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Desenvolvida por startup, plataforma reúne principais cupons de desconto em e-commerce

O modelo de negócios, chamado de cashback, já é sucesso nos Estados Unidos e na Europa. No Brasil, poucos consumidores sabem de sua existência. Mas, felizmente, ele vem ganhando espaço nos últimos anos.

Com o crescimento do e-commerce – e da concorrência online –, as lojas virtuais já reconhecem que as parcerias são fundamentais para atrair novos clientes e fidelizar antigos. Assim, cada vez mais, se unem a startups, como a Poup, para conseguirem atrair a atenção de novos consumidores, cada vez mais exigentes e antenados.

Conseguir cashback em compras online já é realidade

A Poup oferece um programa de fidelidade para cadastrados no site e bonifica os clientes que comprarem online nos sites parceiros. É possível receber de volta até 10% do dinheiro gasto.

Aliexpress, Amazon, Americanas.com, C&A, O Boticário, Carrefour, Casas Bahia, Dafiti e muitos outros grandes nomes já são parceiros da startup. É possível conferir toda a lista e as porcentagens de cashback oferecidas no link: https://www.poup.com.br/cupom-desconto/adidas.

Para ser bonificado, porém, é necessário que o consumidor respeite algumas regrinhas básicas. Por exemplo, o acesso à loja virtual deve vir através do site da Poup e não é permitido que o usuário use cupons de desconto de terceiros.

Isso garante que a startup seja rastreada pelas lojas parceiras e, posteriormente, receba uma comissão. Ao fim, a empresa divide essa comissão com o consumidor. E os dois saem ganhando!

Para sacar a grana, o consumidor precisa aguardar acumular R$ 30 no extrato e ter uma conta corrente em que seja titular ou uma conta no paypal. Os créditos da compra podem demorar até 45 dias para cair no extrato do cliente e têm prazo de expiração.

Por isso, é recomendado sempre ficar atento e ler às newsletters enviadas pela empresa no e-mail de cadastro. Elas alertam para a quantidade de créditos disponibilizados e datas de expiração, além de outras novidades da empresa.

Vale lembrar que a Poup não vende nenhum produto, ela apenas direciona o consumidor para o site dos parceiros.

Setor está em crescimento no Brasil

O principal desafio do setor de cashback é fazer com que as pessoas acreditem na proposta e a testem. Afinal, quando a proposta é muito boa, é comum desconfiarmos, né?

Mas se a proposta funciona em outros países, não há motivos para dar errado no Brasil. Afinal, segundo pesquisas da E-Bit, em 2014, 51,5 milhões de brasileiros realizaram compras online. Desses, 10,2 milhões era estreantes. Ou seja, o setor está ainda em amplo crescimento e há espaço para inovações e boas ideias.

Site permite ainda garimpar ofertas

Além do sistema de cashback, a Poup permite ainda que o consumidor encontre ofertas e cupons de desconto.

Aos mais desligados, que não costumam entrar no site da startup para procurar ofertas, há ainda a possibilidade de instalar um aplicativo de alerta.

Assim, sempre que o consumidor entrar em um site parceiro, receberá um alerta de que é possível utilizar cupons de desconto e ganhar cashback com a compra. Então, basta seguir as instruções e “encher o carrinho”.

O app se chama Poup Alerta e funciona no Google Chrome, navegador mais usado no país.

Nenhum segmento quer ficar de fora

Não há como se esquecer da explosão de sucesso de sites de Compras Coletivas. Pois agora chegou a vez dos sistemas de cashback, com a diferença de que esse tipo de negócio não tende a cair em desuso, apenas a se expandir. Afinal, que consumidor não deseja receber uma porcentagem de volta por suas compras?

Dessa forma, os mais diversos segmentos já fecharam parcerias com a Poup. É possível encontrar desde roupas e eletrônicos até passagens aéreas.

E a porcentagem de cashback varia conforme o segmento. Serviços, por exemplo, pode pagar até 10%. Já passagens aéreas retornam 0,5% ao consumidor.

