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Matera consolida sua expansão internacional

A Matera, empresa de tecnologia para o mercado financeiro, varejista e de gestão de risco, está consolidando sua expansão internacional e irá inaugurar, em junho, seu primeiro centro de desenvolvimento fora do Brasil. Para isso, a cidade escolhida foi Waterloo, no Canadá.

“A escolha do local se deu pela força de trabalho altamente qualificada e pelo ecossistema de inovação ali presente, que permitirá o nosso desenvolvimento sem grandes barreiras”, conta Alexandre Pinto, diretor de Inovação e Novos Negócios da Matera.

Com a expansão, a empresa espera não se limitar ao território canadense, mas aproveitar todos os diferenciais do país para impulsionar e acelerar a conquista de novos clientes também nos Estados Unidos. Com mais de 30 anos no mercado brasileiro e, desde 2003, exportando para os Estados Unidos, a companhia é referência em inovação em plataformas de open banking, conta digital e pagamentos, combinando a disrupção e rapidez das startups com a experiência de instituições consolidadas.

Com operação sólida, que registrou crescimento de 17% apenas em 2018, a Matera conta com mais de 100 clientes em seu portfólio, entre bancos, varejistas e fintechs, e 500 funcionários distribuídos entre os 4 escritórios – Campinas, São Paulo, Niterói e Maringá. A empresa está se preparando para receber investimentos e, com a expansão, abrirá vagas locais.

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Toronto é escolhida como sede da Collision Tech Conference até 2021

A Collision Tech Conference, um dos eventos de tecnologia que mais vem crescendo e ganhando relevância para o setor na América do Norte, acaba de anunciar que migrará para Toronto, onde realizará suas três próximas edições anuais, após ter passado por Las Vegas e Nova Orleans. Esta mudança aproveita o momento da região de Toronto como centro de inovação e tecnologia, e a força de diversidade e inclusão de Ontário e do Canadá.

Em sua quinta edição, a Collision passou de 5 mil para 25 mil participantes em 2018. Criada pela equipe do Web Summit, o maior e mais influente evento de tecnologia do mundo, a Collision atrai CEOs das maiores empresas do mundo, além de fundadores de startups, investidores e jornalistas de mais de 120 países. A conferência de 2019 será realizada no Centro Enercare, que fica localizado no Exhibition Place, de 20 a 23 de maio de 2019.

“Este é um momento especial para o Canadá e para Toronto”, afirma Paddy Cosgrave, CEO da Web Summit. “Há tanta energia na cidade, uma atmosfera tão aberta, cosmopolita e global. Grandes empresas estão sendo iniciadas e talentos incríveis estão saindo da região”, completa.

Para que esta parceria fosse concluída, o governo federal, da província e também municipal, em conjunto com a Tourism Toronto e o Exhibition Place, se uniram para colaborar com o projeto. Espera-se que 90 mil participantes venham a Toronto durante as próximas três conferências, gerando um impacto econômico de C$ 147 milhões.

A região de Toronto concentra a maior concentração de empresas de tecnologia do Canadá e a terceira maior da América do Norte. O setor emprega 401 mil pessoas em 18 mil empresas. O crescimento do setor de tecnologia regional ultrapassou o de Nova York e São Francisco, combinados, em 2016. Com base nessa taxa de crescimento, Toronto terá mais empregos tecnológicos do que o Vale do Silício dentro de dois anos.

“Com uma rica história de inovação, Ontário é o local ideal para a conferência Collision. Temos institutos importantes de inteligência artificial e computação quântica, e nossa cultura de startup é de alto nível, com incubadoras em praticamente todas as universidades e faculdades. A Collision de 2019 será como nenhuma outra e estamos ansiosos para mostrar ao mundo o que Ontário tem a oferecer”, comemora Reza Moridi, Ministro de Pesquisa, Inovação e Ciência da província.

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Próxima geração da internet sem fio recebe apoio canadense

Imagine um mundo em que você começa o dia bem porque sua geladeira identificou a quantidade de comida que você tem e pediu itens de reposição para você. Seu trajeto é mais seguro e produtivo porque você está em um carro autônomo. Você pode navegar facilmente pelo tráfego em uma cidade inteligente, o pagamento dos pedágios é feito automaticamente e é mais fácil encontrar um bom local para estacionar.

À medida que aumenta a demanda por coisas conectadas, nossa infraestrutura de tecnologia sem fio precisa acompanhar o ritmo. É por isso que estamos prestes a ver uma mudança da tecnologia sem fio de quarta geração para a de quinta geração (5G) – um avanço que promoverá um enorme potencial de inovação.

O Governo do Canadá, juntamente com as províncias de Ontário e Quebec, anunciou a primeira parceria público-privada destinada a aumentar o crescimento econômico impulsionado pela tecnologia 5G. O ENCQOR (sigla em inglês para Evolução de Serviços em Rede através de um Corredor em Quebec e Ontário para Pesquisa e Inovação) prevê investir C$ 400 milhões nos próximos 5 anos para o desenvolvimento de novos padrões de telecomunicação, necessários para comportar o grande volume de dados que serão gerados a partir de agora – estima-se, por exemplo, que o tráfego de dados móveis deverá aumentar sete vezes entre 2016 e 2021.

