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Fofocas, palavrões e discussões políticas são algumas das situações que mais incomodam os profissionais no escritório, revela estudo

O ambiente de trabalho mudou muito. Há dez anos, as empresas promoviam “casual fridays”, ou seja, permitiram que, às sextas, os funcionários vestissem jeans e outras roupas menos formais. Hoje, em muitas empresas, o time pode se vestir como quiser – em qualquer dia da semana. Essa mudança faz parte da estratégia das empresas para atrair os millennials e a geração Z, que atualmente constituem cerca de 40% da força de trabalho.

Mas essa mudança não é apenas estética, é também interna – é o que revela a Workplace Boundaries Report de 2019, pesquisa realizada em julho deste ano pela plataforma de ensino online Udemy com mais de 1.000 profissionais americanos com 18 anos ou mais. Por causa das redes sociais e dos escritórios abertos, os profissionais da atualidade se sentem pressionados a compartilhar mais das suas vidas com os seus colegas – mas nem todo mundo parece gostar da informalidade dos tempos atuais.

Algumas das situações que atualmente mais incomodam os profissionais no ambiente de trabalho, segundo o estudo, são muitas fofocas, palavrões e discussões políticas. Os números são os seguintes: mais de 45% dos profissionais acham que os colegas de trabalho fofocam demais no escritório; mais de 30% se sentem incomodados quando os colegas falam muitos palavrões; e quase 40% acham desconfortável falar de política no trabalho (ainda mais em tempos tão polarizados).

A pesquisa também mostra dados interessantes sobre a comunicação entre os colegas de trabalho. Por exemplo, mais de 40% dos entrevistados afirma já ter testemunhado bullying no escritório e mais de 35% acha os colegas informais demais em conversas ou mensagens de trabalho. Outra parte do estudo trata exclusivamente dos gerentes – e revela que quase 60% deles se sentem pressionados a trabalhar durante o horário de almoço.

O estudo conclui que é preciso esclarecer o que é um comportamento adequado no ambiente de trabalho – e que o que é adequado num escritório pode não ser no outro. Para isso, o diálogo sobre o assunto nas empresas deve ser incentivado pelas pessoas que ocupam cargos de liderança. Assim, os colaboradores tendem a ficar mais felizes e produtivos – e o turnover tende a cair.

“O jeito de trabalhar e de se relacionar no trabalho mudou drasticamente, não restam dúvidas. Atualmente, quatro gerações compõem a força de trabalho e cada uma delas pode ter uma visão diferente do que é apropriado e do que não é. As empresas devem ter consciência dessas diferenças e fazer de tudo para que as pessoas se sintam à vontade no ambiente de trabalho”, diz Sergio Agudo, diretor de negócios da Udemy para a América Latina. “Para isso, é preciso que os gerentes e as suas equipes façam reuniões regulares sobre o tema.”

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Consultora dá 5 dicas de “dresscode” para empresas e funcionários durante o verão

O verão chegou e com ele os recordes de calor. Visando o bem-estar das equipes, algumas empresas resolvem flexibilizar seu “dresscode”, liberando peças mais leves e frescas tanto para os escritórios quanto para o maior conforto dos trabalhadores no descolamento ao trabalho.

Mesmo assim regras básicas devem ser seguidas, segundo a consultora de Imagem e Estilo, Lais Machado. A profissional que já tem mais de 1 mil horas de atendimento, preparou algumas dicas para a empresas dispostas a fazer essa mudança e para os funcionários na hora de aproveitá-la.

5 dicas para as empresas:

– Estabeleça uma comunicação clara, que especifique para quais cargos a flexibilização se aplica.

– Certifique-se de que todos estão sendo impactados pela informação.

– Uma boa saída é usar os gestores como multiplicadores do tema caso a empresa não tenha intranet, e-mails marketing ou murais.

– Informe a data de início e de termino da mudança, e se ela se aplica a todos os dias da semana ou somente às sextas-feiras.

– É importante estar claro e especificado quais são as mudanças abertas, ilustrando a comunicação com figuras ou fotos.

5 dicas para o colaborador:

– Lembre-se que, independente da flexibilização, o colaborador continua no ambiente corporativo, portanto, qualquer tipo de excesso deve ser evitado.

– Esteja atento e se restrinja a usar o que a empresa a vestir liberou.

– Os homens devem evitar camisetas regata, chinelos e bermudas de água.

– Existem outras saídas para refrescar o corpo no verão como utilizar tecidos naturais como o linho e o algodão, além de peças mais leves como camisas de manga curta e bermudas sociais mais curtas.

– Mulheres precisam estar atentas ao comprimento das saias, aos decotes nas costas e a exposição do corpo em exagero. O ambiente corporativo ainda pede algumas limitações. Deixe aquele vestido do final de semana para sábado, domingo e outros dias de folga. O ideal é ter no seu guarda-roupas os vestidos e saias de trabalho e as mesmas peças só que voltadas aos dias de descanso. Para o ambiente corporativo, opte por linho, crepe, jersey e outros tecidos mais nobres. Deixe a viscose e a visco lycra para as peças mais casuais de lazer.

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Quer ser um campeão? Esteja pronto!

Esteja sempre pronto! Essa foi a lição dada para vencer, apresentada pelo lutador de Kickboxing Ariel Machado, um dos melhores do mundo na modalidade, em um encontro com profissionais da empresa de tecnologia 4Results.

O atleta participou de um almoço com os colaboradores da empresa, no Hard Rock Cafe Curitiba, para incentivar a equipe que tem vários desafios de entregas de projetos importantes entre o final de 2018 e o início de 2019.

Ariel Machado mostrou, em palestra, que passou por inúmeras dificuldades até brilhar mundialmente nas artes marciais em grandes disputas do MMA e Glory. Ele disse que começou a prosperar a partir do momento que fez algo como um plano de negócios para a própria carreira e listou o que importa para alcançar o sucesso:

– Saiba quem você é
– Decida o que quer
– Trabalhe duro
– Mantenha-se motivado
– Qualifique-se
– Esteja pronto
– Supere seu medo
– Vença!

Por coincidência, o campeão de lutas também é da área de Tecnologia da Informação. Tem graduação de nível superior em Análise e Desenvolvimento de Sistemas.

Ariel Machado foi convidado para o evento com o objetivo de mostrar que foco e determinação são essenciais para quem quer vencer no mundo corporativo.

Cristiane Werner, CEO da 4Results, que convidou o lutador para a palestra, ressaltou a importância desse tipo de preparação da equipe da empresa para seguir a trilha vencedora que garantiu, em 2018, um crescimento de mais de 25% em faturamento e novas contratações. Ela usou o exemplo do especialista em TI que venceu no mundo das lutas para motivar a equipe a superar novos desafios. “Conquistamos a confiança de grandes clientes e vamos passar de um ano para outro com a responsabilidade de entregar projetos complexos com o máximo de eficiência e acerto”, destacou a empresária.

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Pesquisa da IBM revela qual o perfil das empresas que serão mais disruptivas nos próximos anos

Pesquisa realizada pela divisão de Consultoria de Negócios da IBM revela que as grandes companhias já estabelecidas no mercado, as chamadas Incumbentes, têm maior capacidade de serem disruptivas em seus mercados nos próximos anos.O levantamento feito pelo IBM Global C-suite Study, feito com executivos C-level em todo o mundo, inclusive do Brasil, aponta que 72% dos entrevistados acreditam queas empresas tradicionais e consolidadas serão líderes em ruptura, inovação e competitividade.

