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O que as fintechs de crédito têm a oferecer para o investidor brasileiro – Por Leonardo Rebitte

O mercado financeiro brasileiro ainda é considerado um dos mais tradicionais em relação aos produtos disponíveis: Poupança, Tesouro Direto, ações na Bolsa de Valores, títulos de crédito como LCIs e LCAs e empréstimos como os CDBs, fundos de renda fixa, previdência privada, entre outros, são apenas alguns exemplos.

E mesmo com tantas escolhas, o Banco Central registra que atualmente o Brasil possui mais de 21.700 agências bancárias em seus 5.588 munícipios, e por baixa movimentação ou falta de segurança, se movimentam para fechar agências e baixar custos. Em 2017, o IBGE registrou que 60 milhões de brasileiros maiores de idade eram desbancarizados e essa parcela chamou a atenção das fintechs, por oferecerem novos serviços sem vínculos com outras instituições financeiras.

Nesse cenário onde o modelo bancário está em constante retração, com diminuição de número de agências, redução de funcionários, entre outros pontos, as fintechs de crédito tonaram-se uma solução disruptiva em um sistema bancário que há muito tempo não inova suas práticas.

Com a chegada ao mercado brasileiro, essas fintechs possibilitaram que os pedidos e concessões de empréstimo se tornassem mais simples e descomplicadas, sem grande parte das burocracias exigidas no sistema bancário tradicional. No sistema de empréstimo peer to peer, por exemplo, permite que o investidor defina o valor que será emprestado, em quantas parcelas poderão ser pagas, dia ideal do pagamento e qual o valor da taxa de juros que será aplicado ao empréstimo.

Enquanto a poupança oferece rendimento de 4,9% a.a, a Selic de 7% a.a, o CDB de 9,34% a.a, em um prazo de 12 meses, o rendimento concedido em um empréstimo em uma fintech pode alcançar até 115%, 20 vezes mais que a poupança, de acordo com levantamento da Mutual

Além disso, essas empresas apostam na transparência e em um contato mais direto entre os tomadores e os investidores. Isso corrobora para que o investidor tenha mais controle e informações sobre os seus recursos, sem ficar preso a linguagem bancária ou as instruções de seu gerente.

Além de atrair novos clientes, as fintechs de crédito vêm há mais de 10 anos provando como movimentar a economia de modo saudável. A exemplo do que já acontece nos Estados Unidos, por exemplo, onde esse modelo de negócio tem contribuído para a movimentação do mercado financeiro. Por outro lado, a China também desponta como líder mundial nesse cenário, país onde grande parcela de seus habitantes não tem acesso aos bancos.

A segurança aumenta cada vez mais quando o assunto são transações por meio das fintechs. Com ferramentas que analisam os riscos para cada tipo de operação apoiadas em diversos tipos de informação, principalmente do SCR – Sistema de Informações de Crédito do Banco Central, onde são avaliadas centenas de critérios em um processo rigoroso que resulta em uma nota de crédito para cada solicitação, a população ganha mais um aliado na hora de pedir empréstimo.

Esse é apenas o início de uma nova prática, que irá se popularizar à medida que as fintechs fizerem parte da carteira de investimentos e se tornarem mais competitivas em seus mercados de atuação.

Leonardo Rebitte, CEO e sócio fundador da Mutual, plataforma de empréstimo entre pessoas.

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Fintech promove empréstimos coletivos mais vantajosos que bancos

Democratizar e tornar mais justas as taxas de investimento e financiamento no mercado brasileiro: esse é o propósito da Kavod Lending, fintech de empréstimos coletivos (peer-to-peer lending). Seu diferencial, especialmente frente aos financiamentos bancários tradicionais, é oferecer taxas mais justas, informações confiáveis e garantias reais aos investidores.

Pela Kavod, qualquer pessoa física ou jurídica pode financiar diretamente pequenas e médias empresas que buscam capital para expandir seus negócios, gerir capital de giro ou trocar uma dívida mais cara por outra mais barata, por exemplo. “Não trabalhamos com empresas que estejam com problemas financeiros”, esclarece Fábio Neufeld, CEO e cofundador da Kavod Lending. “Para viabilizar o negócio, fazemos uma análise técnica de crédito das empresas: olhamos balanço, faturamento, endividamento, principais clientes e fornecedores, etc.”.

