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Capgemini abre 100 oportunidades de trabalho em Salvador

Como parte da expansão regional, companhia procura programador jr e operador de testes para o seu Centro Global de Serviços de Aplicações.

A Capgemini, um dos principais provedores globais de serviços de consultoria, tecnologia e terceirização, anuncia a abertura de 100 vagas em seu Centro Global de Serviços de Aplicações, instalado em Salvador, na Bahia.

Neste processo, a empresa quer atrair candidatos que estejam cursando nível técnico ou superior em Informática, Matemática, Engenharia ou áreas afins para atuar em posições de programador junior e operador de testes.

A Capgemini tem investido constantemente no desenvolvimento de seus profissionais e, como diferencial, os candidatos aprovados neste processo passarão por cerca de um mês de treinamento em tecnologias e metodologias globais da empresa, além de poderem acessar centenas de treinamentos online (e-learning).

Para a vaga de operador de testes é necessário que o profissional conheça desenvolvimento de software e execução de testes, sendo desejável noções de automação de testes. Já os candidatos a programador jr devem ter conhecimento básico em banco de dados relacional e lógica de programação. Conhecimentos em idiomas, como inglês, será um diferencial. Todas as vagas estão abertas, também, para pessoas com deficiência (PCDs), que devem apresentar comprovação por meio de laudo técnico.

Para se candidatar, basta enviar o currículo para o e-mail curriculoti.br@capgemini.com, com a especificação do cargo desejado no assunto. O processo seletivo, que incluirá prova de lógica de programação, dinâmicas de grupo e entrevistas acontecerão entre os dias 05 e 15 de janeiro de 2016.

A Capgemini oferece remuneração competitiva e, entre os benefícios, plano de saúde, seguro de vida, vale refeição e vale transporte.

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Brasileiros consideram a internet o melhor caminho para conseguir emprego

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Cerca de 34% dos entrevistados apontam a internet como o melhor caminho na hora de procurar uma nova oportunidade; redes de contatos formadas por antigos colegas de trabalho também são muito efetivas no país

Todos os anos, quase 20% dos trabalhadores em todo o mundo mudam de emprego. E 55% dessas pessoas encontram suas novas posições através de sites de busca de emprego na Internet. Essa é a conclusão do novo relatório produzido pelo The Boston Consulting Group (BCG) em parceria com o Recruit Works Institute, que ressalta as mudanças radicais que a Internet trouxe para o mercado de recrutamento.

O estudo, intitulado Job Seeker Trends 2015: Channels, Search Time, and Income Change, analisa resultados de uma pesquisa com mais de 13 mil candidatos a emprego de 13 países e fornece uma visão global do processo de recrutamento atual. Os países pesquisados no relatório cobrem 59% das quase 3 bilhões de pessoas empregadas globalmente, o que torna o relatório uma das maiores pesquisas de percepção de emprego já realizada no mundo.

No Brasil, a maioria, cerca de 34% dos entrevistados, também aponta a Internet como o melhor caminho na hora de procurar uma nova oportunidade, seja em sites que relacionam vagas fixas ou temporárias, em portais onde é possível cadastrar o currículo, em agências virtuais de empregos e até em fóruns de discussão. Apenas 10% dos entrevistados acredita que o que mais funciona ainda são os classificados publicados em jornais e revistas.

O relatório destacou também que no Brasil e na Rússia os respondentes ainda consideram muito efetivas as redes de contatos formadas por antigos colegas de trabalho ou de estudos na busca por um novo emprego. Já nos Estados Unidos, Canadá e Austrália, as indicações de familiares e amigos são as mais importantes. Na Índia, muito diferente da realidade dos outros países, essa é a modalidade considerada a mais eficaz por 70%, e apenas 8% escolheram a Internet. No Japão, por sua vez, uma grande quantidade de pessoas busca empregos públicos – 24% ante 5% da média global.

“As diferenças encontradas no relatório refletem a cultura, economia e maturidade de cada país”, afirma Christian Orglmeister, sócio do BCG. “No Brasil, o grande destaque ainda é a efetividade da Internet e das indicações no processo de busca por um emprego. ”

A pesquisa ainda identificou que dentre os brasileiros que trocaram de emprego em 2014, 69% disseram estar satisfeitos com a nova posição, 21% se disseram indiferentes e 10% estão ainda mais insatisfeitos. Na comparação com outros mercados, os mais satisfeitos com o novo trabalho são os indianos (90%) e os menos são os japoneses (57%).

Dados Globais

Cerca de 40% dos candidatos a emprego em todo o mundo usaram apenas um canal em sua busca, e cerca de 25% utilizaram dois. Quase 55% dos entrevistados procuraram um novo emprego através do canal de busca na Internet, em comparação com 36% que utilizaram jornais e revistas, 33% que buscaram por meio de indicações, 24% que entraram em contato diretamente com um potencial empregador, 20% que buscaram empregos públicos e 17 % que buscaram por meio de agências de emprego.

De acordo com os entrevistados na pesquisa, sites de emprego na internet e indicações foram os canais mais efeitos para encontrar um trabalho. Com 33%, a internet foi classificada como o canal mais efetivo, enquanto 19% consideraram indicações, 10% disseram que anúncios em jornais e revistas foram mais eficazes, enquanto apenas 5% disseram que o êxito maior era por meio de canais públicos.

Considerando apenas os usuários dos canais em questão, 60% dos usuários que buscaram emprego pela Internet, 59% dos usuários que tinham indicações de outras pessoas e menos de 33% dos usuários de jornais e canais públicos disseram que o canal foi o mais efetivo.

Melhoria de Renda

Uma razão pela qual as pessoas mudam de emprego é a obtenção de uma renda maior. Mas quantas vezes os funcionários conseguiram isso? Segundo a pesquisa, 57% do total que mudaram de emprego viram a sua renda aumentar. Países com crescimento do PIB anual de 2% ou mais, foram os que apresentaram melhorias de renda em busca de novos empregos.

