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79% dos profissionais aceitariam um emprego de nível hierárquico inferior ao último emprego

Se reinventar tem sido a escolha de muitos profissionais no mercado de trabalho, é o que aponta um levantamento realizado pela Catho. Segundo a Pesquisa dos Profissionais, 79% aceitariam um emprego de nível hierárquico inferior ao último emprego.

A pesquisa ainda aponta outras condições que os profissionais aceitariam apenas para conseguir um emprego: 86% trocariam de carreira e área de atuação, enquanto 73% aceitariam um salário inferior à sua última remuneração.

Se por uma lado encontrar o tão sonhado emprego parece a solução de muitos problemas, por outro, a depender do caso, aceitar as mudanças de área e até mesmo de salário podem resultar em outras questões dentro do trabalho, tais como desmotivação e frustração.

Para Bianca Machado, gerente sênior de Catho, ao longo do processo de encontrar um emprego, o profissional passa por alterações comportamentais. Para cada etapa o profissional reage de forma diferente, sendo guiado por emoções. A busca, a entrevista, o recebimento de proposta e após a contratação, o período de experiência. Durante esse momento ele não avalia criteriosamente as escolhas, pois está motivado a simplesmente estar empregado.

“Após esse período, ele começa a pensar sobre as antigas e atuais e expectativas e, logo, isso acaba pesando bastante na decisão, pois o profissional tem convicção que poderia estar melhor empregado. Nesse momento sentimentos como desmotivação e frustração começam a causar um impacto maior na carreira”, afirma Machado, que listou, ainda, quatro pontos que precisam ser bem avaliados antes do profissional aceitar um trabalho abaixo da expectativa.

Propósito

Você trabalharia em uma empresa do time de futebol adversário ao seu? Parece simples, mas na prática, abrir mão dos próprios valores e propósitos refletem diretamente na carreira profissional.

Localização do trabalho x moradia

Ter que se deslocar muitas horas preso ao trânsito, metrô, ônibus ou trem. Será que o desgaste físico vale realmente a pena? Às vezes, em um primeiro momento a escolha pode parecer propícia, mas é necessário avaliar em longo prazo quais os impactos que ela trará para a vida pessoal do profissional.

Cultura que viabiliza a motivação

Uma empresa com um ótimo clima, oferece férias coletivas, permite flexibilidade de horários e possui creche para os filhos? Seria um sonho! Por vezes, a empresa oferece menos salários e benefícios que o esperado, mas em contrapartida proporciona uma cultura de motivação que faz com que o profissional queira realmente estar ali.

Pacote de benefícios

Vale-transporte, vale-alimentação, plano de saúde, bônus, auxílio-creche, dentre outros. Muitos são os benefícios que as empresas podem oferecer aos funcionários, permitindo equilíbrio entre o salário (às vezes abaixo de expectativa) e o custo de vida. Na hora de se recolocar, esse é mais um ponto que deve ser avaliado e calculado com atenção.

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Grupo Movile irá contratar mais de 100 profissionais de Inteligência Artificial em 2019

De acordo com um levantamento da consultoria PricewaterhouseCoopers (PwC), a previsão para o mercado de IA é de movimentar US$ 70 bilhões no mundo em 2020. Isso por conta do forte avanço da área nos últimos anos, além da compreensão de como o uso de dados pode ser precioso para os negócios e decisões mais assertivas dentro das empresas.

A Movile, um dos líderes globais de marketplaces móveis e que possui metas ambiciosas para os próximos anos, está de olho nesse mercado que promete ser um dos mais promissores globalmente. Além de ter pilares muito bem definidos, como logística urbana, pagamentos e bots para atendimento, a empresa concentrará ainda mais esforços e investimentos nesta tecnologia, tanto por meio de novas contratações, quanto pela criação de uma área específica de inteligência artificial dentro da companhia, que irá ampliar essa cultura por todos os departamentos.

De acordo com Bruno Henriques, VP de Inteligência Artificial da Movile e responsável por alavancar esse desenvolvimento de cultura na empresa, a IA parece distante, mas não é. “Já utilizamos a tecnologia em nosso dia a dia e nem nos damos conta! Ela está presente no uso de aplicativos, reconhecimento de imagens, carros autônomos, assistentes virtuais, entre muitos outros exemplos. É uma nova e poderosa forma de processar dados e devemos aprender a usá-la cada vez mais, pois isso nos ajudará a tomar decisões mais ágeis, precisas e inteligentes”, explica Henriques.

E a ambição não para por aí: o grande desafio da Movile – que já está sendo colocado em prática – é montar um time com mais de 100 especialistas em machine learning, número que dificilmente já foi alcançado por alguma outra companhia, para trabalhar nos principais desafios que as organizações enfrentam hoje.

Segundo Henriques, as empresas brasileiras não possuem esse olhar mais diversificado de IA por acreditarem que é um conceito que se limita à tecnologia. “A Movile vem se destacando nesse cenário, uma vez que é uma das pioneiras no Brasil a criar essa cultura e proporcionar capacitação dos profissionais deste mercado. Queremos que todos usem Inteligência Artificial para propor soluções internas e externas, a criação de uma área voltada para esse segmento é uma ação inovadora e que oferecerá um grande avanço no Brasil”, diz o executivo.

Além disso, a empresa pretende criar parcerias estratégicas com universidades a fim de investir nos centros laboratoriais. Em São Carlos, por exemplo, há projetos para a construção de um laboratório universitário de IA para auxiliar em uma formação mais prática e complexa de profissionais. Tudo com foco no desenvolvimento desse ecossistema.

Como toda tecnologia nova, é preciso um amplo investimento na formação e capacitação dos profissionais de diversos níveis e departamentos. Por isso, recentemente, a Movile financiou dez bolsas para especialização de profissionais do Grupo em IA. Além disso, um profissional foi contratado pelo iFood, empresa de food delivery investida do Grupo, para auxiliar no curso interno a fim de treinar os funcionários no nível básico de data science e permitir a entrada nos temas mais avançados de machine learning.

“O mais interessante é que as empresas não estão mais com medo de dizer o que estão fazendo por meio de inteligência artificial, porque o segredo não está mais no algoritmo e sim na capacidade de coletar, preparar e usar os dados, o que traz o valor do negócio”, finaliza Henriques.

Sobre a Movile

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10 dicas para aumentar as chances de conseguir um emprego

A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD) trimestral, divulgada no último dia 16/08, pelo IBGE, apresentou muito mais do que a variação da taxa de desemprego que hoje oscila na casa dos 13 milhões de pessoas. “A PNAD mostrou que temos uma grande sombra composta por pessoas fragilizadas pela situação crônica da falta de vagas de trabalho dos últimos três anos. São os que desistiram de procurar, os que procuram há mais de dois anos e os que trabalham menos do que podem”, analisa Marcelo Bueno, master coach e associado da SBCoaching.

O número de pessoas que desistiu de procurar emprego bateu um recorde histórico e é o maior desde a criação da pesquisa. São 4,8 milhões, 203 mil pessoas a mais que no 1o trimestre. “Isso demonstra que não temos somente um problema de falta de vagas, mas de profissionais que chegaram ao seu limite em diversos sentidos, e se tornam inertes a valores e motivadores como dignidade, propósito e objetivos”, explica Bueno.

O coaching não multiplica vagas de emprego, e, muito menos, é capaz de garantir que alguém conseguirá um emprego, se seguir suas ferramentas. Por outro lado, é uma técnica científica e validada de aumento de performance e condução de um indivíduo do ponto onde está para o que quer chegar. “Em um processo seletivo, ter conhecimento e ser preparado para desempenhar, de forma otimizada, o que há de mais forte em você, bloqueando a ação de fatores que, inconscientemente, o distanciam do seu objetivo, certamente agrega ao candidato uma enorme vantagem em relação aos demais”.

3,1 milhões estão procurando emprego há mais de 2 anos. Como será que ficam sua autoestima e autoeficácia?

Buscar emprego por um longo período gera efeitos profundos e pode desencadear um ciclo, no qual a conquista de uma vaga acaba por se tornar improvável. “Uma pessoa que foi recusada em dezenas de seleções e entrevistas, passa a duvidar da sua capacidade, dos seus talentos. Ela se torna insegura, desmotivada. Perde uma importante competência: a autoeficácia, que é a confiança em si mesmo, da capacidade de poder realizar determinada função ou tarefa. Isso, afeta sua autoestima, que, por sua vez, impacta em sua personalidade, comportamento, humor, além da forma como se relaciona socialmente”, conta Bueno.

“Não é raro, uma pessoa assim transparecer desinteresse para o selecionador. Ela não tem energia. Muitas vezes, evita o olhar direto, procura se proteger de alguma forma, inclusive, fisicamente, em sua postura ao sentar, cumprimentar, falar”, continua

O ciclo está feito. Negativas geram insegurança e baixa autoestima, que geram mais negativas. “Quando entra neste ciclo, o profissional não consegue dedicar suas energias para mostrar suas competências técnicas, o que pode oferecer ao cargo e à empresa. O coaching é perfeito para trazê-lo de volta para poder realmente competir por oportunidades de emprego”.

10 dicas com base no coaching para aumentar suas chances

Master coach da SBCoaching, com ampla experiência em atendimentos de equipes corporativas e professor de cursos de Psicologia Positiva Aplicada aos negócios e vendas, Marcelo Bueno montou uma lista de 10 dicas com base nos princípios do coaching que são úteis para todo candidato que está em busca de recolocação. “É duro ver estes dados e saber que em muitasempresas existem vagas abertas não preenchidas por ausência de candidatos com o perfil. Pode ser que uma parcela tenha a ver com uma questão mais técnica, de qualificação. Mas também há outra parcela destas vagas que poderiam estar preenchidas, caso os candidatos com o perfil estivessem preparados para a seleção e prontos para apresentar suas competências e habilidades”, finaliza Marcelo Bueno.