Na campanha online são disponibilizadas informações imprescindíveis para os investidores, como de que forma a empresa usará os recursos, seu saldo em caixa e em aplicações financeiras, por exemplo. Além disso, é dado acesso a um Relatório de Risco do Serasa, considerado um dos mais imparciais no ramo e referência no mercado. O retorno do investimento é em taxas pré-fixadas a partir de 1,10% ao mês.

Outro diferencial é que a Kavod Lending inclui garantias reais em 100% em suas operações. Essas garantias são dadas pelas empresas, que podem ser recebíveis de cartão de crédito, veículos ou imóveis – conforme a disponibilidade e nível de risco da empresa que busca o aporte. “Por isso o risco é mitigado em relação a outras plataformas do mercado. A rentabilidade é mais do que o dobro do que a oferecida pelos bancos, mas o investimento não é duas vezes mais arriscado”, explica Renato Douek, CMO e fundador.

Caso a empresa não pague o empréstimo, a Kavod Lending faz a cobrança em nome dos investidores e não cobra taxas extras por esse serviço. “Esse é nosso compromisso, pois o negócio deve ser bom para todos: a empresa tem que pagar menos pelo empréstimo e o investidor, ganhar mais com o aporte, evitando o prejuízo”, afirma Fábio.

Para as empresas, o negócio é mais vantajoso com a Kavod do que com bancos e corretoras tradicionais. O custo do financiamento é a partir de 1,1% ao mês e o prazo para pagamento é de até 24 meses. Toda a operação é aprovada, conforme as regras de crédito vigentes, tanto pela Kavod, quanto pela instituição financeira que formaliza a operação.

A fintech foi fundada em outubro de 2016 e selecionada pelo programa Startup Farm Ahead Visa de aceleração. Recebeu aporte de um investidor-anjo (CEO de um banco médio) e lançou sua primeira operação em agosto de 2017. Atuando com grande foco em franquias, já transacionou mais de R$ 2,5 milhões até hoje.

“Considerarmos que, com franquias, o risco é mais baixo para o investidor, já que o negócio é validado e estruturado pela franqueadora, cabendo ao franqueado, entre outras responsabilidades, ser um bom operador. Já realizamos captação de empréstimos coletivos para unidades da Subway, KFC, Sterna Café, Bar do Alemão e também para a FAPPES – Faculdade Paulista de Pesquisa e Ensino Superior”, relata Fábio.

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6 em cada 10 pedidos de empréstimos online são feitos por smartphones

Hoje em dia quase tudo é feito através do smartphone. Compras de produtos de mercado, corridas de táxi, ingressos de cinema, assinaturas de TV, delivery de restaurante e com o crédito pessoal não seria diferente. Dados da Lendico, fintech especializada em crédito pessoal online, mostram que mais de 60% das solicitações de empréstimo são realizadas por smartphones. Deste total, 89% são feitas por dispositivos que utilizam o sistema operacional Android e 9% por iOS. A empresa projeta um aumento de 10% nos pedidos feitos através de dispositivos móveis até o fim de 2018.

A Lendico conseguiu analisar o comportamento do tomador de crédito, observando horários e dias da semana em que mais acontece a procura por empréstimos, bem como os motivos que levam os clientes a solicitarem propostas. Quarta e quinta-feira correspondem a 36% dos pedidos de empréstimo na semana. Os horários mais solicitados variam entre 11h00 e 15h00.

A plataforma analisou no mês de fevereiro, os motivos de solicitações via mobile (65,68%), desktop (33,60%) e tablet (0,72%). O percentual de pessoas que buscaram o empréstimo pessoal para a compra de eletrodomésticos e eletrônicos subiu 91% e para a aquisição de veículos subiu 43%, em comparação ao mês de fevereiro de 2017. O investimento para abrir novos negócios também continua em forte ascendência. A pesquisa mostrou que houve aumento do percentual de pedidos em 48%.

