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Distribuidores de TI correm para não se tornarem a Blockbuster da 4ª Revolução


Por Francisco Camargo

Mais que um termo da moda, a transformação digital coloca em xeque muitos preceitos e players consolidados no mercado. Como ninguém pretende ser a Blockbuster da vez, o jeito é correr atrás de inovação e de caminhos diversificados para sobreviver em um mundo em revolução e repleto de meandros fiscais, tributários e de incertezas econômicas. Um dos setores mais afetados e que terá que se reinventar completamente é o da distribuição de TI. Especialmente os VAD’s (do inglês Value Added Distributors), Distribuidores de Valor Agregado.

Com a evolução do SaaS “Software-as-a-Service” se transformando no XaaS (X-tudo-como-serviço), a comercialização fica completamente diferente, tendendo a eliminar os terceiros de praticamente todas as negociações.

Nesse modelo e, considerando a cascata de impostos brasileiros, a venda direita aos canais ou mesmo aos clientes finais passa a ser fortemente tentadora para os fabricantes. Some-se a isso o processo crescente de automação no atendimento dos distribuidores, que continua se propagando e pode significar perda de qualidade. Esses fatores implicam em muito mais adição de valor a projetos cirurgicamente endereçados às especificidades de cada cliente / projeto.
Caso contrário, para que intermediários?

Nos Estados Unidos esse cenário está mais bem delineado. Distribuidores mono-vendor, sem agregar nenhum valor, comercializam 300 milhões de dólares por ano, com apenas 20 colaboradores e produtividade de 15 milhões de dólares por colaborador.

No entanto, é preciso entender o contexto americano, onde há segurança jurídica e tributária, impostos muito mais simples e baixos, se comparados com os do Brasil. Sem falar nos juros baixos, que reduzem os custos de manutenção de estoques; importações super simplificadas; margens baixas; automação do atendimento e os canais é que têm que ter equipes técnicas adequadas e bem formadas.

Lá, os distribuidores praticamente não agregam valor para os canais, do ponto de vista de pré-vendas, limitando-se a ter “programas de milhagem” com descontos progressivos em função das vendas dos canais e verba de marketing atrelada a esse programa.

No Brasil, caminhamos para esse cenário, que por outro lado abre nichos para distribuidores de valor agregado que consigam atender os canais brasileiros ao apoiá-los no marketing, comercialização, pré e pós-venda. Infelizmente, na média, os canais brasileiros dispõem de poucos recursos técnicos e financeiros e precisam contar com o apoio do distribuidor.

No Brasil, os VAD’s, os distribuidores de valor agregado, como o nome diz, agregam valor na importação, na análise da tributação mais adequada, no hedge cambial e ainda inserem qualidade técnica aos projetos, o que não é trivial. Ao contrário, exige manter uma estrutura de procurement, importação, logística, fiscal de alta qualidade, bem como estrutura de pré e pós-venda, altamente especializada porque as vendas, cujos ciclos são longos, são consultivas e complexas.

Isso acarreta custos de capacitação contínua, inclusive fora do Brasil, de modo que os colaboradores estejam mais que aptos para atender às revendas e a seus clientes com o que se convencionou chamar de soluções de alfaiataria, sempre com necessidades peculiares a cada projeto.

Além disso, outros três fatores explicam o cenário desafiador da distribuição de TI no Brasil: impostos, taxas de juros e volatilidade do real em relação ao dólar.
A híper especialização necessária aos distribuidores de valor agregado precisa encontrar novas formas de ser remunerada, uma vez que são eles que assumem todos os riscos: de crédito dos canais e seus clientes; de atrasos de pagamentos; de variação cambial, pois compra em dólares e vende em reais; e os riscos tributários, dada a complexidade do sistema de impostos brasileiros, ICMS, Substituição Tributária, Difal, PIS, COFINS, ISS, CPOM’s etc.

VAD’s ainda precisam de quantidades crescentes de capital de giro para financiar seus canais, às escorchantes taxas de juros brasileiras e frente à oscilação do dólar, cujas variações importantes da cotação levam as empresas compradoras a entrar em compasso de espera. E tudo isso com a menor margem da cadeia de valor.

A importância de se ‘mixar’ soluções e serviços com alto valor se mostra um caminho viável para ampliar a rentabilidade, tanto de distribuidores como das revendas. Diante disso, não há como fugir de investimentos fortes em capacitação; parcerias com integradores reconhecidos e saber articular a oferta de soluções que se complementam de modo a entregar o projeto pronto. Nesse sentido, a busca por mostrar elevados níveis de entrega, faz com que cada vez mais sejamos conhecidos por realizar uma distribuição consultiva, com aporte de inteligência às revendas e apoio para que elas ganhem dinheiro, o que fortalece os laços comerciais e amplia as vendas.

Os serviços especializados também ganham força na batalha para a sobrevivência de distribuidores e canais. Nesse sentido, é preciso manter sempre um relacionamento profissional de alto nível com os clientes, nunca os abandonando após a venda da solução. Estar atento à evolução tecnológica para garantir ofertas excepcionais e, obviamente, ter coragem de abandonar a velha tecnologia, os fornecedores tradicionais por um, tecnologicamente inovador, novo fornecedor.

Francisco Camargo, CEO da CLM, distribuidora de valor agregado especializada em segurança da informação e infraestrutura de TI.

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Dicas essenciais para carreira promissora na área de TI

Quando o assunto é carreira em TI, a CINQ Technologies acredita ser importante aliar desenvolvimento de carreira por meio de aquisição de conhecimento, bem como soft skills; que é possível empreender dentro das organizações (intraempreendedorismo), bem como criando o seu próprio negócio; e que a área de Tecnologia perpassa o presente e futuro das empresas, sendo que a transformação digital e adoção de tecnologias disruptivas como IoT (Internet of Things), Big Data, Inteligência Artificial etc. tornam-se cada vez mais importantes para aumento da performance das empresas.

Com base nos três temas (carreira, empreendedorismo e tecnologia), verificamos os tópicos que mais foram enfatizados em cada uma das trilhas e, assim, chegamos a 3 dicas essenciais para carreira promissora na área de TI:

1. No âmbito de carreira, a dica é ter um propósito que te faça acordar cedo todos os dias com energia para fazer acontecer e, tendo isso claro (qual é sua missão de vida e como isso está linkado com sua trajetória na área de TI), será mais fácil buscar evolução de conhecimentos técnicos e ter inteligência emocional para saber lidar com os desafios cotidianos;

2. Na área de empreendedorismo, a chave é desafiar-se e esses desafios podem acontecer por meio do aprendizado de novas tecnologias e linguagens de programação; tirando certificações de TI; buscando novos aprendizados comportamentais como comunicação efetiva (cursos de oratória com o intuito de falar melhor em público e fazer-se entender); liderança (cursos de Scrum Master, de coaching), dentre outros;

3. No campo da tecnologia, a sugestão é utilizar métodos ágeis de desenvolvimento, pois os mesmos garantem entregas contínuas ao cliente, além de trazer engajamento de time.

De acordo com Nôga Simões, Coordenadora de Marketing e Inovação da CINQ, “os profissionais de TI precisam cada vez mais aliar competências técnicas a comportamentais, afinal, segundo Daniel Goleman – para o bem ou para o mal, quando são as emoções que dominam, o intelecto não pode nos conduzir a lugar nenhum”.

