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Black Friday com segurança nas compras on-line

Este ano, devido à Covid-19, as compras pela internet relativas à Black Friday, que acontece no dia 27 de novembro, deverão ser bem mais intensas. Para evitar dissabores e aproveitar com tranquilidade as promoções, Oscar Zuccarelli, Gerente de Segurança da Informação da Certisign, recomenda alguns cuidados importantes.

O primeiro deles é checar se a loja virtual é verdadeira. “Em épocas de alta no comércio, como a Black Friday, os ataques de Phishing crescem exponencialmente. Criminosos produzem páginas semelhantes às verdadeiras para roubar dados pessoais e financeiros. Para levarem as vítimas até esses sites, usam mensagens instantâneas, e-mails e SMS com ofertas espetaculares estimulando o clique”.

Segundo Zuccarelli, os e-commerces verdadeiros são protegidos por um Certificado Digital SSL, que garante uma navegação segura e a autenticidade do site. Para checar a presença deste protocolo de segurança é preciso conferir se o HTTP tem um S, portanto HTTPS, e depois clicar no cadeado na barra do navegador para ver se o SSL foi, de fato, emitido para a página em que você está navegando.

“Ao clicar no cadeado aparecerão as informações do domínio para qual o SSL foi emitido. A verificação é fundamental porque alguns criminosos protegem seus sites falsos com o SSL para confundir ainda mais o internauta. Se, por exemplo, você estiver na página lojaabc.com.br e o SSL foi emitido para cbaloja.com, melhor desistir da compra. A página é falsa”.

Outra dica é: ao receber uma oferta por meio de um link, não clique nele. Acesse a loja virtual diretamente do seu navegador para validar se as promoções são verdadeiras.

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91% dos internautas brasileiros com smartphone já fizeram compras por aplicativos ou sites móveis

A mais recente pesquisa Panorama Mobile Time/Opinion Box sobre m-Commerce e m-Payment, realizada entre os dias 10 e 21 de agosto com 2.007 brasileiros que acessam a Internet e possuem smartphone, revela que em seis meses aumentou de 85% para 91% a proporção de brasileiros que realizaram compras ou pagamentos pelo aparelho, uma elevação de 6 pontos percentuais, em um período de isolamento social imposto pela pandemia da Covid-19, o que sinaliza que muitos brasileiros passaram a realizar compras pelo celular neste período.

Na comparação entre estratos sociais, não há diferença significativa por gênero ou classe social. No entanto, as diferenças acontecem por idade: no grupo com mais de 50 anos, o percentual é de 82%, enquanto entre pessoas de 16 a 29 anos é de 91%, chegando a 93% no grupo de 30 a 49 anos.

Os entrevistados também apontaram o cashback (programa de recompensa por reembolso do valor pago) como um dos recursos mais apreciados no comércio móvel, sendo apontado por 42%, à frente dos 38% que gostam de poder comprar online com retirada na loja física, e 34% que gostam do pagamento simplificado através de clique ou usando suas digitais.

Em relação aos meios de pagamento, o QR Code já foi utilizado por 48% consumidores através de aplicativos móveis. A pesquisa também apurou que, no mesmo período, a proporção de brasileiros que já realizou pagamentos por aproximação também registrou um ganho expressivo, passando de 23% para 33%. A diferença por classe social é pequena: A e B (34%) e C, D e E (32%).

“O isolamento social decorrente da pandemia do novo coronavírus teve grande impacto na decisão dos brasileiros em realizar suas compras, uma vez que muitas lojas estavam com as portas fechadas. Na hora de pagar, a utilização de tecnologias de pagamento sem contato aconteceu quando a compra poderia ser presencial em lojas consideradas de setores essenciais, como os supermercados. Até então, muitos brasileiros que ainda não haviam experimentado pagamentos por aproximação (NFC ou MST) ou por QR Code e tiveram a oportunidade para a nova experiência”, comenta Fernando Paiva, editor do Mobile Time e coordenador da pesquisa.

