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Leonardo da Costa assume unidade de BPO da Indra no Brasil

Leonardo da Costa assumiu a Diretoria Executiva da unidade de BPO (Business Process Outsourcing) da Indra no Brasil. Com sua incorporação a companhia global aumentará a excelência dos serviços prestados nesta área além de dinamizar sua estratégia comercial, uma vez que o executivo passa a integrar a equipe com o desafio de estruturar as ofertas, otimizar as operações e acelerar o processo de saída ao mercado junto aos setores de atuação da empresa, focando principalmente em projetos de BPO de Transformação e Serviços Digitais, apoiando as diretorias de mercado a conquistarem novos negócios de BPO tanto em novas contas, como em clientes já existentes.

Leonardo é Bacharel em Matemática com pós-graduação em Gestão Empresarial pela FAAP e MBA em Gestão de Tecnologia da Informação pela FIA/ USP. Possui mais de 18 anos de experiência profissional nos setores de Tecnologia da Informação e Gestão de Processos de Negócio, tendo atuado em grandes empresas como UOLDIVEO e CSU CardSystem. Anteriormente a se juntar ao time da Indra, Leonardo atuou por 11 anos na TIVIT como Diretor de Vendas, Consultoria e Produtos na unidade de gestão de processos de negócio (BPM) da empresa.

O novo diretor da Indra atuará reforçando a presença e experiência da companhia como parceiro estratégico de empresas na área de BPO: “A Indra possui excelência global, importante base de clientes e casos de sucesso com grande representatividade neste segmento de mercado. Um dos principais objetivos é replicar no Brasil, geografia que representa o principal mercado internacional para a Indra, e onde a empresa investe fortemente para aumentar sua participação no mercado de BPO, o modelo de sucesso de outros países. A meta é ampliar nossa carteira de clientes e introduzir novos serviços e produtos voltados para BPO de Transformação já customizados para o mercado brasileiro” afirma Leonardo da Costa.

Na área de BPO a companhia aporta uma ampla oferta que vai desde os serviços de frontoffice especializado, passando pelo centro de serviços compartilhados (CSC) e backoffice de negócios verticais em vários setores. “Identificamos um importante potencial no setor de BPO para crescer e inovar, onde nosso perfil misto de companhia com capacidades em consultoria e tecnologia mostra-se como um elemento chave para ajudar nossos clientes, que somado a nossa oferta para o processo de transformação digital representa um importante conjunto de ferramentas para o mercado”, completa o executivo.

O conhecimento e experiência nestes serviços são apoiados por uma capacidade tecnológica própria por meio de soluções especialmente desenhadas para melhorar a eficiência das empresas clientes. A companhia aporta ao mercado ferramentas robustas que abarcam a automatização e planejamento de tarefas visando a redução de custos, gestão e distribuição da demanda com mensuração da produtividade individual e em grupo, gestão e processamento documental, além do atendimento multicanal ao cliente, entre outras.

A Indra oferece um modelo diferenciado para a externalização de processos baseado em uma gestão flexível e global, combinando especialização setorial e capacidade tecnológica. A companhia é fornecedora líder de serviços de BPO para os distintos mercados nos quais atua e conta com 38 centros especializados distribuídos em 11 países. No Brasil mantém centros de BPO em várias regiões incluindo Maracanaú no Ceará, São Paulo Capital e em sites remotos como Rio de Janeiro, Goiânia e Fortaleza, onde desempenha atividades para grandes empresas das áreas de serviços financeiros, energia e utilities e companhias aéreas.

A companhia foi reconhecida em 2016 com o prêmio da Associação Brasileira de Teleserviços (ABT), nas categorias “Case do Ano” e “Gestão de Pessoas”, pelos projetos de BPO desenvolvidos para a Caixa Econômica Federal.

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Smarkets é reconhecida como melhor BPO de Compras pelo Instituto Brasileiro de Supply Chain

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A Smarkets, central de compras especializada em negociação de produtos, serviços e MRO (Manutenção Reparo e Operação), acaba de ser premiada como o melhor BPO (Business Process Outsourcing) de compras eletrônicas e gestão de relacionamento com fornecedores (SRM) pelo INBRASC – Instituto Brasileiro de Supply Chain. O Prêmio INBRASC de Supply Chain 2016 foi entregue em 24 de maio, em uma cerimônia com a participação de executivos gestores de SCM/SRM de grandes empresas e especialistas setoriais.

“Esse prêmio é um importante reconhecimento sobre as nossas competências. O INBRASC é um instituto renomado do setor e essa premiação demonstra que estamos no caminho certo”, comenta Mônica Granzo, sócia e diretora-executiva da Smarkets. A premiação reconhece os principais líderes no mercado de Supply Chain, Logística e Compras, projetos inovadores que mais geraram resultados nas organizações, e fornecedores com as soluções que mais se destacaram perante seus clientes durante o ano de 2015.

