Tag digital

Cisco apresenta estudo global sobre preparação digital dos países

Brasil está no estágio intermediário, denominado “Acelerar”, que inclui países que estão aproveitando a tecnologia digital e que devem continuar a investir no desenvolvimento de capital humano para aumentar o ritmo de inovação

Estamos imersos em um mundo onde o progresso tecnológico é uma constante que pode alterar o modo de fazer negócios e a vida da sociedade. Nesse contexto, a digitalização é um aspecto fundamental que permite que os países mantenham a competitividade global, aumentem o PIB, incentivem a inovação e criem empregos. Mas quão preparados estão os países para se aventurarem nesse desafio?

Esta questão deu origem ao Cisco Digital Readiness Index, estudo desenvolvido em conjunto com o Gartner Research, que mediu a preparação digital de 118 países, sendo 19 da América Latina, a partir de componentes como insfraestrutura tecnológica, capital humano, necessidades básicas e investimento governamental e empresarial.

Em geral, os países da América Latina estão em um estágio entre a preparação digital básica, denominada Ativar, e intermediária, chamada Acelerar. O Brasil está na 10ª colocação entre os países pesquisados na América Latina, no estágio Acelerar, que inclui os países que devem continuar investindo no desenvolvimento do capital humano para aumentar o ritmo e o alcance da tecnologia digital dentro e fora de suas fronteiras.

Os países no estágio Ativar estão iniciando sua jornada digital e incluem muitos países da África e alguns do Oriente Médio e Ásia. Os países no estágio Acelerar obtiveram uma pontuação intermediária, com algumas pontuações de componentes com margem para melhorias. Os países nesse estágio intermediário incluem muitos da América Latina, Europa Oriental e alguns da Ásia. Um terceiro estágio, Amplificar, dos países com o mais alto nível de preparação digital, inclui os Estados Unidos, muitos países da Europa Ocidental e alguns na Ásia, como Cingapura, Japão e Austrália.

O valor de preparação digital foi calculado com base em sete componentes fundamentais para criar um ambiente com oportunidades econômicas para todos em um mundo cada vez mais digital:

Infraestrutura tecnológica: telefonia fixa e assinaturas de banda larga; servidores de Internet, serviços de rede, gastos estimados em TI;

Adoção de tecnologia: difusão de dispositivos móveis, uso da Internet, serviços em nuvem (estimativa de gastos com TI);

Capital humano: força de trabalho total, taxa de educação de adultos, índice de escolaridade (anos de estudo), população prospectiva da futura força de trabalho (de 0 a 14 anos);

Necessidades básicas: esperança de vida, taxa de mortalidade (abaixo dos 5 anos), acesso à eletricidade;

Facilidade de fazer negócios: estado de direito e ambiente regulatório, logística e infraestrutura, serviços;

Investimento Governamental e Empresarial: investimento estrangeiro direto, exportação de alta tecnologia, sucesso do governo na promoção de TI;

Empreendedorismo: força dos direitos legais, tempo necessário para iniciar um negócio, disponibilidade de capital.
América Latina e Brasil

Segundo o estudo, a média da América Latina foi de 11,78. A média global de preparação digital é 11,96. As pontuações globais de preparação digital para os países no estágio mais alto (Amplificar) tiveram uma média de 16,83. Aqueles no estágio intermediário de preparação digital (Acelerar) tiveram uma média de 12,49, e aqueles no estágio inferior de preparação digital (Ativar) tiveram uma média de 7,91.

Neste cenário, o Brasil obteve uma média geral 11,80. Isso coloca o país 2,7 pontos abaixo da média que o classificaria na categoria Amplificar. Quando analisados os resultados de componentes específicos, o Brasil obteve resultados variados. O país tem a melhor colocação da América Latina em Investimento Governamental e Empresarial e está bem colocado na Adoção de Tecnologia e Infraestrutura Tecnológica, sendo 7º e 5º na América Latina, respectivamente. O país ocupa a oitava posição na região em Empreendedorismo, mas apenas o 17º lugar em Facilidade para se fazer negócios. Com relação ao Capital Humano, o país é o 13º na região.

“A transformação digital vai ser fundamental para inclusão social no Brasil. Saber analisar os gaps e oportunidades de melhorias é crítico para que os governos possam concentrar os esforços para acelerar essa transformação. Este estudo pretende apoiar os governos e recomendar quais as áreas prioritárias para uma economia digital inclusiva”, afirma Laercio Albuquerque, presidente da Cisco Brasil. “Os resultados apontam que o Brasil ainda tem muito potencial de desenvolvimento em seu ambiente digital e, embora sejam necessárias melhorias em alguns componentes, o país se destaca em áreas importantes, como adoção e infraestrutura tecnológica e investimento empresarial”.

