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Gartner: receita mundial com software de automação robótica de processos será de cerca de US$ 2 bilhões em 2021

O Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento para empresas, prevê que a receita global do mercado de software para automação robótica de processos (RPA – de Robotic Process Automation, em inglês) deverá atingir a marca de US$ 1,89 bilhão em 2021, número que representa um aumento de 19,5% em relação a 2020. De acordo com a mais recente pesquisa do Gartner, apesar das pressões econômicas causadas pela pandemia de COVID-19, o segmento de RPA ainda deve crescer em taxas de dois dígitos até 2024.

“O principal motivador dos projetos de RPA é a capacidade de melhorar a qualidade, velocidade e produtividade dos processos, ganhos que são cada vez mais importantes para as empresas, principalmente à medida que as organizações tentam atender às demandas de redução de custos por conta dos impactos  gerados pelo COVID-19”, diz Fabrizio Biscotti, Vice-Presidente de Pesquisa do Gartner. “As empresas podem avançar r apidamen te em suas iniciativas de otimização digital investindo em software de RPA, e essa tendência não irá desaparecer tão cedo”.

A receita mundial do setor de software de RPA deve chegar a US$ 1,58 bilhão em 2020, o que representa um aumento de 11,9% em relação a 2019 (ver Tabela 1). Até 2020, porém, os preços médios de RPA deverão diminuir de 10% a 15%, com quedas anuais de 5% a 10% esperadas em 2021 e 2022, criando forte pressão de reduç&at ilde;o d e preços.

Tabela -Receita mundial de software para RPA (em bilhões de dólares)

 201920202021
Receita ($)1,4111,5791,888
Crescimento (%)62,9311,9419,53

Fonte: Gartner (Setembro de 2020)

COVID-19 aumenta interesse das empresas por soluções de RPA – A pandemia e a recessão que se seguiu aumentaram o interesse de muitas organizações em soluções de automação robótica de processos. Os analistas do Gartner preveem que 90% das grandes companhias em todo o mundo terão adotado o RPA de alguma forma até 2022, já que buscam capacitar digitalmente processos de negócios críticos por meio de resiliência e escalabilidade, enquanto recalibram o trabalho humano e o esforço manual.

“O Gartner avalia que a demanda de RPA deverá crescer e os provedores de serviços precisarão oferecer soluções de RPA de forma mais consistente a seus clientes, devido ao impacto do COVID-19”, destaca Cathy Tornbohm, Vice-Presidente de Pesquisa do Gartner. “A diminuição da dependência de uma força de trabalho humana para uma rotina de processos digitais será mais atraente para os usuários finais, n&atild e;o apen as pelos benefícios de redução de custos, mas também para garantir seus negócios contra impactos futuros como esta pandemia”.

Expectativa é que as organizações aumentem suas capacidades de lidar com soluções de RPA – Até 2024, as grandes organizações triplicarão a capacidade de seus portfólios existentes de RPA. A maior parte dos gastos “novos” virá de grandes organizações que estão adquirindo capacidade adicional de seu fornecedor original ou, ainda, de parceiros dentro do ecossistema.

“Conforme as organizações crescem, elas precisarão adicionar licenças para executar o software de RPA em servidores adicionais e adicionar núcleos para lidar com a carga”, explica Biscotti. “Esta tendência é um reflexo natural das crescentes demandas colocadas na ‘infraestrutura em todos os lugares’ (‘everywhere infrastructure’, em inglês) de uma organização”.

Os futuros clientes de RPA virão de compradores que não são da área de TI – A adoção das soluções de RPA aumentará à medida que a conscientização sobre as vantagens desses serviços aumentar entre os usuários comerciais. Na verdade, em 2024, o Gartner prevê que quase metade de todos os novos clientes RPA virão de compradores comerciais que não façam parte, especificamente, de uma equipe ou organização de TI.

“Os principais fornecedores de software RPA têm como alvo os diretores financeiros e operacionais, em vez de apenas executivos da área de TI. Esses profissionais de outras áreas são os que devem melhor aproveitar a implementação rápida de automação via low code e no code. O desafio dos fornecedores será integrar o RPA com sucesso, em ambientes heterogêneos e em mudança, que é onde a TI pode fazer a diferença”, diz Biscotti.

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Como a carreira de automação vai migrar e agregar conhecimentos de outras áreas para contribuir mais

Por Thiago Turcato, coordenador de suporte técnico da Mitsubishi Electric

Após um longo período de estagnação que compreende especialmente as décadas de 70 e 80, o campo educacional brasileiro das áreas ligadas à tecnologia, em especial a engenharia e suas especializações, vem se atualizando constantemente, em paralelo à evolução tecnológica global, uma vez que a área técnica é intimamente ligada à tecnologia e suas mudanças. Essa rápida aceleração tecnológica das últimas duas décadas vem exigindo das instituições de ensino, uma atualização constante em todos os aspectos, em especial na grade curricular, corpo docente e na infraestrutura.

A partir da década de 90, época de abertura inédita do mercado nacional para importações de produtos, o Ministério da Educação (MEC) atualizou uma série de regulamentações, o que possibilitou o aumento da variedade de cursos técnicos e superiores na área de Engenharia, ampliando a oferta de vagas nas instituições pública e privadas. Segundo matéria do Guia do Estudante, hoje existem 34 tipos de cursos de Engenharia, que vão de Acústica a Têxtil, sem contar outros cursos correlatos, como Automação Industrial, Robótica, entre outros.

Porém, essa alta quantidade de cursos não vem refletindo em uma melhor qualidade dos profissionais formados. Segundo estudo de fevereiro de 2020 da Confederação Nacional da Indústria (CNI), cinco em cada dez indústrias brasileiras têm dificuldade em contratar por causa da falta de trabalhador qualificado. A pesquisa relata que a função com maior carência de trabalhador qualificado é a de operador, que afeta 96% das empresas consultadas, seguida de empregados de nível técnico, com 90%. Ou seja, a vaga ao recém formado existe, mas a empresa não consegue preenchê-la adequadamente.

Além disso, o mercado que antes buscava um perfil de profissional técnico voltado para atividades especificas a serem desempenhadas, hoje está atrás de um profissional mais plural, que além da parte técnica, conheça e desempenhe tarefas de outras áreas, como marketing, vendas, logística, administração, entre outras. Portanto, há uma necessidade latente de atualização nas grades curriculares a fim de que os novos profissionais estejam mais habilitados a essa nova demanda do mercado.

Dessa forma, a solução aos recém formados é a capacitação extra curricular, ou seja, a aquisição de conhecimentos além da formação, algo que hoje em dia é muito mais fácil que a décadas atrás, umas vez que a disponibilidade de fontes e canais de consulta e conhecimento globalizada através da Internet abrem possibilidades quase infinitas não somente de conhecimento técnico mais aprofundado de novas tecnologias, mas também conteúdos de outras áreas. Assim, esses novos profissionais, poderão contribuir, com uma visão mais ampla, na solução de problemas e na proposição de inovações dentro das empresas.

Especificamente sobre a carreira de automação, ela vem passando por essas transformações mencionadas, ou seja, do trabalho técnico específico para uma atuação mais dinâmica, plural e corporativa. Além disso, há uma interrelação íntima da área de Automação com a área de Tecnologia da Informação (TI), evidenciado por exemplo, no uso de novas tecnologias como a IoT (Internet das Coisas).

Dessa forma, cabe ao novo profissional de Automação a capacidade analítica de, por exemplo, aplicar tecnologias de IoT através da automação, impactando na aquisição de dados que podem gerar conhecimento sobre como recursos naturais, como água, são consumidos e de que forma podem ser otimizados, trazendo impactos sobre qualidade e finanças. Por outro lado, essa mesma tecnologia, pode gerar conhecimento sobre como um operador opera uma máquina, trazendo a necessidade de melhor treinamento, impactando o RH na melhoria profissional colaboradores, assim como na produção.

