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GDPR: mais de um ano depois, apenas 28% estão em conformidade

Mais de um ano após a introdução da GDPR (General Data Protection Regulation, em tradução livre: Regulamento Geral de Proteção de Dados), o Capgemini Research Institute constatou que as empresas superestimaram enormemente sua prontidão para o novo regulamento, com apenas 28% atingindo com êxito a conformidade, números comparados a uma pesquisa semelhante no ano passado, que constatou que 78% esperavam estar preparados quando o regulamento entrou em vigor em maio de 2018. No entanto, as organizações estão percebendo os benefícios de estar em conformidade: 81% daqueles que dizem que a GDPR teve um impacto positivo em sua reputação e imagem de marca.

O relatório “Championing Data Protection and Privacy – a Source of Competitive Advantage in the Digital Century (em tradução livre: “Defendendo a Proteção de Dados e a Privacidade – uma Fonte de Vantagem Competitiva no Século Digital”) mostra que as empresas responderam aos novos requisitos mais lentamente do que o esperado, citando barreiras, incluindo a complexidade dos requisitos de regulamentação, custos de implementação e desafios da infraestrutura herdada. Enquanto isso, um número significativo de organizações está investindo pesadamente em proteção de dados e privacidade para garantir a conformidade com as regulamentações existentes e estabelecer as bases para o futuro.

As principais conclusões do relatório incluem:

As empresas ficaram para trás na conformidade com o GDPR

Embora tenha passado mais de um ano desde que o GDPR entrou em vigor, a posição de muitas empresas permanece incerta em termos de conformidade. Enquanto 28% das organizações afirmam ter atingido a conformidade, apenas 30% das organizações estão “próximas de” concluir a conformidade, mas ainda estão resolvendo ativamente os problemas pendentes. A conformidade foi mais alta com empresas nos Estados Unidos (35%), seguida pelo Reino Unido e pela Alemanha (ambos com 33%), e mais baixa em empresas espanholas, italianas (ambas em 21%) e suecas (18%).

Os executivos identificaram os desafios de alinhar os sistemas de TI legados (38%), a complexidade dos requisitos de GDPR (36%) e os custos proibitivos para alcançar o alinhamento com os regulamentos (33%) como barreiras para alcançar a conformidade total com GDPR. O volume de consultas dos titulares dos dados também foi extremamente alto: 50% das empresas americanas cobertas pelo GDPR receberam mais de mil consultas, assim como 46% das empresas francesas, 45% na Holanda e 40% na Itália.

À medida que as organizações lutam para cumprir a meta, elas estão realmente fazendo investimentos significativos para cobrir os custos do aumento de honorários profissionais para apoiar o alinhamento do GDPR. Algo como 40% delas esperam gastar mais de US$ 1 milhão em honorários legais e 44% em atualizações tecnológicas em 2020. Além disso, as organizações enfrentam um novo desafio: a adoção de nova legislação em diferentes países fora da União Europeia.

Os benefícios de estar em conformidade com o GDPR são maiores que o esperado

As empresas estão perdendo oportunidades ao não alcançar a conformidade com o GDPR. Das organizações que atingiram a conformidade, 92% disseram ter ganho vantagem competitiva, algo que apenas 28% esperavam no ano passado. A grande maioria dos executivos de empresas que alcançaram conformidade disseram ter um impacto positivo na confiança do cliente (84%), imagem da marca (81%) e moral dos funcionários (79%). Executivos de empresas compatíveis também identificaram efeitos positivos colaterais na implementação do GDPR, incluindo melhorias nos sistemas de TI (87% contra 62% que anteciparam isso no ano passado), práticas de cibersegurança (91% versus 57%) e mudança e transformação organizacional (89% contra 56%).

A tecnologia é um facilitador essencial para organizações compatíveis

A pesquisa encontrou uma clara lacuna na adoção de tecnologia entre organizações compatíveis e aquelas que estão atrasadas. As organizações compatíveis com o GDPR, em comparação com as empresas sem conformidade, estavam mais propensas a usar plataformas em nuvem (84% versus 73%), criptografia de dados (70% contra 55%), automação de processos robóticos (35% versus 27%) e retenção de dados industrializados (20% contra 15%).

Além disso, enquanto 82% das organizações em conformidade com o GDPR haviam tomado medidas para garantir que seus fornecedores de tecnologia cumprissem os regulamentos relevantes de privacidade de dados, apenas 63% das empresas em não conformidade poderiam dizer o mesmo. A maioria (61%) das organizações que aderiram ao GDPR disse que audita os subcontratados quanto à conformidade, em comparação com 48% das empresas sem adesão.

O esforço para manter a proteção de dados e a conformidade com a privacidade é contínuo

As organizações precisam ter a filosofia correta sobre proteção e privacidade de dados, e é melhor abordá-lo de maneira proativa, e não apenas como uma atividade de conformidade. “O GDPR não é algo com um término determinado. É algo em que você precisa trabalhar continuamente”, afirma Michaela Angonius, vice-presidente e chefe do grupo de regulamentação e privacidade da Telia Company. “Começamos a conscientizar internamente, muito antes de a lei ser adotada. Isso porque previmos que esse seria um dos maiores projetos de conformidade que realizaríamos na empresa”.

“Esta pesquisa destaca os desafios das empresas em alcançar a conformidade com o GDPR e as oportunidades empolgantes para as que fazem isso”, afirmou Zhiwei Jiang, CEO da Insights & Data da Capgemini. “Claramente, muitos executivos foram ambiciosos em relação às suas expectativas no ano passado e agora perceberam a extensão do investimento e das mudanças organizacionais necessárias para alcançar a conformidade: desde a implementação de tecnologias avançadas que suportam proteção de dados até a incorporação de uma mentalidade de privacidade e proteção de dados entre funcionários. No entanto, as organizações devem reconhecer os benefícios acima do esperado de estar em conformidade, como maior confiança do cliente, maior satisfação do cliente, moral fortalecida dos funcionários, melhor reputação e impacto positivo na receita. Esses benefícios devem incentivar todas as organizações a alcançar a conformidade total”.

Para mais informações, acesse o relatório completo aqui

Metodologia de Pesquisa

A pesquisa entrevistou 1100 executivos seniores, diretores e superiores, espalhados por oito setores: seguros, bancos, produtos de consumo, serviços públicos, telecomunicações, serviços públicos, saúde e varejo. Os executivos pertencem a empresas com sede na: Alemanha, Espanha, Estados Unidos, França, Holanda, Índia, Itália, Noruega, Reino Unido e Suécia. A Capgemini também conduziu entrevistas com líderes e especialistas do setor, examinando o status atual e o impacto dos regulamentos de privacidade de dados.

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World FinTech Report 2019: Mercado está em transição de Open Banking para “Open X”

O World FinTech Report (WFTR) 2019, publicado pela Capgemini e Efma, indica que apesar do Open Banking ainda não ter atingido a maturidade, a indústria de serviços financeiros está entrando em uma nova fase de inovação – chamada de “Open X” – que exigirá colaboração e especialização mais profundas. O relatório defende que os bancos e outros agentes do ecossistema de serviços financeiros devem começar a planejar adequadamente e desenvolver seus modelos de negócios.

O WFTR 2019 identificou um desafio duplo: os FinTechs estão lutando para escalar suas operações e os bancos estão emperrados na colaboração FinTech. Como resultado, os players da indústria estão tentando pular do Open Banking direto para o Open X, que é uma forma mais eficaz e estruturada de colaboração, facilitada pela padronização de APIs (Application Program Interface) e insights compartilhados de dados de clientes. A era do Open X criará um mercado integrado, com funções especializadas para cada participante, que permitirão uma troca de dados e serviços, melhorando a experiência do cliente e acelerando a inovação de produtos.

As principais conclusões do relatório incluem:

Open X irá transformar as normas e suposições da indústria

O advento do Open X está sendo impulsionado por quatro mudanças fundamentais:

• Um afastamento do foco nos produtos para uma ênfase na experiência do cliente;
• A evolução dos dados como ativo crítico;
• Uma mudança para priorizar a propriedade com o intuito de facilitar o acesso compartilhado;
• Ênfase na parceria para inovar em vez de comprar ou construir novas soluções

O Open X guiará a indústria de serviços financeiros a um ecossistema ou mercado compartilhado, no qual a indústria reintroduz o reagrupamento de produtos e serviços, e ambos (bancos e FinTechs) devem reavaliar sua estratégia de inovação e atendimento aos clientes.

As APIs serão importantes ativadores do Open X

As APIs que permitem que terceiros acessem sistemas bancários e dados em um ambiente controlado, serão catalisadores para a criação do mercado Open X. Embora os dados dos clientes já sejam amplamente compartilhados e aproveitados no setor, as APIs padronizadas não são comuns. Embora os requisitos e as regulações sejam complexos, a padronização ajudará na redução de fraudes, na melhora da interoperabilidade, aumento da velocidade de lançamento no mercado e elevará a escalabilidade.

O WFTR 2019 também descobriu que os players da indústria estão olhando para dois modelos potenciais de monetização para APIs: compartilhamento de receita (que 60% dos bancos e 70% da FinTechs consideram viável) e taxas de acesso à API (suportadas por 46% dos bancos e 55% FinTechs). No entanto, apenas cerca de um terço dos executivos do setor bancário disseram que estão atualmente bem equipados para gerar receita com APIs.