O projeto será liderado por cinco grandes corporações de tecnologia digital global (Ericsson, Ciena Canada, Thales Canada, IBM Canada e CGI), que serão responsáveis por metade da verba prevista pelo projeto. Os governos, por sua vez, dividirão igualmente o restante do investimento, no valor de C$ 200 milhões, contando com o apoio do Fundo Estratégico de Inovação do Governo do Canadá, estimado em C$ 1,26 bilhão.

O setor de tecnologia da informação e comunicação (TIC) é uma parte importante da economia canadense, contribuindo com C$ 76 bilhões para seu PIB em 2017. E possui um potencial ainda maior, como afirma Reza Moridi, Ministro de Pesquisa, Inovação e Ciência de Ontário. “Esta iniciativa para apoiar o desenvolvimento do 5G vai ajudar a capitalizar nosso vasto potencial da tecnologia de comunicações de alta velocidade para expandir horizontes, acelerar a inovação e transformar a maneira como todos nós vivemos e fazemos negócios”, explica.

Os governos, as pequenas e médias empresas e os acadêmicos colaborarão no desenvolvimento de tecnologia 5G por meio de instalações e laboratórios de pesquisa conectados localizados nas duas principais províncias canadenses. Essa estrutura fornecerá acesso a tecnologias avançadas, como redes de banda larga programáveis, Internet das Coisas, fotônica em silício, análise de big data e computação em nuvem.

A tecnologia 5G tem velocidades de download até 100 vezes mais rápidas do que a 4G atual. O ENCQOR fornecerá aos canadenses a capacidade de inovar testando seus produtos e serviços em equipamentos 5G. Os recursos desenvolvidos por meio do ENCQOR permitirão que as empresas aumentem seu nível de competitividade – estima-se que 1.000 pequenas e médias empresas poderão se conectar à plataforma 5G para acessar a pesquisa e a tecnologia que as ajudarão a inovar e criar mais de 4.000 empregos.

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Ontário, no Canadá, fornece infraestrutura digital para desenvolver novas tecnologias

A província canadense de Ontário está investindo C$ 63 milhões no Next-Generation Network Program (Programa da Rede de Próxima Geração) em parceria com o Centro de Excelência em Redes de Próxima Geração – consórcio de líderes da indústria e universidades, incluindo Cisco, Huawei, Invest Ottawa, Nokia, TELUS e, ainda, os Centros de Excelência de Ontário.

O aporte criará infraestrutura de rede com a largura de banda necessária para apoiar o desenvolvimento de novos produtos em áreas emergentes como inteligência artificial, 5G e veículos autônomos.

“Este investimento apoia a infraestrutura crítica para a economia do futuro. Ele ajudará nossas empresas de tecnologia a desenvolver novos produtos, gerar empregos e competir globalmente, fortalecendo a posição de Ontário como um importante centro de tecnologia”, afirma Steven Del Duca, Ministro de Desenvolvimento Econômico e Crescimento de Ontário, durante o avento de anúncio da parceria ocorrido em Ottawa.

Com este projeto, uma rede de computadores de alta velocidade será construída para conectar dezoito Centros Regionais de Inovação de Ontário com a indústria e as universidades por meio da infraestrutura de nuvem, permitindo que todos compartilhem recursos e serviços de alto nível remotamente. Além disso, a iniciativa permitirá às pequenas e médias empresas, governos e instituições de ensino superior de toda a província desenvolver e testar softwares e serviços para acelerar a comercialização de novas tecnologias.

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Toronto sediará hub global de inovação urbana da Alphabet

A SideWalk Labs, empresa do grupo Alphabet e que atua na promoção de cidades mais inteligentes, eficientes e adequadas para os cidadãos, junto a Google e outras corporações que estão na vanguarda da revolução tecnológica no mundo, acaba de firmar parceria inédita com o Waterfront Toronto, organização responsável pela administração e revitalização da zona portuária da principal cidade da província de Ontário, no Canadá.

O projeto, chamado “SideWalk Toronto”, se propõe a pensar e implementar na região dos portos ao leste da cidade tecnologias que apoiem um desenvolvimento urbano sustentável, conectado e focado nas pessoas. A SideWalk Labs se comprometeu a investir US$ 50 milhões na região, que conta com 350 hectares. A Waterfront Toronto, por sua vez, recebeu C$ 1,25 bilhão em investimentos dos governos municipal, provincial e federal, destinados a melhoria de infraestrutura da comunidade.

A partir do próximo ano tem início o planejamento e processo de consulta pública que debaterá as inovações a serem implantadas em áreas como mobilidade, moradia, economia e governança local, lazer, destinação de resíduos, energia e segurança, entre outros temas.

