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Startup Hometeka participa de nova rodada de investimentos

A Hometeka, startup mineira de decoração e design, acaba de se abrir para uma nova rodada de investimentos. Com captação Série A, a empresa visa focar na aceleração do negócio (pautado pelo lançamento de uma nova linha autoral e pelo fortalecimento do Plugin Hometeka para SketchUp) e pré-internacionalização, o qual será criada uma versão piloto do projeto no mercado americano. Os planos da Hometeka é que em meados de 2019, uma nova rodada de investimentos aconteça nos Estados Unidos.

A empresa, comandada pelos arquitetos Leandro Araújo e Roberto Andrés, já recebeu R$ 3,5 milhões em duas rodadas de investimentos de risco: R$ 1,2 investimento anjo (2012), advindo da Financiadora de Estudos e Projetos Ministério da Ciência e Tecnologia (FINEP), que foi usado de alicerce para o negócio e R$ 2,3 investimento seed (2014), das gestoras Performa Investimentos e Polaris Investimentos, que representam 24,10% e 3,61% do negócio respectivamente, que foi utilizado para a construção de dois produtos inovadores: Marketplace e Plugin Hometeka para SketchUp.

O setor moveleiro voltou a crescer, de acordo com pesquisa levantada pela Abimóvel (Associação Brasileira do Mobiliário) entre 2015 e 2016 o mercado teve um decrescimento da produção, mas para 2017 a projeção é de uma alta de 6,6%. “Momentos de crise tendem a ser positivos para a decoração. Acontece o seguinte fenômeno: quem estava juntando dinheiro para trocar de apartamento acaba revendo planos e opta pela reforma. Da mesma forma, quem mirava na reforma com obra, acaba apostando em mudança da decoração. Acontece um downgrade de planos que beneficia o setor.”, explicam os empresários.

Com uma onda positiva no mercado, a Hometeka espera manter o sucesso e escalar ainda mais o negócio. Em 2015, a marca fechou faturamento em R$ 400 mil, já no ano passado, a marca contabilizou crescimento de 35% mês sobre mês. Para 2017, os planos de Leandro e Roberto é dobrar o faturamento.

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Quais as áreas e especificações mais promissoras nas startups em 2017?

O ano de 2016 foi um período de muita instabilidade e incertezas, principalmente com relação a economia do país. Porém, um dos setores que apontou um crescimento significativo nos últimos anos foram as chamadas “startups”. De acordo com a Associação Brasileira de Startups (ABStartups), existem aproximadamente 4.200 startups dos mais variados segmentos, como saúde, e-commerce, SaaS, entretenimento, educação, dentre outros.

Para acompanhar esse crescimento, as startups precisam ter em seu quadro de funcionários, profissionais especializados em áreas que são chaves para garantir o sucesso da empresa. Mas, quais são as áreas e especificações mais buscadas por essas empresas em 2017?

Segundo um levantamento realizado pela a Gama Experience, escola de transformação tecnológica que cria programas educacionais para profissões do futuro, as áreas e especificações que serão mais promissoras nas startups são:

1) Programação – Mobile:

O mundo está cada vez mais mobile. No Brasil, por exemplo, o número de telefones celulares ultrapassa o número de habitantes. Por isso, se torna cada vez mais valiosa a carreira de desenvolvedor mobile. Essa profissão é a responsável por programar, codificar e testar nas plataformas Android e/ou IOS os aplicativos e programas que são desenvolvidos, além de executar a manutenção dos sistemas, fazendo eventuais correções necessárias, visando atender às necessidades dos usuários. Os profissionais também desenvolvem trabalhos de montagem, depuração e testes, executando serviços de manutenção nos programas já desenvolvidos. Nas startups, esse profissional é cada vez mais requisitado, visto que, são empresas altamente tecnológicas e inovadoras e que precisam acompanhar cada vez mais o avanço dessas áreas. Muitas startups, inclusive, são baseadas em um aplicativo, como Uber, Waze, WhatsApp e diversas outras que vão surgindo dia após dia.

