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Varejo brasileiro mantém ritmo de recuperação e cresce 4,7% em fevereiro, aponta ICVA

Com crescimento de 4,7% em fevereiro, comparado ao mesmo período do ano passado, o varejo brasileiro mantém o ritmo de recuperação observado nos últimos meses. É o que aponta o Índice Cielo do Varejo Ampliado (ICVA), divulgado nesta sexta-feira (15). O indicador já tem descontado a inflação que incide sobre os setores do varejo ampliado. Em termos nominais, que refletem a receita de vendas de fato observadas pelo varejista, o ICVA registrou alta de 8,0% na comparação com o ano anterior.

O resultado do mês foi impactado positivamente pelo calendário. O Carnaval, período em que as receitas de vendas são tradicionalmente menores, caiu em março, enquanto que em 2018 a data foi comemorada em fevereiro. Ajustando o ICVA deflacionado a esse efeito, o índice apontaria alta de 3,8%, leve aceleração em relação a janeiro. Pelo ICVA nominal, no mesmo conceito, o indicador apresentaria alta de 7,1% na comparação com o mesmo período de 2018, também apresentando leve aceleração.

“Mesmo descontando o benefício do calendário, o resultado do ICVA em fevereiro reforça a trajetória de recuperação no varejo”, comenta Gabriel Mariotto, diretor de Inteligência da Cielo. “Um destaque positivo foi a aceleração no setor de Vestuário. Por outro lado, dentre as regiões, o Sudeste – particularmente o RJ – contribuiu negativamente para o resultado do mês”, complementa.

INFLAÇÃO

O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) apurado em fevereiro pelo IBGE apontou alta de 3,89% no acumulado dos últimos 12 meses, com uma leve aceleração em relação ao número registrado em janeiro (3,78%). Os grupos de itens de Alimentação no domicílio e Artigos de residência tiveram aceleração, enquanto o bloco de Transportes caiu ainda mais, de 3,1% em janeiro para 2,0% em fevereiro. A desaceleração foi puxada principalmente pelo item de Passagem aérea – que teve a maior queda – saindo de 14,3% de alta para deflação de 1,6%. Ponderando o IPCA pelos setores e pesos do ICVA, a inflação no varejo ampliado em fevereiro ficou em 3,1%, tendo uma estabilização em relação a janeiro (3,2%).

SETORES

O bloco de Bens não Duráveis foi o único que apresentou desaceleração na passagem de janeiro para fevereiro, considerando o índice com ajustes de calendário. O desempenho do bloco foi puxado pelos setores de Drogarias/Farmácias e Supermercados e Hipermercados – que apresentou alta de preços no mês. Já o grupo de setores de Bens Duráveis e Semiduráveis apresentou aceleração na passagem mensal, influenciado pelas acelerações de setores como Vestuário e Móveis, Eletro e Lojas de Departamento. Finalmente, o bloco de setores de Serviços foi o que apresentou maior aceleração de janeiro para fevereiro, puxado principalmente por Alimentação em Bares e Restaurantes e Turismo e Transporte – este influenciado pela queda de preços experimentada no setor em fevereiro.

REGIÕES

Todas as regiões brasileiras apresentaram aceleração na passagem mensal, segundo o ICVA Deflacionado com ajuste de calendário. A única exceção foi a região Nordeste, que apresentou certa estabilidade no período. Pelo ICVA deflacionado sem ajustes de calendário, comparando com o mesmo período do ano anterior, o varejo ampliado na região Norte apresentou alta de 10,0%, seguido pelas regiões Centro-Oeste e Sul com 7,3% e 6,3% respectivamente. Por fim, temos as regiões Nordeste, com alta de 5,9%, e o Sudeste, com alta de 2,8%. “A região Sudeste foi impactada negativamente em decorrência das fortes chuvas – principalmente no estado do Rio de Janeiro – que fizeram diminuir o ritmo de vendas no estado”, comenta Mariotto. Pelo ICVA nominal – que não considera o desconto da inflação – o destaque também foi a região Norte, que registrou alta de 11,8% em fevereiro. Em seguida, temos as regiões Centro-Oeste e Nordeste, ambas com crescimento de 9,9% no período. Por último, temos as regiões Sul e Sudeste, que apresentaram crescimentos de 8,6% e 6,9%, respectivamente.

SOBRE O ICVA

O Índice Cielo do Varejo Ampliado (ICVA) acompanha mensalmente a evolução do varejo brasileiro de acordo com a sua receita de vendas, com base em um grupo de mais de 20 setores mapeados pela Cielo, de pequenos lojistas a grandes varejistas, responsáveis por 1,4 milhão de pontos de vendas ativos credenciados à companhia. O peso de cada setor dentro do resultado geral do indicador é definido pelo seu desempenho no mês.

O ICVA foi desenvolvido pela área de Inteligência da Cielo e tem como proposta oferecer mensalmente uma fotografia do comércio varejista do país a partir de informações reais.

COMO É CALCULADO

A gerência de Inteligência da Cielo desenvolveu modelos matemáticos e estatísticos que foram aplicados à base da companhia com o objetivo de isolar os efeitos do comportamento competitivo do mercado de credenciamento, como a variação de market share, bem como isolar os efeitos da substituição de cheque e dinheiro no consumo – dessa forma, o indicador não reflete somente a atividade do comércio pelo movimento com cartões, mas, sim, a real dinâmica de consumo no ponto de venda.

Esse índice não é de forma alguma a prévia dos resultados da Cielo, que é impactado por uma série de outras alavancas, tanto de receitas quanto de custos e despesas.

