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2020: o easter egg do mercado de games e mobile

Por Antonio Affonseca, general manager da Liftoff para o Brasil

Se há algo que vamos nos lembrar quando falarmos de 2020 será o distanciamento social ao qual tivemos que nos submeter. E, até por causa desta característica, há outro fator que marcou este ano: a alta dos games para mobile. Nunca antes os jogos de celular foram tão baixados e o faturamento desse setor nunca esteve tão alto quanto neste momento. Um estudo da Techjury.net aponta que 43% do tempo de uso dos smartphones são para essa finalidade. A quarentena influenciou as pessoas a passarem mais tempo se dedicado ao entretenimento online, em substituição a eventos ao ar livre.

Esse mesmo levantamento revela que o mercado de Mobile Games movimentará quase US ﹩80 bilhões em 2020, globalmente. Um dos fatores desse aumento pode ser verificado pelo incremento de 24% nas transações in-app em jogos de 2020, em comparação com 2019. De todos os downloads feitos, jogos representam de 20 a 25%, tanto em Android quanto em iOS.

Na quarentena, as pessoas passaram a usar mais seus celulares, o que levou a um aumento na instalação de aplicativos. O cenário gerou um aumento no número de impressões, o que reduziu o CPM (custo por impressões). Esse valor de CPM abaixo do padrão foi rapidamente explorado pelas empresas. O índice de downloads foi exponencial.

No entanto, a audiência não conhecia muito bem os apps, o que, na contramão desse fluxo, gerou uma proporcional taxa de desinstalação (algo categorizado por nosso setor como baixa retenção). Essa oportunidade nos CPMs também foi muito bem explorada pelo setor de e-commerce, que viu nessa oportunidade um potencial de alavancar suas vendas on-line em substituição às quedas nas vendas das lojas físicas.

Uma das preocupações, em um segundo momento pós-instalação de múltiplos aplicativos, é a retenção do usuário. Após baixar, experimentar e se acostumar a usar um aplicativo X, o usuário acaba desinstalando outros aplicativos da mesma categoria. Esse processo costuma ser classificado em algumas etapas: descoberta, retenção e, por fim, monetização. Esse último estágio varia bastante de formato, conforme o país ou a região. Atualmente, já se nota uma desaceleração nos downloads, talvez devido à flexibilização no isolamento e à ligeira retomada da vida social.

Ao entrar em detalhe sobre o mercado na América Latina, percebe-se que a região possui o menor CPI dentre todas as outras regiões, algo avaliado como positivo, ao mesmo tempo em que possui os menores ROAS (retorno de investimento em publicidade) e retenção, obviamente fatores desfavoráveis. O mercado em si é bem desafiador, o consumidor é exigente e a adesão a opções freemium é bem alta. Em geral, as compras in-app em jogos são baixas e, por causa disso, é mais comum que a monetização seja feita por publicidade. Concluindo, devido a esses desafios, se um jogo emplaca com o usuário latino-americano, será possivelmente bem-sucedido em qualquer outro lugar.

Atualmente, o mercado de marketing para aplicativos conta com modelos de otimização para a monetização dos jogos levando em consideração tanto a receita por publicidade (Ads Revenue) quanto os “eventos” de compras (CPA ou ROAS). Para que isso aconteça, é preciso investir em ações de retenção – fatores responsáveis pelo aumento da exposição à publicidade – que, consequentemente, incrementam receita.

Recentemente, divulgamos nosso relatório anual com foco nesse tema – o “Mobile Gaming Apps Report” – com dados globais sobre esse segmento, inclusive com abas específicas para o consumo brasileiro. Foram analisados 314 milhões de engajamentos de anúncios, mais de 303 milhões de instalações e 6,5 milhões de compras em 697 apps de jogos entre junho de 2019 e maio de 2020.

Para não atribuir essa alta somente à quarentena, outro relatório de relevância para o setor – o “Hyper Casual Gaming in 2020”, da Adjust – mostrou que o crescimento dos downloads começou mesmo antes da declaração da pandemia global. Tais dados só nos levam a crer que, seja em casa ou nas ruas, o mercado de jogos se encontra em plena ascensão mundialmente.

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É fundamental ler contratos, termos de uso e políticas de privacidade

A cada aplicativo baixado ou site que se navega, as pessoas aceitam, expressa ou tacitamente, os termos de uso e as políticas de privacidade impostos pela plataforma. Mas acessam tantas páginas e manuseiam tantos aplicativos que ler todos os termos é impraticável e aceitam ser ler.

Esta realidade foi constatada em uma pesquisa realizada pela Deloitte em 2017, na qual 91% dos usuários dizem concordar com os termos de uso das plataformas que utilizam, sem nunca sequer terem lido, e quando se trata de pessoas jovens (entre 18 e 34 anos de idade) esse percentual chega a 97%.

Acontece que os Termos de Uso e as Políticas de Privacidade são dois contratos distintos, mas em sua maioria são encontrados no mesmo documento, como se fossem um só. Ou seja, ambos são contratos de adesão e bilaterais. “Isso significa dizer que existem obrigações para ambas as partes, mas que apenas uma delas elabora as cláusulas, enquanto a outra simplesmente adere ou não às condições já preestabelecidas” explica Tuffy Nader, advogado do escritório de direto empresarial e digital FASS.

A principal função deste documento é descrever detalhadamente sobre o que se trata o produto ou serviço ofertado, e em torno disso, estabelecer quais são as responsabilidades da plataforma, do usuário, e quais as garantias que ela confere para que você tenha os seus direitos assegurados. “A elaboração deste documento objetiva prevenir eventuais conflitos que possam emergir da relação usuário-plataforma”, diz Nader.

Por esta razão, os Termos e Condições de Uso de qualquer plataforma podem conter diversas cláusulas, mas existem seis delas que não podem faltar:

1. O objeto do contrato, ou seja, a descrição do que é o produto ou serviço que o usuário está consumindo.

2. As condições gerais de uso, isto é, como a plataforma deve ser utilizada e com o que o usuário está concordando ao utilizá-la.

3. O pagamento, se houver – em caso de não haver, o ideal é que a gratuidade da utilização esteja expressa.

4. A política de privacidade de dados (quando não for estipulada em outro documento), no qual deve constar como os seus dados são coletados e de que forma são utilizados – sejam dados cadastrais do usuário, de cookies ou de navegação, e ainda mecanismos para exclusão das informações pessoais do usuário, caso ele solicite (lembrando que a LGPD já está em vigor).