Outras descobertas da Panorama Mobile Time/Opinion Box sobre m-Commerce e m-Payment

– Magazine Luiza foi o app de m-Commerce com maior crescimento em seis meses, ocupando agora a quarta posição no ranking desta pesquisa;

– 70% realizam compras pelo WhatsApp, 40% pelo facebook e 39% pelo Instagram;

– O aplicativo Shopee, marketplace de compras internacionais – e que possui lojas brasileiras – estreou na pesquisa, sendo citado por 5% dos entrevistados, o mesmo percentual do AliExpress, que já havia aparecido no estudo anterior. Nesta categoria, a liderança é do Wish, com 8% das citações;

– O grau de satisfação dos brasileiros com o comércio móvel é alto, considerando a somatória das opiniões: 34% se dizem satisfeitos e 56%, muito satisfeitos. Apenas 1% revela estar muito insatisfeito;

A pesquisa tem grau de confiança de 95% e margem de erro de 2,2 pontos percentuais. O relatório integral com outras descobertas está disponível para download em http://panoramamobiletime.com.br/comercio-movel-no-brasil-setembro-de-2020/

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Por que os e-commerces pequenos também devem se preocupar com a cubagem?

Muita coisa mudou por conta do coronavírus. Além da rotina de todos os brasileiros, pequenos e médios empreendedores que tinham lojas físicas precisaram se mexer para continuar com a renda e, uma solução utilizada pela grande maioria foi a migração para o e-commerce.

Diferente da venda física, os novos e-commerces precisam se preocupar com alguns fatores, que antes não existiam, como, por exemplo, o valor do frete. Dentro deste preço está incluso a medida da carga, conhecido como cubagem, e dependendo da forma que é medida, pode alterar o preço da entrega.

De uma forma geral, a cubagem é essencial para as empresas de logística identificarem o espaço que cada carga ocupará nos veículos usados para o transporte. Por esta razão, a métrica influencia no custo do frete. Entender como operar esse cálculo ajuda os pequenos empresários, inclusive, a terem mais critérios para escolher entre Correios e transportadoras privadas para cada tipo de envio.

Porém, sabe-se que os empresários precisam se preocupar com milhares de coisas ao mesmo tempo, e pensando nisso, a Pitney Bowes, multinacional especializada em soluções de logística, encomendas e pacotes, oferece o OneShip DESK®, equipamento portátil que oferece mais produtividade e agilidade no processo de medição e pesagem de volume.

“A OneShip Desk é um equipamento com tecnologia de primeira linha que permite a empresa aumentar a produtividade do dia a dia. Ao invés de ter que fazer as medidas de forma manual, com o equipamento, pode-se pesar e captar as dimensões da encomenda com precisão, além de que, ela conectada a uma impressora básica, consegue emitir etiquetas com dados do peso e volume. Isso ajuda muito a calcular o frete com precisão, pois o valor informado para o cliente será assertivo”, afirma Silvio Maemura, Presidente da Pitney Bowes Brasil.

Atualmente já são mais de 1,3 milhão de lojas online no Brasil, segundo a 6ª edição da pesquisa Perfil do E-commerce Brasileiro, que mostra, também, um esforço dos negócios de varejo para não deixar de vender durante a pandemia.

Os pequenos e-commerces que contam com a OneShip Desk relatam que ter essa tecnologia disponível é uma vantagem, porque além de ajudar na produtividade, permite que eles negociem contratos mais vantajosos para entrega de encomendas, pois estão cientes do que está em jogo.

Os pequenos negócios são um destaque desse modo de venda: 88,7% do total possui até 10 mil visitas por mês. Além disso, as lojas menores que oferecem até 10 produtos correspondem a 76,55% do total. Enquanto isso,12,17% têm de 11 a 100 produtos e 11,28% apresentam mais de 100.

“A pandemia transformou os hábitos de consumo, gerando um notável aumento no número de consumidores online. O varejo passou de uma média de 5,1 milhões de consumidores para 8,9 milhões no mês de julho. Ter tecnologias que facilitem o processo de cubagem e pesagem e dão mais assertividade e segurança se tornou o diferencial”, explica Maemura.

