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Primeiras aeronaves KC-390 serão entregues em 2018

A Força Aérea Brasileira vai receber duas aeronaves KC-390 até o final de 2018, resultado de uma parceria entre FAB e a Embraer. A informação foi passada durante coletiva sobre o programa, realizada durante a LAAD Defence & Security no Rio de Janeiro. O diretor do programa KC-390 na Embraer, Paulo Gastão Silva, deu detalhes sobre o andamento do projeto e explicou que o contrato, assinado em 2014, prevê a entrega de 28 aeronaves deste tipo ao longo de 12 anos.

Um dos aviões, o primeiro da série a ser entregue, está em fase de montagem da fuselagem e da asa. O segundo já foi iniciado. Além disso, atualmente, dois protótipos estão sendo usados para ensaios e, juntos, acumulam mais de 900 horas de voo. “Os resultados dos ensaios confirmam as previsões do projeto. Nossos testes são realizados em conjunto com a Força Aérea Brasileira e o Exército”, explicou Gastão Silva.

O diretor ressaltou, ainda, que durante as simulações nenhum acidente foi registrado e que o desempenho da aeronave é diferenciado e tem sido elogiado pelos militares brasileiros. Os próximos passos no planejamento do programa KC-390 incluem a continuidade dos ensaios de certificação para sistemas e performance. Um dos protótipos deve ser levado para o Paris Air Show também.

Sobre uma variante civil do avião, Gastão Silva disse que a ideia sempre fez parte dos planos do programa. ‘Esse interesse já vem se concretizando e devemos competir também nessa fatia de mercado. Mas não posso dar mais detalhes’, finalizou.

Presente na coletiva, o presidente e CEO da Embraer Defesa e Segurança, Jackson Schneider, adiantou que a entrega das duas aeronaves para o próximo ano vai acontecer em etapas. Um avião chega no primeiro semestre de 2018 e o próximo no segundo semestre do mesmo ano. Para 2019, ele contou que três aviões encontram-se em desenvolvimento

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Governo brasileiro vai financiar países que comprem produtos e soluções da indústria nacional de defesa

O governo brasileiro vai abrir, com apoio do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), uma linha internacional de financiamento para países que tenham interesse em comprar produtos e soluções da indústria nacional de defesa. O anúncio foi feito pelo ministro da Defesa Raul Jungmann neste primeiro dia de LAAD Defence & Security 2017, maior e mais importante feira de defesa e segurança da América Latina, que acontece no Riocentro, Rio de Janeiro. “Nosso objetivo, com isso, é o de consolidar uma política de estado para fortalecer a base industrial do segmento. Precisamos ousar e buscar novos mercados para gerar empregos”, salienta.

Esta indústria da Defesa e Segurança representa, atualmente, 3,7 % do PIB, movimentando cerca de R$ 200 bilhões anualmente, e gera 30 mil empregos diretos e 120 mil indiretos no Brasil. “O financiamento de governo a governo é extremamente estratégico neste setor. Não faz sentido, por exemplo, uma empresa privada comprar uma corveta. Além disso, proporciona impactos positivos para o país pois a base industrial da defesa tem o que chamamos de transbordamento, ou seja, a tecnologia obtida no meio militar se espraia para outras cadeias da economia”, observa o ministro.

Jungmann aproveitou o evento, ainda, para anunciar a criação de um grupo dentro da Secretaria-Executiva da Camex (Câmara de Comércio Exterior) dedicado aos negócios da indústria da Defesa. “É uma iniciativa conjunta com o Ministério das Relações Exteriores que vai promover ações coordenadas de exportação de produtos e soluções do setor para fortalecer a relevância geopolítica do país”.

Sisfron – O ministro chefe do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, general Sergio Westphalen Etchegoyen, revelou a intenção do governo de compartilhar o Sisfron (Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras) com países que fazem fronteira com o Brasil. Ele destacou, durante participação na LAAD 2017, que já está em negociação com o governo argentino o início de um processo de monitoramento modulado das fronteiras.

