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UOLDIVEO apresenta nova área de Inovação, focada em Big Data, IOT, AI e Digital Transformation

O UOLDIVEO, empresa do Grupo UOL que oferece serviços de tecnologia para apoiar as companhias em sua jornada para o digital, anuncia a criação da área de Inovação, que será comandada por Alexis Rockenbach. O novo setor começa as atividades no final de 2017, com trabalhos em projetos-piloto a partir de necessidades apresentadas por clientes.

“A nossa atuação está focada em quatro pilares principais: Big Data & Analytics, Internet of Things, Machine Learning/Artificial Intelligence e Jornada de Nuvem/transformação Digital. A célula de Inovação tem por missão colaborar com todas as áreas do UOLDIVEO, disseminando a cultura “ágil” e facilitando a adoção de ferramentas e processos estado-da-arte. Dessa forma, queremos liderar a modernização da forma que trabalhamos, simplificando entregas e focando na transformação de nossos clientes”, explica Alexis Rockenbach, Head de Inovação do UOLDIVEO e também co-fundador e CEO da Compasso, companhia especializada em tecnologias Oracle

Ao todo, 40 profissionais já estão engajados na área, oriundos de diversos setores do UOLDIVEO. “Essa equipe está trabalhando em nosso núcleo, mas todos os membros seguirão integrados e atuando também em suas funções de origem. O conceito é que a inovação não é uma ação apenas de um grupo específico, e sim uma responsabilidade de todos na organização”, destaca o executivo.

A expectativa é que a empresa, após a criação da nova área, consiga ampliar em 5 vezes o número de profissionais altamente especializados nas plataformas estado-da-arte selecionadas. Investindo em novos talentos, automatização e inteligência, o UOLDIVEO tem o objetivo de acelerar a criação de um novo portfólio de serviços especializados, ampliando o leque de soluções de transformações dos negócios de todos os clientes.

“Inovação é a nossa grande prioridade em 2018. A evolução constante sempre marcou o portfólio do UOLDIVEO e estou certo de que esse processo será ainda mais rápido a partir de agora, com a criação de uma área específica para Inovação, conduzida por profissionais comprometidos e amplamente capacitados”, finaliza Rockenbach.

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Frost & Sullivan North America Summit Navigates Imminent Digital Transformation set to Disrupt Manufacturing Workforce

The manufacturing industry as we know it is set to undergo a radical transformation as a result of digitization. From top to bottom, digital transformation, known within the industry as Manufacturing 4.0, will require advanced and atypical skill sets for both leadership and line workers alike. Forward thinkers and companies looking to prepare for the workforce of tomorrow are welcome to attend Frost & Sullivan’s annual event, Growth, Innovation and Leadership (GIL): North America – Digital Disruption: Realizing Growth Potential, taking place September 17 to 20, 2017 at the Hyatt Regency Lost Pines Resort and Spa in Austin, TX.

Throughout the hands-on Think Tank titled, Smart Manufacturing: Rethinking Organizational Roles & Leadership to Leverage the Factory of the Future, participants will discover first-hand the impact of Manufacturing 4.0 and prepare for the inevitable effects digitization will have on the manufacturing workforce.

“This inexorable trend will change how companies are organized, how they are led, how they build products, and how they engage with customers and suppliers,” said Co-Founder of Frost & Sullivan’s Manufacturing Leadership Council David R. Brousell. “Perhaps most importantly, digitization will spur the creation of new job roles, requiring up-to-date abilities and expertise from all levels of the factory of the future.”

