidade Básica (classificatório). Durante a penúltima etapa, são realizadas a dinâmica de grupo e a redação e, na última fase, a entrevista final. As contratações se concentram entre julho e setembro e o processo todo termina em outubro, quando as últimas admissões são finalizadas. As datas de contratação e de cada etapa variam de acordo com a área de atuação e localidade escolhidas.
O Programa de Trainees da EY tem duração de 10 a 15 meses e, posteriormente, os participantes são promovidos a auditores, consultores ou assessores, entrando no plano de carreira da empresa para se tornarem sócios.

O desenvolvimento dos trainees tem o apoio da EYU, a universidade corporativa da EY, considerada a melhor universidade corporativa pelo Cubic Awards, prêmio internacional promovido pela Corporate Learning Networking nos Estados Unidos.

Mais informações e inscrições pelo site: www.vagas.com.br/ey

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Comunicação frequente e clareza dos modelos e processos são os principais pontos para melhoria da gestão de riscos, aponta estudo da Ernst & Young

Clareza nos modelos operacionais e de processos, comunicação dos riscos de forma mais frequente e estruturada, maior alinhamento dos objetivos da gestão de riscos com os objetivos do negócio e aumento da capacidade de identificar e avaliar riscos estratégicos e externos, essas são as principais oportunidades para melhorar a gestão de risco em empresas brasileiras. É o que aponta o estudo realizado pela Ernst & Young (EY) sobre riscos, governança e conformidade com leis. A pesquisa, realizada em 63 países incluindo o Brasil, ouviu representantes de 25 setores para entender como as empresas de diferentes países gerenciam riscos.

O estudo também identificou as principais oportunidades para a atuação das auditorias internas no Brasil. Fazem parte da lista o aumento da capacidade de individuar e avaliar riscos estratégicos e externos, a identificação de oportunidades de redução de custos, a melhoria na habilidade de aconselhar a gestão a respeito de grandes mudanças, a maior integração com outras funções de riscos/ controle/conformidade e a maximização do uso da tecnologia para reduzir custos e ampliar a cobertura dos riscos.

Apesar de a maior parcela dos entrevistados (95%) ter afirmado que há uma melhora significativa no alinhamento entre os objetivos do negócio e os da gestão de riscos, 85% dos respondentes veem oportunidades para aprimorar ainda mais essa relação. Essa falta de sinergia impacta diretamente o processo de decisão. “Cerca de 60% dos entrevistados brasileiros disseram que a gestão de riscos tem um envolvimento limitado na tomada de decisões”; afirma Rene Martinez, sócio líder de consultoria no setor de riscos da Ernst & Young (EY) para o Brasil e América do Sul

O estudo também evidencia que, localmente, 58% das empresas preparam dashboards para gerenciamento apenas anual ou trimestralmente, o que cria espaço para oferecer insights essenciais sobre riscos que ajudem os tomadores de decisões. Globalmente, esse percentual é de 78%. “No Brasil, 60% dos entrevistados avaliam o perfil de risco da organização apenas anualmente, limitando a capacidade de ajustar as estratégias de acordo com as mudanças no cenário de riscos”, diz Martinez.

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Venda de ativos não estratégicos é tática das empresas para garantir bom desempenho em 2015

Pesquisa realizada pela Ernst &Young (EY) mostra que mais da metade dos executivos ouvidos preveem aumento de operações de desinvestimento ao longo do ano

desinvestimento será uma das principais medidas adotadas pelas companhias em 2015 para atender à pressão por melhoria do portfolio e maior retorno para os acionistas. É o que mostra estudo Closing the deal: strategies to increase speed and value, realizado pela Ernst & Young (EY). De acordo com a pesquisa, 54% dos executivos ouvidos preveem aumento na venda de ativos não estratégicos ao longo do ano.