Esse é um importante passo para testar novas tecnologias e pensar em um modelo de desenvolvimento urbano sustentável, que servirá como exemplo para ser reproduzido em larga escala globalmente.
Saiba mais em: Sidewalk Toronto

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Vancouver Startup Week 2017 apresenta startups promissoras do Brasil

Davi Neves, Olivia Parnayba e Felipe ‘Phil’ Neuwald do Pronto Rush

Cinco startups brasileiras começaram neste mês uma programação intensiva de três semanas de treinamentos, workshops, visitas técnicas e encontros com investidores nas cidades de Vancouver e Montreal, no Canadá. A seleção para a edição do LEAP International 2017 foi realizada pela aceleradora Launch Academy, em parceria com a international venture builder brasileira-canadense Dream2B, e é o único programa de aceleração feito exclusivamente para empresas brasileiras no Canadá.

Na próxima semana, do dia 25 a 29 de setembro, acontecerá uma das etapas da aceleração, que é a participação das empresas no Vancouver Startup Week, evento com diversos empresários, desenvolvedores, investidores e líderes comunitários para celebrar um dos pólos tecnológicos mais importantes do mundo. As startups com operação no Brasil estão com a data de apresentação agendada para o dia 27 de setembro, no consulado brasileiro do Canadá.

Um exemplo é a Pronto Rush, startup norte-americana fundada por empreendedores brasileiros e com operação inicial em Brasília, selecionada para o LEAP International 2017 como uma das cinco startups promissoras em atuação no Brasil. A iniciativa é conectar negócios locais a motoristas para entregas imediatas e sob demanda, gerando maior autonomia e renda aos entregadores, ao mesmo tempo que os estabelecimentos passam a economizar com frotas fixas. “O Canadá tem uma atmosfera muito propícia à colaboração e inovação. O aprendizado e o relacionamento com empreendedores, investidores e todo o ecossistema de startups que estamos vivenciando aqui é de extrema importância para continuar impulsionando o crescimento da Pronto Rush e, consequentemente, entregando uma melhor qualidade de serviços de entrega sob-demanda de última milha no Brasil”, conta Felipe ‘Phil’ Neuwald, founder e CEO da Pronto Rush.

Outro ponto importante da aceleração está na última semana, que levará as startups de Vancouver a Montreal para um evento com mais de 500 investidores que acompanharão as novidades do mercado e estarão em contato direto com as empresas presentes.

Segundo Regina Noppe, co-fundadora e CEO da Dream2B, a quantidade de empreendedores que procuram a sua consultoria em busca de programas de aceleração de seus negócios registrou grande aumento. “Após sinalizações de mudanças no processo de imigração de profissionais altamente especializados e empreendedores dos Estados Unidos, o Canadá tem se mostrado uma alternativa viável e de extrema importância para o desenvolvimento de tecnologia e inovação na América do Norte”, conclui.

Vancouver acaba de ser eleita a melhor cidade do mundo para começar uma startup, de acordo com o StartUp City Index, ranking da consultoria inglesa PeoplePerHour. Entre os fatores determinantes da escolha, a alta qualidade de vida, a disponibilidade de espaços empresariais e a facilidade para fazer um novo negócio decolar.

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Startups brasileiras participam de programa de aceleração no Canadá

Nove empresas brasileiras foram selecionadas para participar da segunda edição do LEAP International, programa de aceleração exclusivamente para empresas brasileiras no Canadá, na aceleradora Launch Academy em parceria com a empresa Dream2b, onde deverão passar por treinamentos, workshops, visitas técnicas e encontros com investidores em Vancouver, na Colúmbia Britânica canadense, além também da participação especial no evento anual dos investidores da NACO, em Montreal, e se conectarem com +500 investidores internacionais.

A SysMiddle, especializada em Integração de Sistemas, foi uma das startups selecionadas para participar do programa, a qual foi fundada pelos empreendedores Sergio Fontana Jr. e Samanda Jentig, possuindo uma plataforma SaaS para automatizar e facilitar as integrações de dados e sistemas empresariais, em uma arquitetura flexível e escalável, permitindo responder mais rapidamente ao tempo de mercado.

Segundo a empreendedora Samanda, uns dos principais motivos que levaram a escolha da SysMiddle, foi o alto potencial de mercado e crescimento em tão pouco tempo, onde de acordo com a Grand View Research Inc., o mercado de integrações deverá atingir US$ 393,10 bilhões até 2020.

Uma das melhores aceleradoras do Canadá, a Launch Academy se tornou referência mundial, realizando a aceleração de mais de 500 startups, assim levantando mais de US$ 900 milhões e gerando cerca de 1000 empregos em todo o mundo.

A ideia é impulsionar os negócios das startups que querem se tornar globais a partir do Canadá, expandindo para América do Norte no curto prazo, com mentorias especializadas em diversas áreas e aproximação com contatos estratégicos, isso é o que explica Regina Noppe, cofundadora e CEO da Dream2B, International Venture Builder especializada em internacionalização e organizadora do programa.

As startups selecionadas foram as seguintes:

SysMiddle Technology – plataforma para Integração de Sistemas;

Eruga – soluções tecnológicas educacionais imersivas;

Lady Driver – app que conecta passageiras a motoristas do sexo feminino;

LiteLims– software para Gerenciamento de Laboratórios;

Topic Play – plataforma de livros-jogos e revistas-jogos;

Pronto Rush – plataforma de logística, realiza entregas imediatas;

Safetest – soluções para a saúde humana e animal;

Puzzes Dynamics – impressoras 3D diferenciadas;

Shawee – plataforma de automação de hackathons;

Este é o primeiro passo da nova fase da SysMiddle, que pretende alcançar novos mercados e horizontes.

