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SONDA anuncia novo CIO no Brasil

A SONDA, maior companhia latino-americana de soluções e serviços de tecnologia, acaba de promover Felipe Antonelli a CIO (Chief Information Officer) da operação brasileira.

O executivo, que tem 18 anos de casa e nos últimos três se dedicou à diretoria de AMS SAP, cargo agora ocupado por Dilnei Schiavinatto, tem como um de suas principais metas suportar e potencializar as áreas de negócio para que atinjam seus objetivos ofertando as melhores soluções e serviços para a transformação digital dos clientes.

“Estamos vivendo um momento no qual a tecnologia nos desafia a adaptar e buscar novos modelos e padrões para influenciar diretamente as pessoas e os negócios, por isso o meu maior desafio como CIO é direcionar esta mudança, ajudando a companhia a alcançar seus objetivos e garantindo a estabilidade e segurança das operações”, explica Antonelli.

Para isso, o executivo tem como escopo balancear as necessidades técnicas e operacionais com eficiência na gestão de financeira e integrar as necessidades de todas as áreas de negócio, além de buscar a padronização e a implementação das melhores soluções em tecnologia.

Ao assumir uma posição estratégica na maior empresa de Tecnologia da Informação na América Latina, que está em constante crescimento, Antonelli tem como atribuições garantir a governança e a segurança das informações da organização, assim como transformar a TI do Brasil em um celeiro de soluções regionais para todo o Grupo.

O executivo é formado em Administração com ênfase em Comercio Exterior, pós-graduado em Gerencia de Projetos em Tecnologia da Informação pelo INPG (Instituto Nacional de Pós Graduação) e possui especialização em Gestão Estratégica de Custos pela FGV (Fundação Getúlio Vargas).

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O que o futuro reserva aos CIOs? – Por Ana Claudia S. Reis

Com o atual cenário, a concorrência no mercado e a busca por inovações que otimizem os negócios estão cada vez mais presentes no dia a dia dos executivos. Para alguns líderes, estar preparado para o futuro e ter novas ferramentas que irão auxiliá-los na busca por resultados é fundamental e imprescindível. Este é o caso do CIO (Chief Information Officer).

Está intrínseco ao trabalho desenvolvido por esse executivo, liderar processos de inovação que antecipem tendências para o futuro, sempre impulsionado pelo desejo de ser o mais preparado possível para um amanhã digital, que se aproxima de forma cada vez mais veloz em qualquer setor.

Mas, apesar dessa certeza de uma digitalização veloz e mais presente, o futuro para os CIOs é motivado por uma nova necessidade de reformular o fornecimento de soluções tecnológicas interessantes, que facilitem e modifiquem a rotina de seu público-alvo. A área de TI não interrompe suas mudanças e os compradores clamam cada vez mais por velocidade e agilidade. Oferecer isso ao mercado de forma antecipada garante diferenciais atraentes e merece a atenção e o foco desse executivo.

Algumas tendências fazem parte deste percurso para o futuro da atuação do CIO. Especialistas fortalecem a ideia de que a Internet das Coisas deve ter espaço significativo no planejamento estratégico desenvolvido por esse profissional. Outro fator não deve mudar: o CIO é o responsável pelos processos de atualização de sua organização, além de pensar o digital dentro dela. Focar nas novas oportunidades de fazer negócio não deve sair do radar do executivo. Isso contribui muito para as ideias diferenciadas e o desenvolvimento de novos produtos.

Mais do que qualquer outro executivo, o CIO deve batalhar pela busca da reafirmação de sua importância dentro da empresa. CIOs e outros chefes de TI devem garantir que todos estejam preparados para o ritmo acelerado das mudanças. Enquanto isso, as companhias e recrutadores que procuram novos líderes para essa área devem se atentar e avaliar a viabilidade de potenciais candidatos dentro de um perfil de rápidas adaptações e ideias. As empresas precisam considerar o quão bem um candidato irá lidar com a agitação projetada para o futuro.

Como headhunter, vejo um futuro cada vez mais desafiador para esse profissional. Portanto, cabe ao executivo assumir o seu papel com clareza, de modo que não fique para trás. A constante atualização do executivo garante também que ele seja desejado pelas empresas, e esse é um importante fator a ser levado em consideração para um futuro de sucesso do CIO.

