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Necessidade de inovação rápida em Nuvem coloca em risco experiência dos clientes, dizem CIOs em pesquisa

A Dynatrace, empresa líder em inteligência de software, apresenta pesquisa global independente que indica que 73% das organizações afirmam que a necessidade de velocidade na inovação digital está colocando a experiência dos clientes em risco. O estudo feito com 800 executivos de tecnologia (CIOs – Chief Information Officers) revela que, em média, as organizações lançam três novas atualizações de programas a cada hora de trabalho. Trata-se de um contínuo esforço das empresas para se manterem competitivas e atenderem a um consumidor com expectativas cada vez mais elevadas.

Com relação ao futuro, 89% dos CIOs disseram que vão precisar fazer as atualizações de uma forma ainda mais rápida. No entanto, a agilidade dos lançamentos pode cobrar um preço. Quase dois terços (64%) dos executivos entrevistados admitiram que são obrigados a comprometer a garantia de excelência na experiência dos consumidores em favor de uma inovação realizada com mais velocidade.

“Praticamente toda organização no planeta é uma companhia de software nos dias atuais. Líderes do mercado como a Amazon lançam múltiplas atualizações de programas a cada segundo. Consequentemente, o conceito moderno de entrega de software está centrado na agilidade, em ciclos rápidos de desenvolvimento e em lançamentos dinâmicos usando ambientes híbridos com várias Nuvens”, diz Andreas Grabner, executivo de processos DevOps na Dynatrace. “Ainda assim, usuários finais esperam que o fluxo estável das novas funcionalidades e atualizações funcione perfeitamente, sem ser comprometido. O desafio para a TI é entregar rapidamente, ao mesmo tempo que migra para uma arquitetura nativa na nuvem e mantém a boa experiência do usuário.

Na pesquisa, a Dynatrace analisa os desafios enfrentados pelas organizações à medida em que elas se esforçam para alcançar novos, e mais elevados, padrões de agilidade e velocidade. A pesquisa mostra que

A Nuvem permite agilidade, mas CIOs enfrentam dificuldades para:

– Garantir que a performance do software não seja negativamente impactada (67%);
– Identificar se mover uma aplicação para a Nuvem traz os benefícios desejados (57%);
– Entender se uma aplicação é adequada para a Nuvem (55%);
– Rearquitetar aplicações legadas para a Nuvem (51%);
– Garantir que a experiência do usuário não seja afetada durante o processo de migração (48%).

Falta de colaboração e visibilidade acarreta atrasos para a inovação:

– Para 78% dos CIOs, suas organizações vivenciaram atrasos em projetos de TI que poderiam ter sido evitados se as equipes de desenvolvimento e operação estivessem aptas a colaborarem facilmente;
– Segundo CIOs, iniciativas de Transformação Digital foram desestabilizadas principalmente por causa de impactos na correção de códigos (45%), e interrupções de serviços de TI causadas por problemas externos (55%) ou por mudanças internas (50%).

Organizações enfrentam desafios ao recorrerem a DevOps para melhorar a colaboração:

– 68% das organizações implementaram ou estão explorando possibilidades de uma cultura DevOps para melhorar colaboração e conduzir inovações com mais agilidade;
– 74% dos CIOs disseram que os esforços de DevOps são geralmente prejudicados pela falta de ferramentas e dados compartilhados, o que atrapalha as equipes de TI em obter uma visão unificada “da verdade”;
– 56% dos CIOs identificaram que as diferenças entre as prioridades dos silos departamentais são uma barreira adicional à adoção de DevOps.

“O desafio para todas as organizações é obter uma visão holística do canal de DevOps – da ideia do código até a experiência. Com o amadurecimento de DevOps, empreendimentos buscam automatizar e integrar o desenvolvimento do software com o objetivo de lançar mais rápido sistemas e atualizações com elevado padrão de qualidade e menos esforço manual. É empolgante ver a Inteligência Artificial desempenhar um papel ainda maior na redução de tarefas manuais de modo que possamos fazer o que amamos – criar software melhor, implementar com agilidade e entregar experiências perfeitas”, acrescenta Grabner.