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Finep e NRC lançam chamada conjunta para apoio a desenvolvimento de produtos diagnósticos

A Finep e o Conselho Nacional de Pesquisa do Canadá (NRC) lançaram na segunda-feira, 28 de agosto, a primeira chamada pública conjunta para financiar projetos de desenvolvimento de produtos diagnósticos para a saúde humana. As pesquisas devem ser executadas de forma cooperativa entre empresas canadenses e Instituições de Pesquisa Científica e Tecnológica (ICTs) brasileiras associadas a empresas também brasileiras. A Finep disponibilizará até R$ 2 milhões e a agência canadense, até $ 1 milhão de dólares canadenses, na modalidade não reembolsável.

Entre as atividades financiáveis estão: pesquisa e desenvolvimento dos produtos diagnósticos (incluindo desenvolvimento tecnológico, obtenção de protótipo e validação); registro; e transferência para produção. Os dois últimos serão apoiados apenas pela Finep. São considerados produtos diagnósticos, segundo o edital, reagentes, padrões, calibradores, materiais, artigos e instrumentos, junto com as instruções para seu uso.

A chamada está dividida em duas fases. Na primeira, os consórcios internacionais deverão enviar, até 27 de novembro deste ano, o formulário conjunto publicado na página do edital. Depois de uma avaliação feita pelas duas instituições, os selecionados terão que apresentar seu pedido de financiamento à agência de seu país.

Na segunda etapa, que se encerra no dia 19 de fevereiro de 2018, Finep e NRC vão avaliar separadamente os projetos recebidos, de acordo com os critérios utilizados usualmente por cada instituição, incluindo suas próprias políticas operacionais e respectivas leis e regulamentos nacionais. O resultado final será divulgado no dia 30 de abril de 2018.

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Fhinck é escolhida para programa de intercâmbio de startups do Google no Canadá

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A Fhinck, startup que usa inteligência artificial para elevar a produtividade das empresas, foi selecionada pelo Google para um programa de uma semana em Waterloo, próximo a Toronto, no Canadá. Por meio deste programa, que acontecerá de 19 a 23 de junho, o time da Fhinck terá acesso pleno ao ecossistema da região de Toronto e Waterloo.

Os benefícios incluem mentoria intensiva de líderes seniores dos times de marketing, vendas e engenharia do Google, e conexão a investidores, experts em machine learning, pesquisadores em inteligência artificial e grandes empresas por meio do programa de inovação corporativa do Communitech.

O programa Google For Entrepreneurs Exchange 2017 é oferecido em parceria com a Communitech, um centro de inovação que apoia e fomenta uma comunidade de mais de mil empresas a partir de Waterloo. O seu objetivo é conectar os fundadores de todo o mundo a uma rede de hackers, investidores, executivos e CEOs de empresas de tecnologia.

Por meio dele, a Fhinck poderá avaliar como as soluções de machine learning do Google podem ser incorporada ao Push to Optimization, software que identifica todas as oportunidades de otimização operacional em processos de back office. “Será muito bom rever nossos parceiros e novamente compartilhar boas práticas com quem mais entende de bigdata“, afirma Claudio Ferreira, cofundador da Fhinck.

Do Brasil, além da Fhinck, foram escolhidas as startups Nama e Gupy.

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Grupo Fleury participa de missão de negócios no Canadá

A gerente de Pesquisa & Desenvolvimento do Grupo Fleury, Ana Claudia Rasera, encontra-se em Ontário, no Canadá, onde permanece até o dia 7. O objetivo da viagem é, junto a um grupo de representantes de empresas líderes no setor de saúde do Brasil, conhecer o ambiente de empreendedorismo e inovação da província. Em Ontário está baseada a maior comunidade de Ciências da Vida no Canadá, sendo responsável por mais de 50% da atividade econômica em Saúde no país e 51% dos gastos com pesquisa e desenvolvimento nesse setor.

A comitiva será acompanhada por Todd Barrett, cônsul comercial da província canadense. Fazem parte da programação os eventos do ‘Toronto Health Innovation Week’ e reuniões em importantes laboratórios, centros de pesquisa e aceleradoras, como o MaRS Health – que tornou Ontário referência mundial em áreas como genoma humano, oncologia, neurologia e medicina regenerativa.

“Vamos conhecer, aprender e identificar oportunidades de parcerias com muitas empresas e startups que têm a inovação na área médica e farmacêutica em seu DNA”, comenta Ana Claudia, que assumiu a gerência de P&D do Grupo Fleury em maio de 2016. Graduada em Farmácia e Bioquímica pela Universidade de São Paulo (USP), possui doutorado em Bioquímica pela mesma instituição, pós-doutorado pelo Memorial Sloan Kettering Cancer Center e MBA em Gestão de Negócios pela FIA. Antes de integrar a equipe do Grupo Fleury foi cofundadora e diretora de Operações da Alellyx S.A., gerente de Desenvolvimento de Biotecnologia na DuPont, e acumula experiência como docente e pesquisadora em Bioquímica e Biologia Molecular na USP.