ENTENDA O ÍNDICE

ICVA Nominal – Indica o crescimento da receita nominal de vendas no varejo ampliado do período, comparando com o mesmo período do ano anterior. Reflete o que o varejista de fato observa nas suas vendas.

ICVA Deflacionado – ICVA Nominal descontado da inflação. Para isso, é utilizado um deflator que é calculado a partir do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), apurado pelo IBGE, ajustado ao mix e pesos dos setores contidos no ICVA. Reflete o crescimento real do varejo, sem a contribuição do aumento de preços.

ICVA Nominal/Deflacionado com ajuste calendário – ICVA sem os efeitos de calendário que impactam determinado mês/período, quando comparado com o mesmo mês/período do ano anterior. Reflete como está o ritmo do crescimento, permitindo observar acelerações e desacelerações do índice.

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Cielo lança QR Code Pay

A partir de hoje, milhões de brasileiros que possuem celular com câmera poderão pagar suas compras nas máquinas da Cielo por meio da leitura de um QR Code direto na tela do terminal. Com o QR Code ™ Pay, fazer um pagamento passa a ser tão simples quanto tirar uma foto, tornando fluída e digital a experiência dos lojistas e dos consumidores, preservando o nível de excelência em segurança na transação, marca registrada da companhia.

“O pagamento por meio do QR Code ™ Pay é prático tanto para o varejista quanto para o consumidor. Não será mais preciso levar a carteira para almoçar, ir à academia, ou à balada, basta estar com o celular”, explica Danilo Caffaro, vice-presidente de Produtos, Novos Negócios, Marketing e Inovação da Cielo. “Estudamos profundamente e o potencial dessas transações, que são feitas hoje por meio tradicional, que poderiam ser feitas por meio desta solução, é 10 vezes maior do que as demais soluções”, complementa.

As premissas adotadas para viabilizar esse modelo de pagamento no Brasil foram: a inclusão digital, a escalabilidade e o acesso democrático à solução. A solução é amplamente inclusiva, pois não está limitada ao modelo de celular nem à opção de serviço que o consumidor utiliza. A nova modalidade de pagamento funciona em qualquer celular com câmera. Para se ter uma ideia desse potencial, são 220 milhões de unidades ativas de smartphones no país*.

“No Brasil temos mais smartphones do que pessoas. Por isso, na nossa indústria, muito se discute sobre a utilização de celulares como meio de pagamento e a adoção de novas tecnologias como QR Code, realidade massiva na China, por exemplo”, afirma Caffaro. “Desde o começo pensamos em fazer algo simples para o lojista e acessível para todo o ecossistema. Isso significa que qualquer parceiro que queira usufruir dos benefícios da solução e do seu potencial de escalabilidade pode ter a Cielo como viabilizadora dessa integração, uma vez que a nossa plataforma é aberta”, conclui”.

O QR Code ™ Pay, pagamento com celular por meio do QR Code, estará disponível em todo o parque de máquinas da Cielo até o fim do ano. Em breve, a solução será implantada também nas soluções de e-commerce, Pagamento in-App, TEF, Cielo Mobile, app Cielo, Cielo LIO, entre outros.

A solução agnóstica, desenvolvida com base em API, já nasce apta para uso por clientes do Bradesco e Banco do Brasil, além de parceiros como Agibank, a empresa de benefícios Alelo, o app de pagamentos PicPay e o programa de recompensas Livelo. A solução admite pagamentos feitos com cartões emitidos nas bandeiras Elo, Visa, Mastercard e American Express. Esse ecossistema é responsável por um público potencial de mais de 40 milhões de usuários para a solução.

Livelo

Para a Livelo, que é uma das principais empresas de recompensas do Brasil, a solução traz grande inovação, uma vez que os clientes terão a opção de usar seus pontos em estabelecimentos físicos. “Trabalhamos constantemente para diferenciar a Livelo e gerar valor para nossos clientes e parceiros. Fazemos isso garantindo liberdade de escolha ao dia a dia de nossos mais de 19 milhões de clientes, tanto para juntar como para trocar seus pontos. Com essa parceria junto a Cielo, estamos levando a recompensa com pontos Livelo a um novo patamar, ainda mais democrático, seguro, moderno e inovador”, destaca Marcelino Cruz, diretor de Relacionamento Comercial da Livelo.

Alelo

“Ao adotar o pagamento via QR Code, democratizamos o pagamento pelo celular. Com o Meu Alelo, que já está nas mãos de mais de 5,5 milhões de usuários dos nossos cartões, será possível fazer a compra rapidamente de forma simples e intuitiva. Significa mais uma solução que atende a necessidade dos nossos clientes e está acessível a qualquer modelo de celular que tenha câmera”, diz André Turquetto, diretor de Marketing & Produtos Alelo.

Agibank

“O Agibank é o único banco digital a oferecer uma solução inédita e disruptiva, com imediata abrangência nacional para nossos clientes ativos – que chegaram à marca de 1 milhão neste mês. Essa é apenas uma demonstração do que estamos desenvolvendo no nosso laboratório de inovações. Sempre alinhados ao nosso propósito de fazer o dia a dia das pessoas melhor, promovendo a inclusão financeira, podemos garantir que vem muito mais por aí”, Marciano Testa, Founder e CEO Agibank.

PicPay

“O PicPay é a maior carteira digital do Brasil e essa parceria permitirá que nossos mais de 9 milhões de usuários possam contar com novas oportunidades de pagamento e uso do aplicativo. Com uma maior presença nos estabelecimentos, projetamos transacionar R$ 10 bilhões nos próximos doze meses”, aponta o co-founder e CEO do PicPay, Anderson Chamon.