Esse relatório, encomendado pela Dynatrace, é baseado em pesquisa global com 800 CIOs de grandes empresas com mais de 1.000 funcionários. A amostra ouviu 200 executivos dos Estados Unidos, 100 do Reino Unido, França, Alemanha e China, e 50 do Brasil, Austrália Cingapura e México, respectivamente. A pesquisa completa da Dynatrace pode ser acessada pelo link: http://info.dynatrace.com/2018_global_cio_report.html.

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Uso de Agile e DevOps gera aumento de até 60% nos lucros de produtoras de software

Empresas estão comprometidas com a adoção de Agile e DevOps, mas ainda não aproveitam os benefícios que as práticas podem fornecer. Esta é uma das principais conclusões do estudo realizado pela CA Technologies, que entrevistou mais de 1200 executivos de TI sobre o uso de Agile e DevOps na transformação digital. Entre os dados sobre o Brasil, destaca-se que 84% dos entrevistados reconhecem que as abordagens Agile e DevOps colaboram para o sucesso significativo nos negócios quando implementadas juntas.

O estudo apresenta as características dos “Mestres em Agilidade” (18% dos entrevistados), da qual fazem parte as organizações mais próximas à adoção total e que realizam as principais, ou quase todas, ações para tornar Agile e DevOps uma parte essencial de suas operações diárias. Estes “Mestres em Agilidade” também estão mais propensos a usar práticas da abordagem Agile em outras funções da empresa, por isso o aumento de 60% na receita e nos lucros e a probabilidade de expandir seus negócios 2,4 vezes maior – com uma taxa de aumento acima de 20% -, não é apenas uma coincidência.

“O aumento de demanda no mercado de aplicativos não justifica a entrega de produtos de baixa qualidade. Para isso, práticas como Agile são essenciais para que as Modernas Fábricas de Software atendam às exigências de seus clientes”, comenta Francisco Dal Fabbro, VP Latam de Agile da CA Technologies. Segundo ele, a flexibilidade é essencial para se adaptar às transformações do cliente, expectativas dos usuários, mudanças regulatórias e as oportunidades de negócio.

Nem tudo se refere a tecnologias e processos: a perspectiva das pessoas

O estudo também mostra que as organizações têm desafios semelhantes: cultura, capacidades, investimento em programas e alinhamento da liderança. A pesquisa destaca um reconhecimento geral de que a adoção de práticas Agile e DevOps ao longo do ciclo de vida do software não é apenas uma questão de novas capacidades e padrões de trabalho. Para alguns, isso também exige uma mudança importante na mentalidade e no comportamento; isto é, essas mudanças são uma questão relacionada às pessoas, mesmo no nível de diretoria.

O Brasil acompanha as tendências mundiais em relação as principais prioridades para melhorar a eficácia identificada pelos entrevistados incluem:

– Melhorar a cultura da organização para incentivar e recompensar a colaboração (94%);

– Mais apoio e compromisso da administração em todos os níveis (85%);

– Treinamento para as equipes de TI sobre como colaborar e incorporar as melhores práticas em suas atividades diárias no trabalho (86%) e mais suporte e comprometimento da gestão (85%), e

– Aliviar as pressões de tempo para que as equipes possam adotar práticas Agile e DevOps efetivas (85%).

Os entrevistados também disseram que é muito difícil ou desafiador encontrar profissionais familiarizados com os métodos Agile (63%), que tenham experiência com DevOps (80%) e/ou tiveram experiência de trabalho colaborativo em sua equipe (52%). Isso indica claramente uma falta de capacidades na maioria das organizações, o que exige recursos disponíveis, principalmente treinamentos.

Segundo Fabbro, quando há aumento de demanda para atender uma nova tendência de mercado, as empresas têm dificuldade para encontrar profissionais capacitados. “Os cursos de formação não se adaptam tão rápido quanto as empresas. Por isso, elas também precisam apostar em seus talentos, desenvolver profissionais e aumentar sua capacidade de atender o cliente final”, explica.