Questões como privacidade, segurança e colaboração podem retardar o progresso
Embora os bancos e as FinTechs tenham dito que entendem a importância da colaboração, questões como privacidade e segurança permanecem no topo das preocupações. Quando perguntados sobre o que os inquieta sobre o Open Banking, a grande maioria dos bancos identificou segurança de dados (76%), privacidade do cliente (76%) e perda de controle dos dados do cliente (63%). As FinTechs estavam mais otimistas em relação ao Open Banking, mas 50% expressaram temores sobre segurança e privacidade e 38% sobre a perda de controle de dados de clientes.

Quando questionados sobre obstáculos à colaboração efetiva, 66% dos bancos e 70% das FinTechs apontaram para uma diferença na cultura organizacional/mentalidade do outro, 52% dos bancos e 70% das FinTechs mencionaram as barreiras de processo, e uma falta de longo prazo. visão de longo prazo e objetivos foram listados como portões por 54% dos bancos e 60% dos FinTechs. Apenas 26% dos executivos do banco e 43% dos líderes da FinTech disseram ter identificado o parceiro de colaboração do Open Banking. Essas respostas sugerem que muitos bancos e FinTechs continuam despreparados para o Open Banking, quanto mais para as crescentes demandas de compartilhamento de dados e integração que o Open X trará.

Os participantes do Open X devem escolher papéis estratégicos e baseados em especialidades

No mercado do Open X, os bancos precisarão aprimorar seu modelo integrado (tradicional) primeiro e depois se concentrar em áreas de força especializada. O WFTR 2019 identifica três papéis estratégicos que devem evoluir como parte do Open X:

• Fornecedores: desenvolverão produtos e serviços;
• Agregadores: irão acumular produtos e serviços do mercado e distribuí-los através de canais internos, mantendo o relacionamento com o cliente;
• Orquestradores: atuarão como conectores e coordenadores de mercado, facilitando as interações dos parceiros.

De acordo com o relatório, as empresas integradas provavelmente se esforçarão para combinar o tempo para o mercado de um ecossistema de especialistas e acharão um desafio atender às demandas exclusivas dos clientes. No mercado do Open X, muitos operadores podem não estar mais bem posicionados para competir como um orquestrador e seus pontos fortes podem levá-los a outras funções. Não importa qual papel eles assumam no Open X. No entanto, eles devem recrutar o talento certo, alavancar dados e tecnologia e colaborar com as FinTechs para primeiro garantir melhores recursos internos para a entrega competitiva de serviços relevantes no atual cenário do Open Banking.

“O Open Banking tem sido considerado transformacional para os serviços financeiros, mas este relatório mostra que é apenas uma parte de um cenário muito maior”, afirmou Anirban Bose, CEO da divisão de Financial Services e membro do Conselho Executivo do Grupo Capgemini. “A indústria está à beira de uma evolução mais abrangente, onde existe a oportunidade de saltar para um mercado integrado que estamos chamando de Open X. Nela, haverá compartilhamento transparente de dados, e os parceiros do ecossistema poderão colaborar de uma maneira muito mais abrangente. Nossa pesquisa sugere que os bancos e as FinTechs precisam se preparar para uma mudança mais radical do que muitos previam”.

“As conclusões do relatório não poderiam ser mais claras: a colaboração será o pilar do futuro dos serviços financeiros”, afirmou Vincent Bastid, Secretário-Geral da Efma. “Na era do Open X, os players do ecossistema terão que trabalhar juntos mais efetivamente do que antes. Somente abraçando a colaboração e novas funções especializadas, os bancos e as FinTechs podem prosperar e servir melhor seus clientes. Está claro que muitas das barreiras à colaboração ainda existem, e há uma necessidade urgente de superá-las para benefício coletivo”.

Metodologia de relatório

O World FinTech Report 2019 é baseado em uma pesquisa global que abrange respostas de 116 empresas tradicionais de serviços financeiros e 40 empresas FinTech, incluindo serviços bancários e empréstimos, pagamentos e transferências, e gestão de investimentos. As questões buscavam gerar perspectivas tanto das FinTechs quanto das empresas tradicionais de serviços financeiros – explorando o surgimento do Open Banking no setor de serviços financeiros. Ele esclarece o impacto que o novo ecossistema terá sobre todos os interessados, os desafios e as preocupações que as empresas enfrentarão e o surgimento de novos negócios e modelos de monetização nesse espaço.

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CIAB FEBRABAN 2019: Capgemini e NVIDIA trabalham em parceria para oferecer soluções de inteligência artificial ao mercado financeiro

A NVIDIA em parceria com a Capgemini participa do CIAB FEBRABAN 2019, de 11 a 13 de junho, durante o Congresso no Business Lounge da Capgemini. As plataformas de inteligência artificial da NVIDIA aceleram a criação de modelos inteligentes, que ajudam os especialistas financeiros a avaliarem tendências, identificar riscos e garantir melhores informações para planejamentos futuros. 

“Conjuntos com grandes volumes de dados, avaliação de flutuações futuras do mercado, aceleração para tomadas de decisão mais assertivas são desafios que demandam uma tecnologia eficaz para enfrentar as questões críticas do setor de serviços financeiros modernos. As instituições podem impulsionar o gerenciamento de riscos e decisões baseadas em dados com mais segurança, graças às plataformas de IA da NVIDIA.” afirma Marcio Aguiar – Gerente Sênior da divisão Enterprise da NVIDIA para LATAM.

A NVIDIA está apresentando aos clientes um dos modelos da sua família de supercomputadores, o modelo NVIDIA DGX STATION. Esta plataforma é equipada com 4 GPUs NVIDIA TESLA V100 desenvolvidas para técnicas de IA, otimizadas para deep learning e com um poder computacional equivalente a 4 racks de servidor.

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Bancos e seguradoras ficam para trás na corrida da transformação digital, aponta relatório da Capgemini

Um novo relatório do Instituto de Pesquisas da Capgemini revela que as empresas de serviços financeiros estão ficando para trás na transformação digital em comparação com outros setores da economia. Afinal, as companhias financeiras reportaram uma queda da confiança em suas capacidades digitais e a falta de habilidade, liderança e visão coletiva necessárias para moldar o seu futuro digital.

O relatório, parte do Global Digital Mastery Series da Capgemini, examina o sentimento sobre as capacidades de liderança e digital entre executivos de bancos e seguradoras comparando com um estudo equivalente de 2012. Mais de 360 ​​executivos de 213 empresas, cuja receita combinada em 2017 representa aproximadamente US$ 1,67 trilhão, foram entrevistados.

As principais constatações incluem:

Confiança nas capacidades de liderança e digital afundou desde 2012

Em comparação com 2012, uma proporção menor de executivos de serviços financeiros disse que suas organizações tinham as capacidades digitais necessárias para serem bem-sucedidas – com aqueles com “confiança” caindo de 41% para 37%. Desmembrando esse dado, embora mais executivos sentissem que tinham as capacidades digitais necessárias na experiência do cliente (40% em comparação com 35%), a confiança nas operações teve uma queda significativa. Apenas 33% dos executivos disseram que tinham as capacidades operacionais necessárias, em comparação com os 46% de 6 anos atrás.

Um déficit na questão da liderança também foi citado, com apenas 41% dos executivos dizendo que suas organizações têm a capacidade de liderança necessária, abaixo dos 51% de 2012. Em algumas áreas específicas, a confiança na liderança caiu significativamente, incluindo governança (de 45% para 32%), engajamento (de 54% para 33%) e na relação entre TI e negócios (de 63% para 35%).

O domínio digital mostra-se ilusório

No framework de “digital mastery” (“domínio digital”), da Capgemini, apresentada no relatório, apenas 31% dos bancos e 27% das seguradoras são considerados “digital masters” ou “mestres digitais”, enquanto 50% e 56%, respectivamente, são classificados como iniciantes.

Os executivos também criticaram a falta de uma visão convincente para a transformação digital dentro de suas organizações. Apenas 34% dos entrevistados nos bancos e 24% nas seguradoras concordaram com a afirmação de que “nossa visão de transformação digital se alinha com o das unidades organizacionais internas”, enquanto apenas 40% e 26%, respectivamente, falam que “há um roadmap de alto nível para a transformação digital”.

A transformação bancária tomou o centro do palco, enquanto o mercado de seguros coloca o foco na automação

Embora as jornadas de transformação digital dos bancos estejam bem encaminhadas, o setor chegou a uma encruzilhada, cita o relatório, ao tentar atender às crescentes expectativas digitais dos clientes, gerenciar as pressões de custo e competir com as novas empresas de tecnologia. Menos da metade dos bancos (38%) afirmam ter as capacidades digitais e de liderança necessárias para a transformação digital. Mas o setor de seguros está se recuperando, com apenas 30% reivindicando ter os recursos digitais necessários e 28% admitindo ter os recursos de liderança necessários.

O setor bancário, no entanto, ultrapassa os setores de serviços não financeiros em recursos como experiência do cliente, capacitação da força de trabalho e alinhamento da tecnologia com os negócios. Dentre as empresas bancárias, 56% delas disseram que usam analytics para um marketing mais eficaz – em comparação com 34% de seguros e 44% do setor de serviços não financeiros. Mais da metade (53%) das organizações bancárias também afirma que o aprimoramento e a reciclagem de suas habilidades digitais são uma prioridade para elas, comparado com 32% para seguros e 44% para serviços não financeiros.

Um ponto de vantagem para as seguradoras é a automação operacional, com 42% dos executivos afirmando que usaram RPA (automação de processos robóticos, na tradução), contra 41% dos bancos e 34% relatando o uso de inteligência artificial nas operações – em comparação com 31% dos executivos de bancos.

