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Arion adota CPqD Billing na tarifação de serviços de telecom em três aeroportos brasileiros

A operação e o gerenciamento da infraestrutura de telecomunicações em aeroportos é um desafio, uma vez que envolve a oferta de uma ampla variedade de serviços para um universo de clientes bastante diversificado. Por isso, a operadora Arion Services buscou a ajuda da solução CPqD Billing para enfrentar esse desafio em uma área fundamental para sua atividade: a tarifação e faturamento dos serviços de telecom prestados aos clientes instalados em três importantes aeroportos internacionais nos quais atua.

Implantada desde 2014 nos aeroportos de São Paulo (GRU Airport), em Guarulhos, e de Belo Horizonte (Confins), a solução do CPqD entrou em operação, em abril deste ano, também no Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas. “Uma das vantagens do CPqD Billing é a agilidade na ativação de novas operações”, ressalta Carlos Marum, sócio-diretor do Grupo Arion, que está completando 10 anos de atuação no mercado brasileiro. “No aeroporto de Viracopos, por exemplo, em apenas um mês, começamos a faturar usando essa solução”, acrescenta.

Marum também destaca a robustez e a flexibilidade do CPqD Billing para acompanhar as mudanças de portfólio da Arion e do próprio mercado. “Temos um volume de dados considerável, um portfólio de serviços extenso e em constante mudança e um universo de clientes com perfis diferentes e particularidades distintas. Por isso, é importante contar com um sistema robusto e flexível”, explica.

Atualmente, somando os três aeroportos em que opera, a Arion tem cerca de 600 clientes de vários segmentos – companhias aéreas, restaurantes, lanchonetes, lojas, bancos, hotéis, locadoras de veículos, cooperativas de táxi, etc. -, que utilizam seus serviços de telefonia (convencional e IP), de radiocomunicação, de comunicação de dados e de banda larga, entre outros. Cada cliente tem necessidades específicas envolvendo, além do portfólio básico, pacotes de serviços e projetos customizados. E a fatura precisa refletir essas particularidades e o que foi estabelecido em cada contrato.

“Outro ponto forte do CPqD Billing é o baixíssimo índice de erros e cancelamentos de fatura”, afirma o diretor da Arion. “Nos últimos três meses, nossa taxa de erros foi zero”, acrescenta.

Fornecida como serviço (na modalidade de Software as a Service), a solução CPqD Billing foi concebida para dar suporte a processos críticos de tarifação, faturamento, arrecadação, cobrança e contestação de faturas. Sua flexibilidade permite a adaptação do sistema a vários segmentos e empresas, para atender necessidades de naturezas distintas. “Essa flexibilidade facilitou a customização da solução para o segmento de aeroportos, que vem sendo atendido pela Arion”, afirma Sandra Lis Granado, da Diretoria de Negócios e Soluções de Mercado do CPqD.

Configurável, com interface totalmente web e arquitetura escalável, o CPqD Billing pode ser integrado facilmente a outros sistemas utilizados pelas empresas prestadoras de serviços a usuários, interagindo com aplicações de mediação, workflow, ERP, CRM, etc. No caso da Arion, por exemplo, a solução do CPqD foi incorporada ao portal de relacionamento com clientes (CRM), que abrange as áreas de operação, comercial e help desk da empresa.

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Amdocs é apontada líder global em sistemas de Billing

A Amdocs (NASDAQ: DOX), líder no fornecimento de soluções de experiência do cliente, foi classificada por duas empresas analistas como a líder de participação do mercado global de sistemas de tarifação (billing). Ao analisar todos os sistemas e serviços relacionados à gestão de receitas, a Analysys Mason(*) estima em 26,7% a participação de mercado da Amdocs, quase três vezes o percentual do fornecedor classificado em segundo lugar, enquanto a Frost & Sullivan Stratecast(**) credita à Amdocs uma participação de mercado de 17%. A empresa tem mantido respectivamente nos últimos oito e sete anos consecutivos a sua liderança nos relatórios da Analysys Mason e da Stratecast.