A informação adquirida ao longo de décadas de conhecimento específico de setor se tornou o ativo mais importante e é o principal fator que leva a essa conclusão. Segundo o estudo, tecnologias como Cloud, Inteligência Artificial, Blockchain e Internet das Coisas propiciarão às grandes empresas as ferramentas necessárias para acessar e utilizar com eficácia esses dados.

Reinvenção Digital

O Global C-suite Study também identificou três estágios de Reinvenção Digitalnas empresas, classificados como Reinventores, Praticantes e Aspirantes, com base no foco na experiência do cliente, implantação de tecnologias digitais, estratégia competitiva e agilidade na organização.

No topo da lista, os Reinventores (27%) estão à frente na inovação e também são superiores em crescimento de receita e lucratividade nos últimos três anos. Suas estratégias de TI e negócios estão muito alinhadas. No entanto, o principal fator que posiciona este grupo à frente dos outros estágios é a eficácia na utilização de dados para identificar necessidades de clientes indefinidas e não atendidas.

Os Praticantes (37%) ainda não desenvolveram as capacidades correspondentes às suas ambições, mas planejam lançar um novo modelo de negócios nos próximos anos. Já para as organizações Aspirantes (36%), o maior desafio é obter a visão, estratégia e as capacidades de execução adequadas, principalmente em relação a funcionários e parceiros.

Adoção de Plataformas

Os Reinventores também estão atualmente liderando a adoção de modelos de plataforma de negócios, seguidos de perto pelos Praticantes. Entretanto, o primeiro grupo se destaca em todos os elementos avaliados pelo, incluindo a escolha deuma abordagem colaborativa, a capitalização de dados e o compromisso com a inovação.

O estudo constatou que cerca de 57% das empresas com uma estratégia de disrupção são arquitetos ou proprietários de um modelo de plataforma de negócios. Criando interações diretas entre consumidores e produtores, além de reunir muitos dados ao longo do caminho, essas organizações estão dominando seus segmentos de mercado e entrando em novos com facilidade.

Aproximadamente 28% dos entrevistados afirmaram que estão realocando parte de seu capital para criar plataformas, movimentação que deve se requerer um investimento estimado em US$ 1,2 trilhão nos próximos anos, um aumento de 174% em relação aos cerca de US$ 420 bilhões já investidos. O estudo aponta que os setores realizando os maiores investimentos em plataformas são: produtos industriais (+25%), eletrônicos (+22%) automobilístico (+20%) e varejo (+17%).

A importância da cultura

Em todas as suas edições, o Global C-suite Study questiona os executivos a respeito de quais serão os fatores de maior impacto nos próximos anos para os negócios. O estudo de 2018 constatou que fatores de mercado (69%), incluindo concorrência e mudanças nas preferências dos clientes, retornaram à posição de liderança, seguidos por tecnologia (63%) e people skills(61%), comprovando o aumento do valor dos ativos intangíveis, como o talento e as ideias.

Neste cenário, os Reinventores são mais eficazes que seus pares na construção de culturas em torno do feedback ativo, empoderamento, co-criação e compartilhamento de conhecimento. Aproximadamente 70% deste grupo respondeu que solicita ativamente a participação de funcionários para desenvolver novos projetos,promove a colaboração e o compartilhamento de conhecimento, investe nas habilidades dos colaboradores e apresenta uma rede adequada de parceiros, fornecedores e distribuidores.

IBM Global C-suite Study

O IBM Global C-suite Study foi realizado por meio de entrevistas com 12.854 executivos de 112 países, incluindo o Brasil, de posições como Chief Executive Officer (CEO), Chief Financial Officer (CFO), Chief Human Resources Officer (CHRO), Chief Information Officer (CIO), Chief Marketing Officer (CMO) e Chief Operations Officer (COO), abrangendo 20 setores da indústria.

As respostas foram analisadas utilizando o IBM Watson Natural Language Classifier, que verifica o contexto, temas e prioridades dos entrevistados.

A versão completa do IBM Global C-suite Study está disponível no link.

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Edenred Brasil dissemina suas iniciativas para promover o equilíbrio entre trabalho e vida pessoal em evento para gestores de RH

A Edenred Brasil, líder mundial em soluções transacionais para empresas, comerciantes e empregados, marcou presença na oitava edição do congresso Remuneração Estratégica e Benefícios, promovido pela CorpBusiness, com a participação do gerente de Recursos Humanos, Carlos Cavequi, como palestrante no painel “Desenvolvimento de um pacote de recompensas – Estratégias de atração, retenção e compromisso”. O evento contou com a presença de gestores de recursos humanos e debateu formas de remuneração e como os programas de benefícios podem atrair e reter talentos.

“Recursos Humanos é uma área estratégica dentro de uma empresa e na Edenred Brasil, tem o papel de promover ações que desenvolvem e oferecem uma rotina de vida profissional e pessoal equilibrada e ainda valorize e recompense as pessoas, pois entendemos que profissionais satisfeitos são mais engajados. Com isso, conquistamos uma relação de confiança e, consequentemente, contribuímos para a evolução dos negócios do grupo”, explica o gerente.

A Edenred e suas marcas são reconhecidas por promoverem programas que valorizam, desenvolvem e reconhecem seus colaboradores. Dentre as iniciativas que desenvolve tanto as competências técnicas quanto as comportamentais, está a Academia Edenred, ferramenta educacional on-line e presencial, que proporciona diferentes conteúdos de aprendizagem. Os profissionais também contam com o sistema de Gestão de Desempenho, que abrange um contrato de metas e avaliação de competências e valores organizacionais e conecta os principais temas que envolvem os colaboradores, considerando as expectativas de carreira e o plano de desenvolvimento individual.

Sobre os programas focados na formação e retenção de talentos, além do de estágio e o de Jovem aprendiz, que oferecem capacitação profissional, desenvolvimento e apoio na construção de uma identidade profissional, pode-se destacar o Talent Review, que auxilia no mapeamento de potencial e a desenvolver ações de retenção de talentos; e o Talent Week, que reúne representantes dos 45 países da Edenred para uma semana de atividades de integração, sinergia, troca de informações e experiências sobre os produtos e serviços do Grupo.

E no âmbito de bem-estar, além de acesso à saúde de qualidade, o grupo oferece aos colaboradores acesso a diferentes serviços, como Ticket Restaurante, Alimentação, Transporte e Cultura – pesquisa realizada pelo grupo aponta que 85% dos colaboradores ouvidos acreditam que esses tipos de benefícios impactam positivamente no dia a dia de trabalho. Também promove uma série de ações e campanhas, como a plataforma Viva Melhor, que ajuda no controle da diabetes e do tabagismo e na prevenção ao câncer de mama e de próstata, além de dar acesso a assistências médica e odontológica, cartão-farmácia, seguro de vida e a uma equipe multidisciplinar para pronto atendimento, que dispõe de médico, nutricionista, fisioterapeuta, educador físico e enfermeira

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Maturidade em Inteligência de Negócios

Por Urair de Oliveira

O mercado atual exige que gestores utilizem ferramentas cada vez mais poderosas e confiáveis para apoiar o processo de tomada de decisão em todos os níveis de gestão da empresa, seja estratégico, gerencial ou operacional, com o objetivo de mantê-la ainda mais competitiva.