Neste sentido, demanda-se cada vez mais profissionais que sejam bons aprendizes; captem conceitos rapidamente; se ajustem aos diferentes contextos e situações; pensadores independentes; capazes de tomar decisões; apaixonados por tecnologia e que sejam bastantes comprometidos com resultados. Se você se encaixa nesse perfil, a CINQ possui mais de 40 oportunidades para atuação na área de TI: https://www.cinq.com.br/vagas/

A CINQ Technologies é uma empresa global de Tecnologia da Informação presente em Curitiba, Ponta Grossa, São Paulo e Miami, com atuação em projetos inovadores e de missão crítica no Brasil, na América do Norte e na Europa. A CINQ também possui 10 anos de cultura ágil, é eleita há 7 anos consecutivos como uma das melhores empresas para trabalhar pelo GPTW e está entre as TOP 200 PME’s que mais crescem no Brasil (Pesquisa Deloitte e Revista Exame – 2008, 2009, 2010, 2014, 2018).

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Mulheres são apenas 1 em cada 5 dos profissionais de TI, aponta KPMG

A liderança de TI feminina continua em uma tendência de crescimento excepcionalmente lento, alcançando, neste ano, 12% em comparação com os 10% do ano passado. Os dados são da pesquisa CIO 2018 realizada pela KPMG em conjunto com a Harvey Nash, o maior estudo de liderança em TI e que está na 20ª edição. O levantamento apontou que as mulheres representam apenas uma em cada cinco dos membros das equipes de tecnologia.

O estudo mostrou ainda que quase 25% dos executivos de TI disseram que o tema inclusão e diversidade não tem relevância para a concretização dos objetivos empresariais e tecnológicos de uma organização. Já 47% dizem que a temática tem alguma influência, enquanto 30% afirmam que inclusão e diversidade impactam os objetivos empresariais e tecnológicos de forma considerável.

“O setor parece estar significativamente dividido em relação à extensão na qual a diversidade é importante para o sucesso da empresa”, analisa o sócio da KPMG, Claudio Soutto.

Sobre a pesquisa

Na 20? edição, a pesquisa da CIO Survey 2018 foi realizada pela KPMG em parceria com a Harvey Nash. É considerada a maior pesquisa de liderança em TI em todo o mundo em termos de quantidade de entrevistados. O levantamento foi realizado entre 20 de dezembro de 2017 e 3 de abril de 2018, em 84 países, com 3.958 CIOs e líderes em tecnologia, por meio de análises de respostas de organizações que apresentam despesas anuais com segurança cibernética de até US$ 46 bilhões.

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Fusões e aquisições em TI tiveram aumento de 17% no 1º semestre, aponta KPMG

O número de fusões e aquisições realizadas por empresas de tecnologia da informação apresentou crescimento no primeiro semestre deste ano, totalizando 55 operações concretizadas. Com um aumento de oito transações em relação ao mesmo período no ano anterior (47), o setor vem mantendo a média dos últimos três anos. Os dados são da pesquisa da KPMG realizada com 43 setores da economia brasileira.

Das 55 fusões e aquisições realizadas no primeiro semestre deste ano, 33 foram domésticas, enquanto 19 foram de categoria CB1, em que empresas estrangeiras adquirem empreendimentos de brasileiros estabelecidos no Brasil, e três CB4.

F&A em TI no 1º semestre

2018

55

2017

47

2016

52

Legendas

Transações Domésticas: entre empresas de capital brasileiro

CB1: Empresa de capital majoritário estrangeiro adquirindo, de brasileiros, capital de empresa estabelecida no Brasil.

CB2: Empresa de capital majoritário brasileiro adquirindo, de estrangeiros, capital de empresa estabelecida no exterior.

CB3: Empresa de capital majoritário brasileiro adquirindo, de estrangeiros, capital de empresa estabelecida no Brasil.

CB4: Empresa de capital majoritário estrangeiro adquirindo, de estrangeiros, capital de empresa estabelecida no Brasil.

CB5: Empresa de capital majoritário estrangeiro adquirindo, de brasileiros, capital de empresa estabelecida no exterior.

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GFT reforça time de negócios com nova diretora

A GFT, referência em tecnologias exponenciais para transformação digital e projetos ágeis, ganha mais um reforço na área de negócios. Com mais de 20 anos no mercado, Ana Rosa Madeira é a mais nova diretora da área na GFT, sendo a responsável pelo desenvolvimento de novos negócios e entrega de soluções com foco em inovação, transformação digital e modernização de core banking.

Para Marco Santos, managing director da GFT Latam, a contratação de Ana Rosa fortalece o time de executivos de Financial Services da companhia. “A Ana conta com umasólida experiência em vendas e entregas consultivas, implementações de soluções e programas de modernização de plataformas de negócio e ambiente analítico. Todo esse back-ground e conhecimento em processos do negócio irão agregar experiência e reforçar a nossa atuação estratégica”, analisa o executivo.

A profissional tem uma carreira construída em organizações de tecnologia e serviços nacionais e multinacionais, como Oracle, Capgemini, CTIS e BDO Binder. Nessas companhias, acumulou mais de 20 anos de experiência no atendimento a clientes de grande porte do segmento financeiro tanto nas áreas de TI quanto de negócios.

A diretora é a segunda contratação anunciada para a área de negócios da GFT nos últimos dois meses. Recentemente, chegou ao time Fabricio Vaz, diretor que tem como missão reforçar a atuação da companhia em Financial Services e Retail. “A GFT continua o seu processo de crescimento no país, oferecendo soluções inovadoras e exponenciais para as instituições financeiras. Por isso, reforçamos o nosso time, procurando contar sempre com os melhores profissionais”, complementa Santos.

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Insegurança Jurídica no Setor de Software: afinal, ISS ou ICMS?

Por Jorge Sukarie, presidente da Brasoftware

O Setor de Software está assustado com um problema que parecia pacificado há mais de 25 anos, à semelhança com o que vem ocorrendo com o Setor de Saúde, que se vê às voltas com doenças erradicadas há décadas, como sarampo, poliomielite e rubéola. O Governo do Estado de São Paulo decidiu voltar a cobrar o ICMS nas operações com software, o que não acontecia desde 1992. Ou, pelo menos não fazia de forma significativa, já que até 2015 cobrava sobre um valor simbólico.

Esta discussão que estava adormecida há muitos anos voltou à tona recentemente com a publicação de diversos instrumentos legais, entre eles, o Convênio ICMS 106 do CONFAZ (Conselho Nacional de Política Fazendária), que orienta a cobrança de ICMS pelas Fazendas Estaduais nas operações transferência eletrônica de software padronizado, e alguns Decretos Estaduais, que fazem a regulamentação deste Convênio nos Estados para definir os detalhes da cobrança do ICMS nestas operações.

Resgatando um pouco da história, entre 1989 e 1992, instaurou-se em São Paulo um forte conflito tributário entre as empresas de software e o Governo do Estado a respeito da exigência de ICMS em operações com programas de computador. Outros estados tentaram aproveitar essa “oportunidade” e publicaram normas destinadas a “atrair” empresas de software para seus territórios. Santa Catarina, por exemplo, declarou a não incidência do ICMS nas operações com software. A ABES (Associação Brasileira das Empresas de Software) buscou apoio do judiciário, patrocinando 5 ações judiciais propostas por associados, sustentando a não incidência do ICMS. Todas essas ações foram julgadas procedentes.

