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A visão 360º deve ir muito além do cliente

Por Cynthia Bianco

Tenho percebido que as empresas têm investido recursos e esforços para obter a tal visão 360º do cliente, porém elas não têm dedicado a mesma energia para ter uma visão 360º de seu próprio negócio. Obviamente conhecer quem é seu público é mandatório, mas engana-se quem pensa que isso é o suficiente. Pelo contrário, voltar-se para os clientes e para o seu desempenho, isoladamente, e não para o da empresa como um todo, pode ser desastroso. Estou falando daquele famoso olhar associado ao self-service, que traz informações separadas, parciais, que estão longe de representar uma visão única da verdade.

Muitas empresas continuam cometendo o mesmo erro do passado, ou seja, utilizar ferramentas de analytics não integradas ao ambiente corporativo, criando desta forma silos de informações. Ter uma visão individual e dar autonomia ao usuário é importante, tanto quanto conhecer quem é seu público. Mas é preciso também contar com uma estrutura capaz de conectar essas pontas em âmbito corporativo; que seja retroalimentável e que permita que as informações estratégicas sejam acessadas de qualquer lugar, inclusive através de dispositivos móveis. Objetivos dificilmente alcançados sem a governança.

Aliás, a governança é um grande desafio. Com tanta fonte de informação, quem garante que determinado dado é verdadeiro? Sem falar que para cada departamento uma informação pode ter um significado diferente: para o comercial, a venda é o que foi vendido para o cliente; para finanças, é o que ele já pagou; para o departamento de logística, é o que deve ser entregue. O conceito de governança e de ter uma visão única dos dados é fundamental.

E é exatamente o que estamos perdendo. Como agora, com o self service analytics, todo mundo pode criar suas próprias visões, os dados originais acabam sendo alterados, seja por pontos de vista discrepantes ou por filtragens, que muitas vezes caem no esquecimento. Fora isso, outro erro comum é achar que, pelo fato da origem ser a mesma, todos os dados que de lá vieram, foram validados e são totalmente confiáveis. Esse é o maior perigo, pois o executivo pode pegar um dashboard com dados não validados e entendê-los como verdadeiros, tomando uma decisão errada. É preciso educar as pessoas para ter dados governados e/ou dashboards certificados.

Em suma, engana-se quem pensa que conhecer bem as diferentes partes do negócio isoladamente é garantia de sucesso. A visão 360% com governança nada mais do que você pensar na empresa como um todo e não nos departamentos. Fora isso, saber de onde vieram os dados e ter certeza de que há alguém que possa se responsabilizar por eles é muito importante. A governança não existe para travar processos. Bem utilizado, o analytics pode ser fundamental na jornada de transformação digital das empresas, mapeando os caminhos e trazendo mais insights, permitindo que as empresas sejam competitivas num mundo que muda de hora em hora.

Cynthia Bianco, presidente da MicroStrategy no Brasil, empresa pioneira na área de BI, analytics e em aliar a mobilidade, realidade aumentada e linguagem natural com plataformas analíticas.

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Eficiente, mas não eficaz: Pontos importantes para alcançar resultados com business intelligence na área financeira

Por Cynthia Bianco

Obviamente não tem cabimento e seria até “chover no molhado” introduzir a importância do analytics, da cultura analítica e do business intelligence na área financeira e também para as pessoas que estão à sua frente. Desde 2017, algumas previsões já mostravam que esses departamentos, que são o coração das corporações, passariam a ser totalmente dependentes das soluções de analytics para entregar insights acessíveis, em tempo real. E essa é umas das tendências que se mantém em 2018.

Seja como o dono do projeto ou o seu patrocinador, a responsabilidade pelo seu sucesso sempre recairá de alguma forma sobre o CFO ou diretor financeiro. Veja alguns fatores decisivos que CFOs devem considerar para assegurar projetos de business intelligence na área financeira bem-sucedidos e rentáveis:

#1 É preciso ter os dados

A importância de ter metas já é clara. Mas, um segundo ponto é ter a certeza de que os dados que vão preencher esses propósitos estejam disponíveis. Muitas vezes, por mais do que se saiba o que deve ser feito, no meio do caminho aparecem dados sujos, espalhados por vários lugares, o que aumenta a complexidade do projeto ao seu final.

