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A transformação digital mudou as relações de compra e venda

Por Diogo Lupinari

É fato que a revolução tecnológica favoreceu vários setores da economia que investiram pesado para melhoria de seus produtos e serviços. O comércio é um grande exemplo disso: basta olharmos para a Amazon, segunda empresa mais valiosa do mundo, que recentemente atingiu o incrível valor de mercado de U$ 1 trilhão.

Não é por acaso que cada vez mais as marcas do varejo físico tradicional se convencem de que é preciso investir em tecnologia para proporcionar uma experiência digital para seus clientes. De acordo com a última pesquisa anual da JDA/PwC, com mais de 350 varejistas globais, a transformação digital é prioridade nos investimentos do setor.

Em paralelo, uma nova geração de micro e pequenos empreendedores aproveita as facilidades que a tecnologia oferece para lançar o seu próprio negócio virtual ou conectar a sua loja física à internet, aproximando-se de um público que se espalha do norte ao sul do país.

Todo esse movimento de mercado se explica pelas inúmeras vantagens que a tecnologia proporciona para o comércio de bens e mercadorias.

Com a possibilidade de migrar sua loja para o ambiente digital e ainda colocar seus produtos nas vitrines dos marketplaces, o varejista ganhou novos canais de venda para atender o consumidor, entregando praticidade e preços atrativos.

Para vendedores que atuam num segmento de vendas muito específico, a inovação tecnológica fez nascer os chamados marketplaces de nicho, shoppings virtuais que atraem uma audiência qualificada e engajada na compra de produtos de uma mesma categoria.

A tecnologia no e-commerce ainda permitiu que a própria indústria se aproximasse do cliente final sem intermediários, ao possibilitar a venda direta para o consumidor. Dessa forma, as marcas se aproximam das pessoas e entendem quais são suas preferências e hábitos de consumo, o que impacta diretamente na confecção de novos produtos que circulam no mercado.

Mas talvez o maior impacto da transformação digital no setor se traduza na integração entre o mundo digital e o mundo físico, expressa no conceito de venda “omnichannel”. Por ele, o cliente compra pela internet e retira seu pedido numa loja física, que funciona como um centro de coleta e distribuição, com benefícios de frete grátis e menores prazos para recebimento do produto, por exemplo.

O omnichannel também permite que o cliente experimente o produto dentro da loja física e efetue a compra à distância para recebê-lo na sua própria casa. Nessa situação, a loja física funciona como um centro de experiências e demonstração de produtos, dispensando custos com estocagem na loja.

E não para por aí: a tecnologia segue impulsionando novas formas de interação entre marcas, varejistas e consumidores, que passam pela evolução de processos de distribuição e logística (com operações de cross-docking e drop shipping, por exemplo), lojas disponíveis dentro das redes sociais, chatbots que permitem que clientes interajam com atendentes virtuais inteligentes e ferramentas de recomendações automáticas de produtos, a partir da análise de perfil de compra e navegação nas lojas virtuais e nas mídias sociais.

Como se observa, as relações de comércio nunca mais serão como antes. Nesse contexto, vale a pena o varejista investir parte do seu orçamento em diferentes soluções e ficar de olho nas novidades que o mundo da tecnologia tem para oferecer. Quem permanecer apenas na loja física estará perdendo grandes oportunidades.

Diogo Lupinari, CEO e cofundador da Wevo

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87% dos internautas gostariam de comprar em supermercado sem caixa

O brasileiro está preparado para comprar em um supermercado sem caixa, com cobrança online? Uma pesquisa do IBOPE Conecta realizada com internautas revela que 87% deles comprariam nessa situação, pois acham que seria mais prático, mais rápido e gostam de novas experiências de compra. Para os 13% que não comprariam, o motivo é o receio de não ter alguém para solucionar um problema e por não parecer tão seguro.

Outra opção de cobrança, o totem, como já existe nos estacionamentos de shoppings, precisa de um pouco mais de incentivo, pois 45% dos entrevistados afirmam nunca ter usado o totem quando disponível em algum ponto de atendimento. Entre os que já usaram, a ferramenta agrada: 61% acham mais prático e 45% dizem que o atendimento é mais rápido, além dos 15% que preferem não falar com um atendente.

A pesquisa também questionou sobre as Guide Shops, estabelecimentos como uma vitrine de produtos, geralmente ligados a um e-commerce. Por enquanto, são desconhecidas no Brasil, já que 80% dos entrevistados nunca ouviram falar nesse tipo de loja, mas gostariam de comprar. Para os 14% que afirmam que não comprariam, os principais motivos são receio do produto vir errado ou com defeito, não levar o produto para a casa na hora e a falta de confiança nesse tipo de serviço. Os poucos (4%) que já compraram nessas lojas, gostaram: 70% ficaram satisfeitos com a experiência.