Considerando a questão da pandemia, ou seja, um cenário de crise e cada vez mais competitivo, o papel da Automação torna-se ainda mais relevante. Uma pesquisa do McKinsey Global Institute com mais de 500 executivos chegou à conclusão de que as empresas que implementam tecnologias de automação podem obter ganhos substanciais de desempenho e assumir a liderança em seus setores. Ou seja, o que era um processo ainda lento de implementação da automação em diversos setores, foi acelerado de forma colossal com a pandemia, mudando também o seu enfoque que foi de cortar custos trabalhistas ou ganhar em eficiência para minimizar ao máximo o contato entre humanos, evitando a disseminação rápida do novo coronavírus.

Portanto, o profissional de automação que já tinha boas perspectivas de carreira, passa com a evolução do mercado e com a chegada da Pandemia, a se tornar ainda mais valorizado, cabendo a ele estar sempre atualizado e cada vez mais multidisciplinar para ocupar ótimas posições no mercado de trabalho.

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Centro de Inovação e Tecnologia da GS1 Brasil será 360°

O CIT – Centro de Inovação e Tecnologia, da Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil – considerado referência mundial em conhecimento, capacitação e experiência sobre automação, logística e cadeia de suprimentos – conta agora com todos os recursos de conteúdo 360°, com imagens e vídeos que têm um grande potencial comercial, de marketing e educacional. A previsão de lançamento do CIT 360º é para o início de outubro, e a expectativa da entidade é de atrair pelo menos 300 visitantes virtuais até o final do ano.

Na prática, significa que, muito além do uso em redes sociais, os conteúdos são fundamentais para o uso da realidade virtual e visitas virtuais, além de digitalização de espaços. Imagens e vídeos 360° são formatos mais simples e práticos de serem gerados e utilizados. Podem ser visualizados sem o uso dos óculos de realidade virtual, por meio de um computador, smartphone ou tablet. “O CIT agora está também incluído nesta nova tecnologia inovadora”, destaca Luiz Renato Martins Costa, assessor de educação da -GS1 Brasil.

Os softwares de modelagem 3D permitem a geração de imagens 360 graus. Esse processo de geração é conhecido como renderização e, para que ocorra, os softwares de modelagem precisam do auxílio de plugins, conhecidos como renderizadores.

Após a captação das imagens e a sua renderização, são incluídos no ambiente 360º em torno de 35 pontos de interação – fotos e vídeos – das soluções do CIT para trazer o ambiente físico já existente para a nova plataforma virtual!

O CIT é um espaço criado pela Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil para demonstrar tendências tecnológicas capazes de otimizar os processos na cadeia de abastecimento. Instalado na sede da entidade, no bairro de Pinheiros, em São Paulo (SP), o CIT nasceu inspirado no Knowledge Center, da GS1 Alemanha, e foi inaugurado em 2014, com o objetivo de se tornar uma vitrine de soluções inovadoras de automação. A ideia é auxiliar as empresas a escolherem as melhores soluções para seus projetos de automação de processos.

O CIT possui equipamentos de automação de processos logísticos para lojas de varejo, e-commerce e rastreabilidade de medicamentos, que funcionam com soluções suportadas por tecnologias e padrões como código de barras, GS1 DataMatrix, GS1 DataBar, EPC/RFID entre outras tecnologias de captura, identificação e compartilhamento de informações.

O espaço é constantemente renovado com o apoio de patrocinadores e provedores de soluções tecnológicas, a fim de acompanhar a rápida evolução do mercado. O CIT se destina a visitas de empresas associadas, profissionais do mercado, universidades e escolas. A iniciativa foi tão positiva que a Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil abriu um espaço semelhante em seu escritório em Brasília (DF).

O que você pode ver no CIT

• Soluções para logística
• Transelevador
• WMS (Warehouse Management System), ou sistema de gerenciamento de armazém
• Sistema de separação/picking por voz
• Soluções para indústria
• Linha de produção automatizada
• Impressora RFID
• Soluções RFID
• Inventário usando coletor portátil
• Espelho inteligente
• Soluções para o varejo
• Self Checkout
• Coletor e impressora
• Sistemas para controle de produtos e ruptura
• Espaço Saúde
• Espaço com três estações – farmácia hospitalar, leito hospitalar e farmácia varejo -, onde são simulados o uso de diferentes tecnologias e padrões GS1

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Como a carreira de automação vai migrar e agregar conhecimentos de outras áreas para contribuir mais

Por Thiago Turcato, coordenador de suporte técnico da Mitsubishi Electric

Após um longo período de estagnação que compreende especialmente as décadas de 70 e 80, o campo educacional brasileiro das áreas ligadas à tecnologia, em especial a engenharia e suas especializações, vem se atualizando constantemente, em paralelo à evolução tecnológica global, uma vez que a área técnica é intimamente ligada à tecnologia e suas mudanças. Essa rápida aceleração tecnológica das últimas duas décadas vem exigindo das instituições de ensino, uma atualização constante em todos os aspectos, em especial na grade curricular, corpo docente e na infraestrutura.

A partir da década de 90, época de abertura inédita do mercado nacional para importações de produtos, o Ministério da Educação (MEC) atualizou uma série de regulamentações, o que possibilitou o aumento da variedade de cursos técnicos e superiores na área de Engenharia, ampliando a oferta de vagas nas instituições pública e privadas. Segundo matéria do Guia do Estudante, hoje existem 34 tipos de cursos de Engenharia, que vão de Acústica a Têxtil, sem contar outros cursos correlatos, como Automação Industrial, Robótica, entre outros.

Porém, essa alta quantidade de cursos não vem refletindo em uma melhor qualidade dos profissionais formados. Segundo estudo de fevereiro de 2020 da Confederação Nacional da Indústria (CNI), cinco em cada dez indústrias brasileiras têm dificuldade em contratar por causa da falta de trabalhador qualificado. A pesquisa relata que a função com maior carência de trabalhador qualificado é a de operador, que afeta 96% das empresas consultadas, seguida de empregados de nível técnico, com 90%. Ou seja, a vaga ao recém formado existe, mas a empresa não consegue preenchê-la adequadamente.

Além disso, o mercado que antes buscava um perfil de profissional técnico voltado para atividades especificas a serem desempenhadas, hoje está atrás de um profissional mais plural, que além da parte técnica, conheça e desempenhe tarefas de outras áreas, como marketing, vendas, logística, administração, entre outras. Portanto, há uma necessidade latente de atualização nas grades curriculares a fim de que os novos profissionais estejam mais habilitados a essa nova demanda do mercado.

Dessa forma, a solução aos recém formados é a capacitação extra curricular, ou seja, a aquisição de conhecimentos além da formação, algo que hoje em dia é muito mais fácil que a décadas atrás, umas vez que a disponibilidade de fontes e canais de consulta e conhecimento globalizada através da Internet abrem possibilidades quase infinitas não somente de conhecimento técnico mais aprofundado de novas tecnologias, mas também conteúdos de outras áreas. Assim, esses novos profissionais, poderão contribuir, com uma visão mais ampla, na solução de problemas e na proposição de inovações dentro das empresas.

Especificamente sobre a carreira de automação, ela vem passando por essas transformações mencionadas, ou seja, do trabalho técnico específico para uma atuação mais dinâmica, plural e corporativa. Além disso, há uma interrelação íntima da área de Automação com a área de Tecnologia da Informação (TI), evidenciado por exemplo, no uso de novas tecnologias como a IoT (Internet das Coisas).