QR Code ™ Pay – Prático e Digital

A tecnologia traz benefícios para o varejo como um todo. Para o consumidor, por exemplo, não será mais necessário ter um cartão de plástico físico ou smartphone habilitado para efetuar uma transação. Basta abrir o app do parceiro ou a carteira digital no telefone, mirar a câmera no QR Code na máquina da Cielo, selecionar o cartão entre os cadastrados que quer pagar e pronto.

Do ponto de vista do lojista, nada muda no fluxo da transação. A Cielo realizará ações de treinamento e sinalização para a adoção da leitura do QR Code em suas máquinas, tornando o ato do pagamento ainda mais fluído. Todo o processo transacional similar a um pagamento usando o cartão físico, porém, ligeiramente mais ágil, sem necessidade de inseri-lo na máquina. Os serviços nos canais digitais de gestão da Cielo, utilizados para controle das vendas por meio da leitura do extrato, por exemplo, não mudam para o lojista.

Segurança – Toda a transação é autenticada. Isso significa que ela é confirmada pelo próprio usuário, por meio de biometria ou com a inserção da senha direto no aplicativo do parceiro. “Brevemente, esse será mais um diferencial das nossas soluções de e-commerce, já que um dos grandes problemas do lojista online hoje é o chargeback. Nessa solução, a transação é garantida e o lojista não é onerado”, confirma Caffaro.

App – Para quem não for usuário dos serviços dos parceiros e estiver interessado em utilizar, a Cielo também disponibiliza o aplicativo Cielo ID. Basta instalar o app no celular e cadastrar os cartões de crédito que quiser utilizar. O app Cielo ID está disponível nas lojas de apps Google Play e Apple Store.

* 29ª Pesquisa Anual de Administração e Uso de Tecnologia da Informação nas Empresas, realizada pela Fundação Getúlio Vargas de São Paulo (FGV-SP)

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Cielo lança hub de conteúdo para disseminar uso de terminal inteligente no varejo

Para posicionar no mercado a Cielo LIO, primeiro terminal inteligente do país, e apresentar todo o potencial transformador para o varejo que a solução oferece, a Cielo acaba de lançar um portal de conteúdo para impulsionar a adoção da solução pelo mercado, que inaugura uma nova categoria para o segmento – além de fazer as funções tradicionais de pagamento, o terminal agrega novas funcionalidades capazes de ajudar o lojista a gerenciar todo o seu negócio de maneira simples e digital.

Isso é possível graças à plataforma operacional que roda no equipamento, que funciona exatamente como um smartphone baseado em Android, o que permite que a Cielo LIO receba aplicativos ou se conecte a sistemas que a transformam, por exemplo, em frente de caixa, estoque digital ou um gerenciador de pedidos, tudo isso integrado à etapa do pagamento.

No hotsite lio.cielo.com.br, projeto desenvolvido em parceria com a New Content, os usuários encontram mais de 40 conteúdos em vídeo, tutoriais e infográficos com o objetivo de apresentar o produto e mostrar experiências reais de clientes que se integraram à solução – todos os conteúdos foram inspirados em situações reais vividas diariamente pelos varejistas. Com a estratégia, a Cielo quer consolidar a nova categoria criada com o lançamento da Cielo LIO e disseminar a cultura de uso da novidade.

“Sentimos necessidade de fazer esse hub porque a Cielo LIO é diferente de tudo aquilo a que o mercado está acostumado. O varejista conhece as máquinas tradicionais de pagamento e a Cielo LIO muda essa dinâmica. Começa pelo pagamento, mas avança por um território completamente novo que é ajudar o cliente a gerenciar seu negócio”, explica a diretora de marketing da Cielo, Duda Bastos. “A Cielo LIO democratiza a gestão digital para o pequeno e médio varejo”, conclui.

O hotsite tem um caráter didático na estratégia de comunicação da empresa. Enquanto a campanha publicitária da Cielo LIO, em TV aberta e fechada e digital, desperta a curiosidade sobre o produto, o hub de conteúdo aprofunda o conhecimento, orienta o cliente na escolha da melhor Cielo LIO para sua necessidade e mostra a aplicação prática da solução, com um antes e depois para enfatizar a revolução que o terminal pode fazer na vida do lojista.

São cinco pilares de benefícios trabalhados nos conteúdos: a Cielo LIO ajuda o varejista a vender mais, a ganhar tempo, a otimizar o espaço da loja, a agilizar seu atendimento e a descomplicar a gestão do negócio. Entre as várias opções de aplicativos disponíveis na Cielo Store, o terminal inteligente já vem com um aplicativo gratuito sem qualquer custo adicional para o cliente, o Negócio PRO. O varejista também tem a opção de integrar seu próprio sistema à Cielo LIO.

“Construímos o hub com trilhas específicas para receber diferentes perfis de varejistas, com diferentes necessidades para seus negócios. A partir dessa lógica, criamos as narrativas de conteúdo e apresentação do produto, sempre tendo em vista o olhar do empreendedor para todas as novas possibilidades que a Cielo LIO oferece”, explica Roberto Feres, CCO da New Content.

Dentro da plataforma de comunicação criada pela Cielo, o hub busca dar continuidade à conversa iniciada pela campanha publicitária, que começou no ambiente digital em 11 de junho e estreia no domingo (17) na TV. A campanha conta com um filme principal (‘hero’), que tem como conceito “Sua revolução começa agora, e traz ainda outros quatro filmes comparativos, inspirados em casos reais de clientes. Todos os filmes estão disponíveis no hotsite da Cielo LIO.

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Como escolher soluções de pagamento para pequenas e médias empresas do e-commerce?