Participants of the interactive Think Tank can expect to depart understanding:

Why there is a low level of comprehension about Manufacturing 4.0
What technologies will require the development of knowledge and expertise
How companies are adjusting their current job classification structures to align with Manufacturing 4.0 requirements
The session will provide participants the opportunity to hear from Brousell during his Executive Bulletin, Manufacturing 4.0: Bridging the Gap and a separate panel discussing strategies from the front lines of manufacturing featuring the following industry leaders:

Caralynn Nowinski Collens, Chief Executive Officer – UI Labs
Brad Heath, Chief Executive Officer & Owner – VirTex
Rebekah Kowalski, VP Workforce Strategy & Solution Integration – ManpowerGroup
James Regenor, Business Unit Director, Additive Manufacturing & Innovation – Moog
Danny Smith, Principal, Manufacturing Strategy – SAS

GIL 2017: North America is an opportunity to gain new insight and perspective on business and technology issues that matter most, now and in the future. It is where participants will collaborate in real time with other innovative and visionary thinkers, and push beyond their personal and organizational boundaries to create the future. Join us, and be a part of what makes GIL a powerhouse of ideas and meaningful connections: Its participants!

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Digital Transformation stymied by lack of talent and organizational structure, finds Russell Reynolds Associates’ Survey

Russell Reynolds Associates, a leading global executive search and leadership advisory firm, today announced the findings from its Digital Pulse: 2017 Outlook and Perspectives from the Market. The firm surveyed more than 1,500 senior executives at companies with a digital strategy to understand how digital is transforming talent and leadership needs across organizations. Now in its third year, the survey questions covered setting and executing digital strategy, organizational structure and barriers to success. The results of the study provide clients actionable insights so they can maximize the positive impact of d igital on their own organization.

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The good news? Leadership, by and large, recognizes the need for digital transformation and is supportive of it. Ninety-one percent of respondents say their CEO makes a visible effort to support the company’s digital vision and initiatives. Additionally, 60% of respondents say they have the appropriate leadership setting the digital vision. The bad news? Only 47% feel the right team is in place to effectively execute the strategy. The survey finds that digital transformation often is impeded by talent and structural issues, not an absence of executive support or strategic leadership.

Other findings from the study include:

– Organizations across all industries are expecting continued digital disruption over the next 12 months, with financial services, healthcare and industrial companies poised for the most change.

– More than half (57%) of respondents say their organization has sufficient data to recognize the opportunities digital presents, yet only 44% feel the data are effectively leveraged.

– Half of respondents (50%) say that lack of digital expertise and skills is a significant barrier to digital success, followed closely by organizational inertia (49%) and functional silos (47%).

– Nearly half (45%) of respondents surveyed say their company uses a hybrid structure, with both a central digital team and dispersed digital responsibility across business units. Most respondents see these partnerships with other departments, such as marketing and IT, as a critical success factor in digital transformation.
“Leadership support, while crucial, is not enough on its own to drive digital transformation across an organization,” said Tuck Rickards, Co-leader of the global Digital Transformation Practice and member of the CEO/Board Services Practice. “What we’ve seen through the Digital Pulse survey over the years is an increasing need to focus on recruiting the right digital talent and deploying these experts across an organization’s structure. Only then do you see substantive change.”

“Many, if not most, companies have reached the conclusion that they must embrace digital. But after several years of investments in innovation centers, catalyst roles and front-end technologies, leaders are grappling with the challenges of how to successfully scale, embed and operationalize transformation,” explained Rhys Grossman, Co-leader of the global Digital Transformation Practice and member of the Consumer Practice.

Industry-specific findings from the Digital Pulse survey are available upon request. For more information, visit www.russellreynolds.com.

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DocYouSign lista quatro motivos para empresas realizarem a transformação digital

A DocYouSign, empresa global líder em assinatura eletrônica de documentos, está ajudando milhares de empresas ao redor do mundo no processo de transformação digital, uma mudança de processos internos e externos que envolve muito mais do que apenas o departamento de tecnologia da informação (TI).

A adoção da transformação digital por uma empresa impacta positivamente no desempenho, na agilidade da tomada de decisões e na satisfação de funcionários e clientes. Mais de 250 mil empresas e 100 milhões de usuários em 188 países estão mudando a forma de fazer negócios com a DocYouSign ao enviar, assinar e gerenciar documentos e pagamentos – de forma 100% digital – a qualquer hora, de qualquer lugar e em qualquer dispositivo com confiança e segurança.