O setor imobiliário é outro que voltou a crescer. A fintech observou percentual 7% maior do que o registrado em 2017. Além disso, reformas, mudanças e mobília dispararam este ano com percentual 35% maior na solicitação de empréstimos.

“Vemos uma mudança no comportamento do consumidor que busca empréstimo online. Antes o percentual de buscas por crédito para dívidas era maior, mas agora há também mais clientes buscando empréstimos para investir no negócio, no imóvel, ou fazer a aquisição de bens”, explica Marcelo Ciampolini, CEO da Lendico no Brasil.

A Lendico iniciou suas operações em 2015, e desde o início estruturou seu site para ser responsivo, observando a alta demanda de serviços no universo mobile. Hoje já são mais de R$ 200 milhões de reais concedidos, e mais de 30 mil clientes atendidos.

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50% mais brasileiros buscaram empréstimo online em fevereiro

Estudo realizado pela Lendico, uma das maiores plataformas de crédito pessoal online do Brasil, com pessoas que buscaram empréstimo através do site da fintech, revela que 50% mais brasileiros buscaram crédito pessoal online em fevereiro, em comparação com o mesmo período do ano passado. O percentual de pessoas buscando o empréstimo para a compra de eletrodomésticos e eletrônicos subiu 91%, quando comparado o segundo mês deste ano com o mesmo período de 2017. Além disso, o percentual de pedidos para a aquisição de veículos subiu 43%.

O investimento para abrir novos negócios também continua em forte ascendência. A pesquisa mostrou que houve aumento do percentual de pedidos em 48%. O setor imobiliário é outro que voltou a crescer. A fintech observou percentual 7% maior do que o registrado em 2017. Além disso, reformas, mudanças e mobília dispararam este ano com percentual 35% maior na solicitação de empréstimos.

“Estamos vendo uma mudança no comportamento do consumidor que busca empréstimo online. Antes o percentual de buscas por crédito para dívidas era maior, mas agora há também mais clientes buscando empréstimo para investir no negócio, no imóvel, ou fazer a aquisição de bens.” explica Marcelo Ciampolini.

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Creditas realiza a maior captação do mercado de fintechs em 2017 no total de R$ 165 milhões

Com o propósito de democratizar o acesso ao crédito com garantia e baixar as taxas de juros no Brasil, a Creditas, plataforma digital de empréstimos, anuncia a captação de mais R$ 165 milhões em investimentos na Série-C. A nova rodada teve como líder a Vostok Emerging Finance (VEF), fundo de investimento cotizado na Bolsa da Suécia focado em fintechs de mercados emergentes. Além do novo sócio, também participaram os atuais investidores da Creditas, incluindo Kaszek Ventures, Quona Capital, QED Investors, International Finance Corporation (“IFC” do Banco Mundial) e Naspers Fintech.

A Creditas cresceu 7 vezes nos últimos 12 meses e pretende utilizar os recursos para dar suporte ao plano de expansão da fintech, com os investimentos direcionados principalmente para tecnologia e expansão da base de clientes. Com 285 funcionários, a Creditas quer desenvolver novos produtos e explorar novos mercados no próximo ano.

“Queremos manter esse ritmo de crescimento acelerado nos próximos anos. Estamos só no começo, em 3 anos queremos crescer 30 vezes. Além disso, nosso objetivo é liderar a disseminação do crédito com garantia como instrumento para reduzir a taxa de juros do consumidor, fomentando o uso produtivo do endividamento”, aponta o CEO e fundador da Creditas, Sergio Furio.

A Creditas é uma plataforma de empréstimo de crédito segura e digital, com a missão de reduzir o peso das dívidas no bolso dos brasileiros, oferecendo empréstimos com garantia ao consumidor com as taxas mais acessíveis do mercado, a partir de 1,15% a.m.

No Brasil, 70% dos imóveis e veículos estão quitados, mesmo assim, os proprietários acabam pagando uma das maiores taxas de juros no planeta em empréstimos sem garantia. A Creditas usa esses ativos como garantia para oferecer empréstimos mais baratos, seguindo o mesmo modelo dos EUA e a Europa.