O Presidente da Pitney Bowes Brasil ainda afirma que os pequenos e médios e-commerces precisam se preparar para a Black Friday e, também, para o Natal, pois a tendência de compra online vai continuar.

“Todos precisam contar com eficiência para dar conta do recado. Sabemos que o frete é um fator decisivo na hora da compra online, então, além de contarem com a OneShip Desk, recomendo que façam cotações de frete com Correios e transportadoras privadas e consigam gerar envios sem ter que negociar contratos individuais”, finaliza o Presidente.

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Abertura de vagas no segmento e-commerce cresce até 162% durante a pandemia

Alternativa para as empresas desde a implementação da quarentena, a importância do e-commerce refletiu diretamente na abertura de vagas de trabalho no segmento, que apresentou crescimento de até 162% entre os meses de março a agosto, em comparação com o mesmo período de 2019, aponta levantamento realizado pela Catho. Cargos como vendedor, atendente, gerente e supervisor de e-commerce cresceram, respectivamente, 162%, 161%, 76% e 67% durante a pandemia.

“O crescimento expressivo na área de comércio eletrônico comprova que as empresas, de todos os portes e nichos, estão apostando na transformação digital e se adaptando à nova realidade de pouco contato físico com os clientes para evitar a propagação do vírus. Atualmente, oferecer serviços on-line pode ser a garantia de continuidade de negócios”, explica a diretora de Operações da Catho, Regina Botter.

As profissões ligadas à área da saúde, essenciais para o tratamento de pacientes com covid-19, continuam liderando a pesquisa, que busca compreender os cargos de maior abertura de vagas durante a pandemia do novo coronavírus. Profissionais como fisioterapeuta respiratório (924%) e hospitalar (900%) seguem na ponta do ranking desde março.

Confira ranking:

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Evino fecha parceria com Google Pay

A Evino, um dos maiores e-commerces de vinhos do país, acaba de fechar mais um parceiro para ampliar as opções de pagamento digital: o Google Pay, para web e app. A novidade faz parte da estratégia da empresa em aumentar o volume de vendas no aplicativo.

Para celebrar a chegada do Google Pay como forma de pagamento, as duas empresas vão presentear quem comprar com o Google com uma garrafa do vinho Premium Chianti DOCG 2016. Serão 3.000 garrafas, distribuídas entre quem adquirir um valor superior a R$50 e usar o voucher GOOGLEPAY na sua primeira compra com Google Pay na Evino.

O objetivo é impulsionar as vendas no aplicativo da Evino, além de oferecer uma experiência mais simples, ágil e completa ao cliente. “Nossa previsão para 2018 é fazer com que as vendas pelos dispositivos móveis representem mais da metade do nosso volume. A parceria com o Google é uma das estratégias para atingirmos essa meta “, afirma Marcos Leal, co-CEO da Evino.

“A parceria traz uma experiência completa ao usuário Evino e Google Pay, com a solução presente no aplicativo, desktop, mobile e instant app. Com isso, os usuários podem adquirir vinhos de forma mais fácil e rápida pelo canal que preferir”, diz Felipe Cunha, Head de Parcerias do Google Pay para América Latina.

Ao pagar com o Google, o usuário pode usar qualquer um dos cartões de crédito associados à sua conta Google. O Google envia à Evino as informações de pagamento e endereço de entrega – sem a necessidade de digitar algo. Depois disso, é só esperar a sua compra chegar.

A Evino conta com um catálogo rotativo de aproximadamente 200 rótulos, a grande maioria europeus, sempre avaliados criteriosamente pelo time de sommelier da empresa. Os vinhos são adquiridos pela companhia diretamente dos produtores (vinícolas), eliminando intermediários, o que diminui os custos de compras e, consequentemente, o preço do produto final, oferecendo o melhor custo benefício para os clientes.