Mais desafios à frente

Por outro lado, a inovação do modelo de negócios, definição de uma visão e propósito claros, cultura e engajamento são alguns pontos que são desafiadores tanto para o setor bancário quanto para o de seguros. Apenas 33% das seguradoras e 39% das organizações bancárias lançaram novos negócios baseados em tecnologias digitais, enquanto 41% do setor de serviços não financeiros o fizeram.

Enquanto o setor bancário está em linha com a média dos serviços não financeiros, apenas cerca de um terço (34%) dos bancos tinham uma visão digital alinhada com suas unidades organizacionais. O seguro está ainda mais atrasado, com apenas um quarto (24%) tendo uma visão abrangente. Também em termos de aspectos culturais, apenas 33% dos bancos e 25% das organizações de seguros acreditavam que seus líderes estavam adotando novos comportamentos necessários para a transformação digital, em comparação com os 37% nas organizações de serviços não financeiros.

“Esta pesquisa mostra que uma verificação da realidade ocorreu em todo o mercado de serviços financeiros, já que os executivos agora entendem a verdadeira extensão do desafio da transformação digital. Em um ambiente de crescente competição e expectativa do consumidor, a visão é muito diferente da de alguns anos atrás, e não surpreende que grandes organizações tenham se tornado mais realistas sobre suas capacidades”, disse Anirban Bose, CEO da Capgemini’s Financial Services e membro da Conselho Executivo do Grupo.

“Ao mesmo tempo, esse é um alerta para que bancos e seguradoras reexaminem seus modelos de negócios. O modelo operacional do futuro é colaborativo, inovador e ágil. Os “digital masters” que analisamos estão trabalhando com um ecossistema de parceiros terceirizados, desenvolvendo e testando ideias mais rapidamente sob um modelo de MVP (Model View-Presenter) e alimentando uma cultura de inovação e experimentação de baixo para cima. A maioria das empresas de serviços financeiros precisa aprender com o pequeno grupo de inovadores genuínos em seu campo”, concluiu Bose.

O relatório pode ser baixado aqui.

Metodologia

O Instituto de Pesquisa da Capgemini entrevistou 1.338 líderes empresariais no nível de gerentes ou acima de 757 organizações, com 71% das organizações relatando receitas de mais de US$ 1 bilhão no ano fiscal de 2017. No setor de serviços financeiros, pesquisou 369 líderes empresariais no nível de gestores ou acima, em 213 organizações de serviços financeiros. Além disso, o setor bancário representa 200 entrevistados em 125 organizações e o de seguros inclui 169 entrevistados em 88 organizações.

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Blockchain vai turbinar o supply chain global até 2025

Um novo relatório do Instituto de Pesquisa Capgemini revela que o blockchain pode se tornar onipresente até 2025, entrando nos negócios tradicionais e apoiando práticas de supply chain em todo o mundo. Por meio de investimentos e parcerias, a tecnologia distribuída dominará o setor de manufatura, bem como as áreas de produtos de consumo e o varejo, trazendo uma nova era de transparência e confiança.

O relatório “Does Blockchain Hold the Key to a New Age of Supply Chain Transparency and Trust?” (em tradução livre, “O Blockchain tem a Chave para Uma Nova Era de Transparência e Confiança na Cadeia de Suprimentos?”) fornece uma visão abrangente dos negócios e geografias que estão pavimentando sua migração para blockchain e prevê que a tecnologia se tornará mainstream na prática de supply chain até 2025. Atualmente, apenas 3% das organizações que estão investindo em blockchain o fazem em escala e 10% têm um projeto-piloto implementado, com os restantes 87% dos entrevistados relatando estar nos estágios iniciais no uso da tecnologia.

O Reino Unido (22%) e a França (17%) lideram atualmente com a implementação em escala e pilotos de blockchain na Europa, enquanto os Estados Unidos (18%) são líderes em termos de financiamento de iniciativas da prática. Estes precursores estão otimistas quanto ao potencial da tecnologia, com mais de 60% deles acreditando que blockchain está transformando a maneira como eles colaboram com seus parceiros.

O estudo também apontou que a redução de custos (89%), a rastreabilidade aprimorada (81%) e a transparência aprimorada (79%) são os três principais impulsionadores dos atuais investimentos em blockchain. Além disso, a tecnologia permite que as informações sejam entregues com segurança, rapidez e transparência, e pode ser aplicada as funções críticas de supply chain, do acompanhamento a produção passando pelo monitoramento das cadeias de alimentos e a garantia da conformidade regulatória. Entusiasmados pelos resultados que estão vendo, os precursores identificados no estudo devem aumentar seu investimento em blockchain em 30% nos próximos 3 anos.

Apesar do otimismo em torno das implementações de blockchain, permanecem as preocupações em torno de estabelecer um retorno claro sobre o investimento e as barreiras de interoperabilidade entre os parceiros de supply chain. A maioria (92%) dos precursores aponta que estabelecer o ROI é o maior desafio para a adoção, e 80% citam a interoperabilidade com os sistemas legados como um grande desafio operacional. Além disso, 82% apontam para a segurança das transações como inibidor na adoção pelos parceiros de seus aplicativos blockchain, prejudicando o status da tecnologia como uma prática segura.

Sudhir Pai, CTO para Serviços Financeiros da Capgemini, disse: “Existem alguns casos de uso realmente interessantes no mercado que estão mostrando os benefícios do blockchain para melhorar o supply chain, no entanto, a tecnologia não é a “bala de prata” para solucionar todas as questões da cadeia de fornecimento de uma organização. O ROI da blockchain ainda não foi quantificado, e os modelos e processos de negócios precisarão ser redesenhados para sua adoção. Parcerias eficazes são necessárias em toda a cadeia de suprimentos para construir uma estratégia de blockchain baseada em ecossistemas, integrada com implementações de tecnologia mais ampla, para garantir que ela possa realizar seu potencial”.

Em um relatório anterior, realizado no início deste ano com a Universidade de Tecnologia de Swinburne, na Austrália, a Capgemini descobriu que a experimentação em blockchain atingirá seu ápice em 2020, quando as organizações puderem explorar provas de conceito e se desdobrarem com as Fintechs. De acordo com o relatório, a transformação do blockchain irá amadurecer em 2025, quando as organizações realizarem a transformação e a integração das empresas, estabelecendo políticas para privacidade e gerenciamento de dados.

O professor Aleks Subic, vice-reitor de Pesquisa e Desenvolvimento da Universidade de Tecnologia de Swinburne, disse: “As organizações confiam na tecnologia blockchain para resolver questões importantes e criar novas oportunidades de negócios, e isso dá credibilidade ao ecossistema digital em toda a supply chain. Acreditamos que a tecnologia blockchain desempenhará um papel integral na transformação digital dos canais da cadeia de suprimentos para uma ampla gama de indústrias no futuro próximo”.

Apesar das barreiras enfrentadas pelo blockchain hoje, as organizações estão tentando impulsionar uma adoção mais ampla agora, enquanto a tecnologia está em seu estágio inicial. Um exemplo é a Mobility Open Blockchain Initiative (MOBI), consórcio formado por um grupo de empresas de automóveis e de tecnologia focadas em fazer com que as montadoras atribuam identidades digitais aos veículos para que carros e sistemas possam transacionar entre si.

Casos atuais de uso da indústria
O relatório do Capgemini Research Institute identificou 24 casos de uso de blockchain, variando de negociação de créditos de carbono a gerenciamento de contratos com fornecedores e prevenção de produtos falsificados. A Capgemini aplicou esses casos de uso ao varejo, manufatura e produtos de consumo, descobrindo que o blockchain pode ser e está sendo usado para rastrear a produção, a procedência e o inventário de contratos, produtos e serviços. O relatório destaca que as organizações de produtos de consumo concentram-se principalmente no rastreamento e identificação de produtos, com a Nestlé, a Unilever e a Tyson Foods implementando testes de blockchain. Os varejistas estão focados nos mercados digitais e na prevenção de falsificações, com empresas como a Starbucks investindo em testes da tecnologia. Mais criticamente, a blockchain pode proteger o fornecimento de alimentos, rastreando alimentos do campo ao garfo, para impedir a contaminação ou recalls de produtos.

Sudhir Pai conclui: “Nosso estudo ressalta o potencial do blockchain, mas também mostra que atualmente existem poucas implementações em larga escala da tecnologia e claras barreiras à adoção. As empresas devem usar nossa análise das organizações precursoras para entender como a blockchain é viável para elas, fortalecendo seu programa e transformando o hype em realidade”.

Metodologia de Pesquisa

O Instituto de Pesquisa Capgemini entrevistou cerca de 450 organizações nas quais a implementação do blockchain está em andamento em sua cadeia de fornecimento como uma prova de conceito, piloto ou em escala. A pesquisa investigou a abordagem ao blockchain, as aplicações que eles estão implementando e os desafios que estão enfrentando na ampliação de suas iniciativas. Os entrevistados foram escolhidos entre os setores de produtos de consumo, varejo e manufatura.

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NelsonHall nomeia Capgemini líder em Serviços Digitais para Bancos

A Capgemini foi nomeada líder em Serviços Digitais para Bancos, dentro do segmento financeiro, pela consultoria NelsonHall. O reconhecimento foi anunciado com a publicação do estudo NelsonHall’s Evaluation & Assessment Tool (NEAT) Report (em livre tradução: “Relatório da Ferramenta de Análise e Avaliação da NelsonHall”), no qual a Capgemini se destacou pela ampla capacidade de atender aos futuros requisitos dos clientes, além de entregar benefícios imediatos às organizações de serviços bancários digitais.