Ambos os relatórios cobrem um período que antecede o fechamento pela Amdocs da recente aquisição de uma substancial maioria dos ativos BSS da Comverse e cobrem as duas empresas separadamente. No entanto, a Analysys Mason afirma que a aquisição fortalecerá ainda mais a posição da Amdocs no mercado e classifica a empresa como líder de participação de mercado no subsegmento de tarifação convergente, destacando um maior gasto das operadoras em plataformas convergentes, movido pela sua necessidade de consolidar ambientes de sistemas e substituir plataformas legadas para suportar novos casos de uso.

“A Amdocs continua a liderar com uma folga considerável a participação do mercado global de gestão de receitas”, disse John Abraham, diretor do programa de gestão de receitas da Analysys Mason. “Os últimos lançamentos do portfólio da empresa trouxeram aprimoramentos para a sua solução carro-chefe de tarifação convergente, entre as quais está a cobrança em tempo real das capacidades de voz sobre LTE e sobre Rich Communication Services, que aumentam a capacidade das operadoras de monetizar a próxima geração de serviços digitais”.

A Frost & Sullivan Stratecast vê o processo de tarifação ponta a ponta como a chave para uma experiência positiva do cliente na era atual das expectativas de serviços sempre conectados e disponíveis. A empresa também considera esse processo essencial para a operacionalização de novas ideias, observando que muitas vezes ela é dificultada por sistemas legados inflexíveis de tarifação.

“As operadoras estão hoje à procura das melhores soluções oferecidas por parceiros estratégicos, como uma maneira de abordar a criticidade crescente na obtenção do direito de realizar o processo de tarifação ponta a ponta para ativar e monetizar os complexos serviços de hoje”, disse Karl Whitelock, diretor global de operações e estratégia de monetização da Frost & Sullivan Stratecast. “Além da contínua implantação de capacidades otimizadas de tarifação e cobrança, a Amdocs continua investindo em aprimoramentos em todos os seus produtos, visando habilitar o valor do negócio por meio de eficiências operacionais e para atender às novas necessidades do mercado dos seus clientes”.

“A experiência do cliente na era digital exige que as operadoras sejam capazes de envolver e apoiar os seus clientes de forma consistente e contínua através do canal escolhido por eles”, disse Chris Williams, diretor de marketing global da Amdocs. “Os novos recursos introduzidos no nosso mais recente portfólio CES 9.3 permitem que as operadoras melhorem a experiência do cliente através do acesso sob demanda a uma fatura contendo informações completas, entregue de forma consistente em diferentes canais, assim como uma elevada qualidade de serviços para as ofertas de LTE também quando em roaming. Com esses novos recursos, estamos ajudando nossos clientes a entregarem o que a Amdocs chama de The New World of Customer ExperienceTM, o Novo Mundo da Experiência do Cliente, uma era na qual se espera que as operadoras ofereçam serviços inovadores e personalizados, com uma experiência de serviço de rede”.

Entre as mais recentes vitórias da Amdocs no espaço da gestão de receitas estão:

– A Singtel escolhe a Amdocs para um projeto de transformação de negócios em Singapura e na Austrália, seus principais mercados, com a migração da tarifação e do suporte aos clientes das áreas de varejo, empresas e governo para uma única plataforma que forneça uma visão holística de seus clientes.

– A Telefonica escolhe a Amdocs para um projeto de transformação de soluções de suporte ao negócio (BSS) no Brasil para proporcionar uma experiência integrada, multicanal, aos clientes quad-play da Vivo através da rede fixa (incluindo fibra), wireless (pré e pós-pago), Internet (incluindo fibra) e TV (incluindo IPTV).

– A Kcell no Cazaquistão escolhe a Amdocs para um projeto de transformação de BSS em um contrato de cinco anos de duração, destinado a substituir sistemas legados e de terceiros por uma única suíte BSS totalmente convergente.

Em julho de 2015, a Amdocs concluiu a aquisição de uma maioria substancial dos ativos de soluções de suporte ao negócio (BSS) da unidade de negócios da Comverse, incluindo os ativos convergidos, pré-pagos, pós-pagos e de tarifação Kenan. A aquisição expande e diversifica a base global de clientes da Amdocs e permite que a empresa ofereça maior valor, inovação e uma ampla gama de ofertas e serviços aos clientes da Comverse BSS.