“Acreditamos que o Brasil oferece a maior oportunidade para fintechs do mundo e a Creditas está atacando essa oportunidade com um enfoque totalmente diferente. A empresa tem uma das equipes de gestão mais fortes que temos visto, por isso, estamos ansiosos para apoiá-los nesta jornada à frente”, aponta o diretor da Vostok Emerging Finance, Dave Nangle.

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5 motivos para escolher uma Fintech na hora de buscar empréstimos

As fintechs são ótimas opções de empréstimos para PMEs, já que facilitam o acesso dessas empresas a investidores, possibilitando melhores taxas e condições de pagamento. As startups de serviços financeiros apostam em uma modalidade de negócio que torna a aquisição dos empréstimos mais fácil e rápida – o peer-to-peer lending (P2P)– empréstimo coletivo. É o caso da Nexoos – pioneira no país nessa categoria.

As empresas que buscam crédito para crescer no próximo ano têm diversos motivos para preferir negociar com as startups do que com os bancos tradicionais. Daniel Gomes, CEO da Nexoos, listou os cinco principais. Confira:

Tudo online

A análise de crédito é digital e 90% automática, com o uso de inteligência artificial – a Nexoos desenvolveu um algoritmo exclusivo para precificar as empresas. As métricas para aprovação se baseiam em dados que apontam o potencial do negócio, como consultas automatizadas aos bureaus de crédito, pré-análise automática e até avaliações de redes sociais das empresas requerentes.

Sem burocracia

O simples fato do processo ser online, o torna menos burocrático, uma vez que o empreendedor não precisa ir ao banco com uma lista de documentos e falar com diversas pessoas, até finalmente aprovar o empréstimo. Ele resolve tudo sem precisar se locomover e em menos tempo.

Rapidez

As empresas são apresentadas aos investidores cadastrados na plataforma durante a Rodada de Investimentos, que dura algumas horas, até que o valor solicitado seja arrecadado por meio dos aportes dos investidores na modalidade peer-to-peer lending (P2P) e a empresa recebe o valor total do empréstimo em até 7 dias. No banco esse processo leva em torno de 45 dias.

Taxa de juros mais baixas

As taxas de juros praticadas na Nexoos são bem menores que as vigentes nos bancos tradicionais, podendo ser até 70% menor. Elas são calculadas com base em dados quantitativos das empresas (tais como contrato social e extratos bancários) e qualitativos (como a presença e reputação online e potencial de crescimento do negócio).

Maior transparência

Uma das prioridades da Nexoos, reconhecida por seus clientes é a transparência nas informações apresentadas – tanto às empresas quanto aos investidores. “As taxas e condições são informadas em sua totalidade, de modo que não há ‘surpresas’ ou valores extras a serem pagos”, explica o CEO.

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MoneyMan usa tecnologia de big data e amplia oferta de crédito a consumidores inexplorados pelos bancos

FinTech de origem europeia planeja conceder, com segurança, mais de R$ 18 milhões em pequenos empréstimos online até dezembro; o uso de tecnologia intensiva permite traçar o potencial financeiro de nomes negativados em até cinco minutos

Apenas 15 segundos são necessários para o site MoneyMan determinar se uma pessoa do outro lado da internet é quem diz ser. Da mesma forma, em até cinco minutos, é capaz de avaliar seu potencial financeiro, concedendo-lhe crédito de R$ 200 a R$ 3.000, a serem pagos em até doze meses, sem a apresentação de garantias. A facilidade, aliada à agilidade da operação tem levado a empresa a receber, em média, 700 pedidos de crédito todos os dias.

O modelo de negócios por trás desta FinTech europeia, que chegou ao mercado brasileiro em novembro de 2016, baseia-se em dois pilares. De um lado, a prospecção de um imenso mercado desprezado pelos bancos varejistas tradicionais. Ou seja, os cidadãos brasileiros que possuem uma conta bancária, mas que tiveram o seu nome negativado em um prazo recente, ou cujos rendimentos, em boa parte, provêm na economia informal. De outro, ancora-se em decisões de crédito feitas com base em big data, tecnologia que vasculha oceanos de dados dispersos na internet e em outras bases, cruzando informações das economias formal e informal para compor o perfil financeiro de cada cliente em potencial muito mais rico e detalhado.