1. Trabalhe suas crenças limitantes. Crenças limitantes são afirmações e ideias que generalizamos e nos impedem de entrar em ação de uma forma positiva. Por exemplo: “o País está em crise”, “são “13 milhões de desempregados, eu sou só mais um”, “como eu vou arrumar emprego com tanta gente procurando?”. Troque uma crença limitante por uma crença fortalecedora. A forma como você se pergunta é que faz você pensar diferente. Como no caso, o que eu posso fazer para me diferenciar e encontrar o emprego que eu desejo? O que eu posso fazer de diferente para encontrar algo que tenha a ver com meus talentos e usar os recursos que eu tenho? O que eu já fiz de diferente no passado e que fez eu me destacar ou arrumar algum emprego? Ou seja, é sair de questionamentos que te limitam e ir para os que te fortalecem.

2. Trabalhe o seu estado emocional. Primeiro, crie uma âncora. Pense no estado emocional que você deseja, como, por exemplo, confiança. Toque, estimule uma parte do seu corpo, como por exemplo fechar a mão e apertar, tocar no pulso, bater na perna. Depois feche os olhos e recorde de uma situação em que você viveu este estado, procure relembrar os detalhes deste momento, enquanto ative a ancoragem fazendo o toque que você escolheu. Faça uma respiração profunda e repita diversas vezes este toque . Pronto, você agora tem uma âncora. Sempre que precisar ativar este estado emocional deve usar o toque, estímulo na parte do seu corpo que escolheu.

3. Construa o seu objetivo de forma específica, mensure o caminho para atingi-lo, avalie a relevância na sua vida e mensure o tempo para cada etapa. Para ser específico, você tem que projetar o que seria o seu ponto de chegada, pensar em todos os detalhes, não só do que deseja, mas como você se sentiria, como seria seu dia, como se relacionaria com seus amigos e familiares, quais seriam suas tarefas, o que i teria que não tem hoje. Quando tem o objetivo claro, você pode evoluir para a mensuração do caminho a ser percorrido para atingi-lo. Por exemplo: “quero ter um emprego em determinada função. O que eu preciso? Me vestir melhor, mudar minha postura, fazer um novo currículo, me matricular em um curso mostrando que estou aprimorando meus conhecimentos”. Por fim, é importante verificar se este objetivo é relevante em sua vida, se ele faz sentido dentro do seu propósito e, então, mensure o tempo que cada etapa do caminho deverá durar para ser executada com data exata. “Até o dia 30 de agosto, terei enviado currículo para estas empresas”.

4. Elabore uma grade de prioridades para atuar no quadrante das coisas fáceis e que trazem grandes resultados. Não é fazer qualquer coisa. É fazer o que traz resultado para o seu objetivo. Eu não devo fazer um curso gratuito, porque ele é gratuito ou fácil de fazer. Eu devo fazer um curso, porque ele vai potencializar minha experiência e oferta profissional. Não adianta investir em ações sem impacto. Pare e pense. O que eu posso fazer que é rápido, fácil e me traga grandes resultados?

5. Trabalhe as forças e os talentos aliados com as oportunidades que tem com eles. Não é qualquer emprego que me serve. As pessoas dizem “eu aceito qualquer coisa”, “me ofereceu emprego eu estou lá”. Só que chega lá e, por não estar alinhado com as suas forças, você vai se desmotivando, não é o que você gosta, executa um trabalho ruim, é mandado embora e cai novamente no desemprego. E ainda perde a oportunidade de volta a esta empresa, por ter deixado uma imagem de um profissional ruim. Invista no que você é bom, nas suas capacidades e habilidades.

6. Mantenha sua mente positiva. Mude seu “mindset”. Trabalhe a gratidão. Quando eu trabalho a gratidão, isso me gera um bem-estar e a gratidão é algo de bom que aconteceu ou você recebeu e tem que retribuir. Isso vai te envolvendo em energias positivas para que tenha ânimo e conquiste seu objetivo. Você pode fazer isso, criando uma lista de 10 coisas pelas quais é grato. Leia essa lista todos os dias.

7. Tenha clareza sobre o seu propósito de vida. Escreva qual é o seu propósito de vida. Qual é o legado que você gostaria de deixar. Se hoje você não estivesse mais presente neste planeta, o que gostaria que as pessoas falassem de você? Este é o seu propósito. Isso é a sua força-motriz, é a motivação intrínseca que te faz acordar todos os dias e dizer que você vive por algo. Você precisa ter clareza de qual é o seu propósito. Uma forma de identifica-lo é fazer uma lista dos seus 5 principais talentos ou características. Depois, descreva os seus comportamentos que expressam eles. Em seguida, as ações que provam estes talentos. Identifique 5 principais objetivos pessoais e profissionais. Compreenda qual é o seu objetivo financeiro em 1 ano. Então, filtre para 3 talentos/ características. Eles serão sua missão, os comportamentos os meios para concretizá-la e os objetivos suas metas de vida.

8. Faça um trabalho voluntário. Martin Seligman, conhecido como pai da psicologia positiva apresentou um trabalho chamado Filantropia x Diversão, que mostrou que as pessoas ficam mais felizes quando estão praticando filantropia do que quando estão somente se divertindo. Doar algo, sem querer nada em troca, gera um alinhamento de que você acabará tendo isso de volta de outra forma. Uma forma concreta é que, com essa felicidade, você é capaz de ser a sua melhor versão e aumentar seu potencial e performance.

9. Entre em forma. Os resultados da prática de atividade física regular podem ser observados em diversas esferas. Temos ganhos fisiológicos, psicológicos e evidências que apontam a redução de depressão, e até de morte prematura. Precisamos trabalhar de forma sistêmica. A mente trabalha com pensamentos positivos, conhecimento, e o corpo tem que ter atividade para ter energia e força para sair daquele estágio de que “nada está dando certo”. Você pode procurar emprego andando, arejando sua mente no trajeto, nas imagens e paisagens que visualiza, exercitando seu corpo, se fortalecendo como um todo.

10. Nossa fisiologia é importantíssima para definir nossas ações e resultados. Perceba como está seu olhar, seu sorriso, sua expressão ao procurar emprego, qual a posição dos seus ombros e posturas que refletem uma ideia de “aqui não vai dar certo também, mas ok, é só mais um emprego”. Quando tem este tipo de pensamento, você está com uma fisiologia totalmente derrotada. Você precisa mudar esta fisiologia. Precisa erguer seu peito e se posicionar como em algum outro momento, no qual se sentiu vitorioso, alegre, entusiasmado. Com isso, você cria um foco, o que está buscando e onde quer chegar. Você se coloca como se já estivesse entrando para trabalhar naquela empresa, que, isso é importante para você e te gera um estado emocional positivo. Esse ciclo te faz ter uma ação e um comportamento totalmente diferente que te leva a atingir os resultados que deseja.

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Pipefy está com vagas abertas em diversas áreas

Quem sonha em trabalhar em uma empresa global e, ao mesmo tempo, inovadora tem uma ótima oportunidade: a Pipefy, startup de gerenciamento de processos eficientes, com sedes em São Francisco, no Vale do Silício, e em Curitiba, no sul do Brasil, está contratando. Além de diversas vagas abertas na área comercial, a empresa busca profissionais para as seguintes posições: JR Buyer, Software Architecht, Elixir Dev, Support Analyst N3 e Product Manager.

Além dos conhecimentos e habilidades necessários para cada posição, há quatro pré-requisitos para os interessados em trabalhar na empresa: inglês avançado ou fluente, sonhar grande, ser muito bom no que faz, querer ir além do suficiente sempre.

“A Pipefy é uma empresa que nasceu e tem atuado com uma filosofia global, sendo referência em sua área de atuação, e queremos que os talentos de Curitiba e do Brasil percebam que não precisam ir para outros estados ou países para trabalhar em uma empresa mundial, com tecnologia reconhecida internacionalmente”, destaca o CEO e fundador da startup, Alessio Alionço.

A plataforma em nuvem da Pipefy está presente em 15.000 empresas, que vão de pequenos negócios como a Dandelion Chocolates, baseada em São Francisco, a grandes empresas como Accenture, IBM Santander e Wipro. A solução foi projetada para facilitar o processo lento, caro e muitas vezes incômodo enfrentado por muitos gestores. Com o Pipefy, novos processos operacionais para departamentos como serviço ao consumidor, RH, financeiro, marketing e vendas podem ser postos em prática dentro de horas ou dias, sem entraves de TI.

“Nós estamos construindo um novo segmento de mercado. Nossa visão é permitir que cada gestor dentro de uma organização crie seus próprios fluxos de trabalho customizados, sem a necessidade de possuir conhecimento técnico em programação. Ao possibilitar o gerenciamento ágil de processos, nossos clientes podem reagir a um ambiente de mudanças constantes e rápidas, garantindo uma execução de alta qualidade”, explica Alionço.

Para saber mais sobre os processos seletivos da Pipefy acesse www.pipefy.com/jobs.

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A Inteligência Artificial vai roubar seu emprego?