Com sede em São Paulo, a Evino tem um Centro de Distribuição (CD) de 6 mil m² no município de Serra, no Espírito Santo, com capacidade de armazenar mais de 1 milhão de garrafas.

*Desde o primeiro semestre do ano, a Evino já conta com as plataformas Apple Pay e Samsung Pay para pagamentos

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Crescimento mensal médio do E-Commerce é de 110%

Estar mais perto do seu cliente, melhorar o desempenho e aumentar o seu alcance. Estes são alguns dos objetivos do E-Commerce da Havan. Para estar cada dia mais digital, a rede de lojas de departamentos mais completa do Brasil, que está presente em 15 estados brasileiros, por meio das 112 unidades, alterou a sua logo. A intenção é indicar aos moradores de todo o País que, mesmo sem uma loja física presente no município, o cliente poderá comprar na Havan por meio das redes sociais e da loja virtual. Hoje, cerca de 30% dos usuários realizam pesquisa ou acessam o E-Commerce antes de realizar uma visita ou uma compra na loja física. O dado confirma que a Havan teve crescimento médio mensal de 110% de receita em relação a 2017, podendo ser observado, também, em usuário em relação ao ano passado, com aumento mensal médio de 322% e em sessões, 236%.

“Para melhorar a experiência do usuário, a Havan está desenvolvendo uma nova versão exclusiva mobile para o E-Commerce, que já está em fase de finalização. A alteração possibilitará ganho de performance e velocidade de carregamento, melhor navegação e visualização do catálogo de produtos, como também, mais simplicidade na finalização da compra”, comenta o analista de mídia da Havan, Lucas Duarte.

Outra informação importante da Havan é que a rede foi uma das primeiras empresas do Brasil, em conjunto com o Google, a utilizar o Local Inventory Ads (LIA). A solução possibilita ao consumidor fazer uma pesquisa por um produto na web a partir do Google Shopping, clicar no anúncio que mais lhe interessar e verificar se o item solicitado está disponível em uma loja física.

Além disso, os anúncios LIA realizam uma integração direta com o Google Maps, que mostra o melhor caminho para que o consumidor chegue até o estabelecimento escolhido, caso o cliente opte por uma compra na loja física. “Essas ações do LIA também se complementam com outras estratégias Ominichannel (que é um modelo de negócios e uma estratégia de conteúdo entre canais que as empresas usam para melhorar a experiência do usuário) e que o setor digital da Havan está ativo, como o Store Visits em campanhas do Facebook (que permite saber quais anúncios no digital levam mais clientes aos seus estabelecimentos físicos, integrando pesquisas entre on e off-line) e, também, as ações de direcionamento a usuários que utilizam o app Waze”, finaliza Duarte.

A utilização destas novas ações vem para complementar a estratégia da marca, que é o de aumentar o número de lojas físicas, abrindo novas unidades em todo o Brasil e chegando a marca de 200 lojas até 2022.

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Presidente do Google Brasil confirma presença na Rakuten EXPO 2018

A Rakuten EXPO 2018, realizada pela Rakuten Digital Commerce, empresa do grupo global de internet e comércio eletrônico Rakuten Inc., contará com mais de 50 palestrantes renomados no mercado brasileiro e internacional para discutir as novas soluções, tecnologias e tendências para o e-commerce. Entre os keynotes confirmados, está o Presidente do Google Brasil e Vice-Presidente do Google Inc., Fábio Coelho. Formado em Engenharia Civil pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, assumiu a posição de liderança dentro do Google em 2011. Antes disso, o executivo passou por empresas como P&G, PepsiCo, Citibank Brasil, AT&T, IG e IAB Brasil.

Também é destaque no evento o empreendedor e jurado do programa Shark Tank, Robinson Shiba, fundador da rede China In Box, que vai contar sobre sua jornada de empreendedorismo e superação e dar lições sobre criatividade, perseverança e trabalho em equipe. Outro keynote de peso será Ricardo Amorim, um dos maiores economistas do país, presidente da Ricam Consultoria e comentarista do Manhattan Connection (Globonews). Ele vai debater sobre o cenário econômico nacional em um ano estratégico para as empresas no mundo físico e online e a apenas dois dias das eleições.