Uma tecnologia fundamental para apoiar o gestor em tomadas de decisões eficazes e no desenvolvimento do planejamento estratégico é o Business Intelligence, também conhecido como Inteligência de Negócios, ou como é popularmente conhecido: BI.

Por meio de indicadores, o BI tem a capacidade de fornecer informações com visões macro e micro detalhadas da empresa, além de identificar tendências através de análises preditivas e evidenciar problemas operacionais e gerenciais até então ocultos.

Para a empresa passar a interpretar as informações fornecidas pelo BI, conceitos e processos precisam estar bem definidos e disseminados na rotina da empresa. Cada passo dos processos de negócio precisa estar desenhado, os indicadores de desempenho definidos e as tecnologias precisam suportar a extração de dados de diferentes fontes, ou seja, planilhas, arquivos de texto, múltiplos banco de dados relacionais e não-relacionais, páginas web, arquivos remotos etc.

Após a implantação do BI na empresa e da incorporação da leitura dos seus indicadores na rotina diária dos seus gestores, fica evidente a importância desta ferramenta e o ganho significativo nos resultados financeiros e operacionais.

Resultados reais para o seu negócio

Dentre as inúmeras vantagens que o Business Intelligence pode trazer para um negócio, podemos destacar:

1. Coleta, análise e interpretação de dados de forma rápida, segura e automatizada.

2. Integração de relatórios diretamente com diferentes Bancos de Dados.

3. Aumento da produtividade de análise com a geração automática de painéis.

4. Mobilidade: Consulta dos dados através de dispositivos móveis.

5. Análises detalhadas, amparando ações ágeis, pontuais e corretivas, visando o planejamento estratégico da empresa.

6. Previsibilidade: Verificação de tendências para ações assertivas com base na sua inteligência de mercado.

7. Identificação de problemas operacionais e de gestão.

Diante das vantagens trazidas pelo BI ao ser implementado, em qual momento de maturidade de Inteligência de Negócios a sua empresa está? Para analisar e mensurar o nível de maturidade em Business Intelligence, analise os itens abaixo de cada etapa e identifique em qual posição a sua empresa se encaixa.

Independente de quais forem os seus resultados, é possível evoluir no gráfico de desempenho escolhendo um parceiro de tecnologia para apoiar na construção dos KPI’s (indicadores), na realização da análise de processos operacionais, na definição da melhor ferramenta de ETL e na escolha – sem levantar bandeiras – da melhor ferramenta de Business Intelligence para o seu negócio, além de realizar todo o mapeamento de como deve ser construído até a implantação, treinamento e acompanhamento do uso pelos gestores.

Urair de Oliveira, analista de business intelligence da AMcom, companhia de Tecnologia da Informação especializada em desenvolvimento customizado, sustentação de sistemas, consultoria e alocação de profissionais.

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Gestão de projetos se adapta a tempos de crise

Autor do livro ‘Projeto 66’, que traz um verdadeiro mix de gestão de projetos aplicado numa viagem pela Route 66 – que liga Chicago a Los Angeles (Estados Unidos) –, o consultor Fabio Braggio diz que, em tempos de crise, é importante que empresas e consultores revejam seus métodos para viabilizar projetos dentro de um novo cenário. “Não podemos nos tornar blindados ou impermeáveis ao que está à nossa volta. A única constante é a mudança, por mais paradoxal que possa parecer. Há alguns anos o Brasil tem enfrentado problemas socioeconômicos, alguns estruturais, que culminaram na situação de incerteza que o mercado vive hoje. Tem muita gente com receio de investir, desde simples melhorias em infraestrutura tecnológica, até projetos de pesquisa e desenvolvimento de produtos. Mais do que cruzar os braços e esperar, ou ainda insistir em fazer tudo como sempre foi feito antes, o momento é de revisão dos métodos adotados. Só assim é possível evitar a estagnação e o risco exacerbado”.

Braggio chama atenção para uma característica muito comum das pequenas e médias empresas que vem sendo cada vez mais reforçada: um rígido aumento de controle sobre as etapas de um projeto. “Existe uma ênfase maior no controle de orçamento, despesas ou até mesmo mudanças de escopo. Sobre esse aspecto, os gerentes de projeto têm sido bastante cobrados. Por outro lado, eles precisam alavancar projetos que possam fazer a diferença para a empresa, como um diferencial competitivo. Além de engessar um pouco mais o escopo dos projetos – já que mudanças no que se quer entregar geralmente refletem em alterações de tempo e custo – também o gerenciamento de risco se tornou mais sofisticado”.

Segundo o especialista, não se trata apenas de elencar os possíveis riscos envolvidos em cada etapa do projeto. “Hoje é preciso que o consultor tenha a expertise necessária em termos de prevenção e gerenciamento proativo de riscos. Ou seja: é preciso antever imprevistos e saber exatamente como agir nesses casos, neutralizando situações que poderiam comprometer o sucesso da iniciativa como um todo. Isto se dá através da elaboração de uma matriz de risco e de um plano de mitigação e resposta. Geralmente tratada sem a devida ênfase pelas organizações, a correta gestão de riscos é um dos fatores que aumentam a probabilidade de sucesso nos projetos”.

Bastante conhecido dos brasileiros, o lema “fazer mais com menos” nunca foi tão valorizado como agora dentro das empresas. Sendo assim, cabe ao gestor de projetos otimizar os recursos disponíveis e escolher metodologias capazes de atender a essa nova demanda da economia. “Vale dizer que a primeira mudança já sentida nesse mercado é que a figura do gestor contratado full time, com todos os direitos trabalhistas e férias, foi substituída pela terceirização de especialistas. Hoje, vale muito mais a pena contar com um consultor independente, contratado por empreitada, que vai entregar exatamente o que a empresa espera se quiser se manter no mercado e fidelizar clientes”, diz Braggio. “Mas o que parece ter recrudescido na verdade abriu outro campo importante: o das certificações. Ninguém consegue mais consolidar uma carreira de consultor em gestão de projetos se não partir em busca de especialização, de credenciamento e cases de sucesso”.

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CEO da Stefanini destaca a importância da diversidade para transformar ambientes corporativos

A Diversidade é um tema que tem sido debatido com frequência em várias frentes, no entanto, está longe de ter sua amplitude inserida devidamente no meio corporativo. Para ampliar esse debate, a CEO da Stefanini, uma das mais importantes provedoras globais de soluções de negócios baseadas em tecnologia, estará presente no Programa Estratégico da Amcham Porto Alegre (RS), que acontece dia 17 de setembro. Na ocasião, Monica Herrero, CEO da companhia, debaterá sobre o tema Cultura e Diversidade no universo corporativo. Entre os tópicos a serem debatidos, estão ‘Diversidade como estratégia organizacional’, ‘Ambientes diversos e inovação’ e ‘Cultura voltada ao fomento da diversidade’.