Por Leonardo Bossan

Recentemente, uma das maiores referências em inovação da atualidade, Elon Musk, falou mais uma vez sobre seus receios em relação aos avanços da Inteligência Artificial (IA). Antes de partir, em março, um dos maiores gênios do nosso tempo, Stephen Hawking, também se manifestou com preocupação sobre o andar do machine learning: “pode ser a melhor ou a pior coisa que já aconteceu à humanidade”.

Opiniões como essas somadas à estranheza causada pelas referências cinematográficas – que vêm automaticamente à nossa mente com flashes de filmes futurísticos, muitas vezes apocalípticos, –, dão um toque de temor ligado à aderência destas tecnologias. É uma nova versão da Revolução Industrial? A Inteligência Artificial vai roubar o seu, o meu emprego?

O ser humano, desde seus primeiros registros, busca alternativas para aumentar a sua produtividade ao criar ferramentas para ajudá-lo em tarefas que são mecânicas e mantêm um padrão. Por isso, quando consegue resolver uma nova equação neste sentido, o conflito é sempre originado da sensação de “criação superando o criador”.

Analisando a questão por diversas óticas, entendo que a pergunta já não é mais se a IA é uma realidade ou não em nossas vidas. A questão agora é: quais são as oportunidades de negócios e de empregos neste novo mundo que está em desenvolvimento?

Fábio Scopeta, diretor de Engenharia e Inovação da Microsoft LATAM, disse, em aula para a série Trends, do meuSucesso.com, que não é tão claro para as pessoas que o avanço da Inteligência Artificial tem o intuito de aumentar a capacidade humana e não de substituir o humano.

Já Bruno Bratti, engenheiro-chefe da Wave Computing – uma startup do Vale do Silício especializada em big data e IA – afirmou, na mesma série, que o futuro das companhias em todo o mundo passará por modelos híbridos de trabalho, em que humanos estarão, juntamente com as máquinas, buscando soluções e novas alternativas para consumidores e diversos mercados. Isso significa que a Inteligência Artificial não tem capacidade de gerar valor por si só, a menos que seja em parceria com a criatividade humana.

Assim como Scopeta e Bratti, acredito que o único caminho para este “admirável mundo novo” é encarar o machine learning como uma realidade, ao invés de lutar contra ele. Observamos inúmeros profissionais e companhias perderem oportunidades ao tentar manter o status, baseados em modelos de negócios ou funções obsoletos. Um exemplo recente é o movimento de taxistas no Brasil que tentaram combater novas formas de transporte coletivo. Não é um caso com aplicação de IA, mas ilustra bem a resistência da categoria ao não conseguir deter avanços de novas empresas oferecendo serviços semelhantes a custos menores – e muitas vezes, até com mais qualidade. Isso significa que o tempo investido na resistência foi praticamente inútil.

Obviamente, grandes pensadores como Hawking têm razão em nos alertar sobre os possíveis caminhos da IA no mundo e seus impactos ainda imensuráveis. Porém, para aqueles que não desejam ser levados pela onda do “avanço”, o ideal é observar (e entender) todas estas mudanças com otimismo, abrindo, assim, caminhos para novas ideias e oportunidades que surgirão e que já estão surgindo.

Leonardo Bossan é diretor da escola digital de negócios meuSucesso.com.

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Expo ABRH está com inscrições abertas

De 14 a 16 de agosto acontece a 44ª edição do CONARH (Congresso Nacional sobre Gestão de Pessoas), um dos maiores eventos sobre gestão de pessoas do mundo. No mesmo período será realizada também a Expo ABRH, principal feira de negócios do setor.

Os visitantes poderão assistir a mais de 50 palestras e conferir as novidades de 150 expositores. A expectativa é que mais de 20 mil pessoas circulem na feira durante os três dias de evento, conhecendo as novidades e tecnologias das principais empresas do segmento.

Para maior comodidade dos visitantes, as inscrições já podem ser feitas pelo site do CONARH (http://www.conarh.com.br) e vão até o dia 13 de agosto. O valor do ingresso antecipado é de R$ 30,00 por dia e agiliza o processo de entrada no dia do evento. O preço para quem optar por adquirir o ingresso a partir do dia 14 de agosto será de R$ 60,00. Estudantes e maiores de 60 anos pagam meia entrada.

Entre os expositores desta edição estão: Sodexo, Gympass, Sam’s Club, Compleo, Grupo Saúde e Vida, IEneagrama, Pecege, entre outros.

Neste ano, o CONARH traz o tema Protagonista da Transformação, com o objetivo de mostrar que todos são responsáveis por serem protagonistas e devem influenciar as pessoas de forma positiva, para colocar em prática ações que façam a diferença nas empresas.

44º Congresso Nacional sobre Gestão de Pessoas
Data: 14, 15 e 16 de agosto de 2018
Local: São Paulo Expo
Endereço: Rodovia dos Imigrantes, s/n – Km 1,5 – Vila Água Funda

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FGV abre feira virtual com expectativa de mais de mil vagas de estágio e emprego

A Fundação Getulio Vargas (FGV) promove, em parceria com a Vero Solutions, entre os dias 2 e 11 de maio, a terceira edição da feira virtual de Estágio e Emprego – a FGV Talentos 2018. Devido ao sucesso da iniciativa nos anos anteriores, este ano a instituição ampliou parcerias com empresas de diferentes segmentos e conta com o patrocínio da Amil, Enel, Mattos Filho Advogados, Vivo e White Martins. O evento é gratuito e direcionado a estudantes de todo o Brasil que estejam cursando ensino superior ou pós-graduação e aos que concluíram o curso universitário nos últimos anos.

Dentro de um ambiente virtual (plataforma online em 3D), as empresas participantes devem divulgar mais de mil oportunidades de estágios, programas de trainee e vagas efetivas, além de selecionar virtualmente candidatos e divulgar conteúdo sobre carreiras e mercado de trabalho. Os participantes podem acessar informações e oportunidades de vagas em aberto nos estandes virtuais, assistir palestras, interagir com representantes das empresas, através de fóruns e chats online, e ainda participar de jogos sobre processos seletivos.

“Nosso objetivo é divulgar as oportunidades de estágio, programas de trainee e vagas de trabalho numa plataforma em que as empresas terão estandes virtuais e poderão selecionar os candidatos a partir da análise dos currículos, aplicação de testes e entrevistas, tudo isso online”, informam as organizadoras Beralda Lima, coordenadora de Estágio e Desenvolvimento de Carreiras da FGV no Rio de Janeiro, e Márcia Barroso, supervisora de Estágio da FGV Direito Rio. Nas duas primeiras edições, foram cerca de 80 mil visitas aos estandes virtuais e 32 mil candidaturas às duas mil vagas disponibilizadas.

As coordenadoras do evento avaliam a iniciativa como uma ação ecologicamente sustentável e com forte impacto social na orientação e inserção de jovens no mercado de trabalho. “O evento alinha-se com a missão da FGV, que é a de contribuir para o desenvolvimento socioeconômico do país, e a proposta de ser virtual atende o perfil das novas gerações, por se tratar de um meio de comunicação que a eles é mais familiar”, explicam Beralda e Márcia.

As empresas participantes são: Amil, Brasil Júnior, Brookfield Energia, Centro de Integração Empresa Escola – CIEE/Rio, Cervejaria Ambev, Coca-Cola Brasil, Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV), Dow, Enel, Fundação Estudar, KPMG, Lojas Americanas, Mattos Filho Advogados, OLX, Procter & Gamble, Seja Trainee, Siemens, Souza Cruz, Veirano Advogados, Vero Solutions, Vivo, WallJobs, White Martins, FGV e Vero Solutions.

Para conhecer as empresas participantes, fazer inscrição ou obter mais informações sobre a FGV Talentos 2018, visite o site www.fgv.br/fgvtalentos.

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Confira 40 vagas de emprego em startups de tecnologia

É claro que em um cenário de recuperação econômica como este que vivemos, boas vagas de emprego são sempre bem-vindas. Selecionamos 40 vagas bem interessantes para diferentes perfis de profissionais. Todas elas são para o quadro de colaboradores da Arquivei, de gestão de documentos e notas fiscais, da Gupy, que digitaliza o processo de recrutamento e seleção, Nama, pioneira em Inteligência Artificial no Brasil, e IDwall, regtech especializada em identificação e checagem de dados.

Arquivei

Para a área Comercial, a Arquivei está com duas vagas abertas para Gestor de Desenvolvimento Comercial e duas outras para o time de Field Sales Enterprise, ambas em São Paulo.

Para a vaga de Gestão de Desenvolvimento Comercial, o candidato deve possuir habilidades técnica e comercial com ênfase em sistemas de mercado. As funções do cargo incluem desde intermediar demandas comerciais com área de produtos até acompanhar os projetos em andamento, validando status e fazendo a gestão dos parceiros envolvidos.

Já para a vaga no time de Field Sales, o profissional será responsável pelo desenvolvimento das vendas no mercado corporativo, em diversas indústrias e regiões do Brasil. O candidato selecionado representará a Arquivei e divulgará os benefícios promovidos pela solução, levando ao mercado a mensagem de valor e impacto nos negócios dos clientes, buscando sempre atingir seus resultados de vendas e firmar a marca.

Para a área de Marketing, há uma vaga para Desenvolvedor e Analista de Data e uma para Gerente de Marketing, ambas em São Carlos, SP.

Para o cargo de Desenvolvedor e Analista de Data, o candidato deve ter experiência em desenvolvimento de web com conhecimentos em HTML, CSS, JavaScript, PHP, MySQL e Google Analytics. Experiência prévia com Growth Hacking, Inbound Marketing, SEO, SEM Rush, AHREFs, Majestic ou similares são diferenciais.

