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Bancos e clientes estão seguros?

Tudo e todos conectados o tempo todo; mas, estamos seguros? Desde o surgimento do serviço de internet banking até agora, com os recursos móveis, as instituições financeiras foram obrigadas a intensificar investimentos nos sistemas de segurança. Afinal, as perdas mundiais por ataques cibernéticos de várias naturezas somaram US$ 315 bilhões em 2015, de acordo com o último levantamento da consultoria Grant Thornton.

Não são raros os casos de invasão em contas dos clientes, que resultaram em prejuízo aos bancos, quando se fala em e-banking. O assunto está mais evidente do que nunca neste momento em que surgem novas tecnologias de pagamento eletrônico, Near Field Communication (NFC) ou contactless e Internet das Coisas (IoT). Na semana passada, então, aproximadamente 150 países experimentaram a fúria do ransomware denominado ‘WannaCry’. Considerado o maior ciberataque de que se tem notícia, tirou do ar os computadores baseados no sistema Windows de empresas e serviços públicos. Ainda não há notícias precisas se ele afetou algum sistema financeiro e que tenha causado prejuízos nesse segmento. A finalidade dos criminosos é o pedido de resgate pelas informações gravadas e não diretamente operações financeiras. O acontecimento, porém, demonstrou o quanto estamos vulneráveis.

“As instituições financeiras estão entre os maiores investidores em segurança, já que divulgaram recentemente investimento de R$ 18,6 bilhões em tecnologia no ano passado”, afirma Luis Veiga, diretor da CARDS. “Todos os grandes bancos estão atentos à tecnologia blockchain, uma estrutura de dados para dar confiabilidade às transações feitas com as moedas virtuais como o Bitcoin, por exemplo.” Durante o congresso da CARDS PAYMENT & IDENTIFICATION 2017, de 23 a 25 de maio no Transamérica Expo Center (São Paulo, SP), essa discussão sobre sistemas antifraude estarão em ebulição.

Os participantes podem conferir os temas Cybersecurity / Fraude, no dia 25/05, às 9h30; ou Tecnologias e Experiências de Pagamento on-line – como Criar Experiências de Compras mais Seguras e Inovadoras, no dia 23/05, às 11h. No debate entre representantes das principais instituições estarão em pauta temas como garantir segurança nas transações de pagamento, redução de riscos, biometria, machine learning como auxílio na detecção das fraudes e o que está pensando o cliente lá na ponta.

A NCR – tradicional desenvolvedora de soluções omnichannel – traz à CARDS seu consultor sênior de Soluções de Fraude Simon Breeden. O especialista estará na palestra do dia 25/05, quando discorrerá sobre “Prevenção e Detecção de Fraudes: Como Garantir Segurança nas Transações de Pagamentos”. Breeden apresentará o software Fractals e vai focar em pontos como identificação de riscos e perdas, as novas tecnologias para gerar maior segurança dos dados e a visão do consumidor, como aprimorar a comunicação entre todos os envolvidos em uma compra, biometria e outras soluções para controle e prevenção.

Criatividade – Ataques cibernéticos que afetam o sistema financeiro podem não ser somente aqueles que invadem as contas dos clientes. Indiretamente, por exemplo, os criminosos influenciam funcionários de grandes empresas a movimentarem contas. No ano passado, a polícia federal dos Estados Unidos, o FBI, divulgou o resultado de investigações que revelaram um esquema contra 17.642 corporações, de todos os tamanhos, localizadas em 79 países. Hackers estudaram o organograma das empresas para identificar os responsáveis pela área financeira e seus hábitos. Os criminosos causaram o desvio de US$ 2,3 bilhões entre outubro de 2013 e fevereiro de 2016. O meio usado foi um simples e-mail aos responsáveis pela área financeira das empresas ordenando transferência de dinheiro para supostos pagamentos. O destino do dinheiro era uma conta bancária.