5. Responsabilidade (“Disclaimer”), no qual deixa claro para o usuário quais situações são de sua responsabilidade, e quais são da plataforma, a fim de evitar que ela seja responsabilizada por eventos que aconteçam dentro do seu domínio, e que, todavia, não tenha dado causa. Um exemplo clássico dessa cláusula é a imputação da responsabilidade ao usuário pelo conteúdo compartilhado por ele (comentários ofensivos, compartilhamento de imagens ou informação sem autorização das partes envolvidas, discurso de ódio, etc.).

6. Alteração Contratual, visto que, à medida que novas versões são lançadas e podem conter novas funcionalidades e, em razão disso, novas relações jurídicas podem emergir, ainda que a plataforma só tenha de informar o usuário que houve a mudança, e que se ele quiser continuar utilizando a mesma terá de aceitá-las.

“É claro que existe uma infinidade de situações que merecem ser melhor trabalhadas no caso a caso, até porque os modelos de negócios variam muito e todos os dias diversas inovações surgem no mercado. Mas para quem pensa em desenvolver um negócio online, seja ele qual for, é imprescindível que consulte um advogado especializado para a construção desses documentos, tendo em vista que somente a partir deles é que sua empresa poderá operar de forma segura em conformidade com a lei.”, alerta o advogado.

Porém, o usuário também precisa ficar alerta, porque sempre que assina um documento sem ler, pode estar abrindo mão de direitos e liberando a utilização de dados sem aviso prévio, podendo ter consequências desagradáveis ou eventuais contratempos por esta decisão de não ler o que assina. “Caso não leia, o usuário pode estar concordando em expor a sua imagem, seus dados pessoais e até prestando consentindo para que terceiros usem suas informações, sejam elas quais forem. Ou seja, é fundamental ler tudo que assina, pois trata-se da atribuição de direitos e obrigações, dos quais é preciso estar ciente”, conclui Nader.

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App europeu de notícias SQUID é lançado no Brasil

O aplicativo SQUID, o primeiro aplicativo de notícias personalizado para os Millennials disponível por toda a Europa, está sendo lançado nos seis principais países da América Latina. Usuários na Argentina, no Brasil, no Chile, na Colômbia, no México e no Peru agora podem escolher os tópicos que mais se importam, acompanhar as últimas notícias e interagir criativamente com os artigos mais empolgantes. Para todos os outros países da América Latina, fornecemos uma versão internacional em espanhol – tudo em um aplicativo.

Hoje em dia, com a proliferação das fake news que circulam nas redes sociais, é importante ter acesso a fontes seguras de informações como sites e jornais confiáveis. “Com o SQUID, os usuários irão receber notícias de fontes validadas que estão de acordo com os nossos padrões jornalísticos”, diz o fundador e CEO Johan Othelius.

– O SQUID é gratuito e não requer registro

– Mais de 100 categorias de notícias e mais de 20 mil fontes

– Mais de 1 milhão de downloads pelo Google Store

– Recursos para personalização, como escolher e classificar tópicos, salvar artigos e bloquear fontes

– Ferramenta que ajuda a praticar e melhorar o inglês

O SQUID torna fácil o acesso e o uso das notícias relevantes. O aplicativo oferece uma ampla gama de tópicos que os usuários podem escolher para criar seus próprios feeds de notícias personalizados e centrados em imagem. Os algoritmos do SQUID coletam, classificam e priorizam as notícias das fontes mais interessantes da internet, permitindo aos usuários acompanhar os eventos mais importantes e relevantes. Ao mesmo tempo, o SQUID está direcionando o tráfego do popular público-alvo Millennials para as fontes de notícias.

“Queremos ajudar as gerações mais jovens a redescobrir a leitura de notícias como uma atividade diária divertida, valiosa e envolvente”, diz Johan Othelius, CEO e fundador do Aplicativo SQUID. “Depois do nosso grande sucesso na Europa, é natural o lançamento agora na América Latina, onde sentimos fortes laços culturais”.

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Bayer Xperience: aplicativo gratuito de boas práticas agrícolas está disponível para download

Ter a tecnologia na ponta dos dedos e ao alcance dos olhos é uma realidade para o agricultor e trabalhador rural por meio do aplicativo Bayer Xperience. Quem acessar a plataforma terá à disposição conhecimento sobre uso de EPI, bula de produtos e manejo e boas práticas por meio de interatividade em dois níveis: realidade virtual (VR) e aumentada. O download do app pode ser feito pelos sistemas Android e iOS no Google Play e App Store.

Fomentar boas práticas no campo vai além dos cuidados com a lavoura, é preciso também dedicar atenção especial à capacitação de trabalhadores rurais, que são os responsáveis pelo plantio e aplicação de defensivos na fazenda. Com o Bayer Xperience, aplicativo inédito e desenvolvido no Brasil, a Bayer leva de modo didático, explicativo e inclusivo, orientações gratuitas sobre as atividades relacionadas à plantio.

Adriana Ricci, gerente de Stewardship da Bayer, explica que a empresa precisa levar treinamento de modo rápido, inovador e acessível para o campo, mas que às vezes é difícil estar presente em todos os momentos do produtor na lavoura. “Trazer algo digital é um modo ágil e eficaz de transmitir a mensagem de boas práticas. Ao ler uma informação na bula, pode haver um entendimento errado, mas com vídeos e linguagem prática, a assimilação e interpretação podem ser mais assertivas”.

Segundo dados da Confederação Brasileira de Agricultura de Precisão, 67% das propriedades rurais do País agregam diversos tipos de tecnologia ao manejo, seja para auxiliar na gestão da fazenda, seja para ajudar na hora da plantação e colheita.

Por meio de simulações desenvolvidas em lavouras pelo Brasil e no laboratório de monitoramento de resistência da Bayer no Brasil, o usuário imerge e interage em 360º com pesquisadores e colaboradores que demonstram a adoção de boas práticas e o manuseio correto e seguro de produtos. Para uma experiência ainda mais imersiva, é recomendado o uso de óculos de realidade virtual e fones de ouvido.

Já por meio da realidade aumentada, por exemplo, é possível acessar vídeos explicativos e interativos sobre a bula de defensivos da Bayer, pois seu real entendimento é extremamente importante para conseguir o melhor e mais seguro uso da solução.