O Programa voltado para as lideranças femininas consiste em cinco módulos de aprendizagem direcionados para médias e altas gerências. Cada módulo terá 4 horas e abordará um aspecto essencial na formação de lideranças.

O cenário atual está direcionado para o alcance da equidade de gênero em todas as esferas e torna-se fundamental trabalhar questões de fomento e desenvolvimento de mulheres executivas, pensando em um ambiente organizacional mais diverso e atuando com o objetivo de propiciar um espaço de troca e inspiração para as executivas gaúchas.

Com o intuito de multiplicar conhecimentos e auxiliar na missão de transformar o ambiente de negócios, Monica Herrero levará para o evento a experiência da Stefanini, que apoia a diversidade como um todo. “Sabemos que este desafio é grande, mas temos que abrir a discussão e criar mecanismos reais com processos efetivos para que a diversidade permeie as corporações, por meio de um movimento natural e contínuo, seja para mais espaços para a mulher no mercado de trabalho e de pessoas de todos os gêneros”, enfatiza Monica Herrero.

Programação completa:

Módulo 1 | Cenário Global
Panorama atual do mercado de trabalho | Transformação organizacional | Diversidade e performance financeira

Módulo 2 | Liderança Contemporânea
Autoconhecimento | Protagonizando a transformação | Gestão de equipes de alto desempenho
Novas práticas de gestão

Módulo 3 | Cultura e Diversidade
Estratégia organizacional | Ambientes diversos e inovação | Cultura voltada ao fomento
da diversidade

Módulo 4 | Negociação e Networking
Executivas e negociação – como incentivar | Atitude e postura para negociar
A importância do networking para crescimento profissional

Módulo 5 | Carreira
Como equilibrar vida pessoal com a profissional | Destacando-se em um ambiente
masculino | A importância de estabelecer metas profissionais

ANOTE EM SUA AGENDA:
Módulo 3: Cultura e Diversidade
Dia: 17 de setembro, segunda-feira
Horário: 14h às 18h
Local: Amcham Business Center
Endereço: Rua Dom Pedro II, 861, 8º andar – Porto Alegre, RS

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Fluke anuncia novo Gerente Nacional de Vendas

Comprometida com o objetivo de fortalecer a sua posição de liderança no mercado de teste e medição e aprimorar o desenvolvimento e adoção de suas inovadoras ferramentas, a Fluke nomeia Rodrigo Cunha para a Gerência Nacional de Vendas. Com quase 20 anos de experiência na área industrial, o executivo é graduado em Engenharia Elétrica pela Mauá e pós-graduado em Administração de Empresas com ênfase em finanças pela FGV. Nos últimos cinco anos, Cunha passou por duas empresas do Grupo Fortive, sendo quatro anos na Fluke e um ano na Tektronix. Sua experiência anterior inclui organizações renomadas como Ericsson, AON Warranty e Apex Tools.

Cunha possui sólida experiência e assume a posição com a intenção de alavancar ainda mais a área de vendas da companhia. Para alcançar seus objetivos e metas de crescimento, o executivo planeja estreitar ainda mais o relacionamento com a rede de distribuidores, impulsionando o desenvolvimento técnico de seus especialistas e aumentando a geração de demanda dentro dos canais de vendas. “Estar próximo do distribuidor e do usuário de nossas soluções nos aproxima de suas necessidades, deixando-nos ainda mais atentos para atender de maneira estratégica e assertiva cada região e segmento de mercado”, enfatiza Cunha.

No Brasil, a Fluke conta com uma equipe de 70 distribuidores, mais de 2000 produtos comercializados e 200 pontos de venda. A companhia pertence ao Grupo Fortive, conglomerado independente, de capital aberto, que reúne um grupo de empresas líderes em seus mercados que representam um faturamento global da ordem de US$ 6.2 bilhões.

De acordo com o novo Gerente Nacional de Vendas, “a Fluke passa por uma reestruturação e se alinha cada vez mais às principais tendências de mercado. Deixamos de focar no produto e passamos a enfatizar soluções, embutidas em conceitos macro como indústria 4.0, eficiência energética, manutenção preditiva, entre outros”. Para Cunha, um desafio adicional será buscar este crescimento contínuo em um cenário de incertezas políticas e econômicas, especialmente em relação à variação do dólar. Os setores de Oil&Gas, energia, datacenter, mineração, siderurgia e automotivo, seguem como prioritários.

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Sebrae firma convênio com Bradesco para melhorar o acesso das MPE ao crédito

O Sebrae e o Bradesco firmaram um convênio de cooperação técnica para promover a melhoria das condições de acesso ao crédito por parte das Micro e Pequenas Empresas. O acordo também prevê que o Sebrae ocupará um espaço no inovaBra habitat, do Bradesco, em São Paulo. Além disso, o convênio inclui ainda suporte e mentoria da instituição às startups instaladas no inovaBra, que reúne mais de 170 startups e outras 60 empresas corporates.

A cerimônia reuniu toda a diretoria do Sebrae, o presidente Guilherme Afif Domingos, os executivos do Banco e Luiz Carlos Trabuco Cappi, presidente do Conselho de Administração. “A presença maciça da diretoria se justifica pela importância desse momento. Em vez de dispersar esforços, estamos unindo”, afirmou Afif. “O Sebrae é uma das instituições mais admiradas do país. Estamos felizes por estar a serviço da comunidade e de uma causa”, discursou Trabuco.

O objetivo do convênio é atender empresas com orientações sobre crédito e microcrédito, inclusive para modalidade com a garantia do Fundo de Aval às Micro e Pequenas Empresas (Fampe). Segundo informações da instituição bancária, estima-se que cerca de 1,4 milhão dos 8 milhões de MEIs do país sejam correntistas do Bradesco, mas apenas aproximadamente 200 mil têm conta pessoa jurídica. Trabuco disse que o banco atua na formalização desses empreendedores. “Vislumbramos chegar a 20 milhões de MEIs, a exemplo dos Estados Unidos, que têm cerca de 30 milhões.”

O inovaBra habitat faz parte do ecossistema de inovação Bradesco e foi criado para promover a inovação na instituição. Segundo Mariana Grapeggia, gerente de empreendedorismo e inovação do Sebrae em Santa Catarina, a sala do Sebrae nesse espaço é composta de quatro posições, que serão ocupadas por dois técnicos do Nacional, um de São Paulo e outro de Santa Catarina. Eles estarão disponíveis para dialogar com as startups instaladas, promover a conexão com empresas atendidas pela entidade em outros estados e inseri-las nos desafios tecnológicos. “O objetivo é entender as necessidades desses empreendedores e procurar formas de supri-las”, explicou Mariana.

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Como definir o perfil do estagiário para uma empresa

Por Ruy Leal

Há mais de 50 anos, desde a melhor adequação do instituto no país, as empresas têm à disposição formar futuras equipes a partir de estagiários bem preparados. Se esse instrumento de formação de equipes for avaliado com atenção, será verificado que se trata de forte caminho de entrosamento entre profissionais já experientes e jovens talentosos com vontade de aprender.

É comum que muitos profissionais tenham passado pelo estágio, o que facilita aos estagiários encontrar melhor receptividade nas empresas em seu programa de aprendizado prático. Isso porque já passaram pelo estágio e compreendem quais os dilemas, dificuldades e possibilidades que permeiam esse período de aprendizado. Entretanto, não é suficiente para fazer funcionar a relação dos orientadores-desenvolvedores e os estagiários.

