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E-Commerce brasileiro cresce 87% no mês de outubro, segundo Mastercard SpendingPulse

De acordo com o levantamento Spending Pulse, da Mastercard, índice que rastreia as vendas gerais de varejo em todos os tipos de pagamento, incluindo dinheiro e cheque, que indicam que as vendas do e-commerce* brasileiro, em outubro, houve uma expansão de 87%, em relação ao mesmo período do ano anterior. A média dos últimos três meses (agosto-outubro), foi de 84,5% na comparação com o mesmo período do ano passado, acima do registrado no terceiro trimestre com 81,5%.

“O comportamento do consumidor nessa pandemia mudou, agora o comércio online faz parte do dia a dia e da vida do cliente. Por isso, por mais que a confiança do consumidor tenha caído no mês conseguimos analisar um crescimento nos dois canais – no varejo tradicional e o no online, que está sendo impulsionado pela redução do isolamento social e pelos benefícios sociais”, afirma Cesar Fukushima, Diretor de Análise Avançada da Mastercard no Brasil.

Vendas Totais

O comparativo registrou que no mês de outubro, o volume de vendas totais (excluídas as vendas de automóveis, materiais de construção, restaurantes e cama, mesa e banho) teve expansão de 10,9% em relação ao mesmo período do ano anterior. A média dos últimos três meses registrou crescimento de 6% em relação ao mesmo período do ano passado, acima do que foi observado no terceiro trimestre com crescimento de 3,3%.

No varejo, quatro setores tiveram crescimento acima do indicador de vendas totais: supermercado, móveis e eletrodomésticos, artigos farmacêuticos e artigos de uso pessoal e doméstico. Os setores de vestuários, combustíveis teve desempenho abaixo do varejo total.

Nas regiões brasileiras: a região Norte (18,8%), Nordeste (12,3%) e Sul (11,4%) tiveram crescimento acima da média, enquanto Sudeste (8,9%) e Centro Oeste (4,2%) ficaram abaixo do registrado pelo varejo, na comparação com o mesmo período do ano anterior.

*Vendas no comércio eletrônico são vendas de bens e serviços nas quais o comprador faz um pedido ou o preço e os termos da venda são negociados pela Internet, em dispositivo móvel (M-commerce), extranet, rede EDI (Electronic Data Interchange), correio eletrônico ou outro sistema online comparável. O pagamento pode ou não ser feito online.

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Magalu mais que duplica as vendas em novembro e ganha 10 pontos percentuais de participação de mercado no e-commerce

O Magalu fez a maior Black Friday de sua história. Em novembro, mês que contou com promoções diárias nas lojas físicas e nos canais digitais, a empresa mais do que dobrou suas vendas, na comparação com o mesmo período de 2019. De acordo com as consultorias Nielsen e E-bit, durante os quatro dias do evento da Black Friday, o e-commerce do Magalu ganhou dez pontos percentuais de participação de mercado. Foi a Black Friday do #TemNoMagalu. Além de suas categorias tradicionais, como tecnologia e eletrodomésticos-, foram vendidas mais de 5 milhões de fraldas, 90 000 latas de milho e 30 000 pneus. A Black Friday acompanhou, assim, o ritmo forte de crescimento de vendas de novembro.

A categoria Mercado foi um dos destaques do quatro dias de Black Friday. Mais de um milhão de itens — entre produtos de higiene e limpeza, alimentos e bebidas — foram comercializados entre quinta-feira e domingo. O marketplace também teve crescimento expressivo. O número de sellers que participaram desta Black Friday cresceu 152% em relação a 2019.

Mesmo com o crescimento exponencial das vendas, o Magalu manteve a qualidade do serviço ao cliente: as reclamações durante o evento representaram apenas 0,02% dos pedidos e foram 15% menores do que a média dos últimos seis meses, na análise do site Reclame Aqui.

Show da Black das Blacks Magalu


O Magalu começou a Black Friday deste ano com o megashow Black das Blacks Magalu, na virada de quinta pra sexta-feira. O evento ficou em primeiro lugar no Twitter brasileiro, com 37 000 menções da #BlackdasBlacksMagalu. Um dos pontos altos da noite foi a presença da Lu, em holograma, no palco. A influenciadora digital virtual interagiu com a audiência e até dançou ao som do forró dos Barões da Pisadinha.

A segunda edição do show Black das Blacks foi um evento de compras, uma data de festa e entretenimento. O conceito, conhecido como shopstreaming ou live shopping, foi criado na China, para a celebração do Dia dos Solteiros. “Nosso show foi um enorme sucesso — de vendas e de audiência”, diz Ana Paula Rodrigues, diretora de marketing do Magalu. “Fizemos uma virada histórica.”

Com direção de Boninho, a Black das Blacks Magalu foi comandada pelo apresentador Luciano Huck e contou com shows dos principais artistas e influenciadores do país – nomes como a cantora Anitta, que comemorou seus 10 anos de carreira com um medley de seus principais sucessos, a dupla sertaneja Zé Neto & Cristiano, o pagodeiro Dilsinho e os Barões da Pisadinha, além de uma dezena de outras estrelas da música e do humor.