Outro método que começa a aparecer em maior número no país é o de pagar apenas aproximando o celular da maquininha. Mais da metade dos internautas brasileiros (57%) já ouviram falar desse tipo de pagamento, mas nunca o utilizaram. Outros 31% também não conhecem, mas ficaram interessados em utilizar. Por enquanto, apenas 2% já utilizaram, sobretudo em lojas de roupas e supermercado.

O IBOPE Conecta também perguntou qual o sistema de pagamento inovador preferido do internauta. Pagar com a biometria é o escolhido por metade dos entrevistados (48%), seguido de pagar com o celular (27%) e reconhecimento facial (12%). Apesar do desejo de avanço tecnológico, 42% acreditam que o Brasil não tem capacidade de ter essas tecnologias como lojas sem atendentes, pagamentos via celular e outros. Também há a barreira cultural: 64% preferem pagamento com cheque e 49% preferem o sistema de carnê/boleto bancário (as respostas eram de múltipla escolha).

Sobre a pesquisa

A pesquisa foi realizada de 8 a 13 de março, com 2.000 internautas das classes A, B, C e D, de todas as regiões do Brasil.

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Gestão de compras: quatro erros que as PMEs devem evitar

Quando bem administrada, a área de gestão de compras pode proporcionar benefícios para todos os setores de uma PME. No entanto, para que essa otimização possa ser alcançada, é preciso ficar atento e evitar alguns erros que comprometam todo o planejamento e prejudicar os resultados.

Carlos Campos, Sócio Diretor da Nimbi, empresa especializada em soluções para a cadeia de suprimentos, aponta quatro erros que devem ser evitados na área de supply chain. Confira!

Tratar os processos da mesma forma: Para ser estratégico e ter uma melhor performance nas negociações, é preciso entender que cada categoria é diferente. O primeiro a se fazer é uma categorização, definindo itens de matéria-prima e os itens indiretos, como materiais de escritório, ferramentas, produtos para limpeza, entre outras coisas. Depois, para cada uma das categorias será adotada uma estratégia diferente. A relação com um fornecedor de um item estratégico para a empresa requer maior atenção e cuidado na negociação. Entenda o impacto do produto para o negócio e a complexidade do mercado – se há outros fornecedores do mesmo material.

Não dar atenção ao TCO – Total cost of ownership: não negocie um produto levando em conta apenas o seu preço. Ao realizar uma compra, o gestor deve considerar todos os custos envolvidos na operação, como frete e futuras manutenções. O TCO é um indicador de extrema importância, pois analisa todos os custos de uma empresa tem para manter ou adquirir certos tipos de ativos.

Não fazer processo de investigação dos fornecedores: uma investigação completa sobre os fornecedores é fundamental, pois sua qualidade gera impacto direto sobre o sucesso das operações. Essa também é uma forma de maximizar as vantagens e minimizar riscos como má qualidade de produtos, dificuldades burocráticas, origem duvidosa e até mesmo fraudes. Avalie a confiabilidade do fornecedor utilizando a qualidade, origem e reputação como indicadores. Sempre há o risco de que os produtos sejam de precedência incerta, ou de que são produzidos de forma irregular, por meio de trabalho escravo ou infantil.

Não investir na qualificação de um profissional de compras: é muito importante ter conhecimento suficiente para realizar as operações de compra. Existem diversas técnicas de negociação, balizamento de preços e gestão que um gestor deve dominar. Muitas empresas de menor porte costumam atribuir essa função para um colaborador de outra área, como alguém da área administrativa por exemplo.

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Plataforma de pagamentos apresenta experiência de compras inovadora

Atualmente o smartphone se tornou muito importante para as pessoas se comunicarem, mas essa não é sua única função. Hoje ele também pode ser usado para fazer pagamentos em aplicativos de banco, vídeo conferências e até monitorar os filhos via GPS. Uma das novas utilidades é a adaptação de celulares como cartões de crédito ou uma extensão da agência bancária, que já está disponível em alguns países.

Outra facilidade que a tecnologia proporciona é receber serviços exclusivos baseados em um banco de dados. Imagine ter atendimento altamente personalizado de acordo com seu gosto e hábito de consumo, ou ter um dispositivo que reconhece que você entrou em determinada loja e dispara para o seu celular ofertas disponíveis no local baseadas no seu perfil.
O que antes era factível apenas no universo digital, tornou-se possível também em pontos de venda como lojas e supermercados. Essa é a proposta oferecida pela startup IZIO, o novo investimento da Conductor, empresa especialista em tecnologia de meios de pagamento. A startup fornece, dentre outros serviços, um total controle de comportamento de compra, utilizando atrativos como push, SMS informativo, cupom de desconto, campanhas e e-mail marketing.

Na prática funciona assim: o cliente cadastro seu número de celular e é alertado sobre promoções e novidades baseadas em seu relacionamento de compra, gênero e idade. As escolhas são feitas para aquele cliente em específico. Além disso, o cliente pode receber essas ofertas ao adentrar o ponto de venda. A plataforma reconhece o dispositivo devido a GPS do celular e uma vez que isso é mapeado, em uma fração de segundos, o cliente tem acesso à informações de seu interesse.