Startup investe no atendimento diferenciado para se destacar

O consumidor da nova geração não perde tempo: antes de usar um novo produto ou serviço, procura sobre ele em todas as redes sociais e sites de reclamações, como o Reclame Aqui.

Por isso, a startup investe em uma linguagem moderna e pessoal para conversar com seus clientes, conquistando assim um índice quase nulo de reclamações no Reclame Aqui com 100% de resolução aos problemas dos clientes. Para conhecer os serviços da Poup e aproveitar as ofertas disponíveis, acesse a página oficial .

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E-commerce brasileiro cresceu mais de 21% entre 2015 e 2016, aponta pesquisa PayPal/BigData Corp.

Estudo “Perfil do E-commerce Brasileiro” analisou cerca de 10,5 milhões de sites em todo o País e apontou tendências do comércio eletrônico relacionadas a temas como segurança, formas de pagamento, adaptação para m-commerce e redes sociais

Na contramão do que ocorre no varejo tradicional (segundo a Confederação Nacional do Comércio, mais de 80 mil lojas fecharam as portas em 2015), o número de lojas online no País cresceu 21,52% nos últimos 12 meses encerrados em fevereiro. Os sites de e-commerce, que representavam 2,65% do total das URLs brasileiras no ano passado, agora respondem por 3,54% do universo pesquisado. Outro dado que corrobora essa explícita migração de estabelecimentos para o ambiente online é a diminuição do número de lojas online que também possuem lojas físicas: em 2015, eram 14,53%; hoje, são 13,46%.

Esses resultados fazem parte do extenso estudo “Perfil do E-commerce Brasileiro”, tabulado pela BigData Corp. sob encomenda do PayPal Brasil. A companhia visitou mais de 10,5 milhões de sites no País, processando cerca de 4,5 petabytes de informação, que revelaram dados interessantes sobre o comércio eletrônico local, inclusive sobre uma mudança de comportamento dos e-commerces, que estão mais atentos a quesitos como segurança e meios de pagamento.

Segurança: bem cada vez mais necessário

– O aumento das taxas de juros e a diminuição da renda dos consumidores impactaram as vendas do comércio varejista brasileiro, que despencaram em 2015 e fecharam o ano em queda de 4,3% – a maior da série histórica do IBGE, iniciada em 2001. Também na contramão desse cenário, as vendas online cresceram cerca de 15% no mesmo período, segundo dados do IDG Now.

– Para atender essa demanda crescente de maneira efetiva, as lojas virtuais investem, cada vez mais, em segurança e no incremento de métodos de pagamento – além de usar as redes sociais para turbinar seus resultados. Pesquisa da Ipsos/PayPal, lançada no final do ano passado, revelou que a principal preocupação dos consumidores (mais de 51%), ao comprarem online em sites estrangeiros, é com a segurança.

– Com o aumento do uso da Internet para a realização de transações financeiras, tornou-se imprescindível a criação de meios que protejam vendedor e comprador. Quando o tema é segurança das transações, as formas de pagamento disponibilizadas pelo e-commerce passam a ter representatividade clara. Além de incrementarem a segurança das compras, conferem facilidade de pagamento e praticidade a vendedores e compradores.

– O estudo encomendado pelo PayPal à BigData Corp. abordou temas como segurança e meios de pagamento, e os resultados são positivamente surpreendentes. Em 2015, 38,09% dos sites pesquisados tinham algum serviço de pagamento eletrônico; agora, eles já são 41,21%, o que demonstra o esforço dos varejistas em oferecer métodos de pagamento mais seguros aos seus clientes e acompanhar essa crescente exigência dos consumidores online.

– Quanto à segurança propriamente dita, percebemos uma verdadeira virada na tabela: em 2015, apenas 20,68% dos sites usavam tecnologia SSL (Secure Socket Layer) para proporcionar uma navegação segura dos clientes; agora, são 73,85%.