O então Governador de São Paulo, Luiz Antônio Fleury Filho, negociou com o setor uma alternativa conciliatória, editando uma Lei dispensando o pagamento do ICMS em relação às operações ocorridas até aquela data. Também editou um decreto acrescentado um artigo ao Regulamento do ICMS que definia a base de cálculo para a cobrança deste tributo, que seria o dobro do valor de mercado do seu suporte informático. O que gerava um valor simbólico de ICMS a ser recolhido pelas empresas do setor, resolvendo assim a disputa.

Outras unidades da Federação (incluindo Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, Brasília, Rio de Janeiro) publicaram normas legais com o mesmo alcance, restringindo a cobrança de ICMS em operações como software ao valor do suporte informático, gerando assim uma certa segurança para as empresas.

Esta estabilidade foi reforçada por decisão do STF em 1999, onde decidiu-se que sobre as operações de “licenciamento ou cessão do direito de uso de programas de computador” efetivamente não podem os estados instituírem ICMS; e não há incidência de ICMS em operações com software, salvo nas hipóteses de revenda de suporte físico contendo o software.

Em 2003, foi sancionada a Lei Complementar nº 116, cuja lista dos serviços tributados pelo ISS mencionou expressamente às operações de elaboração de software “sob encomenda” (item 1.04 da lista: “elaboração de programas de computadores, inclusive de jogos eletrônicos”), quanto à exploração econômica de software dito “padronizado” ou de “cópias múltiplas” (item 1.05 da lista: “Licenciamento ou cessão de direito de uso de programas de computação”).

A Lei Complementar nº 116 prevê que, ainda que o software venha acompanhado de meio físico, ele não deve se sujeitar ao ICMS. Portanto, mesmo a cobrança deste tributo praticado pelo Estado de São Paulo até recentemente – tendo como base de incidência o suporte informático – não era prevista na Legislação Federal. Ainda assim, algumas empresas de software estabelecidas no Estado optavam por recolher o ICMS por se tratar de um valor baixo de imposto, ainda que recolhessem também o ISS sobre o valor total da operação, sofrendo, portanto, bitributação em parte do valor.

As recentes edições do convênio 106 do CONFAZ, e alguns Decretos Estaduais que estabelecem a cobrança de ICMS nas operações de software, através de transferência eletrônica de dados, foram parar no STF novamente, por meio de algumas ações diretas de inconstitucionalidade contra a sua cobrança. Uma delas contra do Estado do Mato Grosso foi pautada pela Ministra Carmem Lúcia para ser votada no próximo dia 22 de agosto, e existem outras duas ADINs, contra os Decretos de São Paulo e Minas Gerais sobre o mesmo tema que devem acabar sendo incluídas na decisão.

Mais um cenário que demonstra a insegurança jurídica por onde são obrigadas a passar empresas de um setor que conta com a Tecnologia como um agente transformador e como um instrumento para alavancar negócios em todos os setores da economia. Agora, só nos resta aguardar o STF definir se o imposto devido nestas operações com software através de transferência eletrônica de dados serão passiveis de ISS, como define a Lei Complementar 116, que desde sempre as empresas respeitaram. Ou ao ICMS, definido por meio do convênio de um órgão que não tem competência pela Constituição para criar novos tributos. É esperar para ver.

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Melhoria e padronização do software brasileiro será um dos temas do TICNOVA 2018

O TICNOVA 2018, considerado o maior evento de tecnologia e inovação do Sul do país, promovido pela Software by Maringá, será palco do XIV WAMPS – Workshop Anual do MPS, que trata da utilização e evolução tanto do Modelo MPS quanto do Programa MPS. BR – Melhoria de Processo do Software Brasileiro, promovido pela Softex. O workshop, que acontecerá no dia 24 de agosto, reunirá representantes da indústria, academia e governo, envolvidos e interessados na utilização e evolução dos modelos MPS.

A escolha por Maringá não foi em vão. Atualmente Maringá é a segunda cidade com o maior número de certificações MPS.BR do Brasil, só perdendo para São Paulo.

O TICNOVA, em sua 6ª edição, será realizado entre os dias 23 e 26 de agosto, no Sebrae Maringá, reunindo empresários, profissionais, professores, pesquisadores e acadêmicos do ecossistema de TI.

O formato da sexta edição do TICNOVA acompanhará o dos anos anteriores: haverá uma palestra especial na abertura do evento no dia 23/08, e durante os três seguintes, conteúdos voltados para empresas, startups e profissionais (desenvolvedores), além de trilhas específicas para facilitar a participação de todos:

24/08 – Sexta:
Empresas e temas empresariais
WAMPS
Trilha Economia Criativa

25/08 – Sábado:
Profissionais (desenvolvedores)

26/08 – Domingo:
Startups

Desafio TICNOVA

Resolver problemas da cidade de Maringá, com o apoio da prefeitura, para gerar soluções para segurança pública, é o pano de fundo do Desafio TICNOVA, uma competição na qual as empresas podem apresentar os projetos e uma banca examinadora fará a avaliação, definindo a equipe vencedora.

No ano passado, o TICNOVA teve formato de Hackaton e contou com 23 participantes distribuídos em nove equipes competiram para criar uma tecnologia que permitisse a entrega de medicamentos por meio de drones, concorrendo a um prêmio de R$ 5 mil, além de R$ 95 mil para investir na viabilização do projeto.

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SONDA anuncia mudança de vice-presidentes

A estratégia de transformação da SONDA no País, que promove a sinergia de suas operações e a integração de suas ofertas, oriundas de todas as aquisições realizadas nos últimos anos, continua a ser o foco de investidas da maior companhia latino-americana de soluções e serviços de tecnologia. Esta nova etapa conta com uma mudança de cadeiras: Jorge Toda, que até então atuava na vice-presidência de vendas privadas da companhia no Brasil, passa à vice-presidência da divisão de Plataformas. No cargo deixado por Toda, assume Helcio Beninatto, que acaba de chegar à companhia.

Beninatto, que possui mais de 30 anos de experiência no mercado de serviços TI e presidiu quatro empresas, entre elas a Unisys América Latina, traz em sua bagagem competências para agregar na estratégia de evolução da companhia, bem como dar continuidade aos resultados alcançados por Toda. Seu foco será fortalecer a equipe com metodologias que garantam o resultado almejado pela empresa nesta nova fase.

Na divisão de Plataformas, Toda terá como missão criar ofertas integradas com as demais frentes de negócios da SONDA, promovendo soluções que envolvam aplicações, serviços e infraestrutura, levando aplicações inteligentes aos negócios dos clientes. Além disso, o executivo tem como estratégia conectar as vendas especializadas com as de parceiros da indústria.

“Esta dança de cadeiras faz parte do nosso plano de ações estratégicas que intensificam as ofertas e otimizam a estrutura para levar ao mercado uma proposta de atendimento mais ampla, robusta e consultiva, fortalecendo nossa relação com os clientes no que tange ao atendimento das demandas de negócios a partir de um conteúdo transformacional e inovador promovido pela SONDA”, finaliza Affonso Nina, CEO do Grupo SONDA no Brasil.