#2 Escolher os dados que promovem mudança

O projeto de business intlelligence na área financeira deve trabalhar de fato com dados capazes de promover mudanças de curso. É preciso pensar o que é necessário para a tomada decisão naquele mês e não somente oferecer informações do que já aconteceu. Muita gente olha o BI só como passado.

#3 Quick wins

Sempre digo que um projeto não precisa ser perfeito, mas além de retorno em curto prazo, baixo custo é a palavra de ordem. Lembre-se que se a implementação for rápida e não custar muito caro será mais fácil de refazer, se necessário.

#4 BI é um ser vivo

O que dá certo hoje, pode não dar certo amanhã. Tudo é mutante. Os clientes mudam, o mercado muda, os dados mudam.

#5 Disseminar a cultura analítica

A cabeça das pessoas faz toda a diferença e é sim papel do CFO tentar disseminar a importância de uma cultura analítica e orientada a dados dentro de uma organização. Será isso que ajudará a mensurar lá na frente se esse projeto de business intelligence na área financeira está sendo eficiente. Ter adesão e trazer resultados rápidos, são pontos super importantes nesse sentido.

#6 Nada disso terá sentido sem a governança

Não adianta só se ter a garantia de que o dado de origem está limpo, mas sim de que os dados que estão sendo apresentados, sejam em formato ppt ou em um sistema, estejam coerentes com a linha de negócios das empresas. Tempo é dinheiro e não faz sentido perder muito tempo analisando um dado que foi transformado.

Em suma, tenho acompanhado de perto como o uso de ferramentas analíticas (principalmente para acessos a dados em real time) tem mudado não só a cultura das empresas, como a dinâmica do mercado. Acho que os projetos de bussiness intelligence na área financeira não é diferente, por isso, vale a pena olhar para os pontos que mencionei acima e pensar como o analytics pode ser eficaz e trazer retornos para um CFO, que passa a ser mais ágil, a cultivar melhores tomadas de decisão, alcançar melhores resultados ao trabalho, conquistar mais credibilidade junto a todos e ganhar um impulso nos seus negócios e na sua carreia.

Cynthia Bianco é presidente da MicroStrategy no Brasil, empresa pioneira na área de BI, analytics e em aliar a mobilidade, realidade aumentada e linguagem natural com plataformas analíticas.

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Microstrategy expande equipe e abre mais de 350 vagas de emprego no mundo

A MicroStrategy (Nasdaq: MSTR), líder mundial no fornecimento de plataformas analíticas e software de mobilidade, está expandindo a sua equipe no Brasil. 13 vagas de emprego estão sendo abertas nas áreas de vendas, consultoria, jurídica, marketing, desenvolvimento de negócios e treinamento, incluindo oportunidades tanto para profissionais graduados como para estagiários. Cada uma das posições dispõe de pré-requisitos específicos. Os detalhes estão disponíveis no site, onde também é possível candidatar-se às vagas.

De acordo com Cynthia Bianco, presidente da MicroStrategy no Brasil, essas novas oportunidades de carreira estão inseridas em um contexto de expansão local. O que reforça a posição e solidez da companhia, que é a empresa do segmento de analytics e business intelligence que está há mais tempo no mercado brasileiro, cerca de 20 anos, em constante crescimento.

“Como somos comprometidos com os resultados e o retorno dos investimentos dos projetos de nossos clientes, sempre nos preocupamos em atendê-los diretamente, sem o intermédio de um distribuidor. Neste sentido, para oferecermos um serviço diferenciado, dispor de uma forte equipe é crucial para suportar nossa estratégia de expansão. Acreditamos que o sucesso dos nossos negócios no país está atrelado a pessoas inteligentes, produtos que fazem a diferença e ideias inovadoras”, enfatiza.

A Microstrategy preza por manter uma infraestrutura robusta e o suporte de um time composto pelos melhores e mais qualificados profissionais do segmento. Em todo o mundo, foram abertas 350 vagas. Nos EUA, US$ 6 milhões estão sendo investidos em contratações e também em melhorias em instalações e espaços de trabalho.