E-commerce e m-commerce em ascensão

– Os e-commerces considerados pequenos (que recebem até 10 mil visitantes por mês) são 92,64% do mercado (eram 88,02% na última medição); já os médios (entre 10 mil e 500 mil visitantes/mês) apresentaram queda de quatro pontos percentuais de 2015 para 2016 (eram 11% em 2015 e, atualmente, são 6,61%); e os grandes sites (com mais de 500 mil visitantes por mês) representavam 0,98% dos e-commerces brasileiros em 2015 e, este ano, passaram a representar 0,76%.

– O crescimento do número de sites de comércio eletrônico não foi acompanhado pela necessidade de se tornarem responsivos (ou seja, se adaptarem, automaticamente, ao dispositivo do usuário, seja ele um PC, um tablet ou smartphone). Segundo a BigData Corp., somente 16,12% deles se adequam a qualquer dispositivo móvel. O número é pequeno e precisa crescer, já que o Google, por exemplo, só mostra nas primeiras páginas de suas buscas os sites já adaptados para as telas do celular. E, daqui para a frente, as compras serão, cada vez mais, feitas por meio de smartphones.

– Segundo pesquisa Ipsos/PayPal realizada no final do ano passado, 13% do total gasto online no mundo inteiro se deu via smartphone em 2015. Mais do que isso: enquanto o e-commerce tradicional no Brasil cresce a uma taxa de 29% ao ano, devendo movimentar R$ 121,2 bilhões em 2016, o mobile commerce cresce a estonteantes 107%, ritmo três vezes mais acelerado. Ainda que bem menor, esse mercado deverá fechar 2016 tendo movimentado R$ 27,4 bilhões. Alguns segmentos – como moda, por exemplo – já registram mais de 40% de suas vendas via mobile. Seguindo a tendência do comércio mobile, é fundamental que as lojas virtuais invistam em sites responsivos, isto é, adequados ao m-commerce, se quiserem firmar-se neste cenário tão competitivo.

– Segundo o estudo da BigData Corp., tampouco houve maior democratização na distribuição geográfica desses e-commerces pelo País: São Paulo, que já era sede de 54,87% deles, ampliou essa vantagem na atual pesquisa: 56,38%. Rio de Janeiro, que ostentava 8,48% em 2015, agora tem 7,19%; e o Paraná, terceiro colocado no ano passado, com 7,26%, passou para a quinta colocação, com 6,5% – foi ultrapassado pelos micropolos (17 estados mais o DF, que representam 6,83%) e por Minas Gerais, que, apesar de subir no ranking, teve queda no índice de e-commerces locais, de 7% para 6,97%.

– Um dado que ajuda a perceber a crise pela qual passa o Brasil é o tíquete médio das compras online no decorrer do último ano: 76% dos sites de comércio eletrônico analisados pelo estudo venderam itens com valores abaixo de R$ 100; 8,7%, produtos com preço entre R$ 100 e R$ 500; e 3,33%, produtos entre R$ 500 e R$ 1 mil. Na outra ponta dessa fatia da pesquisa aparecem as lojas online que comercializam produtos acima dos R$ 1 mil. São, atualmente, 12% do mercado brasileiro.

– Já a disparada do dólar explica por que muitos e-commerces abandonaram seus servidores fora do País no decorrer do ano. Em 2015, apenas 28,48% dos sites de comércio eletrônico estavam baseados no Brasil. Agora, são 44,42%. Entretanto, as compras internacionais continuam fazendo parte do comportamento dos consumidores online brasileiros. De acordo com pesquisa da Ipsos/PayPal divulgada em novembro de 2015, 67% dos internautas no mercado local compraram online nos 12 meses entre outubro de 2014 e outubro de 2015. No universo de consumidores online, 51% afirmaram ter adquirido produtos somente em sites brasileiros; 45% compraram tanto domesticamente quanto em outros países; e somente 4% fizeram negócios apenas cross-border.

– O estudo da BigData Corp. também apontou que 60,71% dos sites de comércio eletrônico brasileiros usam as redes sociais para turbinar vendas e promoções. O Facebook é o preferido, com 54,96%. Em seguida vêm Twitter, com 35,87%; YouTube, 20,80%; e Instagram, 9,32%.

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