Outros destaques do estudo

A partir do Digital Readiness Index, foi descoberta uma relação entre a preparação digital e o PIB per capita de cada região pesquisada. Estes índices revelam quais países estão bem preparados digitalmente e os que são menos preparados, bem como os que têm oportunidades para que os governos locais, indústria, instituições de ensino e organizações comunitárias possam trabalhar juntos e colaborar a fim de aumentar a preparação digital.

O estudo revelou que são necessárias diferentes atividades específicas, investimentos e intervenções, dependendo do estágio de preparação digital de um país, como segue:

Os países em estágio intermediário (Acelerar), como o Brasil, beneficiariam-se mais do desenvolvimento do capital humano, melhorias nas necessidades humanas básicas e avanços na facilidade de fazer negócios no país.

Países que estão iniciando sua jornada digital (Ativar) se beneficiariam principalmente a partir de intervenções voltadas para a melhoria das necessidades humanas básicas e desenvolvimento do capital humano, especialmente o aumento do conhecimento fundamental de TI.

Os países em estágio mais elevado (Ampliar) se beneficiariam mais com o desenvolvimento do capital humano, especialmente um foco em habilidades tecnológicas emergentes e especializadas.

A metodologia

A Cisco desenvolveu juntamente com o Gartner um modelo para medir a preparação digital dos países e descobrir as principais intervenções que podem ajudá-los a mover em direção à preparação digital. Este modelo, de essência holística, também pode ser aplicado aos níveis regional e estadual usando as métricas correspondentes.

Para ter pontuações comparáveis em cada país, foi essencial usar pontos de dados padronizados disponíveis para cada um deles. Usando os sete componentes, cada país recebeu uma classificação com base em pontos de dados padronizados de fontes de dados, como Banco Mundial, Fórum Econômico Mundial, Nações Unidas e Gartner, adicionadas para se criar uma pontuação total de preparação digital.

Tags, , , , , ,

Além da produtividade: o lado humano do ambiente de trabalho digital quantificado

Funcionários que trabalham em ambientes digitais não apenas são mais produtivos como também mais motivados, têm uma taxa maior de satisfação com seus trabalhos e registram maior sensação de bem-estar, segundo um estudo global da Aruba, uma empresa da Hewlett Packard Enterprise.

O estudo, The Right Technologies Unlock the Potential of the Digital Workplace (“Tecnologias certas destravam o potencial do lugar de trabalho digital”), revela tanto os benefícios para os funcionários como para os negócios que um ambiente de trabalho mais focado no digital. E mostra como as companhias que são menos evoluídas tecnologicamente correm o risco de ficarem para trás de seus concorrentes e de não atraírem os melhores talentos. A pesquisa também aponta que as companhias devem estar mais atentas, à medida que os funcionários em um ambiente digital estão assumindo riscos maiores com relação à segurança de dados e informações.

Temas principais e resultados

O estudo, que conta com dados de 7 mil empregados entrevistados em 15 países, revela um verdadeiro abismo entre a performance e o sentimento dos trabalhadores de um ambiente de trabalho digital mais avançado e o dos que trabalham em ambientes que têm um nível inferior de digitalização.

Vários temas se destacaram:

Além da produtividade, ferramentas digitais proporcionam benefícios para as pessoas: “Revolucionários digitais” – funcionários identificados como aqueles que trabalham em ambientes digitais plenos, onde as novas tecnologias de trabalho são utilizadas de forma ampla – 51% estão mais proprensos a ter alta satisfação no trabalho e 43% têm maior probabilidade de ter uma percepção positiva sobre sua vida no trabalho que os chamados “Atrasados digitais” – aqueles que têm menos acesso a tecnologias no ambiente de trabalho. Os revolucionários também são 60% maior propensos a serem motividados no trabalho e 91% têm maior probabilidade de defender a visão de sua companhia.

O trabalho digital também impulsiona o desenvolvimento profissional: 65% dos Revolucionários afirmaram que têm visto um desenvolvimento profissional e crescimento com o uso da tecnologia digital, em comparação com apenas 31% dos Atrasados. Com um ambiente de trabalho digital, 72% dos Revolucionários registram uma maior habilidade para incorporar novas habilidades profissionais, em comparação com 58% dos Atrasados.

