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Machine Learning e Deep Learning transformam máquinas em aliadas na capacitação profissional

Segundo estudo encomendo pela Fujitsu, multinacional japonesa, divulgado no final do ano passado, até 2025 a inteligência artificial (IA) deverá impactar significativamente o ambiente de trabalho, principalmente, em relação ao ambiente físico (como escritórios, por exemplo), que podem sumir nos próximos oito anos. Ainda de acordo com o levantamento, a tendência é que a IA faça com que os colaboradores dediquem-se cada vez mais a tarefas com alto valor agregado para as empresas e menos em funções técnicas e repetitivas, como. Outra pesquisa, desenvolvida pela IDC Research, aponta que, hoje, aproximadamente, 40% da força de trabalho mundial já é mobile.

“Não há como escapar, vivemos cercados por máquinas e o tempo anda cada vez mais escasso. A soma desses fatores reforça a necessidade de dar ao colaborador a liberdade de realizar seus treinamentos quando e onde puderem e, por que não, com a ajuda do seu celular”, comenta o country manager da Learning Tribes do Brasil, Pierre-Jean Quetant.

Para o especialista, duas tecnologias são aliadas dos treinamentos corporativos mobile: o machine learning e o deep learning. Usando o machine learning, é possível liberar módulos de reforço automaticamente aos que passam mais tempo nos mesmos exercícios ou não alcançam determinadas pontuações, para citar alguns cenários. “Se o obstáculo de aprendizado do colaborador for relacionado à forma como o conteúdo é apresentado, ocorre uma adaptação automática – conteúdos escritos passam a ser representados por meio de recursos visuais, por exemplo”, afirma.

Já os algoritmos de deep learning podem ser usados para adaptações de idiomas ou, até mesmo, diferenças sutis na mesma linguagem que variam entre uma região e outra no mesmo território. “Cada colaborador possui dúvidas e necessidades específicas e, à primeira vista, parece desafiador usar sistemas de inteligência artificial para orientar a trilha de aprendizado de cada um deles. Na prática, a proposta é extremamente vantajosa e simples”, diz Quetant.

No entanto, Pierre lembra que mesmo com a tendência ao Home Office e da mobilidade, figuras como o gestor de comunidade jamais serão substituídos por um autômato. “O fator humano é insubstituível e a capacidade de analisar sutilezas em certos detalhes não pode ser reproduzida por máquinas. Community managers, instrutores, designers instrucionais, entre outros profissionais envolvidos em um programa de T&D, são essenciais para mensurar resultados, aplicar melhorias e avaliar os sentimentos e as opiniões dos colaboradores em relação aos conteúdos, além de verificar se o aprendizado é bem assimilado por eles”, finaliza.

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MEC e HUAWEI assinam acordo para capacitação profissional e tecnológica

O Ministério da Educação (MEC) e a Huawei anunciam a assinatura de um Memorando de Entendimento que promove a colaboração estratégica em programas de capacitação profissional, certificação técnica e recomendação de políticas públicas para dar apoio à expansão da infraestrutura tecnológica e à ampliação de oportunidades de emprego com a utilização das tecnologias da informação e comunicação (TICs).

À medida que as TICs ampliam sua participação no produto interno bruto (PIB) e empresas de todos os setores aceleram sua transição para a economia digital, o cultivo de talentos com conhecimento técnico é necessário para a construção de um ecossistema digital sólido e sustentável. De acordo com o Índice Global de Conectividade da Huawei, a formação de talentos é necessária para que as nações emergentes possam reduzir a distância que as separam das economias mais desenvolvidas. Além disso, as TICs são fundamentais para o atingimento da meta número 4 de desenvolvimento sustentável proposto pela Organização das Nações Unidas: educação de qualidade.

A cooperação descrita no Memorando, que possui validade de cinco anos, abrange programas de capacitação e certificação para estudantes e profissionais em TICs, treinamento de instrutores multiplicadores por meio de transferência tecnológica e de conhecimento, adoção de plataformas tecnológicas aplicado ao ensino e construção de ambientes virtuais de aprendizagem.

“O acesso à educação é um direito fundamental do cidadão e o ministério está empenhado em proporcionar e ampliar o acesso a conteúdo e políticas inovadores para que todos os brasileiros tenham acesso ao conhecimento. Agradeço a Huawei por ter proposto iniciativas que colaboram com a qualificação profissional, com ferramentas e recomendações que nos ajudarão a levar a educação de qualidade para mais brasileiros”, afirma o Secretário Executivo Adjunto do MEC, Felipe Sigollo.

Inaugurado em 2003, o Centro de Treinamento da Huawei no Brasil já capacitou mais de 25 mil talentos em TIC em diversas tecnologias como redes de acesso, core, datacenters e transmissão. No âmbito do Programa Seeds for the Future, a empresa realiza parcerias com universidades e instituições de ensino, incluindo o intercâmbio de universitários que recebem treinamento em tecnologias avançadas na sua sede em Shenzhen, na China. O Seeds for the Future já contemplou 40 jovens talentos brasileiros.

“A Huawei está muito feliz em reafirmar sua colaboração com o desenvolvimento social e econômico do Brasil ao compartilhar nosso conhecimento e ferramentas. A educação está no centro da nossa responsabilidade social corporativa e estamos totalmente comprometidos em ampliar investimentos e compartilhar nossa experiência global de liderança em TIC”, afirma Yao Wei, o CEO da Huawei do Brasil.

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