A ID Finance, a quem pertence o serviço de empréstimo online pelo site do MoneyMan, chegou ao Brasil com a meta de fechar, até dezembro deste ano, 80 mil operações de crédito online que deverão totalizar R$ 18 milhões. Depois de experiências bem sucedidas na Espanha, Rússia, Cazaquistão, Polônia, Georgia e México, a fintech aposta no mercado local, onde Antonio Brito, country manager do MoneyMan, calcula que o potencial de empréstimos online seja de 90 bilhões anuais.

Risco minimizado
Para o executivo, o segredo de seu negócio está em precificar corretamente o risco. “Queremos democratizar o crédito, mas garantindo a segurança ao negócio”, resume. Na visão de Brito, ao contrário do mercado tradicional, onde os bancos simplesmente não emprestam para segmentos considerados de alto risco, o objetivo do MoneyMan é aprimorar a interpretação do perfil do cliente.

Para o executivo, o seu tipo de produto financeiro envolve sempre algum nível de fraude. No entanto, entre os vários recursos usados para minimizá-lo, Brito conta que, desde o início da operação no País, usa os serviços da BigData Corp, empresa líder em big data na América Latina. “Foi o que nos possibilitou dispormos de fontes alternativas de dados para segmentar os consumidores de forma muito mais eficiente, avaliando o risco no detalhe”, resume o executivo. Além de outras ferramentas, o perfil financeiro do cliente é checado em função de seu comportamento na internet. “A BigData Corp tem uma base de dados que gera grande relevância estatística, permitindo uma análise preditiva muito mais eficiente que outros sistemas e minimizando a incidência de fraudes”, garante.

20 milhões de sites monitorados semanalmente
Essa eficiência só é possível ante o volume de dados coletados periodicamente. A BigData Corp monitora os cerca de 20 milhões de sites disponíveis no Brasil usando para isso um “exército” de 10 mil servidores semanalmente. “Com a base de informação de que dispõem, é possível fazer tanto a validação do internauta que está pedindo crédito, para saber se é efetivamente quem ele diz ser, como também levantar os dados que alimentam minha análise de crédito”, resume.

Apesar de toda a tecnologia envolvida, para o usuário final, o sistema é muito simples. Com o sistema da BigData Corp, todos os que pleiteiam um empréstimo são submetidos a um questionário de múltipla escolha de apenas três perguntas. Além de pedir informações sobre dados cadastrais de praxe, como o nome da mãe ou a data de nascimento, o questionário trata de detalhes do comportamento na internet que só a própria pessoa poderia saber. Entre elas, qual o signo da mãe do usuário e qual é o site entre os apresentados do qual é dono. As informações pessoais dos usuários são colhidas automaticamente em sites públicos e abertos na internet e servem de base para o questionário.

Todo o processo é rápido e online, bem diferente de sistemas tradicionais de validação de clientes, os quais lançam mão de telefonemas dados por call centers, e nos quais o consumidor é instado a dar seus dados pessoais a um desconhecido do outro lado da linha telefônica.

Conversão de clientes
Na validação do usuário, tudo é medido. O tempo de resposta às perguntas, o índice de acerto de quem responde e uma série de outros fatores são avaliados, filtrando de forma automática os perfis válidos, separando-os dos “sob suspeita”. “A intenção, desde o início, era que essa validação fosse automatizada”, conta o executivo. “O cliente já vem por meio da internet e faz sentido que sua validação também se dê na internet”, comenta. “Melhor: a rapidez com que sua identidade é checada – ou seja 15 segundos – ajuda na sua conversão”, explica Brito. Segundo ele, se o MoneyMan não possuísse o sistema, sua equipe de validação obrigatoriamente seria, no mínimo, o dobro da atual.

Brito conta que a integração da BigData Corp com os sistemas corporativos do MoneyMan deu-se em apenas 15 dias. Já a configuração dos processos de validação é feita via painel de controle ou online. Para o executivo, o sucesso do seu negócio vai muito além das ferramentas de big data. No entanto, admite, hoje elas são parte essencial da sua eficiência.