Christian Vincent, empreendedor e idealizador da IZIO, comenta sobre a inovação: “Com essa plataforma nós conseguimos conectar o varejo com seus clientes, em qualquer hora e qualquer lugar, no momento certo”. A ideia é fazer com que o cliente vá para o varejo por incentivo do varejista, através de ofertas altamente personalizadas, usando inteligência artificial. A proposta é dar a possibilidade de trabalhar o marketing segmentado ou personalizado, de acordo com a necessidade.

A IZIO processa mais de 1,5 milhão de transações mensais, tem mais de 200 mil CPFs cadastrados nos clientes onde opera, e mais de 200 milhões de registros de comportamentos dos clientes. As soluções da IZIO já operam em lojas nos Estados de São Paulo e o Rio de Janeiro.

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Por desconto agressivo, consumidor pode pagar à vista na Black Friday, diz pesquisa Mercado Livre

Além de apontar que a sua maior preferência é o preço baixo, o consumidor brasileiro afirma que pode até pagar à vista na Black Friday deste ano se receber um desconto extra para isso (cupons de desconto, por exemplo). É o que indica pesquisa feita pela Bonus Quest a pedido do Mercado Livre com 1115 consumidores que realizaram compras na Black Friday do ano passado. Comparando a opção de pagamento à vista com desconto com a de parcelamento, a preferência pela primeira opção é de 64% contra 36%.

No ano passado, metade dos respondentes (52%) fez compras em um único site durante a promoção; a outra metade (48%) comprou em dois ou mais sites, ou seja, pesquisou antes de finalizar a compra. Os itens mais comprados no ano passado foram celulares e telefones (33%); itens de Informática (22%); e de Moda e Eletrodomésticos (19%); seguidos por equipamentos de áudio e vídeo (14%). O gasto médio na promoção foi de R$ 611, tendo o cartão de crédito como o principal meio de pagamento (72% finalizaram suas compras por este meio). Os outros 23% preferiram pagar via boleto bancário.

“Os resultados comprovam que o consumidor está mais consciente e exigente. O brasileiro entende a importância de comparar os preços em diversas lojas online e está se preparando para um possível pagamento à vista caso a promoção seja agressiva, escapando do endividamento”, afirma Leandro Soares, diretor de Marketplace do Mercado Livre.

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Geração “Y” de consumidores demanda muita atenção de varejistas – Por Juan D’Antiochia

Uma estratégia móvel robusta nos dias atuais é fundamental para os varejistas atenderem os mais diversos tipos de público no mercado global. Com o rápido e constante desenvolvimento da tecnologia, as compras via smartphone têm se tornado cada vez mais rápidas para atender ao consumidor moderno que não quer perder muito tempo durante todo o processo de compra.

Desta maneira, o device se tornou objeto indispensável no dia-a-dia destes compradores, seja dentro de casa, pelas ruas ou no ambiente de trabalho, e principalmente, na vida do público mais jovem. Em especial a geração “Y” que não deixa o telefone e o utiliza para se conectar com os amigos, ouvir músicas, participar de jogos online e o principal: fazer compras pela internet. Esta geração que já nasceu pronta para todas estas inovações tecnológicas precisa e deve ser vista atentamente.

Um estudo realizado recentemente pela Worldpay, intitulada “Por que Eles Pagam Desta Maneira”, descobriu uma elite de compradores: os Supper-Shoppers. Esse perfil de consumidores corresponde por 92% das compras mensais pela internet e destes, 34% fazem parte da geração “Y”. Para garantir uma experiência de compra perfeita, os varejistas precisam oferecer um aplicativo sem falhas ou um site que atenda todas as expectativas do consumidor, que tem se tornado cada vez mais exigente.

Dentro destas perspectivas é essencial que os varejistas prestem muita atenção em aspectos como a importância da marca, uma experiência boa e rápida do usuário via aplicativos ou site e mostrar que se preocupa cada vez mais com seu cliente. Um bom aplicativo simplesmente deve funcionar sem falhas. Se isso não acontecer os usuários mais jovens, em particular, passam a buscar o que precisam em outros lugares. Este precisa ser de fácil utilização. Qualquer configuração que possa ser ajustada de acordo com a preferência do usuário deve ser de fácil compreensão aliada a uma navegação o mais intuitiva possível.

Os varejistas tem se mostrado atentos a estas mudanças, um grande exemplo disto são às estratégicas Omni-Channel, que garantem o conforto necessário para os clientes mais conectados que exigem sempre o melhor que o mercado tem a oferecer, porém é preciso trabalhar cada vez mais no desenvolvimento e melhorias destes aplicativos.