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Diretora Global de Recursos Humanos da Riverbed é reconhecida como uma das 50 mulheres mais influentes de TI em 2018

A Riverbed®, The Digital Performance Company ™, acaba de anunciar que o Conselho de Diversidade da Califórnia (California Diversity Council), nos Estados Unidos, nomeou Lori Spence, Diretora Global de Recursos Humanos (Chief Human Resources Officer) e Vice-Presidente da Riverbed, como uma das 50 mulheres mais influentes na tecnologia em 2018. A lista é composta por executivas, influenciadoras e empreendedoras que causam grande impacto no setor.

As mulheres que compõem a lista anual possuem cargos sêniores ou C-level em suas empresas e impulsionam mudanças na área, contribuindo para o crescimento dos negócios. Cada uma é reconhecida como líderes em suas empresas, por ajudarem no crescimento estratégico, com diversas realizações, enquanto trabalham como um modelo mentor e inspirador para a próxima geração de mulheres na indústria de tecnologia.

“Não é nenhuma surpresa que Lori esteja nesta lista de executivas, já que é uma líder excepcional e uma defensora da diversidade no local de trabalho”, disse Paul Mountford, CEO da Riverbed Technology. “Lori lidera com um alto nível de integridade, paixão e compromisso com a excelência e suas contribuições para a Riverbed resultaram em um impacto muito positivo em nossos negócios e funcionários. Como somos uma empresa que apoia fortemente o crescimento das mulheres na tecnologia, tenho orgulho de ter Lori representando a Riverbed na lista, como um verdadeiro modelo em nosso setor”, afirma Mountford.

“É uma honra ser reconhecida entre este grupo de líderes pelo Conselho de Diversidade da California”, disse Lori Spence, Diretora de Recursos Humanos (CHRO) e Vice-presidente sênior da Riverbed Technology. “Juntas, as mulheres em nosso setor podem ter impacto positivo e preparar o caminho para a próxima geração de líderes femininas em tecnologia, mostrando que podemos realmente derrubar barreiras e acelerar as oportunidades de crescimento profissional e liderança”, comenta.

Lori, que lidera globalmente a área de Recursos Humanos na Riverbed, é responsável pelas operações em 37 países, incluindo recrutamento, benefícios, remuneração, relações com funcionários, imigração, sistemas de RH, serviços compartilhados, desenvolvimento e capacitação. Com o foco da Riverbed em ajudar organizações a maximizar o desempenho digital, a executiva também está concentrada em fornecer serviços e processos digitais atraentes aos funcionários e nos esforços de recrutamento da empresa. Lori publicou recentemente um artigo na Forbes intitulado “As 5 Dicas para Recrutamento na Era Digital”.

A executiva possui mais de 25 anos de experiência em recursos humanos, recrutamento, treinamento, desenvolvimento organizacional, relações com funcionários, gerenciamento de mudanças e desenvolvimento de executivos. Antes da Riverbed, ela foi Vice-Presidente de Recursos Humanos na BenefitStreet, empresa privada de SaaS (Software as a Service), além de ocupar vários cargos como analista sênior na Commerce One, Williams-Sonoma, PAPYRUS e Macy’s.

A lista completa das 50 mulheres mais poderosas em tecnologia de 2018 pode ser encontrada em: http://top50tech.org/2018/

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Resource IT abre 250 vagas de TI no Sul, Sudeste e Nordeste

A Resource IT, uma das principais multinacionais brasileiras de serviços de consultoria, TI e Integração Digital, está com 250 vagas abertas para profissionais de Tecnologia da Informação (TI) nas regiões Sul, Sudeste e Nordeste do Brasil. As oportunidades são para os cargos de Analista Programador Back-End (NODE), Analista Programador Front-End (Angular PI), Especialista VTEX (E-commerce), Analista Programador React Sr, Product Owner e Full STACK. As vagas preveem plano de carreira e contemplam diversos benefícios.

Os interessados em fazer parte da empresa devem ser graduados em Ciências ou Engenharia da Computação e indicar suas experiências profissionais na área de TI no cadastro dos currículos.

Para as vagas de Analista Programador Back-End é preciso ter conhecimentos das linguagens NODE, JavaScript, AWS, Microsserviços GIT, Mongo, DB e Oracle. Para o cargo de Analista Programador Front-End é necessário conhecimento em HTML, CCS-SASS, SCSS-Angular, APIS, REST, GIT, GRUNT e GULP. Para os candidatos a Especialista VTEX é imprescindível domínio de HTML, CSS, SASS, JavaScript, JQUERY, Plataforma VTEX, GIT, GRUNT e GULP. Para os concorrentes à vaga para Analista Programador React Sr é exigido experiência em Android ou IOS, JavaScrip e Angular.

O cargo de Product Owner requer experiência no desenvolvimento e gestão de produtos digitais, participação em eventos ou congressos sobre agilidade, conhecimento de sistemas e produtos Web e Mobile. Ter atuado como Scrum Master é um ponto positivo. Já a vaga para Full STACK solicita conhecimentos em JAVA 5/6 EE, JBoss, Tomcat, WAS, Spring, Springbatch, Jenkins, Maven, ANT, EJB, HTML, CSS, JavaScript, JSP e Struts.

Com 26 anos de atuação no mercado, a Resource IT possui uma equipe de 2.500 profissionais altamente capacitados e aptos para atuar em projetos no Brasil e em cinco países no exterior, em especial na América Latina e Estados Unidos, por meio de uma moderna estrutura com 21 Unidades e Centro de Inovação no Vale do Silício (EUA).

A excelência de seus serviços faz com que a Resource IT seja amplamente reconhecida pelo mercado e por mais de 300 clientes ativos de diversos segmentos da indústria, com ofertas completas de Digital, Serviços Gerenciados e Soluções Empresariais. A Resource IT utiliza as mais modernas tecnologias globais e possui dezenas de certificações técnicas que comprovam seu diferencial competitivo e a qualidade de seu trabalho junto a clientes que desejam obter ganhos de produtividade e maior desempenho em suas operações.

Os candidatos interessados devem enviar seus dados com o currículo atualizado para o e-mail recrutamentoeselecao@resourceit.com. As inscrições já estão abertas e as contratações serão feitas ao longo dos próximos meses. Para mais informações, visite o site www.resourceit.com.

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Agile Scrum – Uma avaliação do ponto de vista executivo – Por Carlos Alberto Jayme

A nossa experiência com Scrum começou em 2007 quando a CINQ estava em mais um de seus ciclos de mudança organizacional. Naquela época, estávamos buscando uma maior presença no mercado externo, certificação CMMI-3 e iniciando nossas iniciativas de inovação apoiada em Design Thinking com foco em resultados de negócio.

Começamos com algumas iniciativas internas devido ao fato de estarmos homologados como Fábrica de Software em grandes clientes do setor financeiro. Os resultados dos projetos como Fábrica eram medianos, tendo qualidade e funcionalidade dentro das expectativas, mas os prazos e custos acima do planejado. Isto exigia grande energia de negociação com os clientes para aprovar “change requests”, o que nem sempre era bem-sucedido e ainda causava pontos de conflito.

Este cenário fomentou algumas iniciativas internas para estudarmos a metodologia Agile com o framework Scrum. Também fomos procurados por um dos diretores da Nokia, Marcio Machado, o qual estava fazendo mestrado em engenharia de software com foco em Scrum. Sabendo de nossas iniciativas, ele nos procurou para realizar um estudo de caso na CINQ para seu trabalho. Aproveitamos este momento para treinar nossos gerentes de projeto, arquitetos e analistas nesta nova metodologia.