A vontade de ter o próprio negócio aliada à dificuldade de conseguir emprego e as facilidades para vender online têm impulsionado empreendedores a apostar cada vez mais no e-commerce. Segundo estudo realizado pela Bain & Company, estima-se um crescimento de 11% ao ano para o e-commerce brasileiro até 2019.

Entretanto, na hora de iniciar as atividades surgem muitas dúvidas. Entre um dos maiores questionamentos está: qual é a solução de pagamento mais adequada para a minha empresa?

Antes de responder a esta pergunta, é importante conhecer todas as possibilidades, uma vez que todas podem se ajustar a cada modelo de negócio, de acordo com a sua necessidade.

Adquirente: são as empresas responsáveis pela comunicação entre as bandeiras de cartão de crédito e débito e lojistas. A Cielo, por exemplo é uma adquirente. Independentemente da solução de pagamento escolhida, a transação passará pela adquirente para que ela faça esta parte do fluxo de pagamento.

Gateway de pagamento: conecta a loja com as financeiras e adquirentes. Trocando em miúdos, é como se fosse a máquina que recebe o cartão para pagamento, mas neste caso o processo é efetuado totalmente online. Os gateways também possibilitam a realização de pagamento com boleto bancário, transferência entre contas e meios de pagamento alternativos, além de permitir a integração com ferramentas antifraude e de conciliação financeira para gerenciar as transações com maior precisão, como é o caso da Braspag. Segundo Gastão Mattos, “uma das principais vantagens do gateway é a ampliação da segurança e controle das transações, algo essencial para todos os tipos de lojas online. Além disso, uma vez integrado com um gateway, se o lojista decide mudar de adquirente ou banco, a integração técnica construída continua valendo”, explica.

Subadquirente ou intermediária: engloba as atividades do gateway, além de análise de risco e conciliação financeira em uma mesma solução. Entretanto, o recebimento neste caso é realizado em nome da intermediária e não da loja, o que às vezes gera insegurança no consumidor na hora de fazer o pagamento. Aqui em geral, o diferencial da solução é a garantia da transação.

Como escolher?

Uma das tentações de quem está começando é escolher a solução de pagamento com as taxas mais baixas, “mas isso é um erro”, diz Mattos. “É preciso avaliar o perfil da loja virtual, tipo de consumidor, ticket médio e condições da operação e confrontar com os benefícios oferecidos por cada fornecedor e as necessidades do lojista. O cálculo de todos esses fatores vai determinar qual o tipo de solução de pagamento adequado”, conta. O executivo também dá outras dicas na hora de escolher:

Perfil de consumidor

Se o público-alvo da loja costuma escolher um mesmo meio de pagamento, vale a pena investir primeiro em serviços que atendam bem a este perfil para começar. Entretanto, é importante ter em mente que quanto mais opções de pagamento, mais chances de aumentar o número de clientes.

Atendimento

Escolha uma empresa que lhe atenda prontamente e entenda as necessidades do negócio, propondo soluções simples e inovadoras. Lembre-se que este serviço será responsável pela entrada de dinheiro no seu fluxo de caixa.

Serviços integrados

Soluções antifraude e de conciliação são fundamentais para garantir a segurança das transações e a organização financeira da operação. Sendo assim, observe se os serviços oferecidos neste sentido atendem às reais necessidades do negócio e se você possui equipe para acompanhar estes processos de acordo com a demanda. Se a loja está começando, muitas vezes vale contratar uma solução que englobe todos estes serviços. Mas quando o fluxo de compras cresce – o que consequentemente irá requerer aumento da equipe – investir numa integração mais robusta que ofereça relatórios gerenciais e checkout mais transparente será uma boa pedida.

“Seja qual for a solução escolhida, o e-commerce tem sido uma boa aposta para quem deseja criar seu negócio, mesmo com baixo investimento. O potencial de crescimento deste setor e a sua alta capacidade de ofertas, como mercados de nicho, sempre geram boas oportunidades”, afirma Mattos.

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Viagem é a categoria com a melhor conversão no e-commerce brasileiro

O estudo “Cenário do E-Commerce no Brasil” encomendado pela Braspag, empresa do grupo Cielo, líder no desenvolvimento de soluções para processamento de pagamentos, revela que alguns setores já se consolidaram no e-commerce brasileiro. É o caso do Turismo. No estudo, chamou-se de categoria Travel os sites para vendas de Pacotes de Viagens, Hotéis, Voos e Transportes. Eles representam a maior taxa de conversão média do e-commerce no Brasil, totalizando 2,1%.

A taxa de conversão é a relação entre o número de visitas a uma loja online e o número de pedidos feitos em um determinado período de tempo. Na categoria Travel, as maiores taxas são registradas nas compras em sites de Agências de Viagens online, com 2,4% de conversão. Quase empatadas estão as subcategorias Companhias Aéreas e Aeroportos (2,3%) e Acomodações e Hotéis (2,2%), enquanto Transportes registra taxa de 1,7%.

“Encomendamos o estudo para a Netquest com o objetivo de mapear os desafios e as oportunidades do e-commerce no Brasil. O resultado mostra como alguns setores estão consolidados no e-commerce e ainda faz uma análise detalhada, trazendo dados do universo de compras online como, perfil do consumidor e tendências nesse segmento”, destaca o CEO da Braspag, Gastão Mattos.

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Braspag aposta em novo posicionamento com compromisso de simplificar compras

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A Braspag, empresa do grupo Cielo e líder em soluções de pagamentos para e-commerce na América Latina, acaba de definir o novo posicionamento da marca, baseado em dois pilares: simplificar compras e transformar a experiência de consumo. A mudança tem o intuito de alinhar a estratégia de inovação à simplificação do processo de compras para toda a cadeia do comércio eletrônico.

