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Pesquisa global da Avast releva as condições dos PCs

A Avast, líder em produtos de segurança digital, anunciou dados do seu Relatório de Tendências para PC. O estudo apresenta uma visão real sobre os softwares e hardwares mais usados em computadores, a partir de dados anônimos de mais de 155 milhões de usuários do mundo todo. As informações foram reunidas pelo AVG PC TuneUp e Avast Software Updater, no terceiro trimestre do último ano. A seguir, estão os principais fatos apontados no relatório:

Em média, os computadores têm mais de 5 anos de idade

O relatório da Avast apontou que os usuários permanecem com seus computadores por um longo tempo. Surpreendentemente, quase 28% dos PCs têm mais de oito anos, o que significa que são da era do Core 2 Duo e, por isso, são mais lentos. Os resultados mostraram que 27,82% foram fabricados em 2009 ou antes; 12,03% em 2010; 10,67% em 2011; 14,09% em 2012; 10,51% em 2013; e 14,48% em 2014. Além disso, apenas 10% dos PCs e laptops foram adquiridos em 2015 ou após este ano. Portanto, a idade média dos PCs avaliados, conforme dados dos 155 milhões de usuários, possuem pouco mais de 5 anos.

Em média, o usuário tem 51 programas instalados

Dentre os milhões de usuários de PC no mundo, a quantidade média de programas instalados chegou a 51. Neste caso, não são apenas programas do dia a dia como Skype, Office ou iTunes, mas também ferramentas como Java e Flash necessárias para executar sites e outras plataformas. O usuário deve estar ciente de que quanto mais programas instala, mais lento e potencialmente não confiável o PC se tornará.

Os programas mais instalados

A grande maioria (79%) têm o Google Chrome instalado, seguido de Adobe Flash Player (77%), Java (59%), Mozila Firefox (44%) e Skipe (39%). Muitos usuários têm o Google e Firefox instalados no PC, para talvez alternar o uso dos navegadores.

Muitos programas estão desatualizados – Java, Adobe Air e Shockware

Com a telemetria, o Software Updater da Avast é capaz de identificar quais programas estão desatualizados. Alguns usuários (gratuitos) da Avast, que não possuem Atualizações Automáticas de Software ativadas, executam algum programa bastante antigo e potencialmente perigoso. No topo dessa lista está o Java, com 17% dos usuários executando as versões 6 e 7 desatualizadas. A Avast sugere que os usuários, mesmo aqueles que executam o Java 8, devem atualizar o software visitando o site oficial do Java ou usando o Avast Premier, que inclui o Automatic Software Updater.

Participação do Windows 10 no mercado de software cresceu e chegou a 35%

O Windows 10  da Microsoft foi introduzido há dois anos no mercado e teve várias versões desde então, diferentemente do Windows 7 que está começando a mostrar sua idade. Apesar disso, o sistema operacional mais antigo ainda está instalado em 45% dos PCs dos usuários. A lista com a participação de mercado dos programas avaliados traz o Windows 7 (45%), Windows 10 (35,1%), Windows 8.1 (10,7%), Windows XP (4,6%), Windows 8 (2.1%) e Windows Vista (2%).

HP lidera com 20% de participação do mercado de PC

Olhando para a distribuição global das marcas de computadores, a HP (Hewlett-Packard) lidera o ranking. Seu concorrente mais próximo possui apenas metade desse mercado. Assim, no topo está a HP (19,8%), seguida pelas marcas Acer, Asus, Dell e Lenovo (com cerca de 10%), logo após a Gibagyte e Toshiba (com cerca de 5%), Samsung (3,7%) e demais marcas avaliadas (24,8%).

SSD surpreendentemente pequeno: HDD ainda rege

Tendo em vista que os PCs têm em média 5 anos, não é surpreendente saber que a unidade de estado sólido (SSD) mais rápida não é tão comum quanto a unidade de disco rígido mecânica (HDD). Dentre os milhões de usuários da base Avast apenas 7,4% tinham um SSD, enquanto outros 6,7% tinham uma combinação híbrida de SSD + HDD em seus sistemas. O restante (85,9%) ainda tem que lidar com os atrasos e a lentidão dos discos rígidos tradicionais.

“Diante dos avanços tecnológicos, imaginamos que a maioria das pessoas utilizam PCs inteligentes, rápidos e atualizados, e que aqueles computadores com monitores antigos simplesmente desapareceram do mercado. Mas a realidade é outra”, disse André Munhoz, Country Manager da Avast no Brasil. “O número de PCs com anos de uso é grande e esses usuários precisam estar atentos para a necessidade de atualização constante dos programas, principalmente para reduzir vulnerabilidades que possam facilitar a ação de cibercriminosos e colocar em risco seus dados pessoais e sua privacidade”, completou.

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Avast lança Cleanup Premium com novas ferramentas para otimizar o desempenho do PC

A Avast, líder global em produtos de segurança digital, anunciou o seu novo produto Avast Cleanup Premium que oferece aos usuários uma solução simples e efetiva para otimizar o desempenho de PCs.

Com mais de 10 recursos abrangentes, incluindo um patenteado Modo Dormir que prioriza os programas em uso para deixar o computador mais rápido, o Avast Cleanup Premium é uma ferramenta de otimização essencial para todos os usuários de PC. Além do Modo Dormir, outros recursos notáveis são o de Limpeza de Disco que remove o lixo de mais de 200 aplicativos e funcionalidades do Windows; e o de Limpeza de Navegador que elimina rastros online, dados temporários e resíduos de informações que os usuários possam ter tido problemas para deletá-los.

O novo Avast Cleanup Premium faz com que PCs novos e antigos ganhem mais velocidade no desempenho ao liberar espaço para os usuários, limpando o disco rígido ou corrigindo problemas comuns em seus computadores.

“Os laptops tiveram grandes avanços em termos de desempenho, recursos e espaço em disco, porém, ao mesmo tempo, as nossas atividades digitais estão crescendo. À medida que confiamos mais em nossos PCs, o desempenho e a confiabilidade deterioram rapidamente, por isso, o novo Avast Cleanup Premium foi projetado para resolver de forma ágil e imperceptível essas questões para as pessoas. Com base em nossa experiência de mais de 20 anos, desenvolvemos uma gama abrangente de recursos e algoritmos inteligentes que mantêm os PCs mais avançados funcionando com eficiência e fazem com que os computadores mais antigos trabalhem como novos, novamente “, disse Ondrej Vlcek, CTO, EVP & GM Consumer da Avast.