A Black das Blacks trouxe para o palco alguns dos principais marcos do Magalu ao longo de 2020. Os sellers do Parceiro Magalu, plataforma criada para ajudar os pequenos varejistas analógicos que precisaram fechar suas lojas durante o auge da pandemia, apareceram no telão do show para trazer suas histórias – e, claro, oferecer seus produtos. Os vendedores da empresa, por meio da venda remota, interagiram com o comediante Paulo Vieira, ao vivo.

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E-commerce no Brasil tem alta de 55,88% nas vendas em setembro de 2020

Mesmo com a gradual retomada do varejo físico, as vendas online continuam em expansão no país. Em setembro de 2020, ao comparar com o mesmo mês do ano anterior, registrou-se alta de 55,88%. O faturamento do setor foi ainda mais expressivo: 66% (usando a mesma base comparativa). Os dados compõem o índice MCC-ENET, desenvolvido pelo Comitê de Métricas da Câmara Brasileira da Economia Digital (camara-e.net) em parceria com o Neotrust | Movimento Compre & Confie.

“O mês de setembro apresentou um crescimento menor se comparado com os meses anteriores deste ano, onde as medidas de isolamento social estavam mais restritivas. Porém, podemos considerar que o resultado ainda foi extremamente satisfatório para o setor. A expectativa para o final do ano ainda é muito otimista, principalmente para a Black Friday e Natal, onde os consumidores investirão em produtos de maior valor agregado”, afirma André Dias, coordenador do Comitê de Métricas da camara-e.net e Fundador do Neotrust | Compre & Confie.

Vendas online

Apesar de os brasileiros continuarem consumindo pela internet, ao avaliar a comparação das vendas de setembro com agosto, o índice foi negativo (-9,43). Por sua vez, o acumulado do ano segue positivo: 47,30%.

Ao observar o índice referente às vendas online, por região, de setembro deste ano em relação ao mesmo período de 2019, a composição ficou da seguinte forma:Nordeste (92,25%), Norte (66,88%), Centro-Oeste (64,42%), Sul (60,19%) e Sudeste (47,58%).

No acumulado do ano, o Nordeste continua na liderança com (74,59%), seguido por Sul (55,37%), Centro-Oeste (47,47%), Norte (44,58%) e Sudeste (41,05%).

Faturamento

A métrica de faturamento, na comparação entre setembro e agosto, também registrou queda (-7,70%). Já o acumulado do ano teve variação positiva: 50,76%.

A composição regional do faturamento, na avaliação entre setembro deste ano frente ao mesmo período do ano passado, o Nordeste segue em primeiro lugar com 101,68%. Na sequência, Norte (91,59%), Centro-Oeste (77,15%), Sul (69,59%) e Sudeste (54,99%).

Por sua vez, no acumulado do ano, a configuração mudou: Nordeste (80,22%), Sul (56,66%), Norte (46,39%), Centro-Oeste (46,32%) e Sudeste (43,73%).

Participação do e-commerce no comércio varejista

Em agosto, o e-commerce representou 9,9% do comércio varejista restrito (exceto veículos, peças e materiais de construção). No acumulado dos últimos 12 meses, nota-se que a participação do e-commerce no comércio varejista corresponde a 8,4%.Vale destacar que esse indicador foi feito a partir da última Pesquisa Mensal do Comércio do IBGE, divulgado no dia 8 de outubro.

Categorias

A composição de compras realizadas pela internet, por segmento,em agosto, ficou da seguinte forma:equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (40,7%); móveis e eletrodomésticos (24,2%); e tecidos, vestuário e calçados (12,7%). Na sequência, outros artigos de usos pessoal e doméstico (8,8%);artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (8,2%); hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (3,2%); e, por último, livros, jornais, revistas e papelaria (2,2%). Esse indicador também utiliza a Pesquisa Mensal do Comércio do IBGE como base.

Consumidores Online

Outra métrica avaliada pelo MCC-ENET revela que, no trimestre de julho a setembro de 2020, 17,9% dos internautas brasileiros realizaram ao menos uma compra online. Observa-se uma queda de 0,3 p.p em relação ao trimestre anterior (18,2%). Já na comparação com o mesmo período em 2019 (11,3%), houve crescimento de 6,87 p.p.

Metodologia do MCC-ENET

Os índices mensais vêm da comparação dos dados do último mês vigente em relação ao período base (média de 2017). Para compor o índice, o Compre & Confie coleta 100% de todas as vendas reais de grande parte do mercado de e-commerce brasileiro, utilizando adicionalmente processos estatísticos para composição das informações do mercado total do comércio eletrônico brasileiro. Também são utilizadas informações dos indicadores econômicos nacionais do IBGE, IPEA e FGV.

O MCC-ENET traz uma visão completa a respeito do e-commerce no paísa partir da análise das seguintes variáveis: percentual nacional e regional de vendas online, faturamento do setor e tíquete médio. Outras métricas analisadas mensalmente são participação mensal do e-commerce no comércio varejista e crescimento do setor no varejo restrito e ampliado, além da distribuição das vendas por categoria. Por último, a penetração de internautas que realizaram ao menos uma compra trimestralmente pela internet também está contemplada no índice.