Os clientes querem e precisam saber que são valorizados e que seus hábitos são analisados para melhorias futuras. Em uma loja física pode ser mais fácil de conseguir isso, mas em um aplicativo, focado em uma transação rápida, e sem qualquer complexidade, torna-se mais difícil de mostrar ao cliente o quanto eles são importantes. Desafio lançado para as empresas e marcas que querem, além de serem reconhecidas, terem seus produtos no topo das vendas para uma geração de consumidores que preza a rapidez e a atenção.

Juan D’Antiochia, General Manager da Worldpay para a América Latina

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Metodologias ágeis trazem novos insights para indicadores de compras – Por Carlos Campos

Dois gestores do departamento de compras se encontram. Um deles pergunta: “Olá, tudo bem com você?”. O outro responde: “Estou bem preocupado por conta do meu spend”. Esta conversa aconteceu na noite desta quinta-feira, dia 7 de julho, na sede da Nimbi onde reunimos 13 executivos responsáveis pelos departamentos de compras de grandes empresas como Nokia, LATAM, Heinz, Vigor, Claro, Eurofarma, Walmart e reforça a importância dos indicadores para a área de suprimentos.

Esses profissionais são bombardeados por dados e relatórios que analisam a performance obtida em cada negociação. Contudo, quais informações são mais relevantes? Para responder a essa pergunta, nossa aposta é fugir do modelo tradicional e recorrer às metodologias ágeis.

Atualmente, as metodologias ágeis não dizem respeito apenas ao desenvolvimento de softwares, mas também à gestão do negócio. Até 2018, por exemplo, 75% das empresas de tecnologia estarão utilizando esses processos, de acordo com pesquisa da consultoria Gartner.

A exigência do ambiente corporativo é fazer mais com menos, ao mesmo tempo em que é promovida a troca de conhecimento entre todos os parceiros. Foi esta ideia que nos motivou a criar o Centro de Excelência em Gestão de Suprimentos (CEGS), a primeira iniciativa deste tipo na América Latina.

Por isso, reunimos estes profissionais ligados aos departamentos de compras de grandes empresas para fomentar o debate e trocar experiências – sempre com foco na inovação e na busca por ferramentas que auxiliem ainda mais a nossa rotina. Recorremos ao método MoSCoW para refletir quais indicadores são, de fato, importantes para a área.

Essa técnica consiste na divisão de quatro pilares: Must, que engloba os conceitos básicos e essenciais (e que, em tese, poderiam ser usados em todos os segmentos), Should, com os que são importantes e agregam benefícios para a gestão, Could, que consiste naqueles que são desejáveis, mas não são tão importantes, e Won’t, com indicadores que não deveriam ser utilizados com tanta frequência. Assim, conseguiríamos promover a reflexão sobre a funcionalidade e eficácia de cada indicador utilizado atualmente.

Divididos em duas equipes, os participantes levantaram as análises mais utilizadas e, na sequência, participaram de um excelente debate para atingir um denominador comum. Após mais de uma hora de debate, chegamos a seguinte conclusão:

Must (Essenciais)

* Prazos de pagamentos e fluxo de caixa: refere-se às condições financeiras de cada compra realizada

* Savings: o conceito engloba os ganhos obtidos na comparação com uma negociação anterior e, em nossa discussão, compreende também o PPV (variação do preço de compra), estoque, entre outros pontos.

* Homologação dos fornecedores: avalia a qualidade do serviço prestado pelos parceiros.

* SLA interno ligado ao lead time: qualidade do serviço interno da empresa, principalmente no que envolve o ciclo do produto.

* OTIF: indicador que analisa a entrega dentro do prazo e que atende as especificações do comprador.

* Produtividade: dados que meçam a eficiência dos processos e dos profissionais envolvidos no departamento de compras.

* Single Source: quantidade de compras realizadas apenas com um parceiro.

Should (Importantes)

* TCO: é o custo total de propriedade e mede os custos envolvidos ao longo do ciclo do produto.

* IIR e LTIR: indicadores de segurança e confiabilidade dos fornecedores.

* Supply Chain Performance Management: análise de desempenho de todo o setor de supply chain.

* Consolidação de Fornecedores: número de fornecedores que realizam negócios com frequência.

* Acuracidade Forecast: porcentagem de “previsões certas” em cima das negociações realizadas.

Could (Diferenciais)

* E-procurement: porcentagem de compras feitas de forma automática pela Internet.

* Compras fora do contrato: quantidade de negociações feitas fora do contrato com o fornecedor.

* Spend por FTE: análise das despesas feitas em cima do tempo do profissional em cada negociação.

Won’t (Coadjuvantes)

* PTAX: taxa de câmbio vigente (a instabilidade econômica faz com que o dólar oscile bastante e impeça um planejamento a longo prazo).

Evidentemente não podemos considerar como verdade absoluta essa divisão – tampouco era este objetivo. O plano era traçar métricas e análises que façam sentido para o mercado de cada empresa. No debate, por exemplo, tivemos uma dúvida sobre cost avoidance (economia obtida em uma compra após o valor já ter sido orçado).