Ganhos comprovados de produtividade com a tecnologia digital: 73% dos Revolucionários Digitais reportaram um impacto positivo em sua produtividade e 70% citaram melhorias na colaboração graças às tecnologias digitais, contra 55% dos Atrasados.

Avanços contínuos na tecnologia digital e na automação criam as condições necessárias para melhores experiências no ambiente de trabalho: embora a automação possa ser vista como uma ameaça para a segurança no trabalho, nossa pesquisa descobriu que há um grande entusiasmo com ela. 71% dos entrevistados disseram que receberiam com satisfação um ambiente de trabalho totalmente automatizado no futuro, permitindo que as organizações construam ambientes de trabalho mais inteligentes e efetivos.

“Não importa qual indústria, nós temos visto um movimento no sentido de locais centrados no ser humano, com as empresas trabalhando para atender às expectativas em rápido ritmo de mudança sobre como as pessoas querem trabalhar”, Joseph White, Diretor de Estratégia de Ambiente de Trabalho, Design e Gerenciamento, da Herman Miller. “Isso depende da combinação de avanços em tecnologia – que incluem o mobiliário – com as ciências cognitivas para auxiliar as pessoas a se engajarem com o trabalho de novas formas. Isto não apenas significa experiências premium para os indivíduos, mas também a oportunidade para as organizações de atrair e manter os melhores talentos.”

“A própria natureza do termo ‘ambiente de trabalho’ tem se transformado, com as companhias começando a perceber que um espaço efetivo é focado na experiência e deve acomodar estilos de trabalho abrangendo diversas gerações e tipos de personalidades”, afirmou Francisco Acoba, diretor geral da Deloitte Strategy & Operations.

“Isso introduz novos processos onde soluções de TI, sistemas prediais e mobiliário interagem de forma harmoniosa com as pessoas para criar esses espaços. Indepedentemente da situação específica de sua empresa, onde os espaços se tornam fatores ativos da experiência de usuário isso beneficia o resultado final. No final das contas, trabalhadores que se sentem confortáveis em um espaço cumprem melhor suas tarefas. São aqueles que não vão eventualmente migrar para uma opção mais convidativa”.

Riscos emergentes

O estudo também identificou que os empregados estão entusiasmados com a nova tecnologia e têm o desejo de que seus empregadores ofereçam mais ferramentas. Quase todos os entrevistados (93%) acreditam que seu ambiente de trabalho poderia ser melhorado com o melhor uso da tecnologia, enquanto que 64% afirmaram que sua companhia ficará para trás em relação à concorrência se novas tecnologias não forem implementadas. A mesma porcentagem (64%) acredita que um escritório tradicional se tornará obsoleto graças aos avanços tecnológicos.

– Mundialmente, 69% dos entrevistados disseram que suas companhias têm investido no ambiente de trabalho digital nos últimos anos e que o interesse em uma nova geração de tecnologias tem crescido, incluindo ferramentas para prédios inteligentes que automatizam o controle de temperatura e a iluminação (24%), controle por voz e tecnologia sem fio de AV (23%) e aplicativos móveis corporativos personalizados (23%).

– A maioria dos entrevistados acredita que a tecnologia digital propicia um ambiente de trabalho mais eficiente (56%), mais colaborativo (52%) e mais atrativo (47%). Embora os benefícios do ambiente de trabalho digital sejam amplos, o estudo também revela que a cibersegurança é um desafio para os trabalhadores.

– Embora os funcionários apontem um alto nível de consciência relacionado à cibersegurança (52% pensam na segurança com frequência ou diariamente), eles também admitem correrem mais riscos com os equipamentos e dados da empresas, com 70% admitindo adotar comportamentos de riscos como o compartilhamento de senhas e equipamentos.

– Um quarto (25%) dos funcionários se conectaram a redes Wi-Fi potencialmente inseguras nos últimos 12 meses, 20% disseram que utilizam a mesma senha em várias aplicações e contas e 17% admitem que escrevem suas senhas para que possam lembrar delas.

O caminho a seguir

Essas informações indicam que as companhias devem se adaptar para impulsionar os benefícios da nova tecnologia de ambiente de trabalho digital, ao mesmo tempo que precisam minimizar os riscos de segurança. A Aruba recomenda que as organizações adotem as seguintes ações:

Adote uma estratégia de ambiente de trabalho digital: os departamentos de TI precisam trabalhar com os gerentes de negócio, usuários finais e outros interessados para definir um cronograma para a evolução do ambiente de trabalho digital. Isso inclui ir além de tecnologias já estabelecidas para implementar novas ferramentas, tais como sensores inteligentes e aplicativos móveis personalizados, que irão criar experiências de ambiente de trabalho cada vez mais personalizadas.