Dessa forma, cabe ao novo profissional de Automação a capacidade analítica de, por exemplo, aplicar tecnologias de IoT através da automação, impactando na aquisição de dados que podem gerar conhecimento sobre como recursos naturais, como água, são consumidos e de que forma podem ser otimizados, trazendo impactos sobre qualidade e finanças. Por outro lado, essa mesma tecnologia, pode gerar conhecimento sobre como um operador opera uma máquina, trazendo a necessidade de melhor treinamento, impactando o RH na melhoria profissional colaboradores, assim como na produção.

Considerando a questão da pandemia, ou seja, um cenário de crise e cada vez mais competitivo, o papel da Automação torna-se ainda mais relevante. Uma pesquisa do McKinsey Global Institute com mais de 500 executivos chegou à conclusão de que as empresas que implementam tecnologias de automação podem obter ganhos substanciais de desempenho e assumir a liderança em seus setores. Ou seja, o que era um processo ainda lento de implementação da automação em diversos setores, foi acelerado de forma colossal com a pandemia, mudando também o seu enfoque que foi de cortar custos trabalhistas ou ganhar em eficiência para minimizar ao máximo o contato entre humanos, evitando a disseminação rápida do novo coronavírus.

Portanto, o profissional de automação que já tinha boas perspectivas de carreira, passa com a evolução do mercado e com a chegada da Pandemia, a se tornar ainda mais valorizado, cabendo a ele estar sempre atualizado e cada vez mais multidisciplinar para ocupar ótimas posições no mercado de trabalho.

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Automation Anywhere abre escritório em São Paulo

A Automation Anywhere®, líder mundial em robotic processs automation (automação robótica de processos ou RPA, na sigla em inglês), anunciou a expansão de suas operações na América Latina com a inauguração de seu primeiro escritório no Brasil, em São Paulo.

A nova filial faz parte de uma expansão regional da companhia que inclui abertura de operações também em Bogotá, na Colômbia; Cidade do México, no México; Lima, no Peru; e Santiago, no Chile. Cada escritório regional conta com equipes de vendas, marketing, treinamento e atendimento ao cliente.

Edmundo Costa, que faz parte da liderança da Automation Anywhere desde 2015, foi nomeado vice-presidente regional e gerente geral para a América Latina e comanda as operações da companhia em toda a região e no Brasil. Weslyeh Mohriak foi indicado como diretor no Brasil e comandará as operações de vendas, os treinamentos e o suporte técnico aos clientes.

O brasileiro Weslyeh Mohriak é empreendedor da área de software e especialista em tecnologia, responsável por trazer alguns dos principais nomes do setor ao Brasil, entre eles Microsoft, Oracle, Borland, Peoplesoft, SCO, Symantec, Sybase e Unica. Também é sócio da consultoria Peppers and Rogers Group, além de ter atuado como vice-presidente para a América Latina da Sybase, Inc. Ele frequentemente é convidado para palestrar em diversos eventos na América Latina, nos Estados Unidos e na Europa, e colabora com frequência para publicações segmentadas.

O novo escritório fica em Alphaville, em Barueri, São Paulo, o estado brasileiro com maior atividade econômica. A Automation Anywhere também tem planos de estabelecer unidades regionais em outras cidades brasileiras.

A companhia opera no Brasil desde maio de 2018 por meio da SmartForce, parceira que se dedica exclusivamente a representa-la com equipes de marketing, vendas e técnicas. Agora, com a adoção cada vez maior de RPA na região, a empresa está fazendo um investimento de longo prazo no mercado brasileiro a fim de ajudar os clientes a implementarem essa tecnologia, que avança tão rapidamente, em todos os cantos do país e em múltiplos setores: serviços financeiros, seguros, serviços de saúde, ciências da vida, manufatura, serviço público e telecomunicações.

A RPA utiliza bots de software para trabalhar lado a lado com profissionais humanos, realizando as tarefas mais repetitivas e banais – liberando os funcionários para focarem nas atividades de maior valor para o negócio e que apenas pessoas são capazes de realizar. No Brasil, o mercado de RPA está crescendo a um ritmo sem precedentes, por causa dos altos níveis de eficiência que podem ser atingidos com a automação inteligente. A plataforma de RPA da Automation Anywhere combina RPA, Inteligência Artificial (IA) e sofisticadas tecnologias de analítica integrada para capacitar as empresas a digitalizar suas operações comerciais, aumentar a produtividade e melhorar a experiência do cliente.

“Notamos uma rápida adoção da automação em toda a América Latina, particularmente no Brasil, que historicamente é um país que adere rapidamente a novas tecnologias”, afirma Edmundo Costa. “Com a abertura de um escritório exclusivamente dedicado a atender nossa carteira de clientes cada vez maior aqui em São Paulo, a Automation Anywhere terá papel fundamental ao se associar a companhias brasileiras líderes de mercado para que elas aproveitem as oportunidades da RPA e para fornecer as tecnologias de IA que ajudam as empresas daqui a melhorar a sua produtividade e reduzir custos operacionais.”

A Automation Anywhere continua oferecendo valor a clientes no Brasil e em toda a América Latina por meio de uma grande variedade de parceiros, tais como Accenture, Cognizant, Deloitte, Genpact, IBM, EY, KPMG, PWC, Wipro e sua ampla rede de parceiros locais focados em soluções industriais, clientes regionais e implantação de serviços verticais.

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Robótica se inspira nos movimentos do morcego e da aranha

A Festo, multinacional líder em automação industrial, anunciou na última Conferência sobre a participação de Hannover, a maior feira industrial do mundo, os mais novos Bionics, robôs inspirados no movimento dos animais: o BionicFlyingFox e o BionicWheelBot.

As tecnologias fazem parte do projeto interdisciplinar da Festo, o Bionic Learning Network, com o apoio de universidades, institutos e empresas globais de desenvolvimento.

“O objetivo é aplicar o aprendizado biônico em linhas de automação no futuro. Esta é uma das nossas estratégias para desenvolver novas tecnologias para a Indústria, trazendo uma nova abordagem em automação industrial”, revela Flávio Rodrigues, Gerente de Marketing da Festo.

Conheça os novos Bionics:

BionicFlyingFox

[embedyt] http://www.youtube.com/watch?v=zDq4kjY19UU[/embedyt]

Inspirado no movimento dos morcegos, e em suas características especiais de voo. Para que o robô se mova de forma semi-autônoma em um espaço definido, existe a comunicação com um sistema de rastreamento de movimento. O sistema planeja os caminhos de voo e fornece os comandos de controle necessários para isso. Uma pessoa realiza o início e o pouso manualmente e o piloto automático assume o voo.

BionicWheelBot

[embedyt] http://www.youtube.com/watch?v=jGP5NxcCyjE[/embedyt]

Esse mais novo bionic foi embasado em estudos sobre o comportamento da aranha, que levaram ao desenho de vários robôs que podem se impulsionar em terrenos difíceis. O modelo biológico para o BionicWheelBot é a aranha flic-flac (cebrennus rechenbergi), que vive no deserto de Erg Chebbi, à beira do Saara. Ela também pode se lançar para o ar, no entanto, com uma seqüência combinada de cambalhotas e rolando no chão, e foi exatamente assim que o Bionic foi desenvolvido.

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Newland reforça estratégia para aumentar sua presença no mercado brasileiro

Com o objetivo de ampliar sua participação no mercado brasileiro, a companhia chinesa Newland, decidiu participar, pela primeira vez, da maior feira de automação da América Latina, a Autocom, de 3 a 5 de abril, em São Paulo. A companhia que é a quarta maior fabricante mundial de leitores de códigos de barras (VDC Research Group), com 2.800 funcionários e um valor de mercado da ordem de 3 bilhões de dólares (portal Bloomberg), tem entre seus clientes na América Latina, empresas como o Banco do Brasil e a Soriana, segunda maior rede de supermercados do México e, na Ásia, gigantes como a AliPay, líder chinesa em soluções para pagamento online, com 520 milhões de usuários e os Correios da China, que utilizam atualmente mais de 120 mil coletores de dados Newland. No Brasil, a Newland já comercializou mais de 60 mil leitores, sendo 60% para instituições governamentais, 20% para o segmento bancário e 20% para empresas de varejo.

