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Projetos de desenvolvimento de aplicações móveis vão alavancar serviços de back-end na Nuvem

O Gartner, líder mundial em pesquisa e aconselhamento sobre tecnologia, anuncia que, em 2016, 40% dos projetos de desenvolvimento de aplicações móveis vai alavancar serviços de back-end na Nuvem, fazendo com que os líderes de TI percam controle sobre o andamento da adoção de Cloud em suas empresas. As estratégias e a governança de aplicações móveis serão analisadas durante a Conferência Gartner Arquitetura de Aplicações, Desenvolvimento e Integração, que acontece nos dias 13 e 14 de agosto, no Sheraton São Paulo WTC Hotel.
Os serviços de back-end móveis na Nuvem fornecem uma especializada plataforma como serviço (PaaS) para dar suporte ao desenvolvimento de aplicações móveis. Esses serviços – chamados no mercado como “back-end móvel como serviço” – provêm habilidades comumente necessárias para as aplicações móveis, como o gerenciamento de usuários, armazenamento de dados, serviços de notificações e integração de redes sociais. Além disso, alguns deles permitem aos desenvolvedores implantarem códigos/rotinas executadas apenas no servidor.

“Os serviços de back-end móveis na Nuvem estão se tornando componentes importantes no ecossistema de desenvolvimento de aplicações. Como resultado, as organizações devem começar a usá-los sem, primeiro, desenvolver a compreensão necessária das questões e riscos associados à implantação de serviços na Nuvem para a infraestrutura de aplicações. É preciso, então, uma espécie de curso intensivo sobre as preocupações fundamentais de implantar uma funcionalidade na Nuvem”, afirma Gene Phifer, vice-presidente de pesquisas do Gartner e chairman da Conferência.

Um dos principais objetivos dos serviços de back-end móveis é usar as capacidades Cloud – como armazenamento de dados, por exemplo – o mais naturalmente possível para o desenvolvedor de aplicações móveis. O programador desenvolve aplicações móveis usando mecanismos familiares de programação de armazenamento, e o serviço na Nuvem age como uma “caixa preta” que armazena e recupera os dados, de acordo com a necessidade. Mas, na medida em que o uso dos serviços na Nuvem pelas aplicações móveis aumenta, o desafio de governança da segurança e o uso de dados corporativos sensíveis também crescem. Se forem deixados sem governança, o resultado é um movimento oculto de dados potencialmente sensíveis para a Nuvem e a possibilidade de segurança inadequada. Gerir tais interações entre aplicações móveis, sistemas corporativos e a Nuvem pode exigir segurança adicional e capacidades de governança, além das encontradas em uma plataforma de desenvolvimento de aplicações móveis específicas.

“A tecnologia de governança só pode ser efetiva, entretanto, se for usada. As políticas claras devem ser estabelecidas e comunicadas aos desenvolvedores antes do uso de serviços de back-end móveis na Nuvem, por aplicações que possam acessar dados corporativos ou de clientes”, diz Phifer.

Uma quantidade significativa do desenvolvimento de aplicações empresariais acontece fora do escopo de TI, na forma de desenvolvimento de aplicações da unidade de negócios, do usuário final e terceirizado. Historicamente, a maioria dos que não são desenvolvidos pela TI têm sido terceirizados. Isso está começando a mudar com o surgimento de criadores de Apps visuais e outras formas de ferramentas rápidas de desenvolvimento. Com a demanda crescente por esse tipo de aplicação, os desenvolvedores ‘não TI’ vão procurar, cada vez mais, maneiras de fornecer aplicações móveis que satisfazem os requisitos de negócio e começarão a construir seus próprios Apps móveis.

“Isso representa um risco maior do que no passado. O advento de ambientes mais sofisticados de desenvolvimento rápido, a disponibilidade de serviços na Nuvem e o acesso crescente a sistemas corporativos vão aumentar o potencial para desenvolvedores ‘não TI’ fazerem aplicações que misturam dados sensíveis com serviços baseados em Nuvem e armazenamento. Portanto, é necessário estender o conhecimento das questões a toda organização, bem como as políticas corporativas para serviços na Nuvem. Assim, as aplicações móveis feitas fora da TI estarão sujeitas à mesma supervisão e governança das construídas pela área de TI”, explica Gene Phifer.

As inscrições para a Conferência do Gartner podem ser feitas pelo e-mail brasil.inscricoes@gartner.com, site www.gartner.com/br/aadi ou telefones (11) 5632-3109 / 0800 744 1440. Até dia 19 de julho, é possível obter desconto especial de R$ 775,00 para inscrições antecipadas.

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Gartner: 25% das empresas terão loja de Apps em 2017

De acordo com o Gartner, líder mundial em pesquisa e aconselhamento sobre tecnologia, 25% das empresas terão em 2017 uma loja corporativa de aplicativos para gerenciar os Apps (aplicativos) sancionados pela empresa em PCs e aparelhos móveis. Estas lojas prometem gerar maior controle das aplicações usadas pelos funcionários, dos gastos com software e maior nível de negociação com os fornecedores. Porém, isso só é possível se a loja for amplamente adotada dentro da organização. Essa será uma das tendências apresentadas pelos analistas do Gartner durante a Conferência Arquitetura de Aplicações, Desenvolvimento e Integração, que acontece nos dias 13 e 14 de agosto (terça e quarta-feira), no Sheraton São Paulo WTC Hotel.