Um grupo considerou esse ponto como essencial, enquanto outros defenderam como diferencial – certamente é um tema que será pensado e debatido posteriormente. Contudo, se é impossível chegar a uma unanimidade, certamente essa proposta pode ser a luz que abre caminhos na área de suprimentos.

Carlos Campos é Sócio Diretor da Nimbi, empresa especializada em soluções para a cadeia de suprimentos. A fornecedora de tecnologia para supply chain management no Brasil atualmente conta com 50 clientes, no entanto almeja terminar 2016 com 150 empresas parceiras. Em 2015 a plataforma foi responsável por aproximar mais de 30 mil empresas, controlar 3,5 milhões de cotações e pedidos e transacionar R$ 10,6 bilhões.

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A importância do pagamento para a experiência de compra

Por Augusto Lins*

Caprichar no atendimento e ter uma loja bonita e bem organizada não são garantia de uma boa experiência de compra para o consumidor.

Seja no varejo físico ou no online, de nada adianta uma loja oferecer promoções e descontos para atrair novos clientes se, a hora de efetuar o pagamento e concluir a compra a história é dolorosa ou burocrática.

A tecnologia pode e deve ser usada para tornar o pagamento um ato mais natural, promovendo uma experiência simples, transparente e sem fricção, a chamada “uberização” do pagamento, que tem uma contribuição significativa na fidelização do cliente.

É missão dos especialistas em mercado financeiro e tecnologia desenvolver, juntos, soluções que tragam simplicidade e facilidade aos meios de pagamento, integrando-os às plataformas físicas e móveis, como os smartphones, cada vez mais presente no cotidiano das pessoas.

Assim, novas ideias têm surgido, como dos totens de autoatendimento ou das ferramentas de pagamento rápido com um clique, que já fazem sucesso entre os consumidores.

A chegada das aplicações de código aberto ao mundo dos pagamentos traz aos programadores e desenvolvedores uma gama de novas possibilidades, tornando acessível a criação de aplicativos que processem as transações de forma segura com sistemas multibandeiras.

Para o varejista, isso significa mais eficiências e novas chances de fidelização, já que, quanto mais formas de pagamento forem aceitas em sua loja, menor o risco de perder um cliente porque a bandeira de seu cartão foi negada.

E não é apenas no mundo virtual que isso deve ser levado em conta: o varejo físico deve oferecer ao consumidor motivos que justifiquem sua ida até o estabelecimento, além da compra em si.

Imagine, se, em uma loja de calçados ou eletrônicos, por exemplo, os vendedores tenham tablets que possibilitem que o cliente faça o pagamento ali, na hora, sem a necessidade de enfrentar filas?

Os desenvolvedores devem pensar em plataformas já conectadas a sistemas de pagamentos, principalmente no que diz respeito aos adquirentes de cartão de crédito e débito, de forma que a experiência de pagamento se torne um diferencial competitivo.

Tendo a Internet e os dispositivos móveis como aliados para a criação de soluções, é possível descomplicar a vida de quem vende e de quem adquire os produtos, de forma que a experiência de compra, como um todo seja lembrada pelo cliente como algo simples e agradável.

*Augusto Lins é diretor da Stone, nova adquirente de cartões de crédito e débito especializada em mobile – www.stone.com.br

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65% das mulheres já mudaram seus hábitos de compra por causa das redes sociais, diz SPC Brasil

Nove entre cada dez brasileiras fazem uso das redes sociais, mas TV ainda é a principal fonte de informação. Ainda assim, para 58,5% as propagandas não refletem as mulheres como elas são na realidade

Que as redes sociais e a mídia são utilizadas para diversos fins de consumo já é um fato amplamente conhecido. Porém, mostrar como especificamente as mulheres se comportam e respondem à influências de compra e avaliar a percepção da sua imagem utilizada pelos meios de comunicação é o objetivo da série de pesquisas “O Perfil de Consumo das Mulheres Brasileiras” do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL).Segundo o estudo, 64,8% das brasileiras entrevistadas admitem que já mudaram seus hábitos de compra por causa das redes sociais. Ou seja, o fato de acompanhar posts, dicas e comentários teve algum efeito sobre o cotidiano e comportamento de consumo dessa mulher, fazendo com que ela passasse a comprar produtos sugeridos ou mudasse algumas prática do dia a dia.

De acordo com os dados obtidos, as redes sociais são utilizadas por 94,3% das entrevistadas. A plataforma mais popular é o Facebook, citado por 89,2% das mulheres entrevistadas, seguido pelo Youtube (43,4%) e pelo Instagram (34,4%). A pesquisa também abordou os temas que mais mobilizam as postagens, compartilhamentos e acompanhamento das mulheres nas redes sociais: culinária (65,1%), moda (46,8%) e beleza (40,3%).