“Este reconhecimento é a realização de nossa visão sobre como entregar de uma melhor forma resultados significativos para os clientes, permitindo-lhes atingir suas aspirações digitais”, afirmou Anirban Bose, membro do Conselho Executivo do Grupo e Head da Unidade de Negócios Estratégicos Globais de Serviços Financeiros da Capgemini. “Não basta fornecer uma performance superior em tecnologia da informação, a chave é fazer com que o sistema e a estratégia de TI ofereçam benefícios capazes de atender às necessidades dos nossos clientes, agora e no futuro, à medida que as organizações se transformam digitalmente”.

A experiência da Capgemini em implementação e execução de tecnologias digitais em diversas localidades em todo o mundo, juntamente com as parcerias firmadas com os principais fornecedores de produtos digitais para bancos, levaram a companhia a ocupar uma posição de destaque no quadrante dos líderes. Além disso, sua extensa base de clientes na Ásia, onde muitas tecnologias digitais inovadoras vêm sendo adotadas, cria uma base fértil para o desenvolvimento da expertise em tecnologias emergentes.

“O posicionamento da Capgemini como líder em Serviços Digitais para Bancos é impulsionado por sua experiência em implementação e operação de tecnologias digitais, de forma bem-sucedida, em múltiplos mercados”, apontou Andy Efstathiou, diretor de operações bancárias e pesquisa de transformação da NelsonHall. “A Capgemini se concentra em customizações individualizadas para cada cliente, realizadas por uma pequena equipe, que se utiliza de um vasto conjunto de habilidades e conhecimentos”.

A ferramenta NEAT, da NelsonHall, é baseada em uma metodologia que ajuda gestores a avaliarem fornecedores de serviços como parte da iniciativa NelsonHall’s Speed to Source. A ferramenta NEAT avalia os provedores de serviços em relação à sua capacidade de oferecer benefícios imediatos às organizações compradoras, assim como sua competência em atender aos requisitos futuros do cliente. Trazendo uma avaliação pragmática da capacidade dos provedores de serviços em guiar empresas por uma jornada de inovação ao longo de toda a vigência de seus contratos.

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World Insurance Report 2018: agilidade digital é um fator chave para seguradoras tradicionais

Enquanto as companhias de seguros lutam para oferecer uma melhor experiência aos clientes, as BigTechs – grandes empresas de tecnologia como a Amazon e o Google – estão prontas para entrar no setor de seguros. No entanto, se as seguradoras forem capazes de melhorar sua agilidade digital e desenvolver modelos operacionais prontos para o futuro, elas terão a oportunidade de atrair e reter clientes para competir com essa disrupção. A conclusão faz parte do World Insurance Report 2018 (WIR ou Relatório Mundial de Seguros, em tradução), concebido pela Capgemini em colaboração com a Efma, que entrevistou segurados e empresas de 20 países, entre eles o Brasil. O estudo também examina como as seguradoras tradicionais ficaram atrasadas na comparação com seus pares bancários no atendimento às demandas dos clientes, deixando-os “vulneráveis” aos concorrentes não tradicionais.

“O uso de dados e a capacidade de oferecer uma experiência ao cliente verdadeiramente digital são fatores críticos para a seguradora do futuro, algo no qual grandes empresas de tecnologia, como a Amazon e o Google, se destacam. A ameaça de concorrentes com esse perfil é mais real do que a indústria de seguros está disposta a admitir”, avalia Anirban Bose, Head da Unidade de Negócios Estratégicos Globais de Serviços Financeiros da Capgemini e Membro do Conselho Executivo do Grupo. “As seguradoras, avaliadoras de risco por natureza, devem urgentemente voltar o seu olhar para si mesmas e considerar os riscos competitivos dentro de seu próprio mercado, a fim de evoluir e sobreviver”, complementa.

Seguradoras estão tentando alcançar a entrega da melhor experiência ao cliente por meio da tecnologia

As empresas de seguros ficaram em terceiro lugar, depois do varejo e do setor bancário, entre as verticais da economia com melhor delivery de experiência aos usuários, com a maior diferença entre os clientes da Geração Y[1] (de 18 a 34 anos). Embora pouco mais de 32% dos clientes da Geração Y tivessem uma experiência positiva com os bancos, menos de 26% relataram avaliação semelhante com sua seguradora. O estudo também aponta que os clientes de todos os segmentos agora aceitam uma comunicação digital no mesmo nível dos canais convencionais, com mais da metade dos segurados atribuindo um alto valor a sites corporativos para realizar transações de seguros, e mais de 40% considerando aplicativos móveis como um canal importante.

Como as novas tecnologias digitais habilitam serviços inovadores e de valor agregado, quase 46% dos “tech-savvy” (clientes com experiência em tecnologia) e 38% dos clientes da Geração Y estão dispostos a receber ofertas de seguros proativas e personalizadas por meio de diversos canais, o que pode gerar novas oportunidades de receitas.

BigTechs estão prontas para tirar vantagem dos erros do setor de seguros

As grandes organizações multinacionais de tecnologia, representadas pelas BigTechs, estão se preparando para estabelecer presença no setor de seguros se apropriando de sua reputação de excelência na experiência com seus usuários. Globalmente, como mostram os dados do World Insurance Report 2018, 29,5% dos consumidores afirmaram que considerariam comprar pelo menos um produto de seguro de uma BigTech, o que representa um aumento de 12 pontos percentuais em relação a 2015, quando apenas 17,5% dos segurados indicaram essa disposição.

A Geração Y e os “tech-savvy” parecem mais inclinados a abandonar a fidelidade às seguradoras tradicionais. Esses clientes citam experiências não tão positivas com as empresas tradicionais, mas também revelam uma maior probabilidade de trocar de seguradora em 12 meses e estão mais abertos à compra de produtos de seguro das BigTech.

Preferências dos clientes impulsionam investimentos das seguradoras em agilidade digital

Disrupções motivadas por fatores de mercado, tanto tecnológicos como organizacionais, juntamente com as ambições das BigTechs, estão tornando a adoção de modelos de operação digitalmente ágeis uma necessidade. As InsurTechs – novas empresas de seguros que se pautam em inovações tecnológicas para concentrar eficiências e atrair segmentos específicos de clientes -, estão liderando o caminho da agilidade digital. Nesse sentido, a colaboração entre as seguradoras tradicionais e as InsurTechs é essencial para obter mais eficiência e diminuição dos custos a partir das capacidades digitais em todo o segmento.

De acordo com o World Insurance Report 2018 mais de 80% das seguradoras citam a evolução das preferências dos clientes como o fator mais crítico a impulsionar a agilidade digital, com seus investimentos fornecendo insights sobre o futuro da indústria. Quase dois terços das companhias de seguros estão testando relógios inteligentes e dispositivos “vestíveis”; mais de um terço implantou telemática e pouco acima dos 55% estão investindo em reconhecimento de fala e blockchain, com a automação robótica de processos sendo, atualmente, a tecnologia digital mais implementada entre eles.

“Para obter valor de seus investimentos, as seguradoras precisam pensar no quadro geral e desenvolver uma abordagem holística, que possa ser fortalecida pelas capacidades das InsurTechs, em vez de optar por uma adoção gradual”, comenta Vincent Bastid, CEO da Efma.

Modelos operacionais habilitados para o futuro garantem sustentabilidade a longo prazo

Para obter sucesso na era digital, o relatório destaca que as seguradoras devem fomentar a agilidade digital e desenvolver modelos operacionais capazes de oferecer uma experiência superior ao segurado, reunindo o melhor dos canais digitais e tradicionais. Por exemplo, mais de 65% dos entrevistados ressaltaram que a personalização de ponta a ponta da jornada do cliente era sua maior necessidade. No entanto, para isto, as seguradoras precisam de um ecossistema digitalmente integrado, que interconecte as seguradoras com clientes e parceiros, a fim de permitir um fluxo eficiente de informações e serviços.

Um ecossistema integrado digitalmente suportaria os serviços personalizados em tempo real que os clientes estão esperando e demandando. Com a agilidade digital aprimorada, as companhias de seguro poderão obter maior percepção das necessidades do segurado e melhorar o tempo de comercialização de inovações, ao mesmo tempo em que poderão gerar uma maior eficiência operacional e redução de custos – conclui o relatório.

Sobre o World Insurance Report 2018

O World Insurance Report (WIR) 2018 abrange todos os três segmentos gerais de seguros – vida, não-vida e seguros de saúde. O relatório deste ano se baseia em pesquisas realizadas em 20 mercados: Alemanha, Austrália, Bélgica, Brasil, Canadá, China, Cingapura, Espanha, Estados Unidos, França, Holanda, Hong Kong, Índia, Itália, Japão, México, Noruega, Reino Unido, Suécia e Suíça. O estudo fornece informações sobre as preferências, expectativas e comportamentos dos segurados em relação a tipos específicos de transações de seguros.

Para mais informações, explore o website do relatório em www.worldinsurancereport.com.

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World FinTechs Report 2018: futuro dos serviços financeiros está na colaboração entre FinTechs e instituições tradicionais

A ascensão das FinTechs[1] continua a revitalizar a jornada dos clientes de serviços financeiros. No entanto, muitas startups perceberam que terão um grande esforço para alcançar sozinhas o sucesso. Com atributos complementares, as FinTechs estão buscando estabelecer uma colaboração simbiótica com as empresas de serviços financeiros tradicionais que uma vez tentaram derrotar, como revela o World FinTech Report 2018 (em livre tradução, Relatório Mundial de FinTechs 2018), realizado em conjunto pela Capgemini e LinkedIn, com colaboração da Efma.