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Ontário investe em novo laboratório de P&D em Ottawa

Província gera empregos ao investir no setor de tecnologia da informação

Ontário acaba de firmar uma parceria com a Qlik, empresa de software de visualização de dados e inteligência de negócios, para investir em tecnologia e aumentar seus negócios, gerando mais de 100 novos postos de trabalho.

A Qlik abrirá, em Ottawa, um laboratório focado no desenvolvimento de softwares para computação em nuvem, análise e inteligência de negócios. A nova instalação, que receberá US$ 1,5 milhão do Eastern Ontario Development Fund, será o primeiro centro de pesquisa e desenvolvimento da empresa no Canadá. No total, o investimento deve atingir mais de US$ 22 milhões e tem será concluído até dezembro de 2019.

De acordo com Mike Potter, vice-presidente Sênior de Engenharia Global da Qlik, a empresa escolheu a província em razão de sua relevância internacional. “Estamos satisfeitos com a parceria com o governo de Ontário neste projeto. Com a sua proximidade com o mercado dos EUA, mão de obra qualificada, qualidade de vida e incentivos governamentais, Ottawa é o local perfeito. Estamos confiantes de que a nossa presença e compromisso com Ottawa irão desempenhar um papel importante na oportunidade que a Qlik tem para evoluir e continuar a revolucionar o mercado de software empresarial”, afirma.

Incentivo à inovação

O Eastern Ontario Development Fund ajuda a gerar empregos e diversificar a economia, incentivando as empresas regionais a buscar inovação e novos mercados. O fundo foi o modelo para o bem-sucedido Southwestern Ontario Development Fund. Desde 2013, estes dois fundos criaram e mantiveram mais de 32.100 empregos e atraíram cerca de US$ 1,58 bilhão em investimentos.

Nos últimos cinco anos, Ontário investiu cerca de US$ 400 milhões de reais, baseando-se na inovação para catalisar o crescimento empresarial de seu mercado. Os fundos cobrem até 15% dos custos dos projetos de empresas de diferentes segmentos, como manufatura avançada, processamento de alimentos, ciências da vida, tecnologia da informação e comunicação, turismo e indústrias culturais.

“Estamos muito felizes que a Qlik esteja trazendo a sua primeira instalação de Pesquisa e Desenvolvimento no Canadá para Ottawa. Empresas como a Qlik estão aumentando a nossa economia baseada no conhecimento, gerando bons empregos e buscando inovações que irão ajudá-las a manter-se competitivas na economia global”, finaliza Brad Duguid, Ministro do Desenvolvimento Econômico e Crescimento de Ontário.

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VanHackathon acontece nos dias 21 a 23 de outubro e vai conectar profissionais de design e programadores de TI a empresas no Canadá

A VanHack, empresa canadense que ajuda brasileiros a trabalhar no mercado digital do país da América do Norte, promove nos dias 21, 22 e 23 de outubro, a 2ª edição do VanHackathon, de forma virtual.

Com o objetivo de promover a imigração de novos talentos interessados em trabalhar fora do Brasil e ter uma carreira promissora no país, o VanHackathon vai conectar profissionais de design e programadores de TI a empresas no Canadá que estão à procura de jovens com essas habilidades e funções para fazer parte da equipe.

“Devido à grande procura e o sucesso que tivemos durante o primeiro evento, decidimos promover a 2ª edição. Nosso objetivo é alcançar o maior número de especialistas no setor que não tiveram a oportunidade de se inscrever da última vez. Nós pretendemos receber mais de 10 mil profissionais e queremos ser o segundo maior hackathon do mundo”, afirma Ilya Brotzky, CEO da VanHack.

Na primeira edição, o VanHackathon reuniu aproximadamente 20 empresas, dentre elas Hootsuite e Shopify e contou com mais de 946 participantes distribuídos em 64 times, com a duração de 54 horas. Durante a ocasião, foram realizados mais de 267 projetos, 26 entrevistas de emprego e enviadas aproximadamente 36 mil mensagens aos representantes de cada área. Como resultado do evento, sete pessoas foram contratadas pelas empresas canadenses.

Devido a atual situação financeira e política do Brasil, nos últimos anos houve um aumento expressivo no número de pessoas interessadas em trabalhar fora do país. De acordo com a Receita Federal e o Fisco, o número de declarações de imigração qualificada aumentou em 67% de 2011 para 2015. Em 2011, a Receita Federal recebeu em torno de 8 mil declarações, em média 21 para cada dia do ano. Já em 2015, foram 13 mil, com uma média diária de 36.

O evento custará CAD$ 10/mês para os profissionais participarem dessa interação e ter acesso a cursos, consulta pelo Linkedin, Webinars e vídeos semanais que fazem parte dos conteúdos disponíveis no pacote Pro da VanHack. Quem optar por pagar CAD$ 65/mês pelo pacote Premium, contará com uma equipe de especialistas da empresa para auxiliar na capacitação e ingresso no mercado de trabalho canadense, suporte na criação do currículo, quatro horas de entrevistas por semana que será realizada em inglês, apresentações e vídeos exclusivos feitos pelo time da empresa.