Não estão contabilizados no MCC-ENET dados dos sites MercadoLivre, OLX e Webmotors, além do setor de viagens e turismo, anúncios e aplicativos de transportes e alimentação, pois ainda não são monitorados pelaNeotrust | Movimento Compre & Confie.

Clique aqui para acessar o estudo completo: http://www.mccenet.com.br/

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Quais os verdadeiros motivos para o abandono do carrinho virtual?

Atrair um consumidor para o seu e-commerce já é uma tarefa árdua. Mas, garantir que ele permaneça na página e finalize a compra também revela desafios para o empreendedor. O famoso abandono de carrinho acontece quando uma pessoa visita um site, pesquisa características do produto, preço,seleciona a mercadoria, mas, quando o processo parece estar chegando ao fim, o usuário desiste.
Essa ação é muito comum, já que o consumid

or costuma fazer uma extensa pesquisa na vitrine virtual para encontrar o melhor preço, compreendendo características, marcas e lojas. Ou seja, existe um longo caminho até a compra ser concluída de fato, mas quando a mercadoria chega no carrinho já é possível identificar um interesse.


Renato Galleti, gerente de marketing e inside sales da Yapay, unidade de meios de pagamento do Grupo Locaweb, reuniu abaixo 4 motivos principais para o abandono de carrinho, dando dicas de como combater o problema. Confira:

1 – Valor do frete


Essa é uma das principais razões para o cliente desistir da compra. Afinal, mesmo que a oferta seja boa, o acréscimo da entrega pode fazer a transação não valer a pena. “Neste caso, a solução pode envolver esforços maiores, como processos logísticos, negociando novos parceiros e soluções, ou até mesmo disponibilizando uma calculadora de frete na página de cada produto para que o consumidor avalie a opção logo de cara”, explica o gerente da Yapay.


2 – Prazo de entrega


Aqui, mais um caso da importância da transparência antes do checkout. É fundamental que o cliente saiba quanto tempo irá demorar para receber o produto antes de finalizar a compra. Neste ponto, é preciso ter cuidado com a logística, principalmente com gestão de estoque da loja para evitar oferecer algo que está em falta. Uma boa estratégia é informar quando se trata de pré-venda, assim o consumidor já estará ciente que o prazo de entrega será maior que o habitual.

3 – Falta de confiabilidade


Da mesma forma que o abandono do carrinho é frustrante para o vendedor, instabilidades no site são desmotivantes para os compradores. Pensando nisso, é fundamental escolher uma boa plataforma de e-commerce, que tenha uma infraestrutura de servidores adequada para o tráfego da loja e cuide da programação com muito carinho para evitar erros na página de pagamento.
Outra dica valiosa: aposte em certificados e selos de segurança, evidenciando-os para visitantes em banners ou ícones na página. Oferecer informações sobre as ferramentas usadas pela loja para preservar os dados dos usuários, como criptografia ou sistemas antifraude, sejam eles próprios ou de terceiros — como os dos intermediadores de pagamento – aumenta a segurança do cliente.

4. Problemas de usabilidade


“Uma boa loja virtual precisa ter usabilidade simples, com informações claras e etapas de cadastro e compra curtas. Para isso, evite formulários longos demais e invista em processos de checkout rápidos, com páginas que possam ser acessadas a partir de poucos cliques, como gmail, facebook etc”, explica Galletti.
Também é importante ter botões bem visíveis para ações-chave, como a própria finalização da compra, principalmente para dispositivos móveis”, completa.
Vale lembrar que o site deve ser responsivo, ou seja, otimizado para visitantes que escolhem acessá-lo via mobile.

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91% dos internautas brasileiros com smartphone já fizeram compras por aplicativos ou sites móveis

A mais recente pesquisa Panorama Mobile Time/Opinion Box sobre m-Commerce e m-Payment, realizada entre os dias 10 e 21 de agosto com 2.007 brasileiros que acessam a Internet e possuem smartphone, revela que em seis meses aumentou de 85% para 91% a proporção de brasileiros que realizaram compras ou pagamentos pelo aparelho, uma elevação de 6 pontos percentuais, em um período de isolamento social imposto pela pandemia da Covid-19, o que sinaliza que muitos brasileiros passaram a realizar compras pelo celular neste período.

Na comparação entre estratos sociais, não há diferença significativa por gênero ou classe social. No entanto, as diferenças acontecem por idade: no grupo com mais de 50 anos, o percentual é de 82%, enquanto entre pessoas de 16 a 29 anos é de 91%, chegando a 93% no grupo de 30 a 49 anos.

Os entrevistados também apontaram o cashback (programa de recompensa por reembolso do valor pago) como um dos recursos mais apreciados no comércio móvel, sendo apontado por 42%, à frente dos 38% que gostam de poder comprar online com retirada na loja física, e 34% que gostam do pagamento simplificado através de clique ou usando suas digitais.

Em relação aos meios de pagamento, o QR Code já foi utilizado por 48% consumidores através de aplicativos móveis. A pesquisa também apurou que, no mesmo período, a proporção de brasileiros que já realizou pagamentos por aproximação também registrou um ganho expressivo, passando de 23% para 33%. A diferença por classe social é pequena: A e B (34%) e C, D e E (32%).