O aplicativo é parte das ações de stewardship da Bayer, que incluem uma série de palestras e treinamentos e disponibiliza diversos materiais educativos aos distribuidores e agricultores, como manuais sobre boas práticas no campo. Tanto treinamentos quanto EPIs estão disponíveis para serem adquiridos por meio do programa de pontos gratuitamente.

Para viver essa experiência, o download do aplicativo pode ser feito nos links abaixo:

App Store: http://itunes.apple.com/br/app/bayer-xperience/id1456154472?mt=8

Play Store: http://play.google.com/store/apps/details?id=com.bayer.cs.bayerxperience

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App da Hoteis.com mostra como planejar viagens por comandos de voz

De acordo com o Hoteis.com™ Mobile Travel Tracker*, atualmente quase um quarto (ou 22%) dos viajantes ao redor do mundo usa comandos de voz para buscar e reservar viagens. Aproveitando essa tendência, a Hoteis.com passou a ser uma das primeiras empresas de viagens a incorporar os Atalhos da Siri® no seu app, como parte do lançamento desse recurso para o iOS12.

Com 70 milhões de downloads do aplicativo no mundo, a Hoteis.com vai disponibilizar esse novo recurso de atalho em 90 países e territórios, em 40 idiomas. Os clientes da Hoteis.com só precisam abrir as suas reservas no app, clicar no botão “Adicionar à Siri” e gravar um comando de voz relativo à sua estadia.

Quando chegarem aos seus destinos e quiserem saber o endereço do hotel, ver a localização no mapa ou encontrar o horário do check-in, os clientes devem apenas repetir o comando de voz nos Atalhos da Siri para abrir as reservas no app da Hoteis.com.

“Quantas vezes chegamos a um aeroporto com as mãos cheias de bagagem e não conseguimos imprimir nem encontrar o e-mail de confirmação da reserva? Agora a chave é a nossa voz! Com os Atalhos da Siri no app da Hoteis.com, você tem todas as informações que precisa com apenas um comando de voz, sem nenhum estresse ou complicação”, explica Daniel Craig, Vice-Presidente do Departamento de Mobile da Hoteis.com. “O uso de comandos de voz no planejamento de viagens é uma tendência crescente e este é o recurso perfeito para os viajantes de hoje, que necessitam de informações imediatas nas pontas dos dedos, ou melhor, na ponta da língua!”, completa Craig.

O premiado app da Hoteis.com é um dos mais bem avaliados (+ de 4,5 estrelas) nas lojas da Apple e Android. Disponível para download em dispositivos iOS e Android, o nosso app é a maneira mais fácil de reservar as suas viagens. Além disso, você ganha descontos na hora e diárias grátis para futuras estadias.

*Comissionada pela Hoteis.com, em outubro e novembro de 2016, a One Poll conduziu a pesquisa Mobile Travel Tracker com 8.377 entrevistados de 28 países.

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51% dos internautas fizeram compras por aplicativos no último ano, revela estudo da CNDL/SPC Brasil

Onipresentes no dia a dia de muitos brasileiros, os smartphones facilitam a vida de diversas maneiras, inclusive para fazer compras. Um estudo realizado em todas as capitais pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) revela que nos últimos 12 meses, mais da metade (51%) dos internautas fizeram alguma compra por meio de aplicativos – o percentual é ainda maior entre a população mais jovem (60%).

Os tipos de produtos que os internautas mais compraram via aplicativos durante esse período foram os eletrônicos e itens de informática (44%), contratação de serviços de transporte particular (39%), vestuário (36%), ingressos para atividades de lazer (25%), comidas por delivery (24%) e produtos de beleza ou perfumes (23%).

Para esses entrevistados, a facilidade de acesso, uma vez que a compra pode ser realizada pelo próprio smartphone é o que mais leva as pessoas a comprarem via app (52%). Outras razões são a praticidade e rapidez (49%), disponibilidade de melhores ofertas (37%) e a facilidade de organização que os aplicativos oferecem (26%).

“Os dados da pesquisa não deixam dúvidas quanto ao futuro do e-commerce. Ele passará cada vez mais pelos aplicativos em dispositivos móveis, utilizados não apenas para comunicar-se durante o processo de compra, mas também para adquirir produtos e serviços, pesquisar e comparar preços”, analisa o presidente da CNDL, José Cesar da Costa.

Para 44% dos que compram por aplicativo, tela pequena é obstáculo; 67% também são adeptos de aplicativos financeiros

Mas na hora de comprar via app, nem tudo é visto de forma positiva. Indagados sobre os principais obstáculos para esse tipo de compra, 44% acham que a tela pequena acaba atrapalhando a experiência de consumo e 35% ainda não confiam na segurança oferecida pelos aplicativos. Há ainda 17% de entrevistados que consideram os aplicativos difíceis de serem usados e 16% que nem sempre estão conectados ao Wi-Fi ou possuem plano de dados.

“O mobile é uma tendência irreversível no mercado de consumo. Desta maneira, é preciso que os varejistas desenvolvam experiências que cativem os consumidores facilitem o engajamento. Este é um momento de mudanças intensas, em que os varejistas precisarão estar atentos para avaliar sua presença na internet, ampliando canais de relacionamento e facilitando o acesso dos clientes”, afirma o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro Junior.

A pesquisa descobriu que dentre os consumidores que usam aplicativos para compras, a maioria também é adepta de aplicativos para tarefas financeiras (67), principalmente os de operações bancárias (47%), comparação de preços (25%) e organização das finanças pessoais (19%).

44% dos usuários de WhatsApp já usaram o aplicativo para se comunicar com lojas; 79% acham importante que loja ofereça recurso aos clientes

Concebido inicialmente para troca de mensagens pessoais, o WhatsApp vem se tornando também uma plataforma para negócios. De acordo com o levantamento, 44% dos entrevistados já utilizaram o WhatsApp para se comunicar com uma loja ou vendedor no processo de compras, sendo que na maioria das vezes (73%) sempre houve um retorno por parte do estabelecimento comercial. Os que nunca tiveram a experiência de utilizar o WhatsApp para interagir com lojistas somam 56% dos seus usuários.

As interações mais comuns entre consumidor e loja foram na consulta sobre preços após recebimento de uma oferta (14%), concretizar uma compra por meio do aplicativo (12%), agendar um serviço (12%), consultar sobre um produto que ficou interessado (11%) ou realizar uma reclamação (10%).

Os tipos de produtos e serviços mais adquiridos via WhatsApp são manutenção e consertos de produtos diversos (31%), compra de roupas, calçados e acessórios (29%) e aquisição de remédios ou suplementos vitamínicos (26%).