“Comercializamos nossos produtos no Brasil desde 2009, mas pretendemos crescer nossa participação neste mercado muito importante, aumentando a visibilidade de nossa marca – e por isso estamos participando da Autocom, assim como firmando laços com novos parceiros comerciais”, explica Hernan Campero, VP de Vendas e Gerente Geral para América Latina.

Durante o evento, a companhia vai mostrar todas a sua linha de produtos de aquisição de dados, uma das mais completas do mercado mundial, que inclui engines ou módulos de leitura de códigos de barras 1D e 2D, leitores tipo pistola 1D e 2D, leitores sem fio, leitores de montagem fixa, verificadores de preços, coletores de dados e smartphones robustos e, ainda, uma linha de acessórios.

“A tecnologia da Newland hoje está disponível para todo tipo de empresa, independente do seu porte, pois temos um modelo comercial que permite atender desde clientes muito pequenos, até as grandes corporações. Com nossa rede de canais podemos alcançar desde o usuário final, que provavelmente sente-se à vontade com um parceiro de negócios um pouco menor, até empresas multinacionais, que certamente vão procurar nossos parceiros de negócios com estrutura mais robusta”, afirma Campero.

A companhia fabrica seus produtos em território chinês, mas tem flexibilidade para utilizar os estoques nos Estados Unidos, onde dispõe de depósitos em Miami e na Califórnia, assim como enviar os equipamentos diretamente da China . Na América Latina e na Europa conta com equipes regionais compostas por executivos experientes, conhecedores dos mercados e das necessidades específicas dos clientes locais. Varejo e logística, além do setor bancário, são os mercados prioritários da companhia no Brasil. Mas, a Newland também é forte no fornecimento em regime OEM (sigla em inglês para designar Fabricante Original do Equipamento), atendendo inúmeras empresas montadoras. Os produtos da Newland caracterizam-se pela elevada tecnologia e pela excelente relação custo X benefício.

Novidades

Saiba mais sobre cada equipamento que será apresentado na Autocom 2018:

HR1250: leitor 1D extremamente econômico que possui tecnologia Linear Imager e ótimo desempenho. Faz 300 leituras por minuto. O produto é ideal para aplicações no varejo.

HR1150: um dos melhores leitores 1D no mercado. Preço acessível, altíssima resolução e leitura angular, permitindo a leitura de código de barras maiores em curta distância. É indicado para bancos e lojas que precisam ler boletos bancários.

HR1550: leitor 1D industrial leve. Tem IP54 e boa resistência a quedas. Indicado para áreas de logística ou varejo com produtos mais pesados como lojas de construção.

HR2160 e HR2260: leitores 2D com excelente relação custo X benefício. É excelente para aplicações em que a leitura dos códigos 1D de forma omnidirecional é necessária ou quando é necessário ler códigos 1D e 2D misturados.

HR3250: leitor de 2D de alta performance. Ideal para aplicações com códigos bidimensionais.

HR4250: leitor 2D industrial leve com sensor megapixel e IP42. Indicado para aplicações de logística (depósitos) ou fabricação, já que lê códigos de alta densidade.

HR1550CE e HR3290-CS: leitores sem fio 1D e 2D com distância de transmissão de até 50 metros. Pode ser utilizado em aplicações de varejo e logística em que a utilização de cabo possa gerar risco de acidentes ou de interrupção da operação.

BS8060: leitor Bluetooth compacto com opção de leitores 1D e 2D. É muito para aplicações que requerem mobilidade e baixo custo. Pode se conectar a smartphones e tablets.

Engines: diversos tamanhos e modelos de engines 1D e 2D. Indicado para integradores que precisam desenhar seus próprios equipamentos.

FM100 e FM430: leitores fixos, uma versão encapsulada de um módulo de leitura. Podem ser usados por quem não quer ter o trabalho de desenvolver uma placa ou fazer integração. As aplicações podem ser feitas desde quiosques até no varejo, onde o espaço seja muito reduzido.

FR2050, FM3050, FM3056: leitores com área de leitura maior para permitir leitura intuitiva de códigos de barras em tela de celulares e smartphones. São normalmente utilizados por quem precisa oferecer soluções de registro de assistentes em eventos, cinemas, etc.

FR4060: leitor de apresentação 1D e 2D com sensores infravermelhos para melhorar ainda mais a velocidade de leitura. Conta com botão de otimização de leitura em tela de celular ou impresso em papel e é recomendado para varejo (lojas pequenas, postos de gasolina, etc.).

MT6550 e MT9050: coletores de dados Android e estão entre os modelos mais vendidos no mundo. São ideais para soluções na área de logística, transporte, correios, etc.

iX75 e iX85: tablets Android muito resistentes que podem ser aplicados em empresas das áreas elétrica, mineração, indústria, entre outros.

NQuire300: terminal de informações ou verificador de preços com tela colorida e som estéreo. Apresenta muitas opções de leitura e comunicação: 1D, 2D, RFID, USB, Ethernet, WiFi, POE, acionadores de reles, etc. Normalmente utilizados em verificação de preços, controle de acesso, casas lotéricas, farmácias, estacionamentos, entre outros.

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ZEN investe na automação do parque fabril com foco na Indústria 4.0

Com o pensamento sempre à frente, buscando atender ao mercado com cada vez mais qualidade e eficiência, a ZEN está se preparando para ingressar no mundo da Indústria 4.0, também chamada de Quarta Revolução Industrial, onde tudo funciona de forma conectada e integrada. Para isso, a fabricante de autopeças catarinense investiu, nos últimos quatro anos, cerca de R$ 40 milhões para a renovação do seu parque de máquinas. A ideia é aplicar R$ 36 milhões nos próximos três anos para aprimorar os seus processos de manufatura com a compra de novos equipamentos e na interligação e comunicação dessas tecnologias.

“Desde 2013, a ZEN passa por uma verdadeira transformação para encarar essa nova realidade. Na primeira etapa, que foi até 2015, nos organizamos para reduzir as instabilidades do processo produtivo. Do ano passado até agora, estamos promovendo uma verdadeira mudança no lay out da fábrica”, explica o diretor industrial, Eduardo Bertolini. “Tudo irá funcionar de acordo com o fluxo de materiais e fabricação das peças. A sequência seguirá uma lógica que permitirá que a produção seja mais rápida e eficiente. Nosso plano diretor prevê que a reorganização da unidade esteja concluída até 2020”, completa.

Hoje, a empresa conta com dez robôs que podem trabalhar conectados, já preparados para serem integrados e se comunicarem. Também foram feitos investimentos em sistemas automáticos de montagem com dispositivos autônomos de identificação de falhas, que se comunicam com o cérebro da máquina, garantindo informações e estatísticas do processo. Estas tecnologias foram implantadas nos processos de conformação, usinagem e retífica e nas linhas de montagem de impulsores de partida e polias para o mercado original.

Nestes dois últimos setores, os equipamentos são capazes de identificar as dimensões da peça e checar se houve falta ou troca de componentes. Caso tenha ocorrido uma falha, esse item é segregado para que não chegue ao cliente. “Todos os dados são armazenados num banco que nos permite rastrear todo o processo e agir preventivamente para evitar desvios de produção”, afirma o executivo.