O Avast Cleanup Premium proporciona melhor performance, mais espaço em disco e manutenção confiável para PCs através de uma série de novos recursos, incluindo:

Manutenção:

Esta opção permite que os usuários analisem seus sistemas, sem um clique sequer. Assim que o programa é instalado, ele inicia um escaneamento dos atalhos para remover links quebrados, esvaziar caches, deletar cookies e lixo em disco, melhorando o desempenho de PCs desde o primeiro dia.

Modo Dormir: Otimização Patenteada

Agora, o Cleanup da Avast inclui o patenteado “Modo Dormir” da companhia. Muitos programas como o iTunes, Skype ou o Adobe Reader têm uma série de serviços, itens de inicialização e tarefas programadas ativas mesmo quando não estão sendo utilizados. Ao interromper esses recursos ativos em segundo plano através do Modo Dormir da Avast, a prioridade é dada aos programas que estão realmente em uso, fazendo com que o computador funcione de maneira mais suave e rápida.

Limpeza de Disco e Limpeza de Navegador:

O Windows e seus programas produzem uma quantidade enorme de resíduos de dados, gerando registros em segundo plano e armazenando arquivos temporariamente. O recurso de Limpeza de Disco da Avast remove o lixo de mais de 200 aplicativos e funcionalidades do Windows, garantindo que não exista excesso ocupando um valioso espaço em disco. Já o recurso de Limpeza de Navegador elimina rastros online, dados temporários e resíduos de informações que os usuários não tenham sido capazes de deletar – esta funcionalidade é compatível com mais de 25 navegadores, incluindo Explorer®, Chrome™ e Firefox®.

Software Cleanup

O software Cleanup corrige aquelas barras de ferramentas e programas pré-instalados considerados irritantes, que nunca foram usados. Assim, faz que com esses softwares indesejados (bloatware) tornem-se coisas do passado.

Centro de Resgate

O Centro de Resgate permite ao usuário desfazer quase todas as otimizações realizadas com o Avast Cleanup Premium, provando como o recurso é fácil de usar. O Centro de Ação fornece notificações em tempo real sobre qualquer problema, para que o usuário possa corrigi-lo a partir de um simples clique.

Usuários podem baixar a versão teste ou adquirir o Avast Cleanup Premium. Licenças para avaliadores estão disponíveis.

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Mercado brasileiro de PCs cresce 5% em vendas no segundo trimestre, revela estudo da IDC Brasil

Pelo segundo trimestre consecutivo o mercado de PCs mostrou crescimento no Brasil. De acordo com o estudo IDC Brazil PCs Tracker Q2, realizado pela IDC Brasil, líder em inteligência de mercado, serviços de consultoria e conferências com as indústrias de Tecnologia da Informação e Telecomunicações, entre os meses de abril e junho de 2017 foram vendidos 1,243 milhão de máquinas, ou seja, 5% a mais do que no mesmo período de 2016, quando o mercado chegou à marca de 1,182 milhão de computadores comercializados. A receita do segundo trimestre de 2017 foi de R$ 2,7 bilhões, queda de 6,4% em comparação ao mesmo período do ano passado, e aumento de 14% em relação aos três primeiros meses deste ano.

Do total de computadores vendidos no segundo trimestre de 2017, 396 mil são desktops – 10% a menos do que no mesmo período de 2016, quando foram vendidas 438 mil máquinas -, e 847 mil notebooks – 14% a mais na comparação com o segundo trimestre do ano passado, quando foram vendidos 744 mil equipamentos.

“O crescimento no primeiro semestre de 2017 mostra que o mercado ainda tem fôlego para fechar um bom ano. A liberação do dinheiro do FGTS contribuiu para o aumento nas vendas. Além disso, os fabricantes passaram a oferecer computadores com preços mais acessíveis, em torno de mil reais, o que alavancou o mercado”, diz Pedro Hagge, analista de pesquisa da IDC Brasil. Segundo ele, este movimento trouxe de volta uma parcela da população que não tinha condições de compra e outra que precisava renovar as máquinas.

Ainda de acordo com o estudo da IDC, o mercado voltado ao consumidor final continua na liderança das vendas, com 68% de participação. O varejo vendeu 843 mil equipamentos, o que representa crescimento de 6% ante 795 mil de abril a junho de 2016. O mercado corporativo também mostrou números positivos. No segundo trimestre de 2017, 400 mil máquinas foram destinadas ao segmento, alta de 3% em relação ao segundo semestre de 2016, quando foram 387 mil. Quanto ao tíquete médio dos computadores no segundo trimestre de 2017 foi de R$ 2.177, contra os R$ 2.445 de 2016, recuo de 11%. Já na comparação com os três primeiros meses de 2017, houve aumento de 2% na média de preços.

Para 2017, a IDC Brasil prevê crescimento de 1,2% na comparação com o ano de 2016. “Acreditamos que o mercado chegue a 4,55 milhões de unidades vendidas, sendo 1,6 milhão de desktops e 2,9 milhões de notebook. A receita deve ficar na casa dos R$ 10,3 bilhões”, finaliza o analista da IDC Brasil.

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Gartner: remessas mundiais de PCs diminuíram 4,3% no segundo trimestre de 2017

O Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento imparcial em tecnologia, aponta que as remessas globais de PCs totalizaram 61,1 milhões de unidades no segundo trimestre de 2017, uma queda de 4,3% em relação ao segundo trimestre de 2016. A indústria de computadores está no meio de uma recessão de cinco anos e esse é o 11º trimestre consecutivo de declínio. As remessas do segundo trimestre deste ano foram as menores em volume desde 2007.

“Os preços mais elevados dos PCs devido à escassez de componentes para DRAM (um tipo de memória RAM), unidades de estado sólido (dispositivos para armazenamento não volátil de dados digitais) e telas LCD tiveram um impacto negativo acentuado na demanda por desktops no segundo trimestre de 2017”, diz Mikako Kitagawa, Analista do Gartner. “A abordagem em relação aos maiores custos de componentes variou de fornecedor para fornecedor. Alguns decidiram absorver o aumento dos preços das peças sem elevar o preço final de seus dispositivos, enquanto outros transferiram os custos para o valor para o usuário final.”

No entanto, no segmento de negócios, os fornecedores não aumentaram o preço tão rapidamente, especialmente em grandes empresas em que o valor normalmente é fixado com base em contrato, que muitas vezes é mantido durante o trimestre ou mesmo durante o ano”, afirma Mikako. “No mercado de consumo, a elevação de preços tem um impacto maior à medida que os hábitos de compra são mais sensíveis aos aumentos. Muitos consumidores estão dispostos a adiar suas aquisições até que a pressão sobre os preços diminua.”