Há dois casos emblemáticos no Brasil. Em 2016, a página web de uma empresa financeira redirecionava os clientes para um site falso, que desativava o antivírus instalado na máquina do usuário e instalava um vírus coletor de dados. Já em 2013, foram roubadas informações de mais de 29 mil clientes de uma financeira, crime que só foi descoberto quase quatro anos depois, quando pessoas ligadas a empresas clientes sofreram chantagem.

Eventos que chamam muito a atenção do grande público são um chamariz para os criminosos virtuais. O chamado da Caixa Econômica Federal para o saque das contas inativas do FGTS, no início do ano, despertou os criminosos para criação de sites falsos, e-mails maliciosos e posts em redes sociais com o objetivo de distribuir trojans bancários, alterar o roteador da vítima e roubar dados pessoais. Para minimizar esse impacto, os bancos têm criado campanhas para alertar seus clientes sobre os perigos de fornecer informações para fontes que não confiam.

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Um em cada quatro bancos tem dificuldades para verificar a identidade de clientes nos bancos on-line

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De acordo com a recente Pesquisa de riscos à segurança de instituições financeiras, 24% dos bancos de todo o mundo têm dificuldades em identificar seus clientes ao fornecer serviços de bancos on-line e digitais. Mais da metade dos bancos (59%) prevê um aumento dos prejuízos causados por fraudes nos próximos três anos. Por isso, a verificação da identidade dos usuários deve ser prioridade nas estratégias de segurança virtual das instituições financeiras, adverte a Kaspersky Lab.

Com o crescimento dos serviços bancários on-line e em dispositivos móveis, os clientes não apenas se tornam vítimas de fraudes financeiras, como também são um ponto de entrada importante para ataques nos canais digitais dos bancos. De acordo com a pesquisa, em 2016, 30% dos bancos passaram por incidentes de segurança que afetaram os serviços bancários fornecidos pela Internet. Os principais fatores que contribuíram para os ataques foram o phishing direcionado aos clientes e o uso de credenciais de clientes para atividades de fraude.

Os bancos carecem de tecnologias de segurança que não prejudiquem a experiência do cliente: 38% das organizações que participaram da pesquisa confirmaram que se preocupam com o equilíbrio entre as técnicas de prevenção e a conveniência para o usuário.

“Ao considerar as diversas abordagens para fornecer canais digitais e móveis seguros, naturalmente os bancos evitam colocar muita pressão sobre os clientes. Os bancos on-line precisam continuar oferecendo seus principais benefícios: uma forma conveniente de fazer transações financeiras em questão de segundos. Por isso, estamos trabalhando em tecnologias que permitam proteger os bancos e seus clientes sem incluir rotinas de segurança adicionais na experiência do usuário”, declarou Alexander Ermakovich, chefe da equipe de prevenção de fraudes da Kaspersky Lab.

Além da dupla-autenticação e de outros procedimentos de segurança usados pelos bancos, a Kaspersky Lab recomenda implementar soluções exclusivas capazes de identificar se uma pessoa tem a devida autorização sem exigir ações adicionais do usuário. A plataforma Kaspersky Fraud Prevention compila e analisa o comportamento do usuário, informações do dispositivo, do ambiente e da sessão na forma de big data anônimo e despersonalizado na nuvem. A autenticação baseada em riscos (RBA, Risk Based Authentication) avalia os possíveis riscos antes do login do usuário, enquanto a detecção contínua de anomalias na sessão (Continuous Session Anomaly Detection) identifica o controle de contas, lavagem de dinheiro, ferramentas automatizadas ou qualquer processo suspeito executado durante a sessão.

Dessa maneira, a plataforma oferece proteção não apenas na fase de login, mas também durante a própria sessão, e os usuários não precisam passar por mais etapas de autorização.
Para saber mais sobre a plataforma Kaspersky Fraud Prevention, visite: https://www.kaspersky.com.br/enterprise-security/fraud-prevention.