As melhores práticas levam as empresas a observar quesitos obrigatórios que ensejam à obtenção de bons resultados. Nesses quesitos se encontram os aspectos operacionais, legais, técnicos e sociais do estágio, porém passam pelos objetivos a alcançar com o programa de estágio e pela definição dos perfis dos que atuarão nele.

Formar futuros quadros de profissionais a partir de um programa de estágio exige, antes, adequação dos perfis dos estagiários buscados com o perfil do que seja valor para a empresa. Para isso, é necessário que as partes (estagiário e empresa) tenham interesses comuns, que construam o fortalecimento da relação. Se o ponto de partida é o fato de que um lado quer vender o seu potencial e o outro quer comprar, a manutenção dos interesses só ocorrerá se houver comunhão dos perfis.

É essencial, então, que o ponto de partida para modelar boas equipes por meio de programas de estágio seja a empresa avaliar, com especial atenção, o mais adequado perfil de jovens que serão preparados para o futuro dos seus negócios. Vincular esses perfis ao foco do que se valoriza faz que as chances de êxito aumentem muito.

Ruy Leal, presente no mercado há mais de 35 anos, com a atuação em capacitação de jovens para o ingresso no mercado de trabalho e na orientação de profissionais de Recursos Humanos e educadores sobre programas de estágios, coaching e mentoring. Foi Diretor da APARH DF e Conselheiro da APARH SP.

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Investir no colaborador para diminuir o turnover

Por Alexandre Slivnik

Gerir uma empresa é para cabeças pensantes que estejam disponíveis a criar um ambiente agradável para seus colaboradores. As metas serão alcançadas, os resultados trarão mais impactos e os clientes serão melhor atendidos se os funcionários se sentirem confortáveis ao realizarem seu trabalho.

É importante se atentar ao turnover que resulta em gastos, em equipes não envolvidas e possíveis desequilíbrios no negócio por conta de novas contratações, treinamentos e adaptações. Em contrapartida, se o turnover estiver alto, é momento para repensar e reavaliar o cenário da empresa para identificar o que pode ser feito e transformado. Com isso, é possível diminuir ao máximo a rotatividades dos colaboradores, firmar seus postos e possibilitar o engajamento e comprometimento.

Dentro desse cenário, pode-se tomar a Disney, a empresa mais amada do mundo, como um exemplo em relação ao tratamento que o funcionário recebe e como isso reflete no trabalho que chega aos clientes. É preciso aprender a gostar do que se faz. A Disney trabalha o encantamento do cliente interno, justamente para que ele esteja engajado para produzir cada vez mais e para atuar de forma feliz.

Certa vez, uma família estava no parque da Disney em Orlando (EUA), quando o urso de pelúcia de uma das filhas caiu e foi atropelado por um carro de limpeza. A fim de resolver a situação, foi criado toda uma trama: o brinquedo foi levado à sala de primeiros socorros; enquanto a enfermeira “atendia” o urso numa sala, o colaborador da limpeza correu para a loja e pegou um urso novo, que foi entregue para a criança com o braço enfaixado.

Esse ocorrido mostra não somente como os funcionários estavam preparados para agir, como também estavam em sintonia para trabalhar em equipe. Perceba quantas áreas acabaram se envolvendo para devolver o entusiasmo para a criança. Por isso, é preciso ressignificar o ambiente de trabalho a fim de se criar laços que trabalhem juntos com o objetivo de crescer em coletivo junto com a empresa.

Alexandre Slivnik, autor de diversos livros, entre eles o best-seller O Poder da Atitude.

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Já passou o tempo das reuniões sem fim

Por Sílvio Celestino, Alliance Coaching

Um dos maiores problemas para manter a agenda em ordem é a quantidade de reuniões que têm horário para começar, mas não acabam nunca. Isso é motivo de muita perda de energia, estresse e sensação de impotência diante do acúmulo de problemas. Principalmente quando o responsável pelo prolongamento da reunião é o chefe.

Eu já participei de reuniões nas quais as pessoas davam voltas para esclarecer o que estava ocorrendo. Não eram claras sobre o que precisavam. Pior, em alguns casos, somente ofendiam os demais participantes. Alguns jogavam a culpa de seus fracassos em todos e nunca assumiam os próprios erros e responsabilidades. Outros se recusavam a oferecer ajuda, só críticas. E, o que é pior, depois de horas de duração era comum ver que a reunião terminava com a marcação de outra para decidir o que deveria ter sido decidido.

Esse tipo de comportamento destrói a agenda e a energia de todos, o que é exasperante.

A causa disso é que os participantes de reuniões, inclusive os gestores, assumem que podem falar qualquer coisa, de qualquer jeito e para qualquer um.

A solução passa necessariamente pela estruturação rigorosa das reuniões. Não me refiro somente à pauta, que deveria ser um item básico, mas ao estabelecimento do que pode ser falado na reunião e de qual estrutura deve ser seguida.

O gestor mais famoso nesse rigor foi Allan Mulally, que foi CEO da Ford e da Boeing Commercial Airplanes. Toda semana, às terças-feiras, às 7 horas, havia a reunião de revisão do plano de negócios. Os executivos eram obrigados a participar, e a máxima concessão era que entrassem na reunião via conference call. Não podiam enviar representantes. Celulares deveriam permanecer desligados. Na reunião cada um, por sua vez, tinha de começar dizendo qual era seu nome, qual cargo ocupava, em qual ponto do business plan se encontrava. E dizer se a situação estava em código vermelho, amarelo ou verde. Representando problemas, ou se estava tudo bem.

Na eventualidade de precisar de ajuda o executivo tinha de ser específico em seu pedido. Os demais somente poderiam oferecer ajuda. Nada de críticas, ou opiniões.

Não preciso dizer o quanto muitos executivos não se adaptavam a essa estrutura. Ninguém gosta de ver sua fala em uma camisa de força. Mas o fato é que ele foi um dos executivos mais bem-sucedidos de seu tempo. E as empresas que ele administrou deram a volta por cima ante situações muito difíceis, que envolviam desde concorrência acirrada a embates duríssimos com sindicatos.

Portanto, idealmente falando, antes de cada reunião o organizador deveria especificar uma estrutura que todos deveriam seguir ao falar.

Isso exige boa vontade, treino e muitos ajustes ao longo do tempo. Mas os resultados podem ser a diferença entre a ruína e o sucesso da companhia.

É fato que somos frutos de uma cultura, mas também é certo que somos agentes de sua transformação. Como podemos ser precisos no horário de término das reuniões sem rigor nas falas e na exigência para que os envolvidos apresentem informações relevantes para a tomada de decisão? Não podemos!

As pessoas terão maior produtividade, mais energia, menos estresse e mais tempo para focar os resultados se as reuniões forem mais produtivas, relevantes e decisivas.

Vamos em frente!

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Após 18 anos, cofres privados voltam a ser comercializados em São Paulo

O hábito de guardar pertences embaixo do colchão ou possuir cofres em residências parece raro e antiquado, mas se tornou mais comum do que imagina. Há 18 anos, os paulistanos tinham um lugar reservado para proteger bens com valores sentimentais, joias, obras de arte e documentos. Eram 60 mil cofres localizados em bancos, que requeriam dos paulistanos dois anos e meio de fila de espera, e começaram a ser extintos nos anos 2000.