As atividades são desde pesquisa, teste, gerenciamento e implementação de qualquer coisa que tenha o potencial de causar impacto no crescimento escalável, até a criação de landing pages para conversão (CRO).

Já para o cargo de Gerente de Marketing, o candidato será responsável por construir e manter a operação do marketing voltado para grandes empresas, além de definir estratégias de geração de leads e vendas. Para se candidatar à vaga, o profissional deve ter experiência em liderar equipes, budgets e estratégias, além do entendimento proficiente de canais tradicionais e emergentes do marketing.

Os interessados podem se candidatar através da página de vagas da empresa, onde constam mais informações sobre as vagas.

A Arquivei é uma empresa que fornece plataforma de armazenamento, organização e consulta de informações de notas fiscais. Criada em 2014, em São Carlos (SP), surgiu para suprir uma dificuldade das empresas na gestão mais eficiente de seus dados fiscais.

Gupy

A HRtech Gupy está com 15 vagas abertas para 11 cargos, em São Paulo, incluindo seis vagas para estágio.

Para as vagas efetivas, há duas oportunidades para o cargo de Analista de Experiência do Cliente, no qual o profissional será responsável tanto pela triagem e gestão de tickets de atendimento, quanto pela criação e monitoramento de métricas de suporte e identificação de oportunidades de melhoria. Conhecimento técnico e inglês a partir do intermediário são os requisitos essenciais.

Para as duas vagas de Inside Sales Outbound (Conta) e uma para Inside Sales Outbound (SDR), o candidato precisa ter experiência no ramo de RH, vendas e relacionamento B2B (Empresa para Empresa), além de excelente comunicação verbal e escrita.

Já para as duas vagas de Senior DevOps Engineer, o profissional precisa ter, no mínimo, quatro anos de experiência em DevOps, Amazon Web Services, bancos de dados relacionais e NoSQ.

Para o cargo de Engenheiro de Software – Node.js, é exigido um mínimo de quatro anos de experiência com desenvolvimento, sólido conhecimento em Node.JS, Infrastructure as code (Docker, Chef, Puppet, Ansible, Kubernetes), bancos de dados Relacionais, Redis, ou similar.

Já para a vaga de Sucesso do Cliente, o candidato precisa ter experiência prévia na área ou em vendas, inglês e espanhol a partir do intermediário, resiliência e inteligência emocional para contornar situações de crise e foco na experiência do cliente frente à Gupy.

Em relação aos estágios, estão abertas seis vagas para cinco cargos. Na área Jurídica, o estudante precisa estar cursando graduação em Direito, com alguma experiência em Direito Empresarial; ter pensamento a longo-prazo, encadeamento lógico e visão estratégica para garantir um crescimento sustentável; além de resiliência e inteligência emocional para contornar situações adversas.

Para o estagiário de Eventos e Comunicação, o estudante precisa estar cursando Engenharia, Administração, Marketing, Relações Públicas ou Publicidade e Propaganda, além de possuir conhecimento em Pacote Office, Mídias Sociais, Produção de Conteúdo e organização de eventos. Ele será responsável pelo planejamento, estruturação e execução de eventos, pela investigação do mercado e levantamento de oportunidades para fortalecer a marca em eventos estratégicos.

Há, também, duas vagas abertas para Estágio de Recrutamento e Seleção e uma para Estágio de Gente. Para os dois cargos, o candidato precisa estar cursando Engenharia, Administração ou Psicologia. O estagiário será responsável pela condução dos processos de atração e seleção da Gupy. Já para a vaga de Estágio em Computação, o candidato será responsável por ajudar os usuários com eventuais problemas, desenvolvendo ferramentas internas e automatizando a geração de relatórios.

Os interessados devem acessar o site oficial da Gupy ou a página de vagas no linkedin da empresa.

A Gupy é a startup líder de recrutamento com base em Inteligência Artificial e machine learning no Brasil.

IDwall

A IDwall tem 18 vagas abertas para as áreas de Sucesso do Cliente, Móvel, Vendas, Suporte e Tecnologia. Todas as vagas são para São Paulo.

Na área de Sucesso ao cliente, a vaga destina-se ao candidato com experiência de pelo menos um ano em gerenciamento de contas ou vendas, conhecimento em técnicas de CRM e habilidades em análise de data. Familiaridade com Hubspot CRM, SQL e Postgresql database são diferenciais.

No segmento móvel, a empresa tem duas vagas abertas para Desenvolvimento de Android e IOS. Os profissionais precisam ter acima de dois anos de experiência em desenvolvimento em Java, Android, IOS e em testes unitários e automatizados. De sua função constará desenvolver aplicativos android e IOS usando SDK, além de fazer melhorias contínuas e análise de desempenho.

Na área de vendas, o cargo de Analista de Vendas precisa ter experiência de B2B, pacote office e experiência prévia em startup de ritmo acelerado. Para a vaga em Técnico de Suporte, o candidato precisa ter conhecimento em SQL, postgresql databases e raciocínio lógico.

Na área de tecnologia, há uma vaga para Arquiteto de Segurança e Desenvolvedor de Python. Para a primeira vaga, entre as atribuições, o candidato irá desenvolver e manter um processo de arquitetura de segurança de aplicativos que permita que a empresa desenvolva e implemente soluções e recursos de segurança que estejam claramente alinhados aos negócios, tecnologia e ameaças. Já para a segunda vaga, o candidato precisa ter conhecimento da linguagem Python, interesse no processamento de imagens e concentração em resultados e entregas.

Os interessados devem acessar a página de vagas da empresa.

Criada em 2016, a IDwall tem a proposta de tornar os processos de cadastramento, verificação e validação de dados mais ágeis, transparentes e seguros por meio de tecnologias de reconhecimento facial, cruzamento de dados e background check.

Nama

Estão abertas duas vagas para Desenvolvedor (a) de Ruby Pleno e uma para Desenvolvedor (a) de Ruby Senior, na Nama, em São Paulo. O candidato precisa ter experiência com sistemas Web, Ruby, Rails e Git, além de estar acostumado com testes unitários.

Os interessados devem acessar o site oficial da empresa e se candidatarem.

A Nama é uma empresa que combina inteligência artificial, processamento de linguagem natural e bots para automatizar conversas e conectar pessoas emocionalmente com robôs.

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Microstrategy expande equipe e abre mais de 350 vagas de emprego no mundo

A MicroStrategy (Nasdaq: MSTR), líder mundial no fornecimento de plataformas analíticas e software de mobilidade, está expandindo a sua equipe no Brasil. 13 vagas de emprego estão sendo abertas nas áreas de vendas, consultoria, jurídica, marketing, desenvolvimento de negócios e treinamento, incluindo oportunidades tanto para profissionais graduados como para estagiários. Cada uma das posições dispõe de pré-requisitos específicos. Os detalhes estão disponíveis no site, onde também é possível candidatar-se às vagas.

De acordo com Cynthia Bianco, presidente da MicroStrategy no Brasil, essas novas oportunidades de carreira estão inseridas em um contexto de expansão local. O que reforça a posição e solidez da companhia, que é a empresa do segmento de analytics e business intelligence que está há mais tempo no mercado brasileiro, cerca de 20 anos, em constante crescimento.

“Como somos comprometidos com os resultados e o retorno dos investimentos dos projetos de nossos clientes, sempre nos preocupamos em atendê-los diretamente, sem o intermédio de um distribuidor. Neste sentido, para oferecermos um serviço diferenciado, dispor de uma forte equipe é crucial para suportar nossa estratégia de expansão. Acreditamos que o sucesso dos nossos negócios no país está atrelado a pessoas inteligentes, produtos que fazem a diferença e ideias inovadoras”, enfatiza.

A Microstrategy preza por manter uma infraestrutura robusta e o suporte de um time composto pelos melhores e mais qualificados profissionais do segmento. Em todo o mundo, foram abertas 350 vagas. Nos EUA, US$ 6 milhões estão sendo investidos em contratações e também em melhorias em instalações e espaços de trabalho.

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Movile investe em processo otimizado para encontrar novos talentos em tecnologia

Para empresas de tecnologia e inovação, encontrar talentos e profissionais capacitados é fundamental para manter o crescimento e expansão acelerados. Foi pensando nisso e nas mais de 300 vagas para as áreas de tecnologia que serão abertas nos próximos dois anos, que a Movile, uma das líderes globais de marketplaces móveis, criou o HighTech, um banco de talentos unificado que busca atrair e recrutar desenvolvedores para todos as empresas do grupo, incluindo PlayKids, iFood e Sympla.

O objetivo principal da iniciativa é otimizar a forma como o talento se candidata, oferecendo também a possibilidade de todas as empresas analisarem o currículo. “A Movile tem o sonho de impactar a vida de 1 bilhão de pessoas e, para isso, busca sempre os melhores profissionais do mercado, já pensando em formar os times de tecnologia empoderados e capacitados a criarem produtos escaláveis, eficientes e em nível global”, explica a Diretora de Gente da Movile, Luciana Carvalho.

Após a inscrição, os candidatos passam por uma qualificação inicial e, sendo aprovado, o currículo fica em destaque frente aos recrutadores das oito empresas do grupo Movile, dentre elas: iFood, Sympla, Rapiddo, PlayKids, MapLink e Wavy. Para se cadastrar, os interessados devem ter, no mínimo, quatro anos de experiência em desenvolvimento Android, iOS, Backend ou Frontend. Para acessar as vagas, basta entrar no link movile.gupy.io.