Em contrapartida, o tema finanças pessoais está entre as áreas menos acompanhadas entre as brasileiras, citado por 9,2% das entrevistadas. Para a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, o baixo interesse pelos assuntos relacionados ao orçamento pessoal não é um bom sinal. “É importante buscar instrumentos que facilitem a organização da vida financeira e o melhor controle dos gastos, e as redes sociais podem ser de grande ajuda nesta tarefa”, diz Kawauti. “Ao compartilhar informações sobre esse tema, as consumidoras podem ampliar seu conhecimento sobre finanças pessoais e agir de forma mais consciente, inclusive ensinando outras pessoas como amigos e parentes.”

52,6% das mulheres fazem avaliações de produtos na internet

Se as redes sociais são importantes ferramentas para aprender e debater, também servem para divulgar suas opiniões sobre os produtos comprados. Mais da metade das mulheres entrevistadas (52,6%) costuma fazer avaliações ou comentários na internet sobre os produtos que compra, sendo que três em cada dez (32,4%) o fazem independente de a compra ter sido considerada boa ou ruim; e 20,2% somente quando o produto é ruim. Dentre as mulheres que possuem este hábito, os itens mais avaliados são os celulares (63,0%), as roupas (56,6%), calçados (45,8%), alimentos (32,8%) e equipamentos de TV, DVD e som (30,6%).

“Ao potencializar a circulação e a troca de informações dos produtos comprados, as redes sociais aumentam o poder de escolha das consumidoras, podendo até mesmo provocar mudanças consideráveis em suas preferências e hábitos”, explica Kawauti.

Para a economista, as redes sociais assumem um papel cada vez mais importante no dia-a-dia das brasileiras.

“Novos meios online de acesso à informação proporcionam um espaço ilimitado para que as mulheres interajam e compartilhem suas experiências de consumo, funcionando como fóruns de discussão e ajudando na decisão de compra de outras consumidoras”, diz.

Com o aumento do uso de smartphones, os aplicativos também ganham cada vez mais espaço no consumo das mulheres. A pesquisa mostra que cinco em cada dez entrevistadas (49,9%) fazem uso de apps no dia-a-dia, sobretudo as pertencentes às classes C, D e E (45,1%). Dentre as mulheres que utilizam essa ferramenta, os mais populares são aqueles que servem para compra online de roupas e sapatos (24,4%), pedir comida (11,2%), auxiliar a dieta (9,6%) e chamar táxi (9,5%). Já os aplicativos para auxiliar o planejamento do orçamento são citados por 8,8% das entrevistadas.

TV ainda é a principal fonte de informação, mas internet ganha força

Considerando os diversos canais que são utilizados para obter informação, o estudo do SPC Brasil e da CNDL revela que a internet já ultrapassou parte dos meios mais tradicionais como jornais e revistas, assumindo um papel cada vez mais importante na vida das brasileiras. Ainda assim, a televisão lidera, sendo mencionada por 68,4% das entrevistadas. Logo após foram citados o Facebook (64,7%), o aplicativo Whatsapp (48,0%) e os portais de notícias (42,0%).

Além de ocupar uma boa posição entre as fontes mais populares para obter informação, o Whatsapp também é citado como o meio de comunicação com maior média de horas dedicadas por dia: são 4,2 horas contra 3,0 horas diárias para o Facebook; 2,9 horas para a TV e 2 horas para o rádio.

Apesar da tecnologia e da variedade de canais informativos, o boca-a-boca com amigos ou familiares foi identificado na pesquisa como o meio mais confiável para as entrevistadas, seguido pela conversa com outros consumidores e pelos jornais. Já as propagandas menos confiáveis na visão das mulheres são aquelas feitas por SMS e por vendedores.

58% acreditam que as propagandas não retratam a mulher real

Ainda que os canais online e tradicionais sejam utilizados pelas mulheres para obter informações, nem sempre elas se sentem plenamente identificadas nesses veículos. Para 58,5% das entrevistadas, as propagandas não refletem suas atitudes e quem elas são.

Entre as brasileiras que acreditam que o perfil de mulher presente na mídia não corresponde à realidade, as principais justificativas são que elas são muito diferentes fisicamente das mulheres reais (59,6%); que elas se sentem incomodadas pela propaganda que as apresenta como objetos sexuais (32,1%); e que as mulheres são sempre mostradas como sendo felizes em famílias perfeitas, e isto não reflete a vida real (29,5%).

A pesquisa então procurou saber quais são os segmentos em que a propaganda mais precisa se adequar para refletir a mulher de hoje e revela que os mais distantes do que as brasileiras pensam ser ideal são o de cerveja, de automóveis, e de moda e beleza.

Quando questionadas sobre como gostariam de ser representadas na propaganda, as entrevistadas afirmaram querer ser retratadas como mulheres guerreiras (49,2%), reais e sem o padrão de beleza inatingível dos filmes e da TV (46,6%), dinâmicas (33,0%) e independentes (32,7%).