Para aqueles interessados em vender, o momento também é bom. Quase metade das companhias consultadas (42%) espera aumento de ofertas não solicitadas. Além disso, diante dos potenciais benefícios do desinvestimento, 47% das empresas afirmam que, mesmo não tendo a venda de ativos em seus planos, considerariam a operação se os valores oferecidos tiverem um prêmio entre 10% e 20%.

Para muitas companhias, a venda de ativos é a principal estratégia adotada para crescer. Do total de empresas entrevistadas, 74% afirmaram ter investido o capital levantado com operações de desinvestimento na expansão do negócio. Os aportes foram destinados para fusões e aquisições (17%), novos produtos, mercados ou geografias (23%) ou reinvestidos no core business (34%).

As demandas dos acionistas continuarão a ser o principal fator motivador para o desinvestimento em 2015, 45% dos participantes indicam que a militância dos investidores influenciou as decisões pelo desinvestimento tomadas recentemente.

O estudo também revelou que enquanto muitos executivos seguem boas práticas para revisão dos portfolios, 58% deles admitem que não realizam esse processo com a frequência necessária.

Ao mesmo tempo, 55% indicam que análises do negócio fariam suas avaliações de portfólio mais efetivas. Companhias que registraram aumento do valor da empresa após operações de desinvestimento tinham 58% mais propensas a fazerem uso de ferramentas do que aquelas que apresentaram baixa performance.

“Os acionistas estão mais arrojados do que nunca e eles não deixam pedra sobre pedra na busca por fontes inexploradas de ganhos. Desinvestimentos continuarão a ganhar força, não apenas pelas demandas dos acionistas, mas também pela preferência das companhias por revisão e constante aperfeiçoamento dos portfólios”, diz Viktor Andrade, sócio de Fusões e Aquisições da EY no Brasil.

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Empresas brasileiras ampliam investimento em segurança da informação

No ano de 2013, os riscos de ataques cibernéticos aumentaram. Essa é a percepção de 54,2% dos empresários brasileiros que participaram da 16ª Pesquisa Anual Global sobre Segurança Cibernética da EY (antiga Ernst & Young), que tem como objetivo identificar o nível de conscientização das empresas e as ações adotadas por elas em resposta a ameaças cibernéticas.

Para se proteger 62,2% das companhias ouvidas afirmam que vão aumentar o investimento em segurança da informação em 2014, enquanto 30,4% irão mantê-lo.

O mesmo levantamento, que ouviu 1000 executivos em 64 países, mostra que 90,2% das empresas brasileiras respondentes aumentaram ou mantiveram o investimento em segurança da informação no ano passado, sendo que 33,7% das brasileiras responderam que o investimento médio em segurança da informação na sua empresa é de US$ 500 mil até US$ 2 milhões.

Resultados globais

Para 83% dos participantes ouvidos, a área de segurança da de suas organizações é ineficaz, por isso 93% das empresas estão mantendo ou aumentando seus investimentos em segurança. Além disso, 31% deles relatam que a quantidade de incidentes relacionados à segurança aumentou pelo menos 5% nos últimos 12 meses em suas empresas.

Sergio Kogan, Líder de Segurança da Informação da EY no Brasil, afirma: “O crime cibernético é a maior ameaça à sobrevivência das organizações hoje. Embora uma parcela cada vez maior do orçamento venha sendo destinada à inovação em segurança, muitos profissionais da área ainda acreditam que seu orçamento não seja suficiente para lidar com riscos cibernéticos, que crescem cada vez mais tornando o cenário da resposta muito mais desafiador”.

Dos orçamentos planejados para os próximos 12 meses, 14% estão destinados a inovação em segurança e tecnologias emergentes. À medida que as tecnologias atuais se tornam ainda mais arraigadas à rede e à cultura das organizações, estas precisam ficar atentas ao modo como seus empregados utilizam os dispositivos, tanto no local de trabalho quanto em suas vidas pessoais. Isso se aplica principalmente às mídias sociais, uma área identificada pelos entrevistados como a que os deixa mais inseguros quanto à sua capacidade de enfrentar riscos.

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