Conexão entre execução e resultados dos negócios

A conexão entre as abordagens Agile e DevOps e os resultados dos negócios se concentra no ciclo de feedback contínuo de experiências de clientes em tempo real para a engenharia de requisitos, mostrando o desempenho de entrega de software e apoiando o próprio negócio. Assim, para aproveitar ainda mais os benefícios das abordagens Agile e DevOps, as organizações também devem usar a rapidez e a flexibilidade dos ambientes na nuvem, em contêineres e outras novas arquiteturas de desenvolvimento e entrega de códigos, com uma leve mudança em todas as atividades – como testes contínuos – e granularidade mais fina da iteração em todo o ciclo de operações e entrega de software.

Método da pesquisa

A pesquisa global online com 1.279 diretores de TI e executivos foi patrocinada pela CA Technologies e realizada pela empresa de análise de mercado Freeform Dynamics. A pesquisa também contou com entrevistas por telefone com executivos importantes do setor. Veja todos os detalhes sobre a metodologia da pesquisa no relatório How Agile and DevOps enable digital readiness and transformation.

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Dicas e principais métricas para monitoramento de aplicações

Por Rene Abdon, Diretor de Serviços da Dynatrace no Brasil

Há uma revolução digital acontecendo em todos os setores da sociedade, impulsionada por consumidores cada vez mais ávidos por inovações. Em um mercado movido por “tempo é dinheiro”, fica praticamente impossível não falhar por falta de boa performance. Então, como se manter competitivo frente a estas rápidas alterações, exigências e expectativas crescentes dos usuários? Antes do lançamento ou da apresentação de qualquer produto ou serviço, é imprescindível que todos os processos estejam estruturados e aptos. Para isso, uma boa ideia é o uso de práticas de DevOps para dar suporte a um modelo de entregas contínuas.

Um levantamento da Puppet Enterprise aponta que usuários de DevOps de alta performance são mais ágeis, com implantações 30 vezes mais frequentes e 8 mil vezes mais rápidas com relação ao sistema tradicional. São ainda mais confiáveis, com 12 vezes mais rapidez de recuperação caso haja algum problema. Além desse modelo, é importante seguir algumas métricas relevantes e dicas sobre como lançar uma aplicação que forneça uma experiência digital ágil, responsiva, superior e o mais importante: que não falhe na hora de sua utilização.

Não force sem um plano

Se as suas aplicações não estão preparadas, estão lentas ou possuem falhas, não siga em frente. A melhor campanha da empresa, a que houve mais tempo e dinheiro investidos, pode se transformar na pior delas e prejudicar a imagem da companhia caso haja alguma falha em sua apresentação. Para se ter ideia, durante um grande evento esportivo, o website desenvolvido para dispositivos móveis do organizador exibiu um favicon (pequenos ícones que ficam ao lado da barra de endereços de um navegador e servem, entre outras funções, para identificar rapidamente um site) com tamanho de 370 kilobytes, quando o normal é ter entre 512 bytes e 2048 bytes. Obviamente a ação ficou seriamente comprometida e o caso poderia ter sido evitado se houvesse uma otimização básica de performance da web e testes em toda a conduta de desenvolvimento.

Não presuma que você conhece o ambiente

Em uma aplicação, por menor que seja, existem muitos pontos de falha potencial. Os múltiplos dispositivos, tecnologias, canais e metodologias ampliam de forma exponencial as possibilidades de algo dar errado. Por isso, é importante não presumir o conhecimento pleno do ambiente sem a percepção real de um usuário.

Não (re)use cegamente os componentes

Os desenvolvedores estão sempre reutilizando componentes existentes, mas isso nem sempre funciona a favor da empresa. É recomendável acompanhar bem de perto todos os processos.