O estudo do SPC Brasil também investigou a influência do padrão estético das propagandas no consumo das mulheres e mostra que, ainda que 41,8% das entrevistadas acreditem que esse padrão da mídia não influencia no consumo delas, outros 53,7% das entrevistadas admitem comprar roupas e acessórios vistos na mídia para acompanhar as tendências, desde que esses produtos atendam ao gosto pessoal.

Apenas 11,9% das mulheres brasileiras admitem que o padrão estético exerce muita influência nos hábitos de compra, uma vez que sempre compram os produtos ou serviços indicados.

Metodologia

O SPC Brasil inicia a série de pesquisas “O Perfil de Consumo das Mulheres Brasileiras”. A amostra abrange 810 mulheres com idade igual ou superior a 18 anos, de todas as classes sociais em todas as regiões brasileiras. A margem de erro é de 3,5 pontos percentuais para um intervalo de confiança a 95%.

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Estudo mapeia interesse dos consumidores por serviços e conectividade durante a experiência de compras

Fazer com que o consumidor tenha maior engajamento dentro do Ponto de Venda tem sido uma das estratégias do varejo para fidelizar o cliente e assim contornar momentos de instabilidade na economia. De acordo com a oitava pesquisa global sobre comportamento dos compradores da Zebra Technologies, 51% dos compradores têm um forte interesse em serviços baseados em localização e Wi-Fi dentro das lojas durante suas compras, tais como cupons móveis, mapas de compras e assistência dos funcionários dentro da loja.

Segundo o estudo, conectar-se à internet, sem qualquer custo ou fazer compras pelo celular sem dependência de sinal de operadora é um dos maiores interesses dos clientes, que preferem investir seu dinheiro em lugares onde o vendedor sabe suas preferências, levam em conta as suas opiniões e hábitos para uma melhor experiência no futuro.

Oferecer uma solução inovadora baseada em Marketing Digital e envolvimento com o cliente através de uma solução Wi-Fi gratuita tem se mostrado uma maneira de ganhar e fidelizar clientes. O uso de tecnologias no interior da loja aumenta a satisfação do cliente e ajuda no monitoramento dos Pontos de Venda.

“Embora as compras on-line tenham um número bastante expressivo, a maioria dos consumidores ainda prefere examinar produtos nas lojas físicas antes de uma aquisição. 80% das compras em uma loja são resultado de decisões tomadas a partir de experiências vividas pelo consumidor, por isso, modernizar e personalizar o ponto de venda é fundamental para influenciar nesta importante decisão.”, explica Ricardo Blancas, Diretor da Zebra Technologies do Brasil.

Ainda de acordo com estudo, 64% dos clientes afirmam estar dispostos a comprar mais itens se eles recebessem um melhor serviço e mais atenção dos lojistas, enquanto mais de da metade preferem varejistas que usam a tecnologia para tornar a experiência de compra mais eficiente.

Soluções de ponto de vendas móvel melhoram as experiências de compras

Outra solução para atrair e fidelizar clientes é adotar o Ponto de Venda Móvel que acelera pagamentos. Com o mPOS (soluções de Ponto de Venda Móvel em inglês) é possível efetuar pagamentos de qualquer lugar da loja e diminuir a quantidade de caixas e filas. É possível aumentar a satisfação do cliente reduzindo o tempo de espera e com serviços mais personalizados – aumentando a produtividade e as vendas. Transações rápidas e precisas mantêm o fluxo na loja e faz com que os clientes gastem menos tempo na fila do caixa.
“Quando todos os Pontos de Venda estão abertos e o tempo de espera ainda é longo, é possível enviar dados com mPOS para a fila. Quando o pagamento é processado no “ponto de decisão” ocorre grande diminuição no abandono de vendas. Também é possível ter mais liberdade para redesenhar a área de vendas e reconfigurar os padrões de tráfego”, explica Blancas.

Shopping Cidade Jardim investe em tecnologias para melhoria da experiência de compras

Seguindo a tendência global de conectar seus consumidores para oferecer uma experiência de compras diferenciadas, o Cidade Jardim, um dos maiores Shopping Centers de São Paulo, adotou a solução “Shopper Connected” que garante Wi-Fi grátis aos clientes com mais segurança. Com isso, os clientes têm uma experiência de compra melhorada e o Grupo JHSF concordou em selecionar soluções WLAN da Zebra Technologies para todos os outros 5 shoppings do grupo como investimento futuro.

Com isso, clientes podem conectar-se à internet sem qualquer custo e efetuar compras pelo celular sem dependência de sinal de operadora em qualquer ponto do Shopping. As lojas conseguem ter uma interação maior e personalizada, enviando promoções, descontos de acordo com as preferências e histórico de compras dos clientes conectados. Como as expectativas dos clientes aumentaram, os varejistas reconhecem que o papel da tecnologia nunca foi tão importante como agora.

O foco é fazer com que os clientes tenham mais interação personalizada com as lojas com base em suas preferências e histórico de compras, e assim recebam notificações de promoções e avisos de descontos.