Construa espaços digitais de trabalho colaborativos: as empresas precisam pensar sobre como os espaços de trabalho digitais podem ir além de seus escritórios centrais para suportar os trabalhadores remotos, parceiros e clientes. Os líderes de TI precisam planejar e investir em um ambiente de trabalho sem fronteiras.

Incorporar segurança a partir do zero: as companhias devem planejar o ambiente de trabalho digital seguro como uma parte integral do projeto, levando em conta a possibilidade de erros humanos e outros fatores negativos. Para atingir um ótimo nível de segurança que pode se adaptar a mudanças e ao desconhecido, a TI deve estar atenta a tecnologias emergentes em redes, computação na nuvem, inteligência artificial e machine-learning (aprendizado de máquina).
“A consumerização do ambiente de trabalho é um movimento real. Os funcionários são consumidores e nós trazemos expectativas de consumidores conosco para o trabalho,” disse Janice Le, diretora de marketing da Aruba, uma empresa da Hewlett Packard Enterprise. “O local de trabalho está se tornando mais inteligente, sendo assim, os funcionários estão trabalhando de forma mais inteligente.”

Um novo paradigma começa a emergir onde as tecnologias de prédios inteligentes encontram uma interseção com o ambiente de trabalho digital para formar o Smart Digital Workplace (Ambiente de Trabalho Digital Inteligente). Aqui é onde os projetos focados no homen encontram a IoT (Internet das Coisas, da sigla em inglês) e construem a automação. O Smart Digital Workplace permite experiências personalizadas tais como móveis conectados e iluminação inteligente que se adapta ao usuário. Os prédios podem se tornar mais verdes ao otimizarem de forma dinâmica o uso de energia, tendo como base os hábitos de seus funcionários. Esses novos casos de uso não apenas impulsionam a produtividade dos trabalhadores como também aprimoram a eficiência, ao mesmo tempo que colocam as pessoas no centro do processo.

Le concluiu: “Este estudo global indica que a escolha, personalização, facilidade e automação estão aprimorando os vários níveis das organizações que estão definindo o futuro do trabalho. Nosso próprio local de trabalho é um laboratório vivo para o Smart Digital Workplace e nós estamos vendo resultados como contratação mais rápida e maior nível de aceitação de ofertas. Os benefícios são tangíveis e vão além da produtividade.”

Para ler o relatório completo, acesse: www.arubanetworks.com/TheWorkplaceofheFuture

Tags, , , , ,

Agibank lança cartão de crédito e débito

O Agibank, banco totalmente digital, anuncia que sua oferta está ainda mais completa com a chegada do cartão múltiplo. A partir deste mês os clientes já podem solicitar, gratuitamente, o cartão de débito e crédito com a bandeira Mastercard e abrangência internacional. A solicitação é feita diretamente pelo app, de forma muito simples e rápida.

Com o propósito de fazer o dia a dia das pessoas melhor, o Agibank prioriza o desenvolvimento de produtos e serviços que gerem extremo valor para os clientes, através de tecnologias disruptivas que tornem a experiência cada vez mais única e personalizada.

O cartão de débito e crédito é totalmente gratuito no primeiro ano e permite compras à vista ou a prazo, dentro e fora do Brasil, além de saques em mais de 20 mil caixas eletrônicos da rede 24Horas. A partir do segundo ano, há condições especiais para que a isenção seja mantida.

“Nossa ambição é que os clientes, pessoa física ou jurídica, se sintam atendidos de forma diferenciada e que encontrem no Agibank uma alternativa segura, moderna e ágil para se relacionarem, receberem seu salário, realizarem todas suas movimentações e seus investimentos”, explica Glauber Correa, CCO, Chief Commercial Officer.

Outra novidade para os correntistas do Agibank é a possibilidade de realizar investimentos em CDB também pelo smartphone. O aporte mínimo requerido é de R$ 1 mil e os clientes podem escolher entre seis planos, com carência entre 1 e 48 meses, com várias opções de investimentos e prazos.

“Agora, nossos clientes podem investir pelo celular de qualquer lugar. Oferecemos investimentos com diversas condições, para que estes se adequem ao perfil/disponibilidade de cada cliente. Aqui, independente do capital disponível, todo mundo pode se tornar um investidor. Todo processo é feito de maneira rápida, segura e sem burocracia”, ressalta Correa.