Dentre os internautas que costumam fazer compras ou agendamento de serviços via WhatsApp, 42% consideram o processo fácil e rápido e 39% destacam a conveniência de poder comprar mesmo sem sair de casa. Há ainda 30% de entrevistados que veem vantagem em receber fotos e vídeos dos produtos que estão interessados. “As empresas já começam a perceber que não podem mais abrir mão de uma ferramenta de conexão instantânea entre a marca e o consumidor. A praticidade e o imediatismo proporcionados pelo aplicativo fazem com que os consumidores vejam com bons olhos a adoção da ferramenta como forma de relacionar-se com empresas. Isso significa que cada vez mais o consumidor será atraído pelas marcas que forem verdadeiramente responsivas no ambiente digital”, afirma Pellizzaro Junior.

Outra constatação do estudo é que o WhatsApp já é o canal favorito dos internautas para se comunicar com as lojas: 27% preferem esse tipo de contato. A opção aparece à frente do telefone, citado por 25% dos entrevistados. No geral, 79% dos entrevistados que já utilizaram o WhatsApp para se comunicar com vendedores consideram importante que os estabelecimentos comerciais ou prestadores de serviços ofereçam ao cliente essa opção. Apenas 7% são contrários a essa necessidade e 13% demonstram indiferença.

Metodologia

A pesquisa ouviu 815 consumidores de ambos os gêneros, todas as classes sociais, capitais e acima de 18 anos que fizeram alguma compra online nos últimos 12 meses. A margem de erro é de no máximo 3,43 pp a uma margem de confiança de 95%.

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App conecta compradores a viajantes e permite comprar no exterior sem sair de casa

Imagine poder comprar produtos importados sem sair de casa e com menos custo e burocracia do que nos modelos já disponíveis no mercado, como marketplaces e lojas virtuais. Isto já é possível graças ao compartilhamento de bagagens, que conecta pessoas que desejam produtos que não encontram no Brasil, a milhares de viajantes ao redor do mundo com espaço disponível na mala.

A ideia foi criada pelo Grabr – (http://grabr.io/pt) app disponível em mais de 120 países que conecta viajantes a compradores e possui mais de 500 mil usuários cadastrados em sua plataforma. “A startup foi criada em 2015 na Califórnia, com a ideia de atingir, principalmente, países com uma economia em desenvolvimento e que cobram muitos impostos para produtos importados. Utilizamos a tecnologia para romper barreiras e para que todos tenham acesso aos seus produtos favoritos em todos os lugares do mundo”, explica Michele Chahin, gerente de marketing da Grabr.

Como funciona para o comprador

Por meio do compartilhamento de bagagens é possível comprar produtos do mundo todo sem sair de casa, de forma rápida e segura. O comprador além de economizar, não precisa pagar altas taxas de frete nem esperar meses para receber o produto. A economia para os brasileiros costuma ser de 30% a 40%, em média, podendo chegar a 70% em épocas de campanhas promocionais, como a black friday. Segundo o Grabr, as mercadorias mais procuradas e que também geram mais economia para os compradores brasileiros são os eletrônicos e os produtos para bebês.

Para gerar um pedido na plataforma é necessário inserir alguns dados do produto como a descrição do item e link de onde ele pode ser comprado no país do exterior. Com isso, viajantes indo ou voltando para estas localidades podem trazer o produto, com uma taxa de recompensa, calculada pelo app, com base no preço do produto. O valor da comissão só é liberado para o viajante após a entrega ser efetuada, garantindo a segurança do acordo. Em caso de problemas com o pedido e entrega da compra, a startup reembolsa os valores pagos, garantindo a segurança das transações.

Como funciona para o viajante

A plataforma permite que viajantes monetizem suas viagens por meio do programa de “recompensas”, ou seja, ao trazer produtos dentro do espaço livre de suas bagagens, o usuário recebe uma bonificação. É uma maneira segura de obter uma renda extra e ainda se conectar com pessoas do local que visitam. É responsabilidade do viajante realizar a compra no exterior – geralmente por meio de cartão de crédito – e depois fazer a entrega do pedido.

“O Brasil é um dos destinos que mais recompensam os viajantes, com uma média de ganhos em torno de US$ 500 por viagem. E, como incentivo, a cada dez itens transportados em uma única viagem, a Grabr ainda oferece um prêmio de US$ 100”, finaliza Michele.

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Como criar apps para homens e mulheres: entendendo o mercado mobile

Por Roberto Rodrigues

Quantas vezes você utilizou o WhatsApp hoje? Mesmo quem não entende muito de tecnologia, provavelmente tem um smartphone e utiliza o “zap zap” com certa facilidade. Isso é apenas um exemplo de como o mercado de aplicativos mobile já faz parte das nossas vidas.

De acordo com o relatório divulgado pela App Annie, o Brasil é o terceiro país onde as pessoas passam mais tempo utilizando seus apps por dia, cerca de 190 minutos diários. E o brasileiro gosta de experimentar aplicativos novos: nossos smartphones têm, em média 80 appsinstalados, mas acabamos usando apenas metade deles por mês.

Se compararmos os dados com a pesquisa anterior, temos boas notícias para os novos desenvolvedores, pois houve um aumento de 36% no tempo de uso dos apps pelo público brasileiro.

O mercado de desenvolvimento mobile

Para atender tal demanda, o mercado de desenvolvimento mobile está em franco crescimento. Grandes empresas já entenderam a necessidade de estarem presentes no universo dos smartphones e apostam em apps para cativar seu público. Outros apps optam por resolver problemas do dia a dia das pessoas, conseguindo um expressivo número de downloads.

Existe uma série de possibilidades para se obter rentabilidade com os aplicativos. É possível trabalhar com apps pagos, trabalhar com licençasfreemium ou oferecer pequenas vantagens para o comprador, como vidas extras em jogos ou funcionalidades exclusivas para os usuários pagantes. O modelo ideal depende de cada aplicativo, mas muitos desenvolvedores conseguem resultados interessantes com apps que viralizam.

A maioria dos brasileiros utiliza smartphones com o sistema Android, mas em contrapartida, os melhores salários encontram-se com os desenvolvedores de iOS. A Apple possui uma cultura maior de apps pagos. Além disso, a linguagem Swift é específica para iPhones e iPads, o que torna o trabalho do desenvolvedor algo muito mais especializado.