“O isolamento social decorrente da pandemia do novo coronavírus teve grande impacto na decisão dos brasileiros em realizar suas compras, uma vez que muitas lojas estavam com as portas fechadas. Na hora de pagar, a utilização de tecnologias de pagamento sem contato aconteceu quando a compra poderia ser presencial em lojas consideradas de setores essenciais, como os supermercados. Até então, muitos brasileiros que ainda não haviam experimentado pagamentos por aproximação (NFC ou MST) ou por QR Code e tiveram a oportunidade para a nova experiência”, comenta Fernando Paiva, editor do Mobile Time e coordenador da pesquisa.

Outras descobertas da Panorama Mobile Time/Opinion Box sobre m-Commerce e m-Payment

– Magazine Luiza foi o app de m-Commerce com maior crescimento em seis meses, ocupando agora a quarta posição no ranking desta pesquisa;

– 70% realizam compras pelo WhatsApp, 40% pelo facebook e 39% pelo Instagram;

– O aplicativo Shopee, marketplace de compras internacionais – e que possui lojas brasileiras – estreou na pesquisa, sendo citado por 5% dos entrevistados, o mesmo percentual do AliExpress, que já havia aparecido no estudo anterior. Nesta categoria, a liderança é do Wish, com 8% das citações;

– O grau de satisfação dos brasileiros com o comércio móvel é alto, considerando a somatória das opiniões: 34% se dizem satisfeitos e 56%, muito satisfeitos. Apenas 1% revela estar muito insatisfeito;

A pesquisa tem grau de confiança de 95% e margem de erro de 2,2 pontos percentuais. O relatório integral com outras descobertas está disponível para download em http://panoramamobiletime.com.br/comercio-movel-no-brasil-setembro-de-2020/

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E-commerce paulista apresenta desempenho equivalente a seis anos nos primeiros seis meses de 2020

Um levantamento exclusivo, realizado pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), mostra que o e-commerce paulista demorou seis anos (de 2013 a 2019) para ver a sua participação sobre o total do comércio varejista saltar de 2,1% para 2,9% (alta de 0,8 ponto porcentual). No entanto, em 2020, o setor precisou apenas de seis meses para ter o mesmo desempenho, crescendo de 2,9% para 3,7% entre janeiro e junho.

No Estado de São Paulo, as vendas médias no varejo tradicional por habitante sofreram queda de 9%, enquanto o comércio eletrônico cresceu 17%, do fechamento de 2019 ao fim de junho de 2020.

Já no comparativo de 2013 com o primeiro semestre de 2020, as vendas médias no varejo tradicional por habitante também foram de 9%, ao passo que, no comércio eletrônico, houve elevação de 61%. No mesmo período, houve ainda aumento de 104,6% no número de pedidos de compras online mensais nas plataformas – o pedido mensal é diferente de compra por habitante, pois leva em conta o número de pedidos feitos: nem todas as pessoas fazem pedidos, e quem tem está habituado, pode fazê-lo mais de uma vez por mês.

Nota-se que a variação ocorrida na média do primeiro semestre deste ano com relação à média do ano passado foi de quase 40%, pouco inferior à variação ocorrida no período que compreende de 2013 a 2019 (crescimento de pouco menos de 47%).

Alguns setores do varejo no quais as compras normalmente são menos afeitas às relações de consumo a distância – como é o caso de vestuário -, também viram os horizontes expandirem nessas plataformas de venda.
De acordo com dados da PCCE, da FecomercioSP, no segundo trimestre de 2020 (auge da pandemia), as vendas de bens semiduráveis registraram crescimento de 56,8% no comparativo com o mesmo trimestre do ano passado. Quando comparado ao primeiro trimestre, o crescimento foi de 27,4%.

Capital paulista
A cidade de São Paulo registrou aumento de 100,7% na média de pedidos mensais nos últimos seis anos, enquanto o tíquete médio do varejo tradicional na capital paulista caiu 15% entre 2013 e o fim do primeiro semestre de 2020. No mesmo período, houve alta de 68% no tíquete médio por habitante no e-commerce. A capital registrou aumento de 100,7% na média de pedidos mensais entre 2013 e 2020, enquanto no primeiro semestre de 2020, a alta em relação à média de 2019 foi de 42,4%, maior do que havia ocorrido em todo o período anterior da série: demorou seis anos para a alta ser de 40,9% (entre 2013 e 2019).

Os efeitos da pandemia e a reação dos empresários foram mais sentidos na capital do que na média do Estado de São Paulo, tanto na queda vista nesta primeira metade do ano quanto na velocidade de acesso ao comércio eletrônico, que já era mais presente na capital paulista em comparação ao Estado.

Se em 2019 o consumidor da capital comprava, em média, R﹩ 57 por mês por meio da internet ou de aplicativos, este valor deve terminar o ano em um patamar acima, ampliando a importância da ferramenta para o varejo tradicional.

A FecomercioSP estima que a pandemia vai acelerar este processo, que já estava bastante claro ao longo dos últimos anos, com o aumento da participação do comércio eletrônico – inclusive na própria capital – sobre o total do varejo, uma característica que converge com outras cidades como Nova York, onde a representação dessa modalidade é de cerca de 10% do total do varejo.