De acordo com Bertolini, a modernização da fábrica, aliada ao Sistema Lean, já está trazendo resultados positivos: a produtividade aumentou em 45% nos últimos quatro anos e o índice de satisfação do cliente, que era de 77% em 2013, saltou para os atuais 94%. Além disso, nesse mesmo período os problemas com a não qualidade caíram de 5% para 0,9% e o On Time In Full (indicador que monitora a performance de entrega dos produtos) é de 100% no mercado original. “Isso quer dizer que entregamos os pedidos no tempo certo e na quantidade correta”, explica o diretor industrial.

Dentro de casa

Ao mesmo tempo em que investe na modernização das máquinas, a ZEN dá atenção especial ao treinamento e capacitação profissional de seus colaboradores para prepará-los a atender às novas exigências do mercado e atuarem dentro do conceito de manufatura avançada. Recentemente, um grupo de profissionais de diversas áreas, como Engenharia, Logística e Manutenção, passou por um treinamento sobre Manufatura 4.0 – o segundo curso já está em fase de planejamento.

Além disso, há dois anos a empresa criou um laboratório eletrônico onde as equipes de Tecnologia da Informação e Manutenção desenvolvem um sistema de software interligado a sensores para que as máquinas se comuniquem informando, por exemplo, o ritmo ou uma parada de produção. “Ainda este ano, pretendemos lançar um projeto piloto para testar o funcionamento dessa ferramenta, que irá garantir que os equipamentos emitam informações em tempo real, propiciando melhores tomadas de decisões”, diz Bertolini.

Sobre a ZEN

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Automação agrícola para todos é o desafio – Por Daniel Zacher

Detentor de parque tecnológico fantástico, o Brasil precisa ser reconhecido como referência mundial em mecanização agrícola para regiões tropicais e subtropicais. A indústria já possui uma série de legados no desenvolvimento de tecnologias, como a revolução do plantio direto, que exigiu grande esforço brasileiro entre os anos 1970 e 1980 para a obtenção de enormes ganhos de produtividade.

Observa-se agora outra revolução: a Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF). Trata-se de avançado sistema de cultivo, que integra diversas atividades com o objetivo de manter a propriedade rural ativa durante o ano inteiro. Muitos produtores rurais, que antes se dedicavam somente à pecuária, já começaram a agregar outras áreas. Assim, eles mantêm atividade agrícola intensa e obtêm grande incremento de renda.

Claro que não é possível dissociar os ganhos sucessivos de produtividade no desenvolvimento da agricultura tropical de todo o investimento empenhado em biotecnologia, afinal a mecanização e a biotecnologia sempre caminham em paralelo. Assim como surgem variedades de vegetais, adaptadas principalmente ao estresse hídrico como também às pragas características da região, as máquinas agrícolas precisam receber inovações.

Diferentemente da agricultura de países temperados, onde o inverno faz o controle natural de doenças, pragas e plantas daninhas, a agricultura tropical demanda intensiva quantidade de pulverização em função do clima quente, condição que provoca a rápida evolução de pragas e doenças. Dessa forma, o desenvolvimento de tecnologias para a pulverização é uma competência do País, que faz investimentos pesados para tornar a atividade cada vez mais eficiente e ambientalmente sustentável.

Outra técnica da agricultura tropical é o plantio direto. Nele a cobertura de palha é mantida no solo para proteção contra eventos danosos, tais como a erosão, de forma que as sementes são inseridas no solo sem que seja previamente revolto, por meio de manipulação mecanizada. Esta forma de plantio só foi possível com o desenvolvimento de máquinas específicas para esta condição, o que exigiu enorme esforço brasileiro porque o solo em condições extremas de compactação e umidade e com pesada cobertura de palha demanda equipamentos robustos, de características estruturais e funcionais próprias.

Mas ainda não se esgotaram os ganhos de eficiência na área de plantio direto. As novas plantadeiras precisam atender diversos requisitos, como demandar cada vez menor potência dos tratores, operar em alta velocidade e apresentar maior eficiência no depósito de adubo e semente no solo, para que seja realizado de forma cada vez mais precisa em aspectos como espaçamento e profundidade do plantio.

O Brasil, como principal produtor mundial de cana-de-açúcar, possui papel proeminente na difusão de tecnologias de plantio e colheita de cana-de-açúcar. Hoje praticamente todas as atividades são mecanizadas muito em função do desenvolvimento acelerado, ocorrido nos últimos 10 anos. O desafio agora é que a automação, já utilizada em grande escala junto aos grandes produtores, também evolua para os pequenos.

Com milhares de pesquisadores envolvidos, a história brasileira demonstra a vocação da nossa indústria para o desenvolvimento de novas tecnologias, que podem ser exportadas para outros mercados como América do Sul, África e Ásia. Essa presença no Exterior tem potencial de se acentuar mediante maior divulgação do capital intelectual brasileiro empenhado no desenvolvimento deste parque tecnológico.

Uma contribuição neste sentido é 9º Simpósio SAE BRASIL de Máquinas Agrícolas, que debaterá a visão dos principais fabricantes em relação ao mercado e ao desenvolvimento de máquinas e implementos para a agricultura tropical e subtropical. Quem tiver interesse em debater o assunto está convidado para o encontro, dia 31 de agosto, na Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), em Porto Alegre.

Daniel Zacher é diretor-geral da Tryber Tecnologia e chairperson do 9º Simpósio SAE BRASIL de Máquinas Agrícolas

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OctopusGripper: conheça o robô inspirado nos movimentos de um polvo

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O OctopusGripper é o mais recente lançamento da Festo, multinacional alemã, líder em automação industrial. A inovação foi criada pensando em todos os movimentos de um polvo. Por não possuir esqueleto e ser feito inteiramente de músculos moles, o OctopusGripper é extremamente flexível e manobrável. “Isto não só significa que ele pode nadar agilmente em todas as direções, mas também agarrar uma vasta gama de objetos de formatos diferentes”, diz Flávio Rodrigues, Gerente de Marketing da Festo Brasil.

A garra foi construída por uma estrutura de silicone macia, que pode ser controlada pneumaticamente. Se o ar comprimido é aplicado a ele, o tentáculo dobra para dentro e pode envolver o item de uma maneira suave, mas firme. Graças a seu material macio, o tentáculo artificial não é só capaz de agarrar de maneira suave e segura, mas também preencher os critérios rígidos de um componente de robótica. “Tem grande potencial para colaboração no espaço de trabalho do futuro, dentro da concepção de Indústria 4.0.”, acrescenta Rodrigues.

Por ser uma criatura fascinante, o polvo possui alto potencial de uso em fábricas, podendo ser um novo modelo de colaboração homem-robô. O próximo passo é descobrir como esta nova funcionalidade pode ser aplicada na Indústria. “A mudança industrial exige uma nova maneira de interação entre seres humanos, máquinas e dados. As soluções de automação robóticas, no futuro, podem trabalhar lado a lado com as pessoas”. A inovação faz parte do projeto Bionic Learning Network – rede de aprendizado biônico, responsável por criar robôs inspirados em animais.

www.youtube.com/watch?v=ZPUvA98uSj8

BionicCobot e BionicMotionRobot

Além do OctopusGripper, a Festo lançou mais dois robôs biônicos inovadores. O primeiro é chamado de BionicCobot, que utiliza a pneumática para simular músculos flexíveis e sensíveis, muito similares ao de uma pessoa comum. Por conta do ar pressurizado, é possível fazer com que o robô desenvolva tarefas usuais com a mesma dinâmica que a de um ser humano, isso porque os recursos de Inteligência Artificial (a partir de algoritmos) permitem ensinar qualquer ação para o robô.

“Com os algoritmos, trouxemos para a invenção ensinamentos de como agarrar, levantar com cuidado e pressionar um objeto por meio da interação com os músculos criados pela pneumática. Os desenvolvedores tecnicamente programaram o princípio de agonista e antagonista em todas as sete articulações do BionicCobot”, revela Rodrigues.