“Vamos dividir custos, operações e resultados. O compartilhamento é um meio eficaz para combater o crime. O Sisfron é um sistema de alta tecnologia, com elevadíssimo grau de nacionalidade: 80% é solução nacional”, explicou Etchegoyen. O processo de compartilhamento está sendo desenvolvido em conjunto com o Ministério das Relações Exteriores.

Temer e Meirelles destacam importância da Laad Security & Defense

O presidente da República Michel Temer ressaltou a importância da indústria nacional da Defesa no processo de retomada da economia do país. Ele esteve na tarde desta de terça-feira (4) no Riocentro, Rio de Janeiro, em visita à LAAD Defence & Security 2017: “Encontrei aqui uma indústria pujante que representa a reconquista da confiança no crescimento e reafirma o potencial do Brasil para exportar produtos e soluções neste segmento de alta tecnologia que é a Defesa”.

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, também esteve no evento e deixou uma mensagem otimista. “O país começa a crescer e prevemos resultados positivos neste primeiro trimestre e um aumento de 30% nos investimentos nos próximos trimestres. Isso é reflexo do ambicioso projeto de investimentos em infraestrutura empenhado pelo governo. O segmento de Defesa colabora com este processo, pois é gerador de tecnologia e oferece salários superiores à média nacional, que impactam na economia”.

Comitê – O presidente da Abimde (Associação Brasileira das Indústrias de Materiais de Defesa e Segurança), Carlos Queiroz, aproveitou o primeiro dia de LAAD 2017 para anunciar a criação de um Comitê de Defesa e Segurança Pública que vai reunir representantes de centros de pesquisa, universidades, órgãos públicos e empresas do segmento. “É um avanço para ampliarmos o setor. Já temos uma base industrial sólida e podemos crescer ainda mais fazendo parcerias com empresas e governos de outros países. Esta edição da Laad terá muitas negociações”, observa.

Para Sérgio Jardim, diretor da Clarion Events, empresa que promove o evento, a participação de 175 delegações oficiais de 83 países consolida o papel estratégico do Brasil dentro da indústria da defesa na América Latina. “Além das novidades em inovação tecnológicas e soluções, esta edição da LAAD promove conferências para discutir como ampliar ainda mais a participação do setor no mercado internacional”, ressalta.

Savis, Bradar e Rockwell Collins assinam acordo de cooperação

A Savis e a Bradar, empresas coligadas da Embraer Defesa e Segurança, assinaram um acordo de integração com a americana Rockwell Collins. Com a iniciativa, inicia-se hoje a análise do portfólio de produtos da Bradar e da Savis que poderão fazer parte da linha de soluções da Rockwell Collins. O anúncio foi feito durante o primeiro dia da feira LAAD Defence & Security 2017.

De acordo com o presidente e CEO da Embraer Defesa e Segurança, Jackson Schneider, a ocasião marca um passo adiante para Brasil e Estados Unidos sobre o setor. Ele lembrou que Embraer e Rockwell estão juntas há 50 anos e “possuem história de sucesso com os KC-390 e os Legacy”, por exemplo.

Presente na ocasião, o vice-presidente sênior de Soluções Internacionais e de Serviços da Rockwell Collins, Colin Mahoney, destacou que a iniciativa visa uma parceria técnica e comercial: ‘“Estamos juntando os produtos de forma coesa”. Já o embaixador dos Estados Unidos, Peter McKinley, salientou que a cooperação entre as indústrias de defesa dos dois países é prioridade máxima.

Por fim, o secretário de produtos de defesa do Ministério da Defesa, Flávio Augusto Corrêa Basílio, disse que a assinatura é resultado concreto de uma parceria estratégica. Para ele, é preciso encorajar ainda mais a aproximação entre as empresas brasileiras e americanas da área. A expectativa é de que dentro de dois anos sejam compartilhadas as primeiras ideias bem-sucedidas do acordo.