2) Business/vendas – Customer Success

É uma nova abordagem do processo de vendas. É um misto de suporte técnico e consultoria com o objetivo de fazer com que o cliente tenha a melhor experiência possível com o produto aumentando o nível de satisfação dos clientes, fidelizando-os e tornando possível a indicação dos serviços da empresa para outras pessoas. Nas startups, o profissional de Customer Success é muito importante pois ele acompanha todas as etapas da implementação do produto, age de maneira proativa, antecipa a resolução de possíveis problemas e estabelece um vínculo com o cliente. A essência do Customer Success é que o cliente é um dos ativos mais preciosos da empresa e deve receber atenção especial. Atualmente, já existem muitas startups que incluíram no DNA da sua empresa essa área, como por exemplo, Samba Tech, Trustvox, Sympla e Fleety.

3) Marketing Digital – Inbound Marketing

É o conjunto de estratégias que tem por objetivo atrair voluntariamente consumidores para o site da empresa. Tem como foco o relacionamento com o cliente, a criação de conteúdos úteis que informam e ajudam o público a resolverem alguns de seus problemas. Por meio dessas estratégias, os leads (clientes potenciais), passam por um funil que os qualificam até o ponto de tomada de decisão – a compra do produto. É uma estratégia muito adotada em startups porque diferente da abordagem tradicional “Compre meu produto, ele tem tal benefício”, o Inbound Marketing identifica a “dor” do cliente e cria conteúdos que vão ajudá-lo a resolver seus problemas, garantindo uma venda muito mais qualificada e assertiva.

4) Design – CSS

CSS significa Cascading Style Sheets que é uma “folha de estilo” composta por “camadas”, utilizada para definir a “aparência” de páginas da internet. A maioria das empresas hoje em dia, possuem sites e quem não possui está em grande desvantagem. O profissional de CSS é o responsável por tornar esses sites cada vez mais atrativos criando layouts, elementos de cores, formatos e fontes que auxiliam o usuário a entender do que se trata a página/empresa e com isso aumentar as chances de aquisição de clientes. Geralmente, toda startup possui um profissional com essas habilidades, já que é um mercado extremamente concorrido e inovador, é necessário inovar e sempre atrair mais clientes.

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McKinsey aponta três tendências do Design

De área de criação de produtos e serviços para consumidores à disciplina para solucionar os mais complexos problemas das empresas, o Design entra em novo momento de maturidade, sendo determinante na obtenção de vantagens competitivas aos negócios. Nesse cenário, a consultoria McKinsey lista três tendências da nova era do Design, ressaltando que as empresas que conseguirem usar o Design não apenas como processo, mas como mindset, sairão vencedoras.

Tendência 1 – Design@Scale: O design deixa de ser apenas responsabilidade do departamento de design, mas de toda empresa: os designers passam a criar regras e sistemas e não apenas interfaces. Instituições líderes em Digital como a Airbnb e o Governo da Inglaterra já experimentam com sucesso novos modelos de Design@Scale, utilizando repositórios centrais, regras fluídas e governança com distribuição de poder de tomada de decisão. Dessa forma, o papel do design é exponencialmente ampliado na implementação de produtos, interfaces e serviços.

Tendência 2 – Organizações maduras integram Design estrategicamente: Design passa a ser institucionalizado na empresa com processos, governança e KPIs. Desenvolver capacidades internas de Design está cada vez mais na pauta estratégica e do board das empresas em todo o mundo. O pensamento integrado, criativo e habilidades de empatia que os designers trazem são cada vez mais buscadas para entrar em novos mercados tanto quanto promover vantagem competitiva baseada em Customer Experience.

Tendência 3 – Nova fase de Design Thinking e o crescimento do User Experience Design: Nos últimos anos, os desafios de Design mudaram radicalmente de produtos físicos para serviços complexos e digitais. Com esta mudança, explode e cresce a disciplina de User Experience Design. O conceito de UX Design, que agrega a interação entre interface e usuário o lado emocional do usuário, que integra a experiência ao sistema, ganha força.

O desafio para as empresas, portanto, é saber como se posicionar e extrair maior valor do design. Isto significa saber que tipos de problemas a liderança quer resolver e como trazer os profissionais mais adequados para atacá-los. Grandes frustrações têm ocorrido quando uma área de design é montada e capital investido com grandes ambições de transformação e os problemas oferecidos são no nível da interface e vice-versa. Há muito desconhecimento ainda no mercado que precisa ser educado.

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