Ao todo, serão 14 horas de conteúdo que incluirão palestras, painéis e apresentações de cases e melhores práticas para o crescimento no setor. Já o encerramento da Rakuten EXPO 2018 será liderado pela cantora Anitta, expoente internacional não só pelos hits musicais, mas também pela sua performance como empresária de sucesso. Para a 7ª edição do evento – que será realizada pela primeira vez no Espaço das Américas, em São Paulo – são esperados mais de 4,5 mil participantes, entre profissionais do setor, empreendedores, influenciadores e tomadores de decisão.

No ano passado, a Rakuten EXPO teve mais de 3,2 mil visitantes, 56 palestrantes e painelistas, além de 38 patrocinadores e apoiadores. Entre os influenciadores e formadores de opinião estavam Manu Berger, CEO do Terapia do Luxo, Vivianne Vilela, Diretora Executiva da E-Commerce Brasil, o ex-jogador e atual embaixador do FC Barcelona, Juliano Belletti, o Co-Fundador do aplicativo Waze, Uri Levine, e o Ex-Capitão do BOPE, Rodrigo Pimentel.

Rakuten EXPO 2018

Data: 04/10 (quinta-feira)
Horário: Palestras, 8h30 às 19h | Coquetel e Show, até às 22h
Local: Espaço das Américas (R. Tagipuru, 795 – Barra Funda, São Paulo)
Ingressos: http://expo.rakuten.com.br

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E-commerce fatura R$2,1 bilhões no período de compras para o Dia dos Pais, aponta Ebit|Nielsen

O comércio eletrônico faturou R$2,1 bilhões no período de compras para o Dia dos Pais, celebrado neste domingo (12). O resultado aponta uma expansão de 8% com relação ao mesmo período do ano passado. O número de pedidos cresceu 22% para 5,11 milhões, enquanto o tíquete médio foi de R$409, queda de 11,5%. As informações são da Ebit|Nielsen, considerando a expectativa de compra dos consumidores no e-commerce de 28 de julho a 11 de agosto.

De acordo com Pedro Guasti, consultor de Negócios Ebit|Nielsen, houve uma mudança no comportamento do consumidor neste ano. “A queda no tíquete médio foi impactada diretamente pela venda de produtos com menor valor agregado como livros, tênis, suplementos, perfume, camisetas e vinho. Isso mostra que os consumidores virtuais ainda estão bastante receosos em comprar produtos caros e contrair dívidas.”, disse.

Qual o movimento do mercado de Bebidas Alcoólicas?

Por conta das comemorações de Dia dos Pais, o mercado online de Bebidas Alcoólicas também vem registrando aquecimento. Além do vinho, que consta na lista do top 10 como opção para presentear, bebidas como vodka (96%)*, uísque (20%)* e cerveja (11%)* apresentaram crescimento entre os dias 01 e 07 de agosto, na comparação com o mesmo período do ano passado.

*percentual de aumento em comparação ao mesmo período de 2017

De acordo com dados da Nielsen, no mercado off-line- considerando o grande varejo, os feriados como o Final do Ano, Carnaval e Black Friday são highlights de vendas para Bebidas. Contudo, para o Dia dos Pais, Destilados são destaque como ocasião de gift. Em 2017, apenas a semana de comemoração representou para o segmento uma média de vendas em valor 70% acima das demais, com foco principalmente em uísque e gin premium.

Para uísque, houve um incremento de vendas em valor de 20%, em comparação com 2016, enquanto gin cresceu +400% dentro do período. “A ocasião acaba sendo um momento importante para fabricantes de destilados que apostam principalmente em packs com brindes e embalagens diferenciadas”, pontua Thiago Torelli, líder da indústria de Bebidas da Nielsen Brasil.