Saab apresenta andamento do projeto Gripen e traz novidades

Os novos caças Gripen, que vão modernizar a Força Aérea Brasileira (FAB), passarão pelo primeiro voo já no segundo trimestre deste ano. A informação foi dada pelo diretor do Programa Gripen Brasil, Mikael Franzén, na LAAD Defence & Security 2017, que acontece no Riocentro, no Rio de Janeiro. No entanto, as primeiras unidades da aeronave chegarão ao país somente entre 2019 e 2024.

O diretor detalhou o andamento do projeto e disse que o cronograma está em dia. Sobre isso, citou como progresso da iniciativa a criação do Centro de Projetos e Desenvolvimento do Gripen, em Gavião Peixoto, no Interior de São Paulo. Inaugurado em novembro de 2016, está sendo usado para intercâmbio entre engenheiros brasileiros e suecos.

Franzén explicou que o programa encontra-se, atualmente, na etapa de testes, entre eles de validação em simuladores e checagem do sistema de voo. ‘Os resultados estão sendo ótimos’, acrescentou. “A cooperação com nossos clientes e empresas envolvidas é muito importante. A Embraer é a nossa maior parceira”.

O contrato, no total teve custo de 39,3 bilhões de coroas suecas – que equivale a mais de R$ 13 bilhões e está alinhado à expectativa da FAB. Serão entregues 36 caças para o Brasil. A previsão é de que as aeronaves aumentem a capacidade aérea brasileira. Para o chefe da área de marketing e vendas da SAAB, Michael Hoglund, no futuro, o Gripen será capaz de carregar quatro mísseis para proteger fronteiras de invasões externas. ‘Foi um prazer assinar o contrato dos Gripen”.

Entre as novidades anunciadas pelo diretor do programa está a possibilidade de desenvolver a versão marítima do Gripen. Os estudos sobre esta iniciativa estão em planejamento há dois anos em conjunto com a Embraer. “Do nosso ponto de vista vai ser muito útil para a Marinha do Brasil”. Franzén também citou contatos que estão em andamento com o Departamento de Controle de Tráfego Aéreo DCTA para desenvolver sistemas complexos de futuros caças.

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Defesa cibernética é eleita a grande questão para os próximos anos no Brasil

O cenário mundial de defesa e segurança cibernética demanda constantes investimentos em novas tecnologias, uma vez que os ataques de hackers e os crimes virtuais estão mais sofisticados e ultrapassam cada vez mais rápido as ferramentas de proteção já existentes. Para se ter uma ideia do potencial desse mercado, o Relatório Anual de Cibersegurança da Cisco 2017 revelou que apenas 56% dos alertas de segurança são investigados e menos de metade dos alertas efetivos são solucionados. A LAAD Defence & Security 2017, mais importante feira de defesa e segurança da América Latina, que acontece de 4 a 7 de abril no Riocentro, no Rio de Janeiro, reunirá algumas das empresas responsáveis pelas mais modernas soluções e tecnologias utilizadas em defesa e segurança cibernética.

As ameaças digitais também estão na agenda de preocupação das Forças Armadas do País que trabalham para oferecer uma estrutura de alto nível para proteger o Brasil de cyber ataques. Nesse sentido, desde 2009 o Exército Brasileiro está a frente de um projeto que inclui a construção de um Centro de Defesa Cibernética, desenvolvimento de soluções em software e hardware, aquisição de supercomputadores e materiais de investigação digital. O valor do projeto é de cerca de R$ 331 milhões e deverá ser concluído até 2020.

“Para vencer a batalha cibernética há diferentes formas de proteção e uma delas é adotar uma posição preditiva, ou seja, antecipar-se aos possíveis ataques ao invés de apenas tratar depois de existirem”, explica Luiz Rubião, CEO da empresa de engenharia e software Radix, uma das participantes do evento.