Pensando nisso, com capital e know-how estrangeiro a SEKURO, única empresa brasileira de cofres privados, traz de volta as caixas de segurança privada. “Pensamos em trazer de fora o modelo que já existiu no Brasil e ainda é sucesso no exterior. O objetivo é resgatar em São Paulo aquele lugar especial e trazer segurança para as recordações com valores incalculáveis”, explica Daniel Aveiro, Diretor de Operações da SEKURO.

A empresa está localizada no 5º andar de um prédio na Berrini (SP), o local é uma espécie de “Bunker” nas alturas, um labirinto formado por paredes e painéis blindados que foram importados da Suécia e certificados nos Estados Unidos, rigoroso controle de acesso baseado em tecnologia japonesa, barreiras físicas, tecnológicas e monitoramento 24h. São oferecidas três opções de caixas: pequena (10x15x50cm), média (10x30x50cm) e grande (20x30x50cm), com valores a partir de R$ 360 por mês.

Foram quatro anos de desenvolvimento do projeto e a SEKURO contou com aportes financeiros de investidores estrangeiros para desenvolver o máximo de segurança, com premissas internacionais, sem procedente no Brasil. O plano de expansão prevê investimento de R$ 200 milhões nos próximos cinco anos e chegará a cidades como Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Brasília e Salvador, e levar aos brasileiros a solução para guardar e proteger seus pertences de valor financeiro ou sentimental.

Segundo dados de 2017 da Secretária da Segurança Pública (SSP), São Paulo tem um lar roubado por hora e maior número de ataques de residências em três anos. Para Aveiro, ter um cofre na residência expõe a integridade da família e aumenta o risco de assaltos. “Se analisarmos o cenário após o desaparecimento das caixas de segurança em bancos, a violência nos lares aumentou. Os assaltantes sabem que todas elas possuem algo valioso e isso acabou se tornando uma isca.”, finaliza o Diretor de Operações.

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O círculo vicioso da baixa produtividade

Por Rubens F. Passos

Dentre os conhecidos fatores da baixa competitividade de nossa economia, um dos mais graves é a produtividade dos trabalhadores, conforme acaba de ratificar pesquisa da Fundação Getúlio Vargas: num ranking de 68 nações, ficamos na desconfortável 50ª posição, atrás da Argentina e até mesmo da esfacelada Venezuela.

Nesse contexto, é preciso ficar muito clara a relação de causa-efeito entre o problema e a precariedade da Educação Básica e do acesso ao Ensino Superior de excelência. Por isso, é preocupante o resultado de novo estudo do Banco Mundial (BIRD), o qual mostra que jovens de 15 a 25 anos de lares afetados por quedas nos rendimentos têm 2,3% mais chances de abandonar os estudos. Dentre os de 18 anos, o índice sobe para 4,5%. Segundo o relatório, o número de famílias brasileiras que tiveram cortes no orçamento passou de 20%, em 2013, para 30%, em 2014.

Ou seja, a recessão afetou negativamente o nosso já combalido sistema de ensino, podendo agravar ainda mais a produtividade dos trabalhadores. Afinal, a boa formação escolar, desde a Educação Infantil, é cada vez mais determinante, à medida que a tecnologia avança e os processos produtivos tornam-se paulatinamente mais sofisticados, menos mecânicos e manuais.

A persistente baixa produtividade dos recursos humanos continuará afetando a competitividade e limitando o potencial de crescimento do PIB, o que reduz a capacidade de investimento do Estado na educação. É um círculo vicioso! O País paga um preço alto por ter abdicado de construir um sistema de ensino eficaz, ao contrário de algumas nações que fizeram da sala de aula o grande trampolim de seu desenvolvimento.

O resultado dessa perniciosa equação também torna o Brasil mais suscetível às oscilações da economia internacional e às instabilidades internas. Temos um permanente caldo de cultura propício à proliferação de crises, que, de fato, têm sido intermitentes, inviabilizando um ciclo duradouro de crescimento sustentado. Por mais que seja repetitivo a cada eleição, o ensino precisa ser enfatizado na campanha eleitoral deste ano. Entrarão para a história os políticos que, por meio da redenção da escola, promoverem o grande salto de competitividade de nosso país.

Rubens F. Passos, economista pela FAAP e MBA pela Duke University (EUA), é Senior VP Latam da Acco Brands e diretor do Sindicato das Indústrias Gráficas no Estado de São Paulo (Sindigraf-SP).

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“A disrupção impulsiona o crescimento das marcas”, revela análise de estudo da Kantar Millward Brown

A análise “Como a disrupção pode impulsionar o crescimento da marca?” realizada pela Kantar Millward Brown com mais de 2000 marcas dentro da base de dados global de brand equity do BrandZ™ mostra que menos de 1 em cada 10 marcas cresceu entre 2014 e 2017. E, dentre as que cresceram, destaca-se a Amazon, marca disruptiva que dobrou o seu valor no mesmo período, facilitando muito a vida das pessoas. Os resultados dessa análise foram apresentados em um webinar, por Felipe Ramirez, Chief Solutions Officer Latinamerica da Kantar.

De acordo com Ramirez, existem 7 passos que as marcas podem seguir para gerar disrupção e impulsionar o seu crescimento:

1. Sair da sua zona de conforto: Qualquer marca pode ser disruptiva se fizer algo fora da norma e essa ação criar um novo valor para os consumidores ou descobrir um potencial existente.

2. Reconhecer que precisa mudar: Saber como as pessoas pensam, sentem e se comportam em relação à marca pode significar uma oportunidade imediata de crescimento. O desafio para uma marca bem diferenciada é identificar o que pode torná-la mais relevante e significativa para seus potenciais consumidores.

3. Conhecer o valor da sua marca: Em média, os consumidores pagam 14% a mais pelas marcas que percebem que são diferentes. Quando isso se traduz em lucros, a maior oportunidade pode vir do foco nos consumidores certos e depois cultivar percepções de diferenciação para impulsionar o valor percebido da marca.

4. Usar os insights dos consumidores para inspirar disrupção: Uma marca estabelecida que não possui diferenciação pode correr o risco de ser uma comodity. Uma ideia disruptiva pode vir de muitas partes, mas o teste final é se essa ideia ressoa na audiência. Isso requer um profundo conhecimento dos potenciais consumidores.

5. Invista para fazer a diferença: gastar mais não significa necessariamente que você vai gerar algo disruptivo. Investir na criação de uma ideia criativa que seja congruente com a marca pode ser a melhor maneira de criar uma disrupção do status quo.

6. Aprenda rápido para obter um retorno maior: uma marca pode ter um grande produto ou ideia, mas a execução pode não ser suficiente disruptiva. Os profissionais de marketing devem agir como se estivessem sempre na versão Beta. Atuar e identificar oportunidades de mudança para chegar ao caminho certo.

7. Melhorar continuamente a eficácia do marketing: os profissionais de marketing precisam avaliar o que está acontecendo com a marca e a resposta do consumidor no mercado, para fazer os ajustes necessários no momento.