Propostas para desburocratizar o setor


Sendo o crescimento do e-commerce um fato, faz-se ainda mais urgente a desburocratização do setor. Assim, a FecomercioSP, por meio do seu Conselho de Comércio Eletrônico, defende uma série de medidas para destravar o ambiente de negócios e modernizar a legislação tributária, que devem facilitar as operações e proporcionar uma experiência de compra melhor aos consumidores – e isso tem se mostrado ainda mais importante em tempos de pandemia.

Entre os diversos pleitos apresentados pela FecomercioSP ao Conselho Nacional da Política Fazendária (Confaz) que envolvem essa cadeia de logística, recentemente foi atendido o da substituição do Danfe Impresso pelo Danfe Etiqueta, contendo um código de barras para acesso às informações fiscais, com o mínimo de dados disponíveis (remetente, destinatário e valor total do produto), em que se exclui a discriminação de cada produto.

Esta medida, de substituição da nota completa pela etiqueta, já está em vigor, a partir da Nota Técnica 4/2020 (Danfe Simplificado – Etiqueta), publicada no fim do mês de agosto de 2020. A FecomercioSP continua com o seu pleito para a retirada do valor total da nota fiscal aparente no Danfe Etiqueta, para proteger os dados dos consumidores, bem como os próprios transportadores.

Assim, solicita ainda que o valor total do produto não esteja exposto na etiqueta, já que isso é altamente visado e está atrelado ao grande risco de roubo de cargas, principalmente pela diversidade de produtos transportados. A Federação sugere que, por meio do código de barras ou código QR, caso um fiscal pare o transportador para averiguar a carga, seja possível ter acesso às informações completas da mercadoria e checar a regularidade fiscal.

Ainda em avaliação no Confaz, pleitos sobre a digitalização de documentos fiscais, para obter segurança da informação e promover a logística sem papel, e a regulamentação para implementar lockers e pick-up points, para melhorias no processo de vendas, a fim de gerar uma experiência positiva ao consumidor.

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2,2 trilhões de dólares: o valor de mercado dos bens que circulam pelas instalações da Prologis em todo o mundo

A Prologis, líder global em condomínios logísticos, fechou parceria com a consultoria Oxford Economics para analisar o impacto econômico da indústria de armazenamento, especialmente com o crescimento do e-commerce. A pandemia acelerou a mudança do varejo tradicional para as compras online, gerando um boom dos centros de distribuição.

“Estamos impressionados com a forma como as pessoas na América Latina mudaram seu comportamento em relação ao consumo e às compras. Tempos de mudança exigem agilidade e conseguimos nos adaptar a essas novas condições. Como resultado, esperamos um incremento nas receitas de até 0,8% frente aos últimos três anos. A Prologis reforça seu compromisso com o mercado latino para atender a uma demanda cada vez maior de mercadorias”, declara Luis Gutierrez, presidente da Prologis Latin America.

Os destaques incluem:

• O valor de mercado atual dos bens que circulam pelas instalações da Prologis em todo o mundo é de US $ 2,2 trilhões;

• Este montante representa 2,4% do PIB mundial. Em 2017, quando a Prologis conduziu este estudo pela primeira vez, representava 1,7%;


• 850.000 pessoas trabalham atualmente nas instalações da Prologis, o que representa um aumento de 57,4% em relação a 2017.

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E-Commerce brasileiro cresce 78% no mês de julho, segundo Mastercard SpendingPulse

No Brasil, de acordo com o Mastercard SpendingPulse, índice que rastreia as vendas gerais de varejo em todos os tipos de pagamento, incluindo dinheiro e cheque, as vendas pelo e-commerce* cresceram 78% em julho e a média de crescimento dos últimos três meses (maio, junho e julho) mais do que dobrou. Ambos os dados são na comparação com o mesmo período do ano passado.

“O crescimento do comércio eletrônico segue acelerado devido às mudanças de comportamento de compra impostas pelo distanciamento social. A pandemia acelerou a tendência de usar pagamentos digitais em vez de dinheiro físico, alavancando as plataformas de e-commerce”, diz Cesar Fukushima, Diretor de Análise Avançada da Mastercard no Brasil.

Vendas Totais
O Mastercard SpendingPulse registrou que o volume total de vendas (excluídas as vendas de automóveis, materiais de construção, restaurantes e cama, mesa e banho) no varejo brasileiro teve expansão de 2,7% em relação ao mesmo período do ano anterior. Este é o primeiro mês desde março em que o crescimento das vendas no varejo é positivo na comparação anual.

Quatro setores tiveram crescimento acima do indicador de vendas totais: supermercado, móveis e eletrodomésticos, artigos farmacêuticos e artigos de uso pessoal. Os setores de vestuários e combustíveis tiveram desempenho abaixo do indicador.

As regiões Sul (3,1%), Sudeste (2,8%) e Centro Oeste (2,7%) tiveram crescimento acima da média, enquanto Norte (2,2%) e Nordeste (1,9%) ficaram abaixo do registrado pelo varejo, na comparação com o mesmo período do ano anterior.