A pesquisa analisou a maneira como as FinTechs estão transformando o mercado, com um maior foco na experiência do cliente a partir da prestação de serviços financeiros que utilizam tecnologias emergentes. Bem como examinou o potencial de relações simbióticas entre FinTechs e instituições financeiras tradicionais, além do iminente papel das BigTechs[2] no setor.

FinTechs impulsionam a revitalização da jornada dos clientes de serviços financeiros

As FinTechs, que inovam com tecnologias emergentes, estão revitalizando a jornada do cliente nos serviços financeiros. A competição e as crescentes expectativas dos clientes estão direcionando as demandas por mais conveniências e personalização. Afinal, as FinTechs estão utilizando os dados dos consumidores para desenvolver ofertas personalizadas e fornecer serviços online mais rápidos, 24 horas por dia e que possam ser acessíveis a partir de qualquer dispositivo.

No entanto, os clientes continuam a apresentar maior confiança nas marcas das instituições tradicionais em comparação com as FinTechs, conforme apurou o World FinTech Report 2018. Mas para garantir o sucesso futuro, as prestadoras de serviços financeiros devem buscar se alinhar continuamente com os objetivos do cliente, manter sua confiança e seguir entregando soluções digitais, ágeis e processos eficientes.

“As FinTechs estão encontrando sucesso ao voltar seu foco totalmente para o cliente, preenchendo as lacunas deixadas pelas instituições tradicionais. Esses gaps abriram portas para as FinTechs, porém a confiança nas empresas tradicionais continua a ser importante para os clientes”, afirmou Penry Price, vice-presidente de soluções de marketing global do LinkedIn.

Oportunidade de colaboração ganha-ganha

Sem o peso de sistemas legados e da cultura tradicional, as FinTechs alavancaram novas tecnologias para responder rapidamente às demandas dos clientes. Na verdade, o World FinTech Report 2018 identificou que mais de 90% das FinTechs afirmaram que a agilidade e o fornecimento de uma experiência aprimorada ao cliente são fundamentais para se obter vantagens competitivas. E mais de 76% citaram sua capacidade de desenvolver novos produtos e melhorar os serviços existentes como iniciativas críticas para o sucesso. Por outro lado, o desafio agora é escalar e criar modelos de negócios financeiramente viáveis. Embora as FinTechs tenham levantado cerca de US$ 110 bilhões desde 2009, a pesquisa apurou que a maior parte delas provavelmente irá falhar se não forem capazes de construir um efetivo ecossistema de parceiros.

Ao mesmo tempo, as instituições financeiras tradicionais estão adotando diversas melhorias no serviço de atendimento ao cliente típicas das FinTech, entretanto mantendo seus pontos fortes, que incluem: gerenciamento de riscos, infraestrutura, competência regulatória, confiança do cliente, acesso ao capital e muito mais. Em resumo: tanto as companhias tradicionais quanto as FinTech têm muito a ganhar com uma relação simbiótica e colaborativa.

“Com mais de 75% das FinTechs identificando como seu principal objetivo de negócios a colaboração, para as instituições tradicionais é essencial que elas e as companhias convencionais estejam abertas a transformar seus modelos de negócios, trabalhando de forma colaborativa para impulsionar a inovação e manter a confiança do cliente”, explicou Anirban Bose, Head da Unidade de Negócios Estratégicos Globais de Serviços Financeiros da Capgemini e Membro do Conselho Executivo do Grupo. “Sem um parceiro colaborativo ágil e comprometido, tanto as empresas tradicionais quanto as FinTechs correm o risco de fracassar”.

Encontrar o parceiro certo é essencial para uma colaboração bem-sucedida

A edição deste ano do relatório identificou que a colaboração será essencial para a promoção do sucesso no longo prazo, tanto para FinTechs quanto para instituições financeiras tradicionais. Uma colaboração bem-sucedida depende de se encontrar o melhor parceiro e o modelo de engajamento mais adequado. No entanto, para desenvolver parcerias sólidas, as empresas terão de superar as barreiras para a colaboração.

De acordo com o World FinTech Report 2018, mais de 70% dos executivos das FinTechs disseram que entre seus principais desafios para colaborar com empresas financeiras tradicionais está a falta de agilidade, enquanto as instituições clássicas perceberam impactos negativos em relação à confiança dos clientes, à marca e à mudança da cultura interna como seus principais desafios.

“Para que este trabalho colaborativo seja bem-sucedido, ambos os conjuntos de empresas precisarão permanecer com mente aberta e manter o foco voltado para a colaboração. As instituições financeiras precisam respeitar a cultura das FinTechs para evitar a perda da agilidade, que é um dos principais ativos que elas trazem para os projetos. O próximo desafio será selecionar a melhor combinação com uma FinTech para, então, colaborar”, disse Vincent Bastid, secretário-geral da Efma.

Olho para a frente: acelerando a colaboração e preparando-se para o futuro

O futuro dos serviços financeiros está tanto nas mãos das FinTechs quanto das companhias tradicionais, com uma complementando os pontos fortes da outra para atender às necessidades dos clientes e redefinir sua jornada. Para ajudar as instituições financeiras a acelerar a colaboração e a promover relacionamentos simbióticos, a Capgemini lançou a ferramenta de certificação ScaleUp, que cria um modelo de colaboração e verificação mútua e incentiva a parceria entre empresas tradicionais e FinTechs. Embora o grande desconhecido seja a disrupção que virá das BigTechs – grandes multinacionais de tecnologia que possuem uma extensa base de clientes – o que está claro é que agora é a hora de FinTechs e empresas tradicionais encontrarem seu parceiro de colaboração correto e, juntos, redefinirem o caminho do sucesso.

Sobre o World FinTech Report 2018

A Capgemini e o LinkedIn, em colaboração com a Efma, desenvolveram o World FinTech Report 2018 com base em uma pesquisa global, que abrangeu respostas de companhias tradicionais de serviços financeiros e FinTechs, incluindo bancos e instituições de crédito, pagamentos e transferências, gestão de investimentos e seguros. As questões foram elaboradas procurando-se obter as perspectivas tanto das FinTech como das instituições de serviços financeiros tradicionais – explorando diversos aspectos e fatores-chave de sucesso para o aprimoramento da jornada do cliente. A pesquisa revelou a evolução do relacionamento entre os operadores clássicos e os agentes da nova era, com foco no ponto de vista das FinTechs, trazendo uma análise que poderá ajudar ambas a alcançar o sucesso comercial.

Para mais informações, explore o site do relatório em www.fintechworldreport.com.

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Capgemini e Efma lançam portal inovador dedicado às FinTechs

A Capgemini e a Efma anunciam o lançamento do FinTechVisor, uma plataforma inovadora projetada para reunir FinTechs e instituições financeiras, estimulando o trabalho colaborativo entre elas. O portal FinTechVisor pretende fomentar uma comunidade colaborativa e -mundial, para que as FinTechs e instituições financeiras se tornem agentes de mudanças revolucionárias, cocriando o futuro da indústria de serviços financeiros.

As FinTechs estão construindo as bases deste mercado virtual, compartilhando diariamente as suas soluções. Lançado recentemente no CCX Forum, em Londres, o portal, que conecta instituições financeiras e FinTechs, conta com um recurso que permite que bancos e seguradoras avaliem FinTechs e comentem suas soluções. Além disso, oferece uma função “casamenteira” personalizada, que permite que instituições financeiras encontrem os parceiros FinTech que melhor complementem suas necessidades e interesses.

“À medida que o setor financeiro passa por uma transformação significativa, a visão do portal FinTechVisor é formar um único ponto de contato, onde todos os agentes possam encontrar seu lugar e ser parte do futuro”, explicou William Sullivan, head de Inteligência de Mercado da Capgemini. “Com tantos novos operadores de mercado oferecendo inovação, as instituições tradicionais de serviços financeiros precisam de um método capaz de organizar as coisas e localizarem o parceiro inovador entre as FinTechs, com a melhor combinação para transformar seus negócios”.

O portal FinTechVisor também apresentará, em breve, a função ScaleUp Qualification Program, da Capgemini. Por meio deste programa, os ScaleUps[1] são avaliados pela companhia para obter sua qualificação como FinTech, desde que atendam às características necessárias para o sucesso sustentado de seus negócios em colaboração com uma grande empresa. O Programa de Qualificação ScaleUp, da Capgemini, avaliará Fintechs com potencial para se posicionarem como ScaleUps, sob quatro critérios: pessoas, finanças, negócios e tecnologia – com um olhar para o potencial de uma efetiva colaboração com uma grandes corporações. Assim, nem todas as FinTechs presentes no FinTechVisor serão elegíveis à Qualificação Capgemini ScaleUp, mas todos os participantes da comunidade terão a oportunidade de mostrar seus conhecimentos e soluções para uma audiência de contatos qualificados.

“O futuro é agora e com o portal FinTechVisor as instituições financeiras terão fácil acesso a uma ampla gama de recursos, trazendo mais flexibilidade e inovação aos bancos”, afirmou Vincent Bastid, CEO da Efma. “O ScaleUp Qualification Program, da Capgemini, levará o valor do portal um passo adiante, uma vez que a companhia tem se mantido na vanguarda da revolução colaborativa com as FinTech e, assim, reúne habilidades necessárias para avaliar o que é viável”.

O novo portal contará, ainda, com um recurso de mensagens integrado ao site, que permitirá que as instituições financeiras entrem diretamente em contato com a FinTechs por meio da plataforma. Ele também oferecerá uma biblioteca FinTech e abrigará, em breve, um hub de conteúdo, que exibirá as notícias e tendências atuais do segmento, em conjunto com histórias de colaborações bem-sucedidas.