A Busca Pela Internet

Paradoxalmente, o avanço das tecnologias de recrutamento tem tanto alongado como encurtado o período de procura de emprego. Por um lado, anúncios de emprego na Internet permitem aos empregadores atingir um público-alvo amplo com o clique de um mouse. Por outro, os candidatos a emprego de hoje são capazes de se inscrever para postar atualizações de emprego e podem, assim, passar mais tempo casualmente navegando na busca por empregos. Em média, quem trocou de trabalho em 2014 levou oito semanas para completar sua investigação e esperou cinco semanas para receber uma oferta.

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Michael Page aponta as profissões que estarão em alta em 2016

As posições que tendem absorver novas atribuições e funções dentro das organizações, expandindo o escopo de trabalho, aliado à consolidação das ações de otimização de custos e eficiência, movimentarão o mercado de trabalho em 2016. É o que aponta pesquisa realizada pela Michael Page, empresa líder mundial em recrutamento executivo de média e alta gestão, parte do PageGroup. A consultoria indica, a partir de análises de mercado, as posições que estarão em alta a partir do próximo ano.

“Diante das incertezas macroeconômicas, as empresas estão priorizando profissionais que possuem larga experiência e, de fato, consigam agregar valor e eficiência ao negócio. O executivo que entender este momento e se colocar à disposição para absorver uma nova função ou dar apoio em mais de uma área, pode se destacar facilmente dentro da companhia”, afirma o Henrique Bessa, diretor da Michael Page.

Confira abaixo as onze posições listadas, quais são suas atribuições, e o cenário das respectivas áreas que impulsionarão as contratações em 2016:

1) Gerente/Coordenador de Infraestrutura

O que faz: É responsável por toda a gestão de infraestrutura de TI – telecomunicações, suporte (service desk) e data center.
Perfil: Formação em sistemas/ciência da informação e pós-graduação na área é um diferencial
Por que estará em alta em 2016: Infraestrutura de TI afeta diretamente a eficiência operacional da empresa, além de trazer reduções de custos. Eficiência e custos são dois dos principais objetivos das empresas no próximo ano.

Salário: Entre R$ 12 mil e R$ 16 mil

2) Gerente/Coordenador de Plataformas Mobile e Web

O que faz: Lidera equipe de desenvolvedores de aplicativos, ferramentas web, visa aproximar o usuário da marca/empresa.
Perfil: Para web, conhecimento no desenvolvimento em Java, Groovy, DevOps, entre outras tecnologias. Para mobile, conhecimentos IOS e Android, principalmente.

Por que estará em alta em 2016: Hoje existe uma tendência na maioria dos setores da economia (incluindo financeiro, varejo, bens consumo, entre outros) da migração do ponto de venda e do relacionamento com clientes para plataformas on-line e de e-commerce.
Salário: Entre R$ 9 mil e R$ 11 mil

3) Gerente Tributário

O que faz: Garante que a sua empresa está em dia com as obrigações fiscais, dá suporte as áreas internas em consultoria tributária e mantém foco no estudo de incentivos, regimes especiais e novas legislações com o objetivo de reduzir a carga tributária e aumentar a eficiência do negócio.

Perfil: Formação em Contábeis ou Direito, com especializações em direito tributário e bom domínio do inglês. Passagem por consultorias big 4(four) é um diferencial.

Por que estará em alta em 2016: Com o atual governo mirando aumentar a arrecadação dos impostos, somado as frequentes alterações na legislação brasileira e novos projetos em fase de implementação (ex: e-Social), a expectativa da Michael Page é que esta área continue em alta no radar das empresas.

Salário: Entre R$ 12 mil e R$ 17 mil

4) Controller

O que faz: Acompanha toda a operação da empresa sob o ponto de vista financeiro, cria relatórios e indicadores, além de liderar os relatórios dos números para a matriz e/ou acionistas

Perfil: Graduado em Ciências Contábeis, Administração de Empresas ou Economia (para estas duas últimas formações, é fundamental desenvolver base contábil técnica ao longo da carreira)

Por que estará em alta em 2016: O cenário incerto da economia brasileira demandará maior precisão de informações e fará com que as matrizes (ou acionistas) fiquem mais próximas às operações em nosso país. Como consequência, o Controller será mais exigido e exposto a estes controladores, com relação à indicadores e relatórios gerenciais completos e detalhados.

Salário: Entre R$ 16 mil e R$ 21 mil

5) Gerente de Tesouraria (com foco em operações estruturadas)

O que faz: Responsável em fazer a gestão e controle da estrutura de capital das empresas. Possui ampla bagagem de relacionamento bancário de médio/longo prazo, e de projeção e controle do fluxo de caixa das organizações.

Perfil: Graduado Ciências Contábeis, Administração de Empresas, Economia ou Engenharia, normalmente com MBA em Finanças Corporativas e/ou Investments.

Por que estará em alta em 2016: É um profissional que poderá baratear o “custo de captação” das empresas, melhorar o nível de relacionamento bancário, trazer operações mais engenhosas sob ponto de vista contábil financeiro, com grande foco em queda de alavancagem. Com o novo cenário de câmbio poderá proteger a organização de exposições indevidas, além de poder facilitar ou melhorar negócios em âmbito internacional.

Salário: Entre R$ 16 mil e R$ 25 mil

6) Head do Departamento Jurídico

O que faz: É o responsável por toda e qualquer demanda jurídica da empresa. Atua tanto no consultivo como na gestão do contencioso, em todas as frentes. O consultivo é basicamente interno, enquanto o contencioso é terceirizado para os escritórios. Essa terceirização deve ser gerida de perto, com acompanhamento dos processos e orientação ao traçar as estratégias a serem seguidas, já que o jurídico interno é quem melhor pode traduzir para o escritório que lhe atende a realidade da empresa. Será responsável também pelo orçamento da área e gestão de equipe.

Perfil: Generalista, com foco em Consultivo. Inglês indispensável. Habilidade em gerir escritórios. Facilidade em relacionamento com as outras áreas de negócio. Saber como transitar entre as áreas da empresa é hoje algo considerado essencial para este profissional. Perfil de liderança para exercer uma boa gestão de sua equipe.