“Os aplicativos baixados pelas lojas públicas comprometem as estratégias de segurança de TI, aplicações e aquisições. O chamado ‘Traga seu próprio aplicativo’ (BYOA) se tornou tão importante quanto o ‘Traga seu próprio dispositivo’ (BYOD) no desenvolvimento de uma estratégia para mobilidade. A tendência do BYOA começa a afetar as aplicações para Desktop e Web”, explica Luis Cláudio Mangi, vice-presidente de pesquisas do Gartner, que apresentará sessão sobre a governança de aplicativos e da informação durante a Conferência. As lojas de Apps corporativas prometem, ao menos, uma solução parcial, mas, somente, se a segurança de TI, aplicações, aquisições e profissionais de sourcing puderem trabalhar juntos para adotar o conceito de loja dos aplicativos para suas empresas. Quando bem sucedida, é possível aumentar o valor entregue pelo portfólio de aplicações e reduzir os riscos associados, além de taxas de licença e despesas de administração.

O Gartner identificou três tendências para as lojas corporativas de Apps e, também, recomendações de como organizações podem se beneficiar:

1. O crescente número de aparelhos móveis das empresas e a adoção do gerenciamento de dispositivos móveis conduzirão para a demanda e adoção dessas lojas

As empresas já têm muitas escolhas para baixar software nos PCs, mas, a maioria delas, não inclui o suporte a smartphones e tablets. Elas começam a formalizar mais suporte padrão a esses aparelhos e procuram formas de gerenciar o fornecimento de aplicativos móveis, especialmente na medida em que desenvolvem os seus próprios para estender dados mais complexos a esses dispositivos.
Muitas empresas procuram fornecedores de gerenciamento de dispositivos móveis (MDM) para prover dessas capacidades como parte de uma suíte de serviços que estão vendendo. Atualmente, a maioria dos fornecedores tem uma maneira simples de estender Apps para dispositivos móveis, geralmente, por meio de um agente básico no aparelho. Mas, muitas empresas estão lançando lojas mais sofisticadas que podem hospedar Apps corporativos e de terceiros para acessar por smartphones, tablets e PCs. O desenvolvimento de aplicativos móveis e o suporte de MDM conduzirão a maioria das implantações das lojas corporativas de aplicativos durante os próximos 12 a 18 meses.

As organizações começam a avaliar a real necessidade pela adoção imediata dessas lojas e procurar fornecedores que oferecem suporte multiplataforma para Web, PCs e Apps móveis, bem como para diferentes dispositivos. As lojas de aplicativos devem ser parte de um pacote de recursos de MDM e compradas com uma solução completa de gerenciamento móvel.

2. As lojas corporativas de aplicativos podem oferecer suporte a um processo automatizado de software mais diversificado e competitivo, que exige menos intervenções relativas a aquisições

As empresas oferecem uma maneira de automatizar a aquisição de licenças de software de lojas de aplicativos sob controle corporativo como parte do processo normal de requisições. Ao deixar a escolha para os usuários, as organizações podem delegar muitas decisões sobre preços e performance, lembrando que o custo dessa escolha será aprovado pela gerência e/ou retorno para sua unidade de negócios.
“As lojas corporativas permitem ao setor de aquisições ampliar a escolha dos usuários, incentivando os fornecedores a enviarem aplicativos concorrentes e monitorarem a demanda por Apps populares, trazendo benefícios à negociação de termos de licença e preços”, afirma Luis Mangi.

3. O sucesso a longo prazo de uma loja corporativa de Apps depende do aumento no fornecimento de soluções de software
Poucas empresas, ainda, podem controlar sua cadeia de valor móvel. As organizações de TI devem deixar de selecionar aparelhos e software para usuários e estabelecer políticas transparentes e aplicadas de curadoria de aplicativos – como, atualmente, ocorrem nas lojas públicas de aplicativos.

A mudança de controle será um desafio para muitas áreas de TI e, mais ainda, capacitar usuários para escolher. Sem uma seleção dinâmica de aplicativos a serem escolhidos, os usuários, eventualmente, não terão muitas razões para continuar visitando as lojas de Apps. Isso pode ser uma maneira natural de compartilhar novas aplicações dentro da empresa, reconhecer as melhores, fornecer feedback aos times de desenvolvimento e, até, criar certa competição entre elas – tudo a fim de conduzir ao desenvolvimento de soluções melhores. Um grande aumento nas opções de aplicativos disponíveis para os integrantes é uma condição para qualquer loja corporativa de sucesso.
“A implantação de lojas corporativas deve ser vista como um componente da estratégia de aplicações da empresa, mais que uma estratégia de infraestrutura. O fator de sucesso é o fornecimento de aplicativos. Como resultado, os líderes de aplicações devem ter a responsabilidade global para qualquer iniciativa da loja corporativa, mas devem trabalhar em colaboração com outras equipes. Os Apps baixados e usados fornecem informações importantes, como o tipo de solução que tem valor e para qual perfil de usuário é destinado”, diz Luis Mangi.
As inscrições para a Conferência Gartner Arquitetura de Aplicações, Desenvolvimento e Integração podem ser feitas pelo e-mail brasil.inscricoes@gartner.com, pelo site www.gartner.com/br/aadi ou pelos telefones (11) 5632-3109 / 0800 744 1440. Até o dia 12 de julho, é possível obter desconto especial de R$ 775,00 para inscrições antecipadas.

ANOTE EM SUA AGENDA – Conferência Gartner Arquitetura de Aplicações, Desenvolvimento e Integração
Site: www.gartner.com/br/aadi
Datas: 13 e 14 de agosto (terça e quarta-feira)
Local: Sheraton São Paulo WTC Hotel – Avenida das Nações Unidas, nº 12.551
Horário: a partir das 8h

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