“A chave da prevenção está na própria gênese da arquitetura do sistema a ser utilizado. Isso significa que os conceitos de defesa e segurança cibernética devem ser implantados desde o início de um projeto de software ou sistema de rede, usando componentes que possuem uma proteção intrínseca”, explica Rubião, que acrescenta: “assim, a chance de você ser atacado ou os danos que você pode ter depois de atacado são naturalmente menores”.

Outro ponto que necessita de atenção na questão de defesa e segurança cibernética é o risco de ataques a dispositivos conectados à internet utilizando um dos conceitos de tecnologia mais comentados nos últimos anos: a Internet das Coisas (IoT). “Um exemplo de violação de segurança nesse sentido veio a público quando dois hackers invadiram o sistema embarcado de um utilitário esportivo dando comandos na direção do veículo remotamente”, completa o CEO da Radix. Na LAAD Defence & Security 2017, a Radix irá expor serviços e soluções de tecnologia em hardware e software para a área de cybersecurity e também de monitoramento e segurança de grandes áreas e distâncias.

Investigação criminal – Entre as tecnologias que serão apresentadas na LAAD 2017 estão as ferramentas que auxiliam na solução mais rápida de crimes. A israelense Cellebrite irá expor a linha UFED Analytics, UFED Infield e UFED Touch 2, que são novidades em tecnologias para a extração de dados de dispositivos móveis e softwares especiais para análise de informações sob o ponto de vista investigativo. A tecnologia UFED da Cellebrite é utilizada por agências de inteligência do mundo inteiro.

“Essas soluções permitem que examinadores, analistas, investigadores e procuradores possam, simultaneamente, organizar, buscar, mapear, visualizar e gerenciar grandes conjuntos de dados digitais que ajudam na identificação de evidências críticas de forma rápida e eficiente”, afirma o diretor da Cellebrite para América Latina e Caribe, Frederico Bonincontro, que acrescenta: “a expectativa da empresa é crescer na América Latina em 2017, ampliando o escopo de clientes e a oferta de soluções para investigação digital que unificam instantaneamente a investigação criminal com evidências justificáveis”.

Outra empresa confirmada na LAAD Defence & Security 2017 é a Suntech, que atua no mercado brasileiro no segmento de inteligência com soluções de alta tecnologia para as áreas de Defesa e Segurança. De acordo com o diretor comercial da empresa, Lincoln Egydio Lopes, a Suntech lançará no evento o Sistema Federado de Inteligência. “Trata-se de um sistema desenvolvido com uma arquitetura para a gestão da inteligência intra e inter agências de segurança, integrando as distintas esferas do poder público em um único ambiente para captura e compartilhamento de informações de investigação e inteligência”, revela o executivo.

Com foco na área de tecnologias de cybersecurity, transmissão e comunicação para segurança e defesa, a feira conta também com a participação de empresas como a Rafael Advanced Defense Systems, VMI Sistemas de Segurança, Globalstar, Motorola e Secunet Security Networks.

LAAD Defence & Security 2017 – Feira Internacional de Defesa e Segurança

Data: 04 a 07 de abril
Local: Riocentro – Av. Salvador Allende, 6.555 – Barra da Tijuca – Rio de Janeiro – RJ
Horário da Exposição: 04 e 06 de Abril – das 10h às 18h e 07 de Abril – das 10h às 17h
Horário dos Seminários: 04 de Abril – das 14h às 17h / 05 e 06 de Abril – das 10h às 17h

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Indústria brasileira de Defesa discute maior presença no mercado internacional

O Brasil tem uma ativa indústria da defesa e os números atestam isso. Só em 2014, por exemplo, o faturamento do setor foi de aproximadamente R$ 200 bilhões, representando 3,7% do PIB. Segundo informações da Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Defesa e Segurança (ABIMDE), o setor emprega 150 mil trabalhadores e, para cada R$ 1 investido no segmento, o governo arrecada R$ 0,55 em impostos, índice acima da média nacional.