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MicroStrategy Symposium 2016 discute as últimas tendências em big data, analytics e mobilidade

A MicroStrategy Incorporated (Nasdaq: MSTR), líder mundial no fornecimento de plataformas de software empresarial, traz mais uma vez a São Paulo o MicroStrategy Symposium. O evento, que acontece dia 25 de outubro, no Pullman Vila Olímpia / Caesar Business, tem por objetivo ajudar as empresas a tomarem decisões de maneira muito mais inteligente e assertiva. Além de sessões técnicas e conceitos relacionados às funcionalidades da sua nova plataforma MicroStrategy 10.5 – lançada em setembro último, o evento discute o que há de mais avançado em big data, analytics e mobilidade, sempre a partir de experiências reais e bem sucedidas. Outras 23 cidades na América do Norte, Europa, Oriente Médio e Ásia receberão também o MicroStrategy Symposium 2016 ao longo do mês de outubro.

A MicroStrategy disponibiliza uma plataforma analítica, que, graças à sua habilidade de utilizar dados, análises e raciocínio sistemático, conduz a um processo de tomada de decisão muito mais eficiente. Além disso, para ilustrar como essa inovadora tecnologia pode ser aplicada das mais diversas formas, clientes como Ipiranga, Bradesco Seguros, Vivo, Magma Solution, NeoGrid, Avon, Sunset e Energisa, mostrarão suas experiências bem sucedidas durante o evento. Nessas sessões, será possível saber, por exemplo, como transformar grandes volumes de informações em dados e insights valiosos para uma tomada de decisão mais inteligente e assertiva; como o analytics pode apoiar na detecção de fraudes e prevenção de perdas; como os investimentos em mobilidade podem agilizar a rotina das equipes de vendas; como a inteligência analítica pode ser crucial em áreas críticas como a saúde, ajudando a salvar vidas; além da relação de Analytics com análises preditivas e como essa tecnologia pode impulsionar estratégias de marketing.

A programação do MicroStrategy Symposium conta ainda com um painel que discutirá o projeto de BI desenvolvido pelo Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) no Ministério da Justiça e como este possibilitou que informações estatísticas fossem utilizadas em prol da segurança pública.

“É sempre motivo de satisfação poder compartilhar as últimas tendências em visualizações e análises de dados com nossos usuários e pessoas interessadas em agregar inteligência aos seus negócios. Nossos simpósios oferecem inúmeras oportunidades de se conhecer as melhores práticas e de aprender como o analytics responde a importantes desafios críticos. Ao realizar esses eventos, estamos dando continuidade à missão de ajudar as empresas a maximizarem o uso da inteligência em todos os lugares”, ressalta Cynthia Bianco, presidente da MicroStrategy no Brasil.

O evento conta ainda como keynote speakers com dois dos principais executivos da companhia no Brasil e América Latina, Flavio Bolieiro (VP América Latina) e Tiago Sanches (diretor de pré-vendas América Latina). Para mais informações acesse a agenda do MicroStrategy Symposium 2016 e registre-se.

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Sete importantes considerações sobre Governança de Dados – Por Cynthia Bianco

Se a possibilidade de estar lidando com dados incorretos, mesmo que hipoteticamente, estremece sua estrutura, você não está sozinho. É preciso ter claro que, sem uma governança, qualquer organização que decida ampliar suas aplicações self-service deparar-se-á com o mesmo problema.

Na verdade, a corrupção dos dados é uma consequência da não verificação da origem do que se tem em mãos ou, mais do que isso, de não se saber como se chegou àquela informação. Desconsiderar ou desconhecer os filtros que foram aplicados ao transformar cada dado em uma informação é um risco inerente a qualquer ambiente corporativo e que é resultado, na maioria das vezes, da descentralização das soluções.

Este modelo pode até funcionar em equipes menores, com menos pessoas envolvidas, mas em locais com centenas de usuários e dezenas de linhas de negócios as consequências de se confiar nesse método podem ser muito negativas e o cenário certamente será caótico.

Além disso, é preciso atentar-se ao fato que embora todos dentro de uma empresa estejam em busca de um mesmo objetivo, ou seja, tornar o negócio bem sucedido, equipes diferentes têm prioridades distintas. A TI foca principalmente na gestão de processos e em assegurar dados confiáveis. Já as áreas de negócio, geralmente enxergam a segurança e a governança como obstáculos na tomada de decisão. Com prioridades tão conflitantes, é obvio que aumentam as dificuldades para se colocar em prática uma aplicação self-service de analytics capaz de funcionar para todos. Porém, algumas medidas podem ajudar as equipes a trabalharam juntas de maneira eficiente:

1. Engajar

Como é mandatório em qualquer projeto, o engajamento é crucial. A organização como um todo precisa reconhecer o valor de uma iniciativa corporativa de governança de dados – seja por meio de padronização de tecnologia, revisões sistemáticas ou designando administradores de dados. É preciso que o empenho vá além do patrocinador do projeto. Os líderes de negócios devem comprometer-se em traçar objetivos e diretrizes e, ainda, estabelecerem de maneira muito transparente e direta as responsabilidades de cada uma das equipes.

