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Orçamento doméstico: 8 dicas para alcançar o equilíbrio financeiro em família

Wilson Muller, consultor do programa Vida Investe, da Fundação CESP, faz recomendações para melhorar a gestão dos gastos e o planejamento em conjunto

O consultor do Vida Investe, iniciativa da Fundação CESP (maior fundo de pensão patrocinado por empresas privadas do Brasil), Wilson Muller, preparou oito dicas para ajudar as famílias a alcançar o sucesso financeiro. O tema também será abordado em palestra promovida pelo programa, na próxima quarta-feira, 16 de abril, em Campinas (SP). Confira as recomendações do especialista:

1. Conversar sobre dinheiro
“É muito comum as pessoas não manterem o hábito de conversar sobre dinheiro e esse tabu precisa ser quebrado. É necessário que todos saibam como está o orçamento da família e se há dificuldades financeiras ou não. Se não há diálogo regular sobre o tema, fica mais difícil também planejar o futuro”, explica o consultor do Vida Investe.

2. Discutir grandes gastos
Wilson diz que não é aconselhável que um dos integrantes da família tome uma decisão que envolva grandes gastos, sem antes discuti-la com os demais e saber qual é o impacto da nova despesa no orçamento. “As decisões ganham qualidade quando são debatidas por duas ou mais pessoas”.

3. Controlar os gastos
Saber como e para onde o dinheiro vai todos os meses também é fundamental para alcançar o sucesso financeiro. “É por meio do controle do orçamento doméstico que a família tem a real dimensão de qual é a situação financeira, se é superavitária ou deficitária. Assim, fica mais fácil se organizar para liquidar eventuais dívidas e poupar”.

4. Planejar
O ideal, segundo o consultor do Vida Investe, é que a família converse para definir metas e objetivos conjuntos de curto, médio e longo prazo e traçar planejamentos, evitando, sempre que possível, financiar. “Quem pode pagar uma parcela maior para fazer uma viagem daqui a um ano, também pode poupar o mesmo valor para pagá-la à vista e fugir dos juros”.

5. Montar uma poupança
Manter o mesmo padrão de vida após a aposentadoria é um desafio, sobretudo, com o aumento das despesas relacionadas à saúde. “É importante que a família se programe para não ter surpresas no futuro. Planos de previdência e bens que geram renda, como imóveis, são algumas opções que podem ajudar a incrementar a renda”.

6. Ter poucas dívidas
Muitas vezes, as condições para financiar compras parecem atraentes, mas, afirma Wilson, o parcelamento nem sempre é a melhor opção no longo prazo. “O cálculo de juros não é uma conta simples e quase sempre a família acaba se perdendo. O ideal é manter apenas as dívidas essenciais, como o financiamento imobiliário, por exemplo”.

7. Prover educação financeira
De acordo com Wilson, mais do que oferecer uma educação acadêmica de qualidade, os pais devem ensinar os filhos a lidar com o dinheiro e a economizar desde cedo, para que eles não enfrentem problemas quando adultos. “Se a criança não souber lidar com dinheiro, ela pode ser um profissional com uma ótima formação, um excelente emprego, mas vai estar sempre endividado”, afirma.

8. Saber viver com menos do que ganha
“Uma família equilibrada é aquela que consegue se organizar para não comprometer toda a receita com os gastos do mês, mas que consegue poupar entre 15 e 20%, para que lá na frente, quando chegar a fase das aposentarias, o padrão de vida anterior seja mantido”

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Quitei.com é o primeiro site para renegociação de dívidas pela internet

O site é uma solução inovadora para o mercado de recuperação de crédito, além de ser uma forma fácil, discreta e segura de os brasileiros quitarem suas dívidas com descontos.

Estar com uma dívida é sempre um momento delicado na vida das pessoas, capaz de separar famílias, causar depressão e outras sensações que levam o indivíduo ao momento de encarar o problema e não saber por onde começar. Além disso, ser cobrado é sempre desagradável. O Quitei.com (www.quitei.com), um site criado para ajudar quem está devendo, que está no ar há apenas um mês, lançou um concurso cultural que dá 1 mil reais para a melhor história de uma dívida; e todas têm algo em comum: a procura por um recomeço.

“Atualmente, segundo a CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo), 59% das famílias estão endividadas e o concurso foi uma forma de juntar estas pessoas e chamar a atenção delas para uma prática cada vez mais comum das instituições credoras, os feirões de negociação, quando se é possível pagar dívidas com descontos ou refinanciar”, explica Charles Duek, CEO e fundador do Quitei.com. O site tem com o diferencial ser um serviço gratuito para os internautas que vão poder enviar propostas de negociação para seus credores e também vão ter acesso a promoções exclusivas como descontos e condições de parcelamento.

Para utilizar o serviço basta que o internauta acesse o Quitei.com. A partir do cadastro, o consumidor pode localizar seu credor e simular condições sobre a proposta de pagamento da dívida, além de ter acesso a promoções exclusivas de bancos, operadoras de telefonia móvel e fixa, empresas de TV por assinatura, provedores de banda larga, concessionárias de eletricidade e empresas de diversos segmentos. O Quitei.com também entra em contato com os credores dos clientes e apresenta as condições propostas por eles.