A companhia participou do 12º Fórum de Compras INBRASC, em outubro de 2015, apresentando um case sobre o desenvolvimento de uma operação de BPO (outsourcing de compras hospitalares e MRO), estruturada, em 2014, a partir da tecnologia Paradigma WBC for SRM – (Supplier Relationship Management – Gestão da Relação com os Fornecedores) e da Rede de Fornecedores Clicbusiness, atendido pelo Grupo Paradigma Business Solutions S.A., no modelo SaaS (Software as a Service – Software como Serviço).

“Essa apresentação nos deu notoriedade mostrando a experiência da equipe da Smarkets que já atuava no segmento de BPO e a robustez da tecnologia adotada que viabilizou o rápido início das operações e a conquista de dezenas de clientes nos dois primeiros anos. A oportunidade de ser indicada a essa premiação ao lado de grandes empresas de referência setorial no país confirma o reconhecimento pelo modelo e serviços de BPO que diferenciam a Smarkets”, comenta a executiva. A escolha dos vencedores do prêmio INBRASC se deu por meio de votação entre 400 executivos da área de Compras e Supply Chain do país.

A Paradigma Business Solutions e sua controlada Clicbusiness proveem a plataforma tecnológica e serviços de sourcing e Rede de Fornecedores utilizados pela Smarkets para gestão de SRM entre os Hubs atendidos pela operação de BPO e suas comunidades de fornecedores. “Estamos satisfeitos em saber que nossas soluções têm ajudado nossos clientes a conquistar prêmios de referência como esse da INBRASC. Esperamos poder continuar desenvolvendo soluções e serviços cada vez mais eficazes e competitivos para a Smarkets poder crescer a partir de uma tecnologia de vanguarda”, afirma Gérson Schmitt, presidente do Conselho da Administração da Paradigma Business Solutions e da Clicbusiness.

Hoje, o trabalho da Smarkets está baseado em um processo de compras conjuntas ou descentralizadas, com consolidação de demanda em contratos de atendimento, catálogo de autoatendimento ou processos de compras spot. Os serviços da Smarkets incluem ainda, consultoria especializada em saneamento de cadastro de itens, spend analysis, controle de faturamento e entregas de pedidos, captura, validação e conciliação de NFe e homologação de cadastro e gestão da validade de documentos dos fornecedores.

A Smarkets atende, atualmente, 38 categorias com 14 mil itens, aderentes ao atendimento para os segmentos de saúde, educação, hotelaria e MRO para outros segmentos de serviço e indústria.

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Estudo da everis e The Economist aponta tendências tecnológicas sobre digitalização da força de trabalho

Computadores dotados de inteligência e capazes de aprender novas tarefas e robôs mais rápidos e eficientes. Elementos de um futuro que, na verdade, já são realidade e trazem um simples questionamento: o mercado está pronto para essas inovações? Para tentar responder a esta e a outras questões, o estudo “Preparação para a digitalização da força de trabalho” (Preparing for the Digitization of the WorkForce), realizado pela everis em parceria com a revista inglesa The Economist, explora como estas tendências estão mudando a natureza do trabalho no século 21 e como as organizações estão se preparando para esta revolução. O relatório ouviu 228 executivos de empresas nos Estados Unidos, Europa, América Latina e Ásia-Pacífico.

“As maiores tendências apresentadas no estudo são a eficiência dos robôs e a inteligência artificial. Há uma enorme demanda no mercado envolvendo estas inovações. Elas estão provando que cada vez mais é possível executar de maneira eficiente tarefas antes impossíveis de se realizar”, destaca Rodrigo Catalan especialista em Tecnologia da Informação e lidera a operação de Business Process Outsourcing da everis no Brasil

Novas oportunidades profissionais. Diante deste cenário, um dos pontos levantados é que a digitalização da força de trabalho acontece durante um momento de alta demanda por talentos. O desafio mais comum entre os entrevistados é a limitada oferta de mão de obra qualificada, problema que as tecnologias analisadas oferecem uma série de soluções, já que 80% dos entrevistados para este relatório acreditam que a capacidade de uma organização para utilizar fontes digitais de trabalho será um fator-chave para o seu sucesso no futuro.

A busca por necessidades mais estratégicas. O estudo aponta que mais da metade das empresas criaram uma estratégia para abordar a força de trabalho de digitalização, mas menos de um quarto delas chegaram a adotá-las. O impacto da digitalização de trabalho está na agenda corporativa, mas enquanto um total de 58% dos entrevistados planejaram uma estratégia que abrange a digitalização do trabalho, apenas 23% a implementaram de fato. Algumas barreiras comuns incluem a ausência de conhecimento técnico, processos de negócios com dificuldades de realizar mudanças e uma falta de vontade de inovar. Isso não significa que estas não estão sendo usadas, muito pelo contrário, elas apenas ainda não estão sendo utilizadas de forma estratégica.