Por que estará em alta em 2016: No cenário atual, considerando o momento de recessão em que o Brasil está passando, as empresas têm tomado uma postura de corte de custos e consequente redução de pessoal. Com isso, profissionais em cargos executivos com alto custo, além de profissionais muito especializados, tem sido substituídos, dando espaço para profissionais com menos experiência de mercado, portanto com menor custo, e mais generalistas, concentrando todas as demandas em um único profissional. As demandas de maior especificidade, acabam sendo terceirizadas ainda mais nesta conjuntura.

Salário: Entre R$ 10 mil e R$ 15 mil

7) Gerente de Contencioso de Volume

O que faz: É responsável por liderar operações que lidam com um alto volume de processos. Faz a gestão da contingência processual, analisando e administrando os riscos de cada carteira, traça estratégias para melhor rentabilidade e também faz a gestão das equipes que atuam nestas células.

Perfil: Mais do que a habilidade técnica, este profissional terá que ter um perfil híbrido, pois deve conciliar a questão técnica com a habilidade administrativo-financeira de gerir um alto volume de processos. Deve ser um bom desenvolvedor de estratégia para aumentar rentabilidade, ter foco em resultados com grande eficiência e com isso garantir a manutenção dos clientes.

Por que estará em alta em 2016: Com a atual conjuntura político-econômica, aumenta-se o volume de processos de uma maneira geral. O foco está na área cível, ações de recuperação de créditos e indenizatórias; também a área trabalhista será bastante demanda, em vista do alto volume de demissões/rescisões que ocorreram neste último ano.

Salário: Entre R$ 9 mil e R$ 14 mil

8) Advogado Sênior/Gerente na área de M&A

O que faz: Normalmente compõe a área jurídico-consultiva da empresa ou escritório. É responsável pela elaboração desde ao atos societários mais simples aos mais complexos, que compõem as operações de M&A.
Perfil: Habilidade técnica e experiência em execução de fusões. Inglês indispensável, já que muitas das operações envolvem investidores estrangeiros.

Por que estará em alta em 2016: Com a atual conjuntura político-econômica e a alta do dólar, a tendência é de que investidores estrangeiros façam aquisições de empresas nacionais que estão desvalorizadas. Assim, a expectativa do profissional desta área deve ser positiva tendo em vista o alto volume de M&A esperado no pipeline dos próximos meses.
Salário: Entre R$ 11 mil e R$ 17 mil

9) Gerente de Inteligência de Mercado

O que faz: Gerencia as atividades relacionadas à inteligência de mercado, envolvendo análise de dados sobre concorrência, consumidores, tendências e cenários, com o objetivo de definir políticas e processos e subsidiar informações as áreas de Marketing, Comunicação e Comercial na busca por oportunidades de crescimento e inovação.

Perfil: Profissionais é bastante analítico e com raciocínio lógico diferenciado, sempre atualizado em relação a tendências, inovações e práticas do mercado.

Por que estará em alta: Devido crescimento ínfimo de PIB 2014/2015 e estímulos cada vez maiores por novos hábitos de consumo, as empresas tem demandado cada vez mais por profissionais sêniores e com um papel mais próximo à finanças criando e valorizando a área de Business Intelligence, avaliando não só as mudanças dos hábitos dos consumidores mas sim os impactos financeiros que estas informações obtidas na hora certa podem gerar nas empresas. Áreas como inteligência de mercado e customer insight são áreas que devem crescer em 2016.
Salário: Entre R$ 10 mil e R$ 15 mil

10) – Gerente de Marketing Digital

O que faz: Realiza gestão da estratégia digital, atua com prospecção de leads e vendas, faz análise de mercados e tendências além do suporte consultivo gerencial, identifica as novas oportunidades de produtos, serviços, informações e soluções através do digital.
Perfil: Profissionais com conhecimento em usabilidade e experiência do usuário e compra de mídia online, conseguem garantir mais e melhores acessos ao site e assim, melhorar a taxa de conversão e vendas dos sites. Ter cursos técnicos e atuações com passagens sólidas nas empresas ajudam a tornar esse profissional um destaque nesse mercado.

Por que estará em alta: Em um momento onde o digital ganha bastante espaço no mercado, o profissional de marketing com conhecimento em online se destaca por conhecer os processos e ferramentas para esse tipo de público.
Salário: Entre R$ 10 mil e R$ 14 mil

11) Gerente de Logística

O que faz: Controla, organiza e garante a integridade do estoque, faz a gestão de toda a equipe operacional, contrata serviço de manutenção e operação, além de transporte in bound e out bound, podendo se envolver com questões ligadas às atividades aduaneiras.
Perfil: Ideal um Engenheiro de Produção com Pós Graduação em Logística.

Por que estará em alta: Em momento de reestruturações nas empresas, a área de Logística ganha destaque por ter um grande custo concentrado nela. Ter o profissional correto liderando esse departamento, traz para empresas novas avaliações de fretes, armazenagens, estudos de terceirização onde conseguem diminuir os custos e garantir a qualidade em todos os elos da cadeia logística. O profissional que tem experiência estratégica e tática em logística, e possui certificações em melhoria contínua, se destacam no mercado.
Salário: Entre R$ 10 mil e R$ 15 mil

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Mesmo em meio à crise, empresas continuam disputando executivos qualificados e diferenciados

Áurea Imai, head hunter da global Boyden fala sobre os desafios na busca dos profissionais demandados pelas empresas

A Boyden, empresa líder em recrutamento e seleção de executivos, está atenta a cada movimento que acontece no mercado de trabalho para oferecer os melhores executivos, diretores e CEOs, às empresas que ainda buscam melhores resultados. Mesmo com a crise econômica e demissões em massa em vários setores, a empresa de head hunting enxerga o mercado executivo com otimismo para o próximo ano – justamente pela necessidade de fortes mudanças e inovações dentro das empresas.