“Qualquer marca tem o poder de gerar disrupcões se tiver uma ideia clara do que gerará uma diferença significativa de acordo com seu status e contexto. A chave é que essa ruptura é congruente em todos os pontos de contato da marca e que esteja relacionada aos seus valores e ao seu DNA”, disse Ramirez.

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Como evitar a polarização de ideias no ambiente corporativo

Por Diego Daminelli, do time da aceleradora de Negócios Organica

O termo polarização já está no mainstream, ou seja, no cotidiano dos brasileiros. É mais comum ainda ouvir essa palavra em referência à atual corrida eleitoral. A população, desde os últimos anos, vem se dividindo em diferentes escalas da esquerda e da direita e outras ideologias opostas também separam grupos sociais. E quais são os maiores reflexos dessa situação?

Discussões rasas sem a profundidade necessária para que o tema seja devidamente decupado e também o afastamento pessoal e intelectual das pessoas, cada um correndo para sua bolha, são algumas das consequências dessa divisão social.

Mas será que são apenas estes os casos de polarização que trazem prejuízo? Na verdade, os ambientes corporativos também relatam casos e casos de perda de produtividade por conta destas discussões.

Na Organica, empresa que lidera a aceleração de negócios, conforme passamos mais tempo dentro das empresas que aceleramos, aprofundamos ainda mais os estudos sobre cultura, análise de público-alvo, jornada de clientes, objetivos e priorização de projetos. Podemos perceber que existem pequenas arenas e debates políticos entre a equipe comercial e a de Tecnologia de Informação, marketing versus suporte ou dentro de uma mesma equipe, por exemplo, branding versus performance.

Qual empresa nunca viu uma discussão de um comercial com a “demora” da entrega da equipe de produto? Quem nunca viu uma equipe de performance dizer que branding “fica gastando com besteira, mas quem converte é a gente.”

No curto prazo, esse embate pode parecer positivo. “Tenho uma equipe muito motivada que briga pela empresa”. Não, cada um briga para ter razão, briga por seus objetivos pessoais.

Nestes casos, alavancas de trabalho com foco em cultura e também de gestão costumam amenizar ou resolver grande parte desse problema que se resume em: cada um remando para seu lado ao invés de remarem rápido e juntos o famoso “Andar em Bloco”, quando falamos de cultura ou projetos de gestão em Squads, onde pessoas e áreas diversas se agrupam em projetos, um modelo que ficou muito famoso com a Spotify.

Em outros casos, alinhados com esses trabalhos específicos de Cultura e Gestão, se derrubam os “muros” de algumas áreas criando grandes setores de “Client centric”, ou seja, foco no cliente na abordagem para fazer negócios que se concentra em criar uma experiência positiva para o cliente.

Bill Macaitis, ex CMO da Slack, Zendesk e Ex VP da Sales Force, derrubou esses muros e uniu embaixo de seu guarda-chuva as áreas de Marketing, Vendas e Client Success (suporte). Com isso, ele unificou metas e colocou a satisfação e encantamento do cliente como principal objetivo de todas as áreas, seja em qual momento o cliente tivesse contato com a empresa. Não por coincidência, se tornaram cases de sucesso de gestão e resultados

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Ser demitida foi a melhor coisa que aconteceu

Por Tatiana Pimenta, fundadora e CEO da Vittude

Os últimos dias têm sido de bastante reflexão. Há três anos, no dia 4 de agosto de 2015, eu era demitida do meu último emprego. No sábado, acordei e decidi tomar café em uma padaria onde fiz os primeiros rabiscos da Vittude, startup da qual sou fundadora. Fiquei feliz de ver quantas coisas interessantes aconteceram nesse período.

Registrei aquele momento no Instagram e comecei a receber algumas mensagens super bacanas. Decidi então compartilhar a reflexão em um pequeno post no LinkedIn. Não podia imaginar o tamanho do engajamento que teria. Comecei a observar vários comentários, me senti acolhida e também compreendi que deveria contribuir e compartilhar mais.

Em 2015, fui demitida às vésperas do meu aniversário. Que bela surpresa, né?! Hoje percebo que foi realmente foi um grande presente e, aproveitando o período de celebrações, resolvi escrever porque ter sido demitida foi o melhor presente que ganhei.

Sei que nosso País ainda não conseguiu sair completamente da crise política e econômica. Vejo muitos colegas repensando a escolha profissional, decidindo trilhar carreira solo como consultor e indo fazer o que gostam de verdade. Quando a situação está preta, nem sempre conseguimos ver as oportunidades disfarçadas.

Sou engenheira civil de formação, sempre gostei muito de estudar, era muito dedicada aos estudos e uma das melhores aluna da sala. No ambiente de trabalho nunca foi diferente: desde o primeiro emprego era dedicada e determinada a atingir e superar metas. Comecei minha carreira como trainee do grupo Votorantim, no qual fiquei por quase 4 anos. Passei por outros 3 grupos multinacionais enormes. Fiz 3 MBAs e procurei ao longo da carreira manter uma postura profissional exemplar. Entretanto, mesmo estando qualificada, capacitada e trazendo resultados financeiros para as empresas que trabalhei, fui demitida 2 vezes. As duas em épocas de crise.

A primeira demissão

Na primeira vez, no final de 2008, fiz parte de uma reestruturação feita pela empresa na região nordeste, onde eu atuava. Tinha passado os últimos 3 ou 4 meses demitindo pessoas do meu time, adequando a empresa para um novo formato. Sabia que em breve chegaria a minha vez. Essa “leitura de cenário” foi fundamental para que eu me organizasse e pensasse no plano B. Fiz contatos, me conectei com gestores de outras empresas e, de certa forma, procurei “vender meu peixe”.

Enfim chegou a minha vez de ser demitida! Apesar da tristeza, me despedi de todos com muito carinho e, na mesma tarde, já estava tomando café em outra empresa. Fui contratada pela concorrência, no mesmo mês, para ganhar cerca de 50% a mais do que ganhava antes. O autoconhecimento, a preparação para o momento que ia chegar e a confiança no meu potencial fizeram toda a diferença para que essa fosse uma história divertida de contar.

A segunda demissão

Na segunda vez, em agosto de 2015, foi um pouco diferente. Mais uma vez vivíamos um período de crise. Construção civil ia de mal a pior, com o avanço da operação Lava Jato. A empresa em que eu trabalhava tinha começado a fazer cortes e ajustes em fevereiro daquele ano. Todos os meses via colegas excepcionais sendo desligados. A forma com que a empresa fazia os desligamentos, porém, era bem diferente de todas que já havia trabalhado. Era fria, não parecia se importar com as pessoas que até meses atrás davam o sangue por aquela organização. Um colega meu chegou a desabafar certa vez dizendo que tinha se sentido quase “um bandido” tamanha falta de habilidade do gestor. O clima no ar era pesado. Uma mistura de ansiedade e medo do desemprego, piorado pela “rádio peão”, que estava sempre especulando quem seriam os próximos.