Tecnologias beneficiarão mercados em cinco anos. O uso de robôs tem permitido que profissionais altamente qualificados possam concentrar seu talento onde é realmente necessário e de maneira mais estratégica. Em contrapartida, de acordo com o relatório, a falta de conhecimento técnico é o maior desafio na área. Para 45% dos entrevistados a falta de compreensão em novas técnicas e tecnologias é o principal entrave. Quando questionados se a organização faz algum uso de robôs em seus processos, o recurso é utilizado por apenas 38%. A maioria, 50% dos entrevistados, não utilizam ou não pretendem utilizá-la no futuro. No entanto, para 48% dos que participaram da pesquisa, nos próximos cinco anos, uma das áreas que mais se beneficiarão com a eficiência desta tecnologia é a de manufatura.

Ainda segundo Rodrigo Catalan, com o surgimento de novas tecnologias e redução de custos em hardware, três importantes tendências relacionadas à eficiência do uso de robôs podem levar as empresas inteligentes a repensar sua utilização: “A primeira, com o uso de robôs industriais para realização de diferentes tarefas saindo dos ambientes fabris e atuando, por exemplo, em hotéis ou restaurantes. A segunda, com o emprego de nuvem mais eficientes, que permitem o uso de um hardware robô ligado a um servidor para coordenar outras centenas de robôs em enormes armazéns, por exemplo. E a terceira, com o uso dos robôs fora de ambientes industriais, como no projeto do carro que dirige sozinho, drones e exoesqueletos, que são exemplos claros. Há também uma nova leva de produtos, como o robô pessoal Jibo, que prometem mudar a forma como interagimos com o mundo”, conclui.

De acordo com a Federação Internacional de Robótica (IFR), as vendas de robôs alcançaram 178,132 unidades em 2013, de longe o maior nível já registrado em um ano. Em 2014, eles aumentaram mais de 27%, a uma estimativa de 225 mil unidades.

A inteligência artificial (IA) já é bastante difundida no mundo dos negócios. A pesquisa revela que 43% dos entrevistados dizem que suas organizações estão fazendo algum uso desta tecnologia. A aplicação mais comum hoje é em análise de dados. Em relação a esta área, o estudo revela que cerca de 65% das companhias pretendem aplicar a IA, já que inovações recentes têm ajudado as empresas a extrair conhecimento e a aprender com o crescente volume de dados que coletam. Os respondentes também enxergam a IA como uma ferramenta para ajudar os profissionais a serem mais produtivos.

“Empresas de todos os setores irão se beneficiar do uso destas tecnologias, o setor financeiro, por exemplo, tem grandes oportunidades neste cenário, já que se trata de um setor que conta com um número significativo de profissionais qualificados executando tarefas de baixo valor agregado, mas que são fundamentais para as instituições. Algumas empresas já têm utilizado aplicações baseadas em IA para compreender os seus clientes, recomendar ou sugerir soluções pertinentes às suas necessidades”, explica Catalan.

Pontos importantes a se considerar no futuro. Nos próximos anos, as empresas precisarão começar a estudar novas possibilidades e a analisar quem já está colhendo os benefícios da digitalização para não ficarem para trás, já que as tecnologias cognitivas e o uso de robôs têm se tornado cada vez mais acessíveis e menos onerosas, reduzindo significativamente entraves à produtividade e inovação; a força de trabalho do futuro também precisa começar a ser pensada, em termos de habilidades que serão necessárias para estarem alinhadas às estratégias de crescimento e expansão dos negócios.

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Cleartech lança serviço de envio eletrônico de documentos

A Cleartech, líder brasileira de serviços de BPO (Business Process Outsourcing) envolvendo tratamento e análise de registros de detalhes de chamadas (CDR), está ampliando seu portfólio de soluções de comunicação. A companhia lançará o Envio Seguro, serviço de entrega de grandes volumes de correspondência por via eletrônica.

De acordo com o diretor comercial da Cleartech, Thiago da Silva Santos, o novo serviço atende à tendência de substituição das correspondências de papel pelo meio eletrônico. “Com o serviço, passamos a dar condição técnica para que empresas que trabalhem com grandes volumes de correspondências possam envia-las com validade jurídica, confirmação de entrega e carimbo do tempo atestado pelo Laboratório Nacional de Data e Hora”, explica.