Em 2008, fomos homologados como um dos fornecedores globais de uma grande empresa europeia com operações em vários países. O time do Canadá nos visitou, nos treinou mais uma vez e solicitou que todos os projetos passassem a usar o Scrum.

Os projetos internacionais, portanto, passaram a operar em sua totalidade com o Scrum, cuja cultura era fomentada diariamente. Por outro lado, nos projetos nacionais ainda precisaríamos convencer nossos clientes. Desta forma, operávamos parcialmente.

Patrocinado por um de nossos clientes globais, recebemos em outubro de 2011, um treinamento extensivo do Sr. Agile Coach, Allen Bennett (https://www.scrumalliance.org/community/profile/abennett6). Aproveitamos a vinda dele para treinar todos nossos líderes de projeto e principais profissionais ligados ao desenvolvimento e testes de software.

Contudo, incutir uma cultura é algo que se leva tempo e muita dedicação. Agile é um mindset e não adianta dizer que a empresa é ágil se pequenas ações e decisões são procrastinadas ou postergadas. Para reforçar ainda mais a cultura, em meados de 2015 contratamos a Adaptworks para termos um treinamento com o facilitador Alexandre Magno. Além dos líderes de projeto, participaram Analistas de Negócio e lideranças das demais áreas da empresa. Todos os participantes obtiveram certificação CSM (Certified Scrum Master).

A partir de então, a CINQ adotava o Scrum em todos os projetos, mas ainda existiam algumas barreiras com clientes mais conservadores. Mesmo assim, rodávamos a metodologia internamente e mostrávamos uma interface cascata com o cliente.

Após estas iniciativas de capacitação, continuamos investindo em treinamentos pontuais, principalmente para os novos profissionais integrantes do time. Em 2018, lançamos o programa de capacitação CINQ Tech, onde iniciativas de bootcamp estão em andamento, principalmente para os trainees que entram em cada semestre. Tudo isto para oxigenar e manter a cultura Agile Scrum na empresa.

Tivemos 3 ondas principais de Scrum na CINQ. Na primeira, usávamos post-its, e focávamos mais nas stand-up meetings e menos nas Sprint Plannings e Reviews. Na segunda, passamos a usar Jira/TFS e dar mais ênfase nas Plannings e Reviews, principalmente reforçando a necessidade da presença do Product Owner nestes eventos. Na terceira onda passamos a ter um approach mais firme de movimentar as entregas para os ambientes de homologação dos clientes, adotando a filosofia de DevOps.

Estou contando esta longa história para mostrar que Agile Scrum é uma questão de determinação e muita dedicação. O patrocínio e engajamento do nível executivo é tão fundamental quanto o acolhimento do time de profissionais na adoção das práticas.

Após 10 anos de uso contínuo do Agile Scrum, podemos dizer que temos uma cultura ágil presente em nossa empresa.

A teoria é extensa sobre o assunto e não cabe aqui repetir os princípios que regem o Agile, mas gostaria de colocar percepções que fazem a diferença do ponto de vista executivo.

São vários os pontos que me agradam no Scrum e que determinam melhores prazos, melhores entregas e melhor alinhamento de expectativas:

1- Objetivos e Visão do Projeto

Percebo que no Scrum busca-se priorizar “o quê” e não o “como”. Do ponto de vista executivo espera-se que uma iniciativa de software resolva, aprimore, otimize algum desafio de negócio. Então busca-se definir claramente qual é razão em termos de negócio que pretende-se atingir, qual valor entregar.

2- Flexibilidade do escopo

É um grande erro fechar a priori o escopo de um determinado projeto. Eu trabalho desde 1982 na área e não me lembro de algum projeto que tenha se mantido fiel ao escopo inicial. Desenvolver software é um processo iterativo e incremental. As melhorias, novas funcionalidades, problemas de integração e operação são percebidos ao longo da construção. Em um modelo de escopo fechado, as mudanças não são bem-vindas. Além disso, quando se especifica um software são consideradas muitas funcionalidades que nem sempre são úteis ou trazem valor. Nos modelos cascatas, temos o triângulo de ferro determinando o escopo, o prazo e o orçamento. Nos modelos ágeis, procuramos determinar o prazo e o orçamento com base no roadmap inicial do projeto. No entanto, as mudanças são bem-vindas e as funcionalidades que trazem real valor são priorizadas.

3- Granularidade das entregas

Que alívio falar de entregas frequentes quando lembro das longas fases de análise, especificação, codificação e testes do modelo cascata. Esta é uma das grandes vantagens do Scrum, pois muda-se o mindset para entregar funcionalidades de software que façam sentido em curto espaço de tempo, normalmente de 2 a 3 semanas. Para conseguir este feito, é importante que a cada Sprint seja feito o planejamento e priorização das funcionalidades que serão entregues. Isto exige um envolvimento maior por parte do cliente para definir o que é importante para ele.

4- Comunicação

O Scrum conta com várias cerimônias que asseguram uma comunicação objetiva e frequente entre os vários envolvidos no projeto, considerando áreas cliente e times de desenvolvimento. Eu acredito que problemas de comunicação, em geral, respondem por uma boa parte de problemas de projeto. Este framework assegura uma comunicação fluida, contínua e focada no objetivo do projeto.

5- Responsabilidade (ownership)

Muitos projetos no formato cliente/fornecedor, seja o cliente/ fornecedor áreas internas ou empresas independentes, enfrentam desafios relacionados à responsabilidade de cada área envolvida. No modelo tradicional, ocorrem muitas vezes situações da área cliente entregar uma especificação, participar de algumas reuniões intermediárias, mas verificar de fato o projeto ao seu final. Esta situação normalmente gera frustações de expectativas, desvios de custo, prazo e funcionalidades. No Scrum, a área cliente, representada normalmente pelo Product Owner, tem um papel fundamental na definição e priorização do backlog, ajustando a cada Sprint as funcionalidades de real valor a serem entregues. Isto gera senso de responsabilidade tanto da área cliente bem como do time de desenvolvimento. Na verdade, o que mais gosto no Scrum é que esta questão de área x e y deixa de ter sentido, uma vez que o time, PO e demais envolvidos estão focados no sucesso do projeto. Esta mágica ocorre por conta de um framework simples que assegura todos os pontos aqui mencionados, mas que exige mudança cultural e disciplina para adotar.

É por todas estas razões que decidimos adotar o método Agile, baseado em Scrum e outras práticas ágeis, em todos os projetos e serviços da CINQ. Esta foi uma decisão executiva baseada em percepções no ambiente de trabalho, na satisfação dos clientes e principalmente nos resultados tangíveis atingidos.

Carlos Alberto Jayme, Mestre em Ciência da Computação pela UTFPR, pós graduado em Marketing, Planejamento e Gestão de Negócios pela FAE Business School, Engenheiro Eletrônico e de Telecomunicações pela UTFPR e Sócio Fundador da CINQ Technologies (empresa global de Tecnologia da Informação atuante há 26 anos com projetos de desenvolvimento de software e outsourcing de TI nos mercados nacional e internacional e experiência de 10 anos de Cultura Agile Scrum com aproximadamente 500 projetos ágeis implementados em grandes empresas do Brasil e do mundo).