“Há um bom tempo deixamos de ser apenas uma empresa de meios de pagamento com a oferta de outros serviços. A Braspag cada vez mais aposta na inovação, atendendo às necessidades do nosso tempo, por isso é fundamental manter nosso posicionamento alinhado com o mercado”, explica do CEO da Braspag, Gastão Mattos.

O processo de construção do novo posicionamento, conduzido pelo time de RH, com o auxílio da consultoria especializada Lumo, levou cerca de quatro meses. “Toda a empresa foi envolvida nesse trabalho, desde entrevistas individuais com colaboradores até a aplicação de pesquisa online e workshops para captar as impressões, tanto do momento atual como do futuro. A partir daí, iniciamos a construção da nova missão e visão da companhia”, destaca a head de Recursos Humanos, Marcelle Jordão.

Com o apoio da agência Laika Design, a Braspag começou uma campanha de engajamento intitulada #Simplifique. A campanha incluiu uma série de iniciativas que resultaram no “Dia B” (Dia Braspag), evento principal onde foram apresentadas as novas diretrizes para todas as equipes no Rio de Janeiro e São Paulo.

Entre as iniciativas estavam a criação de atividades interativas para estimular a integração entre áreas e provocar a expectativa para o principal evento, o “Dia B”.

Com esta iniciativa, a Braspag também pretende lançar novos produtos alinhados à sua nova visão de mercado. As novidades serão anunciadas ao longo do segundo semestre deste ano.

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Braspag já opera com as novas regras do boleto registrado

A Braspag, empresa do grupo Cielo e líder em soluções de meios de pagamento para e-commerce na América Latina, já adaptou os seus serviços às novas normas definidas pela FEBRABAN e a rede bancária que determinam o registro dos boletos de pagamentos.

As regras entram em vigor a partir da próxima segunda-feira, 10 de julho, para boletos com valores igual ou superior a R$ 50 mil. A partir de 11 de dezembro deste ano, boletos bancários que não possuírem o CPF e o CNPJ do pagador não serão mais aceitos pelo Banco Central.

Segundo o CEO da Braspag, Gastão Mattos “a Braspag sempre está atenta às normas de segurança e tendências do setor de meios de pagamento, por isso a empresa já dispunha de ferramentas para realizar esta adaptação, ficando apenas a cargo dos bancos emissores utilizarem ou não este serviço”, explica. “Com a nova regra, nos antecipamos para operar neste novo modelo e os bancos que já estiverem preparados para a regra já podem contar com a Braspag”, conta.

De acordo com a FEBRABAN, um dos principais benefícios da nova regra é que o consumidor não precisará mais ir ao banco emissor para quitar um boleto vencido, podendo ser realizado em qualquer agência bancária. Além disso, afere mais segurança ao lojista e consumidor, e também possibilita melhorias na gestão de conciliação de pagamentos, otimiza relatórios e permite o uso dos boletos para averiguar operações de crédito.

“A medida ajudará toda a rede a mitigar fraudes, principalmente no comércio eletrônico, que é o maior alvo. Com mais segurança neste tipo de operação para lojistas e consumidores, este meio de pagamento pode registrar aumento de procura, sendo uma boa opção para usuários com renda insuficiente para possuir cartões de crédito, impactando positivamente o varejo online”, afirma Mattos.

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Os meios de pagamento tradicionais estão próximos do fim? – Por Gastão Mattos

Muito se fala da chegada de novos meios de pagamento e da possível extinção dos sistemas tradicionais para este fim. Isso ocorre, principalmente, devido às novas necessidades dos usuários, cada vez mais exigentes, requerendo melhores experiências e mais facilidade nos processos de compra.

Recentemente, estive em uma drogaria moderna em um bairro nobre da capital paulista. A loja oferecia opções bastante objetivas para selecionar os produtos desejados, com boa iluminação, prateleiras bem distribuídas, ótimo atendimento e funcionamento 24 horas. Entretanto, na hora de pagar, este caráter ágil se perdia: fila única, três pessoas na frente e cinco minutos de espera que pareceram meia hora. Quando finalmente sou atendido no caixa, preciso informar o número do CPF, dizer se desejo Nota Fiscal Paulista, se tenho programa de fidelidade do estabelecimento ou convênio médico e esperar mais um tempo para que, então, possa inserir o cartão de crédito no terminal de vendas. E ainda preciso aguardar a indicação para digitar a senha para finalmente a compra ser aprovada, para depois esperar a impressão da nota fiscal e do comprovante de pagamento do cartão para finalizar a transação.

Em uma outra situação, durante o check-in na World Disney Resorts, em Orlando, eu e minha família recebemos uma Magic Band (pulseira Disney) personalizada para cada um, a partir da qual poderíamos pagar qualquer produto ou serviços nos parques e resorts Disney. A plataforma Disney associa o cartão de crédito usado na reserva, como meio de pagamento virtual para todas as compras da família. Por segurança, uma senha de 4 dígitos é definida para todos. Na hora das compras, basta aproximar a pulseira em um dispositivo situado em todos os caixas para que a pessoa seja identificada. Para concluir a transação, basta digitar a senha pré-cadastrada e o valor é lançado na conta para ser debitada no cartão já salvo no sistema. A facilidade seria melhor percebida se o consumo no parque não contasse com filas enormes para a compra de qualquer produto ou serviço. Mesmo estando em um momento de descontração em família, a impressão foi que a experiência na drogaria em São Paulo sem a ‘Magic Band’ foi rápida.