Métricas

Entre as principais métricas de performance estão: número e tamanho de recursos, tamanho da página, número de erros funcionais, chamadas de terceiros, número de execuções SQL e número dos mesmos SQL’s. Outras destacadas são: tempo gasto em API, chamadas em API, número de domínios, tamanho total, número de itens por página e de AJAX por página.
O ideal é controlar essas métricas manualmente em toda a sua conduta de desenvolvimento de aplicações. Uma vez que há um controle sobre o que precisa saber, é hora de começar a olhar para a forma de simplificar o monitoramento da performance. Este é o objetivo da entrega contínua: automatizar o seu procedimento com portais de qualidade com base em métricas em cada etapa.

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DevOps: a importância para ambientes de cloud e para o mercado de TI atual

Fundamental para ambientes de cloud e para o mercado de TI atual, o DevOps é uma corruptela das palavras “desenvolvimento” (Dev) e “operações” (Ops). Deve ser entendido como uma estratégia para aumentar a capacidade de uma empresa de distribuir aplicativos e serviços em alta velocidade e com qualidade. Os princípios de DevOps ajudam times de desenvolvimento e operação a trabalharem em parceria para agilizar e melhorar a criação e manutenção de softwares. Mas por que adotar o DevOps é importante, mesmo?

O principal benefício e também a maior mudança na estratégia de um ambiente de DevOps é ter profissionais diferentes trabalhando juntos. Pode ser em equipes híbridas (de desenvolvedores e operações de infraestrutura) ou times atuando em conjunto. Desenvolvedores, DBAs (administrador de banco de dados), analistas de negócios, engenheiros de operações e assim por diante: a colaboração entre esses diferentes profissionais oferece muitos benefícios. A ideia é reduzir a tensão entre os times para que eles, trabalhando colaborativamente, entreguem mais resultado para a empresa.

Benefícios técnicos:

• Fornecimento contínuo de software;
• Problemas menos complexos para corrigir;
• Resolução mais rápida de problemas.

Benefícios do negócio:

• Entrega mais rápida de recursos;
• Ambientes operacionais mais estáveis;
• Mais tempo disponível para adicionar valor (em vez de corrigir/manter).

Time-to-marketing mais rápido

Para acompanhar o ritmo acelerado imposto pela era digital para atender as demandas crescentes por inovação, as empresas devem ser cada vez mais ágeis. O time-to-market (tempo para colocar um produto ou serviço no mercado) encurtou e o ciclo de desenvolvimento do software também deve acompanhar estas mudanças. Ao adotar o DevOps, a empresa consegue otimizar e aperfeiçoar produtos em um ritmo mais rápido do que as que usam processos tradicionais de desenvolvimento de software e gerenciamento de infraestrutura, sem perda de qualidade. Essa velocidade permite que as empresas atendam melhor aos seus clientes e possam competir de modo mais eficaz no mercado.

Estabilidade X novos recursos

Um ambiente de TI tradicional muitas vezes causa tensão entre a introdução de novos recursos e estabilidade. Enquanto a equipe de desenvolvimento é cobrada pelos recursos que entrega aos usuários, o time de operações é medido com relação à estabilidade do sistema.

Em um ambiente DevOps, uma única equipe é responsável por fornecer novos recursos e estabilidade. A combinação de uma base de código compartilhada, integração contínua, técnicas de teste e implantações automatizadas, entre outras coisas, expõe problemas de forma mais visível no código do aplicativo, na infraestrutura ou configuração. Desta forma, os problemas tendem a ser menos complexos porque os conjuntos de alterações são menores. E os tempos de resolução são mais rápidos porque não é preciso esperar por uma equipe diferente para corrigir o problema.

Melhoria contínua

A estratégia de entrega contínua de software traz dois grandes fatores de sucesso para uma organização: primeiro, você pode implementar uma ideia de forma mais rápida em termos de desenvolvimento do projeto inicial. E é possível experimentar muitas coisas diferentes para melhorias incrementais contínuas de tudo que sua companhia mede, seja desempenho, vendas ou licenças de uso. Adotar uma abordagem enxuta para o desenvolvimento de produtos (por exemplo, dividir o trabalho em pequenos lotes e implementar o feedback dos clientes) prevê um maior desempenho de TI e menos “dor” na implantação.