Segundo dados divulgados por uma pesquisa realizada ano passado pela Quaddro Treinamentos, 81% dos desenvolvedores entrevistados desejam abrir seu próprio negócio. Atualmente, 55% trabalham na área de serviços, 21% em bancos e 19% no setor de educação.

Precisamos de desenvolvedores experts, porém flexíveis

Ainda existe certo preconceito com a figura do programador. Alguns ainda acreditam na figura de um homem jovem, muito centrado no trabalho, mas com poucas habilidades sociais. Esse estereótipo não faz o menor sentido.

Para conseguir um lugar de destaque no mercado, o desenvolvedor precisa ser expert na sua linguagem escolhida, mas também precisa ter muita facilidade de comunicação e relacionamento para conseguir entender seu cliente e trabalhar em equipe. A atual complexidade dos projetos pede por um profissional flexível, que consiga trabalhar em uma equipe multidisciplinar e que, ao mesmo tempo, destaque-se pela sua criatividade e comprometimento. A exigência técnica também é muito alta.

Desenvolvendo apps para homens e mulheres

Destacar seu aplicativo entre os milhares que encontramos na App Store e Google Play não é fácil. Mas é muito importante pensar em um diferencial para o seu app, para que ele não seja “apenas mais um”. Antes de começar a programar, dedique um tempo para pesquisa de mercado, análise de público alvo e construção de personas. Você pode pensar em fazer um aplicativo para homens ou mulheres, mas o ideal é ter um público ainda mais específico, trabalhando com nichos de mercado como “homens, classe A e B, 30 a 35 anos e que gostam de cozinhar” ou “mulheres, classe A e B, 30 a 35 anos que viajam com frequência”.

Você encontra uma série de aplicativos voltados especificamente para o homem ou a mulher nas lojas de apps, mas é preciso tomar muito cuidado com essa questão. Apenas pintar o layout de cor de rosa é mostrar uma visão muito superficial. Hoje homens e mulheres possuem uma rotina muito corrida, com as mulheres trabalhando normalmente em dupla jornada. Por outro lado, os homens começam a se abrir ainda mais para aspectos como a paternidade, ou questões vistas erroneamente como femininas, como cuidados pessoais e dicas de moda.

Produza seu aplicativo estudando a fundo seu público. Conheça sua rotina, seus desejos e o papel que desempenha na sociedade. Não trabalhe apenas com “masculino x feminino”. Encontre lacunas e produza algo novo!

Mesmo com a grande quantidade de apps existentes, a rápida evolução da tecnologia faz surgir novas oportunidades todos os dias. Além disso, as novas gerações estão cada vez mais acostumadas a utilizar o smartphone para resolver problemas corriqueiros de sua vida, o que impulsiona a criação de cada vez mais apps.

Sempre irá existir espaço no mercado porque as pessoas estão constantemente buscando o novo. Elas querem uma forma mais fácil, prática e até mesmo divertida de realizar suas tarefas. Pense em apps que atendam essa necessidade. Obviamente, não é uma tarefa simples virar o “novo WhatsApp”, mas com muita pesquisa, planejamento e alto conhecimento técnico, você já sai na frente.

Roberto Rodrigues, CEO da Quaddro Treinamentos – maior centro de desenvolvimento de carreiras mobile no Brasil, sendo seus carros-chefe cursos de desenvolvimento de aplicativos em sistemas iOS e Android.

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Comércio Móvel no Brasil: WhatsApp e Facebook entram no ranking dos aplicativos mais usados

O mais recente levantamento do Panorama Mobile Time/Opinion Box sobre o uso de aplicativos e sites no comércio móvel no Brasil aponta o WhatsApp e Facebook pela primeira vez no ranking dos serviços mais usados para compras online. Entre os aplicativos e sites mobile, o WhatsApp aparece em sexto lugar, citado por 8% desse grupo, e o Facebook Messenger em décimo-primeiro, apontado por 5%. A liderança continua com o Mercado Livre (31%), seguido pela Americanas.com (21%).

Quando perguntados se já encomendaram algum produto ou serviço especificamente através do WhatsApp e/ou do Facebook Messenger, o resultado indica que o uso desses dois aplicativos de mensageria para compras no Brasil é maior do que se imaginava: 57% dos internautas brasileiros com smartphone afirmam que já encomendaram produtos ou serviços através do WhatsApp e 42% já o fizeram pelo Facebook Messenger.

A pesquisa também apurou que 74% dos internautas brasileiros com smartphone já fizeram compras de bens físicos através de apps ou sites móveis, 1% menos que a pesquisa anterior de setembro de 2017. O número de pessoas que afirma fazer compras com mais frequência pelo smartphone do que pelo desktop é um pouco menos, 63%, mas, ainda assim, mostra que o m- Commerce vem superando os seus desafios.

Roupas, eletrodomésticos, refeições, cosméticos

Os produtos e serviços adquiridos por meio do smartphone entre 1.438 consumidores móveis consultados, a liderança está com a compra de roupas, que passou de 42% (em setembro de 2017) para 51% agora em março. Os eletrodomésticos caíram de 50% para 47% no mesmo período. Na terceira posição aparecem as refeições, que subiu de 27% para 37%. Cosméticos e itens de higiene também cresceram: de 29% para 33%. A aquisição de livros se manteve em ambas as pesquisas: 32%.

O grau de satisfação com as compras realizadas pelo smartphone também foi consultada: 38% afirmam estar muito satisfeitos sendo que 54% são os satisfeitos. Os indiferentes somam 15%, e os insatisfeitos e muito insatisfeitos totalizam juntos 2% dos 1.438 consumidores móveis entrevistados.

Quando aos meios de pagamento utilizados, 31% prefere boleto bancário (o mesmo número da pesquisa anterior), mas o número de pessoas que preferem o cartão de crédito subiu de 52% para 59%. As carteiras digitais tiveram uma queda acentuada: de 14% de setembro do ano passado para 8% seis meses depois. Outros meios de pagamento são agora preferidos por 2% dos compradores mobile, contra 3% do levantamento do ano passado.

Segundo Fernando Paiva, editor do Mobile Time e coordenador de conteúdo da pesquisa, “a aparição do WhatsApp e Facebook reflete o esforço das empresas de Mark Zuckerberg em atrair marcas para dentro de suas plataformas, assim como seu estímulo ao chamado ‘comércio conversacional’, com uma API para bots no Facebook Messenger, seguindo tendência vinda da Ásia. Além disso, inúmeros estabelecimentos comerciais de pequeno porte e profissionais liberais já usavam as duas plataformas de mensageria para a oferta de seus produtos e serviços antes mesmo da disponibilização de ferramentas oficiais para tanto”, afirma ele.

