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Lojas devem se preparar para imprevistos na Black Friday, avalia especialista

Já não é novidade que o consumidor usará a Black Friday como a principal data do ano para fazer compras – até mesmo antecipando o Natal. De acordo com a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico, 30% dos compradores já adiantarão os presentes natalinos. Para muitos especialistas, a edição de 2017 da Black Friday será o principal evento do calendário varejista.

Na outra ponta, os lojistas também devem aproveitar para faturar mais. Porém, é preciso adotar alguns cuidados, de acordo com Fabio Mori, diretor de Marketing da Tatix, empresa especializada em gestão completa (full service) de comércio eletrônico. “Como qualquer evento de grande porte, o período é também acompanhado por alguns percalços inesperados que precisam ser sanados de imediato”, avalia.

De acordo com Mori, três são os pontos principais que os gestores, sobretudo do comércio eletrônico, devem se ater. Segundo ele, são:

Entrega
Para as vendas realizadas durante a Black Friday, é essencial que os lojistas estipulem prazos de entrega levando em consideração o alto volume de vendas e as dificuldades enfrentadas pelas transportadores, como o trânsito e a grande quantia de pedidos seguidos, aponta Mori. “Assim, trabalhar com prazos bem elaborados passa a ser primordial para evitar reclamações posteriores, tendo em vista que o próprio cliente já espera por um período maior de entrega nessa data”, aconselha.

Informação
Atuar não só com o descritivo dos anúncios dos itens, mas com todas as informações relacionadas às compras, é essencial, avalia o especialista. Assim, de acordo com Mori, é possível automatizar o disparo de e-mails ou outros tipos de notificações, como push, para avisar os consumidores sobre a situação do pedido, indo além das informações tradicionais, como aprovação de pagamento, emissão de nota fiscal, preparo e envio, e aviso caso ocorra algum atraso e o motivo. “Assim, o público se sente importante perante o estabelecimento, relevando os problemas ocorridos”, complementa.

Atendimento pós-venda e evento
Um dos principais pontos que os gestores não dão a devida importância é no atendimento que deve ser realizado após a Black Friday, avalia Mori. “Independentemente de qual for a situação enfrentada pelo consumidor, a tendência é que ele entre em contato por meio dos canais disponibilizados pelo estabelecimento, como redes sociais, telefone, e-mail ou chat”, afirma. De qualquer forma, ressalta o executivo da Tatix, o usuário deve ser bem informado sobre a posição de sua aquisição, como faturamento, código de rastreio e status da entrega. “Todos esses dados devem ser de fácil acesso para os responsáveis pelo atendimento, possibilitando a resolução de problemas”, complementa.

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Black Friday impulsiona e-commerce e vendas de Natal devem crescer 14% em 2016, aponta Ebit

A Black Friday impulsionará as compras de Natal e o faturamento do e-commerce no período de 15 de novembro a 24 de dezembro deverá ser de R$ 8,4 bilhões, aponta a Ebit, empresa referência em dados sobre o varejo eletrônico brasileiro. O montante deve ser R$ 1 bilhão maior do que em 2015, o que representa um crescimento nominal de 14%.

O volume de pedidos deverá apresentar crescimento de 4,5%, para 18,4 milhões de encomendas. Seguindo a tendência de alta, o tíquete médio deverá ser de R$ 458, 9% maior do que no ano passado.

“Com a consolidação da Black Friday no Brasil, muitos consumidores aproveitarão os descontos oferecidos pelo varejo na data para adiantar as compras de final de ano. A Black Friday, em um único dia, é responsável por 25% do faturamento do e-commerce para o período do Natal”, explica Pedro Guasti, CEO da Ebit.

A Ebit estima um faturamento de R$ 2,1 bilhões no dia da Black Friday, que será realizada no dia 25 de novembro, crescimento de 30% ante 2015. O aumento é impulsionado pelo crescimento do número de consumidores on-line ativos. “Com a crise, muita gente trocou o varejo físico pelo on-line em busca por melhores preços. Essa migração de consumidores será a maior responsável pelo crescimento do e-commerce em tempos de economia retraída”, afirma Guasti.