As condições para solicitação do cartão múltiplo Agibank e as regras para os investimentos estão disponíveis no aplicativo e no site: www.agibank.com.br/.

Tags, , , , , , , ,

GFT apoia fintech conta.MOBI na evolução de sua plataforma de serviços

Com uma meta ambiciosa de chegar a um milhão de clientes até o final de 2018, saindo de uma base atual de 30 mil, a fintech conta.MOBI, provedora do serviço de conta digital de baixo custo voltada a microempreendedores individuais, contratou a GFT, companhia alemã de Tecnologia da Informação especializada em Digital para o setor financeiro, para auxiliá-la nesse desafio.

Com a consultoria, a GFT identificou, em ordem de prioridade, os gargalos relacionados à infraestrutura, ferramentas, automação e processo de desenvolvimento de software. Esse último para elevar o nível de maturidade tanto do lado cultural (Ágil e DevOps) quanto do lado de automação que suporte alta disponibilidade, elevado número de mudanças e, naturalmente, também resguarde possíveis instabilidades ocorridas nos sistemas/integrações de seus fornecedores.

A GFT também orientou a conta.MOBI nos aspectos técnicos da plataforma para a obtenção de melhor experiência visual em termos de User Experience (UX) em seus produtos. “Agora, se o sistema fornecedor apresentar instabilidade, estamos preparados para continuar nosso atendimento, ou seja, o cliente não é penalizado e pode continuar sua movimentação financeira tranquilamente”, explica Ricardo Capucio, CEO da conta.Mobi.

De acordo com Diego Cardoso, arquiteto de software da GFT, a análise de melhorias de produtos e processos desenvolvida buscou oferecer à conta.MOBI os melhores e mais inovadores padrões tecnológicos e de práticas financeiras.

“As principais recomendações foram nos aspectos de arquitetura como, por exemplo, na diminuição do acoplamento de serviços de fornecedores e inclusão de monitoração (logs) mais inteligentes para uma ação ativa diante de possíveis problemas. Como a conta.MOBI já era parceira AWS (Amazon Web Services), montamos um plano combinando contratação de novos serviços da plataforma e melhorias no processo ágil de desenvolvimento e automação, garantindo um ciclo saudável que apoie o crescimento planejado”, comenta.

Tags, , , , , , ,

Cognizant apresenta solução que integra benefícios da conveniência on-line e da experiência na loja física

A Cognizant, uma das empresas líderes mundiais em tecnologia e negócios, desenvolveu a solução Adaptive SpacesTM, que transforma a maneira pela qual os consumidores interagem com os espaços comerciais, como lojas, hotéis ou restaurantes, e geram valor para o investimento imobiliário. Até 2025, qualquer negócio que necessitar de um espaço físico para vender produtos e serviços terá seu modelo transformado e deverá ser um diferencial para a melhoria da experiência dos clientes.

A solução Adaptive Spaces busca transformar o negócio em quatro camadas principais: Experiência – fornece uma visão 360° do cliente em todos os canais e pontos de contatos; Operação – melhora a produtividade e a eficiência por meio de robotização e inteligência artificial; Tecnologia – utiliza soluções de IoT e realidade aumentada; e Integração – integra as atividades do cliente aos sistemas da empresa e gera insights por meio do uso de analytics.

A solução traz como benefícios o aumento de tráfego e a conversão de negócios, reduções de falta de estoque e de custos logísticos, melhoria na exatidão dos estoques e na qualidade das informações para tomadas de decisão.

“Hoje, olhando-se o modelo de demanda e consumo dos millennials, o cliente não abre mão da pesquisa digital antes da compra e, ao mesmo tempo, quer ser atendido de forma personalizada. A solução Adaptive SpacesTM faz com que o ambiente da loja seja um reflexo das necessidades emocionais e físicas do cliente, e foi desenhada para facilitar e motivar emoções e comportamentos desejados”, afirma Bruno Chimentão, diretor associado de Varejo e Bens de Consumo da Cognizant no Brasil.

Na prática

Durante a NRF Retail’s Big Show 2018, maior feira de tecnologia para varejo do mundo, a Cognizant fez uma demonstração do uso da solução. O cliente podia entrar na loja do futuro e ter à sua disposição informações digitais de um tênis, como cores e tamanhos disponíveis, em que região era mais vendido, celebridades que usavam o modelo e o publicavam nas mídias sociais, entre outros pontos relevantes. Caso gostasse do produto, uma atendente trazia o modelo escolhido para o cliente experimentar.