No caso de uma colisão, por exemplo, o braço pneumático automaticamente alivia a pressão, não representando qualquer perigo para os seres humanos. O BionicCobot é operado intuitivamente por meio de uma interface gráfica de usuário desenvolvida em casa. Com o auxílio de um tablet, o usuário pode facilmente programar as ações a serem executadas e ordená-las em qualquer sequência. Por meio da plataforma de código aberto ROS (Robot Operating System), as sequências de movimento programadas alcançam o Festo Motion Terminal integrado, que orienta e controla a cinemática.

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Outra grande inovação é a vinda do BionicMotionRobot, inspirado no tromba de um elefante e nos tentáculos de um polvo. O robô pneumático possui 12 graus de liberdade e, com uma carga útil de três quilos, pode transportar aproximadamente o seu próprio peso. “O braço do MotionRobot consiste em três segmentos básicos que são movidos por quatro foles pneumáticos – Rodrigues. A tecnologia da Festo permite que o braço do robô dobre em três direções diferentes simultaneamente, além de executar fluentemente os movimentos naturais de seus modelos biológicos.

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Autocom 2017: NCR apresenta novas soluções para o comércio conectado

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A NCR Corporation, líder global em soluções omnichannel, participará da 19ª Autocom, de 4 a 6 de abril, com soluções inéditas para capacitar o comércio com tecnologias que transformam o estabelecimento em um ambiente interativo e conectado. Em seu estande, a NCR apresentará todas as ferramentas necessárias para modernizar o ponto de venda e garantir eficiência de ponta a ponta, da gestão ao cliente satisfeito. O evento será realizado no Expo Center Norte, em São Paulo.

“A evolução do mercado acompanha as transformações do comportamento do consumidor que hoje dita quando, onde e como realizará suas compras. Para as empresas que não querem ficar de fora, é inevitável marcar presença no ambiente físico e digital, e a NCR é o fornecedor melhor preparado para capacitar as empresas para essa realidade”, explica Luiz Bento, diretor da unidade de Hospitality da NCR no Brasil.

De acordo com o executivo, para que essa relação seja possível é preciso inovar e reinventar o ponto de venda para criar oportunidades de negócios e ampliar a vantagem competitiva diante de tantas opções ofertadas ao consumidor. “Durante a Autocom, vamos demonstrar as tecnologias mais avançadas para impulsionar a evolução do comércio nacional”, afirma Bento.
No estande da NCR, os visitantes terão acesso a um portfolio de soluções para automatizar o ponto de venda com as ferramentas adequadas para cada tipo de negócio. Dentre os destaques: NCR Colibri Darwin, para a gestão de micro e pequenos negócios, NCR Kitchen Display System, para agilizar e simplificar o preparo dos pedidos, NCR Colibri Ped+, aplicativo para lançamento de pedidos, integrado aos meios de pagamento no Brasil.

NCR Colibri Darwin

Com exclusividade na Autocom, a NCR apresentará o NCR Colibri Darwin: solução para micro e pequenas empresas administrarem o estabelecimento por meio de um tablet.

O NCR Colibri Darwin é a tecnologia ideal para que os pequenos negócios (bares, quiosques, comércios, food trucks) possam administrar todas as operações de venda e gestão do estabelecimento diretamente no tablet.

A solução permite maior agilidade no lançamento de pedidos e fechamento de contas, totalmente integrada aos principais meios de pagamento. Os benefícios vão além da gestão, uma vez que o atendimento ao cliente se torna mais rápido e a experiência totalmente diferenciada.

NCR Kitchen Display System: produtividade e eficiência

Para agilizar a preparação dos pedidos na cozinha e manter a qualidade do serviço, a NCR fornece um conjunto de hardware e software específico para a cozinha de um restaurante. O NCR Kitchen Display System foi desenvolvido para organizar a produção e garantir a entrega dos pratos sem demora.

Com telas de alta definição, o sistema apresenta os pedidos solicitados pelo cliente, em tempo real, para cada ilha de produção na cozinha. O tempo de preparo e entrega de cada prato também é apontado no dispositivo para que o cliente não espere por muito tempo. Além de uma cozinha mais organizada e eficiente, a tecnologia minimiza possíveis erros pela troca de pedidos, por exemplo, o que também reduz o desperdício de alimentos e custo extras.

Aplicativo para facilitar o dia a dia

O NCR Colibri Ped+ é um aplicativo para lançamento de pedidos, integrado aos meios de pagamento, para agilizar o atendimento ao cliente e a preparação na cozinha. Com o app, assim que o cliente solicita seu prato, o garçom lança o pedido no dispositivo móvel e o envia diretamente para a produção.

O aplicativo também permite o fechamento da conta e viabiliza o pagamento com cartão de crédito ou débito. Assim o garçom realiza uma série de procedimentos (fechamento da conta, impressão da conferência, solicitação da maquininha para pagamento, etc.) diretamente da mesa do cliente, sem que ele tenha que esperar por isso.

Solução para todos os tipos de negócio

O software ARS (Advanced Retail Solution) é uma solução flexível e intuitiva, ideal para aumentar a produtividade do estabelecimento sem custos adicionais, pois é compatível com qualquer hardware e sistema operacional (Windows ou Linux).

Uma de suas principais funcionalidades é o Digital Promotion, que possibilita o engajamento com o consumidor por meio de campanhas promocionais de forma rápida, atrativa e eficiente.

Scanner Biótico com balança integrada

O NCR RealPOS 7874 é um scanner biótico de alta performance, desenvolvido para a leitura de códigos de barras, integrado a uma balança para a pesagem de produtos.
Com a Tecnologia de Efeitos Óticos da NCR (OFX), que permite mais linhas de leitura laser e comprimentos e ângulos maiores para a captura, o dispositivo pode ler até os códigos de barras mais difíceis, inclusive os pequenos ou danificados, o que melhora drasticamente o desempenho. Com design moderno e compacto, o RealPOS 7874 pode ser instalado em qualquer ambiente, incluindo os estabelecimentos com espaço reduzido.

Essas e outras soluções serão apresentadas pela NCR durante a Autocom. “É uma grande oportunidade para que as empresas se posicionem estrategicamente com tecnologias para agregar valor aos negócios e encantar os clientes”, conclui Bento.

19ª AUTOCOM – Feira Internacional de Automação para o Comércio

Data: 04 a 06 de abril de 2017
Local: Expo Center Norte, São Paulo/SP
Estande da NCR: Ruas E-F/4-5

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Ingram Micro Brasil participa da AUTOCOM 2017

elo quinto ano consecutivo, a Ingram Micro Brasil marca presença na AUTOCOM – Feira Internacional de Automação para o Comércio, que acontece no Expo Center Norte, em São Paulo, de amanhã (04/04) a quinta-feira (06/04). Na ocasião, a subsidiária da maior distribuidora global de tecnologia apresenta um portfólio completo de produtos e soluções dedicados à área de DC/POS (Captura de Dados e Automação Comercial), composto graças às suas parcerias com 70 dos principais fabricantes de TI, sendo 17 específicos de automação.

“A AUTOCOM 2017 é uma feira bastante estratégica e oferece inúmeras oportunidades de negócios, já que abrange um mercado que tende a crescer nos próximos anos, tanto pelas inovações tecnológicas como pela necessidade de adequação às questões de caráter fiscal”, diz Luis Lourenço, diretor da área de Advanced Solutions e Desenvolvimento de Novos Negócios da Ingram Micro Brasil.