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Grupo Capgemini é Líder Mundial em Serviços de Testes de Aplicações pelo Gartner

A Capgemini anuncia que foi posicionada pelo Grupo Gartner como Líder, pelo quarto ano consecutivo, no “Magic Quadrant for Application Testing Services, Worldwide 2017” – em livre tradução: “Quadrante Mágico para Serviços de Testes de Aplicações Mundiais de 2017”. O Grupo Capgemini, incluindo a Sogeti, sua subsidiária de Serviços de Tecnologia e Engenharia, foi avaliado com base em sua “capacidade de execução” e “visão completa”.

Hans van Waayenburg, membro do Comitê Executivo do Grupo Capgemini e líder da Sogeti, afirmou: “Como líderes na transformação dos serviços de testes para os mundos do Agile e DevOps, a Capgemini está na vanguarda do fornecimento de excepcionais e customizados serviços de testes e de controle de qualidade; e este reconhecimento consecutivo, conferido a nós pelo Gartner, é um testemunho da nossa experiência e do compromisso estabelecido para com nossos clientes em todo o mundo. Na atual onda da disrupção digital, as empresas confiam nas capacidades combinadas da Capgemini e da Sogeti e em nosso histórico comprovado, juntamente com nossa sagacidade empresarial, para atender aos seus complexos desafios organizacionais e necessidades transformacionais”.

Com uma eficiente equipe que reúne mais de 17,2 mil profissionais de testes e mais 14,5 mil especialistas em aplicações instalados em todo o mundo, o Grupo Capgemini dispõe de um framework robusto para o fornecimento de serviços de testes especializados para seus clientes em todo o mundo. O mercado reconheceu o Grupo Capgemini e seus serviços de Controle de Qualidade e Testes, tais como o TMap® e TPI®, que estão munidos para apoiar a transformação de negócios por meio de uma visão profunda das últimas tendências do mercado e adaptadas aos requisitos específicos de cada cliente.

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Capgemini anuncia novo diretor de soluções de infraestrutura no Brasil

A Capgemini anuncia o reforço de sua equipe no Brasil com a contratação de Marcelo Pedro, novo diretor de soluções de infraestrutura de alto valor agregado. O executivo, que anteriormente trabalhou no Grupo Capgemini de 1994 a 1998, retorna com mais de duas décadas de ampla experiência no mercado de TI.

A nomeação de Pedro para essa posição-chave faz parte de uma estratégia mais abrangente de fortalecimento da unidade de negócios de soluções de infraestrutura da Capgemini no Brasil, que se concentra em fornecer soluções de hardware, software e infraestrutura para telecomunicações, bancos, seguradoras, bens de consumo e varejo. A principal missão de Pedro neste papel é liderar o go to market do setor em produtos de infraestrutura e serviços voltados para os negócios, bem como expandir seu portfólio – especialmente em soluções resultantes das parcerias de longo prazo da Capgemini, além de ser responsáveis ​​pela P&L da unidade.

“Marcelo Pedro é uma importante aquisição para nossa equipe com sua extensa experiência de mercado e capacidade de liderança. Estou confiante de que ele trará grande valor para a nossa unidade de negócios”, disse André França, líder da unidade de negócios de serviços de infraestrutura da Capgemini Brasil.

O executivo é formado em Administração de Empresas e possui MBA em Gestão do Conhecimento, Tecnologia e Inovação pela FIA-FEA-USP (SP), e traz não apenas sua vasta experiência em vendas de serviços e soluções de TI, depois de trabalhar para empresas como Xerox, Sonda, Gartner e Cimcorp. Pedro também criou um sólido histórico de gerenciamento – ao trabalhar por mais de 3 anos como CEO da Vita IT.

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Capgemini apoia Governo do Reino Unido na robotização de processos

A Capgemini anuncia um acordo de 2 anos com o Governo Britânico para desenvolver um Centro de Excelência (CoE) em Robotização de Processos (RPA-Robotic Process Automation). O CoE, pronto e em pleno funcionamento, ajudará a acelerar a adoção da RPA em todo o Governo Central, prestando suporte a diversos departamentos no desenvolvimento de planos específicos para automatizar alguns de seus processos administrativos e documentais.

Considerado o maior facilitador da transformação do setor público, o RPA é uma metodologia na qual o software é programado para realizar tarefas básicas de forma autônoma em todas as aplicações, reduzindo a carga de tarefas repetitivas e simples executadas pelos funcionários. Capaz de ser desenvolvida e implementada em questão de semanas, a RPA tem ótima relação custo-benefício e, geralmente, pode apresentar ROI (retorno sobre o investimento) em poucos meses. Conhecida por melhorar drasticamente a velocidade e a precisão do processamento, ela resultará em um serviço rápido e de qualidade superior para a população.

O RPA ajudará os departamentos governamentais a utilizarem a tecnologia para executar tarefas repetitivas, que podem envolver informações de diferentes bancos de dados – como, por exemplo, para verificar um pedido de serviço, concessão ou benefício. O novo CoE reúne um time de profissionais especializados e experientes em tudo o que está na vanguarda desta tecnologia, aplicada para os setores público e privado. Servindo como uma vitrine para atividades de RPA, ao fornecer treinamentos e demonstrações, e também auxiliando departamentos a identificarem potenciais iniciativas de RPA e a realizar uma análise detalhada dos benefícios potenciais antes da decisão de implementação.

“A automação é um elemento-chave da solução de transformação digital da Capgemini. Estamos muito satisfeitos por termos sido selecionados para trabalhar com o Gabinete do Reino Unido em um projeto tão estratégico”, comentou Christine Hodgson, presidente da Capgemini UK. “O RPA abre uma excelente oportunidade para que as organizações do setor público conquistem ganhos significativos de produtividade e para que se concentrem em serviços de valor agregado. Com base nos trabalhos realizados para o setor público do Reino Unido e em nossa experiência global em RPA, estamos confiantes de que o Centro de Excelência terá um papel fundamental no apoio à transformação dos serviços públicos”.

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Estudo da Capgemini aponta avanços em e-Government

A Europa continua a amadurecer nas práticas de “governo eletrônico”: os serviços públicos migrados para os dispositivos móveis estão aumentando, e a prestação de serviços públicos pela Internet segue avançando. São algumas das principais conclusões do estudo 14th Benchmark Measurement of European eGovernment Services (14ª Medida de Referência dos Serviços Europeus de Governo Eletrônico). A Comissão Europeia publicou o documento, criado pela Capgemini e por outros parceiros líderes do consórcio de inovação digital, que prega o foco na ampliação da transparência e no investimento em facilitadores digitais-chave – tais como a identificação eletrônica –, que são agora cruciais para o fortalecimento do eGovernment e para a criação de um Digital Single Market (ou Mercado Digital Único) nos próximos anos.

O relatório 2017 Benchmark eGovernment lança luz sobre o status atual da transformação digital das administrações públicas europeias e questiona até onde elas realmente estão “no caminho certo”, no que diz respeito à realização desses objetivos. O relatório deste ano, que pesquisou mais de 10 mil websites nos países que compõem a EU28+ (conjunto de portais que agregam informações de todos os 28 países europeus associados), avaliou a quantidade e a qualidade dos serviços digitais com base em quatro importantes eventos da vida: começar um negócio, perder e encontrar um emprego, estudar e vida familiar.

O relatório mostra que o setor público europeu continua a oferecer mais serviços pela Internet. Se por um lado os países aumentaram quantitativamente a disponibilidade online de seus serviços públicos, por outro ainda são necessárias medidas qualitativas, como, por exemplo, procedimentos de entrega mais transparentes e formulários online pré-preenchidos com dados pessoais, para melhorar a experiência geral do serviço digital.

Amplo espaço para incrementar a transparência e promover viabilizadores digitais

Em geral, o desempenho do eGovernment na Europa está indo na direção certa. Por exemplo, um bom progresso foi feito na dimensão da “friendly mobility”, com mais da metade dos serviços (54%) já sendo amigáveis para os dispositivos móveis – contra 27% em 2015. Já o foco no usuário dos serviços públicos europeus atingiu a média de 85%, o que indica um nível maduro de disponibilidade online dos serviços, de interação e das possibilidades de resposta entre cidadãos e administrações públicas. No entanto, a mobilidade cross-border aumentou modestamente. A implementação ampliada da Diretiva eIDAS[1] provavelmente aumentará ainda mais a disponibilidade de informações e serviços para os cidadãos da União Europeia quando abrirem uma empresa ou decidirem estudar no exterior.

Para o próximo passo, as medidas de transparência e os investimentos em facilitadores digitais-chave, tais como a identificação eletrônica (eID) e autenticação das fontes para reutilizar dados são prioridades. Em termos de transparência, as autoridades públicas precisam recuperar o atraso na divulgação de informações sobre o processo de entrega de serviços, suas próprias responsabilidades e desempenho, bem como sobre o uso de dados pessoais. Além da transparência, o uso de pré-condições tecnológicas (facilitadores-chave) como eID e autenticação das fontes ainda tem espaço para acelerar. Melhorias foram observadas em 2016 em relação à disponibilidade de cada um deles. No entanto, o progresso ainda é modesto, dado o prazo de 2 anos entre as medidas. Como exemplos, o uso da identificação eletrônica só foi possível em um entre cada dois serviços públicos europeus (52%), assim como o preenchimento prévio de formulários online com dados que o governo já detém sobre o usuário está em 47%.