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Indústria paulista gera 10.500 empregos em janeiro de 2018

Isabela Barros, Agência Indusnet Fiesp

A indústria paulista contratou 10.500 trabalhadores em janeiro de 2018, o equivalente à variação de 0,50% em relação a dezembro. Foi o melhor resultado para o mês desde janeiro de 2012, nesta base de comparação, segundo a Pesquisa de Nível de Emprego realizada pela Federação e pelo Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp e Ciesp). Para se ter uma ideia, a média de contratações no primeiro mês do ano é de 2.800 postos abertos entre 2005 e 2017. Considerando o ajuste sazonal, a variação mensal do emprego na manufatura de São Paulo foi de -0,04%, resultado considerado estável, mas ainda assim, o melhor para janeiro desde 2012 (quando registrou -0,37%).

“O desempenho de janeiro demonstra a consistência do processo de crescimento da economia. O emprego no setor manufatureiro tem mostrado resultados acima da média de forma consistente, seguindo o aumento de produção registrado pela indústria paulista no ano de 2017, que foi de 3,4%.”, explica o segundo vice-presidente da Fiesp, José Ricardo Roriz Coelho.

Na avaliação por setores, abriram vagas de trabalho no mês 16 dos 22 setores pesquisados. Os destaques ficaram com as seguintes áreas: veículos automotores, reboques e carrocerias (mais 2.939 postos), confecção de artigos do vestuário e acessórios (2.123) e produtos de minerais não metálicos (1.426).

Já os piores resultados em termos de emprego em janeiro ficaram com produtos químicos (694 demissões), produtos de madeira (-273) e impressão e reprodução de gravações (-155).

Na análise por região do estado, ficou em primeiro lugar com relação à abertura de vagas a região de São João da Boa Vista, com um crescimento de 3.01%, seguida de Mogi das Cruzes (2,42%) e Araraquara (2,07%).

Tais resultados estão ligados aos produtos de minerais não metálicos e máquinas e equipamentos em São João da Boa Vista, produtos têxteis e veículos automotores e autopeças em Mogi das Cruzes e produtos têxteis, e confecção de artigos do vestuário em Araraquara.

No final do ranking de empregos estão Jaú (-1,70%), Jacareí (-1,34%) e Limeira (-0,90%). Isso sob a influência dos setores de produtos diversos e produtos alimentícios em Jaú, produtos de metal e produtos de borracha e plástico em Jacareí e produtos diversos e produtos de minerais não metálicos em Limeira.

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Contratação errada pode custar 15 vezes um salário – veja orientações!

Uma contratação assertiva é primordial para uma empresa, principalmente, em função do alto custo que um erro nessa hora pode representar. Segundo avaliação do diretor executivo da Bazz Consultoria em RH, Celso Bazzola, os prejuízos financeiros para uma empresa de uma contratação mal feita pode variar entre 3 até 15 vezes o valor do salário do demitido.

“O número é assustador, mas leve em conta todo o custo existente em um processo de contratação, envolvendo anúncio de vagas, tempo de profissionais de recursos humanos, treinamento, processos trabalhistas, adequação de equipe, some a isso outros valores de perdas financeiras mais diretas, como pagamento de salários, encargos, benefícios, indenizações, improdutividades, retrabalhos, dentre outros valores que foram pagos”, detalha Celso Bazzola.

Mas, o especialista complementa que mesmo com os riscos, o caminho para o crescimentos é contratar, assim, o melhor que uma área de recursos humanos pode fazer é aperfeiçoar e valorizar todos os processos de contratações e obter profissionais que realmente sejam engajados e capacitados, pois, com isso o resultado será o aumento da rentabilidade.

“Hoje muitas empresas não se preocupam com a definição de quem querem contratar e os requisitos adequados para a função, sendo desprezados uma análise de perfil do cargo. Outro ponto é a falta de planejamento, o que faz com que a maioria das contratações ocorram de forma urgente, sem planejamento e análise”, conta o diretor executiva da Bazz Consultoria em RH.

Para minimizar os erros Celso Bazzola elaborou algumas orientações para o aprimoramento de uma contratação:

1. Faça uma análise prévia de perfis das vagas existentes em sua empresa e perfis de candidatos que deseja encontrar,

2. Busque a prevenção, criando um banco de currículos com profissionais que tenham características que interessam e que podem ser contratados no futuro;

3. Detalhe muito bem a vaga em suas divulgações, com capacitação e características que se deve ter, deixando a menor chance possível para dúvidas dos candidatos;

4. Busque formas de confirmar se o que foi informado pelo candidato está de acordo com a realidade, hoje se observa muitas pessoas que apresentam qualificações que não possuem, ou supervalorizam experiências;

5. Na entrevista buscar conhecer o candidato em seus conhecimentos, pressão e até a postura perante uma situação de questionamentos.

6. Dinâmicas de Grupo podem demonstrar a socialização do candidato e sua personalidade e a maneira de analisar o posicionamento quanto a pontos de vistas diferentes de cada membro do grupo e como o candidato absorve as orientações perante a convivências com outras pessoas. Isto demonstra o perfil comportamental em relação ao cargo disponível.

7. As simulações de situações reais visam identificar a criatividade, raciocínio e como o candidato se sobressai no momento de pressão, como se estivesse em situação real de trabalho.

8. Deve ser escolhido um local com privacidade, iluminação, acústica, conforto, para ambos, entrevistador e entrevistado.

9. O material a ser utilizado na entrevista deve ser previamente preparado, como ficha de anotações, descrição do cargo, quesitos necessários, etc.

10. A melhor forma é que o entrevistador faça um Check List ou roteiro contendo as informações relevantes que devem ser questionadas ao candidato. Todo material que será utilizado na entrevista deverá ser preparado com antecedência, onde a escolha também do ambiente que tenha privacidade e conforto passa ser um ponto importante para o entrevistado e entrevistador, deixar o mesmo tranquilo fará com que o entrevistador extraia o melhor do candidato.

“É importante reforçar que na entrevista existem pessoas que vendem muito bem, assim, como não ser ludibriado? Para que não haja equívoco na contratação, o entrevistador deve ter conhecimento do que vai explorar com o candidato, realizando perguntas focadas e que agreguem valor a entrevista e ao objetivo do cargo. Comprar o que foi informado pelo candidato com um pedido de exemplos, podem evitar estas surpresas”, complementa Celso Bazzola.

Enfim, contratar errado possui um custo muito alto e não é simples acertar, nessa hora, o recomendável para qualquer empresário é deixar de lado a autoconfiança, para buscar conhecimento e profissionais especializados, o que com certeza garantirá ótimos resultados.

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60% das admissões geram retrabalho para Recursos Humanos

Pesquisa do IBOPE aponta que 98% das entregas de documentos em admissões são realizadas pessoalmente, gerando desgastes de conferência e se tornando passíveis de erros humanos. Em muitos casos, a área de Recursos Humanos (RH) de grandes empresas acaba tendo que delegar para unidades locais o recebimento e cobrança de documentos, complicando ainda mais os processos e aumentando a possibilidade de erros. Levantamento realizado pela Acesso Digital em sua base de clientes aponta que, 60% dos candidatos entregam a documentação de admissão com informações erradas ou faltantes.

“‘Dificuldade e retrabalho’ eram as palavras que mais ouvíamos dos clientes que ainda tinham seus Departamentos Pessoais e de Recursos Humanos analógicos ou com poucos processos digitalizados”, aponta o head do produto Acesso RH da Acesso Digital, Gabriel Pirajá. O termo HRTech ainda é novo, mas a solução oferecida pela Acesso Digital visando desburocratizar as relações entre as pessoas e os departamentos de Recursos Humanos por meio da tecnologia já está no mercado desde o ano passado e foi batizado de Acesso RH.

O funcionário contratado via Acesso RH recebe apenas um link via SMS ou e-mail e tem a praticidade de tirar as fotos de seus documentos com um celular e realizar todo o processo online sem precisar sair de casa. O sistema conta com o devido acompanhamento da área de checagem do sistema, que aponta inconsistências e valida a documentação já nas regras do eSocial. Com isso, o Acesso RH melhora a eficiência no processo, deixando a documentação pronta para lançamento em folha.

O sistema da Acesso Digital realiza todas as checagens de documentação de maneira digital, gerando outros diversos benefícios colaterais. A pesquisa do IBOPE também revela que o processo de admissão pode levar de 4 a 7 dias, já com o sistema da Acesso esse tempo cai para menos de 2 dias. Além de reduzir tempo de admissão, a empresa cria um processo único e padronizado de documentação de funcionários.

Entre os documentos que apresentam maior quantidade de divergências, o campeão é o comprovante de residência que é apresentado sem o nome da pessoa como titular. Documentos de identificação pessoal, como CNH e RG, também aparecem com prazo de validade vencido e/ou situação civil desatualizada – funcionários esquecem que averbar a sua situação civil. Em muitos casos, o grau de escolaridade não se comprova, em outros os dados bancários simplesmente não batem.

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Resource abre 250 vagas de TI em São Paulo

A Resource, uma das principais e mais bem-sucedidas multinacionais brasileiras de serviços de TI e Integração Digital, está com 250 vagas abertas para profissionais de Tecnologia da Informação (TI) em sua sede no CENESP (Centro Empresarial de São Paulo) e nos escritórios de Alphaville, em Barueri. As oportunidades são para os cargos de Analista Programador Back-End, Analista Programador Java, Analista Programador Front-End e Agile Couch Sênior.

Os interessados devem ter formação em Ciências ou Engenharia da Computação e indicar suas experiências profissionais na área de TI. Também há ofertas de cargos para pessoas com deficiência (PCD).