“A partir daí o conceito de desconto se torna atraente para ambas as partes, pois se por um lado as empresas que estão com as dívidas não pagas precisam receber, por outro lado o cliente que é o devedor quer negociar. O Quitei.com aproxima as partes e chama para uma negociação em um ambiente discreto e com atendimento 24 horas por dia, 365 dias do ano”, explica Duek. E acrescenta: “o site permite que o consumidor deixe de ser uma interface passiva e se torne o protagonista no processo de negociação do seu débito, o que é bom para todo o mercado”.

Além das empresas parceiras, os clientes que acessarem o site e não localizarem uma oferta de determinada companhia podem simplesmente cadastrá-la e futuramente uma proposta será oferecida. “O Quitei.com é uma forma de contribuir com a diminuição da taxa de inadimplência do consumidor no Brasil, uma vez que será um novo canal para os acordos financeiros, tanto para os brasileiros, quanto para as empresas que querem dialogar com seus devedores”, enfatiza o executivo.

“Do ponto de vista dos consumidores somos um serviço gratuito que oferece promoções para a quitação das dívidas, já para as empresas atuamos como um novo canal de recuperação de crédito, pois pela Internet atingimos grande parte dos brasileiros conectados. Para 2013 prevemos um faturamento de R$ 10 milhões, o que será possível devido a um forte investimento feito no sistema de cobrança que permite a integração com sistemas de todas as empresas credoras do país”, explica Marcelo Caio, diretor de marketing do Quitei.com.

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Economista ensina as melhores estratégias para negociar dívidas

A facilidade de pagamento que as lojas oferecem, o pagamento do valor mínimo nas faturas de cartão de crédito e o excesso de compras podem resultar em grandes dívidas para o consumidor, já que muitos acabam perdendo o controle e não conseguem liquidar os débitos. Pensando nesta parcela da população, que só no mês de maio subiu 4,32% de endividados, o economista e professor de finanças, Richard Rytenband, explica alguns dos métodos que as credoras disponibilizam para a negociação.

Negociar uma dívida, seja no cartão de crédito, comércio ou outro tipo de instituição financeira, é sempre um bom negócio para ambos. Pois esta negociação permite que o devedor pague menos juros e aumenta as chances da empresa receber o valor devido.

No momento atual, com as taxas de juros em queda, podemos considerar este período como o ideal para exigir melhores condições na hora da negociação. Uma forma eficiente são as empresas que oferecem renegociação coletiva, que reúnem uma série de devedores do mesmo credor e renegociam todas as dívidas em uma única proposta. As empresas são especializadas e cobram um percentual do valor que conseguiram economizar na dívida.

Infelizmente, muitos acreditam que depois de cinco anos, a dívida não negociada e não paga, “caduca”, o que não é verdade, o nome do devedor apenas sai da lista das empresas de análise de crédito, mas o consumidor ainda terá restrições com as credoras.
Então, para evitar problemas como estes, o primeiro passo é ter consciência financeira e saber que a partir do momento que se negocia uma dívida, será preciso arcar com o valor mensalmente, para que a negociação não seja em vão. “Não adianta aceitar uma proposta que não poderá ser cumprida, mesmo que o credor no primeiro momento insista que não tem como facilitar mais. O credor tem todo interesse em receber, lembre-se disso”, alerta o economista.

Liste todas as dívidas que possui, priorize sempre as com a maior taxa de juros para evitar o efeito bola de neve, que começa a crescer de forma descontrolada e torna-se impagável. “Dependendo do tamanho da sua dívida, venda algum bem material, assim, será possível pagar ou amortizar parte da dívida, sem se enforcar cada vez mais”.

No caso de cartões de crédito existem formas que auxiliam na hora de quitar os débitos, muitas instituições aceitam a portabilidade da dívida oferecendo melhores condições do que o credor original, “outra solução, é ao entrar em contato com a central de atendimento do cartão, peça para falar diretamente com o setor de cobranças. Normalmente o atendente faz uma primeira proposta e esta não é a mais vantajosa”.

As credoras oferecem muitas formas de negociação, muitas dívidas podem ser reduzidas em até 50%, além de ser refinanciadas com juros mais baixos e com uma boa condição de pagamento para cada devedor. “E não esqueça de solicitar o CET (Custo Efetivo Total) da dívida, que mostrar os juros, as taxas e impostos que serão cobrados. O fornecimento desta informação é obrigatório por lei” – conclui Rytenband.

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DÍVIDAS BANCÁRIAS: ESPECIALISTA ORIENTA EMPRESAS A SOLUCIONAR PROBLEMAS

O advogado Luiz Fernando Dietrich afirma que a maio parte das dívidas entre empresas está atrelada a juros altos cobrados por instituições financeiras. Ele orienta como os empresários devem proceder para reduzir endividamento. Acompanhe entrevista em vídeo para o programa Valor Agregado:

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