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Os consumidores querem Inteligência Artificial e personalização nas lojas físicas

Por Alan Prando

A última edição do relatório anual Connected Shoppers, elaborado pela Salesforce, em oito países – incluindo o Brasil, para investigar os hábitos de consumo e como as pessoas usam a tecnologia como parte do processo de compra trouxe índices interessantes para o varejo. Dos entrevistados brasileiros, 75% disseram que aceitariam compartilhar suas preferências e outros dados pessoais em troca de uma personalização que oferecesse um serviço mais rápido e conveniente nas lojas físicas, enquanto que 80% afirmaram que gostam de receber recomendações de produtos com base em seu histórico de compra.

O que já é comum no mundo digital, traz à tona uma carência no varejo físico: a necessidade de personalização e recomendação de produtos. Com o empoderamento do consumidor, independente do seu canal de compra, ele quer se sentir único, e não apenas mais um. Ele não quer ser encarado como uma cifra, mas como um cliente exclusivo. Os varejistas, por sua vez, precisam satisfazer os desejos desses compradores, com experiências mais inteligentes e cada vez mais personalizadas e, assim, manter sua competitividade.

Embora os e-commerces ofereçam muitas praticidades, as lojas físicas ainda têm um papel importante no varejo. Nele, o consumidor tem a possibilidade de comprar e levar o produto na hora, além de negociar descontos; pode tocar e testar o produto. Brasileiro tem essa mania de “ver com as mãos”, é cultural. Também é possível evitar taxas de entrega, uma vez que o frete é um dos entraves do e-commerce.

A tecnologia, associada ao uso de Inteligência Artificial, pode ser uma forte aliada para dar suporte às vendas do varejo tradicional. Da mesma maneira que o e-commerce tem acesso direto aos dados de consumo dos clientes, a tendência é que as lojas físicas comecem a fazer isso também, com o uso de dispositivos já disponíveis no mercado, como o foot tracking, que permite entender e analisar o caminho que os consumidores fazem dentro de uma loja.

Outro ponto importante para considerar é que todos os canais de venda precisam estar conectados e se complementar, com a possibilidade de trocas nas unidades físicas de compras feitas no e-commerce, por exemplo, ou a implementação de conceitos como “click and collect” e “pick-up in store”, que permitem recolher na loja uma mercadoria adquirida na internet.

Em um futuro próximo, as lojas farão sugestões de produtos para seus clientes de maneira semelhante ao que é feito nos e-commerces, por meio de vitrines personalizadas e e-mail comportamental, por exemplo. Para isso, também serão utilizadas tecnologias diversas, como espelhos inteligentes, aplicativos sincronizados e cadastro universal.

Toda experiência positiva cativa e fideliza clientes, além de atrair novos consumidores, por meio do famoso “boca a boca” – que nunca sai da moda e funciona como uma eficaz ferramenta de propagação (gratuita) da marca. No mundo “real”, essa experiência tem a vantagem do “tête-à-tête”, pois todo mundo gosta de um cumprimento, de um sorriso, de receber uma atenção especial. E se a tecnologia pode melhorar essa relação, então o objetivo de proporcionar uma experiência completa será concluída com sucesso.

Alan Prando é CTO e cofundador da Biggy, plataforma especializada em Big Data e Inteligência Artificial, com foco em personalização e recomendação de e-commerce.

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Comércio eletrônico espera faturar R$ 2,2 bi no Dia dos Pais, estima ABComm

O comércio eletrônico deve movimentar R$ 2,2 bilhões no Dia dos Pais, de acordo com previsão da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm). Segundo a entidade, a data, que é considerada uma das mais importante para o varejo, deve ter um crescimento de 8% quando comparado com o mesmo evento do ano passado.

A ABComm estima que cerca de 6,8 milhões de pedidos sejam realizados no período de 16 de julho a 4 de agosto, com um tíquete médio de R$ 329. As principais categorias de produtos a serem buscados na data são Informática, Celulares, Eletrônicos, Materiais esportivos, Moda e Acessórios

De acordo com Mauricio Salvador, Presidente da ABComm, a data inicia o calendário de eventos importantes para o varejo no segundo semestre, e deve servir como preparação para os lojistas até o fim do ano. “Seguindo as demais datas sazonais, o Dia dos Pais deve movimentar o faturamento do setor, mesmo que num ritmo menor do que o observado no ano passado”, afirma.