(*) Relatório de pesquisa da Analysys Mason: “Sistemas de gestão de receitas: as participações de mercado em todo o mundo em 2014”, agosto de 2015

(**) Relatório de pesquisa da Stratecast: “Tarifação CSP Global, edição de 2015 parte 1: Previsões para o mercado de tarifação CSP de ponta-a-ponta e análise de participação de mercado”, maio de 2015

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5 passos para reduzir custos de telecom

Cobrança é um território onde clientes e operadoras de telecomunicações sempre encontram pontos de discórdia. Os motivos são os mais variados, mas é frequente as operadoras cometerem equívocos que acabam elevando o valor da conta no final do mês.

No caso das empresas, que têm mais dispositivos, linhas e outros recursos, o prejuízo é maior. Marcelo Pardo, diretor de soluções da Tangoe para a América Latina, lista cinco iniciativas que podem ajudá-las a controlar essas despesas, obter maior visibilidade sobre elas e, de forma objetiva e prática, conseguir uma redução de custos considerável com os gastos em telefonia móvel e fixa, além de outros tipos de conexões como redes de dados.

Essas iniciativas envolvem algumas áreas que têm responsabilidade sobre a gestão de custos de telecom, e acredito que dessa forma a empresa poderá evoluir em seu nível de maturidade de gestão e assim conseguir bons resultados, principalmente neste momento desafiador, que a maior parte das organizações enfrenta no mercado.

1. Organizando a casa

O primeiro passo a ser dado é a organização do seu inventário. É conhecer o seu ambiente e certificar-se de que tudo o que é faturado pelas operadoras é realmente devido. Parece simples, mas esse é o principal desafio dos clientes com quem conversamos diariamente. É necessário identificar a propriedade de todas contas e itens para atribuir o custo desses recursos ao usuário ou centro de custos correto. Em seguida, é preciso descobrir os serviços que deveriam ter sido cancelados ou desconectados, serviços sem uso, itens indevidos, e iniciar ações em relação aa eles. Manter esse inventário atualizado no dia-a-dia exige processos, metodologia e apoio de uma boa solução de mercado.

2. Pagar somente o que é devido

Os problemas gerados pelas operadoras com seu billing é mais frequente do que muitos imaginam. Não por má fé, mas sim por complexidades nos sistemas de faturamento, de contratos e até nos de relacionamento com o cliente – CRM. Essa complexidade faz com que existam muito erros nas cobranças. Percentuais errados na média de 10% são comuns, mas em casos extremos podem ultrapassar a casa dos 20%. Uma boa auditoria mensal pode ser responsável por uma recuperação expressiva de valores cobrados indevidamente.

3. Contratos bem negociados

Qual a última vez que você renegociou seus contratos com seus fornecedores e operadoras? Em um mercado bastante dinâmico é importante que a revisão de contratos seja feita com frequência. Dependendo dos contratos, uma revisão anual ou a cada dois anos é altamente recomendada. Um benchmark pode ajudar muito sua empresa a conhecer o que o mercado oferece e saber se está com suas tarifas e planos otimizados para o seu perfil de utilização e consumo.

4. Contratar aquilo que realmente necessita

Empresas possuem atuações distintas, diferentes tipos de negócios e perfis de usuários. Entender a utilização em cada perfil ou grupo de usuários é fundamental antes de contratar qualquer pacote de serviços. No caso de serviços existentes, um trabalho recorrente de otimização é obrigatório. Boa parte da redução de custos em projetos de TEM (telecom expenses management) consiste em monitorar o perfil de uso e constantemente readequar os serviços contratados, pacotes e planos para atender a necessidade do seu negócio, e assim utilizar os recursos da forma mais otimizada possível.

5. Melhorar os processos

Como toda atividade dentro de qualquer organização, a gestão de custos envolve diferentes áreas, recursos e stakeholders. Conhecer todos os processos envolvidos, desde a solicitação de um recurso ou \’ativo\’ até o seu pagamento – ou seja, em seu ciclo de vida completo – é obrigatório no momento de buscar mais eficiência. Com a melhoria desses processos vem o aumento de eficiência e um impacto importante na redução de custos, tempo e pessoas necessários. Integrações entre os sistemas e automatização dos processos pode colaborar muito no ganho de produtividade, do início ao fim.

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