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Capgemini lança aplicativo para análise de demandas de clientes bancários por serviços digitais

A Capgemini, um dos principais provedores globais de serviços de consultoria, tecnologia e terceirização, lança o Financial Services Insights App, aplicativo que reúne informações sobre bancos de varejo e os segmentos de seguros e investimentos, a partir de três websites interativos. Esses novos canais digitais foram desenvolvidos como resposta direta à demanda de bancos e seguradoras por dados, motivados pela preferência de seus clientes em relação a produtos, canais, transações e serviços digitais.

Com o objetivo de permitir uma análise personalizada, essas ferramentas têm a finalidade de atender às necessidades específicas de segmentação do mercado, com base em estudos de tendências e às comparações globais, regionais e locais. Os serviços são voltados para bancos, seguradoras e empresas de gestão do patrimônio.

Além de possibilitar o acesso aos dados mais recentes do mercado sobre preferências e comportamentos dos clientes, esses canais fornecem informações valiosas que ajudam a moldar as estratégias de desenvolvimento, transformação dos processos de negócio, lançamento de novos serviços e atendimento ao consumidor.

“Essas soluções digitais representam a última geração de liderança intelectual em serviços financeiros, por meio da qual levamos às companhias mais do que um simples relatório para que conheçam a fundo as preferências de seus clientes e o mercado. Sempre com base em dados que permitam a exploração e a interação detalhadas, e que norteiem a forma como suprem as necessidades do mercado”, explica o diretor de vendas e marketing da Divisão Global de Serviços Financeiros da Capgemini, Jean Lassignardie.

O Financial Services Insights App facilita o acesso à liderança intelectual da empresa em diversos setores, cobrindo áreas como bancos de varejo, mercado de capitais, cartões e pagamentos, riscos e conformidade, gestão patrimonial, seguros de vida, planos de pensão, seguro patrimonial e de acidentes.

Com o uso de referências das pesquisas realizadas pela Capgemini com quase 37 mil consumidores para a elaboração dos relatórios mundiais sobre Bancos de Varejo (WRBR, na sigla em inglês), Seguros (WIR) e Riqueza (WWR), os websites desenvolvidos pela companhia oferecem informações exclusivas sobre as preferências dos clientes em relação a Internet, tecnologias móveis, telefones e uso de outros canais.

Esses portais trazem dados visuais e interativos, bem como infográficos e vídeos, para que os usuários conheçam as últimas tendências relacionadas aos consumidores e criem gráficos dinâmicos, que podem ser customizados para possibilitar a análise de informações de vários países e regiões.

Os dados de pesquisa fornecidos pela Capgemini cobrem as seguintes áreas:

• O website com o conteúdo do World Retail Banking Report (Relatório Mundial Sobre Bancos de Varejo) – www.worldretailbankingreport.com – apresenta os mais recentes dados de 2014 sobre preferências e comportamentos dos clientes de bancos de varejo, explorando o uso da Internet, dispositivos móveis, agências, caixas eletrônicos ou telefone e suas experiências com cartões de crédito, contas, empréstimos e hipotecas.

• O portal do World Insurance Report (Relatório Mundial sobre Seguros) – www.worldinsurancereport.com – analisa a experiência dos usuários de seguradoras de vida e não vida em 30 países, inclusive suas impressões sobre a qualidade dos serviços, trazendo taxas semestrais de eficiência nas áreas de sinistros, subscrição, operações e aquisições, incluindo referências de 2014.

• Já o website do World Wealth Report (Relatório Mundial sobre Riqueza) da Capgemini e da RBC – www.worldwealthreport.com – fornece informações sobre o tamanho do mercado, alocação de investimentos, comportamentos e preferências de pessoas com maior patrimônio, além de dados sobre população e riqueza de 71 países.

Juntos, o Financial Services Insights App e os novos websites fornecem informações completas sobre cada setor e seus usuários para os segmentos bancário, de seguros e gestão patrimonial, bem como analistas financeiros e pesquisadores.

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