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GFT contrata Simone Pittner para liderar transformação Agile

A GFT, empresa de Tecnologia da Informação especializada em Digital para o setor financeiro, dá mais um passo para se tornar uma empresa 100% Agile e contrata Simone Pittner para liderar toda a transformação cultural da empresa, em curso há dois anos. A profissional chega à companhia com a missão de envolver as três unidades em torno das metodologias ágeis.

Para Simone, que acumula passagens pela BLUE Agile, Adaptworks, SocialBase e Diebold e BM&FBovespa (atual B3), a GFT já avançou diversos níveis no seu percurso de transformação e o objetivo agora é fazer com que o conceito se torne o DNA da companhia em todos os departamentos. “Eu chego para liderar a jornada Ágil. Hoje, todo o management já trabalha com esse direcionamento e, agora, precisamos fazer com que os outros profissionais respirem o Lean Agile, reforçando-o em DNA da companhia e envolvendo áreas estratégicas como RH, Contratos e o jurídico”, afirma a profissional.

Agilista desde 2008, Pittner é Engenheira de Telecomunicações e Software, psicopedagoga e palestrante com experiências práticas e teóricas em agilidade com certificações SPC4, CSP, Mng3.0 and Lean Change Facilitator, ACC-ATF-ICAgile Facilitator, entre outras. A executiva é também conselheira Fiscal da Agile Alliance, membro da comissão organizadora do Agile Brazil desde 2012 e do Agile Trends desde 2013.

De acordo com Marco Santos, managing director da GFT Latam, a chegada da Pittner representa um impulso adicional na implementação do Lean Agile. “Estamos acelerando o nosso processo de adoção e podemos responder cada vez mais prontamente às inovações que essas metodologias oferecem para disponibilizá-las aos nossos clientes”, complementa Santos.

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Empresas e entidades setoriais de tecnologia lançam a Coalizão Rio Digital

Foi lançada no Rio de Janeiro a Coalizão Rio Digital, uma mobilização da iniciativa privada com Organizações da Sociedade Civil (OSCs) e entidades setoriais para o empoderamento digital. Mais de 20 empresas, entidades de classe e instituições fazem parte do movimento para melhorar as perspectivas de futuro de jovens moradores de comunidades cariocas, capacitando-os tecnologicamente para o mercado de trabalho e para o empreendedorismo. A expectativa é que 8 mil jovens, entre 15 e 29 anos, sejam impactados diretamente no primeiro ano de operação.

A iniciativa busca mobilizar o setor privado, especialmente o de TI, para a oferta de cursos gratuitos de tecnologia com certificação reconhecida pelo mercado em regiões prioritárias do Rio de Janeiro. “A Microsoft entendeu a Coalizão Rio Digital como um chamado. Nós acreditamos que tecnologia é um motor de desenvolvimento econômico e social e nos colocamos como um dos atores que quer fazer a diferença dentro desse projeto”, comentou a presidente da Microsoft, Paula Bellizia.

Durante a cerimônia de lançamento, o presidente executivo da Brasscom, Sergio Paulo Gallindo, lembrou que o Rio precisa criar oportunidades para os jovens e que, curiosamente, a cidade acabou se tornando um exportador de mão de obra no setor de TI nos últimos anos. “Queremos ver nos jovens a possibilidade de almejarem um futuro melhor para suas vidas e suas famílias. Aproveitando essa que é a maior onda de oportunidades que se vê pela frente, que é a onda da transformação digital, ou também chamada de quarta revolução industrial”, disse Gallindo.

Segundo dados da Brasscom – Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação, entre 2013 e 2018 (até fevereiro), o mercado de trabalho de software e serviços no município do Rio de Janeiro recuou 17,9%, não acompanhando a trajetória de recuperação do mesmo mercado em escala nacional que avançou 2,2%. Até fevereiro de 2018, foram gerados 13 mil postos de trabalho em software e serviços no Brasil, enquanto no município do Rio de Janeiro foram perdidos 9 mil. Se em 2013 o município do Rio de Janeiro concentrava 8,4% dos empregos de software e serviços do Brasil, em 2018 essa concentração recuou para 6,8%.

Rodrigo Baggio, presidente da ONG Recode (antigo Comitê para Democratização da Informática), enfatiza que as principais organizações sociais do mundo já percebem que não é possível mudar o mundo em que vivemos se cada ONG, empresa ou governo faça a sua parte isoladamente. “Só por meio de coalizões e trabalhos colaborativos é que se pode gerar grandes transformações na sociedade”, afirmou.

A ideia da Coalizão Rio Digital é estimular o voluntariado de colaboradores das empresas participantes para mentoria aos jovens, além da criação de um banco de currículos para facilitar a oferta de vagas em posições iniciais nas empresas participantes e outras que venham a ter interesse.

Como primeira ação, a Coalizão Rio Digital trabalha no mapeamento de regiões prioritárias do Grande Rio e de organizações sociais localizadas em comunidades. A trilha formativa deve priorizar o uso consciente e cidadão da tecnologia, reforçando suas possibilidades para o desenvolvimento pessoal e profissional dos jovens. A média de formação deverá ser de 100 horas.

Outro resultado esperado pela Coalizão Rio Digital é o desenvolvimento de um case para democracia e cidadania digital, reunindo a experiência e as soluções tecnológicas das organizações participantes em iniciativa para gerar maior transparência, engajamento e eficiência na gestão pública.

A IBM, Microsoft, Cisco, Embratel, Salesforce, Stefanini, TOTVS, Resource, Capgemini, Equinix, BRQ, Dataprev, Schneider Electric, Abes Software, Assespro RJ, Brasscom, Fenainfo, Rio Soft, TI Rio, Unesco, ONG Recode, Lide Rio de Janeiro, Instituto Coca-Cola, Instituto Federal do Rio de Janeiro, Observatório das Favelas, Fundação Roberto Marinho, entre outros, já integram o projeto.

Sobre a Coalizão Rio Digital

A Coalizão Rio Digital é um movimento da sociedade civil e do setor privado, especialmente das empresas do setor de Tecnologia da Informação e Comunicação, que propõe ações concretas para melhorar as perspectivas de futuro dos jovens de 15 a 29 anos moradores de comunidades cariocas em situação de vulnerabilidade.

O movimento, que congrega mais de 20 empresas e entidades, acredita que a ação coletiva dos setores mais inovadores e criativos da indústria pode contribuir para acelerar o empoderamento digital desses jovens e facilitar oportunidades e novos caminhos para a geração de renda, reduzindo as inseguranças hoje vividas no Estado do Rio, e contribuindo efetivamente para o desenvolvimento da sociedade.

E-mail: contato@coalizaoriodigital.org.br

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Código de Cultura: veja como essa prática está mudando a rotina do RH de empresas de TI

Uma pesquisa realizada pela Advance Consulting sobre as maiores dificuldades na área de tecnologia indica que 74% das empresas do segmento têm menos de 50 colaboradores e possuem como maior desafio a eficiência de seus profissionais e de seus processos. Para transpor essa dificuldade, muitas delas recorrem a metodologias e processos bem definidos, métricas e indicadores de desempenho que, a cada dia, ganham mais relevância e marcam esse momento novo no mercado de trabalho.