Para as vagas de Analista Programador Back-End é preciso ter conhecimentos das linguagens Angular, Java, J2EE e Struts. Para o cargo de Analista Programador Java é necessário ter atuado com J2EE e Angular 4. Candidatos a Analista Programador Front-End devem ter conhecimento em Google Analytics.

A Resource oferece aos profissionais diversos benefícios e plano de carreira. Os candidatos interessados devem cadastrar seus currículos no site: http://www.resourceit.com/pt/vagas-ti/ ou enviar seus dados para o e-mail recrutamentoeselecao@resource.com.br. As inscrições estão abertas a partir dessa semana e as contratações serão feitas conforme os novos projetos que estão em andamento na empresa.

A Resource é uma das principais e mais bem-sucedidas multinacionais brasileiras de serviços de TI e integração digital. Com 25 anos de atuação no mercado, possui uma equipe de 2.500 profissionais altamente capacitados e aptos para atuar em projetos no Brasil e em cinco países no exterior, em especial na América Latina e Estados Unidos, por meio de uma moderna estrutura com 21 Unidades e Centro de Inovação no Vale do Silício (EUA).

A excelência de seus serviços faz com que a Resource seja amplamente reconhecida pelo mercado e por mais de 300 clientes ativos de diversos segmentos da indústria, com ofertas completas de Digital, Serviços Gerenciados, Consultoria de TI e Soluções Empresariais. A Resource utiliza as mais modernas tecnologias globais e possui dezenas de certificações técnicas, que comprovam seu diferencial competitivo e a qualidade de seu trabalho junto a clientes que desejam obter ganhos de produtividade e maior desempenho em suas operações. Para mais informações, visite nosso site www.resourceit.com.

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Estudo da Cognizant apresenta as profissões do futuro

A Cognizant, uma das empresas líderes mundiais em tecnologia e negócios, apresenta um estudo inédito, no qual aponta as 21 profissões promissoras para os próximos dez anos. De acordo com a pesquisa, alguns empregos serão extintos pela tecnologia, mas outros serão criados, gerando oportunidades em mercados ainda não explorados.

“Com o aumento do uso da tecnologia em todas as áreas, as pessoas estão buscando profissões que envolvam realidade virtual, análise de dados, inteligência artificial e programação. Essa tendência evidencia que a força de trabalho humana ficará responsável por atividades que tenham como objetivo analisar e tomar decisões de risco, que um software, por exemplo, não é capaz de realizar”, afirma Ben Pring, vice-presidente da Cognizant e um dos responsáveis pelo estudo.

No varejo, por exemplo, é notável o quanto estão sendo trabalhadas as tecnologias que garantem uma experiência de consumo diferenciada, que impactam diretamente o consumidor e geram emoções únicas. Já na área da saúde, exames feitos por softwares e raios X, com resultados muito mais rápidos e assertivos, já são possíveis graças à utilização da inteligência artificial para resolver problemas e gerar resultados precisos. O setor financeiro é outro que busca diferentes meios tecnológicos para ganhar produtividade, desburocratizar processos e aumentar a eficiência operacional.

“No futuro, o trabalho continuará sendo fundamental para nossas identidades, nossa natureza, nossos sonhos e nossas realidades, mas não será necessariamente o trabalho que conhecemos ou fazemos agora”, ressalta o executivo.

Os 21 empregos apresentados a seguir são aqueles que se tornarão proeminentes em curto prazo. Ademais, esses empregos criarão novas oportunidades, que proporcionarão trabalho para muitas pessoas em diversos segmentos da economia.

Confira a lista dos 21 empregos do futuro:

Nos próximos cinco anos:

Data Detective

Investigador de dados. O candidato deve ser um assíduo analista de dados e interpretá-los da melhor maneira possível. Além disso, deve ser curioso, analítico e multitarefa.

Bring Your Own IT Facilitator

O profissional vai gerar flexibilidade para os usuários com o uso de aplicativos e infraestrutura, desenvolvidos dentro da empresa ou em ambientes de nuvem.

Ethical Sourcing Manager

Esse profissional vai investigar, acompanhar, negociar e fazer acordos sobre o fornecimento de produtos e serviços, para garantir o alinhamento nos contratos relacionados a questões éticas de um público estratégico.

AI Business Development Manager

Um gerente de desenvolvimento de negócios. O trabalho será próximo a áreas de vendas, marketing e sócios.

Master of Edge Computing

A computação em nuvem está gradualmente abrindo caminho para a próxima grande evolução. A edge computing desencadeia o potencial de dispositivos de hardware conectados e os descentraliza, para se tornar o próprio data center. Nesse modelo, que descentraliza o armazenamento ou o processamento de dados, o profissional atuará de forma abrangente.

Walker/Talker

O profissional será responsável por passar um tempo com os clientes, e sua principal atividade vai ser prestar atenção no que eles dizem.

Fitness Commitment Counselor

No futuro, esse profissional será imprescindível. A epidemia de obesidade é responsável por 300 mil mortes por ano, em média, nos EUA. Desse modo, o profissional será responsável por motivar a atividade física, melhorar a nutrição e fazer com que o indivíduo adote um estilo de vida mais saudável.

AI-Assisted Healthcare Technician

No futuro, esse profissional terá a função de examinar, diagnosticar, administrar e prescrever tratamentos para pacientes com o auxílio da inteligência artificial e de médicos acessíveis remotamente, em um sistema de hospitais mais eficiente, que cuidará de seus pacientes utilizando a tecnologia como aliada.

Cyber City Analyst

Esse profissional deverá trabalhar com informações que incluam dados dos cidadãos e dos recursos dos municípios.

Genomic Portfolio Director

O profissional vai criar e executar uma estratégia para aumentar o portfólio de produtos que envolvam a ciência da vida.

Man-Machine Teaming Manager

A colaboração entre homem e a máquina será uma realidade. Esse cargo exigirá do profissional a identificação de tarefas, processos, sistemas e experiências que possam ser melhorados com a tecnologia.

Financial Wellness Coach

O profissional terá a função de um coach, e vai orientar sobre questões financeiras, os melhores investimentos e aplicações.

Digital Tailor

Com o avanço crescente do e-commerce, será necessário um profissional que vá até a casa do usuário, pegue suas medidas com um sistema digital e faça os ajustes necessários em suas roupas e sapatos comprados via e-commerce.

Chief Trust Officer

O profissional nessa função trabalhará ao lado de equipes internas de finanças e relações públicas. Vai gerenciar e aumentar a presença pública e privada em toda a esfera financeira, e sempre trabalhar com transparência nas finanças de uma organização.

Quantum Machine Learning Analyst

O profissional atuará na área de machine learning (“aprendizado de máquina”, em inglês), principalmente com a integração com o aspecto quântico.

Nos próximos dez anos:

Virtual Store Sherpa

Os sherpas pertencem a uma etnia que ajuda quem quer escalar montanhas. Indicam o caminho e seguram os equipamentos dos viajantes. No futuro, esses sherpas do consumo vão ajudar os clientes a navegar nas lojas e, com a realidade aumentada, a fazer compras em cenários mais complexos.

Personal Data Broker

Monitorar e comercializar dados pessoais é a grande atividade desse profissional. Além disso, precisará rastrear e consolidar novos dados e auxiliar os clientes a interpretá-los.

Personal Memory Curator

O profissional consultará uma série de públicos específicos, a mídia e fontes históricas para refazer e formular experiências do passado, para reduzir o estresse ou a ansiedade que a perda de memória provoca.

Augmented Reality Journey Builder

O profissional vai projetar, escrever, criar, calibrar, construir e personalizar viagens em realidade aumentada para as pessoas.

Highway Controller

O aumento dos veículos autônomos e de drones levou as cidades a repensar a forma como o espaço rodoviário e aéreo é gerenciado. O profissional será essencial para auxiliar na regulação da estrada e do espaço aéreo no centro da cidade. O candidato ideal deve ser apto para lidar com ferramentas de IA sofisticadas.

Genetic Diversity Officer

O profissional vai facilitar a rentabilidade e a produtividade de uma organização e, ao mesmo tempo, promoverá um ambiente de inclusão.

Acesse o estudo na íntegra por meio do link: goo.gl/34cSxc.

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Desemprego 4.0? Não é pessimismo; é choque de realidade

Por Vinicius Maximiliano

É bastante interessante notar, ao longo de tantas notícias que circulam hoje pelas redes sociais, que o foco de “sucesso”, recuperação econômica e estabilidade, misturam-se fortemente com nossa capacidade vergonhosa de imitar o consumismo americano de maneira desenfreada e descontrolada.

Milhões de consumidores gastando suas economias (ou melhor, seus benefícios sociais antecipados pelo governo!) em compra de bens de consumo, pela simples apelação de que “é época de comprar”. Esquecem-se de que, janeiro está chegando e que as economias gastas nas “festas” de consumo do fim do ano, farão falta!

Não… não sou um arauto do combate ao capitalismo, tampouco defensor do nivelamento social generalizado, nem que todos somos “iguais” e que é errado ter dinheiro ou fazer uso dele. Longe de mim! Aliás, quem me conhece sabe que sou capitalista ferrenho e entendo que, pelo menos por enquanto, somente com ele temos maior possibilidade de superar nossas diferenças e dificuldades sociais.

A razão pela qual escrevo essa história, está justamente em perceber, ao longo de quase 40 anos de existência, que as pessoas realmente são ou escolhem ser ingênuas, muito ingênuas!