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Como pequenas soluções podem contribuir para grandes reduções de custos

Algumas práticas foram criadas nas empresas e ninguém sabe dizer quem foi ou porque a regra foi criada assim. O fato é que, por comodismo, hábito ou resistência a mudanças, muitas empresas não se dão conta de que possuem grandes “ralos”, com uma série de desperdícios e custos desnecessários que comprometem a lucratividade. Muitas vezes, pode ser uma simples compra de papelaria ou cafezinho – pequenas despesas que acumulam milhões ao longo dos anos.

Para fazer uma boa revisão nos custos das empresas, Fernando Macedo, especialista em redução de custos da ERA – Expense Reduction Analysts, consultoria de origem inglesa que está no Brasil desde 2009, dá algumas dicas:

1- Cotações com fornecedores

Quando a equipe de compras está acostumada a fazer a famosa “cotação com 3 fornecedores para escolher o melhor”, cuidado! Este é um processo vicioso e nem sempre eficiente, principalmente se os fornecedores são sempre os mesmos. Faça um rodízio entre os colaboradores que realizam cotações periodicamente. Caso alguém se sinta incomodado com isso, aumente a vigilância, pois pode estar havendo favorecimento de fornecedores em sua empresa.

2- Compras repetidas

Não é difícil encontrar empresas cujos departamentos têm autonomia para compras isoladas ou contratação de serviços e dis ou mais departamentos compram a mesma coisa em momentos diferentes e com fornecedores diferentes. O ideal é centralizar as compras para ganhar no volume e diminuir a margem de preços. Estabelecer uma política de pagamentos mensais no lugar de pagamentos a cada compra também ajuda a ter mais controle.

3- Redução de água

Pouca gente lembra, mas o custo da água mensal é o mesmo também para o esgoto. Uma redução inteligente da água também reduz o custo do esgoto e é possível utilizar o sistema de reaproveitamento da água de maneira bem simples. Numa escola, por exemplo, foi possível coletar a água após o uso em bebedouros e pias de lavagem das mãos e reutilizá-la nos vasos sanitários gerando economias de 12,5%. Para mais informações sobre a reutilização de água para economia nas empresas, basta buscar orientação no serviço de abastecimento de água e esgoto de cada cidade .

4- Redução de Energia Elétrica

Dependendo do porte da empresa, é possível optar por tarifas diferenciadas e é necessário um planejamento para isso. Mas é possível reduzir bem esse custo, com a instalação de sensores de presença, células fotoelétricas para acionamento sem a luz do dia, relés de tempo, etc.

5- Limpeza

Se o serviço for terceirizado, esteja atento ao escopo do trabalho contratado e respectiva equipe comprometida. Às vezes, as empresas optam por contratar serviços noturnos, encarecendo os contratos de limpeza, enquanto em certas horas do dia o fluxo de pessoas circulando é menor e a limpeza poderia ser feita bem mais em conta. Caso o serviço seja desenvolvido por funcionários da empresa, fique atento aos turnos de trabalho e áreas de maior circulação de pessoas. Nunca tente economizar suprimindo o encarregado ou supervisor.

6- Material de escritório

Esse é o item normalmente quase esquecido quando se fala em redução de custos, por ser formado de diversos materiais de baixo custo unitário. A possibilidade de reduzir o volume de itens pode ser feita agrupando-os por similaridade e gerando processos de compra em lotes e períodos regulares. Os custos com “tonners” ou terceirização de impressoras podem esconder armadilhas, portanto é importante a correta avaliação dos volumes de cópias P&B e/ou coloridas, aliada aos níveis de qualidade.

7- Telecomunicações

A grande vilã do desperdício nas empresas. Alguns cuidados básicos para reduzir as tarifas: 1)evite ligar de telefone fixo para móvel, é sempre mais caro; 2) cuidado com promoções milagrosas, verifique todas as exceções para não ter decepções; 3) procure sempre identificar o perfil de consumo da sua operação, cuidado ao comparar apenas o valor total da conta na hora de avaliar propostas; 4) não confunda telefonia móvel com serviço de rádio; 5) nunca contrate planos corporativos de telefonia móvel em função da hierarquia, tenha em mente que nem sempre os gerentes e diretores da empresa estão em trânsito gerando receitas.

8- Cafezinho

O cafezinho é uma tradição cultural e nem sempre recebe a devida atenção. Existem muitos fornecedores com boas propostas comerciais e é possível conseguir ainda melhores negociações, se a política da empresa autorizar a inclusão de itens complementares em equipamentos de auto-serviço, tais como: achocolatados, sucos, etc.

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Cenetic anuncia parceria com Positivo Informática para compra de computadores

A Positivo Empresas passa a oferecer `as empresas associadas da Cenetic a possibilidade de comprar o Desktop Positivo Master com preços e condições de pagamento bem próximos a valores de revenda. Saiba mais no site da Cenetic.

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