Niels van der Linden, consultor e líder de projetos da Capgemini, afirmou: “A pesquisa 2017 eGovernment Benchmark mostra sinais positivos e a recente Declaração Ministerial de Tallinn[2] é um testemunho de que o setor público leva a sério a transformação digital. Os governos, agora, precisam desafiar a forma como são organizados, aprimorar os conhecimentos de seus funcionários públicos e, em geral, aumentar sua abertura, para que realmente se beneficiem do valor público que pode ser criado por meio dos serviços digitais”.

O Mercado Digital Único se avizinha?

O Digital Single Market pode contribuir com 415 bilhões de euros ao ano para a economia europeia, criando empregos e melhorando significativamente os serviços públicos. As descobertas do eGov Benchmark deste ano revelam que a visão do Digital Single Market está tomando forma. O abismo entre a prestação de serviços para usuários nacionais e estrangeiros está se tornando cada vez menor, já que 60% ou três entre cinco serviços online estão, agora, disponíveis em todas as fronteiras do país. A facilidade de utilização dos serviços cross-border também melhorou (em 78%). Isso mostra que tanto os cidadãos quanto as empresas dispõem de acesso a funcionalidades avançadas de ajuda, suporte e reclamações online. A continuidade no compartilhamento das melhores práticas permite que as autoridades públicas em toda a Europa continuem aprimorando seus serviços online. A persistente inovação do eGov comprovará os benefícios do Digital Single Market e mudará para melhor a relação entre as organizações públicas e os cidadãos.

Dinand Tinholt, vice-presidente e diretor global de conta da União Europeia da Capgemini, afirmou: “A tecnologia oferece as administrações públicas grandes oportunidades para criar valor público. É mais do que o eGovernment – trata-se de uma estratégia digital para atender essas oportunidades. Uma estratégia que também pode atingir a integração de novas tecnologias, como a Inteligência Artificial, na prestação de serviços públicos”.

Para obter mais informações ou para baixar o relatório, entre aqui.

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Capgemini é posicionada como líder em serviços de IoT pela NelsonHall

A Capgemini, um dos líderes globais em serviços de consultoria, tecnologia e terceirização, anuncia que foi posicionada como líder em serviços para Internet de Coisas – Internet of Things (IoT) Services -, pela ferramenta de avaliação de fornecedores da NelsonHall, a NEAT, tanto na categoria Geral como na de Foco no Engajamento do Cliente. A companhia foi reconhecida pela amplitude e profundidade do seu portfólio de ofertas e serviços de IoT. A ferramenta avaliou 23 provedores de serviços neste ano, utilizando critérios específicos de avaliação que consideraram a capacidade de oferecer benefícios imediatos e de atender às demandas futuras do cliente.

De acordo com o relatório NEAT, a Capgemini foi classificada como líder por apresentar os seguintes pontos fortes:

– Amplitude e profundidade do portfólio de ofertas e serviços para IoT;

– Propriedades intelectuais diversificadas, incluindo o eObject ;

– Habilidade para trabalhar com parceiros e não depender apenas do desenvolvimento de uma plataforma proprietária de IoT;

– Serviços complementares, incluindo User Experience (UX), Digital Customer Experience (DCX), big data, analytics e cibersegurança, além de suas competências em Engenharia e Pesquisa& Desenvolvimento.

“A estratégia da Capgemini com serviços de IoT tem sido trabalhar com as maiores e mais diferenciadas plataformas do mercado, desenvolvendo aceleradores complementares e focando na aplicação de algoritmos que alavanquem o big data”, explicou Dominique Raviart, diretor da Prática de Serviços de TI da NelsonHall. “Parabenizamos a abordagem da Capgemini de se concentrar na análise de dados, enquanto ajuda seus clientes a obterem sucesso na implementação de suas plataformas de IoT”, complementou.

A Capgemini criou sua linha de serviços de Manufatura Digital no início de 2016, com o objetivo de ajudar seus clientes industriais a terem redução de tempo e ganhos de produtividade por meio da construção de plantas e produtos inteligentes e conectados, de modo que pudessem adotar novos modelos de negócios adaptados à era digital. As soluções de IoT são parte fundamental deste portfólio de serviços.

O relatório destacou a proposta de valor de Internet das Coisas da Capgemini para Manufatura Digital como uma oferta completa de serviços, que abrange desde o dispositivo até a análise de dados e os serviços gerenciados. Isso inclui suas habilidades de consultoria para transformação digital, seus Applied Innovation Exchanges (AIE´s) e sua capacidade de avaliação comparativa.

“Estamos muito felizes por termos sido reconhecidos pela NelsonHall como líderes em serviços de IoT. Este ranking atesta nossa estratégia global centralizada no cliente, assim como nossa habilidade de prover as melhores ofertas customizadas por setor, apoiando organizações tanto em suas demandas atuais quanto em seus objetivos futuros”, afirma Jean Pierre Petit, líder global de Manufatura Digital da Capgemini.

Para acessar o relatório, visite: https://www.capgemini.com/experts/thought-leadership/nelsonhall-recognizes-capgeminis-digital-manufacturing-as-a-leader-in

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Fábricas inteligentes reduzirão custos de mão de obra em 25% até 2022

Com as mudanças das fábricas tradicionais para as inteligentes é esperada uma redução de 25% nos custos de mão de obra direta até 2022. A constatação é da pesquisa Fábricas Inteligentes da Capgemini, um dos líderes globais de serviços de consultoria, tecnologia e terceirização. Embora a perspectiva de curto prazo não seja de crescimento para os empregos atuais, muitos fabricantes apontam a necessidade de desenvolver novas habilidades em seus profissionais e já tomam providências nesse sentido. Mais da metade (54%) dos entrevistados estão fornecendo treinamento em habilidades digitais para seus funcionários e 44% estão investindo na contratação de talentos com conhecimentos digitais para atender o novo perfil demandado pelas fábricas inteligentes.

Geralmente descrita como a pedra estrutural da “Revolução Digital Industrial”, uma fábrica inteligente faz uso de tecnologias digitais, como IoT (Internet das Coisas), big data analytics (análise inteligente de dados), inteligência artificial e robótica avançada, para aumentar produtividade, eficiência e flexibilidade. Os recursos da fábrica inteligente incluem robôs colaborativos, trabalhadores que usam componentes de realidade aumentada e máquinas que enviam alertas quando precisam de manutenção.

A pesquisa Fábricas Inteligentes entrevistou mil executivos que ocupam o cargo de diretoria para cima em empresas de manufatura com uma receita de mais de US$1 bilhão ao ano. O estudo foi conduzido em seis setores: manufatura industrial, automotivo e transporte, energia e utilities, aeroespacial e defesa, ciências da vida e produtos farmacêuticos, e bens de consumo. A pesquisa abrangeu companhias de países como Alemanha, China, Estados Unidos, França, Índia, Itália, Reino Unido e Suécia, realizando entrevistas qualitativas e quantitativas.

Acesse o estudo na íntegra: https://www.br.capgemini.com/smart-factories-and-the-modern-manufacturer

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Estudo revela que a adoção de aplicações nativas da nuvem deverá dobrar até 2020

Uma nova pesquisa da Capgemini, um dos líderes globais de serviços de consultoria, tecnologia e terceirização, indica um aumento significativo na adoção de cloud computing devido ao crescente uso de aplicações nativas da nuvem – ou seja, aplicativos e serviços desenvolvidos para funcionarem perfeitamente neste tipo de ambiente, alavancando a Plataforma como Serviço (PaaS). Impulsionada pelo reconhecimento de que aplicações nativas da nuvem podem capacitar a Tecnologia da Informação (TI) e assim contribuir ainda mais com a agilidade e a inovação dos negócios, 15% das novas soluções empresariais já são, hoje, nativas da nuvem, com um rápido aumento da adoção estimado para os próximos três anos, saltando para 32% até 2020.

“Prevemos que as arquiteturas nativas da nuvem se tornarão a opção padrão para as aplicações voltadas ao consumidor até 2020, impulsionadas pela necessidade de se implementar inovações rapidamente e de aprimorar a experiência do cliente final. As empresas que demorarem a adotar essa abordagem terão que entrar para compensar a diferença”, afirmou Franck Greverie, líder das práticas de Cloud e Cibersegurança do Grupo Capgemini. “As organizações precisam ouvir seus CIOs e entender o enorme potencial da tecnologia nativa em nuvem para oferecer benefícios e inovação ao negócio. Os CIOs também deverão endereçar as lacunas de cultura e de competências dentro de suas próprias organizações para se tornarem líderes nativos da nuvem”, completou.

O Cloud Native Apps Report, estudo conduzido com mais de 900 profissionais sêniores de TI e negócios em 11 países da Europa, Américas e Austrália, atribui essa mudança na adoção da nuvem ao objetivo de aumentar a agilidade dos negócios (74%), contribuir para a colaboração com parceiros externos (70%) e oferecer melhores experiências aos consumidores (67%).

A pesquisa identificou um pequeno grupo de organizações que estão liderando este processo e estão comprometidas com aplicações nativas da nuvem (aquelas com mais de 20% de suas novas aplicações empresariais sendo desenvolvidas desta maneira), sendo que esses líderes são quase duas vezes mais propensos a atribuir aumentos nas receitas organizacionais às aplicações nativas do que os que as estão adotando mais lentamente (84% vs 44%). Em comparação com os retardatários[1], os líderes nativos da nuvem também:

· São mais propensos a descrever seu desenvolvimento de software como ágil (69% a 37%), com implementação automatizada (78% a 46%) e equipes DevOps integradas (69% a 38%);
· Apresentam uma atitude mais focada no crescimento do que nas funções de TI, melhorando a experiência do consumidor (90%), a agilidade dos negócios (87%) e a escalabilidade (85%), vistas como prioridades mais relevantes que a redução de custos (79%).