2. Identificar os principais stakeholders

Cada unidade de negócio precisa disponibilizar um representante dentro do projeto, que funcione como um porta-voz. Idealmente, os diálogos entre as equipes devem ter uma rotina pré-estabelecida para garantir que todos estejam na mesma página. É responsabilidade de cada um dos envolvidos assegurar que seus times adaptem-se aos processos estabelecidos, construindo assim um ambiente mais colaborativo.

3.TI e Negócios precisam conversar de maneira direta

Criar um canal de comunicação e promover a colaboração entre as equipes de TI e de negócios são os melhores caminhos para garantir que as demandas sejam totalmente atendidas. A área de negócios precisa ser transparente em relação às suas necessidades e tratar a equipe de tecnologia como uma aliada. Ao mesmo tempo em que a TI precisa soltar-se um pouco e ser mais flexível, porém sem forçar-se a extremos. A plataforma analítica selecionada para o projeto deve ser capaz de oferecer funcionalidades de monitoramento que preencham esta lacuna, mas a tecnologia por si só não levará o projeto tão longe quanto se imagina. Para viabilizar isso, os processos de governança precisam ser abertos e fluídos e a área de TI precisa estabelecer uma rotina de monitoramento contínua, trabalhando para que os principais indicadores estejam estruturados com governança e preparados para mudanças recorrentes.

4. Nomear um administrador de dados

É ingênuo pensar que os dados de maior criticidade estão armazenados em um único local. Normalmente, encontram-se espalhados por toda a empresa, em planilhas pessoais e em aplicações na nuvem, e é preciso que alguém os administre. É aí que entra o CDO (Chief Data Officer) ou gerente de dados. De acordo com o Gartner, nos próximos três anos, esta posição estará preenchida em 90% das grandes empresas, o que é uma boa notícia. O CDO surge da interseção das áreas de TI e de negócios com a missão de zelar pelas informações e promover a comunicação entre as equipes.

5. Padronizar tecnologias

Padronize, padronize, padronize. Imagine que você use determinado editor de apresentações e em sua equipe exista um grande número de pessoas que não utilizam esse tipo de tecnologia, fazendo com que cada slide construído, precise ser adaptado para a ferramenta adotada pelo restante da equipe. O tempo de execução do trabalho com certeza aumentaria. Agora, se houver uma padronização da tecnologia, embora isso possa significar abdicar de uma preferência pessoal, tudo poderia ser concluído duas vezes mais rapidamente. Com o analytics, assim como em todas as outras implementações tecnológicas, a padronização entre todas as áreas ajuda consideravelmente.

6. Dar pequenos passos

A verdade é que a governança de dados não ocorre de um dia para outro. Com as necessidades de negócios mudando com frequência, é preciso estabelecer um processo de identificação de lacunas repetitivo e cíclico, priorizando as aplicações e dados mais importantes. O ideal é começar pequeno. Escolha um e comece por ele. Lembre-se que mesmo que você seja capaz de certificar ou impulsionar uma aplicação por mês, serão 12 implementações críticas ao longo do ano.

7. Não deixar que vitórias de curto prazo impactem em estratégias de longo prazo

Para alcançar verdadeiramente a governança, você precisa investir em uma estratégia de longo prazo que inclua uma visão de crescimento e de mudanças. Correções pontuais trabalham no sentido contrário. Focar em objetivos em curto prazo e adotar a primeira ferramenta gratuita de análise com a qual se deparar, dificulta a colaboração entre as equipes e torna a governança ainda mais árdua. Então, quando estiver selecionando uma ferramenta, certifique-se de que ela seja escalável; possa ser acessadas através de diversos dispositivos e que tenha futuro garantido no que diz respeito à velocidade e reutilização.

Lembre-se, que dados estão sempre mudando e evoluindo.

Cynthia Bianco é presidente da MicroStrategy no Brasil, empresa líder mundial no fornecimento de plataformas de software empresarial, que atende com sua solução inovadora MicroStrategy 10 Secure Enterprise tanto as necessidades de implementações departamentais self-service como de âmbito corporativo

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