Veja a seguir os produtos mais desejados pelos consumidores para as compras de Natal:

Produtos mais desejados – Natal 2016

1) Celular e smartphone
2) Livros
3) TV
4) Perfume
5) Calçados: sapatos/tênis
6) Máquina de lavar roupas
7) Fogão
8) Jogos
9) Vinho
10) Cafeteira

Fonte: Ebit.

De acordo com a Ebit, os produtos de tíquete médio mais alto desse ranking (celulares, eletrodomésticos e eletrônicos) também estão entre os itens que o consumidor pretende comprar na Black Friday. Destaque para o item cafeteira, que aparece pela primeira vez no ranking de Natal, também alavancado pela grande data do varejo.

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17 milhões de consumidores devem ir às compras de última hora neste Natal, estima SPC Brasil

O jeitinho brasileiro de deixar tudo para a última hora deve prevalecer mais uma vez neste Natal. Se depender do consumidor, os corredores das lojas e dos shoppings vão ficar lotados nesse fim de ano. Um estudo realizado pelo SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) e pelo portal de educação financeira Meu Bolso Feliz em todas as capitais brasileiras estima que 17 milhões de consumidores vão deixar para comprar os presentes faltando uma semana para o Natal − no ano passado, este número era de 16,5 milhões de pessoas.

A pesquisa também mostra que apenas 5% dos entrevistados disseram que vão deixar de comprar o presente para aproveitar as liquidações de início de ano. Este percentual sobe para 13%, quando analisados apenas os consumidores com mais de 50 anos e cai para 0% entre os entrevistados de 25 e 34 anos.

Perfil do gasto

Neste ano, o gasto médio do presente de Natal aumentou de R$ 86,59 em 2013 para R$ 122,40 em 2014. Por outro lado, o número médio de presentes comprados deve permanecer estável: 4,3 presentes por consumidor. De acordo com o estudo, a pessoa mais presenteada neste Natal deve ser a mãe, com 56% das intenções, seguida pelos filhos, com 53% das intenções, e pelo cônjuge, com 52%. As roupas (77%), os calçados (50%) e os perfumes (45%) devem ser os presentes mais comprados e também os mais desejados pelo consumidor. Veja as listas completas aqui.

Comprar de última hora é um mau negócio

Na avaliação da economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, deixar as compras natalinas para a última hora não é uma boa opção para quem pretende gastar menos. “Se o consumidor deixa para comprar em cima da hora, acaba não tendo tempo para pesquisar preços e, consequentemente, desembolsa mais. Sem mencionar o risco dele não encontrar o produto desejado e ter que optar por um bem mais caro, comprometendo o orçamento”, explica Kawauti.

Os especialistas do SPC Brasil alertam para o que consumidor, movido pelo estresse e pela empolgação, não acabe fazendo compras sem necessidade. “Na pressa por garantir todos os itens da lista e para não deixar ninguém sem presente, o consumidor acaba dando menos importâncias aos detalhes e cede às compras impulsivas. Sem falar no estresse ocasionado pelas longas filas nos caixas e pela dificuldade para encontrar vaga nos estacionamentos”, adverte. O ideal, segundo a economista, é fazer uma lista de todos os presenteados e levar o dinheiro contado que se quer gastar. Dessa forma, não há perigo de exceder o valor previsto.

IPTU, IPVA e material escolar

A economista lembra que após os gastos com as festas de fim de ano, os consumidores são obrigados a arcar com o pagamento de compromissos sazonais de alguns tributos como IPVA, IPTU, seguro do carro e material escolar, o que juntos pressionam o orçamento doméstico.

“Uma dívida feita sem planejamento pode comprometer o orçamento de muitos meses. O efeito imediato das compras impulsivas e não planejadas realizadas no período natalino é a inadimplência, pois somente depois que as contas de início de ano chegarem é que o consumidor vai se dar conta de que o salário não será suficiente para cobrir a soma de todas as parcelas dos presentes comprados”, alerta a especialista.

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Intel cria plataforma colaborativa para consumidores

vaquinha.intel.com até o dia 25 de dezembro.