*Vendas no comércio eletrônico são vendas de bens e serviços nas quais o comprador faz um pedido ou o preço e os termos da venda são negociados pela Internet, em dispositivo móvel (M-commerce), extranet, rede EDI (Electronic Data Interchange), correio eletrônico ou outro sistema online comparável. O pagamento pode ou não ser feito online.

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Em tempo para as compras de fim de ano, pequenos varejistas brasileiros podem vender globalmente

Faltam poucas semanas para a temporada de compras de fim de ano, e há grandes oportunidades para varejistas brasileiros fazerem parte da economia global ao exportar via eBay, especialmente para os Estados Unidos, onde estima-se que 2019 será, pela primeira vez, a temporada de festas de US$ 1 trilhão, com um forte crescimento para e-commerce.

Esta é uma oportunidade perfeita para que vendedores ao redor do mundo, inclusive brasileiros, aproveitem a temporada e coloquem uma lista de produtos relevante aos olhos de consumidores internacionais, especialmente nos EUA onde, de acordo com o eMarketer, 22% dos internautas já iniciaram suas compras para as festas de fim de ano e 26% continuarão a comprar durante novembro.

eBay quebra barreiras para o comércio cross border

O eBay oferece um marketplace global de confiança e uma plataforma de vendas poderosa para vendedores brasileiros de todos os modelos e tamanhos, que estejam interessados em exportar. Atualmente:

• 99% dos vendedores brasileiros no eBay exportam produtos para aproximadamente 22 mercados internacionais. Este número cai para cinco quando falamos sobre negócios tradicionais.

• eBay tem 183 milhões de compradores ativos ao redor do mundo, o que significa que o varejista brasileiro que exporta pela plataforma poderia aumentar o mercado potencial dele, ou dela em 85%, ao invés de apenas vender localmente.

• Em 2018, havia 58 milhões de consumidores online no Brasil, o que indica que os vendedores locais podem alcançar um mercado três vezes maior vendendo via eBay.

• Segundo o IBGE, o PIB de Distrito Federal é de US$ 69,8 bilhões, o que representa 3,8% do PIB nacional total. Anualmente, as vendas via eBay alcançam um número maior, totalizando aproximadamente US$ 90 bilhões.

O que brasileiros estão vendendo no eBay e para onde

Até o momento, neste ano os vendedores brasileiros no eBay estão:

• Vendendo principalmente para os EUA, Reino Unido, Alemanha, Austrália e França.

• Vendo relógios de luxo, quadrinhos originais, discos e equipamentos de som para veículos como as quatro melhores categorias de venda.

O que vende bem para o mercado dos EUA no eBay

• Itens de coleção como camisas de times de futebol, selos, cartões colecionáveis, pinturas, antiguidades e quadrinhos, desde que sejam exclusivos, avaliados em dólar americano e com uma alta demanda internacional.

• Itens que custam menos de US$800, o limite mínimo dos EUA para o qual itens abaixo deste valor não estão sujeitos a impostos ou taxas.

Vendas cross border estão crescendo como uma opção para atingir consumidores internacionais

• Um estudo da Pitney Bowes que entrevistou pessoas de 12 países revela que em 2017 70% dos entrevistados compraram de sites internacionais. O e-commerce cross border internacional pode crescer 25% até 2020, de acordo com o relatório “The 21st Century Spice Trade” da DHL.

• De acordo com um estudo do Ebit, o e-commerce cross border do Brasil para outros países cresceu 3% em 2017, com 23,1 milhões de usuários.

• 82% dos vendedores brasileiros no eBay alcançam mais de dez mercados por ano.

• A maioria das vendas do eBay no Brasil vêm da exportação.

“A tecnologia tem criado um novo cenário do varejo que não é somente online, é global, e é inclusivo e acessível para negócios de todos os formatos e tamanhos”, disse Xavier Aguirre, Gerente de Desenvolvimento de Negócios e Exportações do eBay para a América Latina. “Graças a marketplaces globais como o eBay, nunca houve tantas oportunidades para brasileiros com pequenos e médios negócios de se engajar no comércio global e aproveitar a demanda de consumo das compras de final de ano fora da sua economia local.”

De fato, os marketplaces estão crescendo atualmente também porque permitem o varejo omnichannel de uma forma fácil, com um bom custo-benefício, e demanda agregada. Além disso, estas plataformas são apoiadas pela tecnologia que está constantemente evoluindo.

“Para que os vendedores possam proporcionar aos clientes uma experiência de compra holística e positiva por meio de diferentes canais, as ferramentas de tecnologia devem estar na lista de vendas dos varejistas.”, diz Aguirre.

Varejistas interessados em aproveitar ao máximo as compras para as festas podem acessar o eBayMag.com , uma ferramenta em português para vendedores brasileiros, com o objetivo de ajudá-los a crescer e escalar seus negócios internacionalmente. O eBayMag foi criado pelo eBay para permitir aos vendedores locais listar ativamente seus produtos em nove sites chave internacionais da plataforma: Estados Unidos, França, Alemanha, Reino Unido, Itália, Espanha, Austrália e Canadá (inglês ou francês), fornecendo a eles acesso a milhões de consumidores pelo mundo.