A forma de vender evoluiu muito, mas em velocidade muito aquém do que a tecnologia poderia agregar com novos elementos e funcionalidades. O consumidor tem uma altíssima expectativa nesta vivência e grande parte deste nível de exigência é derivado do alto padrão tecnológico das compras online, no qual com “1 clique” é possível ultrapassar com sucesso o check-out de pagamento o que não ocorre no mundo físico. Embora, neste universo seja possível agregar tecnologias embarcadas em soluções integradas, que tornariam a usabilidade do pagamento mais rápida e agradável, como no caso do pagamento virtualizado. Entretanto, esta solução pode e deve ser mais explorada no ambiente físico, agregando outras funcionalidades que tornem a experiência de compras mais próxima do ambiente digital, reduzindo também a espera com a aquisição de serviços e produtos, fazendo com que a compra se torne mais ágil, agradável e simples.

Talvez pareça tanto apocalíptico, principalmente no Brasil, determinar que o uso do cartão de crédito comum, por exemplo, esteja com os dias contados, como outras tantas tecnologias que evoluíram ou foram substituídas por sucessores mais eficientes, mas modernizar a experiência de pagamentos é uma necessidade que pode implicar na continuidade ou não de um negócio. Tomemos o exemplo de um restaurante fast food, que normalmente é localizado em centros de grande aglomeração, como shoppings centers. Na hora do almoço, “chovem” consumidores buscando opções para sua refeição. Se a fila for muito longa, sempre haverá um concorrente oferecendo algo equivalente e, então, a decisão de compra, passa a ser influenciada menos pelo produto e mais pela comodidade.

Uma pesquisa realizada pela Salesforce, intitulada 2016 Connected Shoppers Report aponta que 77% dos consumidores evitaram lojas físicas nas compras de fim de ano, preferindo o uso do comércio eletrônico. Dos aproximadamente 4 mil consumidores entrevistados, 58% afirmaram que o motivo era o grande número de pessoas nas lojas. 33% desejavam evitar congestionamentos e 29% optaram pelas compras online devido à conveniência.

Em pouco mais de 20 anos da história do comércio eletrônico, tecnologias e conhecimento foram desenvolvidos e acumulados, tornando sua aplicação uma fonte e vertente para as compras no ambiente físico. As implicações são muitas, desde a unificação da gestão tecnológica entre canais on e off, como o domínio das expertises e técnicas online sobre o offline.

A chamada “Virtualização de Pagamentos” vira premissa no comércio em geral, e aquilo que já se tornara recorrente no comércio eletrônico passa a ser uma demanda essencial para toda e qualquer transação comercial.

Seria o fim dos meios de pagamentos tradicionais? Talvez não, de fato. Contudo, é imperativa uma transformação acelerada, nas quais novos protagonistas podem aparecer e ameaçar antigas referências, satisfazendo com mais eficácia as necessidades dos consumidores, independentemente de seu posicionamento na cadeia do varejo. Mais facilidades criam novas necessidades e é fundamental estar atento a este movimento a fim de acompanhar a evolução do mercado, trazendo inovações que modernizem todo o processo de compras, seja no mundo virtual ou físico.

Gastão Mattos, CEO da Braspag, empresa do grupo Cielo

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Braspag amplia atuação no Chile

A Braspag, empresa do grupo Cielo e líder em soluções de pagamento para e-commerce na América Latina amplia a atuação de processamento de pagamentos no Chile. Além da conexão direta com a adquirente local, Transbank, que possibilita o suporte imediato e mais velocidade nas vendas, a Braspag agora oferece seus serviços no país em parceria com a Cybersource, empresa subsidiária da Visa.

“A parceria permite novas possibilidades de integração, de forma que o lojista local tenha maior flexibilidade para escolher as prestadoras de serviço de sua preferência”, explica Gastão Mattos, CEO da Braspag. “Estamos muito satisfeitos em iniciar esta nova fase de atuação ao lado da Cybersource, líder global em seu segmento e parceira de longa data, que oferece recursos de segurança de primeira linha para nossos clientes”, conta. O executivo ainda afirma que a Braspag visa outras parcerias na região a fim de explorar o alto potencial do comércio eletrônico chileno.

“O rápido crescimento do comércio online coloca a América Latina como uma das regiões mais atrativas do mundo para o desenvolvimento do e-commerce e isso também atrai a atenção dos fraudadores. A CyberSource, empresa de gestão de pagamentos subsidiária da Visa, trabalhará junto com a Braspag e os comércios da região para oferecer soluções de administração de fraudes rápidas, precisas, que diminuem os gastos operacionais e melhoram a experiência dos consumidores finais”, explica Rogério Signorini, diretor da CyberSource.

Segundo a Câmara de Comércio de Santiago (CCS), o Chile está em 17º no índice mundial de e-commerce da CCS entre 23 países, é o 4º maior mercado da América Latina, e tem apresentado crescimento significativo no setor, com aumento médio anual de 20% de vendas. O índice em questão não se baseia apenas no tamanho do mercado, mas em variáveis que abrangem meios de pagamento, capacidade logística, desempenho de vendas, entre outros. Nas três primeiras posições estão Reino Unido, Estados Unidos e China, respectivamente. O Brasil está em 20º, mas é o maior da América Latina em volume de vendas B2C, com mais de US$ 20 milhões. Neste quesito, mundialmente, a China fica em primeiro lugar, com quase US$ 900 milhões.