Fomentadora de uma cultura própria, a FCamara, empresa de soluções tecnológicas para empresas de e-commerce, é um dos exemplos nacionais que acreditam que o seu maior patrimônio é o capital intelectual e que todos podem se tornar empreendedores de suas carreiras. Por isso, desenvolveu seu próprio culture code. Nele, os “sangue laranjas”, nome dado aos seus colaboradores, entram em contato com as diretrizes e objetivos da empresa, como o autogerenciamento e auto responsabilização, focando na formação e incentivo ao desenvolvimento de novas ideias que podem vir a se tornar soluções e novos negócios.

“Na FCamara nós acreditamos que o sucesso está relacionado diretamente com a forma de pensar e agir na vida e nos negócios. Para desenvolver soluções inovadoras precisamos “pensar fora da caixa” e ter um pensamento inovador, pensando nisso, desenvolvemos nosso culture code que transmite nossos valores e propostas para uma carreira mais autônoma e focada em resultados”, afirma Fábio Camara, CEO da empresa.

Culture Code FCamara

Modelo Horizontal: não há hierarquia tradicional. Todos trabalham de modo colaborativo e se comunicam no mesmo nível. Não há uniformes, distinção de gênero, dress code ou protocolos formais.

Sem mesa de chefe: o CEO da empresa, Fábio Camara, não tem mesa fixa – ele trabalha de forma livre em mesas ou bancadas da empresa, tendo assim acesso e convivência com todas as áreas e setores da empresa.

WhatsApp Público: o número do celular do CEO e dos gestores são públicos e todos os colaboradores da empresa têm acesso;

Programa de Formação: a empresa promove ao longo do ano algumas edições de seu programa de recrutamento de novos talentos com o objetivo de capacitá-los e formá-los tecnicamente;

Workshops: a FCamara promove debates e palestras técnicas, de liderança e de filosofia, aplicada aos negócios para integrar e formar seus consultores

Sem uniformes: nenhum colaborador da empresa usa uniforme ou identificação relativa à sua ocupação. Todos são vistos e tratados de maneira igualitária, sem distinções.

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Senior oferece mais de 70 vagas em 13 cidades

A Senior, uma das maiores desenvolvedoras de tecnologia para gestão empresarial do Brasil, anuncia mais de 70 vagas para a contratação de colaboradores e parceiros comerciais. As oportunidades disponíveis são para trabalhar na sede da empresa, em Blumenau (SC), e filiais de São Paulo, Indaiatuba (SP), Umuarama (PR), Cuiabá (MT), Porto Alegre (RS), Brasília (DF), Campo Grande (MS), Curitiba (PR), Joinville (SC), Mogi das Cruzes (SP), Ribeirão Preto (SP) e Uberlândia (MG).

Podem se candidatar profissionais graduados que buscam ambiente colaborativo, evolução na carreira, e desenvolvimento pessoal e profissional, que tenham interesse em atuar em projetos de desenvolvimento de sistemas nas áreas de PMO, Sistemas, Gestão Empresarial, Gestão de Pessoas, Acesso e Segurança, Serviços, Mercado e Tecnologia.

Os interessados devem cadastrar seu currículo na área de Carreiras no site da empresa, que oferece mais informações sobre o perfil de cada oportunidade.

“Vamos completar 30 anos em maio e estamos sempre trabalhando para ampliar nossa presença de mercado, expandindo nossos negócios. Atualmente, a empresa conta com 1,3 mil colaboradores e buscamos profissionais de perfis arrojados, estratégicos e analíticos”, afirma Georgette Heineck, Coordenadora de Talent Acquisition & Performance da Senior.

Confira a lista completa:

Executivo Técnico de Negócios I – Blumenau (SC)

Técnico de Testes II – Blumenau (SC)

Arquiteto de Soluções I – Blumenau (SC)

Programador de Sistemas II – Blumenau (SC)

Programador de Sistemas III – Blumenau (SC)

Analista de Sistemas I – Blumenau (SC)

Programador de Sistemas III – Blumenau (SC)

Programador de Sistemas II – Blumenau (SC)

Programador de Sistemas II – Blumenau (SC)

Analista de Negócios II – Blumenau (SC)

Programador de Sistemas II – Blumenau (SC)

Projetista I – Blumenau (SC)

Técnico de Testes II – Blumenau (SC)

Programador de Sistemas II – Blumenau (SC)

Arquiteto de Soluções II – Blumenau (SC)

Analista de Sistemas II – Blumenau (SC)

Programador de Sistemas II – Blumenau (SC)

Analista de Suporte I – Blumenau (SC)

Técnico de Testes II – Blumenau (SC)

Coordenador de Desenvolvimento – Blumenau (SC)

Inside Sales Coordinator – Blumenau (SC)

Assistente de Administração de Contratos I – Blumenau (SC)

Assistente de Faturamento II – Blumenau (SC)

Programador de Sistemas II – Blumenau (SC)

Vendedor Interno – Blumenau (SC)

Arquiteto de Soluções I – Blumenau (SC)

Projetista I – Blumenau (SC)

Assistente de Administração de Serviços – Blumenau (SC)

Analista de Negócios II – Blumenau (SC)

Analista de Negócios II – Blumenau (SC)

Coordenador de Compras – Blumenau (SC)

Técnico de Suporte I – Blumenau (SC)

Analista de Negócios III – Blumenau (SC)

Analista de Testes I – Blumenau (SC)

Analista de Educação Corporativa – Blumenau (SC)

Programador de Sistemas III – Blumenau (SC)

Analista de Marketing I – Blumenau (SC)

Programador de Sistemas II – Blumenau (SC)

Assistente Administrativo II – Blumenau (SC)

Assistente de CRM I – Blumenau (SC)

Assistente de CRM I – Blumenau (SC)

Assistente de CRM I – Blumenau (SC)

Assistente de CRM I – Blumenau (SC)

Analista de Sistemas III – Brasília (DF)

Analista de Sistemas II – Brasília (DF)

Executivo de Contas – Novos Negócios I – Campo Grande (MS)

Executivo de Contas – Base Instalação II – Cuiabá (MT)

Gerente de Projetos – Serv. I – Cuiabá (MT)

Executivo de Contas – Novos Negócios II – Curitiba (PR)

Projetista I – Indaiatuba (SP)

Executivo de Contas – Novos Negócios I – Indaiatuba (SP)

Vendedor Interno – Indaiatuba (SP)

Analista de Projetos I – Indaiatuba (SP)

Executivo de Contas – Novos Negócios I – Indaiatuba (SP)

Executivo de Contas – Novos Negócios – Joinville (SC)

Programador de Sistemas II – Joinville (SC)

Analista de Administração Pessoal I – Mogi das Cruzes (SP)

Executivo de Contas – Novos Negócios II – Porto Alegre (RS)

Gerente de Projetos – Serv. I – Porto Alegre (RS)

Coordenador de Vendas – Porto Alegre (RS)

Gerente de Projetos – Serv. II – Porto Alegre (RS)

Executivo de Contas – Base Instal. I – Porto Alegre (RS)

Executivo Técnico de Negócios II – Porto Alegre (RS)

Programador de Sistemas II – Ribeirão Preto (SP)

Analista de Programação de Sistemas II – São Paulo (SP)

Analista de Marketing I – São Paulo (SP)

Coordenador de Vendas – São Paulo (SP)

Arquiteto de Soluções II – São Paulo (SP)

Assistente de Administração de Pessoal – São Paulo (SP)

Executivo de Contas – Novos Negócios I – Uberlândia (MG)

Executivo de Contas – Base Instal. II – Umuarama (PR)

Técnico de Suporte I – Umuarama (PR)

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Sage: Andrea Corrêa Baptista é nova diretora de marketing na América Latina

A Sage, multinacional britânica de software de gestão, anuncia Andrea Corrêa Baptista como nova diretora de Field Marketing para América Latina com base no Brasil. A executiva, que possui mais de 20 anos de experiência profissional, irá liderar o desenvolvimento e implementação dos planos de marketing da empresa. Anteriormente, Andrea atuou em cargos de gestão em multinacionais como Hewlett Packard e Hitachi Data Systems. Ela é formada em marketing pelo Mackenzie, com MBA pela FIA (Fundação Instituto de Administração).