À medida que a adoção aumenta, os CIOs que alavancam ou planejam impulsionar as aplicações nativas da nuvem esperam que a TI se torne ainda mais central no apoio às ambições de negócios de suas empresas, incluindo o desenvolvimento de novos modelos de negócios (67%), uma atualização mais rápida de produtos e serviços (71%) e a adoção de novas formas para ir ao mercado (68%).

No entanto, muitos CIOs estão enfrentando desafios na construção de business cases para investir em aplicações nativas, defrontando-se com líderes empresariais que consideram a redução de custos uma prioridade para as equipes de TI. Esses desafios vão desde os organizacionais, incluindo uma cultura enraizada que se opõe à natureza do trabalho nativo em nuvem (65%) e a escassez de habilidades para desenvolver aplicações deste tipo (70%), até as dificuldades de integração com a infraestrutura legada (62%) e o bloqueio de atuais contratos com fornecedores (58%).

Desafios digitais impulsionam a disrupção do setor

Pouco mais de um quarto das companhias de alta tecnologia (26%) e quase um terço das de manufatura (29%) são líderes em aplicações nativas da nuvem, em comparação com apenas 11% dos bancos, 18% das seguradoras e 22% das empresas de bens de consumo, varejo e distribuição (CPRD). Porém, as prioridades estão mudando como resultado dos desafios digitais. Atualmente, 10%[2] das novas aplicações dos bancos usam uma abordagem nativa da nuvem, enquanto quase metade das seguradoras (47%) e quase um terço das empresas de CPRD (27%) dizem que este modelo compõem uma parte essencial de suas estratégias tecnológicas. Os três grupos – bancos, seguradoras e empresas de CPRD – planejam gastar consideravelmente mais em PaaS em três anos do que hoje (41%, 44% e 41%, respectivamente).

Construindo um negócio nativo da nuvem

Um roteiro claro para a nuvem – incluindo a mudança para o desenvolvimento de aplicações nativas – pode melhorar drasticamente a reputação da TI em todo o negócio e, consequentemente, do CIO. O novo estudo da Capgemini oferece seis recomendações para ajudar os CIOs a transformarem suas organizações em líderes nativas da nuvem:

1. Avaliar o portfólio de aplicações e identificar prioridades para o desenvolvimento nativo de nuvem;
2. Construir credibilidade ao demonstrar um roadmap de nuvem e capacidade de promover crescimento;
3. Começar pequeno, para então escalar o desenvolvimento de uma equipe qualificada;
4. Adaptar o modelo operacional de TI para suportar tanto a agilidade quanto a estabilidade do negócio;
5. Ser pragmático ao selecionar tecnologias;
6. Incubar uma cultura de inovação, colaboração, testes e aprendizagem.

[1] Por “retardatários” referimo-nos às organizações nas quais menos de 10% (ou próximo de 0%) das novas aplicações são construídas usando uma abordagem nativa da nuvem.
[2] 10% é a média de todos os bancos pesquisados, incluindo líderes, adotantes tardios e retardatários.

Metodologia de pesquisa Cloud Native Apps Report

A pedido da Capgemini, a Longitude Research realizou uma pesquisa com 902 profissionais sobre seus pontos de vista em relação ao desenvolvimento de softwares nativos da nuvem e sobre o progresso que suas organizações fazem na adoção dessa abordagem. Os entrevistados foram divididos uniformemente entre executivos de TI e não-TI e se concentraram em 11 países da Europa, das Américas e da Austrália. Os entrevistados são provenientes de uma variedade de setores, com a maioria trabalhando em bancos, seguradoras e em empresas de bens de consumo, varejo e distribuição.
Para baixar o estudo na íntegra, acesse: https://www.capgemini.com/cloudnative.

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Capgemini é nomeada líder em Big Data e Analytics pela NelsonHall

A Capgemini, um dos líderes globais de serviços de consultoria, tecnologia e terceirização, foi posicionada como um líder em Big Data e Analytics pela ferramenta de avaliação de fornecedores da NelsonHall, a NEAT.

De acordo com o levantamento, a Capgemini dispõe de um portfólio de serviços diferenciados e especializados, destacando como pontos fortes do Grupo as ofertas de consultoria, os investimentos em aceleradores (um serviço independente de análise de processos de negócios) e a plataforma Insights as a Service, que, com a aquisição da IGATE, fortaleceu ainda mais o expertise da Capgemini em Big Data e Analytics.

“Estamos muito satisfeitos por termos sido reconhecidos pela NelsonHall como líderes em Big Data e Analytics”, comemorou John Brahim, diretor de Insights & Data da Capgemini. “Acreditamos que o relatório não só valida nossa posição no mercado, como também reitera o nosso compromisso com a jornada dos clientes, ajudando-os a alcançar seus objetivos de negócios com insights obtidos por meio da análise de dados”.

A NelsonHall avaliou provedores e seus serviços de Big Data e Analytics (de um modo geral e em quatro subcategorias), desde a amplitude do portfólio de serviços até o valor de suas soluções proprietárias que funcionam como aceleradores de automação, assim como a relevância das empresas como referência de mercado e a capacidade de entrega (onshore, nearshore e a partir da Índia).

“Serviços de Big Data e Analytics abrangem uma variedade de ofertas maduras, que demandam uma entrega industrializada e um conjunto de novos serviços que requerem mais interações com o cliente, além de uma abordagem consultiva. A Capgemini tem capacidade para atender essas necessidades. A empresa também tem escala, o que é importante para investir em novas ofertas e em sua plataforma de análise de dados, a Insights as a Service”, diz Dominique Raviart, diretor da prática de serviços de TI da NelsonHall.

Esta ferramenta de avaliação da NelsonHall (NEAT) analisa o desempenho de provedores que oferecem serviços de Big Data e Analytics como parte de seu portfólio de serviços de TI. A NEAT permite que os gestores avaliem a capacidade dos fornecedores por meio de uma série de critérios e de situações de negócios. Além disso, identifica empresas que apresentam um melhor desempenho geral e também com foco em Plataformas e Aceleradores; Melhoria Operacional; Novos Modelos de Negócio; e Ganhos de Eficiência.

Com mais de 13 mil profissionais dedicados à prática de Insights & Data, a integração da Capgemini com a IGATE resultou em ganhos econômicos e também na expansão desta oferta global para novas localidades e setores.

Para este relatório, a NelsonHall avaliou 11 provedores de serviços

NEAT Report: Big Data and Analytics Services: Consulting, Workshops, and Platforms

Sobre a NelsonHall

A NelsonHall é a empresa líder em pesquisa e análise global de BPS e ITS. Fundada em 1998, adota uma abordagem global para a análise de provedores e mercados de terceirização e é amplamente respeitada pela qualidade e profundidade de sua pesquisa. Tornar as informações de pesquisa fáceis de usar, detalhadas e objetivas é um tema de interesse para a NelsonHall. Oferece ferramentas de “Speed-to-Source” (incluindo NEAT), que auxiliam a decisão de compra de executivos, poupando tempo e dinheiro, enquanto aumentam a qualidade de suas decisões de contratação.

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Rede varejista House of Fraser compra inovação em TI da Capgemini

A Capgemini, um dos líderes globais em serviços de consultoria, tecnologia e terceirização, anuncia o novo acordo de 15 milhões de libras esterlinas firmado com a House of Fraser, rede de lojas de departamento premium com atuação no Reino Unido e na Irlanda. Por meio do novo acordo de três anos, a Capgemini atuará no centro do ecossistema de TI da varejista, consolidando uma parceria de sete anos entre as duas empresas.

Como parte do novo contrato, a Capgemini ampliará seu atual relacionamento com a rede para suportar a estratégia de simplificação da TI da rede varejista, que já está em andamento. A Capgemini continuará a fornecer infraestrutura de TI e suporte a aplicações, além de serviços adicionais que serão desenvolvidos para viabilizar a inovação que permeará todo ambiente tecnológico da House of Fraser.

O contrato inclui o service desk digital da Capgemini, que proporciona acesso a multicanais móveis, capacitados para solucionar rapidamente problemas de TI, e a nova geração da plataforma de desenvolvimento e manutenção de aplicações (next-gen ADM), orientada a processos de negócios e que funciona a partir de serviços automatizados que geram ganhos de eficiência em todo o ambiente de aplicações da rede varejista. Assim, a Capgemini viabilizará uma gestão mais eficiente de custos por meio da sua ferramenta (e propriedade intelectual) Automation Drive, além de um programa de melhoria contínua de serviços.

“Nós já temos um relacionamento forte e de longa data com a Capgemini, mas ficamos realmente impressionados com a forma como conseguiram abordar esta oportunidade com uma nova perspectiva, demonstrando flexibilidade para apoiar o nosso negócio atual e futuro”, comenta Julian Burnett, CIO da House of Fraser.

“Como um dos nossos principais clientes de varejo, estamos extremamente felizes pela House of Fraser continuar a contar conosco como um dos seus parceiros-chave. Nosso conhecimento do setor varejista, combinado à nossa estratégia de foco no cliente, ajudará a House of Fraser a acelerar sua jornada para transformar seu negócio nos próximos anos. Estamos ansiosos para continuarmos trabalhando juntos”, complementa Tom Thicknesse, líder de Produtos de Consumo e Varejo da Capgemini no Reino Unido.

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