Mesmo com os bons resultados internos, a meta é, no entanto, tornar o país um dos cinco maiores players de defesa do mundo. O Instituto de Pesquisa sobre a Paz Internacional de Estocolmo, na Suécia (Sipri, em inglês), aponta que o Brasil, entre 2001 e 2015, colocou-se como o 25º maior exportador de produtos de defesa na lista da entidade.

O desafio é grande, mas o potencial também, já que a base industrial de defesa brasileira é composta por áreas que exigem alta tecnologia tais como sistemas eletrônicos e sistemas de comando e controle, plataformas militares naval, aeroespacial e terrestre e propulsão nuclear. Vale lembrar que algumas tecnologias que hoje são parte do dia-a-dia de civis foram desenvolvidas para fins militares como forno de microondas, GPS ou mesmo as câmeras digitais.

E como tornar, então, a indústria nacional mais competitiva e com presença no mercado internacional? Estas são questões que fazem parte do V Seminário de Defesa LAAD, encontro que acontece de durante a LAAD Defence & Security 2017, em Abril, no Rio de Janeiro e abordará temas como “Estratégia para a Implementação de Acordos de Compensação (Offset) nas Aquisições Internacionais” e o “O Braço Empresarial das Forças Armadas e o Papel da Indústria de Defesa na Economia Globalizada”.

“Discutir a participação da indústria brasileira no comércio mundial de produtos de defesa é um aspecto importante, tanto do ponto de vista estratégico quanto econômico, uma vez que o setor emprega cerca de 150 mil trabalhadores com um salário médio de R$ 4.100, enquanto a média nacional é de R$ 1.943,00”, observa Sergio Jardim, diretor geral da Clarion Events Brasil, organizadora do evento, pontuando informações divulgadas recentemente pela ABIMDE.

Os outros temas que compõem a programação do V Seminário de Defesa LAAD são: “Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO)”, “Guerra Híbrida no Contexto Brasileiro”, “Os Projetos Estratégicos de Defesa das Forças Armadas”, “Política Nacional de Inteligência (PNI) e SISBIN”, “Segurança das informações nas transmissões e as evoluções com o novo Satélite de comunicação e defesa brasileiro” e “Ampliação da Projeção do Brasil no cenário internacional por meio da Cooperação Militar”.

Já confirmaram presença no seminário o superintendente do DGEPEM (Diretoria de Gestão de Programas Estratégicos da Marinha), contra-almirante Petrônio Augusto Siqueira de Aguiar; o general de Divisão da Reserva do Exército Brasileiro, Carlos Alberto Silva Pinto; Antonio Jorge Ramalho da Rocha, da Escola Sul-Americana de Defesa da Unasul; o vice-chefe de Logística do Ministério da Defesa, general Adalmir Manoel Domingos; o comandante do Centro Conjunto de Operações de Paz do Brasil (CCOPAB), coronel Carlos Augusto Ramires Teixeira; o coordenador geral para Assuntos de Defesa do Ministério das Relações Exteriores, coronel Hélio Franchini Neto; e o general da Primeira Divisão do Exército, Mauro Sinott Lopes.

A programação completa do V Seminário de Defesa pode ser consultada em http://www.laadexpo.com.br/files/forms/v-seminario-defesa-laad-2017.pdf

LAAD Defence & Security 2017 – Feira Internacional de Defesa e Segurança

Data: 04 a 07 de abril
Local: Riocentro – Av. Salvador Allende, 6.555 – Barra da Tijuca – Rio de Janeiro – RJ
Horário da Exposição: 04 a 06 de Abril – das 10h às 18h / 07 de Abril – das 10h às 17h
Horário dos Seminários: 04 de Abril – das 14h às 17h / 05 e 06 de Abril – das 10h às 17h

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