Entre os motivos que têm levado as empresas a buscar o processo de transformação digital estão:

1) Melhoria do fluxo de trabalho

Por meio de Big Data ou Business Intelligence, a coleta de dados relevantes pelas empresas e sua interpretação têm se tornado mais fácil e eficaz. Com isso, os negócios têm encontrado formas de otimizar seus fluxos de trabalho, além de estarem mais aptos a entender melhor as demandas dos clientes.

O grande volume de dados permite, ainda, comparar os rumos da empresa com as ações tomadas por seus concorrentes. Dessa forma, as tomadas de decisões são feitas de maneira mais clara e objetiva. Alguns dos recursos da transformação digital que permitem mais assertividade nas decisões passam por softwares de gestão e serviços cloud based.

2) Otimização da comunicação interna

Um dos motivos que justificam a otimização dos fluxos de trabalho das empresas que passam pela transformação digital é a melhoria da comunicação interna. Com o uso de serviços de armazenamento de dados e documentos na nuvem, os empregados podem acessar essas informações a qualquer momento, de qualquer lugar e simultaneamente.

Com a maior interação entre funcionários e colaboradores, as empresas ganham agilidade em suas transações e melhoram a forma como atenderão seus clientes, aumentando o nível de satisfação com os serviços prestados.

3) Ter mais transparência nas negociações

Além de mais ágeis, as transações têm se tornado mais transparentes. Ainda que estejam distantes, os protagonistas de uma negociação podem aproveitar os recursos tecnológicos para fechar acordos sem a dependência dos tradicionais processos burocráticos.

A assinatura eletrônica permite que documentos sejam enviados e assinados em questão de minutos, com a garantia de segurança e validade jurídica. Isso pode ser feito com os negociadores dentro da empresa, em casa ou mesmo em trânsito.

4) Atender melhor os clientes

Além de obter dados mais relevantes para entender os desejos do cliente, as empresas que se adaptam à transformação digital interagem melhor com seus consumidores e, consequentemente, oferecem melhores experiências do que seus concorrentes.

Com muitas ofertas e mais acostumados ao uso de dispositivos digitais, os consumidores esperam por serviços acessíveis em poucos segundos de busca. Seja com chats online ou por meio de aplicativos, as organizações melhoram a forma de atendimento, estreitam os laços com clientes e têm mais oportunidades de negócios.

“A transformação digital é o caminho para alcançar metas e resultados nos negócios, uma vez que esse processo é o resultado de ações contínuas e torna as empresas mais produtivas e competitivas em seus mercados”, explica Marco Américo, vice-presidente de Operações da DocYouSign para a América Latina.

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Computação Cognitiva: nem tudo é TI, e não, você não vai perder o seu emprego

Por Ankur Prakash, VP de New Growth e Emerging Markets da Wipro

Desde o início dos tempos, a humanidade investe tempo e esforço na criação e desenvolvimento de ferramentas que facilitem sua vida. Essas ferramentas impulsionaram nosso aperfeiçoamento e evolução, e modificaram as formas de convivência, comunicação, hábitos, e até características de trabalho e consumo. O principal instrumento dessa jornada é a tecnologia, que não apenas impacta a vida humana, mas também reflete na maneira como as organizações têm buscado novas formas de conquistar mercado, automatizar processos, alavancar eficiência, reduzir custos e aprimorar a experiência dos usuários, enfim, se reinventar. A busca constante por mudança e avanço tecnológico é, hoje em dia, impulsionada pela chamada Era Digital.

Nunca antes o conceito de experiência do consumidor, otimização de processos e ganho de vantagem competitiva estiveram tanto em evidência, e sendo impulsionados por tecnologias como big data, analytics, digitalização, internet das coisas, entre outras. Nesse contexto, um dos meios encontrados para a mudança e adequação à nova era foi o emprego de tecnologias inteligentes, conhecidas, pelo termo geral, como “Computação Cognitiva”, que nada mais são que interação e resposta – em tempo real – da tecnologia às necessidades humanas. Chegou a hora de nos acostumarmos com os termos machine learning, deep learning e inteligência artificial, e começar a emprega-los de forma real em projetos. Não que estejamos avançados na implementação de tais tecnologias, mesmo que a tendência mostre que caminhamos cada vez mais para seu uso. Vale ainda lembrar da Lei de Moore, que aponta que a evolução tecnológica dobra a cada 18 meses, ou seja, o mercado vai precisar correr.