O relatório da pesquisa inclui informações completas sobre as categorias de produtos mais adquiridos pelo smartphone; as funcionalidades mais apreciadas pelos brasileiros em apps de comércio móvel; e a popularidade de serviços O2O (Online 2 Offline) no celular, como solicitação de corrida de táxi/carro particular, delivery de comida e hospedagem.

O Panorama Mobile Time/Opinion Box – Comércio Móvel no Brasil é uma pesquisa independente produzida por uma parceria entre o site de notícias Mobile Time e a empresa de soluções de pesquisas Opinion Box, disponível para download gratuito no site www.panoramamobiletime.com.br.

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Instituto Brasileiro de Vendas lança aplicativo para vendedores profissionais

Ferramenta tem o objetivo de facilitar o estudo e ampliar o networking entre alunos e professores; pessoas interessadas em vendas têm acesso a artigos, vídeos e dicas de leitura

Referência nacional em treinamento e capacitação de equipes de vendas atuantes nos mais diversos setores da economia, o Instituto Brasileiro de Vendas (IBVendas) lança o aplicativo “IBVendas”, que chega para facilitar o estudo dos alunos e ampliar o networking entre eles e com os professores. O app está disponível para os sistemas iOS e Android.

Ao realizar a matrícula em algum dos diversos cursos oferecidos pelo IBVendas, o vendedor deve baixar o aplicativo e, automaticamente, passa a ter acesso a todo o conteúdo, às apostilas utilizadas nas aulas e indicações de leituras complementares, desde as mais básicas até as teorias mais profundas. A ferramenta, no entanto, é útil para qualquer pessoa interessada em vendas e negociações, já que disponibiliza diversos artigos e vídeos.

“A nossa ideia é garantir o melhor caminho para o processo cognitivo no estudo dos nossos alunos, já que todo o conteúdo é atualizado constantemente”, afirma Mário Rodrigues, diretor do IBVendas. “Mesmo após concluir o curso, o vendedor continuará tendo acesso aos materiais e poderá utilizá-lo em inúmeras situações do dia a dia de trabalho”, complementa.

Outro benefício que a tecnologia proporciona está ligado à sustentabilidade. “Ao disponibilizar todo o conteúdo no aplicativo, deixamos de imprimir apostilas, o que, obviamente, é uma maneira bastante positiva de contribuir com o meio ambiente”, finaliza Mário.

Sobre o IBVendas: O Instituto Brasileiro de Vendas é referência nacional em treinamento e capacitação de equipes de vendas atuantes nos mais diversos setores da economia. Possui um método exclusivo que conta com as mais poderosas e eficazes ferramentas de vendas e negociação, com uma sólida fundamentação teórica, reconhecida internacionalmente e implementada com a dinâmica e flexibilidade do mercado brasileiro – www.ibvendas.com.br .

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BB disponibiliza venda de dólar pelo app

Os clientes do Banco do Brasil podem comprar dólares americanos de uma forma diferente. Agora, é possível adquirir a moeda estrangeira pelo aplicativo. Além disso, o cliente também poderá definir a cotação que está disposto a pagar e o período de espera. Tão logo o dólar chegue ao patamar pretendido, o Banco avisa, enviando uma mensagem para confirmar a transação.

Após a realização da compra, o cliente tem até dois dias úteis para retirar os dólares em um dos caixas eletrônicos para saque de dólares no BB, com a taxa garantida do dia de realização da transação no app.

O mobile do BB também ajuda a localizar uma agência com terminal de câmbio mais próximo. Com o GPS do smartphone ligado, o app mostrará as dependências num raio de 5 km. Também é possível fazer a busca por estado e cidade. São 96 terminais de câmbio espalhados em 18 estados e no Distrito Federal.

A transação é válida para dólar americano, até US$ 3 mil por operação, limitada a US$ 10 mil por mês. Para aquelas agências que não possuem terminal de câmbio, em breve o app também será interligado ao terminal de caixa dentro da agência, permitindo ao cliente retirar os dólares diretamente no guichê, sem a necessidade de passar pelo atendimento.

Como funciona

Para comprar dólar pelo celular, após acessar a área logada no app, basta acessar a opção Viagens/Moeda Estrangeira no menu.

Na opção Monitorar Taxa de Câmbio, o cliente define a taxa de câmbio que gostaria de pagar e o prazo de espera. O Banco envia mensagem quando a cotação chega ao valor informado, para confirmar a transação.

Com a compra realizada, basta ao cliente se dirigir a uma das agências com terminais de câmbio em até dois dias úteis. O BB garante a cotação do dia da contratação.

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Aplicativo Fly Delta apresenta mapa do aeroporto internacional de Guarulhos, em São Paulo

A Delta continua atualizando seu aplicativo Fly Delta para oferecer aos clientes mais recursos e controle de sua experiência de viagem. A atualização mais recente inclui um mapa interativo do aeroporto internacional Governador André Franco Montoro, em Guarulhos, São Paulo, onde a Delta ocupa um espaço compartilhado com empresas parceiras como a GOL Linhas Aéreas Inteligentes e a Air France-KLM.

O aplicativo Fly Delta ajuda os clientes a navegar pelos terminais 1, 2 e 3 do aeroporto de Guarulhos, e em seus três pavimentos, permitindo que eles obtenham orientações ponto a ponto, seja para encontrar o balcão de check-in da Delta, uma lanchonete a caminho do portão de embarque ou ainda como encontrar o GOL Premium Lounge no terminal 2.

“O aplicativo Fly Delta ajuda a guiar a experiência de viagem dos clientes em Guarulhos, onde a Delta ocupa um espaço compartilhado com a GOL, próxima dos parceiros Aerolineas Argentinas e Aeromexico”, disse Fabio Camargo, diretor da companhia aérea para o Brasil. “A tecnologia nos ajuda a antecipar as necessidades dos nossos clientes, proporcionando a eles uma maneira fácil e intuitiva de facilitar a viagem.”

O aplicativo apresenta mapas dos aeroportos ATL, BOS, CVG, DCA, DTW, JFK, LAX, LGA, LHR, MCO, MSP, NRT, SEA, SFO e SLC. As atualizações recentes aumentaram a lista de mapas, incluindo os aeroportos AMS e MEX. As atualizações futuras incluirão mapas de CDG e PVG.