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E-commerce brasileiro cresce 13,4% no terceiro trimestre, indica Mastercard SpendingPulse

O e-commerce brasileiro continua em constante crescimento, de acordo com o Mastercard SpendingPulse™, indicador que fornece informações sobre as tendências gerais de gastos do varejo em todos os tipos de pagamentos. As vendas no varejo on-line cresceram 13,4% no terceiro trimestre se comparado ao mesmo período do ano passado.

No terceiro trimestre, as vendas de comércio eletrônico nos setores de eletrônicos e móveis superaram a média do canal de distribuição em 18,3% e 17,5%, respectivamente.

Por mais que as vendas online nos setores farmacêutico (+13%), vestuário (+8,1%) e hobby e livraria (+2,3%) tenham crescido, essas categorias tiveram um desempenho inferior à média do canal.

Vendas totais

No terceiro trimestre, as vendas totais (excluindo vendas de automóveis, materiais de construção, restaurantes e cama, mesa e banho) cresceram 1,6% em relação ao mesmo período do ano passado. Além disso, quatro setores cresceram acima da média do canal:

• vestuário (+4,6%);
• produtos farmacêuticos (+4,4%);
• combustíveis (+5,0%);
• artigos pessoais e domésticos (+5,0%).

No entanto, os setores de móveis e eletrodomésticos (-1,8%) e supermercado (-0,7%) apresentaram ligeira desaceleração.

As regiões Sul (+2,7%), Sudeste (+2%) e Norte (+2%) também superaram a média nacional, enquanto as regiões Nordeste (+0,5%) e Centro-Oeste (+0,2%) ficaram abaixo dos níveis totais de vendas no varejo, comparado com o mesmo período do ano passado.

“No terceiro trimestre, fatores como redução da taxa de desemprego, melhoria da renda familiar e aumento do crédito para pessoas físicas, juntamente com inflação estável, ajudaram a aumentar as vendas”, diz César Fukushima, Diretor de Análise Avançada da Mastercard no Brasil.

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Sequoia consolida aquisição da Nowlog e reforça atuação na Região Nordeste do país

A Sequoia, uma das maiores operadoras logísticas de e-commerce e tecnologia do país, acelera sua expansão nacional com a consolidação da Nowlog Logística, segunda aquisição da empresa no ano, que irá reforçar a malha de distribuição nacional para entregas expressas, principalmente nos estados do Nordeste.

“Foi uma aquisição estratégica para reforçamos nossas operações de Last Mile, principalmente nos estados do Nordeste. Com esse incremento, estimamos crescer cerca de 80% em 2019”, afirma o fundador e presidente da Sequoia, Armando Marchesan Neto. A estimativa de faturamento para este ano é de R$ 800 milhões e pode chegar a R$ 1 bilhão, em 2020, em função de novos contratos em implantação e outras aquisições.

DNA tecnológico

A Sequoia nasceu focada no atendimento ao e-commerce e hoje presta serviços para variados segmentos. Com DNA no comércio eletrônico, tem uma ênfase muito grande em tecnologia. Além do ecommerce, o grupo é líder no mercado de entrega de meios de pagamento, que são as maquininhas de cartões. Com know how tecnológico, a companhia é responsável pela logística integrada das maquininhas, e o processo contempla desde armazenagem, instalação, troca, manutenção e logística reversa, com alto índice de desempenho de entrega no prazo e qualidade de atendimento.

A Sequoia também é conhecida pela flexibilidade e desenho de soluções inovadoras e de entregas rápidas, como é conhecido no mercado o “Same Day Delivery”, além de realizar operações dedicadas para entregas entre 4 a 6 horas após o pedido do cliente.

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Magazine Luiza bate recorde de vendas – Digital tem crescimento exponencial e já é quase metade do faturamento

O Magazine Luiza (B3:MGLU3), uma das maiores plataformas digitais do varejo brasileiro, acaba de informar à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) seus resultados financeiros do terceiro trimestre. Os indicadores do período entre julho e setembro — período que já incorpora os resultados da Netshoes e que foi marcado pela expansão acelerada das vendas em todos os canais — demonstram a efetividade da estratégia de crescimento exponencial adotada e comunicada pela companhia no início de 2019.

No trimestre, as vendas totais do Magalu atingiram 6,8 bilhões de reais, um avanço de 47% em relação ao mesmo período de 2018. O e-commerce — composto por site, superapp de vendas, marketplace e as operações de Netshoes, Zattini e Época Cosméticos — cresceu 96% no trimestre. Em setembro, pela primeira vez, as vendas digitais representaram aproximadamente metade das receitas totais da companhia. E, ao final do trimestre, o Magalu reunia 24 milhões de clientes ativos em sua base, uma expansão de 49% na comparação anual, impulsionada pela integração da Netshoes, pelo crescimento do marketplace e pelo crescimento da rede de lojas físicas, com a entrada em dois novos estados e no Norte do país.