Durante a AUTOCOM 2017 a distribuidora realiza também ciclos diários de minipalestras e apresentações dos parceiros Cisco, Dimep, IBM, Microsoft, Toshiba, Windows Server Rok e Zebra, com conteúdos sobre automação, cloud, TI e soluções avançadas. Além disso, expõe seu portfólio de produtos e soluções dedicados aos segmentos de varejo, logística e saúde. “Nossa Unidade de Negócios de Automação Comercial e Coleta de Dados foi criada em junho de 2013 e, desde então, é o braço dos revendedores brasileiros que encontram na Ingram Micro tudo em software, hardware e serviços para atender a seus clientes em vários setores da economia. É um pouco disso que queremos mostrar na AUTOCOM 2017, completa Diego Utge, VP & Brazil Chief Executive da Ingram Micro.

A oferta de produtos e soluções da Divisão DC/POS da Ingram Micro pode ser conhecida no estande da distribuidora na AUTOCOM 2017, que fica na Rua E-F/5-6.

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19ª Feira Internacional de Automação para o Comércio – AUTOCOM

Quando: de 4 a 6 de abril de 2017
Onde: Expo Center Norte – Pavilhão Amarelo – Av. Otto Baumgart, 1000 – São Paulo – SP
Horário: das 10h às 18h
Estande: E-F/5-6

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Robôs farão até o trabalho dos CEOs

Estudo da McKinsey indica que automação não vai extinguir empregos – mas mudará a vida de mais da metade dos trabalhadores em todo o mundo

Automação é uma ideia que desde sempre inspira obras de ficção científica. Mas o uso de robôs e algorítimos para aprimorar a produção, logística e outros setores vitais de empresas não apenas é uma realidade como o avanço tecnológico está prestes a abrir uma nova era da automação. É o que mostra estudo da McKinsey. Segundo o levantamento, cerca de metade das atividades hoje realizadas por humanos será automatizada até 2055 – o equivalente a 16 trilhões de dólares em salários.

Mas a relação entre homens e máquinas não será de conflito. Pelo contrário: menos de 5% das atividades humanas podem ser totalmente automatizadas, segundo a McKinsey. Cerca de 60% de todas as ocupações têm ao menos 30% de atividades que podem ser feitas por máquinas. Ou seja, mais profissões serão modificadas do que extintas. O uso de robôs ainda melhora a performance dos negócios ao reduzir erros e elevar a produtividade, atingindo patamares que a capacidade humana não seria capaz de alcançar. Para se ter uma ideia, o estudo estima que a automação tenha potencial para elevar o PIB global entre 0,8% e 1,4% anualmente.

Os efeitos da automação também não ficarão restritos ao chão de fábrica. Segundo a McKinsey, até os CEOs terão seu trabalho afetado: a análise de relatórios e dados para tomar decisões, por exemplo, pode ser realizada por algorítimos. Ao todo, 1/4 do trabalho dos CEOs poderá ser automatizado.

O cenário brasileiro segue a tendência: a McKinsey estima que, considerando-se apenas a economia formal, o potencial de automação no país seja de 50%, o que afeta 53 milhões de empregados. Os setores industrial e varejista são os que têm o maior número de processos que poderão ser modificados pelo uso de softwares ou máquinas inteligentes – o que atingiria mais de 20 milhões de postos de trabalho.

No Brasil e no restante do mundo, garantir que a convivência entre homens e máquinas seja de fato pacífica exigirá mudanças no ensino. É preciso repensar o currículo para educar pessoas com as habilidades que realmente serão necessárias no futuro – como programação, robótica e serviços para uma população cada vez mais velha.

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Ingram Micro contrata Celso Fulan e fortalece a área de Advanced Solutions

unnamed (2) A Ingram Micro Brasil, subsidiária brasileira da maior distribuidora global de tecnologia, continua investindo no crescimento da área de Advanced Solutions, promovendo seus talentos internos e repatriando bons profissionais que já passaram pela casa. Agora, por exemplo, para reforçar ainda mais a equipe dedicada a oferecer suporte na arquitetura de soluções para seus parceiros, a distribuidora anuncia Celso Fulan como head de Canais, Indústrias e Soluções.

A movimentação marca a continuidade de investimentos e o regresso de Fulan à Ingram Micro. Segundo o diretor da área, Luis Lourenço, “o time tem a missão de fortalecer e estreitar o relacionamento da Ingram Micro com revendedores de todo o país por meio de programas diferenciados que serão reforçados ao longo deste ano, apoiar o desenvolvimento dos parceiros e gerar demanda com clientes finais”.

“Estou muito feliz com a oportunidade de contribuir para o crescimento contínuo das operações de canais da Ingram Micro no país”, diz Fulan, que é graduado em engenharia mecânica e possui MBA executivo, com foco em TI, pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).

Com 16 anos de experiência na área de vendas, desenvolvimento de canais e relacionamento com fabricantes, Fulan trabalhou na Ingram Micro entre os anos de 2000 e 2010, exercendo os cargos de gerente de pré-venda da IBM Servidores, Storage e Software e gerente de Unidade de Negócio da HP Servidores e Storage. Antes passou por empresas como General Electric (GE) e Network1.
A área de Advanced Solutions da Ingram Micro existe desde 2010, com portfolio de grandes marcas como Cisco, Emerson, IBM, Juniper, Oracle e Vmware, entre outras. Além disso, oferece suporte na arquitetura de soluções para acelerar a concretização de projetos e negócios de seus revendedores parceiros, tanto no mercado privado como na esfera de governo, em conjunto com os escritórios e atendimentos regionais.

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Avalara Brasil nomeia Marcelo dos Santos como diretor de marketing

A Avalara, Inc., fornecedora líder de automação de conformidade tributária baseada em nuvem para empresas de todos os portes, anuncia a contratação de Marcelo dos Santos como diretor de marketing da Avalara Brasil.

Santos tem como missão promover a marca no Brasil como sinônimo de simplificação e redução dos encargos necessários para as empresas estarem em conformidade com o Fisco.

A experiência que o executivo traz em sua bagagem apoiará o crescimento da Avalara no País. Santos ocupou cargos de liderança em vendas e marketing e na expansão de negócios na ContaAzul, onde foi responsável por desenvolver a ContaAzul para contadores, e atuou como diretor de marketing na Datasul e na Totvs. Em cada uma dessas funções o executivo implantou estratégias de marketing para apoiar a expansão bem sucedida desses negócios.

“Estou muito satisfeito por me juntar a uma companhia global líder em automação de conformidade fiscal. O Brasil tem um dos requisitos mais complexos do mundo em relação às obrigatoriedades fiscais, por isso há um vasto mercado para ser trabalhado levando as soluções da Avalara, que são baseadas em nuvem”, explica o executivo.

Vale ressaltar que o Brasil lidera mundialmente o quesito de complexidade no cumprimento de impostos e nas exigências de relatórios governamentais. De acordo com uma análise realizada pela PricewaterhouseCoopers, a carga fiscal anual para empresas que operam seus negócios no Brasil é de aproximadamente 2.600 horas, ou seja, oito vezes maior do que é exigido nos Estados Unidos ou na União Européia.

Através de aquisições e do crescimento orgânico, a Avalara aumentou sua equipe de liderança brasileira e a base de clientes, assim como ampliou sua oferta, tornando-se o primeiro provedor completo de soluções na modalidade SaaS (Software as a Service) para atender às demandas de compliance fiscal, o que inclui um portfólio com doze produtos e serviços.

“Nossa tarefa é simplificar a experiência do usuário e reduzir o fardo da conformidade fiscal através da automação. E a chegada de um novo executivo de marketing ajudará na propagação dessa mensagem de forma rápida e eficaz”, finaliza Rodrigo Zerlotti, gerente geral da Avalara na América Latina.