A HP Inc. recuperou sua posição frente à Lenovo no mercado mundial de PCs no segundo trimestre de 2017 (tabela 1). A empresa alcançou cinco trimestres consecutivos de crescimento ano a ano. As remessas cresceram na maior parte das regiões, especialmente no mercado norte-americano, no qual o aumento das remessas excedeu a média regional.

As remessas globais da Lenovo diminuíram 8,4% de abril a junho de 2017 após dois trimestres de crescimento. A empresa registrou queda de remessa ano a ano em todas as regiões-chave. Mikako diz que os resultados do trimestre poderiam refletir a mudança estratégica da Lenovo de ganhos por compartilhamento de unidades para proteção de margem. O equilíbrio estratégico entre ganho de participação e rentabilidade é um desafio para todos os fornecedores de PCs.

A Dell alcançou cinco trimestres consecutivos de crescimento anual de remessas, com aumento de 1,4% no segundo trimestre de 2017. A empresa colocou alta prioridade em PCs como negócio estratégico. Entre os três principais fornecedores, a Dell é o único que pode suprir as necessidades integradas de TI para as empresas da Dell Technologies.

Nos EUA, as remessas de PCs totalizaram 14 milhões de unidades no segundo trimestre de 2017, um declínio de 5,7% em relação ao mesmo período de 2016 (tabela 2). O mercado norte-americano diminuiu devido à fraca demanda no consumo de PCs. O segmento de negócios mostrou um crescimento consistente, enquanto os primeiros indicadores sugerem que as despesas no setor público estavam no caminho certo com a normal sazonalidade, já que o segundo trimestre geralmente é a pior temporada de compras dos equipamentos. No entanto, o mercado de educação estava sob pressão de uma forte demanda do Chromebook.

O segmento de Chromebook vem crescendo muito mais rápido do que o mercado geral de PCs. O Gartner não inclui as remessas desse equipamento no número geral, mas ele está afetando razoavelmente o mercado de computadores. As remessas mundiais do Chromebook cresceram 38% em 2016, enquanto o mercado geral de PCs diminuiu 6%.

“O Chromebook não é uma substituição ao PC desde já, mas poderia ser potencialmente transformado em uma troca se algumas poucas condições forem atendidas”, diz Mikako. “Por exemplo, a infraestrutura de conectividade geral precisa melhorar, a conectividade de dados móveis precisa se tornar mais acessível e é necessário ter mais capacidade off-line.”

As remessas de PCs na região EMEA (Europa, Médio Oriente e África) totalizaram 17 milhões de unidades no segundo trimestre de 2017, um declínio de 3,5% ano a ano (tabela 3). Houve resultados variados entre os diversos países. A incerteza em torno das eleições no Reino Unido indicou que algumas empresas britânicas atrasaram as compras, especialmente no setor público. Na França, a confiança dos consumidores aumentou mais do que o esperado depois que Emmanuel Macron foi eleito presidente. No entanto, os gastos com PCs permanecem tímidos. As remessas de computadores aumentaram na Alemanha à medida que as empresas investem em novo hardware com base no Windows 10 e o mercado russo continuou a mostrar melhorias impulsionadas pela estabilização econômica.

Na Ásia/Pacífico, as vendas de PCs superaram 21,5 milhões de unidades no segundo trimestre de 2017, 5,1% abaixo do mesmo período do ano passado. O mercado de computadores nessa região foi afetado principalmente pela dinâmica do mercado na Índia e na China. Na Índia, a demanda reprimida após a desmonetização esfriou depois do primeiro trimestre, juntamente com a ausência de um amplo contrato de compra em comparação com o ano anterior e preços mais elevados dos computadores, o que provocou um fraco crescimento do mercado. A China foi fortemente impactada pelo aumento dos preços dos PCs devido à falta de componentes.

Esses resultados são preliminares. As estatísticas finais estarão disponíveis em breve para clientes do programa Gartner’s PC Quarterly Statistics Worldwide by Region. O relatório oferece uma visão abrangente e oportuna do mercado mundial de PCs, permitindo que o planejamento de produtos, a distribuição, o marketing e as vendas das organizações se mantenham a par das questões-chave e suas implicações futuras em todo o mundo.

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Brasileiros usam cada vez mais o celular para transações bancárias. Ida às agências perde espaço

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O canal preferido pelos brasileiros para realizar transações bancárias em 2016 foi o computador pessoal, responsável por 33% das operações. Mas as 16,7 bilhões de transações feitas em 2016 por equipamentos móveis, como celulares, mostram que esse canal tem ganhado cada vez mais a preferência dos brasileiros e já responde por 28% das operações. Em 2015, essa participação era de 19%.

“Até o internet banking, que há algum tempo crescia 20% ao ano, tem perdido espaço. Em 2016, cresceu apenas 3%, enquanto a taxa de uso de celulares vem crescendo de 40% a 50% ao ano”, comenta Flávio Tulio Vilela, chefe do Departamento de Operações Bancárias e de Sistema de Pagamentos, do BC. Segundo ele, a justificativa está na facilidade, na comodidade e na praticidade oferecidas pelos aplicativos desenvolvidos para dispositivos móveis. Os números fazem parte das Estatísticas de Pagamentos de Varejo e de Cartões no Brasil referentes a 2016, publicadas na segunda-feira (10) pelo BC.

De acordo com o levantamento, agências e postos de atendimento continuam perdendo espaço. Em 2016, foram realizados 8,1 bilhões de transações bancárias nesses locais, 8% a menos que em 2015.

Também está em queda o uso de cheques no país. Em 2016, 879 milhões de operações foram realizadas por esse meio de pagamento, 14% a menos que em 2015. O valor envolvido nessas transações foi de R$ 2,259 trilhões, queda de 12% em relação ao ano anterior. Ainda assim, o montante transacionado com cheques ainda é bastante alto em relação aos demais meios de pagamento, como os cartões de crédito, cujas transações somaram R$ 674 bilhões.

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Segundo Flávio Túlio, o cheque ainda continua sendo mais utilizado quando a negociação envolve grandes valores, como a compra de um imóvel ou de um carro. “Na aquisição de um imóvel, por exemplo, o comprador ainda considera mais seguro pagar com cheque, tendo em conta que é possível associar a concretização da compra à liquidação do cheque”.

As operações com cartões de débito somaram R$ 430 bilhões, alta de 10%. Já em número de operações, as transações subiram 5% de 2015 para 2016 e atingiram 6,8 bilhões no total. No caso do cartão de crédito, foram 5,9 bilhões de operações, alta de 6%.