Tags, , , , , , , , , , ,

Siemens reforça liderança na digitalização industrial

A Siemens reforça seu papel na digitalização, tornando-se a primeira empresa mundial a criar 20 centros para aplicativos de clientes digitais no setor industrial. Cada um desses MindSphere Application Centers para soluções digitais da Siemens abrange vários locais em diferentes países, com especialização em um setor específico em que a Siemens opera. Hoje, cerca de 900 desenvolvedores de software, especialistas em dados e engenheiros trabalham com os clientes da Siemens nestes centros no desenvolvimento de inovações digitais para análise de dados e aprendizado de máquinas. Essas novas soluções estão sendo desenvolvidas no MindSphere, o sistema operacional aberto na nuvem da Siemens para a Internet das coisas (IoT). Para ficar perto dos clientes, a empresa criou 20 centros em 50 localidades de 17 países espalhados pelo mundo. “Estamos continuamente expandindo nosso papel de liderança na digitalização industrial”, disse Joe Kaeser, Presidente e CEO da Siemens. “Com a nossa experiência global em eletrificação e automação e nossa experiência em software industrial, estamos gerando benefícios melhores aos nossos clientes, benefícios que nenhuma outra empresa pode replicar em níveis tão altos de desempenho.”

Durante o ano fiscal de 2017, a Siemens reforçou sua liderança em soluções de software e serviços digitais. A receita de tecnologias digitais, por exemplo, aumentou para 5,2 bilhões de euros: 4 bilhões de euros obtidos com software e 1,2 bilhão de euros com serviços digitais. Isso corresponde a um aumento de 20% em relação ao ano anterior, ultrapassando a taxa de crescimento do mercado de aproximadamente 8%. “Agora estamos acelerando ainda mais a digitalização”, disse o Diretor de Tecnologia da Siemens, Roland Busch. “Usamos o know-how da indústria para ampliar as soluções e expandir ainda mais os negócios. Com os nossos Centros de Aplicativos MindSphere, oferecemos o suporte ideal aos nossos clientes do mundo inteiro para que eles de fato incorporem a era digital.”

A Siemens lançou seu sistema operacional de IoT MindSphere em toda a empresa há cerca de um ano. Aproximadamente um milhão de dispositivos e sistemas se conectam agora pelo MindSphere, e esse número deve chegar a 1,25 milhões no fim do ano fiscal de 2018. A partir de janeiro de 2018, o MindSphere também estará disponível no Amazon Web Services. Esta parceria reúne a Siemens, líder mundial em automação industrial, com a nº 1 em soluções na nuvem do mundo todo. Com isso, os usuários terão os benefícios de um ambiente de desenvolvimento mais poderoso, funções de análise adicionais e conectividade expandida. Aplicativos industriais e serviços digitais podem ser desenvolvidos e executados no MindSphere. Por exemplo, quantidades enormes de dados gerados pelo sistema podem ser coletadas, avaliadas e usadas de forma rápida e eficiente para melhorar o desempenho e a disponibilidade do sistema. Esta tecnologia também ajuda os clientes a avaliar e usar seus dados para obter novas percepções. Por exemplo, interrupções podem ser previstas e evitadas e conclusões podem ser tiradas sobre um produto e seu processo de fabricação. Os usuários também podem desenvolver modelos de negócios totalmente novos, como a venda de horas de operação de uma máquina, oferecendo, portanto, soluções que exigem volumes menores de capital.

Para acelerar ainda mais o processo de inovação, a Siemens aumentará novamente seus recursos dedicados ao departamento de pesquisa e desenvolvimento (P&D) no ano fiscal de 2018, investindo a soma adicional de cerca de 450 milhões de euros. Com isso, os fundos de P&D aumentarão de aproximadamente 5,2 bilhões de euros no ano fiscal de 2017 para mais de 5,6 bilhões de euros no ano fiscal de 2018. Mais de 3 bilhões de euros dos fundos de pesquisa e pesquisa da empresa circularam na Alemanha no ano fiscal de 2017. Desde 2014, os investimentos da Siemens em P&D aumentaram cerca de 40%. Para o ano fiscal de 2018, a Siemens destinou cerca de 500 milhões de euros de P&D para as tecnologias centrais da empresa, que incluem campos inovadores como fabricação de aditivos, robótica autônoma, análise de dados, inteligência artificial e gêmeos digitais, além de eletrônicos de potência e sistemas de energia distribuídos. No ano fiscal de 2017, a Siemens contava com cerca de 40 mil funcionários de P&D em todo o mundo: cerca de 13.700 na Alemanha, 6.500 nos Estados Unidos, 2,700 na China e 6.800 na Índia.