As pessoas estão vivendo como se o país tivesse se recuperado, não bastasse termos hoje um dos maiores índices de desemprego de nossa história, ultrapassando os 13 milhões de desocupados.

Ouvimos em todas as mídias que a crise está passando e a economia se recuperando, nada obstante o aumento da gasolina seja o sétimo em poucos meses, a inflação real (não o índice divulgado pelo governo) esteja na casa dos 10%, e ainda tenhamos os juros mais altos do mundo.

Lemos que o mercado consumidor está aquecido e animado para o final do ano, mesmo vendo milhares de brasileiros terem seu crédito negado pelos bancos, simplesmente em uma espiral de “análise de crédito” ininteligível. Os índices de insolvência e de feirões de renegociação nunca foram tão grandes… e com tão pouco sucesso!

Afinal, sem dinheiro “vivo” no mercado, fazer acordo em dívida é simplesmente prorrogar o problema e retomá-lo ainda maior com os juros sobre juros.

Diversos bancos e empresas públicas estão à beira da falência, escondendo prejuízos e formatando PDVs para tentar sobreviver até o final do atual governo, que só sabe falar na reforma previdenciária, senão para dar uma resposta a investidores internacionais dos compromissos assumidos após o impeachment! (não, também não sou partidário do PT nem da presidente Dilma, que nos deixou uma das heranças mais nefastas da economia dos últimos 30 anos)

Os repasses aos municípios nunca foram tão prejudicados, com a queda a arrecadação real, com governos que beiram o desespero formatando “parcelamentos” criativos, na tentativa de extrair algum fluxo extra! E com tudo isso ainda vemos os “estouros de boiada” das black fridays Brasil afora. E isso é notícia em destaque…

A reforma trabalhista, que anima uns e apavora outros (e não quero aqui entrar nesse mérito!), colocou uma das estruturas mais sólidas do século passado em cheque: sindicatos estão demitindo para se manterem abertos.

Juízes do trabalho se rebelam contra o próprio Estado que os sustenta, em uma busca insana de conter o que o mercado já decidiu: não há mais segurança em nenhuma atividade profissional, senão a adaptação constante e a negociação!

Aliás, nós como brasileiros somos péssimos em negociação! Não gostamos de negociar… gostamos de impor! E nossas imposições geralmente buscam preservar nosso “status quo”, focando na preservação da zona de conforto. O lema é algo como: podemos negociar sim, desde que todos os meus privilégios sejam preservados, eu não perca meu emprego e não precise me readaptar a nada!

Setores da economia que se sentem ameaçados seguem em geral, dois caminhos: o “lobby” legislativo, em todas as esferas para tentar barrar as inovações (vide Uber, cobradores de ônibus no RJ, frentistas de posto de gasolina etc.) lançando leis mais insanas do que a própria inovação que desestrutura o mercado instalado; ou a revolta civil: o setor se reúne com seus caciques, articula uma greve geral, seguida de pancadaria e violência, e depois param a economia local ou criam empecilhos inexplicáveis ao mais cético dos estrangeiros que tende compreender as estruturas brasileiras.

A educação básica no país está abandonada pela transferência quase integral ao setor privado, que por sua vez não se preocupa em seguir as determinações mundiais de capacitação dos alunos e de respeito aos professores como formadores de seres humanos e “futuros trabalhadores”. As universidades públicas, como reduto dos “princípios” socialistas, estão sucateadas, prestes a serem fechadas e sustentam o status de “educação gratuita” para uma horda de vestibulandos, sendo formados para o desemprego!

Já o ensino fundamental foca no vestibular e esquece da vida real! Alunos bitolados, estressados, sobrecarregados com matéria totalmente “inútil” ao mundo profissional moderno em que vivemos, se debatem com outros milhares pela disputa de vagas em faculdades que, quando não estão na classificação das públicas que mencionei acima, drenam das famílias todas as economias para uma formação profissional… para o desemprego!

Raríssimas são as instituições que possuem uma grade realmente diferenciada de formação, desde o ensino fundamental até a graduação.

No Brasil, ainda vivemos o objetivo utópico de que o “estudo” é aquilo que extraímos das faculdades e que nos trará uma profissão segura, estável e para a vida toda. Só que não!

Até agora, não contei nada de novo… senão que a economia que está sobrevivendo a estes solavancos, está se reestruturando com base em tecnologias, robótica e inteligência artificial suficientes para que, ao retomar o verdadeiro crescimento de mercado, não precisem recontratar os atuais desempregados. Diante de toda essa realidade, estamos vivendo a era do Desemprego 4.0, estejamos dispostos a acreditar… ou não!

Em uma definição mais clara, é o desemprego presente, que será acrescido dos desempregados futuros, advindos da retomada da economia, sendo sua maioria profissionalmente qualificados, mas mercadologicamente desnecessários!

Desempregados altamente qualificados (para o passado) e pouco preparados para o futuro do presente. Desemprego 4.0 tem relação direta com as tendências e inovações tecnológicas que estão tomando o espaço, de forma abrupta, efetiva e constante, dos tão conhecidos e sonhados postos de trabalho “tradicionais”.

Existem debates acalorados sobre o desemprego gerado pela tecnologia, seu real impacto e quais os novos empregos que serão gerados com essa modernização. Aqueles que pregam que “não há motivo para pânico” se sustentam no discurso desgastado de que, na revolução industrial do século 19, aconteceram também mudanças estruturantes, e que apesar da resistência dos trabalhadores, mais trabalho foi criado do que extirpado. E isso é verdade… para aquela época!

Porém, uma sutil diferença esta sendo desconsiderada pelos que, romanticamente, acreditam que teremos mais empregos gerados do que eliminados no curto prazo: a velocidade e o nível de automação e informatização atuais, jamais existiram ou foram aplicados ao mercado de trabalho! E isso faz toda a diferença.

A velocidade com que essas mudanças são implementadas, impactam de forma imediata, no “virar da chave” das demissões em ato contínuo à inovação efetiva. Aquilo que chamamos de “disrupção” expõe as fragilidades do nosso atual modelo de mercado, no mundo todo! E essa velocidade está sim sendo subestimada, a meu ver de forma até amadora, pelos estudiosos e governos do país todo.

Como todas as informações que mencionei acima que são divulgadas para “acalmar e conter” os mercados e o povo, nenhum governo virá a público admitir abertamente que a crise do desemprego brasileiro está apenas começando! Nenhum instituto oficial apresentará estudos mostrando que a tendência nos próximos anos é de um aumento crônico do desemprego, onde as políticas sociais atuais serão simplesmente ineficientes diante dessa crise emitente dos empregos.

Um ou outro mais realista começa a propor a Renda Mínima Universal, que teve sua origem no Brasil com Eduardo Suplicy, e que até hoje nunca foi implementada efetivamente no país (menciono aqui o político, sem concordar ou discordar de sua teoria, apenas como referência teórica).

E mais: nenhum político irá admitir, praticamente em ano eleitoral, que efetivamente não há meios de curto prazo para evitar o aumento do desemprego e pior: que o desemprego atual não será reduzido, simplesmente porque não haverá empregos suficientes no mercado que ressurge da crise e que se estrutura, rapidamente, nas novas tecnologia.

Em um outro artigo, falei que a “ingratidão do mercado” é implacável com os causadores das crises! O empresário que sobrevive ao tsunami da crise, estrutura-se para que não sofra mais com aquele impacto. E atualmente, existem alguns aliados que até os anos 90 não existiam: a robótica, a tecnologia e a inteligência artificial.

Esses três ingredientes impactam fortemente no mercado de trabalho, sustentam a produtividade, aumentam a lucratividade e consequente… aumentam o desemprego! Os detentores das inovações tecnológicas serão os novos privilegiados do futuro…. e o Brasil, no quesito “privilégios”, é especialista de longa data!

O problema é que aqui, ao invés de estruturarmos os futuros “desempregados pela tecnologia” com recapacitação e nova qualificação profissional, insistimos em dizer que “tudo ficará bem”, que as filas e filas de novos graduados, integrantes do vestibular e técnicos, serão empregados “assim que o mercado se recuperar”, em uma gritante parábola do crente: todos creem, mas ninguém vê nada de efetivo, senão as filas de desempregados.

É bem verdade que algumas profissões terão aumento de demanda, desemprego zero, pleno emprego e salários bem generosos. E isso é fruto da economia de mercado! Porém, o que tratamos aqui é que a grande massa de trabalhadores atuais não se adequará a essa nova demanda, a tempo de não terem que sofrer o fantasma do desemprego.

Enquanto os governos simplesmente não sabem o que fazer, ao mesmo tempo que jamais irão admitir que não possuem um norte para combater esse desastre, as famílias brasileiras estão se endividando, seja para consumir por demanda reprimida de tantos anos, seja para pagar faculdades ou financiamentos estudantis de seus filhos, seja para tentar renegociar dívidas impagáveis em um sistema financeiro nefasto, com controle estatal duvidoso e totalmente responsável pela crise atual em que vivemos (e isso pode ser objeto de um outro artigo!)

E mais ainda: enquanto acreditarmos politicamente, que medidas de reserva de mercado (como leis que garantam determinadas categorias profissionais) são a forma correta de impedir o desemprego ou de preservar empregos, só estaremos prorrogando o sofrimento e perpetuando a mentira, baseada em um mercado não está disposto a se sujeitar ao passado, mas simplesmente quer liberdade de se adequar ao que o mundo oferece: modernidade, gestão eficiente, otimização e demanda por profissionais muito, mas muito capacitados!