Ainda segundo o relatório, a quantidade de ATMs por região permanece praticamente estável desde 2010. Essa era uma tendência esperada, já que o compartilhamento de máquinas pelos bancos é uma política que vem sendo estimulada pelo BC. “Não é eficiente que cada banco gerencie e mantenha uma máquina própria, uma vez que é possível a concentração de vários bancos em um único ATM. Isso acaba por reduzir custos e beneficiar o cliente”, defende.

Divulgadas anualmente, as Estatísticas de Pagamentos de Varejo e de Cartões no Brasil compilam informações enviadas pelos diversos participantes do mercado e incluem números referentes ao uso dos instrumentos de pagamento no país, ao mercado de cartões de pagamento e aos canais de acesso a transações bancárias.

Fonte: Banco Central

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Mercado brasileiro de PCs volta a crescer depois de cinco anos, revela estudo da IDC Brasil

Após cinco anos de resultados negativos, o mercado brasileiro de PCs voltou a crescer no primeiro trimestre de 2017. Entre os meses de janeiro e março, foram vendidos 1.1 milhão de máquinas, ou seja, 5% a mais que no mesmo período de 2016. Do total, 405 mil unidades foram desktops e 701 mil notebooks. Os produtos destinados ao consumidor representam 65% do mercado total. Já o segmento corporativo foi responsável pela compra de 35% dos computadores, o que representa 340 mil aparelhos. Os dados fazem parte do estudo IDC Brazil PCs Tracker Q1, realizado pela IDC Brasil, líder em inteligência de mercado, serviços de consultoria e conferências com as indústrias de Tecnologia da Informação e Telecomunicações.

“O crescimento é modesto, mas demostra que o mercado brasileiro está se estabilizando. A melhora aconteceu devido ao fim da oscilação do dólar, às promoções realizadas pelos varejistas para incentivar a compra e ao aumento da confiança do setor corporativo para investir”, diz Pedro Hagge, analista de pesquisa da IDC Brasil.

Ainda de acordo com o estudo da IDC, o ticket médio no período foi de R$ 2.141, 22% a menos do que nos meses de janeiro, fevereiro e março de 2016, quando o mercado trabalhava com o dólar mais alto e tinha média de preço de R$ 2.750. “O consumidor brasileiro é muito sensível a preço e a queda de mais de R$ 600 nos computadores foi um ponto decisivo para que o mercado voltasse a crescer”, completa Hagge.

Para 2017, a IDC Brasil prevê a manutenção no mercado de PCs com 4,5 milhões de unidades vendidas, sendo 1,6 milhão de desktops e 2,9 milhões de notebook, leve crescimento de 1,2% na comparação com o ano de 2016, e receita de R$ 9,6 bilhões. “Em um mercado maduro como o de PCs, um crescimento, mesmo que pequeno, é muito importante, ainda mais porque existe uma forte competição com tablets e, principalmente, com celulares” finaliza o analista da IDC Brasil.

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Marca Compaq se renova e apresenta novos modelos de notebooks e desktop

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Pautada pela inovação, a Compaq apresenta ao mercado brasileiro sua nova linha de produtos, composta por cinco modelos de notebooks e um modelo de desktop. Alguns produtos da nova linha já podem ser encontrados pelos consumidores nas principais redes varejistas do Brasil, lojas físicas e e-commerce. A partir do mês de julho, todos os produtos já podem ser encontrados no mercado.

Dentre os modelos disponíveis para o consumidor, está o Presario CQ-360, o notebook que se transforma em tablet, com preço a partir de R$ 1.699. O lançamento vem com tela LED de 11.6’ touchscreen, traz sistema operacional Windows 10, 500 GB de HD, processador Intel Celeron® Dual Core N3050 e memória de 4GB, o que garante o desempenho do notebook para rodar diversas aplicações ao mesmo tempo.

O consumidor também pode encontrar nas redes varejistas o Presario CQ-23, com preço a partir de R$ 999, que traz em sua configuração sistema operacional Windows 10, processador Intel Celeron® Dual Core, memória de 4GB e conta com duas opções de tecnologia de armazenamento: HD de 500GB e/ou SSD de 32GB. Na versão SSD, o notebook acompanha um pacote de 100GB do Microsoft Onedrive, que permite armazenar e acessar arquivos na nuvem a qualquer hora e lugar.

Com design moderno e discreto, o notebook Presario CQ-21 também está disponível no mercado. Com preço a partir R$ 1.599, o modelo foi preparado para desempenhar todas as atividades do usuário corporativo. Sua configuração traz Windows 10, processador Intel Celeron® Dual Core, 500GB de HD e memória de 4GB, o que garante seu desempenho para rodar diversos aplicativos ao mesmo tempo.

Produtos disponíveis a partir de julho de 2017

Na cor prata, com 17’mm de espessura e com leitor biométrico, o notebook Presario CQ-17 soma ao novo portfólio da Compaq com preço a partir de R$ 1.299. Sua configuração traz processador Intel Celeron® Dual Core, memória de 4GB, sistema operacional Windows 10 e conta com duas opções de tecnologia de armazenamento: HD de 500GB e/ou SSD de 32GB.

A nova linha também é composta pelo notebook Armada 13, com preço a partir de R$ 1.999. Com 15’mm e tela de 13 polegadas, o notebook traz processador Intel Core i5 de sétima geração, 4GB de memória, sistema operacional Windows 10, além de contar com duas opções de tecnologia de armazenamento: HD de 500GB e/ou SSD de 32GB.

Completa a nova linha Compaq 2017 o desktop Presario CQ-14, a partir de R$ 1.299. Voltado para o mercado corporativo e Governo, o desktop possui três opções de processadores: Intel Celeron, Core i3 e Core i5. Comercializado na cor preta, o CQ-14 conta também com sistema operacional Windows 10, memória de 4GB e HD de 500.

Os produtos Compaq podem ser encontrados nos varejistas Lojas Americanas, Shoptime, Submarino, Casas Bahia, Ponto Frio, Magazine Luiza, Carrefour, Pernambucanas, Allied – distribuidor, Armazém Mateus, Ricardo Eletro, Coop, Credimoveis, Berlanda, Taqui, Herval, Lasa e Eletrocenter.

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Citrix e Samsung unem tecnologias para transformar o Galaxy S8 em desktop

À medida que as empresas adotam cada vez mais as estratégias de negócios móveis, as pessoas devem transportar até três dispositivos, incluindo seus laptops, smartphones e tablets. Para aliviar essa carga de dispositivos eletrônicos, tornar as pessoas mais eficientes e ajudar as empresas a reduzir custos, a Samsung apresenta o Samsung DeX que, quando combinado com o Citrix Receiver, converte o novo Samsung Galaxy S8 em um ambiente de desktop que inclui uma interface do usuário otimizada para multitarefa com suporte para teclado e mouse, capacidades de janela redimensionáveis, notificações pop-up na barra de tarefas e muito mais.