Inovar não é nada fácil para grandes empresas, com processos de gestão bastante consolidados. “Porém, o Brasil vem de uma fase onde a demanda de contratações por aumento de quadro era elevada, e frequentemente o volume se sobrepunha à estratégia.”, explica Áurea. “Hoje, frente ao cenário político-econômico atual, as empresas precisam se reinventar e revisitar suas estratégias para se diferenciar da concorrência e ganhar mercado”.

Profissionais com visão mais abrangente, com capacidade de inovação, engajamento de times e habilidade de implementação são cada vez mais demandados pelas empresas. “A palavra do momento é inovar, e nesse sentido a atração de talentos que consigam promover tais mudanças nas empresas é fundamental”, afirma Áurea Imai, sócia da Boyden.

Por essa razão, a Boyden enxerga também uma mudança na forma de contratação de executivos. “Se antes as empresas se baseavam muito mais na experiência técnica do que profissional, atualmente, além do conhecimento, os profissionais precisam apresentar um ‘olhar fora’ da caixa, além de terem competências essenciais como liderança, integridade, resiliência, entre outras”.

Em meio a uma crise onde a demanda está extremamente seletiva, onde cada investimento precisa trazer retorno rápido e onde a economia flutua de forma incerta, as empresas devem valorizar profissionais que tragam resultados mais rápidos. “Esses executivos não são fáceis de encontrar, mas com um recrutamento minucioso conseguimos preencher posições altamente estratégicas em grandes empresas de vários segmentos.”

Ou seja, o que as empresas hoje procuram não é quantidade, mas profissionais mais qualificados, estratégicos, atentos aos movimentos do mercado, e que sobretudo tenham capacidade de engajar seus times e pares, provocando transformações positivas no ambiente organizacional.

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Profissionais de TI com foco em soluções capazes de gerar resultados financeiros estão em alta

Guia Salarial 2016 da Robert Half destaca a tendência do crescimento de oportunidades para os profissionais de Big Data
O ano de 2016 será desafiador para os executivos de tecnologia da informação, que se sentirão pressionados pelas empresas a propor iniciativas que afetem de forma positiva os resultados financeiros do negócio. A boa notícia é que, paralelamente à essa responsabilidade, cresce a valorização deste profissional como parte da estratégia das companhias.

De acordo com a edição 2016 do Guia Salarial da Robert Half, o novo cenário implica a saída de cena de profissionais introvertidos para dar espaço àqueles que tenham facilidade de circulação entre as áreas, entendendo os problemas da empresa de maneira ampla e, consequentemente, trazendo melhorias para os resultados finais. “Dentro deste contexto, segue valorizado o analista de negócios, capaz de se comunicar na linguagem do usuário e de TI, sendo o elo entre as linhas de negócio e os desenvolvedores”, explica Fábio Saad, gerente sênior da Robert Half.

A expectativa é de que, nos próximos anos, cresça o número de oportunidades aos profissionais especializados em Big Data. “Grande parte das empresas está dando os primeiros passos na estruturação de uma estratégia eficaz que seja capaz de lidar com a enormidade de dados disponíveis e questões relacionadas à segurança dessas informações”, ressalta Saad.

O processo de formalização de mão de obra continua, assim como vinha acontecendo em 2015. As empresas estão internalizando profissionais ou trabalhando somente com terceirizados ou temporários que operam no regime CLT, de forma a atender a legislação para esta condição.

Quanto à remuneração em tecnologia, a maior valorização apontada pelo Guia Salarial da Robert Half é para o cargo de gerente de sistemas em empresas de grande porte. A previsão é de incremento de 8,3% para 2016 e variação entre R$ 14 mil e R$ 25 mil.

Panorama da área de Tecnologia

• Onde estão as oportunidades – empresas de médio porte

• Cargos mais demandados – gerente de tecnologia, analista de infraestrutura, analista de negócios e consultor funcional ERP

• Perfil valorizado – inglês fluente, perfil mais interativo, bom relacionamento interpessoal, certificações em linguagens de programação, bacharelado em Ciências da Computação ou Tecnologia

• Maior valorização salarial (de 2015 para 2016) – para o cargo de Gerente de Sistemas, com previsão de incremento salarial de 8,3% para 2016 e variação entre R$ 14 mil e R$ 25 mil, em empresas de grande porte.

Há vagas – Os especialistas da Robert Half ressaltam que sempre vão existir oportunidades no mercado de trabalho. Em cenários positivos as companhias se expandem. Em momentos mais difíceis, as empresas passam por reestruturações. Dessa forma, os profissionais devem focar os esforços em se qualificar para a vaga pretendida, com o objetivo de se destacar entre os candidatos que a almejam. Lembrando que o inglês fluente ainda é uma grande deficiência no mercado.

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Brasil está perdendo a luta por talentos, adverte novo relatório

A economia mais forte da América Latina está perdendo sua capacidade de desenvolver, atrair e reter os talentos necessários para servir o mundo dos negócios.

O último Relatório Mundial de Talentos (World Talent Report) da importante escola de negócios global IMD mostra que o Brasil caiu para o 57o lugar em um ranking da capacidade dos países de atender as necessidades corporativas.

O relatório representa uma avaliação anual da capacidade dos países de efetivamente cultivar e sustentar talentos para as empresas que operam dentro de suas economias.

O Brasil, que ficou em 52o lugar no ano passado e está agora a apenas quatro posições do último lugar, experimentou um declínio em uma variedade de indicadores de desempenho relevantes.

O professor Arturo Bris, diretor do Centro de Competitividade Mundial do IMD (IMD’s World Competitiveness Center), que realizou o estudo, disse: “Poder econômico puro e talentos nem sempre caminham lado a lado”.

“O principal atributo entre todos os países que ocupam uma alta posição em nosso ranking é a agilidade, como exemplificado em suas capacidades de definir políticas que preservam seus fluxos de talentos”.

“Sob esse aspecto, talvez compreensivelmente, o Brasil e outras economias latinas em desenvolvimento ainda estão, decididamente, deficientes, em comparação com os países desenvolvidos”.