A Delta fornece serviços em 31 países, com 52 destinos na região, oferecendo mais de 1.700 voos semanais entre os Estados Unidos e a América Latina e Caribe.

Em 2017, a Delta Air Lines e a GOL Linhas Aéreas Inteligentes comemoraram o sexto aniversário de sua parceria comercial, que permitiu a conexão de mais de 1 milhão de clientes entre os Estados Unidos e o Brasil.

Desde que a aliança foi anunciada, a Delta e a GOL cresceram e atendem agora 99% dos destinos entre os Estados Unidos e o Brasil.

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App Banco do Brasil chega a 15 milhões de usuários

O Banco do Brasil atingiu no mês de dezembro a marca de 15 milhões de usuários no seu aplicativo para mobile. Acessado por 4 milhões de pessoas todos os dias, o aplicativo é responsável por 51% das transações realizadas no Banco. Com o resultado, o BB alcançou o objetivo traçado no início de 2017.

O crescimento do número de usuários impressiona. Ao final de 2015, havia 6,9 milhões de usuários do app BB. Já em 2016, o número chegou a 10,2 milhões. Passados dois anos, a instituição teve um crescimento de quase 200% no número de clientes que utilizam a solução para smartphones e tablets.

Os números de negócios por meio digital também impressionam. Até novembro, foram contratadas 150 mil operações de solução de dívidas, num montante de R$ 1,2 bilhão. No financiamento de veículos, 55% das operações já são contratadas pelo celular, totalizando R$ 953 milhões até dezembro. Outro dado interessante é que 55% das contratações ocorrem fora do horário de expediente bancário.

O crédito consignado pelo mobile teve um crescimento de 204%, em relação a 2016, chegando a R$ 1 bilhão em contratos. O crédito imobiliário teve 2,7 milhões de simulações em apenas três meses. E desde meados de dezembro, está disponível para todos os clientes a contratação da linha pelo celular.

A Conta Fácil, lançada em novembro de 2016, chegou a 1,4 milhão de contas, com 80 mil upgrades para a conta corrente. O app Banco do Brasil é o mais bem avaliado do sistema financeiro brasileiro nas duas principais lojas de aplicativos – Google Store (4,5) e Apple Store (4,0).

Gestão financeira

O aplicativo do BB tem um gestor de finanças pessoais, o Minhas Finanças. A ferramenta auxilia o cliente no controle financeiro, com acompanhamento do orçamento e indica como ele emprega o seu dinheiro. Para isso, todos os lançamentos de conta corrente e cartões são separados em grupos de consumo, o que permite uma análise mais consciente da vida financeira do usuário.

Além disso, possui uma funcionalidade chamada “Orçamento”, que auxilia na criação de metas de gastos por grupo de consumo. A solução identifica gastos e receitas dos últimos cinco meses e sugere uma redução nos custos, com objetivo de melhorar a saúde financeira do usuário.

Lançado para todos os clientes em abril de 2017, o Minhas Finanças tem mais de 3,5 milhões de usuários. E quase a metade acessa a solução diariamente. Foram criados mais de 585 mil orçamentos desde o lançamento para os clientes, em outubro de 2017, onde o Banco já sugeriu uma economia estimulada de cerca de R$ 560 milhões.

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Startup brasileira participa de programa de incentivos da Microsoft

A startup Greengow Technology agora conta com o apoio do BizSpark, programa criado pela Microsoft para apoiar startups através da oferta gratuita de produtos e serviços. A parceria inclui a tecnologia da Microsoft Translator, que está inserida no algoritmo de tradução “push-to-talk” do aplicativo Greengow que permite usuários falar em tempo real em até 10 idiomas diferentes.

A plataforma foi recentemente lançada na versão beta no Brasil, e é o único aplicativo que foi projetado nativamente para ser um tradutor de chamadas de voz em tempo real. “Usando a plataforma não é necessário comprar nenhum acessório para funcionar e funciona em qualquer modelo de smartphone, tanto para plataforma iOS ou Android. É possível se comunicar com uma pessoa do seu lado, ou localizada a milhares de quilômetros de distância, bastando estar conectado à internet.”, diz Carlos Tanaka, CEO da companhia.

Estabelecimentos comerciais podem disponibilizar o número Greengow para seus clientes de qualquer lugar do mundo se comunicarem, sem mais a barreira do idioma e sem custo de ligação. “Hotéis, restaurantes, parques, clubes, lojas podem agora oferecer o número Greengow para seus clientes, e dessa forma, aumentar suas vendas ou mesmo, melhorar a qualidade de atendimento permitindo a comunicação em uma mesma chamada em idiomas diferentes. Todas as informações destes estabelecimentos ficam disponíveis para consulta dos usuários Greengow.” explica Tanaka.

“Nós estamos realmente orgulhosos em apoiar o Greengow via BizSpark e também animados sobre o impacto que este extraordinário aplicativo pode trazer para cidadãos de todo o mundo, ajudando a construir pontes através do uso de novas conexões da Microsoft Translator que antes não eram possíveis”, diz Alessandro Jannuzzi, diretor de inovação e novas tecnologias da Microsoft Brasil.

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Mercedes-Benz firma sociedade com o TruckPad, aplicativo de carga

A Mercedes-Benz se associa ao TruckPad, aplicativo que conecta o caminhoneiro autônomo à carga. Oficializada no mês de dezembro, a parceria reconhece os benefícios que a startup pode trazer para a maior fabricante de veículos comerciais da América Latina, de forma rápida e informal, usando de sua expertise em tecnologia, logística e inteligência de mercado.

O TruckPad vem, desde 2013, promovendo a inclusão digital nas estradas brasileiras e revolucionando o sistema de transporte de cargas no país, o que resulta em aumento da produtividade deste setor e a consequente melhoria da qualidade de vida desses caminhoneiros autônomos, que são os verdadeiros “empreendedores das estradas” (só para dar uma ideia de grandeza, são mais de 1 milhão rodando pelo Brasil).

Empresas de transportes, indústrias, atacadistas e comerciantes se beneficiam do trabalho do TruckPad, que traz considerável melhoria na performance logística de seus clientes – aumentando o nível de serviço operacional e reduzindo custos com transporte de cargas. Isso é possível porque a plataforma elimina atravessadores neste processo de contratação. “Somos uma plataforma disruptiva”, afirma Carlos Mira, idealizador do aplicativo.