“Queremos unir a demanda e a necessidade do Canadá em buscar profissionais qualificados para vagas em aberto nas empresas de tecnologia com a atual situação econômica do Brasil e o alto número de pessoas que estão a procura de novas oportunidades de trabalho. Nosso objetivo é proporcionar novas experiências e ajudar a aumentar o círculo de networking entre as duas partes”, finaliza Brotzky.

A segunda edição do VanHackathon será apresentada em inglês com o objetivo de mostrar as habilidades para as empresas canadenses participantes. As inscrições podem ser feitas aqui.

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Startup Dinneer é selecionada por aceleradora no Canadá e visa mercado global

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O Dinneer.com, plataforma brasileira de jantares compartilhados foi selecionado pela Launch Academy, aceleradora canadense para fazer parte de um projeto voltado exclusivamente para oito startups brasileiras. A canadense já foi responsável pela aceleração de mais de 400 startups, levantando mais de US$80 milhões e criando mais de 800 empregos em todo o mundo.

O projeto, chamado “LEAP International”, selecionou dentre o mercado de startups brasileiras oito com potencial para desenvolvimento de seus negócios: a aceleração, como define Flavio Estevam, CEO do Dinneer, “é uma forma de impulsionar a startup em curto prazo, através de mentorias de especialistas em diversas áreas do negócio”. A aceleração consiste em um programa de dois meses, e o Dinneer receberá aporte de investidores privados durante o período.

O CEO da Launching Academy, Walia, avisa aos novos empreendedores que “conquistar recursos quando a empresa ainda é um embrião está ficando cada vez mais difícil. Os investidores estão buscando cada vez mais startups já com um mercado consolidado para expandir os negócios”.

É aí que entra o Dinneer: Flavio afirma que um dos resultados previstos é quadruplicar a presença da empresa no mercado internacional, passando a atuar, até dezembro em 100 países. “Esta seleção é um reconhecimento do trabalho que temos feito” continua o empreendedor “já provamos que a economia compartilhada é o futuro e que há um mercado promissor em jantares compartilhados”, referindo-se ao 1º Festival de Gastronomia Digital no mundo, organizado pela start-up em julho deste ano.

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VanHack promove 2ª edição do VanHackathon e pretende receber mais de 10 mil profissionais

A VanHack, empresa canadense que ajuda brasileiros a trabalhar no mercado digital do país da América do Norte, promove nos dias 21, 22 e 23 de outubro, a 2ª edição do VanHackathon, de forma virtual.

Com o objetivo de promover a imigração de novos talentos interessados em trabalhar fora do Brasil e ter uma carreira promissora no país, o VanHackathon vai conectar profissionais de design e programadores de TI a empresas no Canadá que estão à procura de jovens com essas habilidades e funções para fazer parte da equipe.

“Devido à grande procura e o sucesso que tivemos durante o primeiro evento, decidimos promover a 2ª edição. Nosso objetivo é alcançar o maior número de especialistas no setor que não tiveram a oportunidade de se inscrever da última vez. Nós pretendemos receber mais de 10 mil profissionais e queremos ser o segundo maior hackathon do mundo”, afirma Ilya Brotzky, CEO da VanHack.

Na primeira edição, o VanHackathon reuniu aproximadamente 20 empresas, dentre elas Hootsuite e Shopify e contou com mais de 946 participantes distribuídos em 64 times, com a duração de 54 horas. Durante a ocasião, foram realizados mais de 267 projetos, 26 entrevistas de emprego e enviadas aproximadamente 36 mil mensagens aos representantes de cada área. Como resultado do evento, sete pessoas foram contratadas pelas empresas canadenses.

Devido a atual situação financeira e política do Brasil, nos últimos anos houve um aumento expressivo no número de pessoas interessadas em trabalhar fora do país. De acordo com a Receita Federal e o Fisco, o número de declarações de imigração qualificada aumentou em 67% de 2011 para 2015. Em 2011, a Receita Federal recebeu em torno de 8 mil declarações, em média 21 para cada dia do ano. Já em 2015, foram 13 mil, com uma média diária de 36.

O evento custará CAD$ 10/mês para os profissionais participarem dessa interação e ter acesso a cursos, consulta pelo Linkedin, Webinars e vídeos semanais que fazem parte dos conteúdos disponíveis no pacote Pro da VanHack. Quem optar por pagar CAD$ 65/mês pelo pacote Premium, contará com uma equipe de especialistas da empresa para auxiliar na capacitação e ingresso no mercado de trabalho canadense, suporte na criação do currículo, quatro horas de entrevistas por semana que será realizada em inglês, apresentações e vídeos exclusivos feitos pelo time da empresa.

“Queremos unir a demanda e a necessidade do Canadá em buscar profissionais qualificados para vagas em aberto nas empresas de tecnologia com a atual situação econômica do Brasil e o alto número de pessoas que estão a procura de novas oportunidades de trabalho. Nosso objetivo é proporcionar novas experiências e ajudar a aumentar o círculo de networking entre as duas partes”, finaliza Brotzky.

A segunda edição do VanHackathon será apresentada em inglês com o objetivo de mostrar as habilidades para as empresas canadenses participantes. As inscrições podem ser feitas aqui.