A alta taxa de conectividade local torna o Chile um país com alto potencial para investimento no comércio eletrônico. Mais de 13 milhões de pessoas possuem acesso à internet, o que corresponde a quase 80% da população. Aproximadamente 4,5 milhões de pessoas no país já fazem compras online e 10 milhões habitualmente tomam decisões de compra com base no e-commerce. A rápida penetração de smartphones contribuiu para a melhoria do país no ranking, passando de 36% em 2014 para 65% em 2016, a 10ª mais alta mundialmente. “Com este potencial é natural que ocorra um aumento na demanda de lojistas da região. A Braspag vai ao encontro deste movimento a fim de auxiliar o crescimento do mercado chileno com a otimização de serviços”, explica Mattos.

O Chile é o 5º país na região que conta com a integração local da Braspag, maior empresa de gateway de pagamentos da América Latina, além de Paraguai, Argentina, Brasil e Colômbia. Ambos os formatos de integração (direta com adquirente ou por meio de parcerias) utilizam a plataforma Pagador Braspag, possibilitando a aceitação de cartões crédito naquele país. Desta forma, os lojistas já integrados ao Pagador não necessitam de nenhum empenho técnico adicional e novos lojistas terão a opção disponível em uma tecnologia unificada. A Braspag também possui conectividade para lojistas dos Estados Unidos, além de operações de e-commerce globais por meio de parcerias internacionais.

“Com este método, qualquer empresa que tenha autorização para operar no Chile, independentemente da sua nacionalidade, poderá processar suas transações online diretamente com a Braspag. Além de otimizar todo o processo de meios de pagamento, é um grande passo para o crescimento do e-commerce no Brasil e na América Latina”, afirma Mattos.

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O futuro do consumo já chegou – Por Gastão Mattos

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O futuro do consumo certamente está conectado ao uso de tecnologias inovadoras e cada vez mais complexas, a fim de aprimorar sempre a experiência de compra, que deve ser fácil e acessível, porém única.

De um lado estão as mais variadas tendências que incluem o uso de robôs, realidade virtual (VR), realidade aumentada (AR) e Internet das Coisas (IoT), trazendo mais inteligência automatizada às diversas etapas do processo de compra e à experiência do consumidor. Do outro, a necessidade de profissionais altamente capacitados e que acompanhem este desenvolvimento de forma que a interação humana seja igualmente satisfatória.

Estes foram alguns dos assuntos abordados no Retail´s Big Show, realizado nesta semana em Nova Iorque e que fazem vislumbrar um futuro iminente ao mesmo tempo que exige um olhar atual para o mercado visto por dentro.

Treinamento e capacitação foram apontados como um dos grandes desafios do varejo. Uma pesquisa da Delloite realizada nos Estados Unidos aponta que apenas 47% dos consumidores consideraram positiva a interação com lojistas durante as compras em 2016. Por outro lado, um estudo do Gartner aponta que em 2020, mais de 85% das interações com o consumidor não incluirão humanos e que os chatbots serão a aplicação mais importante da inteligência artificial (AI). Mas, além da questão “atendimento” que se mantém necessária no momento atual para reter o cliente, o acelerado avanço tecnológico tem gerado a necessidade de profissões que não existiam há poucos anos ou mesmo de acompanhar esta evolução para se manter capacitado no mercado. De acordo com a Cisco, 1 milhão de empregos em cibersegurança em todo o mundo estão disponíveis pela ausência de profissionais gabaritados para a função.

Outro exemplo é o cargo de analista de dados, criado no ano passado, que tem se mostrado essencial para cumprir as necessidades do negócio, devido às inúmeras possibilidades de explorar as informações geradas pelos consumidores na internet, a fim de oferecer produtos e serviços de maneira mais personalizada e elevar a conversão de vendas. Segundo o Gartner, até 2020 os algoritmos devem ser utilizados para ajudar os profissionais a serem mais eficientes em suas tarefas.

O Gartner também prevê que em 2020 a realidade aumentada irá redesenhar o comércio eletrônico e cerca de 100 milhões de usuários utilizarão esta tecnologia para comprar online. Entretanto, esta previsão já começa a ser tornar realidade em alguns países, como os Estados Unidos e China.

A Intel apresentou durante o Retail´s Big Show o robô Tally – a primeira prateleira autônoma do mundo – da Simbe Robotics. Tally analisa dados do comportamento de compra do consumidor em tempo real, além de captar imagens a fim de atualizar o inventário das prateleiras garantindo maior precisão e economia de tempo, uma vez que a atividade normalmente é realizada manualmente.

A gigante de tecnologia também mencionou tecnologias de AR para gestão de estoques e óculos que permitem a identificação dos itens a serem manuseados pelo funcionário de forma que estes sejam colocados nos locais certos. Já a tecnologia de VR permite o monitoramento e simulação de displays nas lojas com sensores que identificam o posicionamento de maior interesse dos consumidores, sugerindo novos arranjos de produtos para otimizar a conversão. A companhia destacou que estas tecnologias já estão disponíveis em 2017.

A Alibaba é uma das lojas que já dispõe de VR para compras. A tecnologia possibilita que o usuário conecte o seu smartphone dentro do óculos de VR para que possam caminhar virtualmente pela loja, verificar produtos e consultar características e preços. A solução foi lançada no Dia do Solteiro (11/11), data criada pela loja para que as pessoas comprem presentes para si mesmas e a de maior consumo online no mundo. De acordo com o IDC, em 2017, 30% das empresas Global 2000* voltadas para o consumidor já devem utilizar tecnologias AR e VR em ações de marketing.

No Brasil já estão disponíveis algumas tecnologias de AI como o Watson da IBM, voltado para atendimento, além de iniciativas como o Tron, que possui o mesmo princípio do Watson, mas segundo os desenvolvedores, interage de modo natural e é capaz de fazer deduções lógicas e análises de sentimento. Embora seja um grande passo tecnológico para o país, ainda há muito o que se avançar se comparado com outros mercados.