“Estamos traçando o caminho previsto na estratégia: um crescimento exponencial e acima da expectativa, impulsionado pelo ganho de participação, pelo marketplace e pela incorporação das vendas da Netshoes no nosso resultado”, diz Frederico Trajano, CEO do Magazine Luiza. No terceiro trimestre, a companhia apresentou um Ebitda (lucro antes de juros, impostos, amortizações e depreciações) ajustado de 301 milhões de reais — aumento de 7% em bases anuais — com margem de 6,2%. O lucro líquido ajustado foi de 136 milhões de reais, com margem de 2,8%.

As vendas digitais continuam a ser um poderoso motor de crescimento. O Superapp do Magalu — que, há cerca de três meses, integrou os aplicativos de Netshoes, Zattini e Época Cosméticos — conta atualmente com cerca de 14 milhões de usuários ativos mensais. O Marketplace — plataforma que permite a venda de produtos de tíquete menor e maior recorrência, entre outras facilidades — vem incorporando uma média de 1 000 novos sellers a cada mês. O Magalu conta, atualmente, com 11 400 parceiros que, juntos, oferecem 12 milhões de itens, entregues em todo o país. Na comparação com o terceiro trimestre de 2018, o Marketplace cresceu mais de 300%, contribuindo com vendas adicionais de 853,7 milhões de reais — ou 26% do e-commerce da companhia.

A multiplicação do número de sellers e da quantidade e variedade de itens oferecidos impulsiona uma nova linha de negócios — o Magalu as a Service (MaaS). Mais de 70% dos sellers já aderiram ao Magalu Entregas e, no modelo de cross-docking, a Malha Luiza atualmente oferece o serviço de coleta e entrega do produto ao cliente final para mais de 200 parceiros.

Para comemorar esses marcos e estreitar ainda mais os laços com os sellers, foi realizada em setembro a primeira edição do ExpoMagalu, que reuniu mais de 1 200 parceiros. No evento, foram lançadas duas iniciativas: frete grátis para vendas acima de 99 reais feitas pelos sellers que aderiram ao Magalu Entregas e taxa de antecipação de recebíveis promocional que passou de 1,49% para 0,99% ao mês. Além de duas inovações do Magalu as a Service, o iPDV (para facilitar a venda de produtos e listagem dos parceiros) e o Magalu Tax (com soluções de recolhimento de impostos).

Plataforma digital, com pontos físicos e calor humano

Os bons resultados do trimestres não ficaram restritos ao digital: as vendas das lojas físicas tiveram crescimento de 9%, na comparação com o ano passado, em mesmas lojas. Com as unidades novas, o expansão foi de 19%. Neste terceiro trimestre de 2019, a companhia chegou a simbólica marca de 1 000 lojas físicas, localizadas em 18 estados do Brasil. Entre junho e setembro, 52 unidades foram inauguradas. E dois novos mercados passaram a ser atendidos: Pará – marcando a chegada do Magalu ao Norte do País – e Mato Grosso. A companhia também chegou a marca de 17 centros de distribuição e cerca de 30 000 funcionários.

Netshoes: integração acelerada

Adquirida no final de junho, a Netshoes, maior e-commerce de calçados e artigos esportivos do país, vem sendo um fator importante na estratégia de aceleração do crescimento. No trimestre, a Netshoes registrou vendas de quase 700 milhões de reais. Em apenas quatro meses, a margem Ebitda da operação quase atingiu o ponto de equilíbrio.

A integração de Magalu e Netshoes teve início logo após a conclusão da aquisição. Desde junho, clientes do Magazine Luiza podem comprar produtos Zattini e Netshoes por meio do Superapp — o que, agora, inclui itens de marcas como Adidas. Quase 40 grupos de trabalho, que reúnem profissionais das duas operações, foram formados para analisar e ajudar na adoção geral das melhores práticas. Desde o início de outubro, clientes que compram nos sites de Netshoes e Zattini podem retirar suas encomendas em algumas das lojas do Magalu, em São Paulo. Em 2020, o sistema Retira Loja para vendas dessas operações deve ser escalado para outras unidades e regiões do país. Dessa forma, a operação da Netshoes se integra à estrutura multicanal construída pelo Magazine Luiza nos últimos anos.

Nos últimos 12 meses, a companhia inaugurou 126 unidades físicas, já no conceito de shoppable distribution centers, ou pequenas centrais de distribuição que se integram aos 17 CDs e a toda malha logística do Magalu.

Esse sistema interligado na plataforma Magalu faz com que a companhia possa oferecer um padrão elevado de serviços ao cliente. A entrega expressa — prometida e entregue em até 48 horas na casa do consumidor — já está disponível em 320 cidades e representa quase 50% de todas as entregas realizadas pela empresa. A Logbee, startup de tecnologia em logística comprada em 2018, está presente em 120 municípios e entrega em até 24 horas para mais de 40 cidades, incluindo seis capitais.

A Luizacred, uma operação importante para aumentar a base de clientes e torná-la fiel, registrou um lucro de 14,4 milhões de reais no trimestre. A receita total aumentou 37,3% e sua base cresceu 23,1%, atingindo um total de 4,9 milhões de cartões. No período, o faturamento do Cartão Luiza foi de 6,9 bilhões de reais, uma expansão de 35,1% na comparação anual.

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