*Por Ana Claudia S. Reis, sócia da The Caldwell Partners no Brasil

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O novo papel do CIO no conselho diretivo das empresas

774222_1Vivemos em um mundo onde estamos rodeados de tecnologia em nossas vidas pessoais e profissionais. E os conselhos de administração já valorizam e reconhecem os benefícios e a importância da tecnologia para o potencial de seus negócios. Por isso, o CIO desempenha um papel chave em reuniões do conselho. O perfil do CIO está passando por uma transformação, e ele está deixando de ser visto como um provedor de serviços que resolve problemas técnicos para ser uma peça chave na organização, contribuindo para alcançar os objetivos de companhia por meio de soluções estratégicas. Por esse motivo, os conselhos que viabilizam a participação ativa do departamento de TI em suas decisões estão um passo à frente em termos de competitividade, por que conseguem desenvolver estratégias de negócio que otimizam a produtividade e oferecem maior eficiência, além de uma g estão financeira mais evoluída em termos do ROI da TI.

Nesse sentido, existem três aspectos chaves para que o CIO assuma um papel estratégico no conselho:

• Alinhar as estratégias de TI com as estratégias do negócio: o principal motivo de ampliar o envolvimento dos diretores de TI com as estratégias corporativas é garantir que a TI estará numa posição onde consegue apoiar o negócio com mais eficiência. Os diretores devem ter a capacidade de apresentar sua estratégia de maneira clara e destacar a importância da tecnologia para aprimorar os processos corporativos, e assim alcançar as metas e desenvolver a estratégia do negócio.

• Garantir que os projetos de TI rendam mais que seus investimentos: uma pergunta constante para os diretores de TI é “quanto isso vai custar?” Obviamente, em muitos casos a infraestrutura de TI representa um investimento considerável. O crescimento competitivo requer investimentos e isso implica passar horas apresentando relatórios e explicações ao conselho. Por isso, os conselhos precisam de informações adequadas para entender as projeções financeiras, a segurança, o controle de riscos e o plano operacional que o projeto de TI representará para a organização. Assim, os CIOs devem ter a capacidade de estruturar suas propostas e apresentá-las a um nível alto de executivos, com ênfase em ROI.

• Aumentar o conhecimento do conselho na área de TI. Um CIO estratégico compartilha seus conhecimentos e divulga os aspectos mais relevantes dos projetos de TI, oferecendo ferramentas-chave para ampliar o conhecimento do conselho e facilitar a compreensão da tecnologia. As organizações precisam saber como e porque a TI deve nortear os negócios.

• Contribuir para o crescimento do negócio. Em paralelo, o CIO não deve se limitar à “resolução de problemas”, mas deve contribuir para o crescimento do negócio, ser criativo e levar novas ideias para o conselho, encontrando novas formas para que a área de TI ajude a organização a apresentar projetos em que a tecnologia pode ser um recurso para gerar receitas. Por isso é fundamental conhecer o negócio.

Sem dúvida, a integração do CIO com o conselho exige mudanças em relação ao paradigma tradicional do papel de TI. E cada CIO tem o potencial de ser uma peça chave dentro da organização, trazendo ideias e propostas estratégicas, alinhadas com o negócio. Num momento em que a tecnologia está no centro das atenções, contar com um CIO que consegue contribuir para que a companhia seja mais competitiva, reduza custos, maximize o uso da tecnologia e apresente cálculos claros sobre o ROI, ele passará a ter grande valor para a companhia e será fundamental para sua interação junto a outros departamentos.

*Juan Pablo Jiménez é vice-presidente da Citrix para América Latina e Caribe

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Os desafios do CIO do futuro

Por Ana Claudia S. Reis*

A área de TI está se transformando. Podemos observar esse movimento em pequenas realidades do nosso dia a dia e, também, nas ações que as empresas realizam para potencializar seus resultados. A economia digital está mudando as organizações de maneira contínua, criando um ambiente hiperconectado no qual o negócio principal gira em torno das responsabilidades da área de TI e impactam diretamente no desempenho dos atuais gestores. Diante desse cenário, pode-se notar a alteração acelerada na agenda e nas atribuições do CIO (Chief Information Officer). O profissional é, agora, o principal responsável por administrar essa constante atualização.

Pensar digital e compreender a redefinição do seu papel dentro das empresas, que deve ser muito mais estratégico, estão entre os desafios do novo CIO. Ele precisa focar na identificação de novas oportunidades de negócios, que explorem a tecnologia digital como força principal. É responsabilidade desse profissional, portanto, assumir uma postura de liderança digital, que traga aos novos projetos um resultado sólido. Dessa maneira, o diretor irá convencer as demais áreas da empresa de que inovação é, sim, uma função da área de TI e vital para longevidade das companhias.