Aceitemos: as novas tecnologias vão sim tomar nossos empregos… resta-nos saber de que forma nos tornaremos úteis para que essas máquinas demandem de nós mesmos, recapacitação, para que não nos tornemos obsoletos imediatamente após nossa tão sonhada formação profissional!

Vinicius Carneiro Maximiliano é Carneiro é advogado corporativo e gestor contábil.

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De cientista de dados a diretor de transformação digital, conheça profissões de Tecnologia que estarão em alta em 2018

O PageGroup, referência mundial em recrutamento especializado de executivos de todos os níveis hierárquicos, traz a lista dos cargos que devem predominar em 2018. O levantamento, realizado pelos consultores da Page Executive, Michael Page e Page Personnel contempla uma relação das profissões que devem “bombar” no ano que vem. As posições deste material refletem as análises, estudos e percepção dos especialistas do PageGroup junto ao mercado de tecnologia.

“Diferentemente do que vinha acontecendo, quando as empresas estavam preocupadas em contratar profissionais que pudessem ajudá-las na busca pela eficiência e redução de custos, agora o que as companhias querem são executivos que possam levá-las a outro patamar. Estão de olho em profissionais que sejam capazes de liderar essa transformação, com foco em aproveitar e maximizar as oportunidades que devem surgir no próximo ano. É um momento crucial para as empresas. Amargaram maus resultados nos três últimos anos e agora precisam de executivos com ambição, visão de inovação e capacidade de execução”, explica Ricardo Basaglia, diretor executivo da Michael Page e Page Personnel.

“É importante destacar que a governança corporativa voltou ao centro dos investimentos e discussões e um bom exemplo é o conceito de compliance, que veio para ficar. Companhias estão em busca de executivos dispostos a preparar o caminho para receber novos investimentos, reorganizar questões tributárias e liderar projetos de transformação digital, mesmo que ainda não seja de forma exclusiva, como já ocorre no exterior. Não apenas a sociedade, mas o mercado em geral terá que pensar criativamente as transformações digitais. Não basta adaptação, é preciso desenvolver times e projetos para encarar a cultura de aceleração tecnológica que está transformando todos os setores, inclusive os mais tradicionais, da economia do Brasil”, conta Fernando Andraus, diretor executivo da Page Executive.

Confira a lista dos cargos mais promissores para o próximo ano:

Page Executive

Diretores de transformação digital (diretor de e-commerce, diretor de marketing ou o diretor de TI/CIO)

O que faz: dificilmente tem responsabilidade exclusiva por transformação digital, mas nesta posição tem papel de liderar todas as iniciativas de transformação digital e inovação das empresas. Os últimos anos foram marcados por forte expansão destes projetos, especialmente em varejistas, bancos e empresas de consumo.

Perfil: profissionais que já tiveram vivência relevante em e-commerce ou empresas “nativas digitais”, com grande capacidade de influência.

Remuneração: R$ 40.000,00 a R$ 65.000,00 mensais, dependendo do porte da empresa.

Motivo para alta em 2018: o mundo está passando pela transformação digital acelerada e é fundamental ter profissionais experientes e dedicados para liderar estes projetos dentro das empresas.

Michael Page

Gerente de Transformação Digital – Marketing

O que faz: implementa processos de mudanças digitais nas empresas, trazendo ferramentas e agregando conhecimento para a modernização do marketing.

Perfil da vaga: conhecimento em ferramentas de digital, além das noções básicas de marketing tradicional, onde a capacidade de mudança será primordial.

Salário: R$18 mil a R$20 mil

Motivo para alta em 2018: digital em grande crescimento com as empresas em constante transformação na área de marketing.

Gerente de Expansão (TI)

O que faz: visualizar o desenvolvimento e comercialização de produtos e negócios como funções integradas, e não silos, direcionando a empresa a repensar a melhor abordagem ao utilizar dados, tecnologia e infraestrutura.

Perfil: de forma cruzada com engenharia, design, análise, gerenciamento de produtos, operações e marketing para projetar e executar iniciativas de crescimento embasadas em tecnologia e desenvolvimento digital.

Salário: R$15 mil a R$ 25 mil

Motivo para alta em 2018: tal como acontece com muitas organizações de inovação, o que começa nas startups migra para organizações maiores que desejam operar de forma empresarial, demandando profissionais com habilidades e certezas de que os dados e infraestrutura estão no lugar certo.

Page Personnel

Engenheiro ou Cientista de Dados

O que faz: o cientista de dados é a combinação entre negócios e percepção estatística. É o profissional responsável por solucionar problemas do negócio com técnicas de orientação a dados, bem como detectar tendências que podem ajudar nos resultados de uma empresa.

Salário: R$ 9 mil a R$ 15 mil

Perfil da vaga: combinação com qualificações estatísticas, matemáticas ou afins com curiosidade para fazer descobertas em big data.

Motivo para alta em 2018: em um cenário onde as empresas precisam processar e analisar um grande volume de informações, o cientista de dados se tornou um profissional com grande busca em grandes empresas que buscam ter mais estratégia no negócio assim como inovações tecnológicas inteligentes.

Analista de Mídias Digitais

O que faz: responsável por conhecer com propriedade as principais redes sociais (Facebook, Twitter, Instagram, entre outras) e tudo o que as envolve como perfil de usuários, performance, forma de conteúdo e metrificação, além de realizar o gerenciamento das mídias sociais. Ajuda, também, na gestão da marca e comunicação da empresa.

Perfil: formação em Marketing, Publicidade e Propaganda, Comunicação Social e afins. As formações especializadas são cada vez mais valorizadas nesse mercado.

Salário: R$ 3 mil a R$ 6 mil

Motivo para alta em 2018: é uma profissão em ascensão pois cada vez mais as pessoas compram e buscam produtos/serviços pelas mídias digitais. As empresas precisam concentrar seus esforços na atração, engajamento e relacionamento com seus clientes nas redes sociais. Isso é importante tanto para posicionamento da marca quanto para se envolver com seu público de modo mais assertivo e atual.

Observação: profissionais de tecnologia também podem desempenhar esta função/ou trabalhar em parceria com a área de Social Media, cada vez mais requisitada por empresas de todos os segmentos.

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36% das empresas já perderam um candidato durante a admissão, aponta pesquisa do IBOPE CONECTA

A pesquisa “Contratações Brasileiras: analógicas ou digitais?” realizada pela Acesso Digital, empresa de tecnologia focada em oferecer soluções digitais que desburocratizem as relações entre pessoas e empresas, em parceria com o IBOPE CONECTA revela que 36% das empresas brasileiras já perderam candidatos devido à burocracia na contratação, sendo que para 42% o que mais impacta é o envio de documentos. Para solucionar essa questão, 91% dos entrevistados acreditam que em breve todo o processo de contratação será digital. Para facilitar e encurtar o tempo de envio e checagem de documentos, atualmente, já existem no mercado softwares como o Acesso RH, aplicativo onde o próprio funcionário realiza todo o processo de admissão de maneira 100% digital.

Dados da pesquisa apontam que 50% das empresas solicitam de 6 a 10 documentos para concluir o processo de contratação, sendo que para processar e validar todos os documentos de um novo colaborador são necessárias de 2 a 5 pessoas em 72% dos casos. Com isso, o processo de admissão leva em média de 4 a 7 dias em 43% das empresas consultadas. Com a digitalização de processos, usando o Acesso RH por exemplo, os dias viram horas e a quantidade de pessoas envolvidas cai drasticamente.

“Lançamos o Acesso RH para ajudar a resolver este cenário que vivenciamos todos os dias na área de Recursos Humanos e que a pesquisa mostra ser um grande gargalo. Além disso, percebemos que o Brasil ainda está defasado em comparação a outros países como Estônia, Israel, China, Índia e Estados Unidos, que investem pesado em tecnologia. Na Estônia, por exemplo, já é possível casar ou, até mesmo, se aposentar pela internet”, destaca Diego Martins, CEO e fundador da Acesso Digital e responsável pela pesquisa. O executivo aponta que a substituição do método tradicional de contratação também gera economia para as empresas, sendo que 54% dos entrevistados gastam até R$ 100 por funcionário durante um processo de admissão.

No recorte regional, os entrevistados do Sul do país apresentam um percentual menor de conhecimento de tecnologias para admissão de funcionários, com apenas 29% declarando que conhecem a maioria das soluções digitais disponíveis no mercado. O Sudeste lidera o ranking com 42% dos entrevistados admitindo alto conhecimento com relação a tecnologias voltadas para RH. O Nordeste e Norte/Centro-Oeste apresentam 35% e 37% de conhecimento, respectivamente.

Tendo em vista que as tecnologias digitais aceleram o tempo de contratação de colaboradores, diminuem os custos e ajudam a reduzir o retrabalho na fase de admissão, 78% das empresas planejam modernizar seus processos nos próximos anos. 47% das empresas informam que sentem uma pressão da liderança em prol da modernização da área de Recursos Humanos, com a chegada do eSocial a tendência fica ainda mais forte. “Além de garantir a qualidade das informações o Acesso RH também checa todas as informações para garantir que estejam enquadradas na nova regulamentação do eSocial”, destaca Gabriel Pirajá, head do Acesso RH na Acesso Digital.

Para 61% dos entrevistados, a identidade digital é a principal tecnologia que permitirá contratação seja 100% digital. Na Acesso Digital isso já é uma realidade e os dados de profissionais que migrarem para empresas que também utilizam o Acesso RH só precisarão fazer o envio dos documentos uma única vez, pois as informações ficam salvas no sistema. Com isso, os brasileiros não precisarão mais entregar documentos em papel para serem contratados.

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