Aumento da satisfação e da eficiência da equipe

Em um ambiente tradicional de TI há um enorme desperdício de tempo e esforço, com pessoas à espera de outras pessoas, outros recursos, software novo. Profissionais de alto desempenho querem ser produtivos e buscar coisas novas. O tempo gasto em solucionar problemas recorrentes causa frustração e insatisfação. Com implementações automatizadas e ambientes de produção padronizados, aspectos-chave do DevOps, as implantações tornam-se previsíveis e liberam os profissionais das tarefas repetitivas rotineiras para fazerem coisas mais criativas.

A pesquisa Puppet Labs 2016 State of DevOps aponta os ganhos de qualidade que as empresas que incorporam práticas DevOps conquistam. Confira alguns:

• Equipes de TI de alto desempenho gastam 50% menos tempo para remediar problemas de segurança;
• Gastam 22% menos tempo em trabalho não planejado e retrabalho;
• Profissionais em equipes de alto desempenho foram 2,2 vezes mais propensos a recomendar a sua organização como um ótimo lugar para trabalhar.

Para atender às demandas de um negócio ágil é preciso integrar equipes e automatizar processos. A partir dos princípios e práticas do DevOps, os departamentos de TI podem adotar uma posição de estratégia para melhorar a agilidade dos negócios. Entre estas estratégias está a adoção de um ambiente de nuvem.

Os principais líderes apontados no Quadrante Mágico do Gartner para IaaS na Nuvem (Magic Quadrant for Cloud Infrastructure as a Service, Worldwide), já disponibilizam um conjunto de serviços flexíveis elaborados para permitir que as empresas criem e distribuam produtos mais rapidamente e com maior segurança usando as práticas de DevOps. Esses serviços simplificam o provisionamento e o gerenciamento da infraestrutura, a implantação do código do aplicativo, a automação dos processos de lançamento de software e o monitoramento do desempenho do seu aplicativo e da sua infraestrutura.

Fonte: BRLink

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Só as empresas ágeis irão sobreviver – Por Claudia Vásquez

A economia compartilhada não é um conceito que está longe ou atado ao futuro. É uma realidade que já está em curso. Para as companhias, isso se traduz em grandes inovações e em uma forma de gerenciamento cada vez mais ágil. Todos os empresários precisam ter um olho no que estão fazendo as startups e o outro no que está sendo criado nos centros acadêmicos, mas também precisam trazer ideias criativas e inovadoras à mesa. Aqui é, precisamente, onde “agilidade” se converte em uma palavra fundamental. A agilidade permite que diversos membros de uma mesma comunidade se reúnam de lugares distintos do mundo para compartilhar suas perspectivas e ações em tempo real, podendo, assim, inovar de uma maneira muito mais rápida e eficaz.

A rapidez se converteu em um requisito. As companhias que tiverem uma aproximação apenas tímida da Economia do Aplicativos estão destinadas a fracassar. A agilidade é a única que pode responder, por parte das companhias, às demandas dessa nova geração que procura serviços novos e personalizados.

Os usuários já não esperam nem 6 segundos para que um aplicativo rode seu conteúdo, tampouco querem perder tempo ao telefone até que alguém resolva atendê-los em seus bancos. Os millenials já não temem a mudança e estão cada vez mais ávidos por tecnologia. O que temem, na verdade, é perder tempo com burocracia ou com outras atividades que não lhes traga nenhum prazer. É por isso que as companhias que querem prosperar nessa nova era têm de aprender como se transformar de maneira rápida para melhorar constantemente a experiência que oferecem a seus clientes.

Além disso, os millenials estão cada vez mais dispostos a alugar do que a comprar produtos ou serviços, por duas razões básicas: o aluguel mensal é mais barato e pode ser interrompido a qualquer momento quando o produto/serviço deixar de ser usado. E é aqui que as empresas devem seguir essa lógica e maximizar o aluguel de serviços na nuvem, por exemplo – são escaláveis, seguros e mais econômicos. Os prestadores de gestão de serviços têm feito com que esses serviços estejam disponíveis para companhias de médio porte também. Todos saem ganhando.