Tags, , , , , , , , ,

COUROMODA 2018: fórum destaca inovação e moda na era digital

Neste terceiro dia do Fórum Couromoda/São Paulo Prêt-à-Porter, que acontece junto à COUROMODA 2018, o mais importante evento do setor calçadista brasileiro, especialistas de diversas áreas falaram sobre tecnologia e inovação no mercado de moda na era digital.

A abertura da agenda do dia ficou a cargo de Maurício Di Bonifácio, sócio-diretor da Fast Channel, empresa de tecnologia focada no aumento da vendas digitais, que abordou o tema “E-Commerce B2B: Digitalização e expansão do canal de venda B2B da indústia”. O especialista deu dicas de como a indústria e o varejo do calçado e da moda podem se reinventar, usando o canal digital como ferramenta de venda e de relacionamento comercial. “Comparado ao mercado internacional, o e-commerce B2B no Brasil ainda está engatinhando. Porém, essa é uma solução que ajudará no relacionamento com o cliente, atendendo-o na hora que ele necessita. Além disso, refletirá no desempenho de captação de novos clientes, ampliará a cobertura geográfica de atendimento, aumentará a participação dos produtos com maior margem e vai permitir o atendimento de pequenos pedidos”, comenta Maurício.

Na sequência, Rodrigo Valente, especialista em comunicação, gestão empresarial e consultor da 818 Consultoria, apresentou a palestra “Economia de atenção e gamificação para o setor de calçados”. Valente mostrou que vivemos um período antagônico, com uma abundância exponencial de informações e uma escassez preocupante de atenção. É neste contexto que a gamificação vem ganhando força em segmentos além do entretenimento, como na indústria e varejo. “A partir disso, será possível ver como a gamificação utiliza a mecânica, a estética e o pensamento de jogos para envolver as pessoas. Uma metodologia que se apropria de todo o processo de Game Design para propor um sistema de desenvolvimento humano e profissional que gera feedback instantâneo, propósito e interação social em contextos, como os da indústria e do varejo de calçados”, avalia o especialista.

O tema “O futuro digital”, ministrado pelo publicitário Jacques Meir, explorou cases internacionais já avançados nessa questão e desenhou um futuro 100% digital, o qual as empresas precisam direcionar esforços desde já para não desaparecerem do mundo dos negócios. “O futuro será totalmente direcionado pelo digital. O Brasil, de maneira geral, tem uma cultura muito voltada para o passado. O futuro nos assusta e encará-lo significa sair da zona de conforto para enfrentar processos de mudança. Se as empresas brasileiras não estiverem preparadas pra isso, serão atropeladas por quem estiver mais preparado”, diz Meier.

A estratégia de multicanais foi tema de Ingrid Pergentino, sócia diretora da i9Vendas, em sua palestra “Como aumentar suas vendas”. “O e-commerce é o canal que mais tende a crescer nos próximos anos e em qualquer tipo de negócio. A sua desvantagem é que, no Brasil, a Internet não é de qualidade. Por outro lado, pelo fato do celular estar à mão e, conforme as plataformas ficarem mais amigáveis, as compras e vendas serão por meio desse canal”, avalia.

Christian Tudesco, mestre em Marketing pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS) e consultor empresarial nas áreas de marketing, estratégia e vendas, apresentou a palestra “Inovação, tecnologia e empreendedorismo: para onde vamos?”. Ele falou sobre o novo consumidor nessa era de informação e empreendedorismo, e convidou os participantes a realizarem uma reflexão sobre a construção e futuro dos negócios. “No passado, o poder estava nas mãos de quem tinha armamento e máquinário pesado, dinheiro e um grande número de funcionários. Hoje, o poder está nas mãos dos ‘nanos’, passando a ser mais leve, fluído, dinâmico, diminuindo distância”.

Redes Sociais criam proximidade com o consumidor

Fernando Souza, consultor e professor de marketing digital com mais de 15 anos de experiência na área, discutiu o papel das mídias sociais e sua relação com os negócios de moda. Souza explicou como as marcas podem se beneficiar das conexões entre as pessoas por meio das redes digitais para divulgar produtos e serviços, criando conteúdos para atrair a empatia e nutrir a audiência em perfis do Facebook e Instagram. “As redes sociais não podem ser encaradas como canais de vendas mas como um instrumento para aproximar a marca dos consumidores. A era do ‘vender’ dá lugar a era do ‘ajudar a comprar'”, analisa.