Como vivemos na “Era da Transformação Tecnológica”, uma das principais dificuldades enfrentadas por esse profissional é ser hábil na administração dessas mudanças. Compreender pioneiramente as tecnologias que surgem é um ponto de total atenção, uma vez que os modelos de negócio e gestão que levam em consideração a evolução da tecnologia passarão a se alterar com maior frequência. Isso requer do executivo, além de conhecimento, um planejamento eficaz que reflita esse olhar sempre à frente do seu tempo.

Com perfil inovador, o CIO do futuro irá atuar em conjunto com outras lideranças como o Chief Digital Officer e o Chief Information Security Officer. Este último, vale notar, será o principal parceiro do CIO, pois seu foco assertivo em cibersecurity e na proteção de dados e propriedade intelectual da empresa, ciente de todos os riscos operacionais, o torna essencial na tomada de decisões.

Ter uma visão clara de mudança de abordagem da área de TI torna-se necessário ao CIO. Em certos casos, por exemplo, é mais seguro e estratégico terceirizar algumas atividades de menor valor agregado, reduzindo o envolvimento do profissional nas questões operacionais, do que incorporar os procedimentos no departamento. Dessa forma, tempo e energia do executivo são liberados e o permitem interagir com outros gestores que pilotam o negócio, solidificando uma visão integral das atividades – e isso será cada vez mais exigido deles. O resultado são processos operacionais mais simples e mais tempo para o CIO inserir novos conceitos tecnológicos, algo vital para seus projetos.

E por que não correr riscos? Sair da zona do backoffice e ir para a linha de frente, dessa vez com postura mais empreendedora, garante além de eficiência, uma empresa mais inteligente, com um board mais ativo, comprometido a criar e sem medo de errar. A natureza desse profissional deve ser de atuar em cenários desafiadores e ele deve conseguir manter os sistemas que já estão em vigor funcionando plenamente ao mesmo tempo em que se dedica a criar novas soluções.

O CIO desejado pelas empresas irá desenvolver e utilizar plataformas digitais que convergem com todas as funções na empresa, potencializando as entregas e resultados. Ele também irá fornecer soluções de tecnologia que atendem as necessidades de diferentes geografias e demografias, já que ele idealmente vivenciou operações globais e entende de diferentes culturas, estando apto a fazer planejamentos direcionados – aproveitando-se do fato de que ele atualmente é o principal direcionador das ações digitais das companhias, coordenando todas as iniciativas online: de e-Commerce até as mídias sociais.

Por fim, entendemos o quão desafiador é o cenário do CIO do futuro. Ao mesmo tempo em que as novas tecnologias alavancam os ambientes corporativos, trazem para esse profissional a missão de se recriar e não ficar para trás. Gerenciar a área de TI como um negócio paralelo é um meio de transformar os processos e auxilia na criação de iniciativas transformadoras, que geram resultados em prazos consideráveis. Particularmente, acredito que o futuro desse profissional reserva surpresas e muitas experiências inovadoras, que irão reafirmar a sua importância no mercado e, é claro, em toda a área de TI.

*Ana Claudia S. Reis é sócia da CTPartners, uma das maiores empresas de recrutamento executivo do mundo (Executive Search).

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CIO: Preste atenção nessas dicas para o projeto de aplicativo móvel

Fonte:CIO

Galen Gruman M., InfoWorld/EUA
Um bom design é importante para qualquer aplicação, apesar daquilo que as péssimas experiências de anos e anos nos levaram a acreditar. No contexto móvel, um bom design é ainda mais crítico, pois a tela pequena e o ambiente operacional instável tornam o uso ainda mais difícil.

O que os desenvolvedores podem fazer sobre isso? E o que os usuários procuram?

Conversei recentemente com Michael Griffith, diretor de criação da Bottle Rocket Apps, desenvolvedora de aplicativos móveis cujas aplicações incluem o bem concebido app da de notícias da NPR. Ele segue um conjunto de 10 princípios e recomendações que leva ao desenvolvimento de melhores apps – especialmente melhores aplicativos móveis.