Os negócios estão usando a Gestão Ágil, o DevOps e diversas metodologias de entrega como uma forma de encurtar o time-to-market daqueles produtos que são totalmente influenciados pela retroalimentação de seus clientes. Ainda que seja um fenômeno recente na América Latina, está se tornando cada vez mais importante porque as companhias da região têm facilidade para se adaptarem de maneira rápida a novas realidades – e também, é claro, pelas notórias habilidades de comunicação dos latinos

Estou segura de que a Economia dos Aplicativos tem um papel social importante, já que permite às empresas chegarem a consumidores aos quais antes não tinham acesso. A nuvem, a mobilidade e as redes sociais são os principais motores desta Economia dos Aplicativos.

É obrigação das companhias entender que os consumidores têm agora mais opções e, além de tudo, se consultam entre si – mesmo além das fronteiras geográficas – e que, dessa maneira, somente sobreviverão as marcas que realmente entendam e respeitem suas necessidades.

Claudia Vásquez, presidente da CA Technologies na América Latina

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O DevOps possibilita mais agilidade e diminui os riscos do seu negócio – Por Eduardo Floriano

A oferta de AMS (Application Management Services) proporciona à empresa, através do DevOps, mais agilidade, um ambiente de desenvolvimento padronizado e automação de processos operacionais na produção de softwares e serviços. Fato consumado.

Para entender melhor, o DevOps é a relação de interdependência entre desenvolvimento de software e operação de TI. Ou seja, é um trabalho colaborativo e harmônico entre esses dois times. O resultado desta junção é a entrega de aplicações, conhecidos por releases, mais rapidamente, com maior frequência e com aumento da qualidade do software implantados nos ambientes de infraestrutura. Consequentemente, atrelados a estes benefícios, há um aumento significativo na satisfação dos usuários e TI, bem como no atendimento do time to market e melhoria na eficiência do negócio.

O time de desenvolvimento ágil possui o foco na geração de novas aplicações ou releases ininterruptamente para atender as necessidades do negócio, enquanto o time de operação de TI foca na estabilidade e disponibilidade das aplicações para o usuário. A grande dificuldade encontrada pelas empresas é fazer com que esses dois times, com funções tão dispersas, consigam trabalhar juntos em prol de um mesmo objetivo.

Para isso, é necessária a mudança de cultura da companhia como um todo, envolvendo processos e práticas, como integração e entregas contínuas, que por meio de processos automatizados de teste unitários e funcionais, qualidade do código, liberações de novas versões de software nos ambientes de infraestrutura, e monitoramento proativo e constante por ambos os times, traz, além do ganho de produtividade percebida pelo usuário final e de TI, a garantia de um produto estável e com alta disponibilidade dos sistemas no ambiente produtivo.

Há ainda a questão da eficiência dos custos operacionais da TI, redução do TCO (Total Cost of Ownership), atingida durante o processo de desenvolvimento, na identificação de defeitos com antecedência, na redução do tempo de implementação e testes, bem como na manutenibilidade, que devido à aderência das boas práticas de desenvolvimento do código do software e da necessidade de um menor tempo para adequar o software a novos requisitos, por exemplo, proporciona economia.

A união de uma operação fundamentada e operada seguindo as boas práticas, uma boa governança sobre os ambientes de infraestrutura e equipes movidas pela cultura do DevOps permite à empresa maior crescimento, mais agilidade e qualidade no seu negócio. Fique atento.

Eduardo Floriano é diretor da área de AMS (Application Management System) da Sonda IT, maior integradora latino-americana de Tecnologia da Informação.