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Fintech conecta PMEs a investidores e facilita a maneira de conseguir empréstimos

No Brasil, os empréstimos para pequenas e médias empresas sempre foi um processo difícil e burocrático. Por outro lado, para quem busca investir, existem poucas opções e a maioria é pouco rentável a curto e médio prazo, como CDB ou Tesouro Direto. Como alternativa aos bancos convencionais, surgiram as fintechs, que inovaram o jeito de oferecer empréstimos.

Um exemplo é Nexoos – fintech que conecta pequenas e médias empresas que necessitam de empréstimos a potenciais investidores – e que consegue oferecer os financiamentos a uma taxa de juros mais baixa, com menos burocracia que os bancos tradicionais. Com dois anos de operação, a startup já financiou mais de R$ 22 milhões em operações de crédito, no modelo peer-to-peer lending (P2P) – empréstimo coletivo –, no qual é pioneira no país.

“Neste modelo, pessoas comuns podem emprestar dinheiro a empresas, na forma de investimentos. Para as empresas, o processo tem menos burocracia e as taxas de juros são bem menores que as vigentes nos bancos tradicionais, podendo ser até 70% menor”, explica Daniel Gomes, CEO da Nexoos.

Como funciona para a empresa

Empresas com faturamento mínimo anual de R$ 250 mil podem solicitar empréstimos à Nexoos. A análise de crédito é digital e 90% automática, com o uso de inteligência artificial. As métricas para aprovação se baseiam em dados que apontam o potencial do negócio, como consultas automatizadas aos bureaus de crédito, pré-análise automática e até avaliações de redes sociais.

Quando aprovada, a empresa é apresentada aos investidores cadastrados na plataforma, durante a Rodada de Investimentos que dura algumas horas, até que o valor solicitado seja arrecadado por meio dos aportes dos investidores e a empresa recebe o valor total do empréstimo em até 7 dias.

Como funciona para o investidor

O investidor se cadastra na plataforma e investe um valor mínimo de R$ 6 mil na primeira Rodada – que pode ser aplicado em até 3 empresas de sua escolha. O investidor na Nexoos tem total liberdade de escolha, desde decidir quando irá entrar na Rodada de Investimentos até optar por qual ou quais PMEs quer investir. Cada investidor pode emprestar até 5% do valor solicitado pela empresa. É uma aposta na empresa, ainda que ele não adquira parte da companhia ou tenha participação nos lucros.

Ainda de acordo com Gomes, o diferencial da plataforma se deve à qualidade das empresas, criteriosamente selecionadas e à transparência nas informações apresentadas aos investidores. “Nossa taxa de inadimplência é relativamente baixa, cerca de 3,5%. Neste modelo o investidor tem liberdade e sabe exatamente aonde está investindo”, finaliza.

A expectativa da startup é fechar o ano de 2017 com mais de R$ 30 milhões financiados para mais de 300 empresas.

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Fintechs: Noverde é o novo parceiro estratégico do Kitado

As startups Kitado, plataforma gratuita e online de negociação de dívidas, e Noverde, fintech de oferta de empréstimos descomplicados, vão unir força como parceiras estratégicas para ajudar os brasileiros a saírem da inadimplência. O Kitado oferece uma nova abordagem na experiência digital para que os brasileiros deem a volta por cima na vida financeira. Já a Noverde facilita o acesso às linhas de crédito mais barata e com melhores prazos.

Para o diretor comercial do Kitado, Marcos Mylius, a proposta é agregar serviços para ajudar os brasileiros a darem a volta por cima. “O índice de aprovação da nossa plataforma está em 80%, por isso gostaríamos de oferecer mais uma conveniência aos nossos clientes e aos usuários da Noverde”, explica Mylius.

A Noverde oferece diversas linhas de crédito, com juros mais baixos, pagamento facilitado em até 12 vezes, por boleto bancário, com a liberação do dinheiro em até 2 dias na conta do cliente e tudo online, pelo aplicativo e diretamente no celular.

“Escolhemos o Kitado porque a empresa está muito alinhada a nossa primeira abordagem orientada a dados”, explica o CMO do Noverde, Julien Geffriaud.