“Porém, o que deve ser uma preocupação particular do Brasil é que a situação parece estar se deteriorando, em vez de melhorar. É desnecessário dizer que essa tendência tem de ser revertida”.

Outras economias latino-americanas também estão em dificuldades, com o Chile em 43o lugar, o México em 49o, a Colômbia em 50o, a Argentina em 53o, o Peru em 59o e a Venezuela em 60o. Apesar de o México, Chile, Argentina e Colômbia haverem melhorado um pouco suas posições neste ano, todos os países latino-americanos estudados se colocaram na terça parte inferior do ranking.

Algumas das grandes economias também tiveram um desempenho frustrante, com os EUA se arrastando no 14o lugar, o Reino Unido em 21o, a França em 27º e a China continental caindo para o 40o lugar.

A Suíça ocupou o primeiro lugar no ranking — como o fez no ano passado — seguida pela Dinamarca, Luxemburgo, Noruega, Holanda, Finlândia, Alemanha, Canadá, Bélgica e Cingapura.

Os rankings se baseiam em dados relativos à competitividade coletados por 20 anos, incluindo levantamentos minuciosos com mais de 4.000 executivos nos 61 países cobertos pelo estudo.

A pesquisa se foca em três categorias principais: investimento/desenvolvimento, atração e prontidão — fatores que, por sua vez, derivam de outros fatores, como educação, aprendizagem, treinamento de empregados, fuga de cérebros, custo de vida, motivação do trabalhador, qualidade de vida, habilidades linguísticas, remuneração e alíquotas tributárias.

As principais categorias são agregadas em um ranking geral anualmente. Além disso, a evolução de cada país nos vários aspectos é avaliada no curso de uma década — nesse caso, de 2005 a 2015 — para identificar os países mais competitivos em matéria de talentos.

Sobre o IMD

O Centro de Competitividade Mundial do IMD faz parte da escola de negócios IMD e também publica o Anuário da Competitividade Mundial (World Competitiveness Yearbook). O Anuário da Competitividade Mundial é publicado desde 1989 e é amplamente reconhecido como o principal relatório anual sobre a competitividade dos países.

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Veja 4 orientações para estabelecer um Plano de Carreira

Você sabe o que é um plano de carreira e a importância das empresas desenvolverem políticas sérias relacionadas a esse tema? Para explicar melhor o especialista em Recursos Humanos, Celso Bazzola, diretor executivo da Bazz Estratégia e Operação de RH, apontou as principais questões relacionadas ao tema:

Definição de plano de carreira

É a forma de organizar e identificar a sequência que profissionais pode percorrer dentro de uma organização, seja ela de forma vertical como horizontal, por meio de sua evolução técnica e comportamental que reflita nos resultados da organização. À medida que se inicia um progresso de carreira, há naturalmente maiores exigências de competências técnicas e comportamentais para o ocupante, devido ao aumento de complexidade do novo cargo assumido.

Planejamento necessário

Para que uma política de plano de carreiras atinja seus objetivos, é necessário um ótimo planejamento estratégico na gestão de pessoas, para tanto sugiro os seguintes passos:

1. Mapear de forma genérica os cargos e suas competências de acordo com as características de seu negócio;

2. Avaliar o potencial de mercado e sua capacidade econômica de suportar custos;

3. Desenvolver uma política de remuneração estruturando o plano de cargos e salários c
onsistente;

4. Realizar sempre que possível benchmarking com empresas cuja estrutura e objetivos sejam semelhantes;

5. Investir e incentivar o autodesenvolvimento de seus colaboradores;

6. Promover treinamentos internos que impactam nos resultados da empresa, isto é, no que realmente fará a diferença para ambos sinalizando quais os conhecimentos necessários para se assumir o cargo.

Benefícios da implantação

Esse método estimula o autodesenvolvimento profissional o que gera motivação para os colaboradores, além de ser uma ferramenta importante de retenção e atração de talentos, pois seus critérios apontam de forma clara os requisitos necessários para que o profissional assuma nova responsabilidade, para tanto as empresas devem mapear as competências profissionais de cada cargo, dando uma visão clara do que se espera tornando o time mais qualificado em busca dos resultados organizacionais.

Dificuldades encontradas

Cito alguns pontos que dificultam a implantação de um plano de carreira:

• Falta de uma política consolidada de Gestão de Pessoas;

• A cultura e visão empresarial conservadora e que não tem visão de retenção e atração de talentos;

• A estrutura econômica da empresa e o quanto ela tem potencial de investimento;

• A falta de planejamento para o crescimento;

• Não definição de metas claras e de objetivos a serem alcançados.

Pois, para que se desenvolva carreira, seja ela vertical ou horizontal, a empresa deve ter conhecimento de seu potencial de mercado, mapeando os impactos que um turnover poderá causar em seus resultados. Quando não há um desenvolvimento estratégico na gestão de pessoas, as organizações acabam criando cargos e planos de remuneração desnecessários dentro da estrutura, simplesmente na tentativa de reter um profissional, porém essa ação é temporária e de curta duração.

O sucesso de um plano de carreira está ligado diretamente a estratégia empresarial, ou seja, atuação de mercado, capacidade financeira, visão de médio á longo prazo, além de criar critérios que suportem a evolução profissional e consequentemente a permanência de profissionais motivados por um tempo maior na empresa, sem que impacte no potencial econômico da mesma.

Posso afirmar que um plano de carreira é benéfico não só para os resultados da empresa, como para o aumento de qualidade de nossos profissionais, pois ela remete estes a se desenvolverem e buscarem novos conhecimentos técnicos e posturas comportamentais o que eleva a cultura profissional de um país.

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Tem mercado para profissionais de TI fora do Brasil!

Mesmo com boas oportunidades de jobs, não é raro que alguns profissionais de tecnologia estejam preocupados com o cenário de crise de mercado e de confiança que passa em nosso país. Já pensou que este panorama pode ser uma boa oportunidade para mudar radicalmente e encontrar trabalhos fora do Brasil?