Quando consumidores e clientes notaram que o poder estava, na verdade, em suas mãos – escolha e influência – suas exigências passaram a ser maiores. Ou seja, conhecer hábitos e proporcionar experiências personalizadas a cada cliente tornou-se vital às empresas. E como fazer isso? Seria preciso analisar todos os dados compartilhados e gerados por cada consumidor. Eis que surgiu, então, um novo dilema. Reunir, analisar – as muitas – informações; gerar insights e aplicar estratégias frente aos novos cenários.

De qualquer forma, falar só de Big Data já é quase obsoleto, visto a quantidade de dados e a velocidade com que as coisas acontecem. Agora imagine: uma simples informação postada no Facebook atinge o ‘global’ em minutos, e talvez esse post aponte também um importante dado sobre o seu consumidor. Onde você vai estar quando isso acontecer? Espero que não produzindo aquele antigo relatório de vendas. Essa mera postagem pode revolucionar os seus planos, além de mostrar se aquele cliente ainda pertence ao seu core, ou se está disponível para uma nova oferta. E é importante frisar; para que todo esse processo funcione, um toque de rapidez e automação são necessários, ou seja a utilização de computação cognitiva.

Pense em um sistema de help desk; uma mesma reclamação leva exatamente sete dias úteis para se resolver. Com a implementação de uma solução cognitiva isso pode ser automatizado e o tempo de resposta diminuído consideravelmente. Depois de coletar e entender as informações, a máquina pode resolver e concluir os chamados de determinados problemas, ou seja, se for o caso, acionar um técnico humano para indicar a melhor solução. Agora pense no impacto percebido para os usuários desse sistema, suas solicitações serão respondidas mais rapidamente, com solução personalizada e efetiva, isso aumentará a satisfação e engajamento.

Há área financeira, o que pode ser melhor do que saber a hora exata em que um correntista procura um financiamento imobiliário, já que vai se casar no próximo ano. Melhor que isso é surpreender o cliente com a oferta certa no momento mais oportuno. É conhecer de ponta a ponta a vida e a jornada do seu cliente.

Note que a questão não é puramente TI, mas sim o modelo de negócio. Por que as fintechs fazem tanto sucesso? Mesmo com toda inovação que aplicam, seu modelo prioriza o cliente, o core de sua estratégia pode ser resumido em algumas palavras: usabilidade e experiência do cliente combinada com analytics, ou seja, inovação baseada em dados. Mas se é só isso, por que a solução cognitiva? Para que haja capacidade de processamento e análise de informações de forma mais precisa e inteligente.

A tecnologia não vai tirar o seu emprego

Não espere ver as estimativas de desemprego subindo com o uso de tecnologias cognitivas, ao contrário, aguarde por um mar de oportunidades. Projetos para conhecer a fundo e alavancar o ciclo de vida do cliente só estão em níveis insipientes por falta de recursos qualificados. Ou seja, a mão de obra do futuro. O cientista de dados, por exemplo, será, sem dúvida, um dos cargos – se já não o é – de maior necessidade nas empresas. Esse profissional é um estatístico que possui conhecimento de negócios, um ser humano que não vai apenas analisar dados, ele vai estudar e entender como pode gerar valor e receita para a organização.

A computação cognitiva chegou para facilitar o nosso trabalho, seu uso é dedicado à realização de atividades repetitivas e com baixo conhecimento intelectual. E daqui para frente, ainda que essas máquinas estejam em um momento de aprendizado, até o instante em que imagens, sentimentos e ações puderem ser interpretadas, os seres humanos estarão em posições estratégicas. Soluções cognitivas existem para ocupar gaps e auxiliar o mercado a direcionar os talentos humanos para competências que requeiram altos níveis de conhecimento. Não se preocupe, as máquinas serão suas colegas de trabalho, mas não ocuparão a sua mesa.

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