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Natura reformulou e-commerce para promover melhor experiência

A Natura, multinacional brasileira do setor de cosméticos, tem investido no aprimoramento das ferramentas de e-commerce para seguir oferecendo a melhor experiência a seus consumidores. Diante do desafio de garantir uma navegabilidade rápida e intuitiva para compras on-line, a empresa atua, desde 2015, em conjunto com o UOL DIVEO, companhia especializada em soluções de TI.

Com a parceria, foram desenvolvidas completas reformulações nas versões mobile e desktop do site da marca – que, em três anos, houve significativa melhora da experiência para o consumidor final, o que dentre outros fatores, contribuiu para incrementar a taxa de conversão de vendas em pelo menos 50% no período.

“Nesse momento de intensas transformações digitais na Natura, é muito importante contar com parceiros que contribuam para essa estratégia. O e-commerce tem uma dinâmica intensa, os objetivos variam o tempo inteiro, e precisamos de respostas rápidas para alcançar nossos objetivos”, declara o diretor de Inovação Digital da Natura, Luciano Abrantes.

O pacote de soluções de TI oferecido à Natura inclui serviços como a otimização da performance e a implementação de novas funcionalidades de e-commerce, como personalização, novos meios de pagamento, políticas de segurança e melhoria de usabilidade.

“O foco de todo e-commerce deve ser a experiência do usuário, saber que o consumidor quer ter a praticidade de fazer compras de qualquer lugar, da forma mais fluída possível. Sites pouco performáticos, que travam muito ou possuem navegação complicada, vão na contramão disso e acabam desestimulando potenciais clientes”, afirma Alexis Rockenbach, head de inovação do UOL DIVEO.

Um dos projetos mais emblemáticos da parceria foi a reformulação da versão mobile do site da empresa. Para se tornar mais assertivo, o canal foi remodelado com foco na experiência e personalização. Hoje a página não replica o conteúdo da versão desktop, pois atua de forma independente e permite a rápida customização de campanhas, promoções e experiências com foco na proposta específica para cada usuário.

“O site mobile não apenas está mais rápido, mas também muito dinâmico, o que permite à Natura aprimorar a experiência do seu consumidor no e-commerce. Em um ambiente customizável, o usuário navega de forma natural. É como se estivesse sendo atendido por um prestativo revendedor. Essa relação é sagrada para uma empresa que sempre prezou pela qualidade e está entre as mais admiradas para os brasileiros”, completa Rockenbach.

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Comércio eletrônico deve faturar R$ 37,9 bi no segundo semestre do ano, aponta ABComm

O comércio eletrônico deve faturar R$ 37,9 bilhões no segundo semestre do ano. É o que estima a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm). Caso a projeção se concretize, esse montante representará um crescimento de 15% quando comparado com o mesmo período do ano passado.

De acordo com a entidade, o tíquete médio no período deve somar R$ 310,00, com um total de 122 milhões de pedidos feitos. O segundo semestre tende a ser mais aquecido em razão de datas sazonais importantes para o varejo, como a Black Friday e o Natal, além do Dia dos Pais.

Eventos atípicos que afetaram a economia do País, como a paralisação dos caminhoneiros, tiveram um impacto marginal no faturamento do setor. “Foram mais de três milhões de pacotes atrasados, com uma média de 11 dias de atraso nas entregas por conta da paralisação”, avalia Mauricio Salvador, presidente da ABComm.

Para o segundo semestre, porém, eventos como as eleições não devem gerar maiores impactos no resultado do setor. “As eleições em si não causam variação nas vendas online. O que influencia mais são as especulações em torno do câmbio, uma vez que muitos produtos são importados”, afirma Salvador.

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