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IBM anuncia Arrow e Westcon como novos distribuidores no Brasil

Como parte da estratégia de expansão de seu ecossistema de vendas no mercado nacional em 2018, a IBM anuncia dois novos distribuidores no país: a Arrow e a Westcon. A Arrow, uma das maiores distribuidoras de tecnologia IBM no mundo, irá oferecer soluções como Inteligência Artificial, Cloud, DataCenter, Hiperconvergência, IoT, Segurança e Infraestrutura. A Westcon, distribuidor global das mais importantes marcas em sistemas de TI para redes, data center, colaboração e segurança, chega para reforçar a capilaridade da IBM em todo o território nacional, especificamente na venda de soluções de segurança e desenvolvimento de novas revendas com foco nesse segmento.

Segurança é uma das áreas de maior demanda atualmente no mercado de TI. Segundo o último estudo “Custos de Violação de Dados 2017”, realizado pela IBM em parceria com o Instituto Ponemon, as violações de dados geraram um prejuízo de R$ 4,7 milhões para empresas brasileiras. Houve um aumento histórico no número de incidentes provocados e nos custos gerados em função dessa violação. Nesse cenário, a busca por soluções de inteligência em segurança são decisivas para evitar interrupções nos serviços prestados pela empresas e perda de dados.

As novas parcerias geram diversificação, ampliam o alcance da IBM no mercado brasileiro e reforçam a importância dos canais de distribuição para a estratégia da companhia. “Há novos formatos de empresas, novos tipos de contratos surgindo e é fundamental que nos adaptemos para atender a todas as necessidades. Há uma enorme oportunidade de negócio surgindo e a IBM está preparada para uma nova geração de parceiros comerciais que tendem a ser disruptivos”, conta a diretora de canais da IBM Brasil, Marcela Vairo.

“Com esta aliança, nos consolidamos como um grande distribuidor de soluções de TI com foco em megatêndencias no Brasil, com oferta consistente e integrada para as revendas, que terão mais possibilidades de negociação para atender os clientes finais em suas demandas. Assim, iremos juntos participar de forma ativa no mercado com expertise e classe mundial de negócios e atendimento”, afirma a Vice-Presidente e General Manager da Arrow, Fany Lupion.

“A Westcon é referência no mercado por sua especialização em segurança. Temos comprovada experiência nessa área, tanto no Brasil como internacionalmente, apoiando os canais de venda para desenvolvimento de mercado e efetivação de negócios. Os produtos da IBM serão de enorme relevância para oferecermos soluções ainda mais completas a um segmento que, além de essencial para a proteção do dia a dia das empresas, proporciona neste momento novas oportunidades, com a disseminação do modelo de serviços gerenciados e integração a marketplaces de venda online ”, explica o diretor geral da Westcon-Comstor no Brasil, Humberto Menezes.

As duas empresas complementam o ecossistema de canais da IBM ao lado da Ingram Micro e TechData, que já tem um modelo de negócios consolidado com a IBM e também estão desenvolvendo novos modelos de parcerias no mercado, como por exemplo, a venda de soluções em cloud por marketplace. Ambas empresas distribuem todo o portfólio da IBM e já mantém relacionamento com mais de 500 canais especializados.

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Mais próxima dos clientes, FH contribui para a transformação digital

Pessoas, máquinas e dispositivos integrados em um sistema de produção apoiado pela robótica, Internet das Coisas e tecnologia da informação, que por meio de banco de dados em nuvem e de outras soluções têm trazido resultados positivos à indústria. O CEO da FH, Ricardo Fachin, afirma que a transformação digital está inserida no DNA da companhia, que oferece soluções estratégicas para empresas dos mais variados segmentos. “Tudo isso contribui para a otimização das operações, além de melhorar o desempenho produtivo e possibilitar o controle total do processo”, acrescenta.

Há 18 anos no mercado, a FH busca estar cada vez mais próxima e alinhada com o cliente, ou seja, vai além das entregas de serviços. “Somos um dos melhores parceiros estratégicos da SAP e, a fim de garantir uma entrega fidedigna à expectativa das empresas que atendemos, buscamos constantemente aprimorar os nossos fluxos de processos”, pontua.

A companhia de tecnologia, que nasceu em Curitiba, possui oito unidades de negócios distribuídas pelo Brasil e Europa. Além da capital paranaense, está presente em São Paulo, Porto Alegre, Joinville, Rio de Janeiro, Brasília, Madri (Espanha) e Stuttgart (Alemanha). “Hoje, ser referência em tecnologia é estar presente no mundo, mas ao mesmo tempo oferecer soluções locais. É assim que a gente cresce aqui e no exterior, com escritórios lá fora e serviços prestados em mais de 30 países”, diz Fachin.

Com 220 clientes ativos e mais de dois mil projetos desenvolvidos, a atuação da companhia – especializada em processos de negócios e software – se estende a clientes dos mais variados segmentos da indústria, como: varejo, manufatura, fashion, utilities, energia, financeiro, farmoquímica, agroindústria e setor público.

Além dos clientes, outra preocupação da FH é estreitar o relacionamento com os colaboradores. “Para isso, alinhamos os objetivos e metas da empresa ao propósito de cada um”, afirma o CEO, que também destaca a importância de um time capacitado e unido, focado em entregas com resultados para o cliente. Ainda de acordo com o sócio-fundador, a companhia une eficiência com espírito jovem. “Buscamos desenvolver as pessoas conforme a essência de cada um”, completa.

Soluções em tempo real

Conforme esclarece Fachin, o gerenciamento de tarefas e o processamento de dados em tempo real estão entre as necessidades da indústria, que cada vez mais tem buscado soluções em nuvem para atender suas demandas. O SAP S/4HANA, por exemplo, oferece suporte à Internet das Coisas, ao Big Data, faz análises em tempo real, além de integrar toda a empresa ao mundo digital.

Reconhecida e premiada, em 2016, a FH conquistou o prêmio de melhor parceira SAP do Brasil – nas categorias SAP S/4HANA e SAP Hybris, o que comprova a expertise e maior capacidade instalada do Brasil para projetos omnichannel. Na área fiscal, o GUEPARDO se destaca como plataforma líder de mercado. Na parte de suporte, por meio da área de Outsourcing (24×7), a empresa consegue aumentar o desempenho das aplicações SAP.

“Essa eficiência na aplicação das soluções só é possível porque atuamos com um tripé, que engloba: competência técnica, habilidade para trabalhar com sistemas e disposição para conhecer a fundo o negócio de cada empresa”, conclui.

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