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GS1 Brasil lança “Índice de Atividade Industrial”

A Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil inova ao criar o “Índice GS1 Brasil de Atividade Industrial”, para medir a intenção de lançamento de novos produtos no Brasil a partir dos pedidos de códigos barras pelas empresas. Desenvolvido em parceria com a 4E Consultoria, o índice será divulgado em todo o primeiro dia útil de cada mês e será o primeiro indicador antecedente da produção industrial.

Recuo em novembro – A intenção de lançamento de novos produtos pela indústria brasileira, medida pelo Índice GS1 Brasil de Atividade Industrial, recuou 3,1% em novembro comparativamente a outubro, para o dado livre de efeitos sazonais. Na comparação com novembro de 2015, o indicador apresentou recuo de 20,7%. Faltando um mês para o fechamento do ano, o resultado agregado do Índice aponta queda de -7,3% frente os 11 primeiros meses de 2015.

Na divulgação desse mês, substituímos a base do número índice de “dezembro/2001 = 100” para “média 2012 = 100” a fim de facilitar a comparação com os dados da PIM do IBGE, que são divulgados nessa base.

Em linha com os principais índices de confiança da indústria disponíveis no mercado, o Índice GS1 Brasil ensaiou uma recuperação no segundo trimestre de 2016, o que não se sustentou nos meses seguintes. Com o ambiente político ainda muito conturbado, a indústria nacional parece relutante em investir para renovação de portfólio, impactando o ritmo de pedidos de códigos junto à GS1 Brasil e indicando possível novo arrefecimento da atividade industrial.

O Índice GS1 Brasil de Atividade Industrial é calculado mensalmente pela organização em parceria com a 4E Consultoria, e é um indicador antecedente de indústria baseado no fluxo de pedidos de códigos de barras por empresas do setor industrial associadas à GS1.

A Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil, é uma organização multissetorial sem fins lucrativos que representa nacionalmente a GS1 Global. Em todo o mundo, a GS1 é responsável pelo padrão global de identificação de produtos e serviços (Código de Barras e EPC/RFID) e comunicação (EDI e GDSN) na cadeia de suprimentos. Além de estabelecer padrões de identificação de produtos e comunicação, a associação oferece serviços e soluções para as áreas de varejo, saúde, transporte e logística. A organização brasileira tem 58 mil associados. Mais informações em www.gs1br.org.

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Crise, CRM e descaroçador de algodão

Por João Lee

Em 1794, no sul dos Estados Unidos, Eli Whitney, um recém-formado em engenharia pela Universidade de Yale, registrava a patente do seu descaroçador de algodão: uma combinação de manivela, tela de arames e pequenos ganchos, que aumentava em dezenas de vezes a produtividade das fazendas de algodão.

O sucesso foi tanto que, em pouco tempo, os fazendeiros adotaram a invenção e logo a produção e a exportação de algodão explodiram. Como consequência, o produto se tornou por muitos anos uma das bases da economia americana.

Parece um tempo distante, mas o mercado brasileiro vive um momento bem parecido com o dos Estados Unidos em 1794. No lugar de arames, máquinas a vapor e metal fundido, estão os servidores em nuvem, microprocessadores e telefones celular com acesso à internet; e, no lugar de algodão, bancos de dados densos, prontos para serem descaroçados e interpretados.

O desafio que vivemos hoje em um universo de dados e consumidores conectados: como enviar a mensagem correta para o consumidor correto, no momento correto, fazendo o investimento correto?

Em um ano de crise, não podemos desperdiçar nossos esforços nos comunicando com um público que não quer receber nossa mensagem. Também não podemos adotar uma linguagem genérica, enquanto temos consumidores cada vez mais heterogêneos. Para isto, contamos com o CRM (costumer relationship managment), que são sistemas que automatizam os processos.

Se você não conhece o termo, tudo bem! Certamente já foi impactado por ele. Lembra de ter recebido um e-mail com um desconto exatamente no produto que você estava procurando? Ou de receber uma recomendação de O Poderoso Chefão, depois de assistir Scarface? Estes são exemplos de sistemas de CRM básicos funcionando.

Bons sistemas de CRM são capazes de analisar banco de dados de clientes (quem são, onde vivem, o que compram…) e, com base nisto, entrar em contato com eles por diversos pontos de contato no momento certo e com a informação correta.

E como o mundo e o mercado não param, hoje as ferramentas de CRM podem (e devem!) ser integradas aos ambientes de Big Data e de mídias digitais. Esta abordagem nos permite, por exemplo, o envio automático de mensagens diferentes para um menino de 17 anos, uma mulher de 40 anos e para um consumidor que não interage com a marca há mais de 10 dias.

Para quem quer ir ainda mais longe, podemos integrar estes sistemas de disparo de mensagem à uma plataforma que use algoritmos complexos, redes neurais e recursos matemáticos processados na nuvem para descobrirmos que toda quarta-feira o João gosta de comer carne moída e, por isso, ofertar o produto para ele às terças.

Este mesmo sistema torna possível gerir e otimizar dinamicamente o investimento em mídia. Podemos então escolher se queremos investir nosso dinheiro em consumidores mais engajados com nossas marcas, ou nos que ainda não a conhecem melhor, e tudo isso pode ser medido e controlado.

Falamos então de segmentação, personalização, big data e investimento em mídia. No final do dia é isto: Novas tecnologias auxiliam o desenvolvimento dos negócios enquanto tornam a vida cotidiana de milhões de consumidores mais fácil e divertida! Se há 200 anos o descaroçador mudou o mercado de algodão, hoje o CRM transforma o mercado de comunicação e amanhã outras inovações nos aguardam! E agora, what’s next?

João Lee, Head de CRM & Plataformas da ID\TBWA

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Honeywell anuncia oferta de produtos para automação comercial com financiamento do BNDES

A Honeywell (NYSE:HON) acaba de anunciar o credenciamento de uma linha de produtos para captura de dados que terá a opção de financiamento pelo Cartão BNDES. Voltada para micro, pequenas e médias empresas, essa modalidade de financiamento oferece crédito pré-aprovado de até R$ 1 milhão de reais para a aquisição de produtos credenciados, com pagamento em até 48 prestações fixas e mensais.

Inicialmente serão oferecidos três produtos com o financiamento – que eram importados e passaram a ser fabricados pela empresa no Brasil, em sua unidade de Itajubá, Minas Gerais.

“A produção local e a adequação dos equipamentos à nossa realidade reforçam o comprometimento da Honeywell com o mercado brasileiro, garantindo empregos, preços competitivos e facilitando a oferta de serviços associados aos equipamentos”, destaca Luiz Eng, General Manager da divisão Sensing & Productivity Solutions da Honeywell.

Ao produzir localmente, a Honeywell consegue oferecer facilidades como maior agilidade no suporte ao cliente, sem a necessidade, por exemplo, de envio do equipamento para o exterior, em caso de reparo, além de menor custo nesse processo, com os valores de serviço cotados em moeda local.

Entre os produtos que passam a ser oferecidos com o financiamento do BNDES, estão:

Leitor de código de barras Voyager 1450g – Equipamento omnidirecional que permite a leitura de praticamente todos os códigos de barras lineares e grande parte dos códigos 2D, além de trabalhar com cupons, bilhetes móveis e carteiras digitais obtidos a partir das telas de dispositivos móveis.

Leitor RFID IF1 – Linha que oferece opções econômicas e flexíveis para aplicações de coleta eletrônica para registro de veículos, ideal para o uso com uma ou duas antenas na automatização de processos.

Tag RFID iB66 – Dispositivo com bateria própria que permite maximizar a operação de reconhecimento de veículos à distância de até 30 metros e com velocidades de até 160 km/h. Oferece identificação anônima e autenticação criptográfica e opera com leitores UHF RFID Gen2/6C.

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