Estas e outras inovações tecnológicas transformarão definitivamente o e-commerce que conhecemos hoje, fazendo da experiência de compra um verdadeiro entretenimento, além de otimizar atividades com a automatização de processos que garantirão economia de tempo e dinheiro aos lojistas. Segundo o Gartner, em 2022 a IoT permitirá que pessoas e empresas economizem até 910 milhões de euros em serviços de manutenção, devido à capacidade tecnológica de identificar irregularidades antes que aconteçam.

Para se manter lucrativo no mercado, é fundamental acompanhar estas tendências para oferecer melhores experiências ao consumidor e usufruir integralmente dos benefícios em agilidade, praticidade e economia que estas novidades proporcionam. O ponto máximo é alinhar habilidades humanas aos recursos artificiais, de forma que estes coexistam harmonicamente para o contínuo aprimoramento deste futuro, que já estamos vivendo.

*classificação da revista Forbes para as maiores empresas do mundo

Gastão Mattos, CEO da Braspag, empresa do Grupo Cielo.

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Raul Moreira, presidente do conselho da Cielo, assume presidência executiva da Alelo

Raul Francisco Moreira assume a partir da próxima segunda-feira (09/01) como novo presidente da Alelo, empresa líder no setor de benefícios e despesas corporativas. Funcionário de carreira do Banco do Brasil por mais de 29 anos, atuou como membro do Conselho de Administração de empresas no segmento de pagamentos eletrônicos, como EloPar, Elo, Alelo e Livelo. Participou também de projetos relevantes para o mercado de cartões como Diretor Vice-Presidente da Abecs (Associação Brasileira de Empresas de Cartões). Exerceu ainda a Presidência do Conselho de Administração da BB Seguridade e desde 2015 ocupava a Vice-Presidência de Negócios de Varejo do Banco do Brasil. Sua formação é em Gestão da Tecnologia da Informação.

“O Raul tem participado ativamente da trajetória da Alelo como integrante do Conselho de Administração da empresa e tem toda a confiança dos sócios Bradesco e do Banco do Brasil. Ele chega para presidir a empresa num momento muito bom, de crescimento, e terá uma equipe engajada para alavancar ainda mais o negócio”, destaca Marcelo Noronha, vice-presidente executivo do Bradesco e atual presidente do Conselho de Administração da Alelo.

“Estou muito feliz com esse desafio e espero me integrar da melhor forma possível na cultura vencedora da Alelo. Esse é um sonho que se realiza e tenho certeza que será um ano de muito trabalho, aprendizado e conquistas com uma equipe inspiradora”, afirma Raul Moreira, novo presidente da Alelo.

Eduardo Gouveia, que presidiu a Alelo desde setembro de 2013, assumiu a presidência da Cielo no dia 02 de janeiro.

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Braspag lança solução que identifica divergências entre vendas e valores a receber no e-commerce

Gerenciar as transações de uma loja online pode parecer simples, mas conciliar todas as vendas realizadas com cartão de crédito, por exemplo, e o que foi recebido de cada uma destas operadoras que também atuam com taxas diferentes, é um processo que requer uma disponibilidade que o lojista não pode desperdiçar se quiser alavancar seu negócio. A adição de outros procedimentos necessários para gerenciar estas transações, bem como a possibilidade de perdas financeiras devido a erros por uma gestão manual, torna esse processo complexo inclusive para pequenos negócios.

Para resolver estas questões, a Braspag, empresa do grupo Cielo e líder em soluções de pagamento para e-commerce na América Latina, lança o novo Conciliador Braspag. A solução permite receber todas as transações de maneira mais rápida, permitindo a importação de dados de diversos softwares ERP disponíveis no mercado ou mesmo de planilhas elaboradas em Excel. Com isso, elimina-se a necessidade de grandes interfaces com a área de TI para integrar as transações – o que requer mais tempo, equipe e dinheiro – tornando o processo de gestão de caixa mais ágil e eficaz.

O novo Conciliador Braspag também possui a nova funcionalidade Extrato Banco, que concilia o extrato de recebimento das vendas feitas por cada adquirente* e o extrato bancário do lojista. Desta maneira, o lojista pode comparar os valores a receber com o que foi pago e ajustar possíveis inconsistências, a fim de ter maior controle financeiro do seu negócio.

“O ideal para o lojista é que os três pilares da gestão de vendas estejam integrados: extrato de venda, relatórios de adquirentes e extrato bancário. Ao lançar o novo Conciliador Braspag, disponibilizamos esta integração automatizada e mantemos o nosso compromisso de ajudar o lojista a elevar a conversão, uma vez que permite que ele se dedique 100% ao seu negócio, sem perder tempo com questões burocráticas”, explica Gastão Mattos, CEO da Braspag.

A solução também está disponível para plataformas de e-commerce que queiram oferecer o serviço a futuros comerciantes online. “É uma maneira de trazer ao novo lojista um serviço diferenciado e se destacar no mercado”, afirma Gastão. “Muitas vezes, os modelos de plataformas comercializados compreendem itens básicos, supondo que o pequeno lojista não precisa ou não pode ter uma boa infraestrutura para gerir o seu negócio, esquecendo que os microempreendedores têm um papel fundamental na economia do país e representam a maioria. A tecnologia existe para facilitar processos que até pouco tempo eram complexos e evitar o barato que sai caro. Assim, estas empresas também têm a chance de atingir novos patamares e beneficiar a imensa cadeia do comércio eletrônico”, conclui.

O novo Conciliador Braspag contará com uma interface totalmente repaginada em 2017, tornando o processo mais intuitivo. Para saber mais detalhes, acesse: www.braspag.com.br

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