Do outro lado, caminhoneiros chegam a faturar até 50% a mais com seus caminhões quando passam a utilizar o app para localizar um próximo frete. “Pelo aplicativo eu peguei uma carga por R$ 1.500,00 de frete. Nas agências de carga, por este mesmo transporte, os atravessadores pagavam apenas R$ 1.100,00”, comenta o motorista Ademir Rogerio Hofmann, de Porto Alegre.

Por ser o primeiro e maior marketplace de contratação de caminhoneiros do país, o TruckPad possui um enorme banco de dados com informações sobre os motoristas de caminhão que circulam por todo o país. A inteligência do app consegue mapear e saber muito sobre o comportamento dos caminhoneiros nas estradas, suas necessidades e preocupações. Atualmente, são mais de 600 mil downloads do app e mais de 8 mil empresas que utilizam essa plataforma.

Com uma grande quantidade de informações na nuvem, o TruckPad proporciona às grandes indústrias do setor, serviços de relacionamento com os motoristas nas estradas. Tudo é feito de forma assertiva e geolocalizada.

“A Mercedes-Benz entende os benefícios que o TruckPad pode trazer: nós temos o mote ‘As estradas falam. A Mercedes-Benz ouve’ e o aplicativo é a ferramenta que operacionaliza a captação das opiniões e sugestões dos caminhoneiros nas estradas e faz a interface com a marca – além de ser um canal onde caminhoneiros podem, no conforto de sua cabine do caminhão, comprar peças e serviços online. Inclusive, em pesquisa realizada pelo Estadão com mais de 1500 motoristas no aplicativo TruckPad, a Mercedes-Benz foi citada como a marca mais desejada e lembrada pelos profissionais do volante”, afirma Ari de Carvalho, diretor de Vendas e Marketing Caminhões da Mercedes-Benz do Brasil.

A parceria entre as duas empresas existe desde 2016, com a participação do TruckPad no programa de aceleração Startup AutoBahn, um canal de via rápida de relacionamento das empresas do grupo com startups. Na ocasião, o TruckPad concorreu com cerca de 300 outras empresas e ficou entre os oito finalistas, sendo o único brasileiro.

“A nossa visão é continuar criando soluções para o dia a dia dos motoristas nas estradas”, finaliza Mira, comemorando este momento da empresa.

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Stefanini e Banco Original são reconhecidos no Prêmio Relatório Bancário

O avanço da tecnologia possibilitou o surgimento de novas maneiras de realizar antigos serviços, de forma mais prática e ágil, o que agrada, principalmente, o novo consumidor, considerado mais exigente e conectado. Atento a essa cenário, o Banco Original inovou ao quebrar paradigmas estabelecidos há anos no mercado financeiro e, com o apoio tecnológico da Stefanini, lançou um modelo 100% digital. A parceria entre as empresas foi reconhecida na segunda-feira (04), na XIII edição do Prêmio Relatório Bancário, organizado pela Cantarino Brasileiro e considerado um dos mais importantes do setor.

Parceiras desde 2015, as empresas foram vencedoras na categoria Aplicativos com o case “Original na Essência, Disruptivo na atitude”, que destaca o trabalho desenvolvido pela Stefanini em três projetos:

– Abertura Remota de Contas: aplicativo desenvolvido para que a equipe possa coletar remotamente as informações necessárias para realizar o cadastro de novas contas, por meio de dispositivos móveis.

– Plataforma de Gerente Comercial: o banco disponibiliza em um tablet todas as funções de uma agência, inclusive orientação de investimentos, para que o gerente possa se locomover para qualquer local, atendendo aos clientes no Brasil inteiro.

– Coleta e Entrega: solução na plataforma Java/Web, com diversos werbservices para integração com os sistemas de canais, como atendimento e plataforma corporativa. O serviço permite ao cliente ter conveniências em casa, como a entrega de dinheiro em espécie (real, dólar e euro), entrega de token físico, cartões, recolhimento de cheques depositados via imagem, entre outros benefícios.

Carlos Augusto de Oliveira, diretor de TI e Operações do Banco Original, conta que o principal desafio era lançar uma nova plataforma tecnológica inovadora, multicanal e segura, além da meta de crescer no varejo, com mais correntistas e ofertas de serviços. O executivo ressalta que a parceria tecnológica com a Stefanini foi essencial para tangibilizar a proposta de ser um banco 100% digital e poder oferecer aos clientes a possibilidade de abertura de conta pelo aplicativo, sem burocracia.

Marco Stefanini, fundador e CEO global da Stefanini, ressalta que o reconhecimento é mais uma prova de que o trabalho realizado foi ousado e disruptivo. “A Stefanini investe em pesquisa e inovação para entender o negócio do cliente e desenvolver a solução que se adeque melhor ao perfil de cada um. O Banco Original já nasceu com a proposta de ser 100% digital e nós ajudamos a concretizar isso. Para a Stefanini, foi uma grande satisfação poder ser parceira nesse projeto audacioso”, finaliza Marco Stefanini.

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Startup lança aplicativo gratuito para quem deseja obter renda extra

Conseguir economizar na hora de contratar um profissional ou colocar seus serviços à disposição é um caminho encontrado por muita gente em tempos de crise. Para poder atender esta demanda, a plataforma iPrestador foi fundada com intuito de ajudar quem deseja encontrar alguém para um serviço ou quem queira garantir uma renda extra em tempos difíceis.

“A ideia surgiu em 2014 após uma necessidade de reforma do meu apartamento, onde eu não consegui encontrar nenhuma indicação de profissionais para trabalhar nas diversas fases da reforma, desde o pedreiro, eletricista, até o vidraceiro para instalar um espelho no banheiro” explica Ronaldo Barros, fundador da plataforma e com mais de 20 anos de mercado.

O aplicativo está disponível gratuitamente na Apple Store e Play Store. Ao optar por encontrar um profissional pelo iPrestador, o usuário terá à sua disposição, entre outras informações, as recomendações e as redes sociais dos prestadores de serviços, o que aumenta a segurança na hora de uma eventual contratação.

“A plataforma permite fazer um perfil personalizado para os profissionais e prestadores de serviços, incluindo fotos dos trabalhos realizados e divulgar as principais redes sociais dos profissionais, como facebook, twitter, instagram, pinterest, entre outros. Do lado de quem contrata, a plataforma permite analisar orçamentos solicitados, o que pode gerar um economia de até 50% na contratação”, complementa Barros.

Em 2017, a startup iPrestador teve um crescimento de 100% na base de usuários e espera atingir a marca de 50 mil profissionais cadastrados até o final de 2018.

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