A sensação de ser demitida é sempre ruim. Nós criamos vínculos, amizades e nos apegamos aos CNPJs. Literalmente vestimos a camisa e, por vezes, sentimos como se a marca da empresa estivesse tatuada em nossa pele. Ter um vínculo empregatício rompido tem suas semelhanças com a separação e com o luto. Há um sentimento de rejeição presente no ar, uma vez que alguns são escolhidos para ficar e levar a companhia adiante. É comum nos pegarmos incrédulos com o fato ocorrido, questionando “por que eu?” ou mesmo “o que eu podia ter feito diferente”. Mas essa resposta não existe e o ideal é aceitar a nova condição e tentar usar o fato ocorrido como alavanca.

Ser demitida foi um grande presente

Ter sido demitida, em especial na segunda vez, foi a melhor coisa que poderia ter acontecido na minha vida. Até hoje atribuo o fato a uma interferência Divina. Sabe o ditado que diz “Deus escreve certo por linhas tortas”? É exatamente assim que eu sinto e já conto porquê.

A notícia

Bom, obviamente fui pega de surpresa, fiquei mal, chorei e fiquei com raiva. No entanto, aquele mesmo dia ainda me reservava uma outra notícia pesada. Poucas horas depois da minha demissão, ligava minha mãe informando que meu pai havia recebido um diagnóstico de câncer. Pronto, o que estava ruim podia ficar pior. Chorei mais um montão, sentei, respirei e refleti sobre o que estava acontecendo. Conclui que Deus estava me dando de presente a oportunidade de ficar perto da minha família. Havia deixado a casa dos meus pais 17 anos atrás para fazer faculdade e só retornava para as férias. Resolvi rapidamente a burocracia do desligamento e voei para casa.

Para não me alongar e transformar a história em drama, consegui dedicar tempo para estar com meus pais e atuar ativamente durante o tratamento. Tudo correu bem e meu pai ficou completamente curado! Depois de 3 meses era hora de voltar para a realidade.

Plano B

E aí? País em crise, construção civil estava aquela beleza e eu me dando conta que tinha dedicado meus últimos anos de trabalho para uma empresa que não estava alinhada com um propósito que eu considerasse valer a pena. Não sabia o que aconteceria nos próximos meses, mas tinha uma certeza: não queria aquela vida de novo.

Durante os 3 meses anteriores tinha sentido falta de muita coisa relacionada a serviços de saúde. De repente, um dia, após uma corrida, veio um estalo: que tal criar sua própria empresa? E que tal se a empresa for na área de saúde? Estava plantada a semente!

Não sabia como e nem por onde começar. Só sabia que era a hora de arriscar. Tinha experiência profissional e um pouco de dinheiro guardado que, somado com à rescisão, me daria fôlego. Somou-se a isso um desejo ardente de construir algo que realmente tivesse um propósito, que eu pudesse chamar de “missão de vida”. Algumas semanas depois, em uma mesa de bar, compartilhei minha inquietação com o Everton Höpner, que atualmente é meu sócio. Depois de algumas conversas, ele comprou a ideia e começamos a rabiscar o esboço do que seria hoje a Vittude.

Nasce uma empreendedora

Os primeiros insights surgiram em novembro de 2015, o primeiro rabisco em dezembro e em maio de 2016 nossa empresa nasceu formalmente. A Vittude, uma plataforma que conecta psicólogos e pessoas em busca de psicoterapia, começou a operar em setembro de 2016!

Como fundadora tive a oportunidade de ser convidada pelo governo americano para representar o empreendedorismo feminino na Índia em 2017. Neste ano, fui a única brasileira selecionada para um programa de imersão no Vale do Silício, super concorrido, onde convivi com outras 14 fundadoras, de 13 países diferentes, durante 2 semanas.

Desde a fundação da empresa já agendamos mais de 10 mil consultas, temos mais de 1500 psicólogos, em 225 cidades brasileiras. Temos clientes em 12 países diferentes, que antes da Vittude encontravam dificuldade em falar com um psicólogo na sua língua materna. Também já ajudamos mais de 300 jovens em situação de risco a receberem consultas psicológicas gratuitas, conectando eles com psicólogos voluntários. No ano passado começamos a atender empresas, criamos o Vittude Corporate e hoje levamos mais saúde mental e bem-estar para o ambiente corporativo.

Cada vez que uma pessoa me conta que tem vontade de morrer e que eu consigo convencê-la a falar com um psicólogo, meu coração transborda de alegria. Hoje tenho certeza que trabalho em algo que faz realmente sentido!

E por que eu compartilhei tudo isso?

Ainda estamos vivendo um período de crise, ao conversar com amigos e amigas que estão empregados, percebo ainda o tom de preocupação em suas falas. Sei que a incerteza do ambiente macroeconômico nos faz questionar a todo momento se seremos os próximos a perder o emprego. Vi que muitas pessoas se identificaram com meu post do sábado anterior. Achei importante compartilhar o fato de que coisas muito boas podem surgir de momentos difíceis.

Aproveitei e preparei algumas dicas para lidar com a demissão caso ela ocorra.

1 – Aceite a situação

Se você já foi comunicado da demissão, nada mais pode ser feito. Sei que é difícil, dói, como disse acima, sempre fica aquela sensação de “rejeição”, mas de fato não há o que fazer. Saia de cabeça erguida e encare com mais uma etapa concluída. Procure compreender os seus sentimentos. Raiva, frustração e tristeza normalmente aparecem e precisam ser ressignificados.

2 – Não se isole

Algumas pessoas têm a tendência a sentir vergonha pelo desemprego e até se afastar dos amigos. Essa não é a melhor decisão a ser tomada. Mantenha contato, converse com seus amigos, fale abertamente sobre sua situação. Pode ser que seu próximo passo esteja dentro da sua própria rede de contatos.

3 – Mantenha sua agenda preenchida

Não é porque você foi demitido que vai ficar o dia inteiro jogada na cama ou no sofá assistindo TV. Aproveite o tempo disponível para fazer coisas que você gosta e que sempre faltou tempo. E não precisa gastar muito dinheiro não. Vá dar uma caminhada no parque, reserve algumas horas para leitura, faça novos cursos. Há uma infinidade de plataformas que disponibilizam cursos gratuitos ou bem acessíveis. Uma outra dica que foi sensacional para mim, dedique-se a um projeto voluntário. Eu atuei durante 10 meses em um residencial de idosos, cuidando de pessoas com Alzheimer. Foi extremamente gratificante!

4 – Estabeleça um período para procurar uma nova posição e enviar currículos

Não faça desse momento um martírio e nem fique se lamentando nas redes sociais. Estabeleça algumas horas do dia para pesquisar novas vagas e enviar seus currículos. Não passe o dia todo na frente do computador. Isso pode gerar grande estresse e aumentar a ansiedade, comprometendo sua saúde.

5 – Cuide-se

Invista tempo em atividades que prazerosas. Escute sua música preferida! Tente reservar 10 minutinhos do seu dia para meditar. Aproveite seu tempo livre para curtir as pessoas que você ama. E se ainda tiver uma rusguinha aí nesse coraçãozinho por conta da demissão, talvez algumas sessões de terapia possam ser muito úteis para ajudá-la na construção dos seus próximos passos!!

Quando tudo estiver negro na sua frente, não tenha medo. Respire, respeite seu momento, chore se precisar, mas saiba que você é o único responsável por dar a volta por cima e aprender com as pedras no caminho!

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