Confira:

1. Não basta portar o que você tem para outras plataformas (iOS para Android, Web para iOS, Android para o BlackBerry, e assim por diante). A aparência deve honrar a plataforma de destino, que os usuários optaram por determinada razão. Além disso, os recursos também podem ser diferentes, com base no que a plataforma oferece.

Para aplicativos corporativos utilizados em vários contextos e dispositivos, Griffith observa que o grau de padronização deve ser maior do que em aplicações de consumo, assim os usuários podem fazer o que é conhecido em todos os dispositivos e reduzir o tempo de aprendizagem. Neste caso, a aplicação é o centro da experiência do usuário, mais do que o dispositivo.

Você ainda deve honrar os pressupostos fundamentais da interface de usuário da plataforma na hora de criar as interações básicas do aplicativo – como o acesso aos menus.

2. Tire proveito das restrições móveis (especialmente dos smartphones) para pensar criativamente.

3. Tire vantagem das capacidades móveis que não estão disponíveis em um PC. Por exemplo, use a câmera para tirar fotos ou serviços de localização para diminuir sugestões de busca. Use sensores, especialmente quando dados adicionais puderem ajudar a reduzir o esforço do usuário ou da aplicação.

4. Cuide da acessibilidade. É comum ver jovens designers usando pequenos textos e layouts apertados, difíceis de serem lidos e tocados com precisão por usuários mais velhos. Evite o efeito Retina, só porque agora existem pixels menores que fazem texto tecnicamente legível em tamanhos ainda menores. Se você já passou dos 35 anos de idade, sabe bem o esforço que os olhos humanos fazem para ler esse texto minúsculo. Ao contrário disso, ofereça opções de adaptação no seu projeto, como o ajuste de preferências de tamanho do texto. A nova API do iOS 7 deve reduzir a carga de codificação necessária para inclusão desse recurso em apps para iPhones e iPads.

5. Ao mostrar maquetes e protótipos para clientes ou usuários, procure fazê-lo no aparelho no qual o aplicativo será executado. PDFs ou Photoshops em uma grande tela de computador simplesmente não refletem o olhar e a sensação de um smartphone ou tablet, nem as interações. O que parece funcionar direito em uma tela grande com mouse e teclado podem ser horrível na pequena tela sensível ao toque de um dispositivo móvel. Da mesma forma, o que funciona bem em um dispositivo móvel pode funcionar mal em uma tela de computador, fazendo com que os usuários e clientes rejeitem boas opções.

6. Cuidado com metáforas. Há poucas metáforas gráficas universais com as quais você pode contar. Das imagens analógicas antigas (as telas de TV, controles de rádio, toca-fitas, câmeras, filmstrips, LPs, seletor giratório, luzes piloto e até CDs)muitas não são operacionalmente familiares para as gerações mais jovens, mesmo que eles possam tê-las visto em um filme antigo. Embora a teoria da iconografia permita um design mais universal, muitas das bases analógicas para os ícones estão se tornando menos e menos conhecidas, o que pode deixar os usuários mais confusos. Em várias situações o uso de texto pode ser melhor.

7. Cuidado com a simplificação, onde tudo (cor, peso, textura, e assim por diante) parece igual. Uma interface muito simples pode ser tão confusa quanto uma muito complexa.

8. Não sobrecarregue o app. Se você tem um monte de funcionalidades para fornecer, considere dividi-las em um conjunto de aplicativos relacionados, cada um deles focado em uma funcionalidade central. Essa opção pode ser difícil de explicar aos clientes, especialmente tendo em conta a pressão para “fazer mais” em cada revisão, mas é essencial que os aplicativos não se tornem inviáveis ou muito complexos. (Griffith sugere que você cite a máxima “liberdade de escolha é o que você ganha, liberdade de escolha é o que você quer” do icônico “Freedom of Choice”, música de banda Devo.)

9. Projete para diferentes graus de experiência. Usuários iniciantes devem sentir algo especial e imediatamente valioso quando usarem seu aplicativo. Usuários subsequentes devem descobrir mais facilidades de uso. Pessoas que usem o aplicativo regularmente ao longo do tempo devem começar a descobrir funcionalidades mais profunda para fazer algo ainda mais útil. O Flipboard é um bom exemplo dessa abordagem, segundo Griffith.

10. Use movimentos e transições para enriquecer a experiência do usuário, e empurre valor, em vez de forçar o usuário a procurar por ele. Deixe uma maneira de ir mais fundo para aqueles que sdesejam, em vez de sobrecarregar as pessoas com informações.

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