Imagem de marca e lifestyle

Encerrando o dia, Juliana Lopes – jornalista, professora, palestrante e consultora de moda, reforçou a importância da imagem de moda para a conectar o cliente ao produto. A especialista deu dicas sobre como fazer essa imagem contextualizada na moda e no corpo para provocar ainda mais desejo no consumidor. “A moda não existe sem imagem. Essa indústria trabalha com sensações. Além do produto, vende um sonho, uma imagem, um lifestyle”, afirma.

Tags, , , , , , , , ,

Chatbot realiza 70% dos atendimentos do BB em rede social

O Banco do Brasil agora tem atendimento por chatbot em redes sociais. A solução foi testada entre os funcionários da empresa em meados de 2017 e, aos poucos, os principais assuntos demandados por clientes foram incluídos na ferramenta que é baseada em inteligência cognitiva, com interação automática aos clientes que entram em contato com o Banco pelo Messenger. O chatbot inicia 2018 atendendo a 70% dos assuntos tratados no canal.

O assistente virtual do BB é o único do mercado bancário brasileiro baseado em conversação. A apresentação de botões ocorre apenas em ações específicas, como avaliar se uma resposta está correta ou para solicitar atendimento humano.

Atualmente, o chatbot atende aos temas relacionados a cartão, conta corrente, operações de crédito e Ponto pra Você, o programa de relacionamento do Banco. Investimentos e suporte técnico estarão disponíveis aos clientes ainda no primeiro bimestre deste ano. O objetivo é que o bot responda a 100% das perguntas realizadas no Messenger do Banco do Brasil ainda em 2018.

As melhorias e atualizações são realizadas constantemente, de acordo com as interações e com as percepções coletadas pela equipe de curadoria da ferramenta. Desde agosto de 2017, quando a solução começou a ser disponibilizada para os clientes, o chatbot realizou mais de 320 mil interações.

A acurácia, ou seja, o percentual de respostas corretas às perguntas dos clientes, é de 77%. O mercado considera muito bom uma acurácia entre 70 e 80%. Quando é necessário algum tipo de interação humana, o atendimento é encaminhado para funcionários do BB que atuam no atendimento em redes sociais.

Tags, , , , , , , , , , ,

Santander e HDI se unem para criar seguradora de automóveis totalmente digital

O Santander Brasil, banco líder em financiamento de veículos no País, e a HDI Seguros, sexta maior seguradora de automóveis do mercado, assinaram hoje uma parceria para a emissão, oferta e comercialização de seguros de veículos. A operação prevê a criação de uma joint venture, que receberá o nome de Santander Auto. A nova empresa será detida 50% pela SANCAP Investimentos e Participações, sociedade controlada pelo Banco, e 50% pela HDI.

A Santander Auto irá funcionar de forma 100% digital e reforçará a posição líder do Banco no mercado de crédito para a compra e venda de veículos e na comercialização digital, com a Webmotors. O Santander detém 22,5% de market share no financiamento de veículos. E, até o fim de setembro, sua carteira de crédito de veículos para pessoa física registrou de crescimento de 16,3%, em 12 meses, e de 5,4% no trimestre, para R$ 34,4 bilhões. A HDI seguros, por sua vez, tem se destacado no mercado segurador como uma das mais inovadoras e digitais empresas do setor, registrando um crescimento médio anual de 13,8% nos últimos 5 anos.

“A parceria com a HDI nos permitirá lançar uma nova empresa, que oferecerá aos clientes produtos inovadores e utilizará a força dos canais de venda do Santander para comercializá-los, de forma a estimular ainda mais o segmento”, afirma Angel Santodomingo, vice-presidente executivo e CFO do Santander Brasil. “Queremos estabelecer novos patamares de serviços neste mercado e disponibilizar aos clientes uma forma mais simples de contratar e utilizar o seguro.”

Para Murilo Riedel, presidente da HDI Seguros, a joint venture representa o fortalecimento da companhia no ramo automotivo. “Somos especialistas em seguro para automóvel e um dos principais players do mercado. Nosso desafio para os próximos anos é elevar à máxima potência os negócios nesse ramo, com um olhar atento para o novo, e a parceria com o Santander é um importante passo nesta direção. As pessoas querem cada vez mais mobilidade e simplicidade. A nova seguradora traz esses atributos com muita força e de forma totalmente digital”, explica Riedel.

A conclusão da operação está sujeita ao cumprimento de determinadas condições, entre elas a obtenção das autorizações regulatórias pertinentes.

Tags, , , , , , , , , , , , ,