A combinação de Citrix e Samsung DeX transforma o telefone e fornece aos usuários acesso seguro ao seu espaço de trabalho digital e a todos os aplicativos e dados corporativos que necessitam para realizar suas tarefas. A Samsung está apresentando a solução Citrix exclusivamente em versões de demonstração do Samsung DeX com XenApp, XenDesktop e Citrix Receiver.

Esta colaboração exclusiva entre Citrix e Samsung literalmente alivia a carga das organizações e de seus funcionários, proporcionando maior segurança e flexibilidade para as pessoas que passam todo ou parte de seu dia de trabalho fora do escritório. Esta solução aumenta a segurança e a produtividade ao permitir que as pessoas utilizem os telefones de forma segura fora da empresa. Então, quando estão de volta no escritório, podem se conectar ao Samsung DeX, convertendo seus telefones em uma experiência de desktop sem perder os recursos do telefone e acessar com segurança seus aplicativos e dados por meio do Citrix Receiver, XenApp e XenDesktop.

Entre os exemplos, podemos citar que os peritos de sinistros do setor de seguros podem utilizar com segurança seu Samsung Galaxy S8 no local de avaliação de um sinistro e retornar ao escritório, conectá-lo à sua estação DeX e completar os relatórios utilizando um ambiente de desktop completo. Os policiais podem utilizar seus telefones para fazer anotações durante a patrulha utilizando o Citrix Secure Forms, e quando retornem à delegacia, se conectam com a estação DeX e completam seus relatórios utilizando um ambiente desktop totalmente funcional.

Além da solução que combina a inovação da Citrix com Samsung DeX, a Citrix também oferece suporte e integração para dispositivos Samsung que incluem o gerenciamento de mobilidade corporativa XenMobile, recursos de segurança e acesso virtual seguro a aplicativos e desktops por meio do XenApp e do XenDesktop com Samsung Knox na camada Android OS nativo.

O Citrix XenMobile também traz suporte à nova capacidade da Samsung conhecida como Enterprise Firmware-Over-The-Air (E-FOTA), que permite atualizar o software do dispositivo “pelo ar”. Samsung E-FOTA permite que os administradores de TI tenham o controle total sobre a atualização dos dispositivos, bem como com qual versão é atualizada. Esta capacidade da Samsung fornece ao departamento de TI o controle dos dispositivos nativos sem sacrificar a flexibilidade do usuário.

“Embora muitas pessoas utilizem seus smartphones para os negócios, costumam recorrer a seus laptops ou desktops quando precisam usar Windows ou aplicativos baseados no navegador”, disse Maribel Lopez, fundadora e analista principal de Lopez Research. “Mesmo que a virtualização de aplicativos ou VDI permita executar aplicativos do Windows em seu smartphone, a experiência do Windows nem sempre se traduz bem numa tela pequena. Para resolver esse problema, diversos fornecedores trabalham para desenvolver soluções que facilitam a conexão de smartphones a um teclado, mouse e/ou monitor. A solução mais bem-sucedida mostra um significativo potencial no mercado.”

“O Samsung DeX permite que as pessoas utilizem seu Galaxy S8 como um computador de mesa, usando soluções como Citrix Receiver, XenApp e XenDesktop para usar com segurança seus aplicativos baseados em Windows e no navegador, do mesmo modo como fariam com seus laptops tradicionais”, disse Injong Rhee, CTO do Mobile Communications Business da Samsung Electronics. “Isso não é ficção científica, isso é realidade, é a inovação orientada aos negócios.”

O smartphone Samsung Galaxy S8 e o Samsung DeX estarão disponíveis no segundo trimestre de 2017.

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Resultado de vendas de PCs em 2016 foi o pior dos últimos treze anos

Depois de um 2015 fraco em vendas, com 6,6 milhões de equipamentos comercializados, o mercado brasileiro de PCs voltou a cair e fechou 2016 com 4,5 milhões de máquinas vendidas, o que representa uma queda de 31,7% em relação ao ano anterior. Os dados fazem parte do estudo IDC Brazil PCs Tracker Q4, realizado pela IDC Brasil, líder em inteligência de mercado , serviços de consultoria e conferências com as indústrias de Tecnologia da Informação e Telecomunicações. Do total de máquinas comercializadas, 2,8 milhões foram notebooks (queda de 30% na comparação com 2015) e 1,7 milhão foram desktops (queda de 35% na comparação com 2015). Ainda de acordo com o estudo, 3 milhões de computadores foram vendidos para o mercado doméstico e 1,5 milhão para o segmento corporativo.

“A venda de computadores em 2016 ficou dentro das nossas expectativas. Além da crise econômica que impactou o mercado, no ano passado houve mais interesse por smartphones, tablets e até por aparelhos televisores inteligentes, que oferecem a possibilidade de assistir a filmes e consumir entretenimento, em geral. Ou seja, o computador, que até 2012 era praticamente o único dispositivo a oferecer acesso a internet, ano a ano vem perdendo espaço para outros dispositivos”, diz Pedro Hagge, analista de pesquisa da IDC Brasil.

Além da queda nas vendas, a receita com a venda de PCs também diminuiu em 2016: o mercado todo faturou R$ 10,9 milhões ano passado, contra R$ 15,3 milhões em 2015. “O tíquete médio dos computadores em 2016 foi de R$ 2.413, enquanto em 2015 foi de R$ 2.326 e, em 2014 foi de R$ 1.694. “A alta nos preços deve-se a fatores como a alta do dólar e a chegada ao mercado de equipamentos mais robustos. Antes os fabricantes ‘brigavam’ para oferecer o menor preço, e hoje lutam por rentabilidade. O resultado é um mercado mais saudável e com equipamentos de melhor qualidade”.

4º trimestre de 2016

Ainda segundo o estudo da IDC Brasil, entre os meses de outubro e dezembro de 2016 foram vendidos 1,2 milhão de computadores no país, ou seja, queda de 11% em relação ao mesmo período de 2015. Do total de equipamentos, 450 mil foram desktops (queda de 15% na comparação com 2015) e 770 mil foram notebooks (queda de 9% na comparação com 2015). Em relação ao terceiro trimestre de 2016, houve um crescimento de 17%, sendo que desktops tiveram um incremento de 21% e notebooks de 14%. Segundo o analista da IDC, o último trimestre foi o mais forte do ano, representando 27% do mercado total de 2016. “Muitos varejistas abasteceram seus estoques para a Black Friday e para o Natal”.