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Fintech iEmpréstimos adquire direitos de patrocínio para jogos do Brasil contra a Argentina e a Austrália

A fintech de crédito iEmpréstimos S/A (http://iemprestimos.com.br), empresa que pertence a Wecash Group, estará em campo entre os principais patrocinadores do maior clássico do futebol sul-americano: Brasil e Argentina, que acontecerá na Austrália na próxima sexta-feira, dia 9 de junho. Na terça-feira seguinte, dia 13, a marca voltará a ser exposta no jogo da Seleção Brasileira contra a Austrália. As duas partidas estão marcadas para às 7 horas, no horário de Brasília.

Pelo acordo assinado com a inglesa Sportseen, que gere os contratos publicitários das partidas, a iEmpréstimos irá expor sua marca em placas de publicidade localizadas na linha de fundo do estádio Melbourne Cricket Ground, durante o confronto contra os argentinos. No enfrentamento contra os australianos, a marca também estará estampada em campo.

Esta é a segunda vez que a iEmpréstimos investe em ações no marketing esportivo e novamente com a maior paixão nacional, o futebol. A primeira atividade da jovem fintech de créditos ocorreu com apoio ao Clube Atlético Linense, da cidade de Lins (SP), para exposição da marca nos uniformes da equipe, nos jogos contra o São Bernardo e Corinthians. Após a classificação da equipe para a fase semifinal do Campeonato Paulista 2017, o acordo foi renovado para dois confrontos contra o São Paulo.

O Superclássico será transmitido ao vivo pela TV Cultura, TV Brasil e Facebook, nas páginas do Itaú e Vivo. O jogo marcará o reencontro de Brasil e Argentina após a vitória da equipe do técnico Tite, pelo placar de 3 a 0, em Belo Horizonte, em jogo válido pelas Eliminatórias Sul-Americanas. O Brasil, além dos russos como país-sede, é a única equipe no momento classificada para o próximo Mundial.

A iEmpréstimos começou suas operações em janeiro deste ano. Para o CEO da fintech, Roger Madeira, patrocinar um evento de porte internacional revela o interesse da empresa em expandir sua marca, atraindo novamente grande visibilidade do público apaixonado pelo futebol. “Reforçamos mais uma vez nossa estratégia de apoiar o esporte por meio do marketing esportivo. Desta forma, conseguimos aproximar nossa marca e serviços de milhares de aficionados pelo futebol”, avalia.

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Fintech F(x) investe em Inteligência Artificial

Altamente inovadora, a F(x) – leia-se FdeX, fintech que conecta empresas que buscam crédito à fontes de financiamento, realizou um investimento estratégico na sua área de Inteligência Artificial. Com o objetivo de oferecer o melhor serviço para seus clientes e tornar os algoritmos da plataforma muito mais inteligentes e assertivos, a empresa fechou uma parceria de transferência de tecnologia de Big Data e Inteligência Artificial com a The Hive Brasil, aceleradora com sede no Vale do Silício (EUA) que viu no mercado de crédito a oportunidade de alavancar sua tecnologia no País.

A F(x) aproxima financiadores institucionais a empresas com necessidades de financiamento através de seus algoritmos de “matching” que identificam as melhores combinações. Além disso, a plataforma disponibiliza para as empresas um pregão eletrônico pelo qual é possível receber ofertas indicativas de financiadores interessados e escolher a melhor oferta para negociação.

“Com os novos investimentos realizados em Inteligência Artificial, a grande vantagem é que os algoritmos da F(x) vão gerar leads cada vez mais qualificados para os bancos, além de acelerar a velocidade do processo de financiamento para as empresas”, explica Dan Cohen, CEO da F(x). “Atualmente o índice de assertividade dos algoritmos já está bastante elevado, afinal mais de 70% de todas as empresas listadas na plataforma não apenas receberam estruturas indicativas de financiamento, como também deram exclusividade de negociação para essas estruturas, mas nosso objetivo é aprimorar ainda mais essa tecnologia, realizando novos investimentos e focando em inovação”, complementa.

Além do aporte em tecnologia, a F(x) também aumentou seu time de especialistas na área. Rodrigo Guarino, sócio da The Hive Brasil, que já ocupou o cargo de CTO do Grupo Buscapé, vai trabalhar junto com Murillo Freitas, tech lead da F(x), e com Nelson Rezende, matemático com expertise em matemática computacional, no Tech Board da empresa a fim de desenvolver essas novas tecnologias dentro da plataforma da F(x).