Na prática, o serviço oferece as mesmas características que uma carta registrada enviada pelos Correios, só que por menos da metade do preço de uma carta simples. Santos explica que a economia média, em relação ao uso de papel, é de 50%, podendo chegar a 70% em alguns casos. “A média de custo de envio de uma cobrança como carta simples, por exemplo, é de R$ 2 por correspondência. Em formato eletrônico, o valor cai para menos da metade”, compara, lembrando que, para dar ao formato eletrônico a mesma validade jurídica do formato impresso, o Envio Seguro conta com assinatura eletrônica, criptografia, carimbo do tempo e garantia de entrega.

Santos ressalta que, no Brasil, o mercado de grandes volumes de correspondência movimenta cerca de R$ 3 bilhões anualmente. O serviço tem como foco empresas de médio e grande porte que trabalhem com grandes volumes de correspondência, como bancos, operadoras de telecomunicações, empresas de utilities e companhias de cobrança, entre outras.

O executivo explica que o serviço será oferecido sob demanda, a partir de uma quantidade mínima de 5 mil correspondências por envio e que não há a necessidade de qualquer investimento por parte dos clientes. “Utilizamos o mesmo arquivo que as empresas enviam às gráficas, pedindo apenas a inclusão do e-mail do destinatário”, explica.

Santos afirma que os pilotos já realizados pela Cleartech demonstram taxas de entrega de 94%. Além disso, o serviço pode ser integrado ao envio de SMS ao cliente, confirmando a entrega ou fornecendo uma senha para que ele abra a fatura de seu cartão de crédito ou o resultado de um exame.

Transformação

De acordo com Santos, as tecnologias utilizadas para o desenvolvimento do Envio Seguro já são consolidadas. “O serviço pôde ser lançado agora por dois motivos: o poder Judiciário passou a aceitar o formato eletrônico e os usuários estão cada vez mais conectados à internet. Por isso estamos entrando agora neste mercado”, diz. A expectativa do executivo é que, já no primeiro ano de operação, o Envio Seguro alavanque as vendas da Cleartech em 20% e tenha seu uso multiplicado 10 vezes.

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Business Process Outsourcing – Para que terceirizar?

Por André Santini Filho*

11117372_1087182804642115_2058757994_nBusiness Process Outsourcing (BPO) é o termo em inglês para terceirização de serviços ou um processo especifico para outra empresa especializada, buscando menores custos e maior disponibilidade.

O objeto a ser terceirizado pode tem vários enfoques, desde a matéria prima para produção de algum produto até mesmo todo o setor inteiro de uma empresa. Este processo é comumente usado nos setor de tecnologia da informação, por trazer maior know how, além de um barateamento dos custos com recursos humanos, infraestrutura física e outros processos.

A pergunta inicial deste texto é: para que? Para que terceirizar o setor de TI de uma empresa, se este já está formado e em funcionamento? Segundo Sidnei Bergaschi (apud KLEPPER;JONES,1998; LACITY; HIRSCHHEIM, 1993)¹ “fornecedores de TI podem operar com fator escala, já que possuem inúmeros outros clientes, que permitem a elas por exemplo comprar equipamentos e tecnologias mais eficientes por um menor custo, pois seu poder de negociação com fornecedores é maior do que clientes isolados, além de compartilhar o quadro de especialistas entre os diversos clientes”. “É importante lembrar que fornecedores possuem especialidades e seu foco nas atividades de TI é bem maiores, o que dentro de um BPO, faria uma diferença no durante o processo de implantação, start e a operação”. Um processo de BPO tem como principal objetivo, “organizar a casa” de forma rápida, mais barata e com SLA´s (service level agreement ou acordo de nível de serviço) pré-definidos, e por consequência liberando a equipe de TI da contratante a buscar novos valores para a organização e reduzir o número de turnover.

Segundo a IBM Research(2), empresas que possuem terceirização de seu setor de TI, possuem maior desempenho nas métricas de negócios, e apesar dos desafios iniciais da implantação e operação, a pesquisa mostrou que a redução de custos é quase imediata, enxugando orçamento e abrindo oportunidades para novos investimentos.
A opção de BPO é valida desde pequenas empresas a grandes multinacionais e é fundamental que a estratégia de negócio permita este processo. Para tanto, é importante a escolha de empresas que estejam alinhadas com o foco da contratante, e tenham experiência no processo. Dessa forma, o sucesso do BPO é garantido.

1. BERGAMASCHI, Sidnei. Modelo de gestão da terceirização de tecnologia da informação: um estudo exploratório – São Paulo, 2004.

2. IBM BRASIL – O Impacto da terceirização nos negócios: uma analise baseada em fatos. Ftp://public.dhe.ibm.com/la/documents/gts/commons/services/itservices/O-impacto-da-terceirizacao-nos-negocios.pdf.

*André Santini Filho é Key Account Manager na Qualityware Informática

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