Previsão para 2017

A tendência, segundo a IDC Brasil, é que o mercado se estabilize em 2017, mantendo os 4,5 milhões de computadores vendidos no ano passado. “Mesmo que a economia melhore, não devemos ter um incremento nas vendas este ano. O mercado de computadores é maduro e a vida útil das máquinas tem passado dos seis anos, já que a qualidade é melhor e o uso tem sido dividido com outros dispositivos. Para se destacar no mercado, os fabricantes precisam inovar e oferecer produtos com preços acessíveis”, finaliza Hagge.

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IDC: mercado brasileiro de PCs tem o pior trimestre de 2016

O mercado brasileiro de PCs voltou a apresentar queda e chegou ao pior trimestre de 2016. Entre os meses de julho e setembro, foram vendidos 1.047 milhão de máquinas, ou seja, 35% a menos que no mesmo período de 2015 e 11% menos em relação ao segundo trimestre de 2016. Do total, 373 mil unidades foram desktops e 674 mil notebooks, com quedas de 39% e 32%, respectivamente, em relação ao terceiro trimestre de 2015. Os dados fazem parte do estudo IDC Brazil PCs Tracker Q3, realizado pela IDC Brasil, líder em inteligência de mercado, serviços de consultoria e conferências com as indústrias de Tecnologia da Informação e Telecomunicações.

“O mercado brasileiro de PCs está canibalizado. É cada vez mais comum o consumidor preferir um celular com configuração robusta e boa qualidade de navegação a um computador. Prevíamos um terceiro trimestre mais aquecido, com o varejo abastecendo os estoques para as datas especiais como Back Friday e Natal, mas esse movimento não aconteceu. Os canais tinham estoque e acabaram postergando as compras”, diz Pedro Hagge, analista de pesquisa da IDC Brasil.

Do total de computadores vendidos no terceiro trimestre de 2016, 366 mil foram para o mercado corporativo e 681 mil para o consumidor final, com quedas de 26% e 38%, respectivamente, em relação ao terceiro ao mesmo período de 2015. “As empresas privadas estão adiando investimentos e a compra de computadores e o setor público está travado, devido às eleições, troca de governos, gestões endividadas e outros problemas políticos e econômicos. Não há expectativas de melhoras para os próximos meses”, completa o analista da IDC.

Ainda de acordo com o estudo da IDC, os computadores ficaram R$ 105 mais baratos no terceiro trimestre. “O ticket médio no período foi de R$ 2.334, ou seja, 4% a menos do que nos meses de julho, agosto e setembro de 2015, quando o mercado trabalhava com o dólar mais alto”, finaliza Hagge.

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Gartner: líderes da indústria de PCs devem reformular seus negócios ou deixar o mercado até 2020

O Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento imparcial em tecnologia, alerta que os fornecedores líderes de PC devem enfrentar uma difícil escolha e decidir entre reformular seus negócios ou deixar o mercado de PCs até 2020. Caso decidam continuar, as empresas devem determinar rapidamente quais mudanças precisam realizar ou quais são as alternativas para se adaptarem ao mercado atual, sobrecarregado de PCs.

“O modelo de negócios de PCs que tradicionalmente conhecemos está enfraquecido. Os cinco maiores fornecedores de computadores portáteis conquistaram 11% do mercado nos últimos cinco anos, de 65% em 2011 para 76% no primeiro semestre de 2016. Isso, porém, ocorreu às custas de uma receita rentável. Não significa que o mercado de PCs acabou, mas a base instalada de computadores diminuirá nos próximos cinco anos, com uma erosão contínua de receita e lucro dos fornecedores”, explica Tracy Tsai, Vice-Presidente de Pesquisas do Gartner.

Base instalada de PCs em todo o mundo, 2015-2019 (unidades)

Tipo de Aparelho 2015 2016 2017 2018 2019

PCs (Computador de mesa, Notebook e Ultraportátil Premium)

1.485.276 1.442.329 1.400.050 1.362.622 1.333.450
Fonte: Gartner (Setembro de 2016)

“A forma tradicional de conquistar market share por meio de preços competitivos para estimular a demanda simplesmente não funcionará para o mercado de computadores nos próximos cinco anos. Os atuais fabricantes precisam se ajustar às novas realidades que estão moldando o consumo, como o fato de que os usuários estão estendendo a vida útil dos computadores até o fim, os aplicativos de negócios e o armazenamento estão sendo transferidos para a Nuvem e o desempenho dos PCs deixa de ser tão importante. Além disso, preço e especificações não são mais os principais fatores para um usuário fazer o upgrade de seu computador — agora, ter uma experiência nova e melhor é o único verdadeiro diferencial”, afirma a executiva.

O Gartner aponta quatro estratégias alternativas que os fornecedores de PCs podem utilizar para se adaptarem ao mercado do futuro, com base na cultura corporativa e ativos, operações comerciais e inovação da tecnologia e na reformulação completa do negócio.

Alternativa 1: Produtos e Modelo de Negócios Atuais

Essa alternativa possui a abordagem mais conservadora, com o fornecedor gerindo a operação de um negócio e comercializando um computador atual. Isso requer altos volumes para gerar um fluxo de caixa suficiente para cobrir o custo do negócio, portanto, em um mercado em declínio, a consolidação dos fornecedores é inevitável. O propósito aqui é proteger e manter o negócio de computadores funcionando, mas os riscos são altos, principalmente pelo fato de a Intel e a Microsoft estarem sempre focadas em avançar.

“Os fornecedores de PCs precisam agilizar as operações, deixar de focar em conquistar participação de mercado e aumentar a proporção de vendas de produtos intermediários e sofisticados para melhorar os resultados operacionais e a sustentabilidade do negócio em longo prazo”, afirma Tsai. “Outro fator-chave que precisa ser alterado é o esquema de compensação de vendas. As empresas precisam de incentivos para gerenciar suas equipes de vendas internas e vendas por canais, migrando o foco do volume e market share para as margens e lucratividade. Os fornecedores também precisam deixar de enfocar no que o distribuidor e o revendedor querem para se concentrar nas necessidades dos usuários.”

Alternativa 2: Produtos atuais e novos modelos de negócios

Essa alternativa sugere que os fornecedores de computadores formem um novo grupo que possa experimentar novos modelos de negócios e receitas para PCs, como tratar o computador como um serviço. Nesse cenário, o modelo de negócio é ágil, permite assumir riscos e aceitar falhas. As empresas podem, por exemplo, fazer parcerias com uma editora de conteúdo educacional digital. Os computadores 2 em 1 do fornecedor são oferecidos com conteúdo digital por meio de uma assinatura, enquanto o PC é gratuito para os usuários e subsidiado pela editora.