Financiadores a um clique

A F(x) está constantemente investindo em tecnologia para garantir o sucesso do seu serviço. Com poucos cliques e seguindo apenas alguns passos, as empresas têm acesso a uma extensa base de financiadores.

Para os bancos e instituições de crédito o serviço é 100% gratuito. Para participar basta criar um usuário, uma senha e um perfil de crédito que pode incluir mais de 500 variáveis diferentes. Essas características definem o perfil das empresas com as quais os financiadores desejam trabalhar, quais as garantias aceitas e quais as características do financiamento.

Já as corporações devem atender o faturamento mínimo de R$ 10 milhões ou possuir garantias de valor superior a R$ 2 milhões e cadastrar, de maneira sigilosa e segura, uma série de informações e documentos diretamente na plataforma. Dan Cohen também comenta que a F(x) está sempre se atualizando e expandindo seus perfis de crédito, desta forma pode englobar um número maior de empresas de diversos portes.

Através dos pregões da plataforma as empresas podem escolher as melhores ofertas indicativas, dando a elas a exclusividade de negociação. A negociação final, o fechamento da operação e toda a parte transacional ocorre fora da ferramenta e são realizadas diretamente entre financiador e o tomador do recurso.

A F(x) não cobra pelo cadastro e análise de crédito das empresas, são pagos somente uma taxa para listar a empresa no pregão e uma taxa de sucesso, paga após a liberação dos recursos desejados.

Desde o início dos pregões da empresa, há cerca de 8 meses, a plataforma já gerou mais de R$ 250 milhões em estruturas indicativas de financiamento e a meta é chegar a R$ 1 bilhão em necessidades de financiamento listadas durante este ano.

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Fintech de crédito iEmpréstimos analisa o perfil e retorna ao cliente três minutos após a solicitação

Falta de agilidade no processo e altos custos são dois dos principais obstáculos que a iEmprestimos.com.br se propõe a romper na indústria de concessão de crédito brasileira. A empresa que iniciou suas atividades em janeiro, trouxe como um dos seus principais diferenciais competitivos velocidade na análise das propostas.

Três minutos após o preenchimento do cadastro e envio da solicitação de empréstimo, a equipe da iEmpréstimos entra em contato com o cliente para validar as informações cadastradas e confirmar a veracidade das informações preenchidas.

Outros diferenciais são, em virtude da alta tecnologia utilizada no processo de análise de crédito, a iEmpréstimos consegue ampliar as possibilidades do cliente conseguir um empréstimo. Além da redução do número de campos para preenchimento no formulário. São apenas 7 contra 50, em média, das demais empresas do setor.

A iEmpréstimos que opera como correspondente bancário já tem diversas parcerias entre bancos, financeiras e outras instituições. Desta forma, ela trabalha com os mais variados tipos de produtos de crédito. Para solicitar qualquer uma dessas alternativas, basta acessar ao site iEmprestimos.com.br pelo computador ou dispositivos móveis e seguir as orientações.

Para o idealizador e CEO da iEmpréstimos, Roger Madeira, o modelo de atuação da fintech visa estabelecer uma relação onde todas as partes envolvidas (banco e cliente) possam sair ganhando, rompendo os gargalos que impedem o pleno desenvolvimento deste setor. Segundo ele, atualmente o processo é lento, burocrático, caro e ineficiente. “As pessoas perdem muito tempo preenchendo formulários, são obrigadas a esperar dias para terem seus pedidos avaliados, arcam com custos do processo análise e caso não tenham suas solicitações aceitas, não servirão para nada”.

Para Madeira, a experiência é desestimulante. “Nossa proposta rompe com este ciclo. Queremos que o consumidor tenha praticidade na solicitação do empréstimo”, diz.

A base de infraestrutura tecnológica da iEmpréstimos combina as mais variadas tecnologias: Inteligência Artificial, Machine Learning, Computação Cognitiva, Modelos Computacionais de Predição de Risco, Blockchain, Big Data, Mineração de Dados, Psicometria e Computação em Nuvem.

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