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Indústria 4.0: a digitalização da fabricação – Por Todd Barrett

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Mais do que apenas uma palavra da moda, a Indústria 4.0 (às vezes rotulada de Internet Industrial das Coisas) descreve o que muitos se referem como a quarta revolução industrial. Em nosso dia a dia já estamos vendo muitos exemplos de fábricas inteligentes e digitais e ainda há muito mais por vir.

A Indústria 4.0 representa a soma de muitas inovações, de sensores e análise de big data a redes de comunicações e serviços em nuvem. Ela é muitas vezes descrita como a digitalização da fabricação, na qual os sistemas ciberfísicos podem se comunicar constantemente uns com os outros, com os bens que eles produzem e/ou com as pessoas que os executam. Além disso, estes sistemas podem ensinar a si próprios a se adaptar às condições, encomendar as suas próprias peças e, até mesmo, planejar sua própria manutenção e reparos.

No centro desse movimento está a cena robótica, que passou por sua própria evolução. Os primeiros robôs da década de 1950 tinham controles numéricos que permitiam a execução de movimentos repetitivos, confiáveis e simples. A “Robótica 2.0” chegou em 1980 e a integração permitiu que os robôs fizessem funções mais abrangentes, como soldagem ou pintura de carros em uma linha de montagem, corte de metal, ou até mesmo seleção e embalagem.

Muitos anos depois, em 2010, a detecção inteligente permitiu que os sistemas enxergassem, o que possibilitou a melhoria da precisão das operações, a redução do tempo de comercialização e, no geral, uma movimentação mais rápida e eficiente. A Robótica 4.0 permite que os sistemas se conectem e colaborem com facilidade e segurança com outros robôs e seres humanos para completar o trabalho e resolver problemas de forma criativa.

Alcançar o nível de funcionalidade e sofisticação necessárias em um mundo de Indústria 4.0 não é um trabalho que pode ser tratado isoladamente. Existe agora uma rede de grande alcance, e em constante crescimento, de parceiros envolvidos na defesa da causa. Eles incluem comunidades de startups, agências governamentais, fornecedores de engenharia e serviços de TI e laboratórios de pesquisa e desenvolvimento.

A Festo Canada, fabricante mundial de soluções de automação para fábricas e controle de processos, com sede em Ontário, é um bom exemplo de empresa no centro do ecossistema de parceiros. Isso porque a tecnologia avançada está se tornando vital para a sobrevivência competitiva. E as empresas e a ciência devem ser parcerias para alcançar a Indústria 4.0.

A empresa atua em parceria com startups de alta tecnologia e com uma forte rede regional de expertise de TI, automação, manuseio de materiais e robótica, além de utilizar a rede educacional da região, que está desenvolvendo habilidades para atender às demandas desse novo mundo de fabricação avançada – de programação e desenvolvimento a monitoramento e manutenção.

É tudo muito oportuno, dadas as mudanças que ocorrem nos mercados industriais. E isso é importante. Afinal, esta é uma revolução.

*Todd Barrett é cônsul comercial de Ontário, Canadá, no Brasil

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Ontário, no Canadá, ajuda empresas a levar novas tecnologias para mercados globais

A província de Ontário, no Canadá, acaba de firmar uma parceria com a IBM Canadá e o Ontario Centres of Excellence (OCE) para ajudar até 500 pequenas e médias empresas (PMEs) a adotarem tecnologias da próxima geração e competirem no mercado global.

A região vai investir cerca de US$ 22 milhões, por meio do Jobs and Prosperity Fund, no Projeto IBM Innovation Incubator (I3). O Projeto I3 vai ajudar as PMEs a agilizar o lançamento de novas tecnologias e produtos para clientes internacionais e desenvolver ainda mais a economia do conhecimento da província. A iniciativa deverá alavancar mais de US$ 410 milhões em investimentos do setor privado e criar até 2.600 postos de trabalho.

“Nosso governo se orgulha de apoiar esta colaboração única e de ponta, que reduzirá as barreiras para as PMEs aproveitarem a expertise e tecnologia da informação da IBM. Combinar esse acesso com a expertise do OCE na execução eficiente de programas fará com que o Projeto I3 seja um grande exemplo de como ajudar as nossas empresas a estimular a inovação, aumentar a produtividade e conectar-se a novos mercados ao redor do mundo”, diz Reza Moridi, Ministro da Pesquisa e Inovação de Ontário.

As empresas participantes poderão aproveitar os recursos técnicos da IBM, incluindo tecnologia de negócios cognitivos e uma plataforma de desenvolvimento baseada em nuvem, bem como o seu espaço físico e rede de clientes para reduzir o custo de desenvolvimento de novas tecnologias. O OCE, que tem o objetivo de trabalhar com a indústria, universidades e governo para estimular a inovação liderada por empresas, vai supervisionar as operações do Projeto I3 e coordenar parcerias com a indústria.