Alternativa 3: Novos produtos com o modelo de negócios atual

A terceira alternativa é mais conservadora para explorar a oferta de novos produtos e novas oportunidades de mercado, como tornar os PCs mais inteligentes em termos de detecção, fala, emoção e toque, expandir novos produtos para as casas conectadas ou desenvolver dispositivos específicos para mercados verticais. É uma forma gradual de os fornecedores de PCs criarem novos produtos com base em seus modelos de negócios atuais.

Alternativa 4: Novos produtos com um novo modelo de negócios

A alternativa 4 é a forma mais agressiva de mudança em termos de operações de negócios e inovação de produtos. Nesse cenário, os fornecedores de PCs podem estabelecer uma nova unidade de negócios para gerir suas atividades de um modo diferente e explorar novas soluções de tecnologia, criando uma linha de produtos inteiramente nova. Isso incluiria trabalhar com parceiros de novos canais e fornecedores de software independentes, além de fazer parcerias com startups. Os recursos e modelos de receita podem ser completamente diferentes da estrutura existente de um fornecedor.

Um exemplo são os “robôs-assistentes pessoais”. Um computador pode servir como um “mordomo de avisos” em casa, uma combinação de um robô que conversa e um assistente pessoal virtual ativado por voz, com receita proveniente dos desenvolvedores, materiais de terceiros e prestadores de serviços, como aqueles do varejo, saúde, educação, vídeo ou música.

“Os fornecedores de computadores líderes de mercado precisam pensar sobre os resultados dos negócios com base nas quatro alternativas discutidas aqui. Algumas empresas talvez precisem de um negócio totalmente novo e de uma estratégia de produtos para reverter sua situação. Os fornecedores precisam identificar suas principais competências, avaliar seus recursos internos e adotar um ou mais modelos de negócios alternativos e de inovação de produtos para permanecer ou sair do mercado de PCs”, conclui Tsai.

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Gartner estima que existam oportunidades de lucro para fabricantes de computadores

O Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento imparcial em tecnologia, estima que o mercado mundial de computadores ainda existam várias oportunidades de lucros para fabricantes de PC apesar de ter registrado uma de suas mais baixas taxas de crescimento no primeiro trimestre de 2016.

“Os computadores já não são a primeira ou única escolha dos usuários para acessar a Internet. Nos últimos cinco anos, as vendas globais de PCs tradicionais (desktop e notebooks) caíram de 343 milhões de unidades em 2012 para cerca de 232 milhões de unidades em 2016. Em termos de receita, o mercado global de computadores tinha em 2012 um contrato de US$ 219 milhões. Para 2016, a expectativa é de US$ 137 milhões”, afirma Meike Escherich, analista de Pesquisa do Gartner.

Muitos fabricantes intermediários de computadores estão enfrentando dificuldades. “Eles estão reduzindo severamente sua presença nacional e regional ou deixando o mercado de computadores por completo. A Acer, a Fujitsu, a Samsung, a Sony e a Toshiba perderam 10,5% de participação no mercado desde 2011. No primeiro trimestre de 2016, a Dell, HP Inc. e Lenovo ganharam participação, mas registram declínio ano a ano”, explica Escherich.

Os negócios regionais também estão mudando. O preço baixo do petróleo e as incertezas políticas levam a um agravamento da economia no Brasil e na Rússia, fazendo com que estes países deixem de ser impulsionadores de crescimento. Em termos de volume, os Estados Unidos, a China, a Alemanha, o Reino Unido e o Japão permanecem como os cinco primeiros do ranking, mas seus consumidores também diminuíram o número de computadores por domicílio.

“No entanto, os PCs ainda são capazes de atuar em áreas onde os smartphones e tablets não podem, com telas maiores, teclados ergonômicos, maior capacidade de armazenamento e processadores mais potentes. Com um mercado saturado e com a queda nos ASPs (do inglês “average selling price” ou preço médio de venda), os fabricantes de computadores devem focar na otimização da rentabilidade para sustentar o crescimento”, afirma Tracy Tsai, vice-presidente de Pesquisa do Gartner.

Captação da crescente demanda por ultraportáteis premium

Apesar do declínio do mercado de computadores, o segmento ultraportátil premium é o único com a certeza de alcançar um crescimento de receita este ano. Estima-se que o mercado chegue a US$ 34,5 milhões, um aumento de 16% em relação a 2015. Em 2019, o Gartner prevê que a indústria de modelos ultraportáteis premium se tornará a maior do mercado de PCs em termos de receita, com US$ 57,6 milhões.

“O mercado ultraportátil premium também é o mais lucrativo em comparação com o de entrada, em que computadores custam até US$ 500 e têm uma margem bruta de 5%. Esse percentual pode alcançar até 25% para PCs ultraportáteis premium superiores a US$ 1.000”, explica Tracy.

O segmento continuará a crescer devido à demanda de substituição de computadores tradicionais e à experiência de toque que o mercado dois-em-um (tablets e híbridos) fornece. Há uma expectativa de queda lenta para o ASP do segmento de ultraportáteis premium podendo chegar a US$600 em longo prazo. Esta situação, junto com os inovadores produtos dois-em-um, irá motivar os usuários não somente a substituírem seus computadores, mas também a trocarem por um dispositivo com mais funcionalidade e flexibilidade.

Dessa forma, os fabricantes de PCs precisam ajustar seu portfólio de ultraportáteis premium em mercados como a América do Norte, Europa Ocidental, China, Ásia/Pacífico e Japão, onde o segmento continua a crescer.

Capitalizar na rentabilidade em longo prazo do mercado de computadores para jogos

Embora o mercado de computadores para jogos seja pequeno, com somente alguns milhões de unidades vendidas por ano, o ASP de um modelo desse tipo é significativamente maior do que o de um PC comum. Seu valor médio de venda varia de US$ 850 – opção de entrada de notebook para jogos – a US$ 1.500 para uma versão premium.

“Os modelos de ponta do segmento de computadores fabricados para jogos devem ser o foco dos fabricantes, pois, apesar da alta competitividade, apresentam maior rentabilidade em longo prazo”, afirma Tracy.

A Internet das Coisas está cheia de oportunidades

As empresas de PCs também precisam olhar para o mercado de Internet das Coisas (Internet of Things – IoT) e identificar as áreas que possuem maior potencial para lucro. Por exemplo, podem usar a IoT para melhorar os produtos e os serviços para o cliente.