Rafaela Vita, coordenadora técnica da Klasse! Tech Talents, unidade focada em recrutamento e seleção na área de tecnologia,explica que em outros países há oportunidades e que nem sempre os profissionais daqui estão de olho. \”Estive no Vale do Silício entre fevereiro e junho de 2014 e realmente há algumas oportunidades acontecendo sim. Tem alguns polos tecnológicos como a Califórnia, Israel e Canadá, por exemplo, que estão crescendo pela economia favorecida destes países que estão em crescimento. Justamente por isso, essas vagas começam a se potencializar\” aponta a especialista.

Rafaela explica que há estudos que mostram que um crescimento médio de 20% ao ano de oportunidades nestes países – e que por aqui os números foram revisados para menos. \”No Brasil, a Brascom tinha essa projeção de crescimento bastante agressiva, mas por uma realidade de mercado e de economia, essa projeção está diminuindo, assim como essas vagas que diminuem um pouco\” aponta Rafaela.

Ir pra fora sem riscos

Alguns pontos precisam ser levados em conta para evitar dores de cabeça para quem decide mudar de rumo radicalmente e fazer as malas, as empresas estrangeiras, de modo geral, procuram:

– Ter um idioma extra como o inglês, que é a linguagem universal;
– Ser recém-formado;
– Ter bons conhecimentos em tecnologia de programação e
– Estar com muito interesse em fazer carreira fora do Brasil

No entanto, Rafaela entende que os interessados precisam tomar algumas precauções e não sigam sem rumo para fora. \”O que eu recomendo é que tomem cuidado com o espirito muito aventureiro, do estilo vou lá e tentar sem ter nada em vista. Tem a questão do visto, etc. Tem alguns programas que sugerem o profissional sair do Brasil já com algumas perspectivas, mas o ideal é já sair com esse trabalho garantido. Existem grupos nas redes sociais sobre pessoas que querem trabalhar no Vale do Silício, por exemplo, e que ajudam a achar caminhos para isso tudo\” alerta Rafaela.

Vantagem para Currículo

Um diferencial que a especialista observa é o \”Up\” no currículo do profissional. \”Eu entendo que é um mercado muito promissor, ela já volta com uma competitividade só por ter estado em ambientes muito promissores\”.

O que falta para desbravar o mercado lá fora?

Rafaela percebe que existe um olhar para o Brasil, pois tem bastante jovens se formando por aqui – diferente de alguns outros centros. \”O Canadá, por exemplo, tem falta de mão de obra jovem especifica técnica. Tem essa potencialidade. Os candidatos de tecnologia ainda não pararam para olhar isso, a não ser que sejam os trainees. Os profissionais daqui precisam pensar nessas possibilidades\” completa Rafaela.

Confira alguns grupos de ajuda criados no Facebook para quem quer encontrar trabalho fora do país

1) Digital Media no Canadá, para brasileiros:
https://www.facebook.com/groups/brasilcanadadigital/?ref=browser

2)Trabalhar? Estudar? Morar fora do Brasil
https://www.facebook.com/groups/253674054833305/?fref=ts

3) Brasileiros no Vale do Silício
https://www.facebook.com/groups/brasileirosnovale/

4) Brasileiros nos EUA
https://www.facebook.com/groups/251086564999159/?ref=br_rs

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Retenção e desenvolvimento de executivos são as prioridades dos líderes de RH brasileiros, aponta pesquisa

A instabilidade econômica do país influência diretamente na decisão e nas ações dos líderes RH das empresas em relação ao quadro de funcionários. Executivos brasileiros apostam na retenção de profissionais enquanto os mexicanos priorizam o treinamento e desenvolvimento de executivos e, os argentinos, a remuneração e os benefícios. É o que aponta o barômetro global de RH da Michael Page, uma das maiores consultorias globais especializadas em recrutamento e seleção.

A pesquisa, que consultou 2.572 líderes de recursos humanos de mais de 65 países dos cinco continentes, indica que a prioridade dos RHs brasileiros é a retenção de talentos (46%), seguido de treinamento de executivos (39%) e desempenho de gestão (36%). A média global, que compara com países de outros continentes, desses quesitos são 26%, 33% e 28%, respectivamente.

”A conjuntura econômica atual acaba refletindo nos planos de curto e médio prazo das companhias. Como estamos atravessando um momento difícil, os executivos da empresas de capital nacional estão investindo na retenção e no desenvolvimento dos talentos para atravessar essa fase de instabilidade. No México, embora os objetivos sejam os mesmos, a economia e o mercado de trabalho local estão em plena expansão”, explica o Ricardo Rocha, gerente executivo da Michael Page.

Ainda de acordo com os números do levantamento, na Argentina, os executivos priorizam a renumeração e os benefícios (49%) além do clima de trabalho (49%), bem acima da média global que é de 18% para ambos os tópicos. Já no México a realidade está mais próxima do Brasil, os mexicanos também pretendem investir no treinamento e no desenvolvimento dos profissionais (41%) e retenção de talentos (38%).

“Apesar das incertezas da economia global, o mercado de trabalho argentino possui uma dinâmica diferente. As companhias estão passando por um processo de consolidação de gestão, o que impacta nas políticas de RH. As empresas estão analisando o cenário interno de suas estruturas e investindo em renumeração e benefícios além do clima organizacional, para assegurar os seus talentos”, avalia o executivo da Michael Page.

Confira no gráfico as principais prioridades dos RHs do Brasil, México e Argentina:

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México

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Argentina

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Prioridade do RH por região

regio

Estratégico

7 em cada 10 diretores de RH no Brasil se reportam para o CEO

O barômetro da Michael Page mensurou também o quanto a área de recursos humanos das companhias é vista como estratégica e que pode agregar valor ao negócio. De acordo com os indicadores, 72% dos líderes de recursos humanos no Brasil se reportam diretamente para o executivo número da empresa, o CEO. A média global desse indicador é de 63%.