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Lojas virtuais preparam Saldão de Natal entre os dias 20 e 27 de dezembro

Lojas virtuais brasileiras realizam de 20 a 27 de dezembro o Boxing Week – www.buscadescontos.com.br/boxingweek – ação focada em ofertas de Saldão de Natal. O objetivo dos 8 dias de promoção é acabar com o estoque de produtos não vendidos no fim de ano, como eletrônicos, informática, roupas, acessórios, entre outros. Trata-se da última oportunidade do ano para o consumidor comprar com descontos.

“As vendas de natal funcionam um pouco diferente para o e-commerce, pois as compras devem ser realizadas com prazo suficiente para entrega antes do dia 25, por isso, o saldão nesse setor começa com mais antecedência”, conta Pedro Eugenio, CEO do Busca Descontos – site que publicará ofertas de saldão de 30 lojas virtuais.

Dentre as lojas e marcas confirmadas na ação estão Dell, Kanui, Magazine Luiza, Alice Tesla, Estadão, Rakuten, Shopfato, Mega Mamute, Lebes, entre outras.

Para aproveitar as liquidações do Boxing Week os consumidores podem se cadastrar no site www.buscadescontos.com.br/boxingweek – que reunirá ofertas de saldão de natal de 30 lojas virtuais. Quem se cadastrar também participa de sorteios para concorrer a um smarthphone Samsung Galaxy S4 ou iPhone 5S, além de acessórios de grife como bolsa de mão Michael Kors, óculos de sol Rayban e relógio de pulso Thommy Hilfiger.

Otimista para o Boxing Week, a loja MegaMamute.com.br acredita que suas vendas durante a ação dobrem em relação ao mesmo período do ano passado. De acordo com Willian Costa, a loja virtual prepara ofertas em produtos das categorias de informática, smartphones e eletrônicos.

O Boxing Week é inspirado em uma data tradicional no Canadá, Austrália e em países da Europa – que acontece no primeiro dia útil depois do natal. No Brasil, a data aconteceu pela primeira vez em 2011, quando cerca de 20 lojas ofereceram produtos com descontos.

“O Boxing Week terá oito dias de liquidação, permitindo que os consumidores tenham mais tempo para se organizar e aproveitar os saldões de Natal”, afirma Pedro Eugenio, CEO do Busca Descontos.

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Que tal conversar com Papai Noel pela internet?

O que Papai Noel faria se precisasse atender todos que quisessem falar com ele sobre os presente de Natal? A memória dele seria capaz de armazenar as informações sobre todos os presentes e presenteados? Assim como o bom velhinho não conseguiria atender a todos os pedidos sem falhar ou se cansar, muitas empresas podem ter problemas com o excesso de demanda dos clientes. Uma solução inovadora de atendimento robotizado via chat simula a conversa de Papai Noel com qualquer pessoa que queira pedir um presente ou uma dica para presentear nas festas de fim de ano. A conversa, em tom bem humorado, serve para apresentar o Service Bot-3, chat sem atendente desenvolvido pela Tree Tools Informática.
A nova solução foi apresentada, recentemente, no Congresso Nacional das Relações Empresa-Cliente em São Paulo. O sistema robotizado garante redução de custos, padronização no atendimento e maior conhecimento do histórico do relacionamento do cliente com uma empresa. O diretor da Tree Tools Paulo Sérgio Cougo comemora o sucesso do lançamento da novidade: ” Nossa ferramenta garante um atendimento dentro de um padrão previamente estabelecido pelas empresas, sem o risco de sair desse roteiro definido ou de oferecer respostas imprecisas ou contraditórias”.
O ServiceBot-3 está preparado para atender os mais diversos segmentos. “Assim como na conversa com Papail Noel, o serviço de chat automatizado pode ser aplicado à realidade de qualquer empresa. Está disponível para áreas de serviços, indústrias, comércio e qualquer aplicação que demande um chat e tenha o interesse pelas vantagens de um atendimento facilitado por um robô”, acrescenta Paulo Sérgio Cougo.
Se você quer bater um papo com Papai Noel via chat sem atendente, aí vai o link:

http://www.servicebot.com.br/chat3natal/chat/chat.zul?context=2

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