“Os fabricantes podem detectar com sensores se a bateria está ficando muito quente ou se o HD está sendo sobrecarregado e enviar um alerta ao cliente para verificarem o computador antes que ele desligue. Isso pouparia custos de operação dos produtores e também ajudaria os usuários com um serviço melhor”, conclui Tracy.

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Google Mobilegeddon e a era mobile

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Por Andre Campos Filippe, Bruno Utrera, Claudine Oliveira, Fernanda Snel e Gustavo Macedo*

No final de fevereiro deste ano, o Blog do Google para Webmasters anunciou a data para mais uma atualização no algoritmo para buscas feitas por dispositivos móveis, priorizando sites que estão preparados para as telas dos smartphones. Essa foi a primeira vez que o Google informou o momento exato de uma atualização, logo, o mundo digital criou grandes expectativas e batizou o dia como “Mobilegeddon”.

Desde a última atualização que priorizava os sites preparados para as telas de smartphones nos resultados de busca feitos por meio de dispositivos móveis, percebemos poucas alterações nas páginas de resultados. Inclusive, muitos sites ainda não são mobile-friendly.

No final das contas, a alteração do algoritmo foi só um susto do Google?

Pelo contrário, significa que, aos poucos, o próprio algoritmo irá se ajustar para tornar a busca mais relevante. Ou seja, agora é a hora para as marcas prepararem os sites para receber visitantes de dispositivos móveis. Por isso, analisamos a importância dessa atualização, separamos as diferenças dos formatos e listamos os resultados esperados ao tornar o seu site mobile-friendly.

O que sabemos até agora:

Temos dois insights que ajudam a enxergar a luz no fim do túnel:

1. A atualização não afeta o ranking dos resultados de pesquisa feitos em desktop

2. Somente páginas individuais podem sofrer algum tipo de alteração se não estiverem mobile-friendly (e não o site inteiro)

O mobile é importante!

A atualização é um caminho natural, já que a proposta do Google é de tornar a Internet um lugar melhor. Além disso, os dispositivos móveis tornaram-se indispensáveis para buscas durante o dia a dia. Alguns números comprovam o tamanho do mercado e a sua complexidade:

• 58,6 milhões de brasileiros possuem smartphones com acesso a Internet[1]

• Existem 394 modelos de aparelho de celular a venda no Brasil

• 63% dos brasileiros conectados a Internet estão utilizando algum dispositivo móvel enquanto assistem TV[2]

•50% de buscas locais são feitas por dispositivos móveis

•Um segundo de demora no carregamento da página pode reduzir a quantidade de conversões em até 7%

Como usuários, consideramos frustrante a experiência de fazer uma busca e acabar em um site onde é preciso dar zoom para ler ou clicar em qualquer informação.

Como entregar o conteúdo do site em dispositivos móveis? Ou por que se preocupar com as URLs e HTMLs?

Sites mobile-friendly podem ser apresentados e se comportar de três diferentes formas:

WEB DESIGN RESPONSIVO

Esse design pode ser exibido em todos os dispositivos com o mesmo código que se ajusta ao tamanho da tela.

Exemplo: www.airbnb.com.br

EXIBIÇÃO DINAMICA

Códigos diferentes para cada dispositivo, mas no mesmo URL

Exemplo: g1.globo.com

URLS SEPARADOS

Os URLs separados para dispositivos móveis veiculam códigos diferentes para computadores e dispositivos móveis (e, talvez, até mesmo para tablets) e em URLs diferentes.

Exemplo: www.lufthansa.com / mobile.lufthansa.com

Resumindo:

WEB DESIGN RESPONSIVO EXIBIÇÃO DINÂMICA URLs SEPARADOS
URL a mesma URL a mesma URL URLs diferentes
HTML o mesmo HTML HTMLs diferentes HTMLs diferentes

Qual o layout ideal para o meu site?

A respostas é que não existe um layout “ideal”. Em compensação, pelo nosso conhecimento e expertise em SEO, sugerimos o Web Design Responsivo. Alguns dos motivos:

• É o formato recomendado pelo Google, já que facilita a indexação de uma URL e a integração do conteúdo correto

• Como existe apenas uma única URL, fica mais fácil compartilhar o link e o conteúdo em redes sociais

• Evita o redirecionamento e, por isso, reduz o tempo de carregamento

• Reduz a chance de erro e de impactar negativamente a experiência para o usuário em dispositivo móvel

• A manutenção do conteúdo é mais simples, pois apenas um HTML é modificado

Dicas importantes:

URLs SEPARADAS: Muito cuidado com os redirecionamentos, principalmente entre URLs para mobile e desktop. Faça diversos testes para ter certeza de que estejam funcionando corretamente.

VERSÕES: Se alguma página ou seção da versão desktop do site não possui uma versão para mobile, o melhor é que o usuário acesse a página na versão desktop mesmo.

FAT FINGER: Antes de criar qualquer layout para dispositivo móvel, considere criar botões grandes e espaçados para dedos grandes em telas pequenas. Afinal, todos os tipos de pessoas em todas as situações possíveis podem estar navegando no seu site.

ACESSIBILIDADE: Ao incorporar ou embedar vídeos, tenha certeza de que eles podem ser visualizados em qualquer dispositivo. Além disso, considere as legendas em seus vídeos, tanto por acessibilidade quanto para pessoas que não possam ligar o áudio.

POP-UP: Evite os pop-ups, a experiência de abrir e fechar modais nos dispositivos móveis pode ser frustrante.

APPs: Para divulgar o seu app na versão mobile, o ideal é apresentá-lo discretamente como um pequeno banner no topo do seu site.

Quais resultados devo esperar?

Além do melhor posicionamento das páginas do site no Google, também há outros benefícios com o aumento de acessos através de dispositivos mobile:

• Aumento de tráfego

• Aumento de conversões
• Aumento do tempo médio no site
• Redução de bounce rate
• Vantagens perante à concorrência
• Maior engajamento dos usuários

Outras dicas:

O seu site é mobile? Faça o teste:

www.google.com/webmasters/tools/mobile-friendly

Verifique a velocidade do seu site:

https://developers.google.com/speed/pagespeed/insights/?hl=pt-BR

*Equipes de SEO e Content Marketing da iProspect

• Gustavo Macedo – Diretor de BI, SEO, Radar e Content
• Claudine Oliveira – Coordenadora de SEO
• Fernanda Snel – Especialista de SEO
• Bruno Utrera – Especialista de SEO
• Andre Campos Filippe – Especialista de Content Marketing

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