A Argentina concentra a maior porcentagem da América Latina nesse quesito. 85% dos diretores portenhos respondem para o board das companhias. Já no México, o mesmo indicador representa apenas 63% dos consultados no levantamento.

“As empresas já perceberam que é fundamental os líderes de RH trabalharem alinhado com os cargos de decisão e liderança. Quanto mais forte essa sinergia dentro da organização, melhor serão os resultados alcançados pelas companhias”, explica Rocha.

Mensuração

Principais indicadores de resultados do RH

Desempenho do colaborador, rotatividade, recrutamento eficiente e engajamento são os principais indicadores de resultados mensurados pela departamento RH das empresas brasileiras. Esses índices também refletem a realidade de México e Argentina.

Veja o gráfico completo:

indicadores

No México, 50% dos RHs pretendem contratar

De acordo com os dados da Michael Page, 50% os líderes mexicanos pretendem aumentar o quadro de funcionários nos próximos 12 meses. Já no Brasil, apenas 38% almejam contratar para o ano que vem, enquanto na Argentina, a porcentagem desse item é ainda menor, somente 29%.

México

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Brasil

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Argentina

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Cinco principais dicas para profissionais de TI passarem da sala do servidor para a sala da diretoria

Por Patrick Hubbard, da SolarWinds

Pode ser difícil ter esperanças quando a questão é a crise econômica que acomete o Brasil. No entanto, um grupo com potencial de sair ganhando nesses tempos conturbados é o de profissionais de TI. Na verdade, os dados da International Data Corporation (IDC) indicam que, apesar da agitação econômica, o mercado brasileiro de TI continua a crescer. As empresas, especialmente as dos setores bancário e de varejo, estão, mais do que nunca, em busca de profissionais de TI que os ajudem a cortar custos pela simplificação de processos com o uso eficaz da tecnologia.

Enquanto os líderes das empresas começam a encarar as habilidades e orientações dos profissionais de TI como mais críticas à tomada eficaz de decisões de negócios e passam a contratá-los, os profissionais de TI ainda continuam tolhidos pela impressão de que seu lugar é na sala do servidor, não na sala da diretoria. Entretanto, o clima atual de incerteza econômica e a subsequente maior dependência de suas habilidades técnicas proporcionam uma oportunidade para os profissionais de TI de superar essa percepção e assumir seu lugar na mesa de negócios.

Para tanto, os profissionais de TI precisam ter algumas coisas em mente:

Falar a língua

Aqueles que vivem fora da sala do servidor costumam ter pavor do jargão e dos termos técnicos tão característicos dos gerentes de TI. A cultura popular não ajudou muito a desfazer essa imagem, mas os profissionais de TI podem provar que o seu lugar é na sala da diretoria, concentrando-se em traduzir informações técnicas em termos leigos. Ser capaz de explicar de maneira sucinta e paciente como um sistema funciona dará aos executivos e a outros líderes da empresa maior confiança, não apenas na tecnologia que está sendo usada para melhorar os negócios, mas também no profissional de TI. Os profissionais de TI podem aprimorar seu domínio do jargão de negócios conversando com seus colegas em vendas, marketing e RP – eles estão mais bem posicionados para obter dicas de comunicação eficazes e ajudar a explicar melhor uma tecnologia complexa.

Concentrar o foco em ações, não em recursos

Os profissionais de TI costumam enfatizar as especificações e os recursos das soluções, em vez de ressaltar o que elas podem fazer para ajudar a atingir as metas gerais da empresa. Em vez de apenas descrever os recursos da tecnologia, eles devem colocá-los em termos das ações da empresa – explicar o que a empresa ganhará ao usar uma tecnologia, em vez de apenas informar o que ela faz a partir de uma perspectiva técnica. Para fazer isso de forma mais eficaz, os profissionais de TI precisam cultivar um conhecimento dos objetivos dos líderes da empresa a partir de uma visão mais abrangente.

Usar os dados para definir melhores métricas

Os gerentes de TI têm acesso a vastas quantidades de dados organizacionais, muitos dos quais podem ser usados para otimizar processos mais amplos da empresa, bem como a entrega de produtos/serviços. Por meio do desenvolvimento de uma visão geral satisfatória desses dados e do uso de ferramentas que possam rastreá-los com eficácia, eles podem definir novos KPIs e métricas que não sejam apenas quantificáveis, mas também diretamente correlacionados com o desempenho da empresa. Rastrear o tráfego da rede, por exemplo, faz sentido tanto para campanhas de marketing (navegadores externos) quanto para iniciativas de trabalho flexível (dispositivos dos funcionários). Assim que os profissionais de TI identificam as maiores necessidades da empresa em jogo, eles podem usar esse conhecimento para informar melhor as metas definidas pela empresa e como medi-las.

Ser a mão de obra dos executivos na linha de frente

Com frequência, os profissionais de TI interagem com um amplo espectro de funcionários e clientes, muito mais intensamente do que os executivos têm a chance de fazer. E embora relatórios isolados de “meu computador não liga” possam não ter relevância para a estratégia da empresa, é provável que o profissional de TI atento fique por dentro das tendências de missão crítica relevantes, como qualidade de serviço insatisfatória, aumento das interrupções ou hardware com defeito. Ao transmitirem esses problemas aos superiores e fornecerem a assistência necessária, os profissionais de TI podem fazer muito para impedir que eles se agravem ou identificar novas oportunidades de crescimento da empresa. Os executivos serão gratos por isso.

Lembrar que habilidades técnicas continuam sendo o fator decisivo

Os profissionais de TI não devem se esquecer nunca do que os colocou na posição em que já se encontram: suas habilidades técnicas. Além de aprimorar suas habilidades relativas à tecnologia existente, os profissionais de TI devem estar sempre a par de novas tendências, como a nuvem, redes definidas por software e hiperconvergência, e buscar desenvolver habilidades e conhecimentos também nessas áreas. Os profissionais de TI podem usar essa nova competência tanto para cumprir quanto para gerenciar as expectativas dos líderes da empresa. Isso dará a eles a credibilidade para estimular a adoção de novas tecnologias onde elas fazem mais sentido e controlar o uso de tecnologias supérfluas onde não for relevante.