Sobre Ontário, Canadá

O ambiente corporativo de Ontário, no Canadá, é projetado para o sucesso global. Ontário é um eficiente núcleo para comércio e investimentos internacionais. Oferece acesso direto ao mercado norte-americano de mais de US$ 17 trilhões, possui uma força de trabalho multicultural, regulamentações bem projetadas, um clima de investimentos de baixo risco, custos corporativos competitivos e uma ótima qualidade de vida. Empresas que são líderes mundiais em vários setores, incluindo automotivo, aeroespacial, biotecnologia, TIC, tecnologias de água, serviços financeiros e mineração já investiram bilhões para abrir ou ampliar suas operações em Ontário. Essas companhias vêm aproveitando as vantagens competitivas de Ontário para desenvolver tecnologias, produtos e serviços inovadores para os mercados globais. Entre as principais empresas com presença em Ontário figuram Honda, Magna, Sodexo, Alcatel-Lucent, AXA, DuPont, MDS, Sanofi pasteur, GlaxoSmithKline, Teva, IBM e Dell. Ontário tem uma população de mais de 13 milhões de pessoas (a maior do Canadá) e gera 37% do PIB canadense.

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Ontário, no Canadá, investe US$100 milhões em tecnologia limpa e eficiência energética

A província de Ontário, no Canadá, está investindo cerca de US$ 100 milhões do Ontario Green Investment Fund, em projetos que vão reduzir as emissões de gases de efeito estufa, aumentar a eficiência energética e apoiar a inovação de tecnologia limpa. A ação faz parte da nova estratégia de mudança climática da província.

A província canadense vai investir US$ 74 milhões em uma iniciativa de inovação de tecnologia limpa, que vai ajudar a reduzir a poluição de gases de efeito estufa, incentivando grandes plantas industriais a adotar tecnologias de ponta, enquanto apoia os empresários no desenvolvimento de soluções criativas. Para esta iniciativa, o governo está firmando uma parceria com o Ontario Centres of Excellence, que promovem o desenvolvimento da economia de Ontário ajudando a criar novos empregos, produtos, serviços, tecnologias e negócios.

O governo também está investindo US$ 25 milhões em um programa de eficiência energética Green Smart para ajudar as pequenas e médias empresas a reduzir as emissões e se tornarem mais eficientes em termos de energia. O programa será oferecido pela Canadian Manufacturers & Exporters, a maior associação de comércio e indústria do Canadá.

“Nosso governo está adotando medidas para parar a mudança climática, ajudando o nosso setor de negócios a criar prosperidade e empregos para hoje e para o futuro. Por meio destes dois novos programas, nós vamos ajudar a reduzir as emissões de gases de efeito estufa, promovendo tecnologias inovadoras e revolucionárias que vão melhorar a produtividade e garantir o futuro econômico “, diz Kathleen Wynne, Premier de Ontário.

Em apenas 10 anos, Ontário tornou-se líder norte-americana no desenvolvimento, uso e fabricação de energia limpa. O novo Green Investment Fund de US$ 325 milhões de Ontário aloca verbas para projetos que combatem as mudanças climáticas, enquanto desenvolve a economia e cria empregos. Estes investimentos vão ajudar a transformar a maneira como população vive, move-se, trabalha e se adapta ao ambiente através da construção de comunidades fortes e sustentáveis.

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Paraná estreita relações comerciais com o Canadá na área de TI

Acordo foi assinado pelo vice-presidente da Fiep, Rommel Barion, e pelo vice-presidente da GTMA, Gerald Pisarzowski (Foto Gilson Abreu)

A Federação das Indústrias do Paraná (Fiep) assinou na última sexta-feira (29) uma carta de intenções com o Greater Toronto Marketing Alliance (GTMA), entidade que representa a chamada Greater Toronto Área (GTA), maior região metropolitana do Canadá, com mais de 6 milhões de consumidores e 100 mil empresas.
O documento, que estabelece uma aliança entre as duas instituições para intercâmbio tecnológico e promoção comercial, foi assinado pelo vice-presidente da Fiep e coordenador do Conselho Temático de Comércio Exterior, Rommel Barion, e pelo vice presidente da GTMA, Gerald Pisarzowski. Uma das primeiras ações desta nova etapa nas relações entre a Fiep e a GTMA é a vinda de uma missão empresarial do Canadá ao Paraná em outubro próximo.
A assinatura da carta de intenções vem coroar um trabalho que se iniciou em 2010 com a prospecção da GTMA de negócios no Paraná. Na ocasião, o Centro Internacional de Negócios (CIN) da Fiep promoveu uma apresentação do potencial econômico e das oportunidades comerciais do Estado.
Como desdobramento deste primeiro contato, em 2011 uma comitiva canadense liderada pela prefeita da cidade de Mississauga, Hazel McCallion, foi recebida pela Fiep para conhecer mais sobre o potencial do Paraná para negócios. Foram visitadas na ocasião empresas da área de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC). “A prefeita ficou impressionada, o perfil do Estado para negócios é muito atraente para os canadenses”, observou a coordenadora do CIN, Janet Pacheco. Segundo ela, com a assinatura da carta de intenções na semana passada, começa a ser desenhado um plano de trabalho para fomentar as relações comerciais entre as duas regiões. “Queremos melhorar nossa pauta de exportações para o Canadá”, afirma.

Fonte: Agência Fiep

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