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Estudo da CA Technologies mostra que Brasil é quarta maior referência global em DevOps

País aparece atrás apenas de Estados Unidos, Índia e Suíça, com um total de 16% das empresas tendo êxito na total implantação dessas soluções

O estudo “Montando o Quebra-Cabeça de DevOps”, realizado pela CA em parceria com a Freeform Dynamics, confirma a posição do Brasil como uma das referências globais na adoção de soluções maduras de tecnologia DevOps. Segundo o levantamento, aproximadamente 16% das companhias que atuam no País já tiveram êxito total na implementação destas ferramentas, atrás apenas dos Estados Unidos e Índia (25%) e Suíça (23%). O resultado é especialmente importante por inserir o Brasil à frente de nações como Canadá, Espanha, França, Itália e Reino Unido.

Os números relativos a empresas que já possuem soluções em andamento também sugerem um futuro promissor. Atualmente, 60% das companhias que atuam no Brasil se consideram adeptas iniciantes ou parciais de ferramentas de DevOps, enquanto 24% dos entrevistados pontuaram que trabalham em empresas não-adeptas desse tipo de tecnologia.

“A pesquisa aponta ainda que é cada vez maior o número de empresas e corporações que identificam DevOps como fator crucial de contribuição para ganhos de competitividade, fidelização de clientes e resultados – diferenciais fantásticos em um ambiente de negócios em constante e cada vez mais rápida mudança”, afirma Rodrigo Bernardinelli, diretor de Solution Sales para DevOps da CA Technologies para América Latina.

O levantamento, que ouviu 1,4 mil profissionais de TI com nível sênior e executivos de negócios de todo o mundo, aponta que as empresas de Telecom ainda são uma referência na adoção de DevOps. Em todo o planeta, 1 em cada 4 empresas do setor são adeptas avançadas. O Varejo tem ganhado cada vez mais espaço, somando 16% de companhias consideradas “advanced adopters” e Serviços Financeiros aparece em terceiro lugar (15%). Em contraponto, a indústria de Bens de Consumo aparece como a menos engajada (7%), seguida da área de Saúde (10%).

DevOps e estratégia

Ainda que DevOps seja um componente-chave para agilidade nos negócios e para se manter em dia com as demandas dos clientes, o levantamento “Montando o Quebra-Cabeça de DevOps” reforça que muitas empresas ainda não conseguem lidar com tais ferramentas de maneira estratégica. Isso porque apenas pouco mais da metade (55%) dos pesquisados globalmente afirmaram que têm objetivos bem definidos para a adoção de tais ferramentas. Além disso, enquanto 86% consideraram a capacitação de stakeholders e o alinhamento da TI às prioridades do negócio como importantes, somente 33% e 37%, respectivamente, chegaram a completar esses passos.

Ainda que ambas as equipes, de desenvolvimento e operações, tenham individualmente implementado métodos modernos e técnicas de automação, a maioria (63%) dos adeptos ao DevOps diz que ainda há trabalho a ser feito em termos de infraestrutura e ferramentas.

Além disso, com 46% de respondentes ainda trabalhando em segurança e compliance, está claro que a maioria da atividade DevOps não está bem sustentada por uma plataforma facilitadora e por uma perspectiva de gerenciamento de risco.

No entanto, o benefício de apostar nestas soluções compensa. Comparados aqueles sem DevOps, os adeptos avançados da metodologia têm:

• 2,5 vezes mais chances de melhorar fidelização de clientes

• 2 vezes mais chances de aumentar a conquista de novos clientes

• 3,4 vezes mais chances de perceberem crescimento em market share

• 2 vezes mais chances de terem visto um impacto positivo em aumento de receita

• 2,4 vezes mais chances de ter experimentado crescimento nos lucros

Metodologia de pesquisa

O estudo online global de 1.442 profissionais de TI com nível sênior e executivos foi patrocinado pela CA Technologies e conduzido pela Freeform Dynamics, empresa de análise da indústria, em julho de 2015. Ele ganhou corpo através de entrevistas telefônicas em profundidade com executivos-chave da indústria. Para detalhes mais aprofundados de metodologia de pesquisa, acesse “Montando o Quebra-Cabeça DevOps”.

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