Embora as dificuldades decorrentes da crise financeira sejam de longo alcance, pôr em prática as dicas acima pode ajudar os profissionais de TI a aproveitar a oportunidade única de assumirem um papel mais relevante no processo de tomada de decisões da empresa.

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Love Mondays atinge a marca de 1 milhão de visitas mensais e oferece espaço para empresas anunciarem vagas de emprego

A Love Mondays, fundada em junho de 2013, já é a maior comunidade de carreiras da Internet brasileira onde funcionários avaliam as empresas onde trabalham. A empresa fechou o primeiro semestre com mais de 300 mil avaliações de funcionários sobre as empresas em que trabalham e mais de 1 milhão de visitas mensais. O site ainda ranqueia salários para mais de 14 mil cargos em mais de 50 mil empresas.

No site, funcionários postam de forma anônima suas opiniões sobre as empresas onde trabalham, abrangendo questões como salários, benefícios, chances de progressão, valores e cultura corporativa. Trata-se do maior arsenal de informações públicas sobre como é trabalhar nas mais importantes corporações do país.

“Estamos nos tornando a principal fonte de consulta de um candidato que planeja mudar de emprego ou mesmo discutir salários ou chances de progressão nas suas empresas”, afirma Luciana Caletti, CEO da Love Mondays.

Esse foi o caso do profissional de TI Tiago César de Oliveira, que hoje ocupa gerencia na Eldorado Tecnologia. O profissional conhece o Love Mondays há quase 2 anos e na última vez que se movimentou na carreira buscou informações sobre a empresa atual antes de efetivar a mudança.

“O Love Mondays auxilia a buscar empresas que estejam alinhadas às nossas expectativas. Mais do que observar a política salarial das empresas, podemos conhecer um pouco amis sobre sua cultura, possibilidades de projeção na carreira e clima”, avalia o profissional. Oliveira conta, ainda, que já chegou a negociar um aumento salarial no seu antigo emprego utilizando ranqueamento salarial do Love Mondays, antes de deixar a empresa.

A empresa recebeu no final de 2014 um aporte de capital liderado pela Kaszek Ventures, um dos maiores fundos de Venture Capital da América Latina, fundado por Hernán Kazah e Nicolás Szekasy, co-fundador e ex-CFO do Mercado Livre. O fundo tem empresas como Netshoes e Open English em seu portfólio.

“Desde janeiro deste ano registramos um crescimento de 20% ao mês no conteúdo postado por usuários na plataforma, o que tem contribuído para atrair cada vez mais novos profissionais que estão buscando informações para tomar decisões sobre suas carreiras”, afirma Caletti.

Atração de Talentos

Se a Love Mondays tem modificado a forma como os profissionais tomam decisões de carreira no país, a mudança também afeta o modo como as empresas atraem os melhores talentos para o seu processo seletivo.

Agora a Love Mondays lança a oportunidade para empresas atraírem profissionais engajados através da plataforma. “No Love Mondays temos profissionais engajados com o seu trabalho e que buscam conhecer o ambiente e a cultura da empresa antes de se candidatarem a uma vaga de emprego. Como este é o perfil de profissional que as empresas querem contratar, vimos a oportunidade de lançar uma ferramenta de atração de talentos na plataforma”, analisa a CEO.

O serviço permite que as empresas mostrem como é o seu ambiente de trabalho através de um conteúdo interativo de fotos, vídeos e entrevistas com funcionários. Além disso, a Love Mondays possibilita a divulgação de vagas de emprego para que assim a empresa atraia profissionais engajados que já conhecem a sua cultura, tornando o processo de recrutamento mais assertivo.

Mariana Engelman, Gerente Nacional de Recrutamento e Seleção da Ambev, conta porque a empresa decidiu participar da maior comunidade de carreiras do Brasil: “Decidimos divulgar a cultura da Ambev e nossas vagas de emprego no Love Mondays pois notamos que hoje os profissionais tomam decisões de carreira na internet. O Love Mondays nos ajuda a atrair profissionais que já conhecem a cultura da Ambev, tornando o nosso processo de recrutamento mais assertivo”.

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Aplicativo promove “game networking” para substituir a tradicional troca de cartões em eventos corporativos

A velha troca de cartões será substituída durante o CONARH 2015, por uma forma mais ágil e sustentável para ampliação de contatos: o Game Networking. Durante o maior evento da área na América Latina e o segundo do mundo, os participantes poderão baixar o aplicativo do congresso que, com um clique, possibilitará a troca de dados com outros profissionais. A tecnologia foi patrocinada e desenvolvida pela i9Ação, com o apoio da Goldark e tem design inspirado no tema central do evento: ‘A arte da gestão de pessoas”.

“O processo é muito simples. Basta baixar o aplicativo, fazer o download de uma foto, cadastrar nome, cargo, empresa e os contatos. A partir daí, basta localizar o profissional com quem deseja trocar informações e solicitar a conexão”, explica Ricardo Mota, coordenador do Comitê de Criação do CONARH. O executivo conta ainda que os profissionais que somarem mais conexões, receberão prêmios ao final do congresso.

Quem baixar o aplicativo ainda terá acesso à grade de palestras do CONARH 2015, podendo ainda organizar a própria agenda e receber alertas sobre a programação escolhida. Também poderá acessar informações sobre os expositores da Expo ABRH, bem como receber notícias sobre o evento. Além disso, será possível a utilização de um mapa, que garante agilidade de acesso a qualquer ponto do evento. E a interatividade não para por aí: os usuários poderão enviar perguntas e avaliar as palestras via celular.

Serviço: CONARH 2015

Data: de 17 a 20 de agosto
Local: Transamérica Expo Center
Endereço: Avenida Doutor Mário Vilas Boas Rodrigues, 387 – Santo Amaro, São Paulo Horário: das 10h às 20h

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